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Saúde

Saúde

INSS: começa a valer a lista com 165 novas doenças ligadas ao trabalho

por Redação 29 de dezembro de 2023

As condições de saúde que podem ser causadas ou agravadas pela atividade profissional ou pelo ambiente de trabalho estão entre as maiores causas de afastamentos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Desde 1999, o Brasil tem uma lista com 182 doenças profissionais reconhecidas, que, a partir desta sexta (29), passa a contar com um total de 347 patologias, entre elas a Covid-19.

A LDRT (Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho), do Ministério da Saúde, não era atualizada havia 24 anos. A inclusão de 165 patologias, apontadas como responsáveis por danos à integridade física ou mental dos trabalhadores, foi anunciada em 29 de novembro, com a publicação da Portaria GM/MS nº 1.999/2023 no D.O.U. (Diário Oficial da União), assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade. A nova lista começa a valer nesta sexta-feira.

O status de doença relacionada ao trabalho precisa ser reconhecido oficialmente para orientar as decisões do governo e de diferentes órgãos e empresas sobre a saúde do trabalhador. Com a inclusão das novas patologias, o poder público vai poder planejar medidas de assistência e vigilância para tentar evitar essas doenças em locais de trabalho, promovendo medidas para tornar os ambientes profissionais mais seguros e saudáveis.

A lista de condições de saúde provocadas pelo trabalho ou por características da atividade que o trabalhador exerce ganhou, além da Covid-19, itens como: distúrbios musculares, ansiedade, depressão, tentativa de suicídio e alguns tipos de câncer. Também foram inseridos transtornos relacionados ao uso excessivo de álcool, drogas e café, pois foi reconhecido que o consumo de determinadas drogas, por exemplo, pode ser uma consequência de jornadas exaustivas e de assédio moral.

Além do Ministério da Saúde, a atualização da LDRT recebeu o parecer favorável dos ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social. Essas alterações dão respaldo para a fiscalização dos auditores do trabalho, favorecem o acesso a benefícios previdenciários e oferecem mais proteção aos trabalhadores que são diagnosticados com uma das doenças da lista.

As 165 novas patologias reconhecidas como doença ocupacional ou laboral foram selecionadas levando-se em conta todas as ocupações e valem para atividades exercidas por trabalhadores formais e informais, que atuem no meio urbano ou rural.

A Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho
A LDRT é um documento composto de duas partes: uma delas apresenta os riscos do ambiente profissional para o desenvolvimento de doenças, e a outra traz a descrição das doenças para identificação, diagnóstico e tratamento. A lista atualizada, com os 347 itens, está disponível no D.O.U. de 27 de novembro de 2023, em anexo à portaria GM/MS nº 1.999/2023.

As inclusões foram avaliadas durante o 11º Encontro da Renast (Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador), realizado em Brasília entre os dias 27 e 29 de novembro. A Renast foi criada em 2002, envolve o Ministério da Saúde e as secretarias de Saúde de estados, municípios e Distrito Federal e tem um papel estratégico no desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador.

De 2007 a 2022, o SUS (Sistema Único de Saúde) atendeu quase 3 milhões de casos de doenças ocupacionais, segundo dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), gerenciado pelo Ministério da Saúde. De todas as notificações, 52,9% estão relacionadas com acidentes de trabalho graves.

Os mesmos dados mostram que 26,8% das notificações foram provocadas por exposição a material biológico; 12,2% resultaram de acidentes com animais peçonhentos; e 3,7% foram decorrentes de LER (lesão por esforço repetitivo) ou Dort (distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho). Em 2023, só até a metade de novembro, já havia mais de 390 mil notificações de doenças relacionadas ao trabalho.

Fonte: r7

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Saúde

Câmara aprova pensão vitalícia para pessoas com sequelas adquiridas pelo zika vírus

por Redação 13 de dezembro de 2023

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (12) um projeto de lei que garante pensão mensal vitalícia para pessoas com microcefalia ou síndrome de Guillain-Barré adquiridas a partir do zika vírus. Além disso, uma indenização de R$ 50 mil em danos morais será paga em parcela única e sem cobrança no Imposto de Renda. O projeto tramitava na Casa desde 2015 e agora será analisado pelo Senado.

O valor da pensão pode variar entre um salário mínimo (R$ 1.320) e o teto do Regime Geral de Previdência Social (R$ 7.087,22), além de um abono natalino a fim de custear os gastos de fim de ano, assim como o benefício concedido aos beneficiários da Previdência Salarial e trabalhadores em geral.

O zika é uma arbovirose causada por vírus transmitidos por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. Já a síndrome de Guillain Barré é um distúrbio autoimune onde o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso. É geralmente provocado por um processo infeccioso anterior e manifesta fraqueza muscular, com redução ou ausência de reflexos.

A Lei 13.985/20 já oferta pensão especial de um salário mínimo para as crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus nascidas entre 1º de janeiro de 2015 e 31 de dezembro de 2019. Porém, de acordo com o parecer, o projeto aprovado na Câmara nesta terça pode contemplar de maneira mais efetiva as famílias beneficiárias.

Segundo o relator, deputado Lula da Fonte (PP/PE), o benefício atual é insuficiente. “As relevantes limitações psicomotoras observadas nas crianças com microcefalia e síndrome de Guillain-Barré que geram gastos catastróficos nas famílias atingidas demandam a concessão de benefícios que tenham valor proporcional à gravidade das limitações diagnosticadas”, pontua.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2015 a 2017, foram registrados 4.595 nascidos vivos com a malformação congênita. Foi no período em questão que aconteceu a Emergência em Saúde Pública devido ao aumento na ocorrência de nascidos vivos com microcefalia no Brasil associada à epidemia de vírus.

A pasta esclarece ainda que associação da infecção por zika com complicações neurológicas como microcefalia congênita e síndrome de Guillain-Barré foi demonstrada por estudos realizados durante surtos da doença no Brasil e na Polinésia Francesa.

Fonte: r7

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Saúde

Crianças de 6 meses a 5 anos serão obrigadas a tomar vacina contra a Covid-19 no Brasil

por Redação 31 de outubro de 2023

O Ministério da Saúde incluiu a vacinação contra a Covid-19 no Programa Nacional de Imunização (PNI). Com isso, a aplicação passa a ser obrigatória no caderno de vacina dos 6 meses até os 5 anos de idade a partir de 2024. A mudança foi anunciada pela pasta nesta terça-feira (31). Em caso de descumprimento, há previsão legal de aplicação de multas e até perda de benefícios sociais, como o Bolsa Família.

“Quando a vacina passa a ser incorporada ao calendário, como há obrigatoriedade, vai ter durante a matrícula escolar a necessidade de olhar se a vacina está lá”, afirmou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel. Há estados, como é o caso de São Paulo, que condicionam a matrícula à apresentação da carteira de vacinação para menores de 18 anos.

A vacina também fará parte do calendário anual e vai ser aplicada no grupo prioritário. Nesse rol estão pessoas acima de 60 anos, imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pessoas com deficiência permanente, trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas e a população privada de liberdade.

As mudanças seguem recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo Maciel, a orientação é para que as pessoas que estão incluídas no grupo prioritário procurem os postos de vacinação para a aplicação da dose bivalente, caso ainda não tenham feito o reforço neste ano. A ideia é que, assim como a vacina contra gripe, haja atualização do imunizante de acordo com as cepas que estão circulando. “É uma doença que estará entre nós”, alertou a secretária.

Covid longa
A secretária de Vigilância em Saúde também anunciou a realização de um estudo sobre as sequelas prolongadas de quem foi infectado pelo vírus da Covid. A ideia é entrevistar 33 mil pessoas a partir de novembro deste ano para poder entender melhor os efeitos da chamada Covid longa.

Segundo Maciel, os primeiros dados devem ser anunciados até o fim do ano e vão dar “elementos para a criação de políticas públicas” voltadas a essas pessoas. O estudo será coordenado pelo pesquisador Pedro Hallal, professor da Universidade Federal de Pelotas.

Fonte: r7

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Saúde

Governo cria comitê para combater notícias falsas sobre vacinas

por Redação 26 de outubro de 2023

O governo federal criou um comitê interministerial para combater a disseminação de notícias falsas sobre a vacinação. O “Saúde com Ciência” prevê ações como campanhas e acordos com veículos de comunicação e plataformas digitais. Um site da iniciativa também está no ar, com informações confiáveis e canal de denúncia sobre alguma suspeita de disseminação de notícias falsas.

Segundo dados da pasta, as fake news mais comuns encontradas entre julho e setembro são as que afirmam que os imunizantes causam doenças como câncer, Aids ou diabetes e aquelas que dizem que a vacina da Covid-19 pode provocar alterações na corrente sanguínea ou no DNA.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que não adianta ter o avanço tecnológico se a população não procurar os postos de saúde. “Sabemos que a desinformação está em todas as áreas, mas, quando se trata de saúde e vacina, isso nos afeta de maneira drástica e coloca em risco a saúde da nossa população”, disse Nísia.

A titular da pasta também lembra que doenças como o sarampo e a poliomielite, que já foram erradicadas do país, voltam a ameaçar as crianças. O Dia Mundial de Combate à Pólio é comemorado em 24 de outubro e chama atenção para o fato de o Brasil não alcançar a meta de 95% da cobertura vacinal contra a doença, também conhecida como paralisia infantil, desde 2015, ano a partir do qual o percentual se mantém abaixo do esperado. Apesar disso, o último caso foi registrado em 1989 no país, onde a pólio é considerada eliminada desde 1994.

Além da Saúde, o grupo é formado por representantes da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e dos ministérios da Justiça e da Ciência e Tecnologia e Inovação, bem como pela Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União.

O site
Um site também foi lançado para facilitar o acesso da população a informações confiáveis. Além disso, alertas sobre fake news vão ser divulgados em redes sociais oficiais e em aplicativos de mensagens.

Um teste online também ajuda a população a entender se já foi alvo de notícia falsa ou se até mesmo propagou alguma.

Na mesma página, você encontra um passo a passo para denunciar alguma informação inverídica nas redes sociais. Além disso, o Ministério da Saúde oferece um canal para que a população envie denúncias diretamente à pasta.

Fonte: r7

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Saúde

Anvisa libera injeção emagrecedora para adolescentes acima de 12 anos

por Redação 26 de setembro de 2023

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta terça-feira (26), o uso da semaglutida, em doses semanais de até 2,4 mg, para o tratamento de sobrepeso e obesidade em adolescentes a partir de 12 anos.

O medicamento, cujo nome comercial é o Wegovy, tem o mesmo princípio ativo do Ozempic (aprovado para o tratamento de diabetes tipo 2), mas em um regime de dose mais elevado.

“A obesidade é uma doença que pode começar na infância ou adolescência, e até 90% dos adolescentes com obesidade podem continuar convivendo com a doença na idade adulta. Esses pacientes também correm um risco maior de desenvolver problemas de saúde graves relacionados com o peso”, diz o fabricante do medicamento em nota.

O estudo apresentado pelo laboratório comprovou que adolescentes com obesidade que fizeram uso de 2,4 mg de semaglutida semanalmente tiverram uma redução média de 16,1% no IMC (índice de massa corporal).

O mesmo remédio já havia sido aprovado pela Anvisa para o público adulto, em janeiro deste ano. A venda no Brasil, todavia, ainda não começou.

O fármaco “imita” um hormônio que nosso intestino libera após as refeições e que atua nos receptores do cérebro que controlam o apetite, a sensação de saciedade e a fome, o GLP-1.

Fonte: r7

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Saúde

Trabalhadores da segurança lutam por saúde mental e enfrentam mito do herói, assédio e preconceito

por Redação 18 de setembro de 2023

Conversar sobre suícidio e saúde mental na sociedade brasileira, em geral, é uma tarefa bem difícil. O cenário se agrava entre os trabalhadores de segurança pública. No mês do Setembro Amarelo, que combate o suicídio, fica o alerta: um policial tirou a própria vida, em média, a cada quatro dias em 2022. Os dados são do 17° Anuário do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Segundo o relatório, no total, 82 agentes cometeram suicídio em todo o país, sendo 69 policiais militares e 13 policiais civis. O estado de São Paulo concentra o maior número de casos (19). Entretanto, os números não refletem a realidade com exatidão.

O FBSP aponta que muitos estados não possuem a informação de qualidade sobre as mortes ou o registro é inexistente. Alguns ainda alegam que os casos são sigilosos. Para a organização, a falta de clareza dos dados invisibiliza o debate da saúde mental na área de segurança pública.

Apesar da ausência de dados sistematizados, com frequência, notícias de mortes de policiais por suicídio ou por assassinato envolvendo colegas, superiores hierárquicos ou familiares ganham destaque. Em maio, por exemplo, um policial civil matou quatro colegas de trabalho dentro de uma delegacia na cidade de Camocim, no norte do Ceará.

Nos últimos meses, dois casos ainda ganharam notoriedade em São Paulo. Em abril, um capitão matou um sargento a tiros após desavenças em relação a escala de feriado na capital. Enquanto em maio, um sargento entrou atirando em uma delegacia em Salto, no interior do estado, e matou dois colegas. O ataque também foi motivado por brigas de escala de trabalho.

Esses casos são exemplos da carência de políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio e a promoção da saúde mental.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, os profissionais enfrentam múltiplos obstáculos, como: o mito do herói, o assédio moral, o preconceito com quem busca ajuda psicológica, a exposição contínua a situações de estresse e perigo e a falta de assistência por parte das instituições.

Mito do herói
“O policial não se vê como trabalhador, ele se vê como herói. No mito, o herói não procura ajuda. Aquele que busca ajuda psicológica, psiquiátrica ou terapêutica é mal visto. É a cultura da organização”, afirma Lívio Rocha, investigador da Polícia Civil de São Paulo, membro do FBSP e doutorando em políticas públicas pela UFABC.

Ao assumir o papel de herói, o policial exerce a função 24 horas por dia – diferente de outras profissões. É como se ele nunca tivesse uma folga. Como consequência, o agente sofre com o desgaste físico e mental pelo contato contínuo com situações de perigo e estresse, além da sobrecarga de trabalho.

“O trabalhador de segurança pública é a única profissão que tem que ficar sempre atenta, que nunca desliga – no máximo em standby”, reforça Rocha. O impacto é sentido, especialmente, na vida pessoal, pois o policial passa a rever os locais que frequenta, as pessoas com quem convive e até mesmo o comportamento – tudo para se autopreservar e proteger a família.

“Quem sobrevive ao estado de alerta acentuado? A persona do herói vai adoecer em algum momento, vai chorar e encontrar a fragilidade”, pontua Edson Carlos, psicólogo e integrante da Cavalaria da Polícia Militar de São Paulo. E é nesse momento que ele vai precisar de acolhimento e ajuda de um profissional de saúde mental.

“Por trás de uma farda, existe um coração, um homem, uma mulher, um pai, um filho. Então, nós precisamos olhar [criticamente] esse simbolismo do herói”, salienta Carlos.

Assédio moral
Uma das principais causas que leva ao esgotamental mental dos trabalhadores de segurança pública é o assédio moral, principalmente por parte por superiores hierárquicos.

O assédio moral, segundo a definição do Tribunal Superior do Trabalho, é a exposição a situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, de forma repetitiva e prolongada. As condutas abusivas podem se manifestar por comportamentos, palavras, atos, gestos ou escrita.

As instituições de segurança, predominantemente masculinas, ainda costumam perpetuar a máxima de que “homem não chora, policial não chora”. O que se torna uma barreira na busca pela saúde mental.

Além dessa questão sociocultural, nesses ambientes, é propagado que o policial precisa estar sempre forte e em alerta. “É uma profissão onde não é permitido errar e é necessário cumprir regras e protocolos rígidos. Então, essa eminência do erro e do acerto desenvolve um quadro de ansiedade e depressivo [nos agentes]”, afirma o psicólogo.

Falta de assistência
Para Lívio Rocha, quando os trabalhadores conseguem enfrentar o preconceito e buscar por ajudar psicólogica, eles se deparam com um novo obstáculo: o encolhimento da remuneração.

“A legislação prejudica o policial que pede afastamento por saúde. Quando você entra com a licença saúde, o salário é reduzido”, pontua o membro do FBSP. Rocha explica que o agente recebe adicionais e benefícios diferentes – dependendo da unidade federativa – além do salário base.

Alguns deles são por insalubridade, periculosidade, vale-transporte e alimentação. No período de licença saúde, muitos adicionais são suspensos. Segundo Rocha, quando o trabalhador mais precisa de ajuda, não recebe o respaldo financeiro do estado.

Outra crítica do doutorando em políticas públicas pela UFABC é em relação ao exercício de atividade remunerada por policiais civis e militares em horário de folga ofertada pelos estados. Muitos agentes acabam aceitando em razão dos baixos salários pagos pelas corporações.

Na busca pela saúde mental, as folgas são essenciais para o descanso dos trabalhadores, especalmente no meio da segurança pública – uma das profissões com maior índice de suicídio, reitera Rocha. “Os estados querem comprar a folga do policial, sendo que deveriam estimular a tirá-la”.

O pesquisador também tem uma visão crítica sobre a promoção da saúde mental dos policiais. Ele afirma que existem algumas iniciativas de políticas de auxílio a saúde mental pontuais, “porém ainda tem muitos [registro de] suicídios, então não está funcionando”.

Enquanto para Edson Carlos, a Polícia Militar “está crescendo em relação à humanização a passos curtos, mas está crescendo. A instituição precisa melhorar sobre saúde mental, mas é melhor engatinhar do que ficar parado. É fácil julgar a instituição e falar que é a culpada. Nós somos responsáveis pela nossa saúde mental”, opina.

Fonte: r7

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Saúde

Guarda municipal morre em academia em Belo Horizonte

por Redação 5 de setembro de 2023

Um homem de 35 anos morreu dentro de uma academia, na noite desta segunda-feira (4), no bairro Glória, na região noroeste de Belo Horizonte. A suspeita é que o aluno tenha sofrido uma parada cardíaca. Há exatamente uma semana, um aluno de 58 anos de outra academia morreu de maneira semelhante, no bairro Castelo, na Pampulha, na capital.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi chamado ao local e tentou reanimar a vítima, mas o aluno não resistiu. Os bombeiros também foram acionados para dar apoio. As duas equipes de socorro constataram a morte do homem, que não teve nenhum dado revelado até o momento desta apuração. O Samu informou que atendeu a ocorrência e constatou o óbito no local.

O jornalismo da Record TV Minas entrou em contato com os representantes da rede de academias e aguarda um posicionamento.

Castelo

No dia 28 de agosto, um aluno da academia do bairro Castelo fazia exercício em uma esteira quando sofreu um mal súbito. O Samu foi chamado ao local, mas a vítima não resistiu. Na ocasião, a academia informou que prestou todo o atendimento, inclusive com uso de um desfibrilador. Em dezembro de 2019, um rapaz de 19 anos também morreu na academia, vítima de um infarto.

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Saúde

Entenda por que Faustão recebeu coração apenas sete dias após entrar na fila de transplante

por Redação 28 de agosto de 2023

O apresentador Fausto Silva, de 73 anos, passou por uma cirurgia de transplante de coração neste domingo (27). Segundo o boletim médico, o procedimento foi realizado com sucesso e ele permanece internado na UTI de um hospital particular em São Paulo para “acompanhar a adaptação do órgão”.

Faustão conseguiu um coração compatível com suas condições clínicas apenas sete dias após entrar na lista de espera. Diante da notícia, surgiram muitas dúvidas sobre como funciona o processo para conseguir um transplante de órgãos e por que o comunicador conseguiu realizar a cirurgia em um período tão curto.

No Brasil, os transplantes de órgãos são realizados pelo SNT (Sistema Nacional de Transplantes), e é ele que monitora as listas de estados e regiões, juntamente com outros órgãos de controle federais. A organização da fila de espera é feita somente pela rede pública, que envolve o Ministério da Saúde e secretarias estaduais de Saúde, mesmo que a cirurgia seja custeada de forma particular e não pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, os transplantes, de modo geral, dependem “de fatores como disponibilização do órgão por meio do processo de doação, ordem cronológica, gravidade do caso e disponibilidade ou não de tratamentos alternativos, com prioridade aos casos de urgência, em que há risco de morte”.

Há pessoas que podem ser priorizadas na lista, de acordo com critérios legais. Por exemplo, um paciente que tem falência renal e não tem mais condições de ser submetido à diálise (rim), ou até mesmo indivíduos com insuficiência hepática aguda grave (fígado).

Além disso, em 2021, o Ministério da Saúde definiu três condições que determinam as prevalências para a lista de espera de transplantes. São elas:

1 – É considerado um paciente com prioridade máxima aquele que necessita de um retransplante agudo. São casos de rejeição a um transplante efetuado num prazo de um mês e que apresenta um quadro grave relacionado ao transplante. A rejeição aguda é um deles;

2 – Também são considerados prioritários os pacientes com ECMO (oxigenação por membrana extracorpórea) que tem a capacidade de funcionar como um pulmão e um coração artificiais;

3 – Pacientes internados com choque cardiogênico, que utilizam medicamentos intravenosos para ajudar o coração a bombear o sangue.

Faustão estava nessa lista de prioridades após agravamento do quadro clínico. Ele se encaixa no terceiro grupo de pacientes prioritários, pois estava fazendo sessões de diálise e uso de medicamentos intravenosos para ajudar o coração a bombear o sangue. As informações sobre a piora do quadro clínico do artista foram divulgadas em boletim médico.

Na madrugada de hoje, o Hospital Albert Einstein foi acionado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo e, segundo informações da instituição, “foi iniciada a avaliação sobre a compatibilidade do órgão, levando em consideração o tipo sanguíneo B”, o mesmo de Faustão.

A cirurgia durou duas horas e meia e foi considerada bem-sucedida pelos médicos. O apresentador continua internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), “para acompanhamento da adaptação do órgão e controle de rejeição”.

Fonte: r7

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Saúde

Farmácias do SUS vão divulgar estoques de medicamentos na internet

por Redação 24 de agosto de 2023

Uma nova lei publicada, nesta quinta-feira (24) no Diário Oficial da União, determina que as farmácias públicas do SUS (Sistema Único de Saúde) passam a ter a obrigação de disponibilizar na internet os estoques de medicamentos. A medida foi sancionada e entrará em vigor em janeiro de 2024.

O dispositivo alterou a Lei Orgânica da Saúde, de 1990, que trata da promoção e do funcionamento dos serviços do setor. O texto adicionou ao campo de atuação do SUS, descrito na lei, a obrigatoriedade de “disponibilizar nas respectivas páginas eletrônicas na internet os estoques de medicamentos das farmácias públicas que estiverem sob sua gestão, com atualização quinzenal, de forma acessível ao cidadão comum”.

A proposta original foi apresentada pelo ex-deputado federal Eduardo Cury (PSDB-SP), em 2019, inspirada em uma iniciativa da Prefeitura Municipal de São José dos Campos, em São Paulo. Segundo ele, a divulgação dos estoques, além de melhor gestão na aquisição dos medicamentos, evitará o deslocamento desnecessário de pacientes. “Os pacientes perdem tempo e dinheiro nas visitas constantes às farmácias e não conseguem obter o remédio indicado, o que é, no fim das contas, um enorme desrespeito com os usuários da rede pública de saúde.”

Além das farmácias populares, também são geridas pelo SUS as farmácias hospitalares, as especializadas, que mantém medicamentos de alto custo, e as farmácias das unidades básicas de Saúde.

Fonte: r7

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Saúde

Sífilis não tem vacina e pode passar despercebida; saiba reconhecer os sintomas da infecção

por Redação 23 de agosto de 2023

A sífilis é uma IST (infecção sexualmente transmissível) causada pela bactéria Treponema pallidum e para a qual não existe uma vacina disponível. Se não for tratada, ela se manifesta em três ocasiões — há períodos em que os sintomas desaparecem —, sendo a fase terciária a mais perigosa.

“A sífilis se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato direto com uma ferida sifilítica, conhecida como cancro. Cancros podem ocorrer no pênis, vagina, ânus, reto, lábios ou boca. A sífilis pode se espalhar durante o sexo vaginal, anal ou oral. Pessoas grávidas com sífilis também podem transmitir a infecção ao seu bebê não nascido”, descrevem os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos.

Sífilis primária
A sífilis primária se manifesta por uma ferida única, no local por onde a bactéria entrou no organismo (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), que surge entre dez e 90 dias após o contágio.

“Essa lesão é rica em bactérias e é chamada de ‘cancro duro'”, diz o Ministério da Saúde. Também é uma lesão que normalmente não causa dor nem coceira, não arde nem tem pus. Mas um indicativo pode ser o surgimento de ínguas na virilha.

O problema maior nessa fase é que a lesão pode não ser percebida. Às vezes, ela desaparece sozinha após algumas semanas, mesmo sem tratamento.

“Cerca de metade das mulheres infectadas e de um terço dos homens infectados não sabem que sofrem de cancro, pois ele causa poucos sintomas. Os cancros no reto ou na boca, que geralmente ocorrem em homens, muitas vezes passam despercebidos”, relata o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento.

Sífilis secundária
Entre seis semanas e seis meses após a cicatrização da ferida inicial, surgem os sintomas da sífilis secundária. Eles são genéricos e podem ser confundidos com outras doenças.

Nessa fase, as pessoas podem apresentar manchas vermelhas indolores e que não coçam por todo o corpo, mas principalmente na palma das mãos e na planta dos pés. Também é comum haver aumento de linfonodos, febre e cansaço.

“As manchas desaparecem em algumas semanas, independentemente de tratamento, trazendo a falsa impressão de cura”, salienta o Ministério da Saúde.

Sífilis latente
Após o estágio secundário, a doença pode permanecer latente por anos a décadas, com a bactéria ainda presente nos testes para sífilis.

Embora em geral não seja contagiosa durante esse período, ocasionalmente podem surgir ulcerações na pele ou em membranas mucosas, transmitindo a infecção.

O estágio latente é dividido em prematuro (até 12 meses após a infecção inicial) e tardio (mais de 12 meses após a infecção inicial).

Sífilis terciária
O Manual MSD descreve que “a sífilis terciária se desenvolve em cerca de um terço das pessoas não tratadas anos a décadas depois da infecção inicial. Os sintomas variam entre leves e devastadores”.

Nesse momento, pode haver três principais formas de manifestação.

A sífilis terciária benigna é um tipo que se desenvolve entre três e dez anos após a infecção. “Surgem protuberâncias macias e flexíveis na pele, chamadas granulomas, mais comumente no couro cabeludo, no rosto, na parte superior do tronco e nas pernas”, explica o guia médico.

Essas lesões se desenvolvem no fígado ou ossos, mas podem afetar qualquer órgão. “Elas podem se desintegrar, formando uma ulceração aberta. Se não forem tratados, os granulomas destroem o tecido ao redor deles. Nos ossos, eles geralmente causam dor profunda, penetrante, que geralmente piora à noite. Os granulomas crescem lentamente, curam-se aos poucos e deixam cicatrizes”, acrescenta a publicação.

A segunda forma é a sífilis cardiovascular, que ocorre quando o Treponema pallidum infecta vasos sanguíneos no entorno do coração. Ela surge entre 10 e 15 anos depois do contato com a bactéria.

Isso pode levar a fraquezas nas paredes da aorta, formando um aneurisma que pressiona estruturas no peito, resultando em dificuldade respiratória, tosse e rouquidão. A válvula aórtica pode vazar, e as artérias coronárias podem se estreitar, provocando dor no peito, insuficiência cardíaca e, potencialmente, a morte.

A terceira manifestação é a neurossífilis, que ocorre em cerca de 5% de todas as pessoas com sífilis não tratada.

Neurossífilis, sífilis ocular e otossífilis são complicações da sífilis que podem afetar o sistema nervoso, visual e auditivo, respectivamente.

A neurossífilis pode causar dor de cabeça intensa, problemas de movimento, fraqueza muscular, dormência e alterações mentais ou demência.

Já a sífilis ocular pode resultar em dor nos olhos, manchas flutuantes na visão, sensibilidade à luz e mudanças visuais.

A otossífilis pode causar perda auditiva, zumbido, dificuldades de equilíbrio e tontura.

O Manual MSD adverte que a “sífilis pode afetar os olhos ou ouvidos em qualquer estágio da doença”.

Sífilis congênita
Quando uma pessoa grávida tem sífilis, a infecção pode se espalhar para o feto, dizem os CDC. Gestantes devem fazer teste de sífilis na primeira consulta de pré-natal e algumas delas mais de uma vez durante o acompanhamento.

A sífilis não tratada em gestantes pode levar a riscos graves para o feto, incluindo natimortos ou morte logo após o nascimento, com até 40% de mortalidade infantil.

Bebês nascidos vivos com sífilis podem não mostrar sinais iniciais, mas sem tratamento podem desenvolver problemas graves em semanas, como atrasos no desenvolvimento, convulsões ou morte.

Diagnóstico e tratamento
Como não existe vacina, a melhor forma de se prevenir da sífilis é utilizar preservativo nas relações sexuais. Para pessoas que tenham múltiplos parceiros, é fundamental a testagem periódica, a fim de evitar que a doença avance para outras fases.

O diagnóstico pode ser feito por um teste rápido (em postos de saúde) ou exames de sangue laboratoriais.

Em caso de teste positivo, o tratamento é feito com antibióticos — normalmente, injeções de Benzetacil. Quadros mais graves podem exigir internação para administração de remédios na veia.

Novos exames serão solicitados pelo médico para certificação de que a bactéria foi eliminada. Ainda assim, o indivíduo ficará com o exame positivo para sempre (cicatriz sorológica).

Fonte: r7

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