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caso Master

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Mensagens revelam proximidade entre dono do Banco Master e Ciro Nogueira

por Redação 5 de março de 2026

Mensagens analisadas pela CPI do INSS indicam uma relação de proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Em conversas privadas de 2024, o empresário chega a classificar o parlamentar como “um dos meus grandes amigos de vida”.

Os diálogos também mostram que Vorcaro comemorou uma emenda apresentada por Ciro Nogueira durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65 de 2023, que trata da autonomia orçamentária do Banco Central.

A sugestão do senador previa elevar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para até R$ 1 milhão por depositante. A proposta também defendia que a gestão do fundo deixasse de ser privada e passasse para a alçada do Banco Central.

Atualmente, o FGC é administrado pelas próprias instituições financeiras. A mudança proposta gerou resistência no setor bancário, que avaliou que a medida poderia elevar custos e alterar o funcionamento do sistema de garantia de depósitos. A emenda, no entanto, não foi incluída no texto final aprovado pelo Congresso.

Em uma das mensagens, Vorcaro afirma que a proposta teria impacto significativo no mercado financeiro. “Ciro soltou um projeto de lei agora que é uma bomba atômica mercado financeiro! Ajuda os bancos médios e diminui poder dos grandes! Está todo mundo louco”, escreveu.

O banqueiro também relatou que recebeu diversas ligações após a divulgação da proposta. “Kkk todo mundo me ligando”, afirmou em seguida, acrescentando: “Sentiram o golpe”.

Em outra conversa, meses antes, Vorcaro comentou com a namorada sobre o senador e o classificou novamente como um de seus “grandes amigos de vida”. Em um trecho adicional, o empresário afirma que, se a situação fosse retratada em um filme, teria “tantos desdobramentos loucos”.

As mensagens fazem parte de documentos analisados pela CPI do INSS. Após a liquidação do Banco Master pelo Banco Central, investidores com aplicações de até R$ 250 mil na instituição foram ressarcidos pelo Fundo Garantidor de Créditos.

Procurado, Ciro Nogueira afirmou que mantém diálogo por mensagens com muitas pessoas e que isso não significa proximidade. Em nota, o senador declarou que conversa “com centenas de pessoas” e que eventuais interações não indicam relação próxima.

O parlamentar também afirmou estar tranquilo em relação às investigações da Polícia Federal e disse que nunca manteve qualquer conduta inadequada relacionada ao caso.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Banqueiro do Banco Master é transferido para presídio no interior após nova prisão em operação da PF

por Redação 5 de março de 2026

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido na manhã desta quinta-feira (5) do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos para a Penitenciária 2 de Potim, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. O deslocamento ocorreu por volta das 7h30 em uma caminhonete da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) adaptada para transporte de presos.

Vorcaro havia sido preso na quarta-feira (4) pela Polícia Federal em uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras. O cunhado dele, Fabiano Zettel, também foi detido e transferido para a mesma unidade prisional.

Segundo as investigações, o grupo teria criado uma “milícia privada” chamada “A Turma”, usada para intimidar e espionar adversários. Entre os alvos estaria o jornalista Lauro Jardim, que, de acordo com a apuração, poderia sofrer um ataque. A operação também apontou suspeitas de acesso ilegal a sistemas da Polícia Federal, Ministério Público Federal, FBI e Interpol para obtenção de dados sigilosos.

A investigação ainda identificou o possível envolvimento de dois servidores do Banco Central, suspeitos de receber vantagens indevidas e antecipar informações estratégicas ao Banco Master.

Antes da transferência, Vorcaro passou a noite no CDP de Guarulhos, onde realizou o procedimento padrão de entrada no sistema prisional, incluindo corte de cabelo. Durante o transporte, ele já vestia o uniforme da SAP, composto por calça caqui e camiseta branca.

Ao chegar à Penitenciária 2 de Potim, o banqueiro foi colocado em uma cela de isolamento, procedimento comum para novos detentos. Após um período inicial de dez dias, ele deverá ser encaminhado ao pavilhão do regime fechado.

A unidade prisional, inaugurada em 2002, tem capacidade para 844 presos e atualmente abriga 472 detentos. Nos últimos anos, passou a receber presos envolvidos em casos de grande repercussão nacional, após mudanças feitas pelo governo paulista no perfil da antiga Penitenciária 2 de Tremembé, conhecida como “presídio dos famosos”.

A defesa de Vorcaro afirma que ele sempre esteve à disposição das autoridades e nega qualquer tentativa de obstrução das investigações. Os advogados também disseram confiar que o esclarecimento dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.

Além de Vorcaro e Zettel, a operação também teve como alvos o coordenador de segurança Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva. A Justiça determinou ainda o bloqueio e sequestro de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões, para interromper a movimentação de ativos ligados ao grupo investigado.

Segundo a Polícia Federal, o esquema investigado envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master, além de suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado ao tentar embarcar em um avião particular com destino à Europa no aeroporto de Guarulhos. Para a PF, havia indícios claros de que ele pretendia fugir do país.

O banqueiro também era esperado para prestar depoimento na CPI do Crime Organizado, em Brasília, nesta semana. No entanto, havia sinalizado que compareceria apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Na terça-feira (3), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a presença dele na CPI seria facultativa.

Fonte: G1

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caso Master

PF abre investigação após tentativa de suicídio de “Sicário” ligado ao caso Banco Master

por Redação 5 de março de 2026

A Polícia Federal abriu nesta quinta-feira (5) um inquérito para investigar as circunstâncias envolvendo a tentativa de suicídio de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, preso na Operação Compliance Zero. A investigação busca esclarecer o que ocorreu durante o período em que ele estava sob custódia da corporação.

De acordo com a Polícia Federal, Mourão atentou contra a própria vida enquanto estava detido na Superintendência Regional da instituição em Minas Gerais. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que toda a ação e o atendimento prestado pelos policiais foram registrados por câmeras de segurança, sem pontos cegos.

Na noite de quarta-feira (4), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais informou que não há confirmação de morte e que Mourão permanece internado em estado grave no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

A Polícia Federal comunicou o episódio ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso envolvendo o Banco Master, e informou que irá encaminhar todos os registros em vídeo que mostram a dinâmica do ocorrido.

A defesa de Mourão afirmou que esteve com ele durante a tarde de quarta-feira, até por volta das 14h, e que naquele momento ele apresentava plena integridade física e mental. Segundo os advogados, a informação sobre o incidente foi recebida apenas após a divulgação da nota oficial da Polícia Federal.

Os defensores também disseram que estão acompanhando o caso diretamente no Hospital João XXIII, mas que, até o momento, não havia confirmação oficial sobre o estado de saúde do investigado.

“Sicário” foi preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionado ao Banco Master. Na mesma operação também foi detido o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como chefe da organização criminosa investigada.

Segundo os investigadores, Mourão teria papel central na estrutura do grupo, atuando no monitoramento de alvos, na extração ilegal de dados de sistemas sigilosos e em ações de intimidação física e moral.

O relatório da investigação menciona ainda uma “dinâmica violenta” evidenciada em conversas entre Vorcaro e Mourão. Os documentos indicam que ele atuaria como “longa manus” — expressão jurídica usada para designar alguém que executa ações em nome de outra pessoa — nas práticas violentas atribuídas ao grupo.

As apurações também apontam indícios de que Mourão receberia cerca de R$ 1 milhão por mês de Vorcaro como pagamento pelos serviços ilícitos prestados à organização criminosa.

Fonte: G1

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caso Master

PF aponta rede de vigilância ligada a Daniel Vorcaro e revela estrutura de grupo investigado

por Redação 5 de março de 2026

A terceira fase da Operação Compliance Zero, que resultou na nova prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, revelou a estrutura e os principais integrantes de uma rede suspeita de atuar como uma espécie de milícia privada para vigiar, intimidar e levantar informações sigilosas sobre pessoas consideradas adversárias do empresário.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo, apelidado de “A Turma”, seria dividido em núcleos com funções específicas, incluindo articulação financeira, repasse de recursos, coordenação operacional, execução de ameaças e acesso indevido a sistemas restritos de órgãos públicos, como a própria PF, o Ministério Público Federal e bases internacionais de investigação.

Apontado como líder da estrutura, Vorcaro teria contado com o cunhado, o empresário e pastor Fabiano Zettel, responsável pelo núcleo financeiro. Já a coordenação operacional das ações de ameaça e monitoramento teria ficado a cargo de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”. A execução de atividades de vigilância e acesso a sistemas restritos envolveria o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva e outros ex-integrantes de órgãos públicos.

A nova prisão ocorreu na terceira fase da operação, a primeira autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assumiu a relatoria do caso no mês passado, substituindo o ministro Dias Toffoli.

Pouco mais de três meses após deixar a prisão, Vorcaro voltou a ser detido na quarta-feira (4). Segundo a investigação, ele estaria à frente de uma rede suspeita de monitorar e planejar ações violentas contra pessoas consideradas seus desafetos. A apuração envolve possíveis crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão a sistemas oficiais da PF e de outros órgãos de investigação.

Ainda na quarta-feira, Vorcaro e Zettel foram transferidos da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo para o Centro de Detenção Provisória (CDP) II de Guarulhos, na região metropolitana da capital.

Na decisão que determinou a prisão, o ministro André Mendonça apontou indícios de que o banqueiro teria determinado a simulação de um assalto para “prejudicar violentamente” o colunista do GLOBO Lauro Jardim. Segundo o magistrado, o objetivo seria “calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”.

Mensagens encontradas no celular de Vorcaro indicam que o assunto foi discutido em um grupo chamado “A Turma”. Nos diálogos, o banqueiro teria sugerido colocar pessoas para seguir o jornalista e mencionou a possibilidade de agredi-lo durante um suposto assalto. Em uma das mensagens reproduzidas na decisão judicial, ele teria escrito: “Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”.

Segundo a investigação, Mourão seria o responsável por coordenar a execução das atividades de vigilância, levantamento de informações e monitoramento de pessoas ligadas a investigações ou críticas ao banco Master. A Polícia Federal afirma ainda que ele realizava consultas em sistemas restritos de órgãos públicos utilizando credenciais de terceiros, com acessos indevidos a bases da própria PF, do Ministério Público Federal e até a bancos de dados internacionais, como FBI e Interpol.

Os investigadores apontam que Vorcaro mantinha uma estrutura de vigilância e ameaça, classificada como uma espécie de milícia privada, destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de adversários.

O grupo reunia diferentes perfis, incluindo um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da mesma instituição, um policial civil aposentado apontado como responsável por ações de caráter miliciano e o próprio Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro. De acordo com a decisão do STF, caberia a Mourão coordenar as atividades e repassar ordens atribuídas a Vorcaro.

A Polícia Federal também identificou indícios de pagamentos regulares a Mourão. Mensagens analisadas indicam que ele teria recebido cerca de R$ 1 milhão por mês, valor que seria repassado por Zettel em nome de Vorcaro e posteriormente dividido entre integrantes da estrutura.

Em outra mensagem interceptada, Vorcaro teria orientado Mourão a “dar um sacode” em um chefe de cozinha ligado a um ex-funcionário. Em outro diálogo, o banqueiro pede que se investigue o endereço de uma empregada que o teria ameaçado.

Durante a operação realizada na manhã de quarta-feira, a PF cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais. Também foram determinadas medidas de afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores possivelmente relacionados às práticas ilícitas.

A defesa de Vorcaro afirmou que o ex-banqueiro não obstruiu a Justiça no caso envolvendo o banco Master e que colaborou com as investigações. Segundo seus advogados, ele declarou ao ser preso que “jamais teve intenção de intimidar ou ameaçar jornalistas” e que as mensagens teriam sido enviadas “em tom de desabafo, em privado” e retiradas de contexto. Já o advogado de Fabiano Zettel disse não ter tido acesso aos autos, mas afirmou que seu cliente está à disposição das autoridades. Os advogados dos demais citados não se manifestaram.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Nova fase da PF prende dono do Banco Master e mira esquema bilionário

por Redação 4 de março de 2026

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal, em São Paulo, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua primeira decisão como relator do caso, assumido no mês passado.

Segundo a PF, a operação investiga a possível prática de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, atribuídos a uma organização criminosa. O foco central é um esquema financeiro que envolveria a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação faz referência à ausência de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Além de Vorcaro, também foram alvos de mandado de prisão o cunhado dele, Fabiano Zettel — que se entregou na Superintendência da PF —, o coordenador de segurança Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

A Justiça determinou ainda ordens de afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens no valor de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar recursos potencialmente relacionados às práticas ilícitas.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado, ao tentar embarcar para a Europa em um avião particular no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. À época, a PF afirmou que não havia dúvidas de que ele pretendia deixar o país. Havia contra ele um mandado de prisão preventiva, e ele foi novamente conduzido à Superintendência da PF na capital paulista.

A defesa do banqueiro declarou que ele “sempre esteve à disposição das autoridades” e “jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça”. Negou “categoricamente as alegações atribuídas” a ele e afirmou confiar que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta, reiterando confiança no devido processo legal e no funcionamento das instituições.

A defesa de Zettel afirmou que, embora ainda não tenha tido acesso ao objeto das investigações, ele está à inteira disposição das autoridades.

Vorcaro era aguardado para depor nesta quarta-feira na CPI do Crime Organizado, em Brasília. No entanto, já havia sinalizado que compareceria apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Na terça-feira (3), o ministro André Mendonça decidiu que sua ida à CPI seria facultativa.

Fonte: G1

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caso Master

“Quebrar todos os dentes num assalto”: mensagens expõem plano contra jornalista e agravam crise do Banco Master

por Redação 4 de março de 2026

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente pela Polícia Federal nesta quarta-feira (4), em São Paulo, por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Investigado por um esquema bilionário de fraudes financeiras, o banqueiro é apontado, na nova fase da Operação Compliance Zero, como líder de uma milícia privada voltada à intimidação e ao ataque de opositores, denominada “A Turma”.

Entre os alvos estaria o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo. Em nota, o jornal repudiou as ameaças e classificou as tentativas de intimidação como ataque à liberdade de imprensa.

As investigações, detalhadas na decisão de Mendonça, revelam trocas de mensagens por WhatsApp entre Vorcaro e colaboradores. Segundo a PF, o conteúdo envolve um núcleo de “intimidação e obstrução de justiça”, liderado por Luiz Phillipi Mourão, apelidado de “Sicário”.

Em uma das conversas, Mourão pergunta: “Esse Lauro Jardim bate cartão todo domingo?”. Vorcaro responde: “Sim.” Mourão comenta: “Cara escroto.” Vorcaro então afirma: “Tinha que colocar gente seguindo esse cara. Pra pegar tudo dele.” Mourão diz: “Vou fazer isto.”

Em outro trecho, segundo as investigações, Vorcaro escreve: “Quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto.” Mourão pergunta: “Pode? Vou olhar isso.” Vorcaro responde: “Sim.”

Para o ministro André Mendonça, os diálogos indicam fortes indícios de que Vorcaro determinou a Mourão que forjasse um assalto, ou simulasse cenário semelhante, para prejudicar violentamente o jornalista e, a partir do episódio, calar a voz da imprensa que emitisse opiniões contrárias aos seus interesses privados.

Ao decretar a nova prisão, Mendonça afirmou que a organização liderada por Vorcaro continuou a praticar crimes e apontou risco concreto de fuga. Destacou ainda que o banqueiro teria tido acesso a informações sigilosas e monitorado autoridades, o que colocaria em risco a integridade física de servidores públicos responsáveis pela investigação.

A nova prisão ocorre em meio à crise que culminou, em novembro, na liquidação do Banco Master e no encerramento das operações do Will Bank e do Banco Pleno, integrantes do mesmo grupo. O Master operava sob risco elevado de insolvência, pressionado pelo alto custo de captação e pela exposição a investimentos considerados arriscados, com juros acima do padrão de mercado. Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram, diante de questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao banco em investigações.

As mensagens também revelam ameaça a uma empregada. Em conversa com colaboradores, ao relatar sentir-se ameaçado por ela, Vorcaro escreveu: “Empregada Monique me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda”, e ordenou que Mourão levantasse o endereço da funcionária.

Segundo as investigações, Mourão recebia repasses mensais de R$ 1 milhão para executar atos de coação. As apurações apontam ainda que Vorcaro utilizava o aplicativo para coordenar pagamentos a servidores do Banco Central. Em mensagens com sua funcionária Ana Claudia, ele confirmava valores destinados ao grupo.

Os diálogos indicam também proximidade com altos servidores do Banco Central. Em uma conversa, Paulo Sérgio Neves de Souza, então chefe-adjunto de Supervisão Bancária, enviou a Vorcaro a imagem de sua própria portaria de nomeação e recebeu um “Parabéns” como resposta.

Mendonça decretou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Luiz Phillipi Mourão e Marilson Roseno da Silva. Também determinou medidas cautelares contra servidores do Banco Central e a suspensão de empresas apontadas como usadas para lavar recursos que financiavam o esquema.

Em nota, O Globo afirmou: “O GLOBO repudia veementemente as iniciativas criminosas planejadas contra o colunista Lauro Jardim, um dos mais respeitados jornalistas do país. A ação, como destacado pelo ministro André Mendonça, visava ‘calar a voz da imprensa’, pilar fundamental da democracia. Os envolvidos nessa trama criminosa devem ser investigados e punidos com o rigor da lei. O GLOBO e seus jornalistas não se intimidarão com ameaças e seguirão acompanhando o caso e trazendo luz às informações de interesse público.”

Fonte: G1

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caso Master

Prisão de Vorcaro expõe plano de violência contra ‘adversários’

por Redação 4 de março de 2026

A decisão do ministro André Mendonça de determinar a prisão de Daniel Vorcaro, nesta quarta-feira, tem como base trocas de mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro. A medida atende a um pedido de prisão preventiva formulado pela Polícia Federal.

Vorcaro integrava um grupo de WhatsApp chamado “A turma”, no qual eram planejadas ações violentas contra pessoas que ele considerava adversários, incluindo jornalistas.

Em um dos episódios, com autorização expressa de Vorcaro, pessoas contratadas pelo ex-banqueiro simulavam um assalto contra a vítima e praticavam atos de violência contra ela.

O grupo reunia perfis diversos: um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da mesma instituição, um policial civil aposentado apontado como responsável por executar ações milicianas autorizadas por Vorcaro e Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro.

Zettel também foi preso nesta quarta-feira, assim como o policial aposentado Marilson Silva e Luiz Phillipi Mourão, apontado como responsável por atividades de monitoramento de “adversários” de Vorcaro.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Plano para calar jornalista leva dono do Banco Master à prisão

por Redação 4 de março de 2026

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, revela indícios de que o banqueiro teria planejado forjar um assalto para “prejudicar violentamente” o colunista do GLOBO Lauro Jardim. Segundo o magistrado, a intenção seria “calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”.

Mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Vorcaro mostram que ele participava de um grupo denominado “A Turma”, onde foi discutida a simulação de um assalto com o objetivo de atacar o jornalista. Nos diálogos, Vorcaro, identificado como DV, afirma que seria necessário colocar pessoas para seguir Lauro Jardim e menciona a possibilidade de agredi-lo em um suposto assalto para intimidá-lo.

Em trechos reproduzidos na decisão, o banqueiro teria autorizado a execução da ação. Em conversa com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado como “Felipe Mourão” e apelidado de “Sicário”, DV declara: “Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto.”

De acordo com a investigação, Mourão seria responsável pela coordenação operacional de vigilância, levantamento de informações e monitoramento de pessoas ligadas a investigações ou críticas ao Banco Master. A PF aponta que ele realizava consultas em sistemas restritos de órgãos públicos com uso de credenciais de terceiros, acessando bases da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até sistemas internacionais.

A decisão também indica que Mourão articulava tentativas de remoção de conteúdos na internet, enviando comunicações que simulavam solicitações oficiais para obter dados de usuários ou retirar publicações consideradas prejudiciais ao grupo.

O grupo “A Turma” reunia, segundo a PF, um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da instituição, um policial civil aposentado apontado como executor de ações de caráter miliciano e Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Caberia a Mourão coordenar as atividades e repassar ordens atribuídas ao banqueiro.

Investigadores identificaram indícios de pagamentos regulares a Mourão. As mensagens analisadas indicam repasses de cerca de R$ 1 milhão por mês, feitos por Zettel em nome de Vorcaro e posteriormente distribuídos entre integrantes da estrutura.

Para a PF, o conjunto de elementos aponta para a existência de uma organização voltada à vigilância, obtenção irregular de dados e intimidação de críticos, supostamente financiada pelo banqueiro.

A defesa de Vorcaro afirmou que o ex-banqueiro não obstruiu a Justiça no caso Master e que colaborou com as investigações. As defesas dos demais citados ainda não se manifestaram publicamente. O caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal.

Em nota, O GLOBO declarou repudiar as iniciativas criminosas planejadas contra Lauro Jardim, classificando a ação como tentativa de “calar a voz da imprensa”, pilar fundamental da democracia. O jornal afirmou ainda que os envolvidos devem ser investigados e punidos com rigor e que seus profissionais não se intimidarão diante de ameaças.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Novo relator no caso Master: Mendonça terá que decidir futuro do inquérito no STF

por Redação 13 de fevereiro de 2026

A mudança na relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) inaugura uma nova fase na investigação que envolve o banco de Daniel Vorcaro. Sorteado após a saída de Dias Toffoli, o ministro André Mendonça deverá, nas próximas semanas, analisar o material já produzido e definir os próximos passos do inquérito.

A redistribuição ocorreu depois de reunião convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, para apresentar aos ministros o relatório da Polícia Federal (PF) com dados extraídos do celular de Vorcaro. O documento menciona o nome de Toffoli. Ainda assim, os ministros avaliaram que não havia elementos para arguição de suspeição e reconheceram a validade dos atos praticados pelo antigo relator.

Definição do foro

O primeiro movimento de Mendonça será examinar o estágio atual da investigação, que chegou ao Supremo em novembro de 2025. De acordo com fontes ouvidas sob reserva, há um relatório parcial da PF já encaminhado ao tribunal, além de novas frentes de apuração em andamento, incluindo a análise de dados de celulares apreendidos.

Um dos pontos centrais será a definição sobre o foro. Caberá ao novo relator decidir se há elementos que justifiquem a permanência do caso no STF ou se parte — ou a totalidade — das investigações deve ser enviada à primeira instância.

Relatos feitos ao GLOBO indicam que a tendência inicial é manter o processo no Supremo ao menos até que haja maior clareza sobre o alcance das apurações e eventual envolvimento de autoridades com prerrogativa de foro. A decisão, no entanto, dependerá da análise técnica do material reunido pela PF.

A mudança na relatoria foi formalizada após reunião iniciada por volta das 16h30 e encerrada às 19h, segundo a assessoria do STF, sendo retomada às 20h. Em nota assinada pelos demais dez ministros, a Corte informou que a Presidência adotará as providências processuais necessárias para a extinção da ação e remessa dos autos ao novo relator.

O comunicado também registra que os ministros entenderam não ser o caso de arguição de suspeição diante dos achados que citam Toffoli no relatório da PF e reconheceram “plena validade dos atos praticados”, além de manifestarem “apoio pessoal” ao magistrado.

Após o envio do ofício da PF, foi protocolado pedido de suspeição contra Toffoli. Em resposta, o ministro negou haver motivo para afastamento e reiterou nota divulgada anteriormente. Ele afirmou ter recebido um “pedido de declaração de suspeição” elaborado pela PF para deixá-lo fora da relatoria do caso do Banco Master e classificou o relatório apresentado a Fachin como baseado em “ilações”.

Fonte: OGLOBO

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