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STF

STF

STF analisa decisão de Moraes que determinou perda do mandato de Carla Zambelli

por Redação 12 de dezembro de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta sexta-feira (12) a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a perda do mandato da deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP). A deliberação ocorre em plenário virtual e ficará aberta das 11h às 18h.

Moraes anulou a decisão da Câmara dos Deputados que havia mantido a parlamentar no cargo e ordenou que o presidente da Casa, Hugo Motta, dê posse ao suplente em até 48 horas. O ministro é relator da execução penal no processo em que Zambelli foi condenada e sustentou que a Câmara deveria apenas declarar a perda do mandato, sem deliberar sobre o cumprimento da decisão judicial.

A análise pela Primeira Turma ocorre para referendar a decisão individual, que já está em vigor. Caso a maioria dos ministros acompanhe o relator, o entendimento se tornará colegiado.

A Constituição determina a perda de mandato parlamentar em diferentes situações, como quebra de decoro, condenação penal definitiva, excesso de faltas e perda ou suspensão de direitos políticos. Em alguns casos, a perda é debatida em plenário; em outros, é apenas declarada pela Mesa Diretora.

O impasse entre Câmara e Supremo surge na interpretação sobre condenações penais. A depender do caso, a perda do mandato pode ser entendida como automática — devido ao regime de cumprimento da pena — ou como tema sujeito à deliberação interna do Legislativo.

Historicamente, o STF já adotou posições distintas. No julgamento do Mensalão, em 2012, o tribunal confirmou a perda de mandato de parlamentares condenados, cabendo à Câmara apenas formalizar o ato. No caso Natan Donadon, porém, a Casa manteve o mandato inicialmente, mas a decisão foi contestada no STF, que suspendeu o resultado.

Nos julgamentos mais recentes, a Primeira Turma tem consolidado o entendimento de que a perda do mandato é automática quando o regime de pena é incompatível com o exercício parlamentar. O mesmo raciocínio foi aplicado aos casos de Alexandre Ramagem e da própria Zambelli, ambos condenados por participação na tentativa de golpe de Estado em 2022.

Fonte: G1

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STF

Moraes determina perícia médica para avaliar necessidade de cirurgia em Jair Bolsonaro

por Redação 11 de dezembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (11) que Jair Bolsonaro passe por uma perícia médica oficial realizada por profissionais da Polícia Federal. O prazo para a conclusão do procedimento é de 15 dias e o objetivo é verificar a necessidade de cirurgia solicitada pela defesa do ex-presidente.

Na decisão, Moraes destacou que Bolsonaro está preso na Superintendência da PF desde 22 de novembro e que possui atendimento médico contínuo, sem registros de emergência nesse período. Ele também observou que os exames apresentados pela defesa não são recentes — o mais atual tem três meses — e não indicavam necessidade imediata de intervenção cirúrgica naquela ocasião.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pelo caso da trama golpista e está detido desde 25 de novembro. A defesa afirma que ele enfrenta dores e desconfortos na região inguinal, agravados por crises de soluços, e argumenta que o tratamento exige cirurgia sob anestesia geral, com internação estimada entre cinco e sete dias.

No mesmo pedido, os advogados solicitaram que Bolsonaro seja transferido para prisão domiciliar humanitária, citando jurisprudência do STF e princípios constitucionais relacionados à saúde e à dignidade humana. Eles sugeriram monitoramento eletrônico e outras condições que o ministro considerar necessárias.

Bolsonaro já havia cumprido prisão domiciliar entre 4 de agosto e 22 de novembro, antes de ser preso novamente por determinação de Moraes, que apontou risco de fuga após uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica.

Fonte: G1

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STF

Senado solicita ao STF suspensão de decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment até votação de novo projeto no Congresso

por Redação 10 de dezembro de 2025

O Senado Federal pediu nesta quarta-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda ou revogue a decisão individual do ministro Gilmar Mendes que alterou pontos centrais da Lei do Impeachment, de 1950. A medida do magistrado restringiu a apresentação de pedidos de impeachment contra ministros do STF exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR), retirando do cidadão comum a prerrogativa prevista na legislação original.

Proferida em 3 de dezembro, a decisão também elevou o número de parlamentares necessários para a abertura de um processo de impeachment de ministros do STF: de maioria simples para maioria qualificada, equivalente ao apoio de dois terços dos senadores.

No pedido encaminhado ao Supremo, o Senado solicita que a decisão seja suspensa ao menos até que o Congresso conclua a análise do projeto que atualiza a legislação sobre impeachment. O texto está em tramitação e pode ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A Casa também pede que o STF cancele a sessão marcada para sexta-feira (12), que referendaria a decisão do ministro.

A advocacia do Senado argumenta que a determinação de Gilmar impacta diretamente o andamento legislativo, criando “zonas de dúvida interpretativa” e dificultando a consolidação de um novo marco legal.

Votação deve ficar para 2026

O relator do projeto que moderniza a Lei do Impeachment, senador Weverton Rocha (PDT-MA), retirou a proposta da pauta da CCJ nesta quarta. Ele afirmou que ainda realizará ajustes no parecer preliminar que já havia elaborado. Com isso, a votação do texto deve ocorrer apenas em 2026.

O projeto atual não se limita a casos envolvendo ministros do STF. A proposta também regulamenta os processos de impedimento de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, procurador-geral da República, advogado-geral da União, além de integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Weverton destacou ainda que senadores sugeriram a realização de uma sessão temática para ampliar o debate e promover aperfeiçoamentos no texto antes de sua análise final.

Fonte: G1

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STF

Atualização da Lei do Impeachment avança no Senado para evitar conflitos com o STF

por Redação 5 de dezembro de 2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, articula com líderes partidários a atualização da Lei do Impeachment, de 1950, por meio de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). A iniciativa busca garantir que eventuais mudanças aprovadas pelo Congresso não sejam posteriormente invalidadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A proposta já prevê a manutenção da prerrogativa de senadores apresentarem pedidos de impeachment contra ministros do STF. Um dos pontos que ainda será debatido é o quórum necessário para abertura de processo. Hoje, a exigência é de maioria simples entre os presentes, desde que haja quórum mínimo de 41 senadores — o que possibilita a instauração com apenas 21 votos. O STF, porém, defende que o início do processo exija dois terços da Casa, equivalente a 54 votos.

A tensão entre os Poderes se intensificou após decisão do ministro Gilmar Mendes, que determinou que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode protocolar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo e que o quórum para abertura deve ser de dois terços. A Advocacia-Geral da União (AGU) tentou reverter a liminar, mas o pedido foi rejeitado nesta quinta-feira (4).

Parlamentares afirmam que a crise desencadeada pela decisão deve acelerar outras propostas já em discussão, como PECs que tratam da criação de mandatos para ministros do STF e alterações nas regras de indicação ao tribunal. Um líder do Senado resumiu o clima: “O STF declarou uma guerra com o Senado; agora vai sofrer os efeitos disso”.

Gilmar Mendes fundamentou sua decisão no entendimento de que a Lei do Impeachment de 1950 não foi recepcionada pela Constituição de 1988, por não estar alinhada às normas atuais.

Fonte: G1

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STF

Moraes pede que Primeira Turma do STF marque julgamento dos réus do caso Marielle

por Redação 5 de dezembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes solicitou à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que defina a data do julgamento dos réus acusados dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em março de 2018 no Rio de Janeiro. O processo, do qual Moraes é relator, está pronto para julgamento após o encerramento da instrução e a entrega das alegações finais do Ministério Público, das assistentes de acusação e das defesas.

Entre os réus estão:

Chiquinho Brazão, deputado federal, apontado como mandante;

Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, também acusado de ser mandante;

Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ, suspeito de ser o mentor intelectual;

Ronald Paulo Alves Pereira (Major Ronald), ligado à execução;

Robson Calixto Fonseca (Peixe), ex-PM e ex-assessor, acusado de ajudar a ocultar a arma e atuar no núcleo financeiro do grupo.

A denúncia, recebida integralmente pela Primeira Turma, envolve homicídio qualificado, tentativa de homicídio e organização criminosa.

Nos depoimentos, os réus negaram participação direta no crime. Chiquinho Brazão afirmou ter boa relação com Marielle e negou contatos com Ronnie Lessa; Domingos Brazão disse que “preferia ter morrido no lugar de Marielle” e relatou perda de peso desde a prisão; Rivaldo Barbosa declarou ter sido “assassinado” com sua prisão e contestou a versão dos irmãos Brazão como mandantes; Robson Calixto afirmou que apenas acompanhava Domingos Brazão e negou contato com Lessa.

Com todos os interrogatórios e diligências finalizados, Moraes destacou em seu despacho que não há mais impedimentos para o julgamento e solicitou ao presidente da Turma, ministro Flávio Dino, a definição de dias para julgamento presencial.

Fonte: G1

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STF

Gilmar Mendes afirma que lei do impeachment de ministros do STF já “caducou”

por Redação 4 de dezembro de 2025

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta quinta-feira (4) que a decisão que restringe à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apresentação de denúncias e pedidos de impeachment contra ministros da Corte não tem como objetivo blindar magistrados. Segundo ele, a medida apenas aplica parâmetros constitucionais atuais, já que a lei que trata do tema, de 1950, estaria ultrapassada.

A declaração foi feita antes de sua participação em um fórum sobre segurança jurídica promovido pelo portal Jota, em Brasília. A decisão, publicada na quarta-feira (3), limita exclusivamente à PGR a prerrogativa de apresentar denúncias contra ministros do Supremo — algo que antes podia ser feito por “qualquer cidadão”.

O STF informou que o plenário virtual analisará a decisão entre 12 e 19 de dezembro.

A mudança gerou forte reação no meio político, especialmente no Senado, responsável por processar e julgar pedidos de impeachment contra ministros do STF. Parlamentares, entre eles o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), criticaram a medida, alegando que ela restringe a atuação política e parlamentar.

Gilmar Mendes, porém, rejeitou essa interpretação. “Não se trata disso. Se trata de aplicar a Constituição. A lei já caducou. É de 1950, feita para o processo de impeachment na Constituição de 1946. Já atravessou várias constituições e agora se discute sua adequação à Constituição de 1988”, afirmou.

Durante o evento, o ministro voltou ao assunto e destacou a quantidade de pedidos de impeachment atualmente apresentados contra membros da Corte. “Acho que há 50 pedidos de impeachment em relação ao Moraes, 16 em relação ao Dino e assim por diante. São números muito expressivos. Em geral, os impeachments têm alvo nas decisões judiciais”, disse.

Ele também criticou a politização crescente do tema e reforçou a necessidade de uma atualização legislativa. Gilmar lembrou que, para presidentes da República, o quórum de impeachment exige dois terços da Câmara e do Senado, enquanto hoje um ministro do STF pode ser afastado por maioria absoluta. “Isso parece extravagante neste contexto de polarização. Mas é recomendável votar uma nova lei do impeachment”, concluiu.

O ministro Flávio Dino, que também participou do fórum, apontou que há 81 pedidos de impeachment contra ministros do STF em tramitação no Senado. “Nunca aconteceu algo assim em nenhum país do planeta”, afirmou. Para ele, a decisão de Gilmar deve estimular o Congresso a revisar a legislação. “Isso agudiza a necessidade de revisão do marco normativo e espero que esse julgamento sirva de estímulo ao Congresso Nacional”, declarou.

Fonte: G1

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STF

Congresso reage a decisão de Gilmar Mendes e prepara ofensiva com pacote de medidas contra o STF

por Redação 4 de dezembro de 2025

A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringe a apresentação de pedidos de impeachment contra ministros da Corte exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR), provocou forte reação no Congresso Nacional. A determinação, de caráter provisório, será analisada pelo plenário virtual do STF a partir de 12 de dezembro, mas já acirrou a tensão entre os Poderes.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a medida representa uma “grave ofensa à separação dos Poderes” e sinalizou que o Parlamento avaliará respostas legislativas. Entre as possibilidades citadas estão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que restringe decisões monocráticas — atualmente parada na Câmara — e o projeto que atualiza a Lei do Impeachment, que tramita lentamente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Nos bastidores, senadores já articulam o uso do projeto que revisa a Lei do Impeachment, de autoria do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para reforçar a prerrogativa da Casa de analisar pedidos contra ministros do STF e, inclusive, anular o efeito da decisão de Gilmar Mendes. O relatório do senador Weverton Rocha (PDT-MA) ainda não foi apresentado, mas o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), disse estar pronto para pautar a matéria assim que o texto ficar disponível.

Outra pauta sensível em tramitação é a PEC que estabelece mandatos para ministros do STF, relatada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), mas ainda sem previsão de votação.

Paralelamente, deve chegar ao Senado um projeto aprovado pela Câmara que cria novas regras para decisões individuais no STF e reorganiza o funcionamento das ações de controle concentrado. A votação ocorreu no mesmo dia em que Gilmar Mendes deu a decisão que desencadeou a crise institucional.

Na Câmara, diversas propostas que limitam o poder do Supremo também estão prontas para votação em plenário. Entre elas está uma PEC considerada mais rígida, que impõe regras e prazos mais duros para decisões individuais de ministros. Otto Alencar criticou a demora dos deputados em deliberar sobre o tema, afirmando que a falta de avanço contribuiu para o cenário atual.

Outra PEC em análise autoriza o Congresso a derrubar decisões do STF que extrapolem limites constitucionais. Além disso, deputados discutem projeto que amplia de cinco para dez os crimes de responsabilidade atribuídos aos ministros do Supremo e estabelece prazo de 15 dias para o Senado responder pedidos de impeachment, atualmente sem qualquer limite temporal.

Também tramita uma proposta que transfere ao plenário do Senado — e não apenas ao presidente da Casa — a decisão de abrir ou não um processo de impeachment contra ministros. Caso o pedido não seja analisado em até 30 dias, a pauta do Senado ficaria trancada por um mês.

Medidas contra o STF em tramitação no Congresso:

Projeto que altera a Lei de Impeachment – CCJ do Senado

PEC que estabelece mandatos para ministros do STF – CCJ do Senado

Projeto que restringe decisões monocráticas – aprovado pela CCJ da Câmara, aguardando envio ao Senado

PEC que limita decisões monocráticas – Plenário da Câmara

Projeto que cria novos crimes de responsabilidade – Plenário da Câmara

Projeto que facilita a abertura de impeachment de ministros – Plenário da Câmara

PEC que permite ao Congresso derrubar decisões do STF – Plenário da Câmara

Fonte: OGLOBO

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STF

13ª Vara Federal de Curitiba, que atuou na Lava Jato, é alvo de operação determinada pelo STF

por Redação 3 de dezembro de 2025

A 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável por conduzir a maior parte dos processos da Operação Lava Jato, foi alvo de uma operação policial na manhã desta quarta-feira (3). A ação foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo apuração da RPC, afiliada da TV Globo no Paraná.

Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão na unidade, recolhendo documentos e materiais ligados a investigações conduzidas ao longo dos anos pela 13ª Vara. A medida faz parte de um procedimento sigiloso supervisionado pelo STF, que mira possíveis irregularidades em decisões e apurações realizadas no período em que a vara foi central no combate à corrupção.

A operação reforça o escrutínio recente sobre atos da força-tarefa da Lava Jato e sobre procedimentos adotados pela Justiça Federal do Paraná. Até o momento, detalhes sobre o conteúdo dos documentos apreendidos e os próximos passos da investigação não foram divulgados.

Fonte: G1

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STF

Gilmar Mendes decide que somente a PGR pode apresentar pedido de impeachment contra ministros do STF

por Redação 3 de dezembro de 2025

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) tem legitimidade para apresentar pedidos de impeachment contra ministros da Corte. A medida, de caráter provisório, também estabelece que a abertura e a aprovação de um processo desse tipo devem obedecer ao quórum de dois terços do Senado.

A decisão será analisada pelos demais ministros no plenário virtual a partir de 12 de dezembro. Atualmente, a Lei de Crimes de Responsabilidade, de 1950, prevê que qualquer cidadão pode apresentar denúncias contra ministros do STF e o procurador-geral da República, e determina maioria simples para o recebimento e o julgamento do pedido.

Além de redefinir a legitimidade, Gilmar Mendes determinou que o mérito de decisões judiciais não pode fundamentar pedidos de impeachment e que magistrados não devem ser afastados de seus cargos durante a análise do processo. Para o ministro, o impeachment é uma ferramenta constitucional de uso excepcional, que exige rigor jurídico e não pode ser utilizado para restringir a independência entre os Poderes.

A decisão atende parcialmente pedidos feitos pelo partido Solidariedade e pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB). Em sua fundamentação, Gilmar afirmou que a Constituição de 1988 não incorporou diversos trechos da lei de 1950, como o quórum para abertura do processo, quem pode apresentar denúncia e a interpretação de decisões judiciais como possíveis crimes de responsabilidade.

O que diz a legislação

A Constituição determina que cabe ao Senado julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. Entre as condutas previstas estão: alterar decisão já proferida fora das vias recursais, julgar causa na qual seja legalmente suspeito, exercer atividade político-partidária, agir com desídia no cargo e adotar condutas incompatíveis com a honra, dignidade ou decoro das funções.

Fonte: OGLOBO

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STF

Impasse sobre sabatina de Jorge Messias no STF deve ser decidido por Alcolumbre ainda nesta terça

por Redação 2 de dezembro de 2025

A sabatina de Jorge Messias, advogado-geral da União indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), permanece indefinida. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), ainda não definiu como será conduzido o processo, que depende do envio formal da mensagem do Executivo ao Congresso — documento que, até esta terça-feira (2), não havia sido encaminhado.

Na semana passada, Alcolumbre e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD), anunciaram um calendário para análise da indicação. Pelo cronograma, o relatório seria apresentado nesta quarta (3), seguido por vistas coletivas e realização da sabatina em 10 de dezembro. No entanto, a falta da mensagem oficial comprometeu o andamento previsto.

A Casa Civil, responsável por enviar o documento, não informou data para o envio. Alcolumbre criticou publicamente a demora. Segundo Otto Alencar, o presidente do Senado avalia duas alternativas: reconhecer a publicação no Diário Oficial como suficiente para dar andamento ao processo, enviando o tema à CCJ, ou suspender o calendário divulgado.

Interlocutores indicam que a decisão pode ser anunciada durante a sessão do plenário ainda hoje. Paralelamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atua para garantir apoio político à aprovação de Messias no Senado.

Nos bastidores, senadores explicam que a chamada “sanção” mencionada por Alencar seria, na prática, uma notificação para que Jorge Messias apresente a documentação necessária em até 24 horas. Caso isso não ocorra, a CCJ poderia usar informações já públicas para dar seguimento ao processo. A consultoria jurídica da Casa preparou parecer defendendo essa interpretação, mas aliados consideram tal saída arriscada e potencialmente danosa à relação entre governo e Senado.

Um grupo de parlamentares articula uma solução intermediária: suspender o calendário sem anunciar nova data para a sabatina, como gesto político de Alcolumbre para reduzir tensões. “Não será uma derrota. Será um gesto de abertura ao diálogo”, afirmou um senador. Outro parlamentar reforçou que decidir sem a mensagem formal seria visto como um “atropelo” e prejudicaria a imagem do Senado.

Fonte: G1

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