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Categoria:

Segurança

Segurança

Psicólogas relatam aumento de assédio sexual em atendimentos online e por telefone

por Redação 13 de abril de 2026

Psicólogas e sexólogas vêm relatando casos recorrentes de assédio sexual durante atendimentos clínicos, especialmente em formatos online e por telefone. Os episódios incluem ligações com teor sexual explícito, comportamentos indevidos durante sessões e invasões de aulas e consultas virtuais.

A psicóloga e sexóloga Caroline Januário, com quatro anos de atuação clínica, relata ter recebido chamadas em que o interlocutor simulava sofrimento emocional para, em seguida, iniciar falas de conteúdo sexual explícito, inclusive com indícios de masturbação durante a ligação. Segundo ela, o padrão se repete em diferentes casos e envolve tentativa de criar um vínculo de empatia inicial para acessar a profissional.

Outras psicólogas ouvidas relatam situações semelhantes. A psicanalista Andrea Calheiro afirma ter recebido contatos com descrições explícitas de atos sexuais e relata ainda invasões de aulas online por indivíduos que exibiram pornografia e fizeram menções a abuso infantil, o que levou à mudança na estrutura de suas atividades.

A psicóloga Carolina Botelho também relata ter interrompido uma sessão após identificar comportamento de assédio durante atendimento remoto. Já a psicanalista Silvana afirma ter sido alvo de chamadas de vídeo e envio de imagens explícitas após divulgação de conteúdo profissional em redes sociais.

As profissionais apontam que a migração do atendimento psicológico para o ambiente digital, intensificada após a pandemia, ampliou a exposição a esse tipo de situação. Segundo elas, grupos online facilitam o acesso a contatos de profissionais, aumentando a vulnerabilidade a abordagens indevidas.

Os relatos também destacam que o problema vai além do ambiente clínico, atingindo outras áreas profissionais femininas, como educação e estética, sugerindo um padrão mais amplo de comportamento de assédio.

As psicólogas defendem a criação de mecanismos institucionais de proteção e protocolos mais claros de denúncia. No campo legal, recomendam acionamento de delegacias especializadas. O Conselho Federal de Psicologia não se manifestou até o momento.

Fonte: revistamarieclaire

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Segurança

Menina de 11 anos morre após ficar presa em janela em Itumbiara; caso aponta asfixia

por Redação 13 de abril de 2026

Uma menina de 11 anos morreu na manhã de sábado (11) após ficar presa em uma janela em Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, ela já estava sem vida quando as equipes de resgate chegaram ao local.

De acordo com os militares, a criança teria subido em um tamborete para conversar com outra criança quando o objeto teria escorregado, fazendo com que ela ficasse com a cabeça presa no vitrô. A suspeita é de que, após o acidente, ela não tenha conseguido se levantar devido à presença de um pedaço de vidro na estrutura.

O Instituto Médico Legal (IML) apontou asfixia como causa da morte. Um dos bombeiros que atendeu a ocorrência afirmou que ainda não é possível determinar se a morte foi imediata.

O caso gerou forte comoção entre moradores e equipes de resgate. A Escola Municipal Alexandre Arcipretti, onde a menina estudava, divulgou nota lamentando a morte e descrevendo a aluna como uma criança alegre e espontânea. A comunidade escolar permanece abalada com a perda.

Fonte: G1

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Segurança

Tragédia em parque de MG expõe falha grave e levanta dúvidas sobre segurança de brinquedos

por Redação 13 de abril de 2026

A m0rt3 de uma jovem de 21 anos após um acidente em um parque de diversões em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais, no último sábado (11), reacendeu o debate sobre a segurança em atrações itinerantes. O caso envolve falha estrutural em um brinquedo e já resultou em prisões, mas ainda levanta questionamentos importantes.

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma peça do brinquedo conhecido como “minhocão” se desprendeu durante o funcionamento, provocando a queda de ocupantes. A vítima, a cantora gospel Carolina Beatriz, sofreu traumatismo cranioencefálico grave, entrou em parada cardiorrespiratória e não resistiu, apesar das tentativas de reanimação.

Outras três pessoas da mesma família — irmão, cunhada e prima — tiveram ferimentos leves, foram atendidas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e já receberam alta. O corpo da jovem foi sepultado no domingo (12), em Itabirito, sob forte comoção de familiares e amigos.

A Polícia Civil prendeu em flagrante dois homens, de 24 e 45 anos, por lesão corporal e homicídio culposo. O mais velho é apontado como proprietário do parque, enquanto o mais jovem operava o brinquedo no momento do acidente. A perícia esteve no local e investiga as circunstâncias da falha.

Apesar da tragédia, a Prefeitura informou que o parque possuía licença para funcionamento, com laudos técnicos e Anotações de Responsabilidade Técnica exigidos. O Corpo de Bombeiros destacou que sua atuação se limita à prevenção contra incêndios e pânico, não abrangendo a análise técnica dos brinquedos.

O Minas Center Park afirmou, em nota, que segue normas de segurança, lamentou o ocorrido e disse estar colaborando com as investigações. O parque encerrou suas atividades na cidade antes do previsto, em respeito à vítima.

O caso deixa em aberto pontos cruciais, como a real condição do equipamento, a manutenção do brinquedo e a efetividade da fiscalização. A tragédia amplia a pressão por maior rigor na operação de parques itinerantes no país.

Fonte: G1

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caso Master

R$ 1,3 milhão sob suspeita: Banco Master entra no radar por repasses a empresa ligada a esquema informal

por Redação 13 de abril de 2026

Documentos apresentados à Receita Federal e obtidos pelo jornal O Globo revelam que o Banco Master declarou o pagamento de R$ 1,3 milhão à Varajo Consultoria, empresa apontada pela Polícia Federal como peça-chave em um esquema de “serviços informais” ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo as investigações, a Varajo era utilizada como parte de uma estrutura de apoio aos negócios de Vorcaro e teria intermediado a contratação de Belline Santana, ex-chefe de Supervisão Bancária do Banco Central. Santana é investigado no caso e foi afastado da função. A PF afirma que as contas da empresa funcionavam como “conta de passagem para os recebimentos ilícitos”.

Na decisão que determinou a prisão de Vorcaro no mês passado, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou indícios de que a empresa foi usada para viabilizar pagamentos ao ex-integrante do BC por meio de contratos simulados. Segundo o magistrado, a estrutura teria sido criada para justificar repasses financeiros relacionados a serviços informais prestados ao controlador do Banco Master, com uso de mecanismos contratuais fictícios.

Os dados enviados à Receita indicam que os valores partiram diretamente do caixa do banco. Em 2025, foi registrado um repasse de R$ 1 milhão, enquanto em 2024 o valor chegou a R$ 309,8 mil. Além disso, investigação interna do Banco Central, revelada na semana passada pela Folha de S. Paulo, aponta que Belline Santana recebeu ao todo R$ 4 milhões da Varajo, por meio de contratos considerados simulados.

A Polícia Federal também identificou que a administração da Varajo recebia ordens de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que atuaria sob orientação direta do banqueiro. Em uma mensagem interceptada, Vorcaro orienta Zettel sobre um pagamento: “Mas veja se Leo pode pagar. E reembolsamos dia seguinte. Bem importante isso”, em referência a um repasse que teria como beneficiário Santana.

Em nota, a defesa de Belline Santana afirmou que ele sempre atuou de forma técnica e dentro da legalidade, negando favorecimento a qualquer instituição financeira e qualquer obtenção de vantagem indevida. A defesa também ressaltou que as atividades exercidas no Banco Central não se confundem com outras atividades lícitas desempenhadas por ele. Já a defesa de Daniel Vorcaro não se manifestou.

O caso amplia a pressão sobre o Banco Master e levanta questionamentos sobre o uso de estruturas paralelas para movimentações financeiras, em meio ao avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal e acompanhadas pelo STF.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Vazamento de nudes cresce no Brasil e vítimas enfrentam danos psicológicos e jurídicos

por Redação 10 de abril de 2026

A divulgação de imagens íntimas sem consentimento tem se consolidado como uma das principais crises de segurança digital no Brasil. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam crescimento contínuo de casos de violência digital, afetando principalmente mulheres. Além do impacto jurídico, levantamentos da SaferNet Brasil indicam consequências graves à saúde mental das vítimas, como ansiedade, depressão e isolamento social.

O cenário se agrava com o avanço da inteligência artificial. Ferramentas de deepfake permitem a criação de conteúdos íntimos falsos, ampliando os riscos mesmo para quem nunca produziu esse tipo de material. Especialistas alertam que a facilidade tecnológica tem potencializado tanto a exposição quanto a chantagem digital.

Do ponto de vista legal, o Brasil possui mecanismos para punir esses crimes. O chamado “revenge porn” — divulgação não autorizada de conteúdo íntimo — é tipificado no artigo 218-C do Código Penal, com pena de 1 a 5 anos de reclusão. Já a sextorsão, quando há ameaça para obtenção de vantagens, pode ser enquadrada como extorsão, com penas de 4 a 10 anos. Outras legislações, como a Lei Maria da Penha e o Marco Civil da Internet, também oferecem proteção e permitem a remoção de conteúdos.

Especialistas destacam que o primeiro passo para a vítima é preservar provas. Prints com data, hora e URL, identificação de perfis e registros de comunicação são fundamentais, sendo a ata notarial em cartório o método mais seguro para validação jurídica. Em seguida, recomenda-se registrar boletim de ocorrência e acionar as plataformas para retirada do material.

A responsabilidade não recai apenas sobre quem publica o conteúdo originalmente. A legislação também pune quem compartilha, armazena ou retransmite o material, ampliando o alcance das sanções.

Nos casos de sextorsão, o golpe geralmente envolve perfis falsos que obtêm imagens íntimas e passam a exigir dinheiro. Especialistas alertam que pagar não resolve o problema e pode intensificar a chantagem.

O protocolo recomendado inclui reunir provas, denunciar o conteúdo, acionar a Justiça, reforçar a segurança digital e buscar apoio psicológico. O aumento dos casos evidencia a necessidade de conscientização e resposta rápida para conter os danos, muitas vezes permanentes, causados às vítimas.

Fonte: TechTudo

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Segurança

Caso Nardoni volta ao STJ e associação pede retorno imediato do casal ao regime fechado

por Redação 10 de abril de 2026

O caso envolvendo Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá teve um novo desdobramento jurídico em Brasília. A Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, presidida por Agripino Magalhães, protocolou nesta quinta-feira (9/4) um novo recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), reforçando o pedido de regressão do casal ao regime fechado.

Representada pelo advogado Francisco Angelo Carbone Sobrinho, a entidade sustenta que a permanência dos condenados em regime aberto estaria gerando um cenário de “medo coletivo” e “intimidação difusa” em bairros de São Paulo e na região de Barueri.

No documento encaminhado ao ministro relator, a associação também levanta questionamentos sobre possível descumprimento das condições impostas pela Justiça, incluindo dúvidas sobre a rotina de trabalho de Alexandre Nardoni na empresa do pai, com suspeita de eventuais saídas fora do horário autorizado. Há ainda apontamentos sobre o endereço declarado à Justiça, com menções a possível mudança para Alphaville sem atualização nos autos.

Outro ponto citado é o impacto na população local, com alegações de apreensão entre moradores e a coleta de assinaturas em forma de denúncia. O pedido também menciona o caso do ex-goleiro Bruno como precedente para reforçar a tese de regressão de regime em caso de descumprimento de regras judiciais.

A solicitação ao STJ pede que o casal retorne ao cárcere até que as condições do regime aberto sejam devidamente esclarecidas.

O caso já havia sido levado anteriormente ao Supremo Tribunal Federal, sem avanço. Agora, a entidade concentra a estratégia no STJ para tentar reverter a situação.

Fonte: METRÓPOLES

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Segurança

Advertência termina em tragédia: chefe é morto por funcionário em Minas Gerais

por Redação 9 de abril de 2026

Um crime chocante abalou a cidade de Piumhi, no centro-oeste de Minas Gerais, após um chefe de setor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) ser morto a tiros dentro da própria casa na tarde de terça-feira (7). O principal suspeito é um funcionário da vítima, que teria cometido o crime após receber uma advertência disciplinar.

A vítima, José Wilson de Oliveira, de 60 anos, era conhecida entre colegas pelo perfil tranquilo e postura ética no ambiente de trabalho. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), vizinhos acionaram a corporação após ouvirem disparos. José foi encontrado baleado, socorrido, mas morreu a caminho do hospital.

De acordo com as investigações, o suspeito, Sinésio Omar da Costa Júnior, de 51 anos, havia recebido uma advertência por escrito no trabalho e se recusado a assiná-la. Diante da recusa, acabou suspenso por três dias. Horas depois, ele foi até a residência do chefe, entrou no imóvel após ser atendido e efetuou um disparo contra a vítima, além de outro tiro para o alto.

Após o crime, o suspeito tentou fugir e foi localizado no município de Pedra do Indaiá (MG), onde foi preso. Segundo a polícia, ele pretendia seguir para Belo Horizonte para se esconder. Um homem e uma mulher que teriam ajudado no plano também foram levados à delegacia para prestar depoimento.

Durante a ocorrência, os policiais apreenderam duas armas sem registro em um imóvel ligado ao suspeito: um revólver calibre .32, utilizado no crime, e uma espingarda.

A morte gerou forte comoção em Piumhi. Em nota, o Saae lamentou a perda de José Wilson, destacando sua dedicação, profissionalismo e legado de respeito dentro da instituição.

Fonte: METRÓPOLES

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caso Master

Dados da Receita expõem repasses ligados a ONG de ex-ministra, mas presidente nega valores

por Redação 9 de abril de 2026

Informações da Receita Federal indicam que o Banco Master declarou repasses de R$ 457,2 mil, nos últimos dois anos, ao Instituto Terra Firme, ONG presidida pela ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-deputada federal Flávia Peres. A entidade, no entanto, nega ter recebido qualquer valor.

Os dados foram enviados pela Receita à CPI do Crime Organizado no Senado e obtidos por meio de apuração jornalística. Segundo os registros, além do montante destinado à ONG, o banco também teria transferido R$ 264 milhões, entre 2022 e 2025, à empresa Terra Firme da Bahia Ltda, ligada ao empresário Augusto Lima, marido de Flávia Peres.

A Terra Firme da Bahia Ltda atua como base operacional do Credcesta, modalidade de crédito consignado voltada a servidores públicos. A empresa é considerada a porta de entrada de Augusto Lima no setor financeiro e mantém atuação em mais de 18 municípios baianos, além de presença em outros 15 estados.

O Instituto Terra Firme foi fundado em novembro de 2023, em evento que contou com autoridades políticas, como o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), além de parlamentares e empresários. A organização afirma ter como objetivo combater a pobreza e reduzir desigualdades sociais.

Em nota, Flávia Peres contestou os dados e afirmou que a ONG “nunca recebeu recursos financeiros do Banco Master”. Segundo ela, não existe “qualquer relação financeira que envolva repasses, dependência econômica ou subordinação entre as instituições”.

O caso amplia a pressão sobre as relações entre entidades privadas, organizações sociais e agentes públicos, e deve ser analisado no âmbito da CPI, que investiga possíveis conexões financeiras no setor.

Fonte: METRÓPOLES

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Segurança

Idosa é espancada por hóspede bêbada em pousada no DF; agressora é liberada pela Justiça

por Redação 9 de abril de 2026

Câmeras de segurança de uma pousada em Planaltina, no Distrito Federal, registraram o momento em que uma idosa, proprietária do local, é agredida e jogada ao chão por uma hóspede embriagada. As imagens, registradas no último domingo (5), mostram Maria Luiza Lemos Azevedo arrancando plantas e danificando objetos antes de empurrar a vítima, que bate a cabeça ao cair.

Em seguida, a agressora puxa o cabelo e dá chutes na idosa. Uma segunda jovem, identificada como namorada de Maria Luiza, aparece tentando conter a agressora, sem sucesso. O casal havia alugado a pousada por um mês e estava no local há cerca de uma semana.

A Polícia Militar foi acionada por vizinhos e encontrou danos na porta, estilhaços de vidro e vestígios de sangue. Maria Luiza foi detida e levada à delegacia, mas teve liberdade provisória concedida após audiência de custódia, sem pagamento de fiança. Entre as medidas, estão a proibição de sair do DF por mais de 30 dias, comunicar mudança de endereço, comparecer a atos do processo e não se aproximar da vítima ou retornar ao local.

A ocorrência foi registrada na 16ª DP (Planaltina) pelos crimes de lesão corporal, dano, injúria qualificada e com base na Lei Maria da Penha.

Fonte: G1

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Segurança

Jovem é suspeito de matar assassino da própria mãe 10 anos após crime em MG

por Redação 8 de abril de 2026

Um caso que mistura vingança e justiça mobiliza a Polícia Civil em Frutal, no Triângulo Mineiro. Marcos Antônio da Silva Neto, de 19 anos, é suspeito de matar Rafael Garcia Pedroso, de 31, condenado pelo assassinato de sua mãe em 2016. O crime ocorreu no dia 31 de março deste ano, em frente a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Novo Horizonte.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Rafael é atingido por disparos pelas costas. Segundo a Polícia Militar, o jovem teria monitorado a vítima desde que ela deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em 15 de janeiro, onde cumpria pena pelo homicídio da mãe do suspeito.

De acordo com as investigações, Rafael aguardava a esposa ser atendida na unidade de saúde quando foi surpreendido e baleado com cinco tiros. A Polícia Civil informou que Marcos está sendo procurado e já solicitou à Justiça a prisão temporária.

A defesa do jovem afirma que ele pretendia se apresentar espontaneamente à polícia e confessar o crime, mas a entrega não ocorreu por questões logísticas e necessidade de alinhamento prévio com a delegacia responsável. A corporação confirmou que esse tipo de procedimento exige comunicação antecipada e destacou que a apresentação voluntária não impede eventual prisão.

Inicialmente, a Polícia Militar apontou a possível participação de três pessoas no crime. Uma delas foi presa por suspeita de ter dado carona ao autor no dia do homicídio. A Polícia Civil ainda não informou se outros envolvidos continuam sendo investigados.

O caso remonta a 2016, quando Glauciane Cipriano, mãe de Marcos, foi assassinada com cerca de 20 facadas pelo então companheiro, Rafael. O crime ocorreu durante um churrasco, na abertura da ExpoFrutal, e foi classificado como homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel e sem chance de defesa, além de estar inserido no contexto de violência doméstica. Marcos, então com 9 anos, presenciou o assassinato.

A investigação segue em estágio avançado, e a polícia aguarda desdobramentos judiciais, incluindo possível confirmação do mandado de prisão.

Fonte: G1

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