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Categoria:

Segurança

Segurança

STF deve julgar nesta quinta se porte de drogas para uso pessoal é crime

por Redação 17 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quinta-feira (17) a análise de uma ação que questiona se o porte de drogas para uso pessoal é crime. O assunto é discutido na Corte desde 2015. Os ministros analisam uma ação que pede a derrubada de um artigo da Lei de Drogas que diz que comete crime quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.

O julgamento está na pauta da Corte, mas para ocorrer depende da finalização do julgamento sobre a criação do juiz de garantias, que abrirá a sessão.

Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas. O debate no STF ocorre em um recurso apresentado em 2011 após o flagrante de um homem que portava 3 g de maconha dentro do Centro de Detenção Provisória de Diadema, em São Paulo.

A Defensoria Pública do Estado recorreu no STF da decisão da Justiça paulista que manteve o homem preso. Entre outros pontos, a instituição diz que a criminalização do porte individual fere o direito à liberdade, à privacidade e à autolesão, previstos na Constituição Federal.

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Votos
O ministro Gilmar Mendes foi escolhido como relator do caso. Ele é a favor de que esse dispositivo da lei seja declarado inconstitucional e de que o porte de drogas para uso pessoal não seja considerado crime, por mais que esse tipo de substância seja prejudicial à saúde.

De acordo com Mendes, imputar um crime a uma pessoa dependente de entorpecentes dificulta a busca por tratamento. “A mera previsão da conduta como infração de natureza penal tem resultado em crescente estigmatização. A criminalização do porte para uso pessoal não condiz com a realização dos fins almejados no que diz respeito a usuários e dependentes, voltados à atenção, à saúde e à reinserção social”, afirmou o ministro.

Depois que Mendes apresentou seu voto, os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também se manifestaram a favor de derrubar a criminalização, mas apenas para o porte de maconha para uso pessoal.

Para Fachin, “a criminalização do porte de drogas para uso pessoal se atém a um argumento paternalista quando justifica o tratamento penal do consumo baseado na reprovação, no desincentivo e na prevenção geral que as respostas penais deveriam gerar”.

No voto, o ministro destacou que “criminalizar o porte de droga para consumo próprio representa a imposição de um padrão moral individual que significa uma proteção excessiva que, ao fim e ao cabo, não protege nem previne que o sujeito se drogue”.

Já para Barroso, “punir com o direito penal é uma forma de autoritarismo e paternalismo que impede o indivíduo de fazer suas escolhas existenciais”. “Para poupar a pessoa do risco, o Estado vive a vida dela. Não parece uma boa ideia”, disse o ministro em seu voto.

O ministro Alexandre de Moraes votou pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta.

Fonte: r7

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Segurança

Foragido da Justiça por tentativa de atentado em aeroporto do DF pede refúgio ao governo do Paraguai

por Redação 16 de agosto de 2023

O blogueiro Wellington Macedo, foragido da Justiça por ter tentado explodir uma bomba em um caminhão próximo ao aeroporto de Brasília, no ano passado, pediu refúgio ao Paraguai. A informação foi confirmada com exclusividade pela Record TV. Ele agora aguarda que o governo do país aprecie o caso. Enquanto a decisão não for tomada, ele não poderá ser extraditado.

Nesta terça-feira (15), Macedo tentou se credenciar para entrar na cerimônia de posse de Santiago Peña como presidente do Paraguai, em Assunção. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) identificou a tentativa do suspeito e avisou o governo paraguaio, que negou a ele o acesso à cerimônia.

O blogueiro teria tentado se credenciar no evento como jornalista. Fontes afirmaram à reportagem que a Polícia Federal, que participa da segurança de Lula, também foi alertada. Procurado, o Palácio do Planalto ainda não se pronunciou.

Atentado em Brasília
Wellington Macedo de Souza é um dos três acusados em denúncia aceita pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) pela tentativa de explosão de uma bomba instalada em um caminhão de combustível, nas proximidades do aeroporto de Brasília, na véspera do Natal do ano passado.

Ele e os outros dois réus, o empresário George Washington de Oliveira Souza e Alan Diego dos Santos, foram denunciados pelo crime de explosão, previsto no artigo 251 do Código Penal. A pena para o crime varia de três a seis anos de prisão.

Fonte: r7

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SegurançaPolítica

Fotógrafo ouvido na CPMI narra ‘clima hostil’ durante invasão do Planalto e diz ter sido ameaçado

por Redação 16 de agosto de 2023

Em depoimento na condição de testemunha à CPMI do 8 de Janeiro, nesta terça-feira (15), o fotojornalista da Reuters Adriano Machado narrou um clima “hostil e instável” dentro do Palácio do Planalto durante as invasões dos prédios públicos na Esplanada. Ele também disse ter sido ameaçado com um taser, uma arma de choque, no momento em que resolveu deixar o prédio.

Machado afirmou que estava de plantão em 8 de janeiro e cobriu as manifestações pacíficas pela manhã, antes de sair para almoçar com a família. Ele disse ter sido avisado por um colega, por volta das 14h40, de que um grupo teria quebrado a barreira na Esplanada. Às 15h15, ele estacionou o carro no anexo do Palácio da Justiça para iniciar a cobertura.

O fotojornalista estava com equipamento de segurança, incluindo colete à prova de balas, máscara de gás e capacete. Por volta das 15h30, notou grades quebradas no estacionamento do Planalto e, ao subir a rampa, uma movimentação que considerou relevante, “porque é algo que eu nunca tinha visto nos mais de 20 anos de cobertura na Esplanada”, disse.

Ao perceber uma pessoa indo em direção ao gabinete da Presidência da República, Machado relatou ter ido atrás e permaneceu no local “de maneira discreta”. Num dado momento, o grupo percebeu a presença dele e o cercou — instante em que o fotógrafo se identificou.

“Naquele momento, me esquivei e só pensava em sair dali. Eu estava nervoso e tenso por ser tão repreendido. Não conhecia nenhuma daquelas pessoas, e até hoje não saberia dizer nomes e quem seriam”, narrou o jornalista.

Após esse momento, as imagens mostram Machado cumprimentando um dos invasores. Na CPMI, ele afirmou que isso ocorreu depois de ele ter apagado fotos a pedido do homem. “Apesar de não endossar ou apoiar o que estava havendo, não tinha escolha a não ser o cumprimentar de volta. Estava preocupado de que, se me recusasse a retribuir, isso poderia levar a uma situação perigosa para mim.”

Machado foi convocado à CPMI por pedido de membros da oposição, que sustentam a participação e conivência do jornalista com as invasões. O deputado Delegado Ramagem (PL-RJ), por exemplo, disse que o fotojornalista “não cumpriu os deveres como jornalista, participou do 12 de dezembro, do 8 de Janeiro, deu publicidade”, não foi preso nem é investigado. Adriano também participou da cobertura da tentativa de invasão da sede da Polícia Federal, em dezembro de 2022.

Ramagem ainda comparou a situação de Machado com a da ativista Klio Hirano, presa por participar do acampamento em frente ao quartel-general do Exército e e convocar pessoas ao local. “Ela tem carteira e registro de jornalista e foi presa e nem participou do 8 de Janeiro. Está presa porque divulgou imagens de 12 de dezembro”, disse o deputado oposicionista, que pediu a quebra de sigilo de Machado para investigar se ele pertencia ao grupo responsável por invadir o Planalto.

Do outro lado, o governista Rogério Correia (PT-MG) ressaltou que a referida jornalista participou dos atos do dia 12 de dezembro e foi interrogada, ocasião em que narrou que estava acampada nas proximidades do quartel havia 40 dias ou mais e que tinha ido à capital federal em um ônibus fretado por manifestantes com o objetivo de “evitar o comunismo no Brasil”. “Ela não está presa por ser jornalista, mas por ser manifestante do movimento golpista. […] O senhor Adriano estava lá como trabalhador, fotografando”, afirmou Correia.

O depoimento de Adriano Machado começou por volta das 9h50 e conta com 29 inscritos.

Fonte: r7

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Segurança

Dez crianças foram mortas a tiro este ano no Rio; veja quem são

por Redação 14 de agosto de 2023

A lista de crianças mortas por armas de fogo na Região Metropolitana do Rio não para de aumentar. Neste sábado, foi incluído nesse levantamento mais um nome: o da menina Eloah da Silva dos Santos, de 5 anos, atingida por um tiro quando estava em casa, no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio.

As vítimas têm em comum o fato de terem tido uma morte repentina enquanto viviam momentos rotineiros. Com idades entre 9 e 13 anos, todas elas moravam em áreas periféricas.

Relembre a história das crianças
Juan Davi de Souza Faria, 11 anos

Era Revéillon, a família de Juan comemorava a entrada de 2023 em uma festa com música e alegria, em Mesquita, na Baixada Fluminense. O menino, de 11 anos, assistia, segundo seus parentes, a queima de fogos no quintal de casa quando foi atingido por um disparo na cabeça.

Ele foi levado até o UPA de Edson Passos, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu.

— Foi tudo muito rápido. Às 23h59 estávamos na sala, foi o tempo de ligarmos a televisão e virou o ano. Então, fomos para a varanda ver os fogos. O barulho alto foi lá pela 0h05. Juan caiu da cadeira logo em seguida, já com sangue. Não entendemos nada, não imaginávamos que pudesse ser tiro. Pensamos, no começo, que ele tinha só caído e batido a cabeça — disse um primo do menino.

Rafaelly da Rocha Vieira, 10 anos

Na noite de 26 de janeiro, Rafaelly da Rocha Vieira, de 10 anos, brincava com outras crianças na porta de sua casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Após homens encapuzados passarem atirando na esquina próxima à Rua Doutor Monteiro de Barros com Avenida Getúlio de Moura, a menina foi atingida por um dos disparos.

— Ela estava no portão da casa dela brincando com uma amiguinha. Uma sobrinha minha disse que ela correu assustada com os tiros. Se tivesse ficado atrás do carro, teria sobrevivido — lamentou a madrinha de Rafaelly, Elza Alaíde, ao GLOBO.

Rafaelly chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Segundo a família, ela tinha completado dez anos seis dias antes e teria uma uma festa de aniversário.

Maria Eduarda Carvalho Martins, 9 anos

Era um bloco de carnaval, no dia 19 de fevereiro, na Praia do Anil, em Magé, na Baixada Fluminense. A menina Maria Eduarda Carvalho Martins, de apenas 9 anos, foi atingida por um tiro durante uma briga entre um policial civil e um bandido em um bloco de Carnaval. No tiroteio, uma mulher também foi morta e 16 pessoas ficaram feridas.

Ester de Assis Oliveira, 9 anos

Ester voltava da escola quando foi atingida por uma bala perdida, no dia 5 de abril, em Madureira, na Zona Norte do Rio. No momento, havia confronto entre traficantes das comunidades da região, numa tentativa de invasão do Morro do Cajueiro. Ela voltava da escola com uma prima quando parou para comer um bolo que havia ganhado numa comemoração de Páscoa. Depois do doloroso adeus à filha, Thamires desabafou: “Arrancaram o meu coração”.

— Tiraram um pedaço de mim. Ela só tinha nove aninhos, tinha tudo para viver ainda. Arrancaram a vida da minha filha injustamente. Ela estava vindo da escola. Só quero justiça pelo que fizeram com a minha filha, para nenhuma mãe sentir a dor que estou sentindo hoje. Arrancaram o meu coração — lamentava a mãe de Ester, que não soltava o ursinho de pelúcia que pertencia à filha.

Jhenyfer Luz Silva de Souza, 12 anos

Jhenyfer foi morta vítima de bala perdida no dia 15 de abril, em Itatiaia, no Sul Fluminense. O caso aconteceu durante um tiroteio entre traficantes, que dispararam contra um desafeto no bairro Nova Conquista. Jhenyfer Luz Silva de Souza foi atingida nas costas e não resistiu.

Lohan Samuel Nunes Dutra, 11 anos

No dia 30 de abril, Lohan Samuel, de 11 anos, morreu após ser baleado num tiroteio no Complexo do Chapadão. Segundo familiares, ele e a irmã de criação Kailany Vitória Fernandes, de 19 anos, que também morreu, estariam no portão de casa, na localidade conhecida como Praça do Areal, quando foram atingidos por disparos.

Uma conhecida da família, que também preferiu não se identificar, disse que Lohan era uma criança “inocente, cheia de vida, de sonhos”, além de muito querido por todos na região.

Yan Gabriel Marques, 12 anos

No último fim de semana, Yan Gabriel, de 12 anos, morreu atingido no rosto por um tiro de bala perdida, enquanto brincava, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. O tiro teria sido disparado durante uma disputa por território entre grupos rivais de milicianos que atuam na região. Segundo relatos nas redes sociais, a guerra é travada por milicianos liderados por Gilson Ingrácio de Souza Junior, o Juninho Varão, e Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho.

Após a morte de Yan, a escola de futebol na qual o adolescente jogava suspendeu as aulas por uma semana.

Dijalma de Azevedo, 11 anos

Dijalma de Azevedo, de 11 anos, morreu na manhã desta quarta-feira após ser baleado próximo de um condomínio na Estrada do Bosque Fundo, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. No momento em que foi atingido, ele usava o uniforme de escola municipal da cidade e estava a caminho da unidade de educação.

Segundo a Polícia Militar, equipes do 12º BPM (Niterói) realizavam policiamento quando foram recebidas a tiros no local. Uma viatura também foi atingida por disparos. Os agentes afirmam que, após confronto, já encontraram a vítima sem vida no chão.

Thiago Menezes Flausino, de 13 anos

O adolescente que sonhava ser jogador de futebol pilotava uma moto e passava na esquina da Estrada Marechal Miguel Salazar com Rua Geremias quando foi baleado, durante uma ação do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Parentes afirmam que o primeiro tiro atingiu Thiago numa das pernas, ele caiu e os demais disparos — cinco ao todo — foram feitos quando o garoto estava caído no chão.

Tio do jovem, Hamilton Bezerra Flausino falou sobre a ação policial:

— A política de confronto não é a solução. Inocentes morrem, porque é mais fácil comprar drogas do que pão.

Eloah da Silva dos Santos, de 5 anos

Após a morte de Wendel Eduardo, de 17 anos, que, segundo a Polícia Militar trocou tiros com agentes do 17º BPM (Ilha do Governador), no último sábado, moradores realizaram um protesto nas imediações do Morro do Dendê. Na ocasião, tiros foram disparados, de acordo com relatos de testemunhas.

Eloah brincava em casa, na localidade Cova da Onça, na comunidade, quando foi baleada.

— A viatura da polícia passou mandando tiro. Foi na hora que ouvi o estalo na janela. Quando fui ver, ela (Eloá) estava caída em cima da cama. Estava sentindo muito dor. Eu tentei reanimá-la, mas não teve mais jeito — contou a mãe da menina, Ana Cláudia da Silva, de 31 anos.

Fonte: G1

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Segurança

Caso Nicolas: bebê vítima de tráfico de pessoas volta a morar com a família em Santa Catarina

por Redação 7 de agosto de 2023

O bebê Nicolas, de 2 anos, que foi levado de São José, em Florianópolis (SC), para São Paulo (SP) em abril deste ano, voltou a morar com a família nos últimos dias.

O anúncio foi feito pelo tio do menino, Juliano Gaspar, por meio das redes sociais, na noite de domingo (6).

Juliano explica que Nicolas voltou para casa nesta semana, após três meses de análises de estudos psicossociais e investigações. O tio informou que a guarda do garoto está compartilhada entre a mãe e os avós.

“Escrevo esse texto em meio a lágrimas, que dessa vez são de alegria e alívio por ter o nosso anjinho de volta”, escreveu o humorista. “Estamos em paz”, completou.

Entenda o caso
No dia 30 de abril, o bebê Nicolas, de dois anos, desapareceu em São José, na região metropolitana de Florianópolis (SC). O sumiço foi comunicado pela avó da criança no dia 4 de maio, quando o Boletim de Ocorrência foi registrado.

O bebê foi encontrado no dia 8 de maio, na zona leste de São Paulo, no banco de trás de um veículo branco, em que estavam Roberta Porfírio, de 41 anos, e Marcelo Valverde, de 52.

Durante a abordagem policial, o casal informou que tinham adotado a criança e estavam a caminho do Fórum para legalizar a situação. No entanto, a polícia desconfiou da suposta adoção já que estavam com a criança há mais de uma semana e só resolveram legalizar a situação após o caso ganhar repercussão.

O casal foi levado pela polícia, enquanto a criança ficou com o Conselho Tutelar. Investigações levaram a concluir que a mãe de Nicolas o teria entregado para a dupla. Segundo a advogada de Roberta e Marcelo, o objetivo era dar a criança à Justiça. Em audiência de custódia, a polícia decidiu converter as prisões de Marcelo e Roberta em preventivas.

A polícia teve acesso a uma carta escrita supostamente pela mãe de Nicolas. São três páginas em tom de despedida, em que ela falava sobre seu amor pelo filho, mas deixava claro que não teria condições de cuidar.

“Que você cresça bem, com bons princípios. Respeite seus pais, estude e seja um grande homem que dará muito orgulho a todos. Daqui de cima estarei te vendo. Eu não te abandonei”, disse em um trecho. Na mensagem, ela também pedia para os próprios familiares não tentarem buscar o menino de volta.

De acordo com o tio de Nicolas, Juliano Gaspar, sua irmã estava passando por um momento de depressão pós-parto e, por conta disso, estaria mais vulnerável. “Eles viram ali a oportunidade de pegar o bebê”, observa Juliano, sobre a mãe ter admitido doar a criança e deixar uma carta.

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Segurança

Família de aluno atingido por aparelho na academia faz campanha para custear despesas com tratamento

por Redação 7 de agosto de 2023

A família de Regilânio da Silva Inácio, de 42 anos, iniciou uma campanha para ajudar nos custos da cirurgia e do tratamento depois que ele foi atingido por um aparelho de musculação (veja vídeo acima). O caso aconteceu na última sexta-feira (4) em uma academia em Juazeiro do Norte (CE), no Ceará.

Ele precisou passar por um procedimento de urgência ainda no sábado (5), que durou cerca de quatro horas. O homem, no entanto, tem 1% de chance de voltar a andar, segundo os médicos que o atenderam. Regilânio está consciente, mas não sente as pernas.

A cirurgia custou R$ 35 mil, conforme a família de Regilânio. Os custos se dividiram entre os familiares e a administração da academia onde ocorreu o acidente. Contudo, os familiares pedem ajuda por meio das redes sociais para arcar com as despesas do tratamento. Regilânio trabalhava como motorista de aplicativo.

O aparelho de musculação chamado “hack squat” caiu sobre os ombros de Regilânio enquanto ele descansava entre os exercícios. Ele sentou na plataforma da máquina e logo depois foi atingido por uma carga de 150 kg. O aparelho é usado para fazer agachamento convencional.

O acidente causou uma lesão na coluna considerada gravíssima pelos médicos e ele corre o risco de não andar mais. Conforme o neurocirurgião José Correia Junior, que atendeu o caso, os neurônios foram danificados de maneira importante com o impacto.

A cirurgia de Regilaneo consistiu em colocar pinos e parafusos para redução da fratura, com objetivo de fazer o realinhamento ósseo e descompressão da medula.

“A junção toracolombar, que é a transição da caixa torácica para a lombar, foi perdida a continuidade óssea. Não toca um osso no outro”, complementou.

Fonte: r7

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Segurança

Helicóptero, escolta e mais de 90 policiais: veja imagens da ida de Marcola a hospital do DF

por Redação 4 de agosto de 2023

Um dos mais famosos internos do sistema prisional brasileiro, Marco Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, mobilizou mais de 90 policiais de diversas áreas de segurança para realizar sua escolta até o Hospital Regional do Gama (HRG), localizado a cerca de 40 km do presídio federal no qual o líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) está preso desde janeiro deste ano, após ser transferido de Porto Velho, a capital de Rondônia.

Imagens mostram que os policiais estavam com armamento pesado e que Camacho era acompanhado de perto por um deles. Além disso, o preso utilizava um uniforme com os dizerem “Interno” para garantir a identificação.

Uma testemunha gravou também os homens armados que estavam em todo o perímetro da unidade pública de saúde e os presos — Marcola e outro detento que não teve a identidade revelada — que foram levados por um carro do Sistema Penitenciário Federal.

Depois de realizar os exames — uma coleta de sangue e uma endoscopia —, o chefe da facção foi levado para a prisão em um helicóptero. A aeronave levantou voo por volta das 8h30 em um local cercado por grades e policiais.

Transferência
Marcola foi transferido para a capital federal no dia 25 de janeiro após determinação do ministro da Justiça, Flávio Dino. Segundo ele, a mudança foi necessária pela descoberta de um suposto plano para libertar o preso, que estava no complexo federal de Porto Velho.

O chefe do PCC havia sido transferido para a capital de Rondônia em março do ano passado. Ele havia saído exatamente da penitenciária federal em Brasília. Na época, a remoção foi um pedido do governador do DF, Ibaneis Rocha.

O líder da facção criminosa foi transferido na parte da tarde, também com um grande esquema de segurança, que contou com aeronaves, veículos, helicópteros e policiais fortemente armados. Os detalhes — como número de pessoas que participaram e tipo de armamento utilizado — não foram divulgados por questão de segurança.

‘Marcola’
Marco Willians Herbas Camacho tem 55 anos e é apontado como líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Marcola está preso desde 19 de julho de 1999 e já passou por presídios do Distrito Federal, de Rondônia e do Rio Grande do Norte.

Nascido em Osasco, ele é filho de pai boliviano e mãe brasileira. Camacho negou, em um depoimento de 2017, que tenha ligação com a facção e, entre os apelidos que lhe são atribuídos, confirmou apenas ser conhecido como Marcola.

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Segurança

Marcola, apontado como principal líder do PCC, deixa presídio federal e é levado para hospital

por Redação 4 de agosto de 2023

Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola e suspeito de ser o principal líder da maior facção criminosa do Brasil, o PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido do Presídio Federal de Brasília, onde cumpre pena, para o Hospital Regional de Gama, na manhã desta sexta-feira (4).

Ao R7, Bruno Ferullo, responsável pela defesa de Marcola, informou que o médico particular do detento já havia pedido alguns procedimentos de rotina e, nesta sexta, ele foi submetido a exames de sangue e endoscopia.

Apesar disso, segundo Ferullo, Marcola não teve nenhum problema de saúde. “Eles [a polícia] não avisam ninguém, a gente só sabe depois que acontece”, comentou.

O chefe do PCC soma 342 anos de prisão por crimes como homicídio, tráfico de drogas, formação de quadrilha e roubo.

Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas Penais diz que detalhes sobre a saúde dos detentos não são informados por questão de segurança, mas que zela pela integridade dos custodiados e conta com equipe de saúde multidisciplinar — veja a nota na íntegra abaixo.

Veja a nota da Secretaria Nacional de Políticas Penais na íntegra:

“A Secretaria Nacional de Políticas Penais informa que, segundo o Código de Ética Médica e resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 999/80 de 23 de maio de 1980 e nº 1.605/2000, o sigilo de informações de saúde é simultaneamente direito do paciente e dever do profissional.

Todas as informações de saúde de quaisquer pessoas são sigilosas e privativas; porém, a Senappen reitera que os presos custodiados no Sistema Penitenciário Federal, nos ditames na Lei de Execução Penal, têm toda a assistência necessária de acordo com suas necessidades individuais, inclusive em questões materiais que, dentre outros, prevê o fornecimento de alimentação balanceada, vestuário e instalações higiênicas.

Além de contar com equipe de saúde multidisciplinar composta de médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, psicólogos e assistentes sociais, também há ativo o serviço de telemedicina, em que os privados de liberdade podem se consultar nas especialidades de cardiologia, ortopedia, pneumologia, urologia, dermatologia e psiquiatria.

Quaisquer informações individualizadas de custodiados não são informadas por questões de segurança e/ou legais.

Reforçamos que a Senappen zela pela integridade dos custodiados nas penitenciárias federais e pelo fiel cumprimento da Lei de Execução Penal (LEP).”

Transferência
Marcola foi transferido da penitenciária federal de Porto Velho, no estado de Rondônia, onde estava preso, para o Presídio Federal de Brasília, no Distrito Federal, em 25 de janeiro deste ano.

A operação de transferência foi coordenada pela Secretaria de Políticas Penais do Ministério da Justiça e realizada durante a tarde, sob forte esquema de segurança.

O motivo da mudança de prisão, segundo revelou o ministro de Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, seria um suposto plano de fuga de Marcola da unidade.

Fonte: r7

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Segurança

Moraes vota a favor da descriminalização do porte de maconha para consumo próprio

por Redação 3 de agosto de 2023

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (2) pela descriminalização do porte de maconha para consumo próprio. Ele ainda propôs que seja considerado usuário, pela Justiça, quem estiver portando entre 25 g e 60 g da planta. Até o momento, há quatro votos pela descriminalização, mas ainda sem definição se ela abrangeria apenas a maconha ou incluiria outras drogas ilícitas.

A Corte retomou a análise de uma ação que questiona a constitucionalidade da criminalização do porte de drogas para uso pessoal. O assunto é discutido na Corte desde 2015 e chegou a ser levado a julgamento duas vezes, mas a discussão não foi concluída.

Após o voto de Moraes, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, pediu o adiamento da votação para analisar a tese do colega. Mendes prometeu liberar o processo para votação na próxima semana.

Moraes defendeu a fixação de uma quantidade de droga apreendida para caracterizar porte ou tráfico, mas ponderou que esse não deve ser o critério único. Para ele, devem ser observados, por exemplo: a quantidade de entorpecentes diferentes; a apreensão de balança de precisão; cadernos de anotação ou celular; locais de apreensão; e se havia uma pessoa que entregava e outra que pagava naquele momento.

Os ministros analisam uma ação que pede a derrubada de um artigo da Lei de Drogas que diz que comete crime quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.

Segundo o ministro, existe racismo estrutural quando o suspeito de tráfico é negro. “Também aqui a mediana é de 80% a mais. O branco, para ser considerado traficante, deve ter 80% a mais que o preto ou pardo”, afirmou.

“Há necessidade de equalizar uma quantidade média padrão como presunção relativa para caracterizar e diferenciar o traficante do portador para uso próprio, porque essa necessidade, de equalizar essa quantidade média padrão, vai ao encontro do tratamento igualitário dos diferentes grupos sociais, culturais, raciais”, disse Moraes.

O debate no STF ocorre em um recurso apresentado em 2011 após o flagrante de um homem que portava 3 g de maconha dentro do Centro de Detenção Provisória de Diadema, em São Paulo.

A Defensoria Pública do Estado recorreu no STF da decisão da Justiça paulista que manteve o homem preso. Entre outros pontos, a instituição diz que a criminalização do porte individual fere o direito à liberdade, à privacidade e à autolesão, previstos na Constituição Federal.

Relator defende revogação de dispositivo da lei
O ministro Gilmar Mendes foi escolhido como relator do caso. Ele é a favor de que esse dispositivo da lei seja declarado inconstitucional e de que o porte de drogas para uso pessoal não seja considerado crime, por mais que esse tipo de substância seja prejudicial à saúde.

De acordo com Mendes, imputar um crime a uma pessoa dependente de entorpecentes dificulta a busca por tratamento químico. “A mera previsão da conduta como infração de natureza penal tem resultado em crescente estigmatização. A criminalização do porte para uso pessoal não condiz com a realização dos fins almejados no que diz respeito a usuários e dependentes, voltados à atenção, à saúde e à reinserção social”, afirmou o ministro.

Outros votos
Depois que Mendes apresentou seu voto, os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também se manifestaram a favor de derrubar a criminalização, mas apenas para o porte de maconha para uso pessoal.

Para Fachin, “a criminalização do porte de drogas para uso pessoal se atém a um argumento paternalista quando justifica o tratamento penal do consumo baseado na reprovação, no desincentivo e na prevenção geral que as respostas penais deveriam gerar”.

No voto, o ministro destacou que “criminalizar o porte de droga para consumo próprio representa a imposição de um padrão moral individual que significa uma proteção excessiva que, ao fim e ao cabo, não protege nem previne que o sujeito se drogue”.

Já para Barroso, “punir com o direito penal é uma forma de autoritarismo e paternalismo que impede o indivíduo de fazer suas escolhas existenciais”. “Para poupar a pessoa do risco, o Estado vive a vida dela. Não parece uma boa ideia”, julgou.

Fonte: r7

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Segurança

Maconha pelo mundo: entenda as regras sobre consumo nos países onde houve mudança de lei

por Redação 2 de agosto de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) tem em sua pauta desta quarta-feira (2) uma ação sobre a posse individual de drogas, que pode deixar de ser crime.

Os ministros vão decidir se a Lei de Drogas, que considera crime adquirir, guardar e transportar entorpecentes para consumo pessoal, é constitucional. Três ministros já apresentaram votos pela descriminalização do porte para uso pessoal — ao menos para a maconha.

Experiência de outros países
Nos últimos anos, diversos países alteraram as leis sobre maconha, e algumas dessas nações descriminalizaram não só a posse e o consumo, mas também a produção, a distribuição e a comercialização da droga.

Cada país tem seu próprio modelo regulatório em relação às drogas, e isso pode envolver a Justiça ou o Legislativo na tomada de decisões, afirma Cristiano Maronna, diretor do Justa, uma organização que analisa dados do financiamento e da gestão do Sistema de Justiça.

Como são as regras em alguns dos países que descriminalizaram
Portugal
Em Portugal, a posse drogas não é crime, mas, sim, um ato ilícito (o tráfico de drogas ainda é considerado um crime).

O país tem um critério para distinguir: a posse de até 25 gramas de cannabis é considerada posse para consumo, assim como o cultivo de até seis plantas fêmeas.

Argentina
Na Argentina houve uma decisão da Justiça que determinou que a posse de drogas para o uso pessoal não é um crime, mas não há uma regra que define como distinguir os produtores, os distribuidores e os comerciantes dos consumidores.

Uruguai
No Uruguai toda a cadeia da maconha é legalizada: produção, distribuição, comercialização e posse de maconha para uso pessoal são permitidas e reguladas.

Não é uma liberação geral, no entanto. No Uruguai, por exemplo, é preciso ter licença para cada uma dessas atividades. O consumidor precisa ser cadastrado e pode comprar maconha em farmácias ou pertencer a uma espécie de clube de consumidores ou plantar (há limites para quantas plantas as pessoas podem ter).

Espanha
Na Espanha também existem esses clubes. Os membros dessas organizações pagam uma taxa mensal para consumir cannabis. Os clubes existem formalmente, são registrados como pessoas jurídicas, inscritas como associações. Cada província espanhola estabelece algumas regras para esses clubes.

Holanda
Na Holanda, em teoria, o uso e o tráfico de maconha ainda são crimes, mas na prática isso não é penalizado.

Estados Unidos
Nos EUA, as regras variam de acordo com o estado.

Como aconteceram as mudanças
Grosso modo, as mudanças nas regras podem acontecer das seguintes formas:

Leis aprovadas pelo Legislativo do país, como no Uruguai.
Decisões da Justiça, como na Argentina.
Por decisões do Executivo ou do Legislativo para simplesmente parar de gastar recursos com a repressão ao consumo de maconha, como na Holanda
Referendos sobre a maconha em que a população decidiu legalizar a droga, como em estados dos EUA.

Leis aprovadas pelo Legislativo do país
Em alguns países, como no Uruguai, a mudança ocorreu através de um projeto de lei proposto pelo governo e aprovado pelo congresso. No Canadá, ocorreu algo similar, afirma Maronna.

O Uruguai foi o primeiro país a legalizar o consumo de maconha. Lá, no entanto, há regras sobre como se pode adquirir maconha –é principalmente em farmácias, mas também é possível fazer parte de clubes de maconha ou plantar em casa.

A legalização da maconha aconteceu durante o governo de Pepe Mujica, de esquerda, mas depois dele, foram eleitos dois presidentes que mantiveram a legalização.

Em países como Portugal, foi aprovada uma lei que considera a posse de drogas como uma infração administrativa, estabelecendo critérios objetivos para cada substância. No caso da maconha, por exemplo, a posse de até 25 gramas é considerada para uso pessoal e o indivíduo é encaminhado a um órgão administrativo, onde os casos mais simples são resolvidos de forma rápida. Já os casos mais graves são tratados como questões de saúde e são encaminhados para tratamento.

Decisões da Justiça
Na Argentina e na Colômbia, as cortes constitucionais (órgãos semelhantes ao STF no Brasil) analisaram a criminalização da posse de drogas para uso pessoal e concluíram que a proibição é inconstitucional, afirmando que o Estado não tem legitimidade para criminalizar a posse de drogas para uso pessoal, diz Maronna.

No entanto essas decisões podem ser revistas ou revertidas pelo Legislativo.

Mudanças decididas por referendos
A maioria dos estados dos Estados Unidos mudou a legislação sobre maconha depois de referendos sobre o tema. Nos EUA, os estados têm muita autonomia para determinar suas próprias leis, e as alterações nas leis sobre a droga não mudaram da mesma forma (Minnesota foi o 23º e último estado a legalizar a maconha, mas essa foi uma decisão do Legislativo estadual, e não em um referendo).

Priorizar outros gastos
Na Holanda, o Congresso define as prioridades no combate ao crime, afirma Cristiano Maronna, diretor do Justa.

“Eles decidem focar em questões como lavagem de dinheiro, crimes violentos e corrupção, e consideram o uso de drogas como menos importante. Eles reconhecem que têm recursos limitados e que a polícia não pode reprimir todos os crimes, sendo necessário fazer escolhas. Optam por combater crimes mais graves em vez daqueles que consideram menos sérios. A polícia é orientada a não priorizar a repressão ao uso de drogas, pois acreditam que isso seria ineficaz e desperdiçaria recursos valiosos”, diz ele.

Portanto, há uma política de tolerância aos “coffeeshops” (locais onde o consumo é liberado) pois as autoridades preferem direcionar seus recursos para crimes mais graves.

Referendos sobre maconha
Nos EUA existe um sistema de regras fragmentado e complexo em relação à cannabis. São 23 estados onde a maconha é legalizada. O mais recente deles foi Minnesota, que mudou as leis sobre a droga nesta semana. Na maioria dos estados, a mudança foi decorrente de referendos, mas isso não aconteceu em todos os locais (em Minnesota, foi uma alteração do Poder Legislativo local).

O país possui as leis federais, que são aplicadas por agências federais. Os EUA criminalizam diversas ações relacionados à maconha, como tráfico, comércio, importação e exportação, principalmente quando envolvem o atravessamento de fronteiras estaduais ou internacionais, diz Paul Armentano, vice-diretor da fundação Norml, uma organização para alterar as leis sobre maconha nos EUA.

Mais de dez anos se passaram desde que o estado do Colorado, o primeiro a legalizar a cannabis, alterou as leis estaduais. Armentano afirma que hoje há um consenso nos locais onde houve legalização que isso é preferível à criminalização. “A discussão não está mais centrada em se a maconha é boa ou ruim, ou se as pessoas vão usá-la. A razão para a legalização é que, ao longo de cerca de 100 anos, os estados e o governo federal tentaram desencorajar o uso de cannabis por meio da criminalização, prisões e processos legais, na esperança de reduzir a oferta e a demanda. No entanto, essa abordagem não funcionou”, diz ele.

Fonte: G1

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