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Categoria:

Feminicidio

BrasilFeminicidio

Enfermeira é morta e assassino é liberado de delegacia após confessar crime no Rio

por Redação 16 de novembro de 2022

Uma mulher foi assassinada e teve o corpo escondido na casa dos pais do suspeito na zona norte do Rio, na madrugada de segunda-feira (14). Rita de Cássia, de 27 anos, foi vista pela última vez na noite de domingo (13), na companhia de Iago Lacê, de 26 anos, com quem estava se relacionando.

Imagens de câmera de segurança registraram um dos últimos momentos da jovem com vida. Por volta das 21h30, Rita entra no veículo do estudante e sai na companhia dele.

Depois de horas sem notícias, a família da vítima começou a fazer buscas e espalharam cartazes pedindo informações.

Na terça-feira (15), dois dias depois do crime, Iago foi à Delegacia de Homicídios, onde confessou ter assassinado Rita e revelou ter escondido o corpo dela em um terreno da família dele em Bento Ribeiro.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o cadáver de Rita foi encontrado ontem e levado para o IML (Instituto Médico Legal). Amigos disseram que a jovem foi achada com os braços e pernas amarrados.

Mesmo após confessar o crime, Iago não ficou preso porque, de acordo com a Polícia Civil, não houve flagrante no crime.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Maria da Penha Virtual permite denúncia diretamente à Justiça

por Redação 9 de novembro de 2022

Estudantes do Centro de Estudos de Direito e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criaram o web aplicativo Maria da Penha Virtual, uma plataforma on-line que permite às mulheres do estado denunciar casos que se enquadrem na Lei Maria da Penha sem precisar sair de casa.

As denúncias, feitas diretamente no link, são encaminhadas para um dos juízes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Pelo celular, tablet ou computador, a vítima preenche um formulário com seus dados e relata a agressão ou ameaça sofrida, podendo anexar fotos, vídeos e/ou áudio. Ao final, é gerado um pedido de medida protetiva, que é encaminhado para um dos juizados de violência doméstica.

“O grande diferencial do Maria da Penha Virtual é que a vítima não precisa baixar o aplicativo, não ocupa a memória do celular e não deixa rastros no aparelho, dificultando a fiscalização do agressor. Além disso, o link pode ser facilmente compartilhado por WhatsApp e mensagens nas redes sociais”, explica a professora da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ e orientadora dos alunos no projeto, Kone Prieto Furtunato Cesário.

Este ano, o web app venceu o Prêmio Juíza Viviane Vieira do Amaral, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na categoria “Tribunais”, e concorrerá este ano a um novo prêmio de inovação.

O projeto surgiu durante a pandemia da Covid-19, quando o número de casos de violência doméstica no Rio de Janeiro aumentou mais de 50%, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Entre janeiro e julho de 2020, foram notificados 26.997 casos de violência doméstica contra mulheres no estado.

Em dezembro de 2020 o web app começou a funcionar como piloto na capital fluminense e, em 2021, foi ampliada para todo o estado. O canal de denúncias se tornou essencial para o combate à violência e, este ano, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei autorizando a divulgação do web app em cartazes e em postagens de redes sociais, nas repartições públicas, universidades, escolas, unidades de saúde e de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

A Lei estadual nº 9.724/22, no entanto, não saiu do papel e se tornou um dos grandes desafios dos criadores do Maria da Penha Virtual. Formados, os estudantes hoje abriram uma startup para criação de outros projetos jurídicos inovadores.

“Não basta existir uma plataforma que permita às vítimas denunciar sem precisar sair de casa ou ir a uma delegacia se essas mulheres não souberem que ele existe. Nossa batalha é para que o poder público se sensibilize e divulgue no transporte público, em diferentes locais da cidade”, completa a professora Kone Cesário.

O grupo que criou o aplicativo busca, agora, apoio do CNJ para expandir o Maria da Penha Virtual para todo o Brasil.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

‘Não é marido, é algoz’, diz delegada sobre preso por manter mulher dopada

por Redação 27 de outubro de 2022

Um homem de 54 anos foi preso por manter a esposa dopada e trancada em casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nesta quarta-feira (26).

A vítima, de 37 anos, foi encontrada abatida sob uma cama em um quarto. Os agentes da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) da região chegaram ao local após uma denúncia anônima.

Segundo a delegada responsável pela investigação, Mônica Areal, a mulher tem problemas psiquiátricos e deve ser encaminhada a um tratamento por meio de um convênio com a prefeitura.

A delegada disse já ter ouvido o suspeito em depoimento: “Ele fala que ela ficava agitada, quebrava a porta. Ou seja, ele não fala nada com nada. Eu quero dizer que ele não é marido dela, ele é um algoz. O homem tinha uma vítima o tempo todo sob o domínio dele, dopada, com problemas psicológicos. Ele a dominava moralmente, fisicamente e financeiramente, porque descobrimos que ele pegava o dinheiro da aposentadoria dela”.

De acordo com Mônica Areal, o homem negou as acusações. Ela afirmou, ainda, que apura a origem dos remédios dados à vítima, que tinha um relacionamento com o suspeito havia 17 anos.

Além disso, a delegada disse que os filhos do casal estão com parentes devido a outra investigação. Segundo a polícia, o homem abusava da própria filha.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

‘Pulei com muita coragem’, diz mulher que se jogou de carro em movimento

por Redação 26 de outubro de 2022

Uma mulher pulou de um carro em movimento na rodovia Washington Luiz, altura de Caxias, na Baixada Fluminense, para escapar das agressões do ex-companheiro. A vítima sofreu ferimentos em diversas partes do corpo.

Segundo a jovem, que prefere não se identificar, ela levou o filho para passar o fim de semana com o pai, no último sábado (22). Ela deixou a criança na casa da sogra e aceitou uma carona do ex-companheiro.

A vítima contou que a discussão começou depois que ela se negou a mostrar o celular para o ex, com quem teve um relacionamento durante cinco anos marcado por agressões.

Ela disse que, durante o trajeto, o homem fez ameaças de morte e, depois, a atacou com um soco e puxões de cabelo.

“Eu comecei a lutar com ele dentro do carro, tentei abrir a porta para pedir socorro, mas foi uma tentativa fracassada. E, logo em seguida, puxei o freio de mão para tentar ver se o carro parava, e foi outra tentativa fracassada também. Tentei colocar minha mão em cima do pé dele, e também não consegui”, disse.

Outras pessoas já tinham percebido a movimentação estranha e chegaram a gravar um vídeo que registrou o momento em que a mulher pulou do carro.

“A minha solução foi pular do carro, mas eu sabia que poderia ter morrido. Eu pulei com muita coragem. Pedi a Deus para estar comigo naquele momento.”

Uma família que estava em outro carro e passava pelo local socorreu a mulher e a levou ao Hospital Adão Pereira Nunes, onde a vítima passou por exames.

O caso foi registrado na Delegacia da Mulher de Duque de Caxias. Agora, a mulher só pede que seja feita justiça.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Mulher morre esfaqueada por companheiro após discussão em Taboão da Serra

por Redação 24 de outubro de 2022

Uma mulher de 25 anos morreu neste sábado (22) após ser esfaqueada pelo companheiro, da mesma idade, no bairro de Arraial Paulista, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Segundo relato de testemunhas aos policiais que atenderam a ocorrência, o homem teria atingido a vítima depois de uma discussão, por volta das 6h, e fugido em seguida.

A mulher chegou a ser socorrida para o Hospital Geral de Pirajussara, mas não resistiu aos ferimentos.

Além dela, uma prima, de 24 anos, também foi ferida no episódio. A parente da jovem tentou interferir para defendê-la, mas acabou sendo esfaqueada e teve que ser encaminhada para o Pronto-Socorro Antena.

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Taboão da Serra como feminicídio e tentativa de feminicídio.

Ocorrência na Zona Leste
Neste domingo (23), uma de tentativa de Feminicídio foi registrada na Zona Leste da capital paulista. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), um homem, de 29 anos, foi preso em flagrante em sua casa na Vila Prudente após tentar matar uma mulher, de 27 anos, com quem teve um relacionamento.

De acordo com um dos agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) que atenderam a ocorrência, uma briga teria acontecido dentro do carro em que a vítima e o homem estavam.

O homem teria disparado quatro vezes na direção da vítima e fugido do local. A moça, por sua vez, teria visto o carro da GCM e pedido ajuda. Ela foi socorrida ao Hospital Estadual da Vila Alpina, onde permanece internada.

O caso foi registrado no 56º Distrito Policial – Vila Alpina como disparo de arma de fogo e tentativa de feminicídio. Uma pistola foi apreendida.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Jovem de 20 anos é morta com pelo menos cinco tiros pelo ex em SP

por Redação 20 de outubro de 2022

Uma jovem, identificada como Jenifer, de 20 anos, foi morta com pelo menos cinco tiros pelo ex-namorado, na zona leste de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (20).

A vítima tinha conseguido um novo trabalho havia cerca de nove dias. Ela esperava a van, disponibilizada pela empresa, quando foi surpreendida pelo ex-namorado, com quem se relacionou por dois anos.

O suspeito é pai do filho mais novo da jovem. Segundo testemunhas, ao ver o ex apontar-lhe uma arma, Jenifer gritou, pedindo a ele que não atirasse. Ela chegou a correr, mas o homem a executou com tiros nas costas.

De acordo com a polícia, a vítima tinha medida protetiva contra o ex, que já lhe fazia ameaças desde o término do namoro. Familiares de Jenifer afirmam que ela decidiu terminar porque o homem sempre foi muito agressivo e possessivo, mas ele constantemente pedia para voltar e a ameaçava.

A polícia preservou a área onde o crime ocorreu, próximo a um ponto de ônibus, para as investigações. O atirador continua foragido.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Mulher morre após ser agredida a pauladas por namorado

por Redação 13 de outubro de 2022

Uma mulher morreu após ser agredida a pauladas pelo namorado em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (12). Bianca Pinto de Oliveira, de 22 anos, morava com o homem, de 31, na avenida Júlio Simões, no bairro Brás Cubas.

De acordo com a Polícia Civil, policiais militares foram acionados à Unidade Básica de Atendimento (UBS) do Jardim Universo, por volta das 23h47 de terça-feira (11), após uma mulher dar entrada em estado gravíssimo.

No local, o homem teria dito aos policiais que havia desferido um golpe na cabeça de Bianca utilizando um pedaço de madeira. Ele teria admitido ainda ter feito uso de bebidas alcoólicas e drogas momentos antes.

Após a agressão, o homem chamou os familiares da jovem e a levaram à unidade de saúde ainda. Contudo, a mulher não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta quarta-feira (12).

Os médicos disseram aos policiais que Bianca apresentava mais de um ferimento contundente na cabeça, ocasionando fratura na base do crânio e sangramento no ouvido.

O companheiro foi novamente questionado pela polícia, mas não conseguiu detalhar a dinâmica do crime e, por isso, foi preso em flagrante e encaminhado a delegacia do município. As equipes investigam o que teria motivado a agressão.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso foi registrado como feminicídio consumado. Bianca passou pelos exames necroscópicos no Instituto Médico Legal de Mogi das Cruzes e teve o corpo retirado pelos familiares ainda nesta manhã.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Casos de violência psicológica contra mulheres são 39,9% de atendimentos

por Redação 13 de outubro de 2022

O número de atendimentos de casos de violência contra a mulher realizados pela Prefeitura de São Paulo até agosto deste ano aumentou 27,9% em relação ao mesmo período de 2021. No total, são 35 mil mulheres atendidas nos equipamentos públicos. Os casos mais frequentes se referem a violência psicológica, que representam 39,9% dos atendimentos.

“As mulheres começarem a identificar a violência psicológica antes da física é um grande avanço. No sentido do enfrentamento da violência contra a mulher mesmo”, afirma Ana Cristina de Souza, coordenadora de Políticas para Mulheres da SMDHC (Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania) e da Casa da Mulher Brasileira.

Na comparação com o ano anterior, o número de pessoas atendidas cresce a cada mês. O pico foi em março deste ano, quando houve 43% a mais de atendimentos do que o verificado no mesmo mês em 2021. Os dados foram divulgados pela SMDHC.

Em relação ao perfil das mulheres atendidas, a maioria é branca, na faixa de 30 a 39 anos, com o ensino médio completo. Em relação às mulheres negras, que constituem a maior parte das vítimas da violência doméstica e de gênero, a assistente social ressalta que nem conseguem alcançar esses equipamentos. “Estão tão marginalizadas e sem acesso que não conseguem chegar aos serviços e a informação.”

De acordo com Ana Cristina, os números não estão relacionados ao aumento de casos, e sim à popularização do serviço prestado pela secretaria: “É uma união de forças. Nós fazemos toda uma articulação para que essas informações cheguem às mulheres. Hoje elas estão se sentindo confiantes e acolhidas para realizar a denúncia”.

Violência psicológica e moral
O segundo tipo de violência mais atendido é a violência moral, com 22,5%, seguida da física, de ameaças generalizadas e de violência patrimonial, verbal e sexual.

A violência física, de acordo com Ana Cristina, é o último estágio das violências tipificadas pela Lei Maria da Penha. Logo, a vítima passa por uma série de humilhações que causam danos emocionais antes de sofrer o primeiro dano físico.

Para ela, um dos casos mais marcantes foi o de uma mulher que tinha um companheiro que quebrava objetos dentro da casa onde moravam e fazia com que ela acreditasse que tinha culpa nos atos dele por muitos anos. “Tinha muita perversidade envolvida em todo o processo”, explica.

Acolhimento
A Casa da Mulher Brasileira funciona em plantão de 24 horas e reúne diversos tipos de serviço no mesmo local. O equipamento atendeu, segundo a secretaria, 80.085 mulheres. Em 2022, foram 24.815 mulheres. A rede de Direitos Humanos possui quatro Centros de Referência da Mulher, cinco Centros de Cidadania da Mulher, duas casas de acolhimento e três postos de atendimento, dois em estações do metrô (Santa Cecília e Luz) e um no Terminal de Ônibus Sacomã.

As mulheres ameaçadas por companheiros e maridos são encaminhadas para as casas de abrigo provisório que fazem acolhimento também para os filhos de até 17 anos e onze meses. As vítimas recebem um auxílio no valor de R$ 400.

Mulheres vítimas de violência devem procurar esses equipamentos da prefeitura, explica Ana Cristina, antes de realizar o boletim de ocorrência nas delegacias. Para que a vítima possa ser acolhida sem correr o risco de ser julgada ao realizar a denúncia. “A profissional de serviço social ou psicologia consegue elaborar com a vítima o discurso e sua história, construindo melhor a narrativa para o boletim de ocorrência. Quando ela consegue, é interessante que passe antes”, afirma a coordenadora.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Operação de combate à violência contra a mulher prende 12,8 mil em todo o Brasil

por Redação 7 de outubro de 2022

O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nesta sexta-feira (7) o balanço da Operação Maria da Penha, realizada neste ano em todo o país. A ação, que tem o objetivo de combater a violência doméstica, terminou com 12.855 suspeitos presos por agressões e casos de feminicídio.

A operação ocorreu entre agosto e setembro, com 220 mil agentes de segurança envolvidos nas ações. Nesse período, 58.340 boletins de ocorrência com denúncias do tipo foram registrados e motivaram a concessão de 41,6 mil medidas protetivas às vítimas ameaçadas.

Em comparação à primeira edição da operação, em 2021, a quantidade de prisões, que naquele ano foi de 14,1 mil, diminuiu 8,8% na nova ação. No entanto, o total de medidas protetivas expedidas subiu 4,5% em 2022, em comparação ao do ano anterior, quando 39,8 mil foram concedidas.

A maior parte das denúncias de violência doméstica registradas pelo telefone da Polícia Civil, o 190, partiu do estado de São Paulo: 9.400 queixas. O Rio de Janeiro ficou em 2º lugar, com 5.100 registros.

Violência doméstica
A Lei Maria da Penha tipifica a violência doméstica contra a mulher e abrange violações que vão desde lesões, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou patrimonial, até a morte, motivada pelo gênero da vítima.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Homem suspeito de matar ex a facadas e ameaçar os filhos dela é preso

por Redação 14 de setembro de 2022

Edivaldo Rodrigues, de 60 anos, foi preso acusado de ter matado a ex-mulher, Cinthia Vaz, de 39, a facadas, em Itapevi, na região metropolitana de São Paulo. Após cometer o crime, o homem enviou um áudio ao filho dela falando que havia matado a mulher e fazendo ameaças: “me aguarde que eu vou buscar você”.

Familiares da vítima afirmaram que o casal havia se separado há cerca de dois meses porque Cinthia não aguentava mais ser agredida pelo marido.

Os dois moravam juntos desde 2017 e tinham uma filha de dois anos. Após a separação, o homem passou a dormir no carro do filho, que era de um outro relacionamento.

Edivaldo foi até a casa onde Cinthia estava com a desculpa de que iria entregar leite para a filha. Lá, ele matou a mulher a facadas. “Matei na faca para não fazer barulho”, revelou o suspeito em áudio para o filho da vítima.

Segundo familiares, o homem fazia uso abusivo do ácool. Após o crime, ele fugiu.

Edivaldo só foi encontrado após a divulgação do caso. Uma testemunha reconheceu e fez uma denúncia anônima na Delegacia da Mulher de Itapevi, com o paradeiro do homem.

Ele foi preso preventivamente por 30 dias, mas o delegado responsável pelo caso diz que pretende manter o homem lá por mais dias.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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