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STF

STF

Barroso pede sessão extraordinária no STF para julgamento sobre descriminalização do aborto

por Redação 17 de outubro de 2025

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a realização de uma sessão extraordinária, em plenário virtual, para retomar o julgamento sobre a descriminalização do aborto. A decisão cabe ao presidente do STF, Edson Fachin, que deve marcar a data do julgamento.

O pedido foi apresentado na véspera da aposentadoria de Barroso, prevista para este sábado (18), antecipando sua saída da Corte, que poderia se estender até 2033, quando completaria 75 anos.

Barroso argumenta “excepcional urgência” devido à aposentadoria e destacou que seu voto será somado ao da antiga relatora, ministra Rosa Weber, que em 2023 se manifestou a favor da descriminalização, afirmando que “a maternidade é escolha, não obrigação coercitiva” e classificando a criminalização como violência institucional contra as mulheres.

O ministro havia retirado o caso do plenário virtual em setembro de 2023, mas cancelou o pedido de destaque nesta sexta-feira, permitindo que a discussão volte ao ambiente virtual. Durante sua gestão como presidente do STF, Barroso optou por não colocar o processo em pauta, alegando que o debate na sociedade não estava maduro.

A ação foi apresentada pelo PSOL em 2017, pedindo que o STF exclua do Código Penal os artigos que criminalizam o aborto até a 12ª semana de gestação, alegando que a criminalização fere princípios constitucionais, como dignidade humana, igualdade, liberdade, saúde e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

Fonte: OGLOBO

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STF

Cotados à vaga no STF adotam discrição para evitar irritar Lula

por Redação 15 de outubro de 2025

Cinco dias após o ministro Luís Roberto Barroso anunciar sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal (STF), os principais cotados à sucessão têm adotado uma postura discreta, em tentativa de evitar desgastes e pressões sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), responsável pela indicação do novo ministro.

Entre os nomes mais citados estão o advogado-geral da União, Jorge Messias, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas. Nenhum deles tem feito movimentos públicos diretos em torno da disputa.

As agendas oficiais têm sido marcadas por compromissos institucionais. Messias, por exemplo, tem concentrado a atuação em pautas jurídicas da Advocacia-Geral da União (AGU) e evitado qualquer articulação aberta. Ele chegou a ser convidado para um jantar em homenagem a Barroso, promovido pelo advogado Murillo de Aragão, mas optou por não comparecer.

A estratégia marca uma mudança em relação a 2023, quando Messias se movimentou intensamente para tentar ocupar a vaga deixada por Rosa Weber, posteriormente preenchida por Flávio Dino. Agora, o ministro prefere o silêncio, inclusive com aliados próximos, para não constranger Lula nem repetir uma eventual frustração.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou em entrevista ao Globo que Messias é o nome mais próximo do presidente, mas reconheceu que Pacheco e Dantas também contam com a confiança do Planalto.

Nos bastidores, o fator religioso tem sido considerado um trunfo de Messias, que é evangélico e vem publicando conteúdos sobre fé em suas redes sociais. Um gesto de Lula nessa direção seria lido como aceno ao eleitorado evangélico — base majoritariamente alinhada à direita — às vésperas das eleições municipais.

Rodrigo Pacheco também adota tom cauteloso. Na segunda-feira, participou de uma reunião com o presidente do Supremo, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. O encontro, de caráter institucional, teve ampla repercussão após Alcolumbre divulgar registros do evento, interpretados como sinal de apoio a Pacheco.

O senador, segundo aliados, articula nos bastidores para conter resistências a seu nome, enquanto Alcolumbre já teria avisado ao Planalto que uma indicação de Messias enfrentaria resistência no Senado.

Já Bruno Dantas esteve em Roma, onde participou de um evento da FAO sobre segurança alimentar e governança global. A coincidência com a visita oficial de Lula à capital italiana chamou atenção, embora ambos não tenham se reunido pessoalmente.

A cautela dos cotados reflete também o humor do Planalto. Lula ficou irritado com o timing da aposentadoria de Barroso, que formalizou a saída em meio a um momento de tensão política e derrotas recentes no Congresso. Segundo o colunista Lauro Jardim, Barroso tentou ligar para o presidente após protocolar o pedido, mas Lula não atendeu.

O petista tem dito a interlocutores que não pretende se deixar pressionar e que a escolha será feita com base em critérios jurídicos e políticos, “no tempo certo”.

Fonte: OGLOBO

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STF

Moraes nega pedido da defesa e mantém Bolsonaro em prisão domiciliar

por Redação 13 de outubro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (13) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) e decidiu manter a prisão domiciliar e as medidas cautelares já impostas ao ex-presidente.

Na decisão, Moraes afirmou que as restrições são necessárias para evitar o risco de fuga e garantir a aplicação da lei, citando a condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, no caso da trama golpista de 8 de janeiro de 2023.

“A condenação do réu Jair Messias Bolsonaro […] e o fundado receio de fuga autorizam a manutenção da prisão domiciliar e das cautelares para garantia efetiva da aplicação da lei”, escreveu o ministro.

As medidas restritivas incluem a proibição de uso de redes sociais e celular, além da retenção do passaporte.

A decisão atende a um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que destacou o “risco concreto de fuga” e a necessidade de assegurar o cumprimento da pena imposta pela Primeira Turma do STF.

A defesa do ex-presidente havia solicitado a revogação da prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro não foi denunciado no inquérito que apura suposta atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos para interferir no julgamento da trama golpista.

Os advogados sustentaram que, como não há denúncia formal contra o ex-presidente nesse caso, as medidas seriam desnecessárias.

“Inexiste fundamento mínimo necessário para manter as medidas cautelares antes impostas”, afirmou a defesa.

No entanto, Moraes destacou que Bolsonaro descumpriu medidas anteriores e que sua prisão domiciliar, decretada em julho, foi consequência direta desse comportamento.

A decisão mantém o ex-presidente em prisão domiciliar por tempo indeterminado, até nova deliberação do STF.

Fonte: G1

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STF

Edson Fachin assume presidência do STF com Alexandre de Moraes como vice

por Redação 29 de setembro de 2025

O ministro Luiz Edson Fachin toma posse nesta segunda-feira (29) como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele será o 51º magistrado a ocupar o cargo desde a Proclamação da República. Fachin terá como vice-presidente o ministro Alexandre de Moraes. O mandato da dupla à frente da Corte se estenderá pelos próximos dois anos.

A cerimônia contará com a presença de representantes dos três Poderes, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Perfil de Fachin

Natural de Rondinha (RS), Fachin tem 67 anos e é graduado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestre e doutor pela PUC-SP, também fez pós-doutorado no Canadá, além de passagens acadêmicas pela Alemanha e Inglaterra. Foi professor titular de Direito Civil na UFPR e procurador do Estado do Paraná (1990-2006).

Indicado ao STF em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff, é relator de casos relevantes, como processos da Lava Jato, a ADPF das Favelas (que restringiu operações policiais no Rio de Janeiro) e o julgamento sobre o marco temporal das terras indígenas. Entre 2021 e 2022, presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Perfil de Moraes

O vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes, 56, é formado em Direito pela USP, onde também concluiu doutorado e se tornou professor titular. Foi promotor de Justiça em São Paulo por 11 anos, secretário de Justiça e de Segurança Pública do estado, além de ministro da Justiça no governo de Michel Temer.

No TSE, onde atua desde 2017, presidiu a Corte Eleitoral de 2022 a 2024, sucedendo justamente Fachin.

Fonte: G1

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STF

Moraes dá 15 dias para Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo responderem à denúncia da PGR

por Redação 23 de setembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que as defesas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do blogueiro Paulo Figueiredo respondam à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por coação no curso do processo judicial. O prazo para manifestação é de 15 dias, conforme a legislação que rege os processos penais no STF.

O caso envolve a atuação de Eduardo Bolsonaro para atrapalhar o processo relacionado ao golpe de Estado, no qual seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão. Paulo Figueiredo, aliado da família, também foi denunciado por atuar nos Estados Unidos junto a Eduardo.

Em nota, os denunciados afirmaram que aguardariam “muito pacientemente” a comunicação formal do processo entre Brasil e Estados Unidos para se manifestarem. Caso a notificação não seja possível, o STF pode citar os acusados por edital ou determinar que a defesa seja feita pela Defensoria Pública.

O procedimento de notificação é parte do trâmite jurídico após a apresentação da denúncia. Em geral, os acusados têm 15 dias para se manifestar antes que os ministros decidam se serão ou não formalmente tornados réus.

Além disso, o deputado Eduardo Bolsonaro permanece nos Estados Unidos desde fevereiro. Recentemente, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), barrou a indicação dele para a liderança da minoria como forma de tentar evitar a perda do mandato por faltas, já que o parlamentar ultrapassou o prazo permitido para ausência justificada.

Fonte: G1

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STF

STF forma maioria para restringir autorização de buscas no Congresso e em apartamentos funcionais a competência da Corte

por Redação 22 de setembro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para estabelecer que somente a Corte pode autorizar operações de busca e apreensão nas dependências do Congresso Nacional e em imóveis funcionais ocupados por parlamentares.

O julgamento, iniciado na sexta-feira (19), refere-se a uma ação da Mesa Diretora do Senado, que questiona decisões judiciais em instalações do Legislativo, como ocorreu em casos anteriores, incluindo a Operação Métis, de 2016, que investigava supostos obstáculos à Lava Jato.

Até esta segunda-feira (22), seis ministros já votaram nesse sentido: Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. O julgamento ocorre no plenário virtual, com possibilidade de inserção de votos até sexta-feira (26).

O relator, ministro Cristiano Zanin, destacou que a discussão envolve preservação da independência e autonomia no exercício dos mandatos parlamentares. Alexandre de Moraes reforçou a importância da harmonia entre Poderes, defendendo mecanismos de controle que evitem abusos, mas garantam o respeito às prerrogativas constitucionais.

Segundo a Mesa do Senado, medidas cautelares deferidas por juízes de primeira instância podem atingir informações estratégicas ligadas ao exercício da função pública, e por isso devem estar sob supervisão do STF. A decisão visa proteger tanto o devido processo legal quanto a autonomia institucional do Legislativo.

O caso ganha relevância em um contexto de tensão recente entre Judiciário e Legislativo, marcado por propostas de blindagem a parlamentares e anistia a condenados pelo episódio de 8 de janeiro.

Fonte: G1

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STF

STF abre inquérito para investigar conclusões da CPI da Covid

por Redação 18 de setembro de 2025

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (18) a abertura de inquérito para apurar fatos apontados pela CPI da Covid, encerrada em 2021. A investigação ficará a cargo da Polícia Federal (PF), que terá 60 dias para aprofundar as apurações.

O relatório final da comissão, aprovado em outubro de 2021, atribuiu responsabilidades ao então presidente Jair Bolsonaro (PL) pela condução da pandemia e pediu o indiciamento dele e de outras 65 pessoas, entre as quais seus filhos Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro, além de ex-ministros e parlamentares.

De acordo com Dino, os autos trazem “os requisitos legais necessários para a instauração de inquérito policial, a fim de que os fatos tratados tenham punição”. A decisão atende a pedido da PF, que já havia solicitado acesso às provas produzidas pela CPI.

O que aconteceu desde a CPI:

O relatório final foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que iniciou apurações preliminares.

A PF obteve acesso ao material da comissão após decisão do STF.

Com base nesse acervo, a corporação pediu abertura formal de inquérito, agora autorizado por Dino.

Com isso, a PF poderá dar continuidade às apurações da CPI e decidir se há elementos suficientes para indiciamento dos investigados.

Fonte: G1

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STF

STF coloca segurança de ministros em alerta máximo, o ‘vermelho’

por Redação 2 de setembro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que todos os seus ministros permaneçam sob nível máximo de segurança — classificado como “vermelho” — durante o julgamento da trama golpista iniciado nesta semana.

Embora a avaliação interna seja de que os riscos estão mitigados, a Corte mantém o alerta em grau máximo desde o início do ano, seguindo o Código de Cores de Cooper, que classifica situações de risco em quatro níveis: branco (sem risco), amarelo, laranja e vermelho.

Tradicionalmente, apenas o ministro Alexandre de Moraes já era considerado alvo de maior risco. No entanto, a medida passou a abranger os 11 ministros do Supremo, que hoje viajam acompanhados por escoltas compostas por dois a três seguranças à paisana.

O tema ganhou ainda mais atenção após o episódio desta segunda-feira (1º), quando o ministro Flávio Dino foi hostilizado em um voo comercial entre São Luís e Brasília. Uma passageira tentou se aproximar e ofendê-lo, mas foi contida por seguranças e por uma aeromoça. O caso foi registrado pela Polícia Federal, e tanto Dino quanto a passageira prestaram depoimento ao desembarcar na capital federal.

Entre os maiores temores das autoridades está a ação de um possível “lobo solitário” — chamado internamente de “rato solitário” — que possa agir de forma isolada contra os ministros. A preocupação é reforçada por episódios recentes, como a explosão de um homem em frente ao STF, em novembro do ano passado, e a tentativa de invasão ao prédio da Corte por um homem de 52 anos, preso no último fim de semana.

Fonte: OGLOBO

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STF

Moraes determina monitoramento integral de Bolsonaro pela Polícia Penal do DF

por Redação 27 de agosto de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (26) que a Polícia Penal do Distrito Federal passe a realizar monitoramento em tempo integral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar e já utiliza tornozeleira eletrônica.

A decisão se baseia no risco de fuga, apontado por Moraes, sobretudo diante da atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde tem buscado influenciar autoridades contra o Judiciário brasileiro.

O ministro destacou também a proximidade do julgamento em que o ex-presidente é réu por tentativa de golpe de Estado, com sessões marcadas a partir de 2 de setembro.

Segundo a decisão, equipes deverão vigiar em tempo real o endereço residencial de Bolsonaro, de forma discreta e sem exposição indevida. Caberá à Polícia Penal definir se atuará com uniformes ou armamento.

Moraes determinou ainda que a Secretaria de Segurança Pública do DF seja oficiada para as providências necessárias e que os advogados de Bolsonaro sejam intimados. A decisão também foi encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá cinco dias para se manifestar sobre pontos pendentes do processo.

Atualmente, Bolsonaro está em prisão domiciliar em razão de outro inquérito, que apura a suposta tentativa de coação a autoridades envolvidas no caso do golpe. A defesa do ex-presidente nega qualquer descumprimento de medidas cautelares.

Fonte: G1

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STF

Zanin marca para 2 de setembro início de julgamento de Bolsonaro e mais sete por tentativa de golpe

por Redação 15 de agosto de 2025

O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cristiano Zanin, marcou para 2 de setembro a primeira sessão de julgamento da ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus do chamado “núcleo 1” da suposta organização criminosa denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

As sessões extraordinárias estão previstas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro, das 9h às 12h, com horários adicionais das 14h às 19h nos dias 2, 9 e 12. O caso completo envolve 34 réus, e ainda não há definição sobre as datas de julgamento dos demais.

Além de Bolsonaro, serão julgados os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (GSI), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin; e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente.

A PGR acusa Bolsonaro de ser o “principal articulador, maior beneficiário e autor” das ações destinadas a romper o Estado Democrático de Direito após sua derrota nas eleições de 2022. Entre os crimes atribuídos estão: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. As penas máximas podem chegar a 43 anos de prisão.

O julgamento começará com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, seguido da manifestação da PGR e das defesas. A votação dos ministros ocorrerá na sequência: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, podendo a ordem ser alterada. Há expectativa de que o ministro Luiz Fux possa pedir vista, o que pode prolongar o julgamento além das datas marcadas.

Fonte: G1

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