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Política

Política

Derrota do Planalto é resultado de união inédita no governo Lula entre presidentes da Câmara e do Senado

por Redação 26 de junho de 2025

Integrantes do próprio Palácio do Planalto avaliam que a derrota expressiva desta quarta-feira (26) no Congresso — com a derrubada dos decretos do IOF — foi resultado de uma articulação inédita no governo Lula entre os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

A sintonia entre os dois surpreendeu o governo logo pela manhã da quarta, quando surgiram sinais de que o Senado votaria a queda do decreto ainda na mesma noite em que a Câmara.

A avaliação no governo é que a união entre Câmara e Senado fortalece o Legislativo não apenas nas negociações com o Planalto, mas também diante do Supremo Tribunal Federal. Tanto é que Motta e Alcolumbre querem comparecer juntos a audiência com o ministro Flávio Dino, do STF, sobre liberação de emendas parlamentares.

Nos dois primeiros anos de mandato, Lula se beneficiou da rivalidade entre o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para conter pautas incômodas. Desta vez, sem esse contraponto, o Planalto ficou isolado.

Foi a primeira vez em três décadas que um decreto presidencial foi derrubado pelo Congresso.

Nos bastidores, o governo reconhece ainda outros fatores que pesaram para a derrota:

queda nas pesquisas, que enfraquece Lula e fortalece a oposição de olho em 2026;
insatisfação generalizada com a demora na liberação de emendas parlamentares;

Fonte: G1

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Política

Lula faz reunião com Putin, defende relação com a Rússia e critica tarifaço de Trump

por Redação 9 de maio de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma reunião de trabalho, nesta sexta-feira (9) em Moscou, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Na ocasião, Lula criticou a política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou taxas de importação de produtos de mais de 180 países, entre os quais Brasil, China e nações europeias.

?O Brasil, até o momento, não adotou nenhuma medida para retaliar os Estados Unidos, segundo maior parceiro comercial do país, atrás somente da China.

Lula foi até Moscou para participar da celebração dos 80 anos do Dia da Vitória, organizada por Putin para demonstrar que não está isolado na comunidade internacional, passados três anos do começo da guerra entre Rússia e Ucrânia.

A celebração ocorreu nesta sexta, antes do encontro de Lula com Putin, realizado no Kremlin, sede do governo russo.

Na reunião, Lula destacou o potencial de crescimento das relações entre Brasil e Rússia. Mencionou os interesses do Brasil nas áreas da defesa, espacial, científico-tecnológica, educação, aérea, e, sobretudo, na área energética.

“Essa minha visita aqui é para estreitar e refazer, com muito mais força, a nossa construção de parceria estratégica. O Brasil tem interesses políticos, interesses comerciais, interesses culturais, interesses científico-tecnológicos com a Rússia. Por seu lado, a Rússia deve ter muitos interesses com o Brasil”, prosseguiu.

Potencial de crescimento
Lula destacou o desejo de equilibrar a balança comercial com a Rússia, um importante fornecedor de fertilizantes para o agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o Brasil tem um fluxo comercial com a Rússia na ordem de US$ 12,5 bilhões, o que classificou como “bastante deficitário para o Brasil”.

Os dois países são parceiros e fundadores do Brics, bloco de economias emergentes que, atualmente, reúne também Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.

Lula foi criticado por políticos de oposição por causa da viagem a Moscou. Putin aproveitou os 80 anos do Dia da Vitória, que marca a rendição do Alemanha nazista à União Soviética e demais aliados na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), para tentar demonstrar que tem apoio político na comunidade internacional.

Putin é criticado por potências ocidentais desde que tropas russas invadiram a Ucrânia, há mais de três anos. O presidente russo até o momento não cedeu aos pedidos para chegar a um acordo de paz.

Lula defende uma negociação entre russos e ucranianos, porém a sugestão não foi levada em consideração. Lula é criticado pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que considera sua postura pró-Rússia no conflito.

Itamaraty defende viagem de Lula
Em publicação em rede social, o Ministério das Relações Exteriores defendeu a viagem do presidente Lula à Rússia em meio às críticas que o petista vem recebendo por se reunir com Vladimir Putin.

Conforme a publicação, Lula viajou à Rússia em meio a um cenário geopolítico “desafiador” e que, em razão de uma “diplomacia ativa”, o país quer “manter diálogo com grandes potências” e defender organismos multilaterais como a Organização das Nações Unidas (ONU), o G20 e o Brics.

Afirma ainda o Itamaraty que, em busca da “paz global”, a viagem de Lula à Rússia tem como objetivo encontrar “soluções para conflitos”, colocando o Brasil “à disposição para ajudar em negociações de paz na Ucrânia e no Oriente Médio”.

“Presidente Lula intensifica relação com o país [Rússia], se coloca à disposição para ajudar num acordo de paz e amplia parcerias em ciência, tecnologia e inovação”, afirmou o Itamaraty.

Fonte: G1 

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Política

Fala de Gleisi sobre anistia revolta ministros do STF: ‘Absurdo’, ‘loucura’

por Redação 11 de abril de 2025

A forma como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), tratou, na quinta-feira (10), a anistia para envolvidos no 8 de janeiro revoltou alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Gleisi ressaltou que é contra a versão atual do projeto da anistia por entender que ele permite o perdão a Jair Bolsonaro (PL) e aos generais envolvidos na tentativa de golpe de Estado: […] O que está ali [no projeto de lei em tramitação] são os responsáveis. Isso não pode acontecer jamais”, completou.

Ainda assim, na avaliação dos magistrados ouvidos pelo blog, fala, vinda da ministra das Relações Institucionais, sugere que o governo tem medo de a oposição conseguir os votos necessários para levar o projeto adiante, e que toparia um acordo para reduzir penas em troca de evitar a aprovação da anistia — um perdão total dos envolvidos que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vê como saída política para não ser preso.

No fim da noite desta quinta-feira (10), a oposição conseguiu os 257 votos necessários para dar início à tramitação de um pedido de urgência para que o projeto seja votado direto no Plenário, sem precisar passar por comissões (o que torna a tramitação mais lenta e pode inviabilizar a proposta).

Outro ministro vê o governo fazendo “jogo [Hugo] Motta”, presidente da Câmara dos Deputados, que tem as demandas do governo e está pressionado pelos bolsonaristas. “Mas não deixa de ser um absurdo”, afirmou.

Um terceiro ministro vai na mesma linha, e diz crer que o governo está emparedado pelo Congresso. Além disso, avalia que a repulsa do presidente Lula (PT) à prisão – à qual ele foi submetido – pode torná-lo sensível à demanda de anistia, ao menos para parte dos réus.

Esse magistrado dá como certa a aprovação do PL da anistia na Câmara, considera que no Senado o cenário é mais incerto, e lembra que o STF pode vir a barrar o texto dependendo da forma final que sair do Congresso.

Integrantes do Planalto também condenaram a fala de Gleisi, e garantem que não teve aval de Lula. Pelo contrário: afirmam que a “frase dela não tem sentido” e que “não cabe ao Parlamento definir as penas”.

Gleisi diz que fez ‘fala mal colocada’ e que ‘não tem anistia nenhuma’
Na manhã desta sexta (11), após a reação negativa, Gleisi afirmou ao blog que fez uma “fala mal colocada” e que não cabe ao Legislativo revisar a pena.

A ministra reafirmou que é contra o projeto da anistia, por considerar que ele visa à “impunidade de Bolsonaro e dos comandantes do golpe”.

Fonte: G1

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Política

A reação de Bolsonaro ao ver pesquisa em que Tarcísio desponta competitivo contra Lula

por Redação 31 de março de 2025

Os gestos de Tarcísio de Freitas em direção a Jair Bolsonaro e a defesa pela anistia afastaram o governador de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, Alexandre de Moraes. Mas Jair Bolsonaro ainda mostra falta de apoio para seu pupilo ser o candidato à Presidência em 2026.

Recentemente, após ver uma pesquisa na qual Tarcísio aparecia competitivo contra Lula na disputa pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro fez uma ressalva a aliados sobre o governador: “Com esse a gente ganha, mas não leva”.

O ex-presidente já externou a diferentes interlocutores, a portas fechadas, acreditar que, num cenário de uma eventual eleição do governador à Presidência, Tarcísio não abriria espaço para ele fazer as nomeações que quisesse e nem ouviria Bolsonaro como ele gostaria. Além disso, o capitão reformado costuma apontar que não poderia criticar uma eventual gestão de Tarcísio na cadeira do Palácio Planalto, como faz com os adversários.

O ex-presidente tem dado declarações que sinalizam sua falta de apoio à candidatura de Tarcísio à Presidência, pelo menos neste momento. A mais recente foi na sexta-feira, ao jornal Folha de S.Paulo. Ele disse que o governador de São Paulo é um bom político, não excepcional, “assim como tem outros pelo Brasil”.

— Tarcísio é uma excelente pessoa, fenomenal gestor e um muito bom, bom, não vou falar excepcional, um bom político, assim como tem outros nomes pelo Brasil — afirmou.

Inelegível, o capitão reformado segue insistindo que será o candidato em 2026.

Fonte: OGLOBO

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Política

Bolsonaro ironiza possível candidatura de Gusttavo Lima à Presidência: ‘Não conheço’

por Redação 14 de março de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reagiu com ironia ao ser questionado sobre uma possível candidatura à Presidência do cantor Gusttavo Lima nas eleições de 2026. Durante um evento em São Paulo na terça-feira (11), ele afirmou desconhecer o sertanejo e minimizou sua relevância no cenário político. “Não conheço (Gusttavo Lima). É um cantor”, afirmou o ex-presidente.

Bolsonaro já havia descartado a possibilidade de Gusttavo Lima disputar o comando do Planalto, argumentando que o cantor ainda não estaria “maduro” para o cargo. Em entrevista a um canal de televisão no início do ano, ele reconheceu a popularidade do artista, mas sugeriu que sua candidatura fosse para o Senado.

“Conversei com ele um tempo atrás, no dia seguinte apareceu a candidatura dele para presidente. Então, eu tirei o pé. Ele tem idade e popularidade. É um excelente nome para o Senado, mas, para a Presidência, não sei se está maduro ainda”, disse.

Desde o início do ano, Gusttavo Lima tem sinalizado interesse em ingressar na política. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou que irá compor uma chapa com o cantor Gusttavo Lima nas eleições presidenciais de 2026. O lançamento da pré-candidatura vai ocorrer em Salvador no dia 4 de abril.

A definição dos candidatos a presidente e vice será realizada no próximo ano. Apesar das especulações, o cantor ainda não é filiado a nenhum partido.

Fonte: r7

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Política

Lula define Gleisi Hoffmann como substituta de Padilha na articulação política; posse será dia 10 de março

por Redação 28 de fevereiro de 2025

O Palácio do Planalto informou nesta sexta-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) para assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, pasta responsável pela articulação política do governo.

Atual presidente do PT, Gleisi vai substituir Alexandre Padilha, que assumirá o Ministério da Saúde no lugar de Nísia Trindade. A posse de Gleisi está marcada para 10 de março.

Gleisi chegou a ser cotada para assumir a Secretaria-Geral da Presidência,

O presidente foi aconselhado por aliados a escolher um nome de partidos do Centrão para fazer a relação com o Congresso, porém não acatou a sugestão e manteve a pasta com o PT.

Perfil
Presidente do PT desde 2017, Gleisi Hoffmann dirigiu o partido em um dos momentos mais delicados dos seus 45 anos de história, durante o avanço da Operação Lava Jato, o impeachment de Dilma Rousseff, a vitória de Jair Bolsonaro e os 580 dias de prisão de Lula.

Deputada federal pelo Paraná, Gleisi teve papel importante na campanha de 2022, porém o presidente optou por deixá-la no comando do PT. Nos últimos dois anos, a parlamentar foi ouvida com frequência por Lula antes de decisões importantes.

O presidente costurou a nomeação de Gleisi como ministra junto com a sucessão do PT, que neste ano escolhe um novo comando.

Com Gleisi, Lula coloca no governo um nome com posições mais à esquerda e crítico da agenda do mercado financeiro.

A gestão no PT e a trajetória de Gleisi fazem com que ela seja um dos nomes mais respeitados pelos filiados do partido.

Antes de presidir a legenda, ela foi senadora entre 2011 e 2018. A parlamentar se licenciou do mandato de 2011 a 2014 para exercer o cargo de ministra da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma.

Gleisi iniciou a trajetória política no movimento estudantil no Paraná, formou-se em Direito, atuou como secretária estadual em Mato Grosso do Sul e foi secretária de Gestão Pública em Londrina. Também foi diretora financeira da Itaipu Binacional.

Fonte: G1

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Política

Com cerco fechando, Bolsonaro pode usar vice de 2026 como ‘seguro’ e quer nome da família

por Redação 25 de fevereiro de 2025

Com cerco do inquérito da tentativa de golpe de Estado e outras investigações se fechando, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quer repetir a tática de escolher um nome ‘seguro’ na escolha de candidato à vice-presidência nas eleições de 2026.

Como o blog antecipou, Bolsonaro quer esticar a corda e manter seu nome na chapa presidencial até que a Justiça eleitoral rejeite todos os recursos.

Mas o Centrão quer antecipar o debate e já começar a trabalhar o nome de algum candidato de direita que possa capitalizar a rejeição do governo Lula e se tornar mais competitivo. Um dos nomes preferidos é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

A família Bolsonaro, no entanto, não abre mão de um nome do clã na chapa presidencial. Líderes do Centrão avaliam que o ex-presidente vai querer emplacar um dos filhos como vice — ou até mesmo Michelle Bolsonaro.

A estratégia seria uma espécie de “seguro” de que seus interesses serão defendidos se a chapa for eleita. Entre os interesses, uma eventual anistia a condenações, por exemplo.

Repeteco de 2018 em 2022
Como o ex-presidente Jair Bolsonaro tem mania de perseguição e acredita em teorias da conspiração, ter um familiar na vice-presidência é a garantia de que ele não será traído, abandonado ou esquecido se a chapa vencer.

É uma espécie de repetição da fórmula de 2018 (quando emplacou Mourão, um general da reserva do Exército) por não confiar em políticos. Depois, quando Mourão caiu em desgraça porque Bolsonaro não confiava mais no vice, ele procurou um outro seguro para a vice, também um militar: o general Braga Netto.

Uma das preocupações de Bolsonaro era de sofrer um impeachment caso uma crise política se alastrasse durante sua gestão. Ele acreditava que o Congresso não avançaria num impedimento se a saída fosse entregar o Planalto para um militar. Por isso, buscava um vice que o blindasse.

Com 2026, mesmo sem poder concorrer, quer garantir blindagem e avalia que só um familiar poderia exercer esse papel.

Fonte: G1

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Política

Entenda por que PT e PL se reuniram em torno de um mesmo candidato à presidência da Câmara

por Redação 1 de novembro de 2024

Em princípio, eles são como água e azeite: não se misturam. Mas, no mundo da política, as regras da física são diferentes – e até água e azeite podem parecer algo mais homogêneo quando é conveniente.

Opostos no campo ideológico, o PT do presidente Lula e o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro entraram no mesmo barco da candidatura do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara.

O cenário, embora soe estranho, não é inédito. Foi assim também em 2023, na reeleição de Arthur Lira (PP-AL).

Hugo Motta, não por acaso, é justamente o candidato de Lira para a sucessão. E se tornou o favorito, quase presidente eleito, ao reunir nesta semana o apoio de partidos de esquerda, centro e direita.

? Câmara e Senado vão eleger novos presidentes em fevereiro de 2025. Quem suceder Arthur Lira (PP-AL) vai comandar a Câmara em 2025 e 2026 – e, se for reeleito deputado, poderá disputar também a reeleição no posto.

Mas, afinal, o que funcionou como amálgama para juntar dois partidos tão antagônicos?

Há dois motivos principais:

a disputa sobre o projeto de lei da Anistia;
o favoritismo em torno da chapa de Motta.
Esses dois pilares, no entanto, estão diretamente relacionados – e o abalo em um pode desconstruir o outro. Entenda abaixo.

Expectativa sobre o projeto da anistia
Um dos fatores é a expectativa diferente das duas legendas sobre um tema polêmico: a anistia aos golpistas do 8 de janeiro de 2023.

O tema, aliás, pode levar a rusgas logo no começo do mandato do novo presidente, caso Hugo Motta confirme o favoritismo.

Motta tem dito que não assumiu compromisso, e que há bons argumentos nos dois polos da discussão.

Nos bastidores, porém, o que se ouve no PT e no PL é que as duas legendas esperam um apoio de Motta às suas posições – o que tende a frustrar, pelo menos, um desses lados.

O PT espera que Hugo Motta enterre de vez o projeto que concede anistia plena aos golpistas do 8 de janeiro. O texto é considerado inconstitucional por juristas.

O PL, por sua vez, espera exatamente o contrário: que Motta coloque a proposta em votação para beneficiar bolsonaristas condenados e presos pela tentativa de criar um caos em Brasília na transição do governo Jair Bolsonaro para o governo Lula.

Adversários de Lira e Motta apostam, inclusive, que essa briga vai acontecer mais cedo que o previsto – antes mesmo da eleição do novo presidente da Câmara, marcada pro início de fevereiro.

Neste cenário, voltariam a ganhar espaço candidatos hoje considerados quase descartados, como os deputados Elmar Nascimento (União-BA) e Antonio Brito (PSD-BA).

Não por outro motivo, ambos se recusaram a retirar oficialmente suas candidaturas, apesar de aliados dos dois já se mostrarem dispostos a negociar cargos na Mesa Diretora da Câmara com Hugo Motta.

O peso do favoritismo
Além da anistia, o PT tem medo de água fria.

Por isso, decidiu embarcar logo na candidatura de Hugo Motta, pupilo de Arthur Lira e considerado favorito até aqui.

“A gente não podia chegar por último nem deixar para embarcar no ano que vem. Precisamos atrair o Hugo Motta mais para o nosso lado do que para o lado do PL”, confidencia um líder petista.

Nessas conversas, sempre vem à tona a lembrança de Eduardo Cunha – que, tendo sido eleito presidente da Câmara com a contrariedade do Planalto, se tornou líder da oposição num processo que culminou no impeachment de Dilma Rousseff.

Dentro do PL, o pensamento é semelhante.

O partido do ex-presidente Bolsonaro decidiu embarcar na canoa de Hugo Motta confiante de que, por identificação ideológica, o deputado ficaria mais próximo da oposição que do governo Lula.

“Confiamos na palavra do Arthur Lira, de que o Hugo Motta não vai nos decepcionar e irá pautar os temas de interesse da direita. Ele assumiu esse compromisso conosco para apoiarmos sua candidatura”, revela um líder do PL.

Mistura conturbada
O fato é que, no campo ideológico, PT e PL são mesmo água e azeite.

E as conversas até aqui indicam que essas duas candidaturas não estão se misturando de fato. Estão apenas abrigadas no mesmo recipiente – neste caso, na mesma candidatura.

Qualquer gota adicional vai provocar turbulências na jornada da canoa de Hugo Motta rumo à presidência da Câmara. Quem vai se dar mal nesse trajeto? O tempo dirá.

Fonte: G1

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Política

Lula sinaliza que Brasil será contra ingresso da Venezuela no Brics

por Redação 21 de outubro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou ao seu time de articulação internacional que o Brasil deverá se posicionar contra o ingresso da Venezuela no Brics, o grupo de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O petista, que sofreu uma queda na residência oficial da Presidência em Brasília, não poderá comparecer pessoalmente à reunião da agremiação, em Kazan, mas orientou seu time, chefiado pelo chanceler Mauro Vieira.

A Venezuela, sob o regime de Nicolás Maduro, descumpriu acordos internacionais que o próprio autocrata assinou, comprometendo-se a disputar eleições limpas e auditáveis, o que não se concretizou.

Hoje, é impossível dizer quantos votos Maduro teve na eleição. Onde ele teve esses votos e qual o total de apoio que cada candidato — ele e González, da oposição – obteve.

A Suprema Corte venezuelana decretou sigilo sobre as atas eleitorais, nunca divulgadas, como tradição até no chavismo, decretou um resultado e tratou sua decisão como inapelável.

Gozález está refugiado na Espanha.

O possível veto ao ingresso da Venezuela no Brics marcará nova etapa no distanciamento entre o líder petista e o herdeiro do chavismo, relação que, segundo um formulador internacional do Planalto, “está na geladeira há tempos”.

Fonte: G1

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Política

PSDB diminui pela metade seu número de prefeituras após 1º turno; veja os partidos que mais encolheram

por Redação 7 de outubro de 2024

Entre os partidos que mais diminuíram seus números de prefeituras, em comparação com as eleições de 2020, se destacam o PSDB, PDT e Cidadania. O resultado do 1º turno deste ano foi mais um capítulo de derretimento dos tucanos. A legenda conquistou 520 vitórias em 2020, mas neste domingo (6) só venceu em 269 cidades, uma redução de 48%, praticamente a metade.

Outro partido histórico, o PDT também perdeu força nessas eleições. O número de vitórias municipais diminuiu de 314 para 148, uma variação percentual ainda pior que a do PSDB: 52%. O Cidadania, que sucedeu o PPS em 2019, perdeu 107 prefeituras, a maior redução percentual de todas, 76%, excetuando o PRTB que possuía apenas seis prefeituras, e conquistou uma neste domingo.

Principais reduções entre 2020 e 2024
PSDB: de 520 para 229, diminuição de 251 prefeituras (48%)
PDT: de 314 para 148, diminuição de 166 prefeituras (58,8%)
Cidadania: de 140 para 33, diminuição de 107 prefeituras (76%)
Em comum entre PDT, PSDB e Cidadania está o fato de serem tradicionalmente partidos mais voltados ao centro político, ainda que com tendências mais à esquerda, no caso do PDT, e à direita, no caso do PSDB. Outros partidos que tiveram variações negativas de prefeitura, na comparação com 2020, foram PV, Rede, Solidariedade e PCdB. Os dados podem ser conferidos no mapa de votação do GLOBO.

Os dados de 2020 do mapa do GLOBO mostram os resultados após o 2º turno daquele ano. Ou seja, algumas comparações ainda podem se alterar ao final das eleições de 2024.

Fonte: OGLOBO

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