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Feminicidio

FeminicidioGuarulhos

Quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil, aponta pesquisa

por Redação 10 de dezembro de 2022

A cada seis horas uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil. De acordo com um estudo realizado pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), no primeiro semestre de 2022, 699 mulheres foram assassinadas. Este número é 3,2% maior do que o total de mortes registrado no mesmo período de 2021, quando 677 vidas foram ceifadas.

Na pesquisa, os estados com maior incremento desse tipo de crime foram o Acre (250%), Amapá (200%), Rondônia (116,7%), Sergipe (100%) e Santa Catarina (52,6%). Analisando de forma regional, no último ano, o Sul apresentou a maior porcentagem (12,6%) com 116 mortes.

Segundo a advogada Isabela Guimarães Del Monde, coordenadora do movimento Me Too Brasil, apesar da flexibilização das medidas de isolamento social, a pandemia ainda tem impacto no aumento do número de casos de feminicídio no país. “As mulheres perderam muita renda, a permanência e o ingresso no mercado de trabalho, tornando-se mais dependente financeiramente dos agressores”.

Além da queda de emprego, a pandemia também trouxe como consequência o consumo acentuado de álcool no ambiente familiar, onde as mulheres ficam mais expostas à violência doméstica. Esse cenário dificulta a realização de denúncia seja presencialmete em uma delegacia ou de forma on-line.

A flexibilização do acesso a armas e munições pela população civil a partir do Pacote Anticrime, em 2019, também está diretamente ligado à onda de violência contra as mulheres. De acordo com o último Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o país vive uma corrida armamentista. Entre 2017 e 2021, registrou-se aumento de mais de 130% do registro de armas de fogo ativas pelo Sistema Nacional de Armas. São 1.490.323 em circulação.

O acesso desenfreado ao armamento coloca as mulheres em situação de maior vulnerabilidade. Uma situação de violência psicológica ou doméstica pode facilmente se transformar em feminicídio.

Apesar do crescimento ininterrupto de assassinatos, os recursos investidos pelo Governo Federal para o enfrentamento à violência têm reduzido. Uma nota técnica produzida pelo Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) aponta que, em 2021, apenas 4,5% dos recursos destinados a Casa da Mulher Brasileira – que oferece atendimento humanizado às vítimas de violência doméstica – foram executados. Dos R$ 21,8 milhões autorizados, foram gastos apenas R$ 1 milhão.

Para Del Monde, a razão principal do aumento de feminicídios no Brasil é o desmonte das políticas públicas federais, principalmente nas área de educação, saúde e informação. “O feminicídio é uma morte evitável. A violência não começa no ato mais grave, que é a tentativa ou a consumação do crime. Começa com a violência psicológica e moral”.

Fabiana Dal’Mas, promotora de Justiça de Enfrentamento a Violência contra a mulher do Gevid Central, apontou que o corte orçamentário afeta o funcionamento, por exemplo, dos atendimentos médicos e psicológicos, da assistência social, das casas de abrigo, da Casa da Mulher Brasileira, das delegacias de polícia – onde é possível registrar boletins de ocorrência e solicitar medidas protestivas de urgência.

“A partir do momento que não há um investimento maciço nessas políticas públicas, essas portas [de acolhimento] são fechadas e a consequência disso é o aumento da violência e do desemparo das mulheres”, complementa Dal’Mas.

A promotora ainda afirma que “recentemente o Brasil foi considerado a nona economia do mundo. Então, nada justifica o não investimento em políticas públicas para mulher. O Estado deve propiciar a igualdade entre homens e mulher como determina a Constituição Federal, e uma sociedade menos violenta”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Mulher é encontrada morta dentro de baú de cama box

por Redação 29 de novembro de 2022

Uma mulher que estava desaparecida foi encontrada morta dentro do baú de uma cama box neste domingo (27), em Americanópolis, na zona sul de São Paulo. O principal suspeito está foragido.

Sheila Lisboa, de 38 anos, foi vista pela última vez por volta das 4h de sexta-feira (25), ao entrar na casa de Leandro Domingos da Silva, localizada na rua Doutor Rafael Parisi.

No dia anterior, na tarde de quinta (24), ela tinha ido a uma tabacaria na região para assistir ao jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo.

Os familiares desconfiaram de um homem identificado como Leandro, que foi visto com Sheila, e tentaram conversar com ele por mensagem, porém foram bloqueados. Ele foram, então, até o endereço do suspeito e invadiram a casa. No endereço, encontraram a mulher morta e nua, além de cheia de marcas pelo corpo.

De acordo com informações da repórter Beatriz Casadei, vizinhos ouviram gritos vindos do imóvel, mas não desconfiaram de nada.

Sheila deixa um filho de 13 anos. Ainda segundo a repórter, Leandro morava no imóvel havia aproximadamente três meses, e sua casa era alugada. Ele era pouco conhecido pela vizinhança.

A reportagem tentou entrar em contato com a irmã da vítima, mas até o fechamento desta nota não obteve resposta.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Moradoras do Tremembé precisam se deslocar 22,2 km para registrar denúncia

por Redação 28 de novembro de 2022

Com o corpo coberto de ferimentos e marcas roxas, a filha de Mayara, de 16 anos, tentou se deslocar da casa em que vive no Tremembé, na zona norte de São Paulo, até a delegacia mais próxima para registrar a agressão sofrida após uma briga com o companheiro em setembro. O sangue e os machucados, porém, transformaram o trajeto em uma saga até o distrito policial — não especializado em atender mulheres.

Com a ajuda da mãe, ambas decidiram sair do bairro Vila Nova Galvão e ir até um posto de polícia para pedir ajuda. Mayara e a filha, que prefere não se identificar, fazem parte da parcela de moradoras que percorrem a maior distância para conseguir registrar uma denúncia de violência em São Paulo. De acordo com o Mapa das Desigualdades, realizado pelo Instituto Cidades Sustentáveis e divulgado na última semana, uma moradora do Tremembé precisa se deslocar 22,2 quilômetros para denunciar uma violência sofrida.

A distância e as dificuldades impostas pelo trajeto fazem com que muitas moradoras do distrito não cheguem às delegacias especializadas no atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica. As DDMs (Delegacias de Defesa da Mulher) são unidades policiais especializadas no atendimento de mulheres, crianças e adolescentes que enfrentam situações de violência física, moral e sexual. Na prática, a falta de equipamentos públicos e de apoio às mulheres é o principal motivo responsável por desestimular as vítimas — o que contribui para o aumento da subnotificação dos casos.

Moradora do Tremembé há mais de 20 anos, Mayara encontrou a filha machucada em frente à casa em que a adolescente morava com o marido. Desesperada, ela foi até um posto policial para pedir aos agentes que as levassem até a delegacia de carro. “Mas eles me disseram que não tinha viatura disponível. Nos mandaram de volta para a casa do agressor, dizendo que a polícia só poderia nos levar de lá. Então, fiquei com a minha filha toda ensanguentada das 4h às 6h para irmos a uma UPA”, lembra a mãe.

Somente depois de a filha receber atendimento inicial na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jaçanã, elas foram ao 39º Distrito Policial da Vila Gustavo, no Tucuruvi, zona norte, para registrar a denúncia.

A pesquisa Mapa das Desigualdades, realizada pelo Instituto Cidades Sustentáveis e divulgada na quarta-feira (23), dimensionou pela primeira vez o deslocamento médio para realização de denúncia contra a mulher entre os distritos da cidade de São Paulo.

De acordo com o estudo, o distrito com maior quilometragem percorrida é o Tremembé — o que significa dizer que uma moradora dessa região precisa percorrer 22,2 quilômetros para fazer um boletim de ocorrência e ser atendida com dignidade. O distrito com melhor avaliação é o Pari, localizado na região central do município, com uma distância de 1,2 quilômetro.

A saga de Mayara e da filha até o registro da denúncia passou por um posto de polícia, por uma Unidade de Pronto Atendimento, pela volta para a rua em que ocorreu a agressão e, por fim, pela chegada a uma delegacia não especializada — a mais próxima da casa em que vivem. O percurso exigiu das vítimas disposição para enfrentar horas de desgate.

A distância da casa da filha de Mayara até a 4ª DDM é de aproximadamente 24 quilômetros. O trajeto é feito por, no mínimo, dois ônibus e alguns metros de caminhadas durante 1h e 22 minutos. “Ela reclamou muito e estava chorando muito. Estava com muita dor, principalmente no maxilar”, lembra a mãe.

A assistente social Kátia Chambo Gonçalves, de 56 anos, é moradora do Tremembé há 18 anos e trabalha no acolhimento de mulheres vítimas de violência há três anos e meio. “Todos os serviços de atendimento são extremamente fora de mão, não tem como essas mulheres terem acesso sem pegar dois ou três ônibus”, afirma Kátia.

“É uma região muito grande, com vários bairros pequenos e que carecem de serviço social. Quando uma vítima nos aciona, informamos o serviço mais próximo. Mas muitas têm dificuldade para chegar até mesmo aqui na ONG. Não à toa desistem antes de chegar à delegacia.”

Kátia diz que leva, de carro, em torno de 45 minutos para sair da casa em que vive e chegar à ONG, localizada na Vila Nova Cachoeirinha. Segundo a assistente social, a delegacia da mulher mais próxima é a 4ª DDM. “Pela distância, muitas mulheres não registram boletim de ocorrência, só os casos mais graves são denunciados nas delegacias de bairro.”

Depois de a filha ter sido medicada, Mayara recebeu a orientação de voltar para o local em que ocorreu a agressão. “Eles disseram que eu só poderia chamar a viatura onde ele tinha batido nela. Fiquei sentada na rua com a minha filha.” Mayara afirma que aquela não foi a primeira vez que a filha havia sido agredida pelo companheiro.

“Esse relacionamento já teve empurrão, tapa, humilhação. Ela levou até ponto no maxilar”, afirma. Além disso, Mayara diz que a filha é vítima de violência psicológica. “Ele humilha ela, fala que ela é gorda e que, por isso, não vai conseguir ficar com ninguém.”

O histórico de violência fez com que Mayara conseguisse a guarda do neto, de 1 ano e 11 meses. “Um dia a irmã dele foi à minha casa me avisar que minha filha estava toda cortada. Fiquei desesperada, fui lá e comecei a ajudar ela a levantar da calçada. Chorei, passei mal até.”

Na UPA Jaçanã, a jovem foi medicada com soro e injeção para amenizar a dor. Somente por volta das 12h mãe e filha foram levadas até a delegacia para a elaboração do boletim de ocorrência.

Segundo Mayara, antes de serem atendidas, os agentes estavam registrando dois casos de apreensão de drogas. Quando, finalmente, chegou o momento de registrar a denúncia, outro entrave: os relatos ocorreriam em frente ao agressor.

“Em uma delegacia especializada, tudo seria diferente: a proteção dela, o tempo de espera para o atendimento e os deslocamentos”, diz a mãe. “Perguntaram na frente do ex-companheiro da minha filha se achávamos que ele deveria ir para um CDP (Centro de Detenção Provisória) ou se era para ele ser libertá-lo. Fiquei com medo de represália.”

Dois meses depois, Mayara conseguiu a medida protetiva para afastar o agressor de sua filha. “Mas não esqueço que ela não teve a oportunidade de relatar o que aconteceu na hora de escrever o B.O., quem fez isso foram os policiais”, diz Mayara.

“Hoje, nem sabemos como está a investigação. É um descaso. Depois que ela teve que se locomover toda roxa e ensanguentada, não espero mais nada.” O estudo do Instituto Cidades Sustentáveis demonstra que a média de quilômetros percorridos para a denúncia de uma violência é de 20,2 quilômetros em toda a cidade.

O estudo mostra ainda outros indicadores com maior incidência de violência contra as mulheres. O número de feminicídios, assassinatos de mulheres em razão de violência doméstica e familiar, é seis vezes maior na Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, do que em 29 outros distritos da cidade.

A Barra Funda também é o bairro mais violento de São Paulo para mulheres, com uma taxa de 636,2 vítimas por 10 mil mulheres. A violência contra essa parcela da população aumentou 67,9% de 2020 para 2012. O bairro com melhor avaliação é o Alto de Pinheiros, com uma taxa de 116,5 vítimas por 10 mil habitantes.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Professora é assassinada a tiros perto de creche; ex-companheiro é suspeito

por Redação 25 de novembro de 2022

Uma professora de creche foi assassinada na manhã de quinta-feira (24) em Florianópolis (SC). Alessandra Abdalla, de 45 anos, chegava para trabalhar quando foi alvo de diversos disparos.

O suspeito pelo crime é o ex-companheiro da vítima, que é policial militar. Ele teria se aproximado dela e, após uma breve conversas, teria sacado a arma e disparado. A polícia procurou homem durante a quinta-feira, mas não conseguiu encontrá-lo.

Alessandra estava a poucos metros da creche onde trabalha, no Neim (Núcleo de Educação Infantil Municipal) da Tapera, onde as aulas chegaram a ser suspensas.

A servidora deixa uma filha de 21 anos. O caso é investigado. O sindicato que representa dos funcionários públicos da área da educação marcaram um protesto para esta sexta.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioGuarulhos

ONU aponta que mais de cinco mulheres foram mortas a cada hora por um familiar em 2021

por Redação 25 de novembro de 2022

A ONU celebra nesta sexta-feira (25) o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres em um esforço para alertar o mundo sobre e violência de gênero, uma das violações de direitos humanos mais difundidas em todo o mundo.

Um novo relatório do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), publicado na última quarta-feira (23), revela que, das 81,1 mil mulheres mortas em 2021, cerca de 56% foram assassinadas por parceiros ou outros membros da família. Ou seja, mais de cinco mortes a cada hora.

cinco mulheres foram mortas

O dado alarmante mostra que o lar, que deveria ser um ambiente de acolhimento, não é um lugar seguro para muitas mulheres e meninas.

Em meio à urgência da situação, ainda é preciso lidar com a subnotificação de dados. Segundo o relatório, cerca de quatro em cada dez dos assassinatos não têm informações suficientes para que possam ser contabilizados como feminicídios.

Casos recentes de violência contra as mulheres ganharam repercusão mundial. A morte da jovem curda Mahsa Amini, de 22 anos, no Irã, após ser presa pela polícia da moral por usar o véu de forma “inapropriada” gerou uma onda de protestos no país que reivindica a proteção do direito das mulheres.

Em outras partes do mundo as mulheres sofrem com a violência e também com restrições e proibições. No Afeganistão, após a volta do Talibã ao poder em agosto do ano passado, mulheres e meninas desafiam o regime extremista em manifestações pelas ruas do país. O grupo estabeleceu uma série de limitações às afegãs, entre elas, o fechamento de escolas de ensino médio, a obrigatoriedade do uso do véu no espaço público e a circulação limitada pelo país.

Em 2021, a taxa de assassinatos de mulheres em ambientes privados foi estimada em 2,5 por 100 mil na África, em comparação com 1,4 nas Américas, 1,2 na Oceania, 0,8 na Ásia e 0,6 na Europa.

Muitas vezes a violência não é denunciada devido à falta de acolhimento e impunidade, além do medo que cerca as mulheres.

As violações podem ocorrer de várias formas, entre elas, abuso psicológico, violência sexual, perseguição, tráfico humano, mutilação genital e casamento forçado.

Segundo a ONU, na última década, o número geral de homicídios femininos continuou quase inalterado, o que mostra a urgência para que medidas sejam tomadas para combater a violência de gênero.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Jovem é morta a tiros na frente das filhas

por Redação 24 de novembro de 2022

Uma jovem, de 29 anos, foi assassinada a tiros na noite desta quarta-feira (23) no momento em que estacionava o carro na garagem, no bairro Cajuru, em Curitiba. Jhenifer Gonçalves foi surpreendida por dois atiradores que estavam em uma motocicleta. Os indivíduos fugiram após o crime.

De acordo com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), que atendeu a ocorrência, o crime aconteceu no momento em que a jovem guardava o veículo da marca Audi na garagem da residência. Outros familiares da vítima estavam na casa e duas filhas – de 9 e 12 anos – presenciaram o atentado.

“Chegando no local nos deparamos com uma mulher dentro de um veículo já em óbito. Pelas cápsulas que estavam no chão, foi uma arma de 9mm. Aparentemente foi um total de sete disparos e uns três atingiram a vítima. A moça estava com roupa de dormir e parece que ela foi guardar o carro quando foi surpreendida”, comentou o sargento Diniz, do Corpo de Bombeiros.

(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Morta na frente das filhas em Curitiba
Existe a suspeita que o crime tenha motivação passional. Familiares da vítima ficaram bastante abalados com o crime. “Os familiares estão bem assustados, desesperados com a situação. Se eu não me engano, são as filhas dela que presenciaram o crime […] A princípio, o que a gente começou a coletar de informações, foi um crime passional”, disse o tenente Youngblood.

Nenhum suspeito foi preso. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidio

Técnico de enfermagem é preso durante o plantão por atear fogo na ex-companheira no RJ

por Redação 22 de novembro de 2022

Um técnico de enfermagem foi preso durante o plantão em uma unidade de saúde de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta segunda-feira (21), por atear fogo na ex-companheira.

Policiais civis da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Belford Roxo, na mesma região, localizaram o agressor em um hospital infantil e cumpriram o mandado de prisão contra ele por tentativa de feminicídio

Segundo a investigação, o crime aconteceu na última segunda (14) após uma discussão. A apuração da polícia mostrou que o autor possui uma extensa ficha criminal por violência doméstica, inclusive contra a própria filha.

A delegada Monica Areal, responsável pela investigação, disse que a vítima contou que estava retirando os seus pertences de casa quando sentiu um líquido gelado e depois percebeu que o corpo estava em chamas.

A mulher de 45 anos foi socorrida por bombeiros e continua internada no Hospital Adão Pereira Nunes, em Caxias, com queimaduras de segundo grau pelo corpo, sem previsão de alta.

A delegada explicou que o agressor pode pegar uma pena de 30 anos de cadeia. Ele foi levado para a delegacia especializada para depois ser encaminhado ao sistema prisional.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Homem é suspeito de matar a esposa a facadas em SP

por Redação 22 de novembro de 2022

Um homem é suspeito de matar a esposa em Vargem Grande Paulista, na região metropolitana de São Paulo, na noite do sábado (19).

De acordo com informações do repórter Aguiar Júnior, da Record TV, a confeitaria Inês Ferreira Nascimento, de 43 anos, estava em casa quando foi morta a facadas. Ela deixa cinco filhos.

Após o crime, o marido da vítima, Donizete Augusto Asseiro, teria tentado fugir em um carro branco, modelo Siena/Renault, em direção ao Paraná, na região sul do Brasil, mas foi localizado e detido.

O suposto autor do crime foi preso por policiais do Paraná e será transferido para São Paulo em breve.

Segundo relato de João Nascimento, pai da vítima, ela e Donizete estavam juntos havia cerca de cinco anos. O casal morava no mesmo município em que ocorreu o crime.

Vizinhos e amigos narram que o suspeito era possessivo e ciumento. Ao conversar com a reportagem, o pai pontuou que o genro era reservado e que as brigas muitas vezes eram motivadas por desavenças de Donizete com os enteados.

A vítima trabalhava como cozinheira e confeiteira e era conhecida em Vargem Grande. Ademir Pereira, um colega de trabalho, afirmou que Inês era muito querida entre os outros funcionários.

A Polícia Civil investiga as motivações do crime e analisa as imagens de câmeras de segurança da rua.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão PauloSegurança

Homem mata esposa e filhas em incêndio e depois comete suicídio

por Redação 18 de novembro de 2022

Uma mãe e duas filhas, uma de 11 anos e outra de 14, morreram depois que a casa em que moravam pegou fogo, na manhã desta quarta-feira (16), em Sorocaba, no interior de São Paulo. A polícia acredita que o pai tenha trancado a família e ateado fogo no imóvel propositalmente.

Testemunhas disseram que ouviram o barulho de explosão e, na sequência, os gritos das vítimas, mas as janelas estavam trancadas com arames. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas os três corpos foram encontrados carbonizados.

As investigações indicam que o pai, momentos depois do crime, teria se jogado de motocicleta na frente de um caminhão e deixado uma carta de despedida com os documentos.

A polícia ainda investiga se as vítimas realmente morreram no incêndio ou se já estariam mortas antes.

O homem supostamente jogou gasolina na casa e deixou o gás de cozinha vazando para aumentar a explosão, de acordo com informações do Cidade Alerta.

Vizinhos afirmam que não conheciam muito a família, pois não interagiam com ela. A mulher apenas saía de casa com o marido ou as filhas para levá-las à escola.

Os dois cachorros da família foram resgatados pelos vizinhos, que afirmam que os animais estavam desesperados. Um outro cão teria morrido no incêndio.

O caso foi registrado como homicídio e será investigado pela Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de Sorocaba.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioSão Paulo

Polícia prende suspeito de matar a mulher com presilha de cabelo

por Redação 17 de novembro de 2022

A polícia prendeu José Carlos Lima Silva, de 40 anos, no início da noite desta quarta-feira (16), por suspeita de matar a ex-esposa Angélica Gomes da Silva, de 31 anos, com uma presilha de cabelo. A prisão foi feita por uma equipe do 69° DP (Distrito Policial) de Teotonio Vilela.

Angélica foi encontrada morta dentro de casa nesta terça-feira (15). Ela tinha medida protetiva contra o suspeito por violência doméstica. Em entrevista ao Balanço Geral, uma amiga da vítima afirmou que “ela vivia com medo dele. Toda semana ele agredia ela”.

A reportagem solicitou uma nota à SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) que, até a publicação desta matéria, não respondeu.

Relembre o caso

Policiais militares foram acionados pelo 190, por volta das 8h15 da terça (15), para uma ocorrência de encontro de cadáver em uma residência. No local, encontraram Angélica com várias perfurações, provocadas pelo objeto afiado, na região das costas e mãos.

De acordo com a Polícia Militar, vizinhos informaram que avistaram o ex-marido da mulher com a filha, de 2 anos e 7 meses, em um ponto de ônibus, perto da casa onde o crime ocorreu.

Ao analisar o local, os agentes encontraram uma presilha de cabelo com marcas de sangue, que teria sido usado para cometer o crime. Ainda segundo a polícia, Angélica tinha uma medida protetiva contra o homem por violência doméstica.

Ainda na terça, os policiais realizaram rondas pela região, mas não conseguiram localizar nem o homem, nem a criança. Mais tarde, uma ex-mulher do suspeito entregou a menina aos agentes. Ela disse que o homem deixou a criança com ela e fugiu.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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