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STF

STF

Primeira Turma do STF decide, por unanimidade, manter prisão preventiva de Jair Bolsonaro

por Redação 24 de novembro de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta segunda-feira (24), manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no sábado (22). Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator.

Bolsonaro permanece detido em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A análise ocorreu no plenário virtual do STF, onde os magistrados inserem seus votos eletronicamente, sem necessidade de sessão presencial.

A decisão de Moraes foi tomada após a violação da tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente durante a prisão domiciliar. Segundo o ministro, Bolsonaro agiu de forma “dolosa e consciente” ao danificar o equipamento, conduta que, somada a outros episódios de descumprimento de medidas judiciais, justificaria a conversão para prisão preventiva.

Argumentos do relator e dos demais ministros

No voto, Moraes afirmou que Bolsonaro confessou durante a audiência de custódia ter inutilizado a tornozeleira, o que configuraria falta grave e desrespeito à Justiça. Afirmou ainda que o episódio demonstrou risco de fuga e tentativa de interferência no cumprimento da medida, especialmente após a convocação de apoiadores para uma vigília em frente à residência do ex-presidente.

Flávio Dino também citou a mobilização recorrente de grupos políticos em torno de Bolsonaro, destacando risco à ordem pública e possibilidade de episódios semelhantes aos atos de 8 de janeiro de 2023. Dino lembrou ainda que o próprio ex-presidente declarou publicamente que não se submeteria à prisão. Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o relator sem apresentar votos complementares.

Por que Bolsonaro foi preso

A prisão preventiva ocorreu após a Polícia Federal relatar indícios de risco concreto de fuga e obstrução da fiscalização. Dois pontos foram considerados centrais:

A violação da tornozeleira eletrônica, que apresentava marcas de queimadura por uso de ferro de solda;

A convocação de apoiadores para uma vigília nas proximidades da residência onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar.

Em vídeo divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária do DF, Bolsonaro admitiu que tentou abrir o equipamento usando uma solda. Na audiência de custódia, afirmou que sofrera um “surto” em razão do uso de medicamentos como pregabalina e sertralina.

A defesa nega qualquer intenção de fuga, afirma que há laudos médicos comprovando estado de saúde delicado e pede que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar humanitária.

O processo referente à trama golpista pela qual ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão está na fase final de recursos. Assim que essa etapa for concluída, a pena passará à fase de execução.

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STF

Moraes vê dúvidas sobre envolvimento e vota por absolver general acusado de apoiar tentativa de golpe

por Redação 18 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (18) pela absolvição do general Estevam Theophilo, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército, denunciado por suposto envolvimento na tentativa de golpe. Segundo o ministro, há dúvidas que impedem uma condenação.

A Primeira Turma do STF julga as acusações relativas ao chamado núcleo 3 da investigação — grupo apontado como responsável por planejar as ações mais severas e violentas da trama golpista. Caso os demais ministros sigam o voto de Moraes, Theophilo será o primeiro réu desses núcleos absolvido pelo Supremo.

Além de propor a absolvição de Theophilo, Moraes votou pela condenação de outros nove réus do mesmo núcleo. Após sua manifestação, o julgamento foi suspenso e deve ser retomado ainda nesta tarde. Restam votar Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa o general de usar sua posição para apoiar o plano golpista, inclusive incentivando Jair Bolsonaro (PL) a assinar um decreto que viabilizaria a ruptura institucional. A defesa nega envolvimento, afirma que ele nunca recebeu qualquer proposta de golpe e sustenta não haver relação entre o general e os atos de 8 de janeiro.

Em seu voto, Moraes destacou que, apesar de existirem indícios contra Theophilo, o material probatório é insuficiente. Segundo ele, as únicas evidências são a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e uma mensagem apresentada pelo próprio colaborador.

“Em que pesem os fortes indícios da participação do réu Estevam Theophilo, não é possível condená-lo com base em duas provas diretamente produzidas pelo colaborador premiado, sem comprovação adicional”, afirmou o ministro. Ele reforçou que as provas remanescentes “estão ligadas exclusivamente à colaboração premiada”.

Fonte: G1

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STF

Toffoli acusa Mendonça de deturpar voto em sessão da Segunda Turma do STF

por Redação 12 de novembro de 2025

Um embate entre os ministros Dias Toffoli e André Mendonça marcou a sessão desta terça-feira (11) da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A discussão ocorreu durante o julgamento de um caso em que um juiz solicitava a responsabilização de um procurador por suposto dano moral.

O conflito começou quando Toffoli, relator da ação, alertou que a Corte poderia criar um “precedente perigosíssimo” ao relativizar a aplicação de teses já fixadas pelo STF. Mendonça discordou e citou um voto anterior de Toffoli, alegando que o entendimento do colega seria semelhante ao que agora criticava.

Toffoli rebateu, acusando Mendonça de deturpar seu voto e afirmou que se sentiu desrespeitado:

“Vossa excelência está colocando palavras no meu voto que não existiram. Achei desrespeitoso. Nunca fiquei interpretando voto de colega. Não coloco na minha boca voto do colega.”

Mendonça respondeu que apenas lia o voto anterior de Toffoli e reafirmou seu respeito ao colega:

“Respeito vossa excelência. Meu voto é meu voto.”

A discussão se intensificou, com Toffoli afirmando que se exaltava com atos de covardia, enquanto Mendonça sugeriu que o colega estava excessivamente exaltado por causa do caso.

O julgamento envolvia uma ação movida por um juiz ofendido por declarações do procurador Bruno Calabrich, do Ministério Público Federal no Distrito Federal, em entrevista concedida em 2005. A sessão foi suspensa após pedido de vista do ministro Nunes Marques, que alegou precisar analisar o caso com mais profundidade antes de votar.

Fonte: OGLOBO

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STF

Moraes determina que governo do Rio preserve imagens de câmeras corporais e envie laudos de autópsia de mortos em megaoperação

por Redação 10 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (10) que o governo do Rio de Janeiro preserve e encaminhe à Corte todas as imagens das câmeras corporais utilizadas por policiais na megaoperação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha.

Além das imagens, Moraes ordenou o envio de todos os laudos de autópsia realizados após a ação e dos relatórios de inteligência que embasaram a operação. O ministro é o relator provisório da ADPF das Favelas, processo no qual o STF fixou regras para a realização de operações policiais em comunidades do estado.

A decisão também inclui determinações ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), ao Ministério Público e à Defensoria Pública.

Segundo o despacho, o MP deve entregar “relatórios e cópias dos laudos realizados por sua perícia técnica independente”. Já a Defensoria Pública precisará informar se está sendo garantido o acompanhamento e a assistência às famílias das vítimas. O TJ-RJ, por sua vez, deverá detalhar quantas pessoas com mandado de prisão foram efetivamente presas, além dos resultados dos mandados de busca e apreensão e das audiências de custódia.

Abertura de inquérito sobre crime organizado

A medida vem dias após Moraes determinar a abertura de um inquérito para investigar a atuação de grupos criminosos violentos no Rio de Janeiro e suas possíveis conexões com agentes públicos. A investigação, conduzida pela Polícia Federal, já vinha sendo tratada de forma preliminar desde agosto e agora foi formalizada.

Em abril, o plenário do STF, ao concluir o julgamento da ADPF das Favelas, havia determinado que a PF apurasse indícios concretos de crimes com repercussão interestadual e internacional. Moraes agora quer que a corporação apresente um relatório atualizado das providências tomadas.

A decisão reforça o monitoramento do Supremo sobre as ações policiais no Rio, especialmente após uma das operações mais letais da história do estado.

Fonte: OGLOBO

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STF

Moraes determina início do cumprimento da pena de Mauro Cid por tentativa de golpe de Estado

por Redação 30 de outubro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (30) o início do cumprimento da pena do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado.

A decisão foi tomada após a defesa de Cid não apresentar recurso contra a condenação imposta pela Primeira Turma do STF, o que permitiu o trânsito em julgado do caso — ou seja, não há mais possibilidade de recurso.

Cid recebeu a pena mais branda entre os oito réus do núcleo central da trama golpista: 2 anos de reclusão em regime aberto, com o cumprimento de medidas cautelares.

Segundo Moraes, será necessário calcular o tempo de prisão provisória que Cid já cumpriu, para eventual abatimento na pena. O militar chegou a ser preso duas vezes durante as investigações, por um total inferior a seis meses.

Esta é a primeira ordem de início de pena entre os réus condenados pelo STF nos julgamentos relacionados à tentativa de golpe.

Restrições impostas

Mesmo com o cumprimento da pena em regime aberto, Mauro Cid deverá obedecer a uma série de restrições determinadas por Moraes:

Proibição de portar armas;

Proibição de usar redes sociais;

Proibição de manter contato com condenados ou investigados pela tentativa de golpe;

Recolhimento domiciliar noturno, entre 20h e 6h, e integralmente aos fins de semana;

Proibição de deixar o país — o militar havia manifestado o desejo de se mudar com a família para os Estados Unidos.

Na próxima segunda-feira (3), Cid participará de uma audiência no STF, onde será advertido sobre as condições do regime. Após o comparecimento, ele poderá retirar a tornozeleira eletrônica.

Fonte: G1

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STF

STF vê dificuldade de Cláudio Castro para lidar com operação mais letal da história do Rio

por Redação 29 de outubro de 2025

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliaram que o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), tem enfrentado dificuldades para lidar politicamente com a megaoperação policial realizada nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em 64 mortes, incluindo quatro policiais. A ação foi considerada a mais letal da história do estado.

Em conversas reservadas, integrantes da Corte criticaram a tentativa de Castro de atribuir ao Judiciário — especialmente ao STF — a responsabilidade por eventuais falhas na execução da operação.

Na terça, o governador voltou a criticar a ADPF 635 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), conhecida como “ADPF das Favelas”, chamando-a de “maldita”. Ele afirmou que a decisão — ajuizada pelo PSB em 2020 e que impôs limites a operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia — teria dificultado o trabalho das forças de segurança.

“Ainda são o que nós chamamos de filhotes dessa ADPF maldita. Infelizmente um partido político ingressou (com a ação) e prejudicou demais o Rio de Janeiro”, disse o governador.

Castro comparou as restrições impostas aos policiais com o uso de drones com explosivos por criminosos, alegando que a legislação impede ações de resposta proporcionais.

“Não pode o policial bem treinado atirar da plataforma, mas pode o criminoso usar um drone com bomba. São essas idiossincrasias que a gente vê e, infelizmente, a tentativa de politização da segurança pública arrebenta sempre no lado do policial”, declarou.

A operação, batizada de “Contenção”, mobilizou 2.500 agentes e tinha como alvo lideranças do Comando Vermelho, incluindo criminosos de outros estados que se refugiaram em comunidades fluminenses.

Após a ação, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pediu explicações formais ao governo do Rio sobre o cumprimento das diretrizes da ADPF 635, como a utilização de câmeras corporais, a presença de ambulâncias nas áreas de atuação e o respeito aos horários escolares.

Fonte: OGLOBO

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STF

STF avalia que prisão em regime fechado de Jair Bolsonaro deve ocorrer até o fim de 2025

por Redação 28 de outubro de 2025

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam, reservadamente, que a prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ocorrer até o fim de 2025. A expectativa é de que, com o avanço dos trâmites judiciais e a baixa probabilidade de reversão da condenação, o processo esteja concluído antes do início do calendário eleitoral de 2026.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição do estado democrático de direito, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar por descumprimento de medidas cautelares em outro processo — que apura a tentativa de coagir ministros da Corte a partir de ações articuladas nos Estados Unidos.

A publicação do acórdão da sentença, ocorrida na última semana, iniciou a contagem dos prazos para a apresentação de recursos. A defesa do ex-presidente já protocolou os embargos nesta segunda-feira (27). Nos bastidores, integrantes do STF avaliam que os recursos não devem alterar o resultado do julgamento e que a execução da pena é apenas uma questão de tempo.

Prazos e bastidores do julgamento

A análise predominante entre os ministros é de que o processo deve ser concluído entre o fim de novembro e o início de dezembro, evitando que a discussão se arraste para o ano eleitoral de 2026. Embora a defesa ainda possa recorrer com embargos infringentes, a avaliação é que não há base jurídica suficiente para reverter a condenação.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, tem indicado que não aceitará medidas protelatórias e pode determinar o início do cumprimento da pena assim que os prazos forem esgotados.

Local da prisão e próximos passos

Ainda não há definição sobre onde Bolsonaro deverá cumprir a pena. A Superintendência da Polícia Federal em Brasília e o Centro Penitenciário da Papuda estão entre as possibilidades. A defesa deve insistir em um novo pedido de prisão domiciliar, alegando questões de saúde e segurança, mas interlocutores da Corte afirmam que esse pleito só será avaliado após o trânsito em julgado.

Entenda a condenação

O STF entendeu que Bolsonaro liderou uma organização criminosa com o objetivo de permanecer no poder, mesmo após a derrota nas eleições de 2022. Um dos principais pontos da condenação foi a apresentação de uma minuta aos comandantes das Forças Armadas que previa medidas para anular o resultado do pleito. Segundo a decisão, os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 foram uma consequência direta do fracasso desse plano.

A defesa sustenta que Bolsonaro não tomou medidas concretas para interferir no resultado eleitoral e que apenas discutiu “mecanismos constitucionais” com os militares. Além disso, alega que o ex-presidente não pode ser responsabilizado pelos atos do 8 de janeiro, já que estava fora do país à época.

Fonte: OGLOBO

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STF

Mesmo na 2ª Turma, Fux pode participar do julgamento de recursos de Bolsonaro no caso da tentativa de golpe

por Redação 23 de outubro de 2025

O ministro Luiz Fux continua com caminho aberto para participar dos julgamentos de recursos de Jair Bolsonaro (PL) e de outros condenados na trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) — mesmo após deixar a 1ª Turma da Corte, responsável pelos processos.

Na quarta-feira (22), Fux — que foi o único a votar contra a condenação de Bolsonaro — obteve autorização do presidente do STF, Edson Fachin, para se transferir para a 2ª Turma. Apesar disso, segundo a avaliação de ministros do Supremo, ele pode ser chamado novamente para votar nos recursos relacionados aos casos dos núcleos 1 e 4 da trama golpista, dos quais participou na fase de julgamento.

O entendimento é que Fux, como integrou a fase de instrução e o julgamento original, poderia retornar temporariamente à 1ª Turma quando os recursos forem apreciados.

De acordo com o jurista Gustavo Sampaio, essa possibilidade pode se dar por meio de um “acordo de cavalheiros” entre Fachin, o presidente da 1ª Turma, Flávio Dino, e o próprio Fux.

“O processo é dividido em instrução e julgamento. Há uma posição de que quem participou dessa etapa deve julgar o recurso. Se a Turma entender cabível, ele volta. Acredito ser o mais provável dentro desse acordo de cavalheiros”, explicou Sampaio.

O acórdão da condenação de Bolsonaro foi publicado na quarta-feira (22). A defesa do ex-presidente tem cinco dias corridos para apresentar recurso.

Outro processo: recurso contra inelegibilidade

Na mesma semana, Fux também passou a ser relator do recurso de Bolsonaro contra a inelegibilidade de oito anos imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O caso foi distribuído a Fux após o ministro Cristiano Zanin se declarar impedido.

Fontes do STF, porém, avaliam que o processo deve permanecer na 1ª Turma, pois a redistribuição ocorreu dentro desse colegiado. Isso daria à 1ª Turma preferência para julgar a contestação da defesa de Bolsonaro.

Fonte: G1

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STF

Para ministros, relação de Fux com colegas da 1ª Turma do STF estava insustentável

por Redação 22 de outubro de 2025

A decisão do ministro Luiz Fux de deixar a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e pedir transferência para a 2ª Turma não é vista apenas como uma movimentação administrativa após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Segundo ministros e interlocutores ouvidos nos bastidores da Corte, a relação de Fux com os colegas da 1ª Turma se tornou “praticamente insustentável”.

O clima de tensão cresceu após o voto divergente de Fux no julgamento do núcleo principal da trama golpista, que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por 4 votos a 1. O ministro foi o único a votar contra a condenação, o que, segundo fontes, gerou forte desconforto entre os demais integrantes da turma.

Desde então, o ambiente teria se deteriorado, tornando difícil a convivência e o andamento de julgamentos futuros relacionados ao caso. Com a saída de Fux, ele ficará de fora dos próximos julgamentos sobre o golpe.

Pedido formal de transferência

No documento enviado nesta terça-feira (21) ao presidente do STF, Edson Fachin, Fux invocou o artigo 19 do Regimento Interno da Corte, manifestando interesse em integrar a 2ª Turma “considerando a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso”.

Atualmente, a 1ª Turma é composta por Alexandre de Moraes (presidente), Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Fux.

Já a 2ª Turma, para a qual o ministro pretende migrar, conta com Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques.

Caso o pedido seja aceito, Fux passará a integrar o grupo responsável por julgamentos de grande repercussão envolvendo temas políticos, econômicos e administrativos — um ambiente de perfil e alinhamentos bastante distintos da atual composição da 1ª Turma.

Contexto político e jurídico

A decisão de Fux ocorre pouco mais de um mês após a condenação de Bolsonaro e outros sete réus pela tentativa de ruptura institucional. A votação, conduzida por Alexandre de Moraes, consolidou a maioria pela condenação, com apenas Fux divergindo.

Nos bastidores, ministros consideram que o afastamento de Fux da 1ª Turma pode evitar novos embates internos e preservar a imagem de colegialidade da Corte em julgamentos sensíveis.

Fonte: G1

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STF

STF: ministros esperam repetição do placar de 4 a 1 no julgamento do ‘núcleo das fake news’

por Redação 21 de outubro de 2025

Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) esperam que o julgamento do chamado núcleo 4, relacionado à disseminação de notícias falsas, repita o placar de 4 a 1 registrado no caso do “núcleo crucial”.

A expectativa é de que o ministro Luiz Fux mantenha sua divergência em relação aos demais integrantes da turma. Segundo colegas, ele tende a adotar um “viés mais voltado para absolvições ou penas menores”.

No primeiro julgamento, Fux acompanhou os colegas apenas na condenação de Mauro Cid e Braga Netto, no trecho que tratava dos planos batizados de “Operação Punhal Verde e Amarelo” e “Copa 2022”, que previam o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes.

Os réus do núcleo 4 não têm relação com esses planos, formulados durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) com o objetivo de “neutralizar” as autoridades. O julgamento deve ser concluído ainda nesta terça-feira (21).

Fux havia entregue seu voto sobre o núcleo crucial, mas pediu devolução para revisão. Todos os ministros enviaram seus votos no dia 15 de outubro, e Fux tem prazo até 11 de novembro, embora tenha sinalizado que deve devolvê-lo ainda nesta semana.

Caso a previsão se confirme, o acórdão pode ser publicado entre o fim de outubro e o início de novembro, abrindo o prazo para os recursos das defesas dos condenados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O STF mantém a previsão de executar as sentenças do núcleo crucial no início de dezembro.

Fonte: G1

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