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Categoria:

Educação

EducaçãoGuarulhos

Violência em escolas: novos casos após ataque em SP reforçam poder do ‘efeito contágio’

por Redação 31 de março de 2023

Alunos fazem vigília em escola estadual alvo de ataque em São Paulo
Alunos fazem vigília em escola estadual alvo de ataque em São Paulo
RONALDO SILVA/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 30.03.2023
Após o ataque à Escola Estadual Thomázia Montoro, São Paulo e outros estados têm registrado aumento significativo de casos de ameaças e de porte de armas por alunos no sistema educacional. Esse fenômeno é conhecido como “efeito contágio” e é detectado entre crianças e adolescentes, expostos exaustivamente a cenas de violência pelas redes sociais e pelos noticiários.

Segundo um levantamento realizado pelo R7, pelo menos 20 novos casos que envolveram crianças e adolescentes ocorreram em São Paulo, no Rio de Janeiro, na Paraíba e no Mato Grosso do Sul, entre segunda e quinta-feira. Os episódios vão desde ameaças de morte por mensagens de aplicativo e bilhetes até o porte de armas brancas ou de fogo falsas.

Para psicólogas ouvidas pela reportagem, o acesso sem controle às imagens do circuito de segurança do ataque — que vitimou a professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, e deixou quatro pessoas feridas nesta segunda-feira (27) — pode ter estimulado jovens a planejarem e a praticarem atos de violência similares.

Elaine Alves, psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres), e Leila Tardivo, professora do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), afirmam que o compartilhamento desses vídeos não é responsável pela criação de novos eventos, mas funciona como um estímulo a jovens que já têm essa propensão.

Comportamento
A doutora em psicologia clínica pela USP Joana Vartanian explica que o comportamento humano é desenvolvido a partir de interações sociais. Como a identidade de crianças e adolescentes está em formação, é comum a reprodução de ações de outras pessoas como uma espécie de espelho.

“O jovem vê um comportamento que funciona e acaba imitando para atingir algum fim de ordem emocional, de acolhimento ou de valorização social. Isso é muito mais forte entre crianças e adolescentes, que são mais influenciáveis. Já os adultos têm a identidade mais fortalecida”, afirma Vartanian.

A psicóloga também destaca que jovens com “déficit de habilidades emocionais ou de recursos emocionais” são mais vulneráveis à exposição de conteúdos violentos e suscetíveis à reprodução desses comportamentos. Isto é, não é qualquer adolescente e criança que vai reproduzir atos violentos, como o ataque à escola. É necessário analisar a bagagem de cada um.

Protagonismo
Segundo especialistas, uma das maneiras de evitar o efeito contágio é não oferecer protagonismo ao aluno infrator, impedindo uma possível glorificação pelos jovens. “O perpetrador do ataque ganha uma fama, uma visibilidade dentro da invisibilidade. As imagens vão levar subsídios [a potenciais ataques]”, diz Elaine Alves.

No início da semana, uma mãe relatou que o filho foi ameaçado por outro estudante em uma escola, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. O adolescente teria feito promessas de um ataque similar ao contra a Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia.

Em Santo André, de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), um aluno também ameaçou a professora durante a aula dizendo que os docentes deveriam ser esfaqueados. Ele citou o caso da zona oeste paulistana como inspiração.

Leila Tardivo acredita que o caminho para impedir a perpetuação do efeito contágio não é a proibição da exibição desse tipo de evento nos noticiários. Casos extremos de violência nas escolas devem ser discutidos, porém sem dar notoriedade ao responsável pelo ataque. A questão deve ser veiculada de forma mais ampla e analítica, como nos casos de suicídio.

“As crianças estão resolvendo os problemas por meio da violência. Se a comunidade e os pais são violentos, esse comportamento será reproduzido. É preciso trabalhar por uma cultura de paz nas escolas, além de ter uma visão abrangente acerca do problema. É uma questão social”, reitera a professora do Instituto de Psicologia da USP.

Luto
A divulgação exaustiva das imagens do ataque à escola também representa um obstáculo à elaboração do luto pelos alunos, professores, funcionários e por toda a comunidade envolvida. Com experiência de 30 anos em psicologia de luto, Alves explica que a morte da professora Elisabeth é pública e a repetição das cenas de violência os faz permanecer neste pesadelo.

“Agora é muito comum que os alunos tenham insônia ou pesadelo. Eles ainda não se sentem a salvo, e essas cenas que se repetem não ajudam nisso. O luto não afeta apenas individualmente, mas de forma intrageracional”, diz a coordenadora do Niped.

A psicóloga cita o massacre de Realengo (RJ), que deixou 12 alunos mortos após um jovem de 23 anos invadir a escola armado, como o luto pode ser intrageracional. As sobreviventes do ataque ainda não conseguiram superar completamente as perdas, por isso essas questões emocionais acabam sendo transferidas para os filhos.

Além de atingir a comunidade envolvida com a Escola Estadual Thomázia Montoro, o medo afeta alunos e funcionários de todo o sistema educacional. Muitas pessoas não querem mais estudar ou trabalhar com receio de possíveis episódios de violência.

Alerta
A Secretaria de Segurança Pública divulgou, na terça-feira (28), que a ampla disseminação das imagens do atentado à escola na capital paulista estaria provocando o efeito contágio e o surgimento de novas tentativas de ataque.

“Peço que cada um reveja a sua responsabilidade enquanto sociedade. Que a imprensa não reproduza exaustivamente as imagens das agressões e que a população não compartilhe em redes sociais. O efeito contágio é uma realidade e está demonstrando na prática o que acontece quando um caso é divulgado exaustivamente dessa maneira”, afirma o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

Em ato contra a violência, professores criticam condições de trabalho

por Redação 30 de março de 2023

A professora Elisabeth Tenreiro, 71 anos, que morreu após um aluno de 13 anos ter promovido um ataque a uma escola na Vila Sônia, foi homenageada na tarde desta quarta-feira (29) na praça da República, no centro da capital paulista. O ato ocorreu em frente à sede da Secretaria Estadual da Educação e foi convocado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

Com músicas e palavras de protesto e segurando rosas e balões brancos, os professores da rede estadual de ensino aproveitaram a homenagem à professora Elisabeth e demais vítimas de violência nas escolas para cobrar a Secretaria estadual da Educação de São Paulo melhores condições de trabalho e mais segurança nas salas de aula. Estampando no peito a mensagem “Livros Sim, Armas Não”, os professores presentes ao ato destacaram que a proposta de aumentar o policiamento nas escolas não vai resolver o problema de violência crescente que eles vêm enfrentando nas salas de aula.

Presente ao ato, a professora Letícia da Silva Martinez, de 31 anos, que dá aula de biologia em uma escola de Osasco (SP), disse que o ocorrido nesta semana na escola da Vila Sônia foi “uma tragédia anunciada”. Segundo ela, episódios de violência são comuns nas escolas de São Paulo. “Já presenciei aluno batendo em professor, professor sendo impedido de reclamar sobre a agressão. E também somos agredidos verbalmente e não podemos fazer nada”, disse. “A violência na escola está associada a vários problemas sociais: uma família que não é estruturada, uma criança que não foi assistida, uma comunicação totalmente violenta que a criança teve durante toda a vida dela. Vai estourar em algum ponto. E onde ela estoura? Na escola.”

Isso se agrava, segundo ela, porque faltam estrutura e profissionais no ambiente escolar. “Esse é um cenário geral da educação: não tem inspetor, não tem equipes, os alunos e professores não têm respaldo. O que aconteceu com a professora [Elisabeth] foi o reflexo de um cenário que está todos os dias na realidade escolar.”

Para Letícia, a proposta feita pelo governo de São Paulo de ampliar o número de policiais nas escolas até pode ajudar, mas não resolve o problema. “Ele [policial] pode auxiliar em algumas questões, como em uma situação de emergência. Mas o policial na escola não resolve o problema porque a raiz é outra”, disse.

Segundo ela, a solução para esse problema precisa passar por mais investimento na área. “Temos que ter também um cuidado com essas famílias e com esses alunos. Também é preciso ter um psicólogo e um assistente social na escola, além de toda uma equipe qualificada [multidisciplinar]”. Ela reclamou que, atualmente, esses papéis têm sido acumulados pelos professores.

A também professora Cláudia Martinho, 62 anos, concorda. Para ela, que leciona há 37 anos e atualmente trabalha em uma escola em Interlagos, na zona sul da capital paulista, a violência é provocada principalmente pelo descaso do governo. “Na grande maioria das escolas, faltam funcionários. Em escolas com mais de 2.000 alunos, há apenas dois funcionários para limpar a escola. Não tem funcionário para abrir a escola ou para ficar no pátio. Tem muita gente que fala para se colocar policiais [nas escolas]. Mas não é a polícia que vai dar educação. É preciso dar estrutura para as escolas para garantir um mínimo de coisas”, disse ela. “Temos que fazer da escola um ambiente atrativo, um ambiente respeitável. Não é polícia contra ladrão”, acrescentou.

Para Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, presidente da Apeoesp e deputada estadual de São Paulo, os professores hoje em dia têm medo da violência diária. “Estamos inseguros. A escola é insegura. Não estou falando do prédio, mas do ambiente escolar em si. Não queremos policiamento, mas queremos a presença de psicólogos e equipes multidisciplinares”, disse ela. “Precisamos de várias frentes na busca por respostas para a gente entender por que a violência, ano a ano, tem piorado. O que leva a isso? Sem medo de errar, tenho dito que o Estado tem sido omisso”, disse ela à Agência Brasil.

Para o também deputado estadual Eduardo Suplicy, outro ponto que precisa voltar a ser discutido na sociedade diz respeito à política de desarmamento. “No meu entender, isso que aconteceu [o ataque à escola] tem muito a ver com essa proclamação de que seria bom distribuir mais armas ao povo brasileiro”, disse ele. “Isso foi uma verdadeira tragédia. Precisamos aprender lições para evitar que novas tragédias como essa venham a acontecer”, falou ele, em entrevista à Agência Brasil.

“Temos que pensar a respeito e acredito mais em medidas educadoras e construtivas do que em medidas de policiais”, acrescentou ele.

Outro lado
Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo informou que tem um programa de mediação de conflitos ativo e atuante, chamado Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP). Segundo a secretaria, o programa “foi criado com a proposta de que toda escola seja um ambiente de aprendizagem solidário, colaborativo, acolhedor e seguro, na busca da melhoria da aprendizagem” e que ele visa “identificar vulnerabilidades de cada unidade escolar para implementar ações proativas de segurança”.

A secretaria informou ainda que vai intensificar o programa e aumentar para 5.000 a quantidade de profissionais dedicados à aplicação das políticas de prevenção à violência nas unidades, o que significaria que cada escola da rede estadual de ensino teria um desses profissionais para prevenir a violência.

“Os novos educadores do programa receberão treinamento para identificar vulnerabilidades de cada unidade, além de colocar em prática nas escolas as ações do Conviva”, disse a secretaria, em nota. Nesta semana, o secretário de Educação, Renato Feder, já havia dito que ampliaria de 500 para 5.000 o número de profissionais dedicados ao Conviva.

A pasta informou também que está em andamento a contratação de 150 mil horas de atendimento profissional no programa Psicólogos na Educação, que oferece suporte psicológico para orientar as equipes escolares e estudantes. O serviço, que já era oferecido na rede estadual, passará a ser presencial, disse a secretaria.

A secretaria disse ainda que vai atualizar e tornar mais ágil a plataforma do Conviva, chamada Placon, que é utilizada para registrar ocorrências de violência nas escolas.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

USP dará um bônus de até R$ 30 mil para evitar demissões de professores jovens

por Redação 25 de março de 2023

A Universidade de São Paulo (USP) vai dar um bônus de até R$ 30 mil para os professores que estão há menos de 20 anos na instituição, numa tentativa de evitar saídas de profissionais. Nos últimos anos, cerca de 70 docentes deixaram a universidade mais conceituada do País anualmente para trabalhar na iniciativa privada ou no exterior. Segundo o reitor Gilberto Carlotti Junior, 75% deles eram jovens e estavam há pouco tempo na USP.

“A gente quer que eles fiquem na universidade e não peçam demissão”, disse Carlotti. Caso o docente saia da USP em menos de dois anos, ele precisa devolver o dinheiro. Não há uma avaliação específica do profissional para receber o bônus, os valores variam conforme o tempo de serviço. Segundo o reitor, a perda de professores é mais presente em áreas como Economia, Administração de Empresas e Tecnologia da Informação, mas também recentemente em Medicina e humanidades. “Acreditamos que tem um forte componente salarial.”

O valor máximo, de R$ 30 mil, é para quem começou a trabalhar na USP depois de 2018. O mínimo é de R$ 27 mil para os que entraram entre 2008 e 2003. Cerca de 3 mil dos 5,2 mil professores da universidade serão beneficiados. Funcionários técnico-administrativos que entraram nos últimos 20 anos também ganharão a gratificação, com valor que varia de R$ 4,5 mil a R$ 5 mil.

Para todos
Além disso, todos os professores e funcionários da USP receberão prêmio de R$ 5 mil este ano. “Entendemos que passamos um período de pandemia, todos tiveram de se empenhar além do normal e, mesmo assim, melhoramos nossos indicadores internacionais e nas avaliações da Capes”, diz o reitor. Segundo ele, os R$ 180 milhões que serão usados para o prêmio e a gratificação vêm de um superávit acumulado pela universidade, em especial nos anos de pandemia.

A folga no orçamento veio depois de a USP enfrentar anos de uma crise financeira, em que os salários chegaram a comprometer 105% da folha de pagamento. Este ano, a universidade fez ainda investimento em obras e em hospitais. “As verbas anunciadas têm caráter indenizatório e não reporão as perdas advindas das reformas da previdência e perdas salariais. Obviamente a categoria não negará esse respiro, com déficit salarial de 26% em relação a 2012, no entanto entendemos que a medida não reverte o que perdemos”, diz a presidente da Associação dos Docentes da USP (Adusp), Michele Schultz.

O texto divulgado pela entidade afirma ainda que os prêmios não serão suficientes para reter “jovens talentos”. “As razões pelas quais um certo número de colegas tem pedido exoneração nos últimos anos precisam ser estudadas em detalhe. Os motivos são diversos, e as pressões, a sobrecarga de trabalho, as cobranças excessivas e o consequente adoecimento físico e mental do professorado, somadas à falta de docentes e de funcionárias(os) estão entre eles, além dos salários defasados”, diz a nota.

Valores
Atualmente, os salários médios dos professores da Universidade de São Paulo são de R$ 16 mil para a categoria de professor doutor, R$ 18 mil para professor associado e R$ 26 mil para professor titular. Quem está há mais de 20 anos na universidade já recebeu aumentos progressivos da carreira e, por isso, segundo a reitoria, não entra na gratificação. Ao ingressar na carreira, o professor doutor recebe cerca de R$ 13 mil.

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EducaçãoMundo

Mãe se revolta ao ver filho com a boca tampada por fita adesiva como punição de professora

por Redação 25 de março de 2023

Uma mãe ficou extremamente irritada após receber uma foto de seu filho com a boca coberta por camadas de fita adesiva enquanto estava na escola Smithfield Middle, na Carolina do Norte (EUA). Ela revela que isso foi obra de punição dada por uma professora por considerar que o menino estava falando muito durante a aula. Tudo aconteceu no dia 14 de fevereiro, mas só foi divulgado nesta sexta (24) pelo The Sun.

Em uma postagem nas redes sociais, Catherine Webster condenou o castigo que seu filho de 11 anos, Brady, recebeu da sra. Felix. Catherine afirma que a punição ao menino foi feita por ele ser muito tagarela, além de ficar sempre fazendo brincadeiras. Em seu post, ela também diz que nada justifica a atitude da professora.

Furiosa, a mãe do menino completa seu relato afirmando que o garoto enviou uma mensagem em que dizia “não sei o que fazer”, após ser humilhado na frente de seus colegas de sala. Catherine correu para o local e queixou-se ao diretor da instituição sobre o tratamento arcaico que vinha acontecendo supostamente havia meses.

Segundo Catherine, seu filho revelou que outros alunos também recebiam punições parecidas e tiveram os pulsos amarrados, além de serem gravados pela professora em vídeo.

Ela explica que Brady muitas vezes dá risada quando está nervoso ou se sente desconfortável; por isso todos devem ter imaginado que ele estava gostando da “brincadeira”.

“Talvez ele tenha rido, parado em sua sala de aula na frente de 20 e poucos colegas enquanto ela colava uma fita em cima da outra em mais da metade do rosto dele.”

A professora, que começou a trabalhar na escola no ano passado, se demitiu após o incidente. Ela, que é estrangeira (não foi divulgado de qual país é originária), também teve o visto cassado, o que a impede de trabalhar novamente nos EUA.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Mais de 20 mil crianças já são atendidas em período integral nas escolas de Guarulhos

por Redação 17 de março de 2023

Com o objetivo de fortalecer ainda mais o ensino público municipal, a Prefeitura de Guarulhos aumentou significativamente o número de crianças atendidas em período integral. Atualmente 20 mil crianças de zero a três anos recebem o atendimento em unidades escolares das redes própria e parceira. Até o final de 2023, a Prefeitura vai ampliar ainda mais esse número e chegar a 25 mil atendimentos.

A expansão do número de atendimentos em tempo integral ressalta o compromisso da administração de garantir aos estudantes atividades educativas diversificadas no contraturno das aulas, com cinco refeições durante o período de permanência nas escolas, além de seguir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), com a extensão da jornada escolar.

Para o prefeito Guti, esse avanço na educação pública oferece suporte essencial às famílias que precisam trabalhar e encontram na escola um local de aprendizagem e segurança para seus filhos. “Quando assumimos a administração pública em 2017, a cidade contava com apenas 600 crianças no período integral. Hoje já ultrapassamos a marca de 20 mil e vamos elevar esse número ainda mais. Investir no futuro das nossas crianças, com escolas em período integral, alimentação de qualidade, uniformes e equipamentos tecnológicos é a nossa prioridade e a forma mais justa de garantir um futuro com mais equidade às crianças da cidade”, destacou.

Escolas preparadas e maior investimento

Desde janeiro deste ano, a Prefeitura já entregou três unidades escolares que atendem alunos em período integral, as EPGs Doutor Almir Nogueira, na Vila Branca, Yujie Hirata, no Parque Cecap, e Doutor Edson Alves da Costa, no Jardim Acácio. Modernas e com amplos espaços, as unidades atendem mais de 1200 alunos.

Até o final deste mês, a rede municipal contará com mais uma unidade escolar em período integral na região de Cumbica, o que vai garantir a criação de mais de 600 vagas e proporcionar o desenvolvimento integral de estudantes no ambiente escolar.

“Vamos sempre trabalhar para dar o melhor às nossas crianças. Esta é a nossa missão e o compromisso da gestão com o ensino público municipal: garantir uma educação com excelência”, disse o secretário de educação, Alex Viterale.

Reconhecimento em Encontro da FNP

Na última segunda-feira (13), o prefeito Guti participou do Encontro da Frente Nacional dos Prefeitos, em Brasília. Durante o encontro, o ministro da Educação, Camilo Santana, citou a iniciativa da Prefeitura de Guarulhos, que elevou consideravelmente o número de crianças atendidas em tempo integral.

“Parabenizo o prefeito Guti, que saiu de 600 alunos em tempo integral para 20 mil. Isto é iniciativa do prefeito, é iniciativa do município, porque não tem uma política nacional para isso. Se isso é possível, vamos debater. Eu sou um árduo defensor que toda educação brasileira seja em tempo integral”, afirmou Santana.

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EducaçãoGuarulhos

Prefeitura promove oficina de grafite para jovens da Proteção Social nesta quarta-feira

por Redação 15 de março de 2023

A Prefeitura de Guarulhos, em parceria com o projeto Comunidades Criativas, realiza nesta quarta-feira (15), das 14h às 17h, uma oficina de grafite dirigida neste primeiro momento aos jovens do Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos (SCFV) da Proteção Social Básica. A atividade acontecerá no Núcleo de Inclusão Produtiva (NIP), à rua Adolfo Noronha, 49, no Jardim Santa Inês.

Organizada pela Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, a iniciativa trata de projetos educacionais e culturais que utilizam o grafite como meio de expressão. Entre os objetivos estão refletir sobre a diversidade e a inclusão, criar relações de pertencimento e aumentar a autoestima dos participantes.

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EducaçãoGuarulhos

10ª Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente será em 27 e 28 de março no Adamastor

por Redação 13 de março de 2023

A Prefeitura de Guarulhos promoverá a 10ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente nos próximos dias 27 e 28 de março com uma série de atividades no Adamastor (avenida Monteiro Lobato, 734, Macedo). No dia 27 o evento acontecerá das 13h às 18h, enquanto que no dia 28 será das 8h às 13h.

Aberta ao público, que deverá se inscrever no local, a conferência neste ano discutirá a situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempos de pandemia de covid-19, as violações e vulnerabilidades pelas quais passam e ações necessárias para a reparação e a garantia de políticas de proteção integral com respeito à diversidade. O evento contará com debates, discussões temáticas, apresentações de propostas e culturais.

No dia 27, às 15h, haverá uma palestra sobre o tema do evento ministrada por Irandi Pereira, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo, pesquisadora da Associação de Pesquisadores e Formadores da Área da Criança e do Adolescente (Neca) e ex-conselheira do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).

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EducaçãoGuarulhos

Prefeitura oferece oficinas gratuitas de violão no Teatro Padre Bento

por Redação 10 de março de 2023

Nas próximas quarta e quinta-feira (15 e 16) a Prefeitura de Guarulhos abre inscrições para oficinas de violão para crianças e jovens a partir dos dez anos, que acontecem no Teatro Padre Bento, no Jardim Tranquilidade. Esta é mais uma opção ofertada gratuitamente pela Secretaria de Cultura a interessados em aprender a tocar o instrumento.

As oficinas têm início no dia 20 de março, segunda-feira. Para participar os interessados devem se inscrever pelo telefone (11) 2229-5043, das 9h às 17h. Menores de idade precisam de autorização de um responsável para participar. As oficinas para iniciantes acontecem às segundas, terças e quintas-feiras, em horários que serão definidos no momento da inscrição.

Os encontros acontecem em grupos e as oficinas também são oferecidas a pessoas com nível avançado de conhecimento. É necessário possuir o instrumento.

O Teatro Padre Bento fica na rua Francisco Foot, 3, Jardim Tranquilidade.

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EducaçãoGuarulhos

Escola Viva de Artes Cênicas prorroga inscrições em circo, dança e teatro até o dia 17

por Redação 9 de março de 2023

Artistas interessados em apresentar propostas de formação em circo, danças e teatro na Escola Viva de Artes Cênicas ganharam mais prazo para se inscreverem. A Secretaria de Cultura de Guarulhos prorrogou para o próximo dia 17 o credenciamento para todos os profissionais da área de artes cênicas maiores de 18 anos que comprovem aptidão no desenvolvimento de atividades artístico-pedagógicas.

Para participar os interessados devem ler o edital e preencher formulário para inscrição de propostas no link https://forms.gle/Xsk2YdYnyEFQnjry7. A documentação apresentada para comprovação de suas atividades profissionais deve estar em conformidade com o edital.

A Escola Viva de Artes Cênicas tem como objetivo a pesquisa e a criação em artes cênicas, com cursos e atividades nas áreas de circo, dança e teatro que privilegiem a experimentação artística em processos colaborativos. Os cursos são abertos ao público, com inscrição prévia, durante a vigência do presente credenciamento.

Na primeira fase, depois de analisados por uma comissão de seleção, os projetos habilitados serão avaliados por uma comissão julgadora, responsável por observar o conteúdo, os benefícios culturais e sociais oferecidos à comunidade e a capacidade técnica de operacionalização da proposta de acordo com critérios como clareza, inovação, viabilidade, entre outros.

Os candidatos que tiverem alguma dúvida sobre o processo de inscrição podem entrar em contato pelo email grucultura@gmail.com.

Para saber mais acesse https://www.guarulhos.sp.gov.br/escolavivadeartescenicas.

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EducaçãoGuarulhos

Adamastor tem inscrições abertas para cursos de inglês e espanhol

por Redação 8 de março de 2023

Integrar-se a outras culturas e países e crescer profissionalmente são alguns dos benefícios de se aprender uma nova língua. Desta forma, a Prefeitura de Guarulhos, por meio do programa Mais Futuro, está com inscrições abertas para cursos gratuitos de inglês e espanhol no Adamastor.

Até o dia 10 de março os interessados, desde que tenham no mínimo 13 anos de idade, podem escolher o dia e horário de sua preferência e efetuar a matrícula pessoalmente, das 8h às 17h. Para isso é necessário apresentar RG, CPF e comprovante de endereço.

Para a professora da rede municipal de ensino Elba Fernandes, oferecer esses cursos aos munícipes é necessário para colocá-los em contato com o mundo, a tecnologia e também as mídias sociais. “Tendo em vista que realizar um curso de idiomas não é barato, ter essa iniciativa acessível faz com que ampliamos nossa visão de inclusão. Além disso, o estudo de uma segunda língua promove o desenvolvimento cognitivo, desperta a autonomia, aumenta a autoestima e facilita a inserção do estudante no mercado de trabalho”, comentou.

Mais cursos

O guarulhense que for até o Adamastor (avenida Monteiro Lobato, 734, Macedo) ainda irá encontrar outras ofertas de cursos. Quem gosta de cantar terá a oportunidade de desenvolver a voz nas aulas de canto e coral. O local também conta com aulas de teatro, contação de histórias, flautas barroca e germânica e musicalização.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2472-5402.

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