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Categoria:

Feminicidio

FeminicidioSão Paulo

Pai atira contra companheira e bebê na frente de filho de 4 anos e se entrega

por Redação 13 de setembro de 2022

Na tarde de segunda-feira (12), a mãe e o bebê, de apenas 2 anos, morreram após terem sido baleados pelo companheiro da mulher na região de São Rafael, na zona leste de São Paulo. O outro filho do casal, de 4 anos, presenciou o crime. O atirador foi preso em flagrante.

De acordo com o boletim de ocorrência, Ezequiel Lemos Ramos, de 39 anos, saiu de Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, e veio para a capital com a intenção de matar a namorada, Michelle Nicolich, de 37 anos, após uma briga motivada por dinheiro.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, por volta de 16h30, Michelle estava com os dois filhos em um Fiat Uno Mille, depois de tê-los buscado na escola, na rua José de Araújo Vieira. Ezequiel passou em um Honda VTX e disparou na direção do veículo.

Michelle e um dos filhos, Luiz Inácio Nicolich Lemos, de 2 anos, foram atingidos. Ela foi levada ao Hospital Estadual Sapopemba e o bebê, à UBS Jardim Colorado. Depois, ele foi encaminhado ao Hospital de São Mateus, mas os dois não sobreviveram.

O outro filho de Michelle também estava no veículo na hora do crime, mas não ficou ferido. A criança foi entregue ao avô materno em segurança.

Batida
Um policial militar estava de folga em um restaurante próximo ao local do crime quando escutou os disparos da arma de Ezequiel e decidiu intervir.

Após ser atingida, Michelle circulou em zigue-zague com o carro pela pista até colidir com um poste. Em um circuito de segurança, é possível ver o momento em que o veículo bate depois de ter sido alvo dos disparos. O vídeo também mostra Ezequiel atirando novamente em direção ao carro.

Logo após o crime, Ezequiel, que possui licença CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) para portar arma de fogo, pôs o objeto em um carro Fiat Mobi.

Segundo testemunhas, o homem estava muito alterado e afirmou que “perdeu a cabeça”. Ele se deitou no chão e pediu para que acionasse a Polícia Militar. Equipes da Força Tática prenderam Ezequiel em flagrante.

Ao questionarem o paradeiro da arma, que não foi localizada, moradores afirmaram que uma pessoa em Palio Weekend havia furtado o objeto. No veículo do suspeito, foi encontrada a caixa da arma de fogo e um carregador com 31 munições intactas.

Prisão
Em depoimento, Ezequiel afirmou que Michelle lhe aplicou um golpe de R$ 70 mil e, por isso, ele foi até o local para “acertar as contas com ela”. O suspeito disse não saber que os filhos estavam no carro.

O caso foi registrado no 49° Distrito Policial de São Mateus, onde Ezequiel passou a noite na carceragem. Nesta terça-feira (13), ele passa por audiência de custódia e deve responder por dois homicídios qualificados e uma tentativa de homicídio.

Os corpos de Michelle e do filho de 2 anos serão sepultados no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana.

De acordo com a Polícia Científica, foi pedida uma legitimação legal através de impressões digitais para o IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Pesquisa revela que 45% das mulheres dizem ter tido o corpo tocado sem consentimento

por Redação 12 de setembro de 2022

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, Ipec e com o apoio da Uber, e divulgada nesta segunda-feira (12), revela que 45% das mulheres dizem que já tiveram o corpo tocado sem consentimento em local público. Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que apenas 5% dos homens admitem ter cometido a importunação.

A pesquisa revela ainda que 32% das mulheres afirmam ter passado por importunação ou assédio sexual no transporte público, mas nenhum homem reconhece já ter praticado esse tipo de violência. Os dados mostram ainda que 31% das mulheres declaram já haver sofrido tentativa ou abuso sexual.

O levantamento “Percepções sobre controle, assédio e violência doméstica: vivências e práticas” mostra também que as mulheres tendem a reconhecer mais do que os homens que exercem situações de controle e práticas invasivas sobre o parceiro, como exigir a senha do celular e redes sociais, o bloqueio ou exclusão de amigos das redes. Já os homens afirmam que proíbem o uso de roupas e acessórios usados por elas.

De acordo com os dados, mais mulheres (34%) do que homens (25%) declaram ter sido obrigadas após o fim do relacionamento a bloquear contato, mudar de telefone (18% das mulheres e 8% dos homens) e registrar um boletim de ocorrência (15% das mulheres e 6% dos homens).

Foram entrevistadas, na pesquisa, 1.200 pessoas por telefone, sendo 800 homens e 400 mulheres, com 16 anos ou mais, entre 21 de julho e 1º de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais. O nível de confiança estimado é de 95%.

Violência doméstica e sexual
Uma em cada quatro mulheres agredidas declarou, segundo a pesquisa, que a violência doméstica ocorre com frequência, enquanto apenas um em cada dez homens afirma sofrer violência frequentemente.

O ciúme, verificou o levantamento, motiva a maioria das agressões, para homens e mulheres na mesma proporção. Mais mulheres (30%) do que homens (10%) dizem que o parceiro estava bêbado ou drogado ao cometer a violência.

Também 47% dos entrevistados declaram que as situações de briga e violência acontecem quando estão sozinhos. A vergonha das vítimas impede que familiares saibam da agressão.

Os jovens de ambos os sexos, as mulheres e os homens não heterossexuais relatam sofrer mais violência sexual dos parceiros. O levantamento joga luz sobre os maiores percentuais de homens e mulheres de 16 a 24 anos e de homens não heterossexuais que declaram terem sido obrigados a fazer sexo quando não queriam e a manter relações sexuais sem preservativo.

Após o fim da relação, controle, perseguição e calúnia são as agressões mais relatadas, de acordo com o levantamento. Já o revide, o nervosismo e a falta de paciência são as principais justificativas para brigas e agressões.

Segundo a pesquisa, amigos e familiares devem intervir se desconfiam ou sabem que a mulher é vítima de violência doméstica. A grande maioria avalia de forma positiva a Lei Maria da Penha.

Agressores
Segundo a pesquisa, 89% dos entrevistados concordam que os homens que agridem as parceiras sabem que isso é crime, mas acreditam que não serão punidos. O mesmo percentual avalia que os suspeitos não costumam receber as devidas punições.

Para 76% dos entrevistados, a polícia e a Justiça no Brasil tratam a violência doméstica contra mulheres como um assunto pouco importante.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Homem mata a ex e morre durante fuga em acidente de carro

por Redação 1 de setembro de 2022

Um homem matou a ex-esposa e morreu durante a fuga em um acidente de carro em São Sebastião, no litoral paulista, na tarde desta quarta-feira (31).

Segundo informações da Polícia Militar, por volta das 7h agentes da 2ª Companhia do 36º Batalhão foram acionados para o caso de uma mulher vítima de disparo de arma de fogo na rua Joaquim Lucas Filho, em Taboão da Serra, região metropolitana da capital.

No local, a PM encontrou Elzeni Vieira Rios, de 42 anos, caída e com perfurações na cabeça causadas por tiros. A mulher foi socorrida e encaminhada pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ao Pronto-Socorro do Hospital Geral de Pirajussara, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O suspeito, que era ex-companheiro da vítima, fugiu logo após o crime no sentido do litoral em um veículo Renault/Clio azul.

De acordo com a Polícia Civil, durante a perícia foram coletados circuitos de segurança que registraram o atirador em frente à casa da vítima e indo embora. Com as informações, foi emitido um alerta para o homem.

Em dado momento o sistema detectou a localização do carro na rodovia sentido litoral, e a Polícia Rodoviária iniciou as buscas.

Câmeras registraram o momento em que, pelo quilômetro 162+300 da rodovia Rio-Santos, no bairro Boiçucanga, em São Sebastião, por volta das 13h, o condutor invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente com uma Land Rover preta. O Samu foi acionado, mas constatou o óbito do assassino ainda no local.

No interior do automóvel a polícia encontrou a arma usada no crime.

O boletim de ocorrência foi registrado como feminicídio no 2º Distrito Policial de Taboão da Serra. Já o acidente com a morte do autor foi apresentado na 2ª Delegacia de São Sebastião.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidioSegurança

Feminicídio: três em cada dez pedidos de medidas protetivas saem após prazo legal

por Redação 25 de agosto de 2022

“Quarenta e oito horas é um tempo infinito para as vítimas. Imagine ultrapassar esse período. Muita coisa pode acontecer.” A análise da advogada Marina Ruzzi, fundadora do primeiro escritório de direito especializado no atendimento de mulheres vítimas de violência do país, se refere ao período estabelecido pela Lei Maria da Penha para a concessão da medida protetiva, um instrumento que prevê e assegura a distância entre vítima e agressor.

O estudo “Avaliação sobre a aplicação das medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha”, feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em parceria com o Instituto Avon, divulgado na última terça-feira (23), revelou que cerca de 30% dos pedidos são concedidos após o período definido pela legislação que protege vítimas de violência doméstica.

Em algumas regiões do país, o volume de processos em atraso é superior a 40%. Nos Tribunais de Justiça da Bahia, do Ceará e em Minas Gerais, metade dos pedidos fica sem resposta até o prazo-limite. Os Tibunais de Justiça do Rio de Janeiro e de Pernambuco têm média superior a 45%.

Se mesmo nos casos em que se obtém na Justiça a medida protetiva em 48 horas a vítima fica sujeita a diferentes formas de violência até que o instrumento passe de fato a valer, observa Ruzzi, nas ocasiões em que o tempo de concessão ultrapassa os dois dias a vida dessas mulheres e meninas está sob ameaça. De acordo com a advogada, a lei previu o prazo máximo de 48 horas levando em consideração o ciclo de violência doméstica. “Nesses momentos, porém, algumas mulheres enfrentam situações de violência extrema, ficam trancadas em casa com o agressor”, ressalta.

O levantamento mostrou que, entre janeiro de 2020 e maio de 2022, o país registrou 572.159 medidas protetivas de urgência concedidas a meninas e mulheres em situação de violência doméstica. Segundo o estudo, nove em cada dez pedidos são deferidos, o que, de acordo com os pesquisadores, demonstra a adesão do Judiciário ao instrumento de proteção.

O total de medidas concedidas, afirma a coordenadora do Instituto Avon, Beatriz Accioly, demonstra uma significativa adesão ao mecanismo. “É um instrumento preventivo que visa à proteção e ao bem-estar da vítima e não à punição do agressor”, diz ela. Marina Ruzzi também acredita que os números representam um aumento na conscientização das mulheres sobre seus direitos. “O fato de meio milhão de mulheres acionarem o Judiciário é algo expressivo”, afirma. “As mulheres estão entendendo a necessidade de pedir as protetivas. Ouvir falar que elas existem é diferente de entender a dinâmica do funcionamento delas.”

Essas medidas têm como objetivo coibir a prática de violência doméstica e familiar, protegendo meninas e mulheres de agressões físicas, psicológicas e ameaças. A proteção pode ser solicitada pela mulher nas delegacias com ou sem a presença de advogados ou advogadas. A Lei Maria da Penha prevê que as medidas tramitem separadamente do processo principal, cujo objetivo é denunciar o crime cometido pelo agressor.

Essas garantias, segundo Ruzzi, garantem a efetividade das medidas, a segurança da vítima e a aplicação das restrições ao agressor, que pode ser afastado do local em que vive e obrigado a entregar armas de fogo caso tenha posse de alguma. Esses mecanismos duram enquanto houver algum tipo de risco imposto à vítima. A advogada explica, porém, que, quando a proteção é concedida pela Justiça, ainda há a etapa da intimação do agressor até que o instrumento comece a valer. “Qualquer espera é angustiante para a vítima”, diz Ruzzi.

A advogada ressalta que a primeira semana após o deferimento da medida costuma ser um momento de alerta para se observar o comportamento do agressor e o restabelecimento da nova rotina da vítima. “Acompanhei um caso em que o marido da vítima a agrediu e a expulsou de casa. Felizmente, ela contou com um acolhimento porque não tinha parentes nem dinheiro em São Paulo”, relata. “São momentos de extremo temor.”

Sub-representação e gargalos
O número de medidas protetivas registradas e apontadas pelo levantamento, realizado de acordo com a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário, pode estar sub-representado. Isso porque, segundo a coordenadora de pesquisa e impacto do Instituto Avon há um déficit de informações nos dados enviados pelos tribunais ao Conselho Nacional de Justiça. “Temos uma estimativa das medidas concedidas, mas que não corresponde plenamente à realidade”, diz.

Accioly afirma que é necessário qualificar os tribunais para que os dados incluam mais informações. “A visibilidade sobre mulheres que buscam o sistema de Justiça é muito ruim, somente em janeiro de 2020 os dados começam a ficar mais organizados.”

A coordenadora do estudo diz que a lentidão para o deferimento das medidas está relacionada à sobrecarga nas varas especializadas em violência doméstica e à falta de orçamento e de profissionais capacitados para trabalhar com as demandas. “A consequência disso é que, além de se passar uma mensagem de que essa não é uma prioridade do sistema de Justiça, reforçam-se os sentimentos de retaliação, vergonha e de que o pedido de ajuda demora a ser atendido”, afirma Accioly.

Entre os diferentes tipos de violência doméstica passíveis de medida protetiva, Ruzzi diz que, atualmente, há uma maior dificuldade em obter proteção em casos de violência patrimonial. “Quando não tem violência física ou ameaça, os juízes tendem a negar a medida protetiva”, afirma. Os casos de violência psicológica, segundo a advogada, também encontram barreiras na obtenção de medidas protetivas.

Outro gargalo apontado pelo estudo se refere às informações de perfil sociodemográfico de vítimas e agressores. A ausência de dados impede a realização de diagnósticos e análises mais completos. Apesar do baixo percentual de processos com a informação de idade, o levantamento revela que 29% das vítimas possuem entre 30 e 39 anos; 28%, entre 20 e 29 anos; 20%, entre 40 e 49 anos; 15% têm 50 anos ou mais; e 8%, até 19 anos.

Em relação às pessoas que devem cumprir as medidas protetivas, 84,4% são agressores do sexo masculino; 10,3% são desconhecidos (sem o preenchimento da informação no sistema); e 5,3% são do sexo feminino. Além disso, 33% têm entre 30 e 39 anos; 26%, entre 20 e 29 anos; 24%, entre 40 e 49 anos; 16% têm 50 anos ou mais; e 2%, até 19 anos.

Dos 572.159 processos sobre medidas protetivas com registro no período, 89.734 (15,7%) foram no Rio de Janeiro; 89.404 (15,6%), no Paraná; e 78.942 (13,8%), em Minas Gerais. Mas, quando os processos são avaliados em relação à população feminina, nota-se que a maior incidência é no Distrito Federal, com 2.243 processos a cada 100 mil mulheres residentes; seguido por Mato Grosso do Sul, com 1.793; e pelo Paraná, com 1.522.

O que pode melhorar
A coordenadora do Instituto Avon afirma que é preciso melhorar o preenchimento dos dados a serem enviados ao CNJ. Atualmente, não é possível identificar, por exemplo, o número de medidas protetivas obtidas de acordo com o perfil étnico-racial das mulheres. “Faltam dados sobre identificação racial, não se conseguiu traçar esse perfil, tem de haver uma melhor coleta dessas informações.”

Segundo Accioly, somente a visibilidade e a transparência desses dados permitirão que mulheres possam responsabilizar as autoridades e o sistema de Justiça para garantir o cumprimento da lei. “Sabemos por meio dos casos individuais quão difícil é buscar a Justiça e enfrentar esses processos”, diz.

“Ao monitorarmos as ações de proteção e apoio às mulheres, contribuímos para que a aplicação da lei seja integral e igualitária a todas as pessoas que buscam assistência para encerrar situações ou ciclos de violência”, afirma Daniela Grelin, diretora-executiva do Instituto Avon.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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