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Curiosidade

Curiosidade

Embalagem ‘mágica’ muda de cor para avisar se peixe está estragado

por Redação 15 de maio de 2025

Imagine não precisar cheirar ou tocar no peixe para saber se ele estragou. Uma embalagem inteligente desenvolvida por cientistas brasileiros pode tornar isso possível. Ela muda de cor conforme o alimento se deteriora.

Essa inovação foi criada por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com parceria com a Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Como funciona?
A “mágica” acontece graças a pigmentos naturais chamados antocianinas. Essas substâncias são encontradas em plantas, frutas e vegetais de cores fortes. É o caso do repolho roxo, que foi a fonte das antocianinas usadas na pesquisa.

Esses pigmentos têm uma característica especial: mudam de cor conforme o nível de acidez do ambiente ao redor.

Os cientistas tiveram a ideia de usar esses pigmentos naturais em mantas de nanofibras inteligentes. Elas são estruturas muito finas, que formam um material parecido com um tecido.

Essa manta pode ser produzida a partir de restos de alimentos, o que ajuda a reduzir o desperdício.

Além de monitorar as mudanças na acidez do alimento, as nanofibras conseguem identificar outros compostos liberados e o crescimento de bactérias. Esses indicadores são fundamentais para mostrar a deterioração de peixes e frutos do mar.

A partir disso, acontece a mudança de cor na embalagem, que mostra que o alimento está estragado.

Testes com peixe
Os testes em laboratório foram feitos com filés de merluza.

?No início, quando o peixe estava fresco e próprio para consumo, a embalagem apresentava cor roxa.

?Depois de 24 horas, a cor ficou menos intensa.

?Com 48 horas, surgiram tons azuis-acinzentados.

?Passadas 72 horas, a coloração ficou azul, indicando claramente que o filé de peixe armazenado havia se deteriorado.

Essa mudança visível na cor permite monitorar a qualidade do alimento em tempo real, sem precisar abrir a embalagem.

Produção mais fácil e barata
Para criar essas mantas de nanofibras, os pesquisadores usaram uma técnica chamada fiação por sopro em solução (do inglês Solution Blow Spinning).

Nela, um gás comprimido é usado para soprar as fibras finíssimas, que se depositam em um coletor formando a manta. O resultado final se parece com fibras de algodão.

Essa técnica é uma forma muito rápida para produzir as nanofibras. Ela também permite a produção em grande quantidade, tem custos mais baixos, rende mais e usa menos energia.

Quando vai chegar ao mercado?
Ainda não há um prazo para a embalagem chegar aos consumidores.

Os pesquisadores da Embrapa destacam que, embora os testes com filés de merluza tenham sido ótimos, ainda é preciso ampliar os estudos para ter certeza que a tecnologia funciona bem com outras espécies de peixe e frutos do mar.

Fonte: G1 

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Curiosidade

‘Profecia’ de fim dos tempos do Apocalipse 13 vem à tona após nomeação de papa americano; entenda o que diz passagem bíblica

por Redação 9 de maio de 2025

Após o anúncio nesta quinta-feira (8) do nome do americano Robert Francis Prevost como o novo papa, começaram a pipocar nas redes sociais menções ao Apocalipse 13, último livro da Bíblia, conhecido como o “livro da revelação”.

“Profecia de Apocalipse 13 se cumprindo”, publicou um usuário do X.

Afinal, o que é o Apocalipse 13?
O capítulo 13 do Apocalipse faz parte do Novo Testamento e foi escrito por João no século 1. Ele menciona duas bestas: uma que emerge do mar e outra que emerge da terra.

?“ E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a boca de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio”.

É neste livro que é citado o número 666, conhecido como “o número da besta”: “Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é 666”.

Kenner Terra, pastor, doutor em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo, professor na Faculdade Instituto Rio de Janeiro (Fiurj) e autor de “O Apocalipse de João: caos, cosmos e o contradiscurso apocalíptico”, explica por que o texto ficou conhecido como fonte para o conceito do “anticristo”.

“É porque no capítulo 13 fala de uma figura que sai do mar com características de poder político e com uma relação com outra figura, que sai da terra, que tem poder religioso, que é o falso profeta”.

E o que isso tem a ver com os Estados Unidos e com o papa?
Desde a Reforma Protestante, em alguns momentos da história, o papa é tratado como o “anticristo” ou como o falso profeta, explica Kenner. Além disso, há uma interpretação de que a besta que sai do mar é um líder político que dominará o mundo durante um período.

“Os Estados Unidos entram nessa equação nas narrativas triunfalistas de filmes e obras como ‘Deixados Para Trás’”. Este é um livro que virou filme e conta a história de um grupo de pessoas tentando sobreviver ao fim do mundo.

? Na visão conspiracionista, quando essas duas figuras se unem, acontece o fim dos tempos.

? Nas redes sociais, os conspiracionistas também fazem referência ao trecho que diz que a besta tem “boca de leão”. Prevost escolheu o nome de Leão XIV. E ele sucede Leão 13, número do capítulo do apocalipse.

E o que o trecho quer dizer na verdade?
Kenner Terra explica que, na verdade, o texto de João sobre as bestas é uma crítica contra o imperador romano Nero Cesar.

Kenner explica que, assim, João usou as mesmas alegorias de Daniel para fazer uma crítica a uma figura horrenda.

Conhecido como o “livro da revelação”, o Apocalipse também já foi usado ao longo da história para tentar explicar desastres que vão da peste ao aquecimento global, passando pelo acidente nuclear de Chernobyl.

Fonte: G1 

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Curiosidade

Chocolate sem cacau? USP desenvolve alternativa sustentável com origem na cerveja

por Redação 2 de maio de 2025

Já imaginou saborear um chocolate delícia que não leva um grão sequer de cacau? Pois é exatamente isso que uma equipe da USP está propondo: um novo tipo de chocolate feito com ingredientes alternativos e usando o mesmo malte de cevada que dá origem à sua cervejinha gelada!

A ideia pode parecer estranha à primeira mordida, mas o resultado é surpreendente garantem os pesquisadores: uma formulação em pó 100% vegetal, criada a partir de resíduos da agroindústria, que imita com louvor o sabor e a textura do chocolate tradicional.

O malte de cevada torrado, aquele mesmo que dá aquele gostinho tostado nas cervejas escuras. Ele traz notas que lembram café, caramelo e, claro, chocolate amargo! Quando moído, misturado a ingredientes como manteiga de cacau, leite em pó ou adoçantes, ele se transforma em um “chocolate alternativo” com personalidade própria.

E o melhor: além de gostoso, esse chocolate é sustentável, mais nutritivo e mais barato de produzir!

Notas terrosas e tostadas que lembram cerveja escura;
Potencial amargor equilibrado;
Produzido com bagaço de malte — um subproduto da indústria cervejeira que normalmente iria pro lixo.
Quem lidera a pesquisa é a professora Suzana Lannes, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Segundo ela, o produto tem mais fibras, prebióticos e é uma alternativa mais barata

“ Nossa solução é simples, sustentável, saudável, inovadora, de baixo custo”, revelou a este blog.

“São ingredientes obtidos do reaproveitamento de subprodutos da indústria alimentícia que juntos e em combinações variadas formam misturas que impõem nas formulações de produtos como “chocolate” características do chocolate ao leite. Também podem ser utilizadas em outras formulações substituindo o liquor de cacau ou cacau em pó”, completa.

? Por que repensar o cacau

O Brasil já foi um dos maiores produtores de cacau do mundo, com destaque para a Bahia. No entanto, a produção enfrentou desafios, como a praga conhecida como “vassoura-de-bruxa”, que reduziu drasticamente a produtividade. Em 2022, o Brasil produziu 270 mil toneladas de cacau, sendo o sétimo maior produtor mundial.

Mas os desafios não são somente nacionais. O relatório trimestral da Organização Internacional do Cacau, estimou um déficit na produção global de cacau para 2025 – queda agravada por fatores climáticos e crise na produção do fruto na Costa do Marfim, Gama, Camarões e Nigéria. Com o impacto na indústria, fica evidente a necessidade de recorrer a alternativas mais sustentáveis e baratas.

? Alternativas ao cacau: inovação e sustentabilidade

Além do chocolate cervejeiro da USP, algumas alternativas ao cacau têm ganhado destaque. O “cupulate”, por exemplo, é um doce semelhante ao chocolate, feito a partir do cupuaçu, fruta típica da Amazônia. Ele possui sabor e textura parecidos com o chocolate tradicional, mas sem cafeína e teobromina, além de ser produzido de forma orgânica e com menor custo.

Com essas iniciativas, o futuro do chocolate pode ser mais diversificado, sustentável e saboroso. E aí, você toparia experimentar um chocolate feito com cevada?

Fonte: r7

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Curiosidade

Cientistas descobrem o motivo para um tubarão nos morder, e a culpa é nossa

por Redação 28 de abril de 2025

Os tubarões podem morder por uma infinidade de razões, que vão da competição e defesa de seu território à predação. Agora, uma equipe de pesquisadores descobriu que pode haver um motivador adicional, pouco discutido, que leva os tubarões a morderem: a autodefesa.

“Mostramos que mordidas defensivas de tubarões em humanos – uma reação à agressão humana inicial – são uma realidade e que o animal não deve ser considerado responsável ou culpado quando ocorrem. Essas mordidas são simplesmente uma manifestação do instinto de sobrevivência, e a responsabilidade pelo incidente precisa ser revertida”, ”, diz Eric Clua, especialista em tubarões e pesquisador da Université PSL, na França. Ele é um dos autores do estudo, que foi publicado na revista científica Frontiers in Conservation Science.

Reação desproporcional
Na Polinésia Francesa, mordidas de tubarão são registradas desde o início da década de 1940. Registros com informações confiáveis ​​sobre a motivação das mordidas, no entanto, datam de períodos posteriores. Entre 2009 e 2023, 74 mordidas foram documentadas, quatro delas provavelmente motivadas por autodefesa, o que pode desencadear de 3 a 5% de todas as mordidas de tubarão.

Mordidas de autodefesa ocorrem em resposta a ações humanas que são, ou são percebidas como, agressivas. Tais atividades incluem pesca submarina ou tentativas de agarrar o tubarão. Normalmente, não há sinais de alerta. Essas mordidas podem ser repetidas e geralmente deixam feridas superficiais e não letais. Esse padrão de baixa letalidade também é comum em mordidas motivadas por defesa, infligidas por predadores terrestres, como ursos, e aves de grande porte.

“Algumas espécies de tubarão costeiro, como o tubarão-cinzento-de-recife, são particularmente territoriais e ousadas o suficiente para entrar em contato com humanos”, diz Clua. A simples invasão de um humano em seu espaço pode ser suficiente.

Quando os tubarões atacam em legítima defesa, podem usar força desproporcional e causar danos maiores do que a ameaça.

“Precisamos considerar a ideia pouco intuitiva de que os tubarões são muito cautelosos com os humanos e geralmente têm medo deles”, disse Clua.

“A reação desproporcional dos tubarões provavelmente é a mobilização imediata de seu instinto de sobrevivência. É altamente improvável que eles integrem a vingança ao seu comportamento e permaneçam, acima de tudo, pragmáticos quanto à sua sobrevivência”, acrescenta.

A desproporcionalidade entre a agressão inicial e a ação de legítima defesa também é comum em humanos.

Como o estudo foi feito
Embora a coleta desses dados em escala global continue difícil, os pesquisadores começaram comparando mordidas de tubarão em um banco de dados que as categoriza como “provocadas” ou “não provocadas” – uma classificação que pode ser crucial para determinar a motivação. Para isso, eles extraíram dados dos Arquivos Globais de Ataques de Tubarão, onde quase 7.000 mordidas foram documentadas desde 1863.

Os pesquisadores se concentraram em mordidas relacionadas a atividades que poderiam colocar pessoas em proximidade com tubarões e foram classificadas como “provocadas”. Isso mostrou que 322 mordidas podem ter sido motivadas por autodefesa, um número próximo à porcentagem (cerca de 5%) de mordidas de autodefesa registradas na Polinésia Francesa. Isso indica que as observações feitas lá podem ser transferíveis para o resto do mundo.

Como evitar uma mordida
A melhor atitude para evitar ser mordido é evitar qualquer atividade que possa ser considerada uma agressão. Isso também inclui tentar ajudar tubarões encalhados, pois tentativas de ajuda não serão necessariamente percebidas como tal.

“Não interaja fisicamente com um tubarão, mesmo que ele pareça inofensivo ou esteja em perigo. Ele pode, a qualquer momento, considerar isso uma agressão e reagir de acordo”, alertou Clua.

“Esses são animais potencialmente perigosos, e não tocá-los não é apenas sensato, mas também um sinal do respeito que lhes devemos.”

Fonte: r7

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Curiosidade

Buraco negro 600 mil vezes maior que o Sol está se aproximando da Via Láctea, mostra pesquisa

por Redação 22 de abril de 2025

Uma nova pesquisa publicada no The Astrophysical Journal no início de abril revelou a possível existência de um buraco negro supermassivo escondido nas Nuvens de Magalhães, que são duas galáxias satélites que orbitam a Via Láctea. O objeto tem uma massa estimada em 600 mil vezes a do Sol e está se aproximando gradualmente da nossa galáxia.

A descoberta foi feita por uma equipe do Centro de Astrofísica Harvard & Smithsonian, que identificou o buraco negro por meio do rastreamento de estrelas hipervelozes, corpos celestes que se movem a velocidades extremamente altas, sugerindo que foram ejetados por fortes interações gravitacionais, como as provocadas por buracos negros.

As Nuvens de Magalhães, localizadas a cerca de 160 mil anos-luz da Terra, estão em processo de aproximação da Via Láctea e devem colidir com ela em aproximadamente dois bilhões de anos. Os pesquisadores acreditam que, caso se confirme a presença desse buraco negro, ele poderá se fundir com Sagitário A*, o buraco negro no centro da nossa galáxia, formando uma estrutura ainda mais massiva.

A pesquisa foi liderada pelo astrofísico Jiwon Jesse Han, que utilizou dados do telescópio europeu Gaia para medir o movimento de 21 estrelas hipervelozes. Destas, nove pareciam ter sido lançadas das Nuvens de Magalhães, um padrão que sugere a presença de um buraco negro supermassivo nessas galáxias.

O modelo que explica esse fenômeno é conhecido como “mecanismo de Hills”, no qual um buraco negro interage com um par de estrelas e ejeta uma delas a altíssima velocidade. Esse tipo de análise foi usado anteriormente para comprovar a existência de Sagitário A*, em 1974.

Fusão galáctica
Embora a colisão entre a Via Láctea e as Nuvens de Magalhães esteja distante no tempo, os cientistas acompanham com atenção os efeitos que esse encontro pode gerar.

A fusão entre os buracos negros centrais dessas galáxias é uma das possibilidades consideradas, com impactos significativos sobre a estrutura da nossa galáxia.

A presença de um buraco negro supermassivo em uma galáxia satélite como as Nuvens de Magalhães também traz novas implicações sobre a formação e a evolução dessas estruturas no universo. Tradicionalmente, acredita-se que buracos negros dessa escala habitam apenas o centro de galáxias maiores.

Fonte: r7

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Curiosidade

Livro ‘mais repugnante do mundo’, feito com pele de assassino, é encontrado em escritório de museu no Reino Unido

por Redação 16 de abril de 2025

A ficção deu origem a inúmeros livros controversos, como o ‘Necronomicon Ex-Mortis’, do filme ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’; ou ‘O Livro Monstruoso dos Monstros’, cujas páginas dentadas perseguem Harry Potter no longa ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’; contudo, um livro recentemente descoberto supera esses dois anteriormente mencionados no fator “bizarrice”, já que ele, acredite, é muito real.

O Museu Moyse’s Hall, no Reino Unido, possui em sua exposição ‘An Authentic and Faithful History of the Mysterious Murder of Maria Marten’, um livro feito com a pele de um dos assassinos mais notórios do país, William Corder, enforcado em 1828 por matar sua amante Maria Marten e enterrá-la sob o piso de um celeiro em Suffolk.

Como se a relíquia não fosse por si só curiosa, o que funcionários do local acabaram descobrindo, traz “requintes de crueldade” para a história, já que a obra tem uma segunda cópia, também contendo os restos mortais do criminoso em sua composição.

Conhecido como o Assassinato do Celeiro Vermelho, Corder teve o corpo dissecado após a execução e sua pele foi usada para encadernar os dois livros que contam a história de seu crime. A primeira “edição” da obra está exposta desde 1933.

A segunda cópia foi encontrada em uma estante da secretaria do museu e agora está em exposição ao lado do livro “original”. A descoberta, no entanto, possui pele apenas na encadernação e nos cantos, o que, de acordo com Dan Clarke, responsável pelo patrimônio histórico do museu, teria sido feito com “sobras de pele”.

Terry Deary, o autor do livro “Horrible Histories”, disse à BBC Radio Suffolk que a ideia de ter seus corpos dissecados após a morte era um pensamento mais temido pelos criminosos do que a condenação à pena de morte.

Além da exposição de seus restos mortais, William Corder é lembrado também por filmes, como ‘Maria Marten, os The Murder in the Red Barn’, de 1935, e Murder at the Red Barn, produção televisiva de 2018.

Fonte: revistamonet

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Curiosidade

Mulher instala câmeras para flagrar quem roubava pães e descobre ‘gangue de cabras’; vídeo

por Redação 14 de abril de 2025

Uma “gangue” de cabras (sim, é isso mesmo que você leu) foi flagrada saqueando pães da porta da casa de uma moradora da cidade de Boa Viagem, sertão cearense.

A cena inusitada foi gravada por câmeras de segurança do local, que a cearense Sandra Maria colocou após notar que todos os dias seus pães estavam sumindo.

Na cidade, algumas padarias costumam entregar os pães quentinhos logo pela manhã na casa dos clientes. Sandra percebeu, no entanto, que o alimento sumia antes mesmo dela degustar.

E não deu outra: após verificar as imagens, a moradora viu que um grupo de quatro cabras chegando para comer o alimento.

Os animais se aproximam de mansinho do portão e uma das cabras “dá o bote” na sacola. As outras dão cobertura enquanto a “chefona” distribui os pães. No fim, todas elas têm um pãozinho para chamar de seu.

Fonte: G1

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Curiosidade

‘Que bicho é esse?’ Inseto misterioso aparece em quintal e intriga moradora de Piracicaba

por Redação 9 de abril de 2025

Alguma vez você já encontrou um animal e pensou: “que bicho é esse?” Foi a reação da administradora Marisa Gonzales ao achar, no quintal de casa, em Piracicaba, SP, uma espécie bem diferente.

“Ela estava em uma folha no pé de manga e ficamos assustados, porque não entendemos nada do que se tratava. Parecia até uma estrela do mar, mas óbvio que não era”, relembra.

?? A espécie encontrada é chamada de Phobetron hipparchia, uma lagarta nativa de grande parte da América do Sul e da América Central, que ocorre desde o sul do México até a Argentina e o Uruguai, principalmente em áreas úmidas. No Brasil, a família Limacodidae, a qual pertence essa lagarta, não possui uma diversidade tão grande, com um pouco mais de 100 espécies registradas.

“A Phobetron hipparchia, no estágio de lagarta, possui características muito particulares, principalmente devido aos tubérculos, que é o nome das estruturas semelhantes a tentáculos nas laterais do corpo”, explica o especialista em mariposas Guilherme Fischer.

Elas são utilizadas, segundo o biólogo, como mecanismo de defesa: quando um predador tenta capturar a lagarta, essas estruturas se soltam, como o rabo de uma lagartixa, permitindo que ela escape em segurança enquanto o predador, frustrado, fica apenas com essas estruturas, que não oferecem valor nutricional.

Quando ainda são lagartas, esses insetos se alimentam de diversas plantas, principalmente de arbustos e árvores. Depois, quando formam um casulo e passam pela metamorfose, se tornam adultos e não se alimentam mais.

Enquanto são mariposas, os machos e fêmeas apresentam algumas diferenças. O macho é mais escuro, de acordo com o biólogo, e possui pequenas janelas translúcidas nas asas, enquanto a fêmea é mais alaranjada e maior. “Ambos, quando pousados nas folhas ou troncos, têm uma aparência semelhante à fezes de aves, com padrões alares que lembram sementes”, comenta.

Essa semelhança é o único modo de defesa contra predadores na fase adulta, sendo a Phobetron hipparchia totalmente inofensiva aos seres humanos em qualquer estágio de vida.

Portanto, quando encontrar um animal desconhecido, veja também como uma oportunidade para conhecer mais um ser desta rica biodiversidade do nosso planeta.

Fonte: G1

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Curiosidade

Perfume tem data de validade? Saiba como guardar da forma correta e identificar problemas

por Redação 2 de abril de 2025

Você já se perguntou se o seu perfume favorito pode “estragar” como um alimento? A resposta é sim.

?Só que não é do mesmo modo que uma banana ou um pedaço de pão. O perfume se degrada e perde qualidade ao longo do tempo.

?️ Armazenar o produto da forma correta, porém, ajuda a evitar que o perfume se deteriore mais cedo. Umidade, luz e calor são os maiores inimigos dos perfumes, de acordo com as especialistas consultadas pelo Guia de Compras.

⚠️ Caso o perfume tenha passado do prazo estabelecido pelo fabricante – ou seja guardado de forma errada – podem existir riscos mínimos à saúde.

? Qual é a data de validade? E os importados?
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) requer que todo perfume à venda no país tenha uma data de validade “clara e visível” na embalagem.

Essa data é fornecida pelo próprio fabricante do perfume e pode variar.

“Em média, o prazo é de 48 meses, podendo variar. Isso vale para os perfumes nacionais e para os importados”, completa Lorena Dias, coordenadora de educação na empresa de cosméticos Coty Prestige Brasil

“Cada fabricante é responsável por determinar a validade com base em testes de estabilidade que avaliam como o produto reage ao tempo e a fatores como temperatura, luz e umidade”, comenta Ana Flora Marcon, perfumista da desenvolvedora de fragrâncias dsm-firmenich para a fabricante Casa Francis.

“Após a data de validade, o fabricante não pode garantir a qualidade, a segurança e o desempenho do perfume”, diz.

Vale notar que perfumes comprados no exterior vêm sem essa data de validade.

Perfumes importados de forma oficial devem ter a informação da validade em português.

? Como saber se o perfume venceu?
É preciso prestar atenção nos sinais visuais, olfativos e até mesmo no volume do perfume no frasco.

Dias, da Coty, completa dizendo que um dos ingredientes mais sensíveis nos perfumes é o álcool, um componente volátil, que evapora mais rápido.

A presença desses componentes voláteis pode fazer o perfume “diminuir de quantidade”, de acordo com Alessandra Romiti, assessora do departamento de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Em caso de armazenamento inadequado, esses ingredientes secam mais rápido e deixam o perfume mais oleoso.

A embalagem do perfume também pode apresentar sinais de degradação, como ferrugem e corrosão no bico do spray ou tampa, segundo Dias.

? Pode fazer mal para a pele?
“Se os produtos químicos no perfume puderem gerar substâncias químicas irritantes, existe a possibilidade de ter um quadro de irritação”, diz Romiti.

“Mas o mais comum é modificar o cheiro do perfume mesmo”, afirma a médica.

Entre as irritações possíveis, podem surgir alergias, vermelhidão, coceira ou ardência, informa Dias.

“Podem também causar manchas na pele, já que algumas matérias-primas degradadas podem reagir com a luz do Sol, aumentando o risco de manchas e hiperpigmentação, especialmente nos perfumes com óleos essenciais cítricos”, conclui a especialista.

? Como guardar o perfume da forma correta?
O ideal é mantê-los dentro de suas caixas originais, na posição vertical, e longe de áreas com umidade, luz e calor, como banheiros, onde estão mais expostos a variações de temperatura e umidade.

Também deixar em locais sem luz direta e com poucas variações de temperatura ajuda a prolongar a vida útil do perfume por mais tempo. Um bom lugar é dentro do guarda-roupas.

Veja a seguir uma lista com 12 perfumes unissex, masculinos e femininos. Os produtos custavam entre R$ 120 e R$ 750 nas lojas on-line pesquisadas no início de abril.

Fonte: G1

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Curiosidade

Mãe redecora parede do quarto da filha, mas reação da menina surpreende: “Não quero”

por Redação 2 de abril de 2025

Carina Amâncio Kreuch, 29, decidiu surpreender a filha, Alice, 2 anos, redecorando as paredes do quarto. Conhecida nas redes sociais como Cá Kreuch, a mãe, que é de Lages (SC), colou adesivos coloridos com as letras do alfabeto e chamou a pequena para ver o resultado. Acontece que ela não gostou muito – e nem tentou disfarçar. Fez questão de deixar sua opinião bem clara! “Achei que ia ser um vídeo fofinho, com ela dizendo ‘Amei, mamãe!’”, admite Cá, em entrevista a CRESCER.

As paredes do quarto de Alice eram brancas e a intenção era colocar um papel de parede, o que acabou não acontecendo. “Então, encontrei os adesivos de letras e números na internet e amei a alternativa”, explica a mãe. “A Alice já conhece todos os números e algumas letras, então, eu tinha certeza de que ela ia amar”, lembra Cá, que gravou o vídeo com objetivo de dar dicas de decoração para outras mães, esperando, claro, uma reação de felicidade.

Quando viu as paredes, primeiro, a pequena perguntou o que era aquilo. Depois, bateu o pé, cruzou os braços e repetiu, brava: “Não quero!”. “Eu achei a situação engraçada”, afirma a mãe. “A cada dia que passa, ela se mostra cheia de personalidade e deixa bem claro do que gosta e do que não gosta”, acrescenta. E quem achou que havia alguma chance de Alice se acostumar com a ideia e passar a gostar das paredes adesivadas se enganou. “Ela já acorda falando: ‘Não gostei, mamãe. Tira!’”, relata Cá, que pretende remover a decoração.

O vídeo viralizou e rendeu muitos comentários. Alguns, com críticas. “Houve alguns comentários sem noção, como: ‘Vai achando bonitinho, depois vai ver o resultado’ ou ‘Nossa, que malcriada’. É triste saber que algumas pessoas ainda acham que educação é simplesmente bater na criança, fazer com que ela tema os pais. Isso não é respeito; isso é medo”, avalia Ca.

“Graças a Deus, a maioria dos comentários é de mães que se identificaram com a situação, bem cientes de que uma criança nessa idade não tem a capacidade de controlar suas emoções e sentimentos. Alice sempre teve voz aqui em casa e eu tenho muito orgulho porque minha filha com 2 anos já sabe exatamente o quer, e o melhor, não tem receio de dividir comigo”, completa.

Fonte: revistacrescer

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