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Aeroporto

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Táxis são vandalizados após brigas com ‘arrastadores’ no Aeroporto de Guarulhos e cooperativa fala em ‘clima de guerra’

por Redação 8 de maio de 2026

Pelo menos oito táxis da cooperativa Guarucoop foram vandalizados entre a noite de quinta-feira (7) e a manhã desta sexta-feira (8), em meio à escalada de tensão envolvendo taxistas e supostos “arrastadores” clandestinos no Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos.

Os veículos apareceram com vidros quebrados, latarias danificadas e marcas de pedradas. Em um dos casos, uma pedra utilizada no ataque ficou presa no carro.

Segundo os motoristas, os ataques ocorreram horas após uma confusão generalizada entre taxistas da cooperativa e um homem apontado como “arrastador” de passageiros, que estaria armado com uma faca.

Os chamados “arrastadores” atuam de forma irregular abordando passageiros na saída dos terminais para oferecer corridas clandestinas.

Um dos taxistas atingidos foi Jerônimo Júnior, que teve o carro depredado na rua onde mora, no bairro Bela Vista, em Guarulhos.

Segundo ele, o ataque aconteceu poucos minutos após chegar em casa. “Quebraram o carro todo e fugiram”, relatou.

Outro motorista, Josemir Barbalho, afirmou que foi alvo de pedradas enquanto passava pela Avenida Nove de Julho, no Centro de São Paulo, durante a madrugada.

Apesar dos danos, ninguém ficou ferido. Todos os veículos atingidos estavam sem passageiros no momento dos ataques.

A cooperativa acredita que o vandalismo esteja diretamente relacionado às disputas recentes entre taxistas e grupos que atuam de forma clandestina dentro do aeroporto.

O diretor da Guarucoop, Edmilson Americano, afirmou que há uma “invasão” de falsos motoristas de aplicativo e clandestinos no terminal.

Segundo ele, os golpistas se passam por taxistas ou motoristas de aplicativo para abordar passageiros e cobrar corridas abusivas, o que estaria criando um “clima de guerra” dentro do aeroporto.

A cooperativa informou que duas brigas já haviam sido registradas na quarta-feira (6). A primeira ocorreu na entrada do Terminal 3, após um homem apontado como arrastador tentar abordar um passageiro. Já a segunda terminou em agressão física e envolveu um homem segurando um objeto semelhante a uma faca.

De acordo com o boletim de ocorrência, esse homem ficou ferido e precisou ser hospitalizado.

Os ataques aos táxis foram registrados em diferentes pontos de Guarulhos e da capital paulista, incluindo Vila Augusta, Bela Vista, Avenida Nove de Julho, Rua Pedro Vicente, Cruzeiro do Sul e proximidades do Shopping Internacional.

Os taxistas afirmam que o clima é de medo após os episódios. “Os caras sabem onde as pessoas moram”, desabafou Jerônimo Júnior.

A Prefeitura de Guarulhos informou que a Guarda Civil Municipal não foi acionada. Já a Secretaria da Segurança Pública afirmou que ainda não localizou registro oficial dos ataques aos veículos.

O aeroporto informou que mantém ações de combate ao transporte clandestino com alertas sonoros e visuais orientando passageiros a recusarem abordagens espontâneas.

A tensão no terminal aumentou após reportagens denunciarem a atuação de grupos que atraem passageiros para corridas irregulares com cobrança de valores abusivos e ameaças contra usuários, taxistas e motoristas regularizados.

Fonte: G1

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Aeroporto

Gestante egípcia e filhos são liberados após quase um mês retidos no Aeroporto de Guarulhos

por Redação 8 de maio de 2026

A mulher grávida e os dois filhos do egípcio Abdallah Montaser foram autorizados a entrar no Brasil após quase um mês retidos na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos. A família havia solicitado refúgio ao chegar ao país em 8 de abril, em meio ao agravamento dos conflitos e da instabilidade no Oriente Médio.

O pai das crianças, porém, segue impedido de ingressar em território brasileiro.

A liberação parcial foi confirmada na quarta-feira (7) pelo advogado da família, Willian Fernandes, que classificou a decisão como um “avanço importante”, mas afirmou que continuará atuando pela reunificação familiar.

Segundo a defesa, a mulher e os filhos deixarão a área restrita do aeroporto e serão acolhidos por entidades de apoio a migrantes que acompanham o caso desde o início.

O episódio ganhou repercussão nacional após organizações de direitos humanos, movimentos de apoio a refugiados e a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados apontarem possível violação de direitos humanos na retenção prolongada da família.

A gestante estava na 34ª semana de gravidez e, de acordo com o advogado, precisou de atendimento médico após relatar ausência de movimentos do bebê. A defesa também informou que uma das crianças possui doença celíaca e intolerância à lactose.

Fernandes afirmou que houve sensibilidade da Polícia Federal diante da situação da mãe e das crianças, mas reforçou que o caso ainda não teve solução completa.

Após a liberação parcial, o Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante divulgou nota pública criticando os procedimentos migratórios adotados no aeroporto de Guarulhos.

Segundo a entidade, ao menos quatro casos semelhantes de retenção prolongada envolvendo pessoas em busca de refúgio foram registrados nos últimos seis meses.

O documento também cita o caso do ganês Evans Osei Wusu, que morreu em 2024 enquanto aguardava definição sobre sua entrada no país na área restrita do aeroporto.

As entidades afirmam que os procedimentos migratórios têm resultado em permanências prolongadas sem acesso adequado à informação, contraditório e ampla defesa.

A defesa da família sustenta que a retenção foi baseada na Portaria nº 770/2019, utilizada em análises migratórias, mas critica a aplicação genérica da norma sem individualização adequada do caso.

O advogado também argumenta que decisões recentes da Justiça Federal, como a autorização de entrada de uma família palestina barrada no mesmo aeroporto, reforçam a necessidade de revisão das medidas administrativas em situações humanitárias.

Mais de dez entidades ligadas à defesa de migrantes e refugiados assinaram manifesto cobrando uma solução humanitária para o caso.

Em nota anterior, a Polícia Federal afirmou que atua no controle migratório em conformidade com a legislação brasileira e compromissos internacionais, mas não comenta casos concretos devido ao sigilo de dados pessoais. Já o Ministério da Justiça informou que pedidos de refúgio são protegidos por sigilo legal.

Fonte: G1

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GuarulhosAeroporto

Família egípcia retida em Guarulhos gera pressão por solução humanitária e denúncia de violação de direitos

por Redação 28 de abril de 2026

Mais de dez entidades de defesa de migrantes, refugiados e direitos humanos acionaram autoridades brasileiras e divulgaram um manifesto cobrando solução humanitária urgente para uma família egípcia retida desde o dia 8 de abril na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Segundo o advogado Willian Fernandes, responsável pelo caso, Abdallah Montaser chegou ao Brasil acompanhado da esposa grávida e de dois filhos pequenos, onde solicitaram refúgio. Desde então, de acordo com a defesa, a família aguarda resposta das autoridades brasileiras sem definição sobre a situação migratória.

O caso mobilizou organizações como o Centro da Mulher Imigrante e Refugiada (CEMIR), Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC), Comissão Justiça e Paz de São Paulo (CJP/SP), Educação Sem Fronteiras e o Centro de Estudos de Migrações Internacionais da Unicamp.

As entidades afirmam que a situação é de extrema gravidade, principalmente porque a mulher está na 34ª semana de gestação e apresentou relatos de ausência de movimentos fetais, indicando possível risco à vida do bebê. O manifesto também destaca a presença de duas crianças pequenas em situação de vulnerabilidade.

Segundo o documento, manter a família confinada em área restrita do aeroporto sem solução rápida e sem acompanhamento médico contínuo pode configurar violação de direitos humanos, incluindo afronta ao direito à saúde, à dignidade humana e à proteção integral de crianças e gestantes.

As organizações também citaram o caso do ganês Evans Osei Wusu, que morreu em 2024 após permanecer retido por dias no mesmo aeroporto enquanto buscava proteção internacional. À época, houve denúncias de demora no atendimento médico.

Além de cobrar atendimento médico urgente para a gestante e avaliação clínica do feto, as entidades pedem a suspensão de qualquer medida de repatriação compulsória sem análise humanitária adequada. O grupo também solicita abertura de diálogo entre Polícia Federal, Ministério da Justiça e Ministério das Relações Exteriores para uma solução integrada do caso.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados também passou a acompanhar a situação e enviou ofício ao Ministério da Justiça e ao Itamaraty classificando o caso como uma “grave violação de direitos humanos”.

No documento, a comissão afirma que há possível descumprimento de compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na proteção de pessoas vulneráveis. O texto ainda aponta dificuldades de acesso a atendimento médico, alimentação adequada e condições dignas de permanência, inclusive para as crianças.

O advogado Willian Fernandes afirmou que o caso não pode ser tratado apenas sob a ótica migratória. “Estamos diante de uma situação concreta que envolve vida, saúde e dignidade humana”, declarou.

Em vídeo enviado à imprensa, Abdallah Montaser afirmou que possui visto de turista válido, mas que a entrada no Brasil não foi autorizada. “Esperamos que nosso caso seja resolvido rapidamente, pois o impacto psicológico e de saúde em nossa família se tornou extremamente grave”, disse.

O Ministério da Justiça informou, em nota, que não comenta casos específicos de refúgio devido ao sigilo previsto em lei. Já a Polícia Federal não respondeu até a publicação da reportagem.

Fonte: G1

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GuarulhosAeroporto

Família palestina fica retida em aeroporto de Guarulhos e caso expõe falhas no acolhimento de refugiados

por Redação 23 de abril de 2026

Um casal palestino da Faixa de Gaza, acompanhado do filho de 1 ano e meio, afirma estar retido há seis dias na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, após solicitar refúgio no Brasil. O caso levanta questionamentos sobre os protocolos de entrada e acolhimento de pessoas vindas de zonas de conflito.

Segundo o advogado da família, Willian Fernandes, Hani M. M. Alghoul e Eitemad M.A. Alqassass Suhayla possuem vistos de turismo válidos emitidos por autoridade consular brasileira, mas ainda assim tiveram a entrada no país negada, sem justificativa formal. Diante da situação, foi protocolada na terça-feira (21) uma ação judicial para impedir a repatriação e garantir o ingresso no território nacional.

A família permanece hospedada em um hotel dentro da área restrita do aeroporto. O advogado classifica o caso como humanitário, destacando que a mulher está grávida, com anemia grave, e que o filho apresenta problemas de saúde. Em relato divulgado pela defesa, Hani descreve preocupação com o estado clínico da esposa e da criança, além do impacto psicológico causado pela guerra e pela retenção.

O Itamaraty informou que a decisão sobre entrada no país cabe à Polícia Federal. Até a última atualização, nem a PF nem a GRU Airport haviam se manifestado sobre o caso.

De acordo com a ONG Refúgio Brasil, a família saiu de Gaza rumo ao Egito, onde conseguiu visto de turismo brasileiro por falta de um visto humanitário específico para palestinos. Ao chegar ao Brasil, teria sido retirada da fila de imigração e interrogada. A orientação posterior foi solicitar refúgio, pedido que ainda não foi analisado.

Relatos apontam dificuldades enfrentadas no local, incluindo restrições de alimentação e permanência no quarto onde estão a mulher e a criança. Segundo a ONG, o pai não pode permanecer com a família sem custos adicionais e enfrenta limitações até para acessar alimentos.

Especialistas e entidades de direitos humanos afirmam que situações semelhantes têm se tornado recorrentes no aeroporto de Guarulhos, sendo inclusive reportadas a organismos internacionais. O caso evidencia possíveis lacunas na política de acolhimento brasileira, especialmente diante de fluxos migratórios vindos de áreas de conflito armado.

Fonte: G1

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Aeroporto

Pane aérea paralisa São Paulo e expõe fragilidade no controle de tráfego

por Redação 9 de abril de 2026

Uma pane no sistema de controle de tráfego aéreo provocou a suspensão total de pousos e decolagens em aeroportos de São Paulo na manhã desta quinta-feira (9), afetando os principais terminais do estado, como Congonhas e Guarulhos. A interrupção ocorreu entre 9h30 e 10h06, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pelo controle do espaço aéreo.

De acordo com autoridades, o problema teve origem em uma falha técnica operacional, com suspeita inicial de vazamento de gás no prédio da torre de controle de Congonhas. Por medida de segurança, houve evacuação do local, o que interrompeu temporariamente o controle de aproximação e decolagem. Após cerca de 35 minutos, a situação foi considerada normal e as operações começaram a ser retomadas.

A paralisação teve efeito cascata em toda a malha aérea paulista, atingindo aeroportos como Campo de Marte, Viracopos (Campinas) e terminais regionais em cidades como Ribeirão Preto, Bauru e Sorocaba. Em Viracopos, por exemplo, foram registrados ao menos 10 atrasos em chegadas, 19 em partidas e o cancelamento de 10 voos.

Mesmo com a retomada das operações, os aeroportos ainda operavam sob instabilidade até a última atualização, com atrasos e cancelamentos sendo registrados nos painéis. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acionou protocolos de pré-crise para monitorar os impactos e avaliar o número de passageiros afetados.

A concessionária Aena, responsável por Congonhas, orientou os passageiros a confirmarem a situação dos voos diretamente com as companhias aéreas. Já a FAB informou que todos os procedimentos de segurança foram seguidos e que o caso será apurado.

Nas redes sociais, passageiros relataram momentos de tensão, com pessoas retidas dentro de aeronaves por mais de uma hora, além de voos desviados e atrasos prolongados. O episódio reacende o debate sobre a resiliência da infraestrutura aérea em uma das regiões mais movimentadas do país.

Fonte: METRÓPOLES

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Aeroporto

Explosão em turbina após decolagem força pouso de emergência em Guarulhos e paralisa voos

por Redação 30 de março de 2026

Um avião da Delta Air Lines precisou realizar um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Guarulhos após a explosão de uma turbina, na noite do último domingo (29). O incidente ocorreu segundos após a decolagem, e, apesar da gravidade, ninguém ficou ferido.

A aeronave, um Airbus A330-323, decolou às 23h49 com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, quando a turbina do lado esquerdo apresentou uma explosão. Com o impacto, fragmentos chamuscados foram lançados para fora e atingiram o gramado ao lado da pista, provocando um incêndio imediato.

A situação foi rapidamente identificada pela torre de controle de Guarulhos, que alertou o piloto. Diante da emergência, o comandante declarou “mayday” e iniciou o procedimento de retorno. O avião, que estava lotado, permaneceu no ar por cerca de nove minutos e 12 segundos, segundo dados da plataforma Flightradar24.

Equipes do Corpo de Bombeiros do aeroporto foram acionadas e conseguiram controlar o fogo em poucos minutos. Por conta do incidente, outros voos precisaram ser adiados, impactando a operação no terminal.

O voo DL0104 tinha previsão inicial de decolagem às 23h40 e chegada às 7h40 em Atlanta. Em nota oficial, a Delta Air Lines informou apenas que o voo foi cancelado devido a problemas mecânicos e pediu desculpas pelo inconveniente, sem detalhar a explosão.

Um vídeo divulgado pelo canal Aviação Guarulhos, no YouTube, registrou o momento exato do incidente, reforçando a dimensão do susto vivido por passageiros e equipes em solo.

O caso reacende discussões sobre protocolos de segurança e manutenção em aeronaves comerciais, especialmente em operações de grande porte em aeroportos movimentados como o de Guarulhos.

Fonte: G1

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GuarulhosAeroporto

PF desmonta esquema que usava funcionários da limpeza de salas VIP em Guarulhos para enviar cocaína ao exterior

por Redação 11 de dezembro de 2025

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (11) uma operação que desmantelou uma rede criminosa acusada de utilizar funcionários da limpeza de salas VIP do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para acessar áreas restritas e inserir cocaína clandestinamente no terminal com destino ao exterior.

Segundo as investigações, os trabalhadores facilitavam a entrada da droga em setores internos do aeroporto, permitindo que o grupo burlasse os sistemas de controle. A ação, denominada Heavy Cleaning, teve como objetivo cumprir dez mandados de prisão e dez de busca e apreensão em Guarulhos.

Durante a operação, foram apreendidos celulares e outros materiais que serão encaminhados à perícia federal para aprofundamento das análises. Os investigados poderão responder por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

Fonte: G1

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GuarulhosAeroporto

Incêndio em equipamento no Aeroporto de Guarulhos provoca evacuação de voo da Latam

por Redação 5 de dezembro de 2025

Na noite desta quinta-feira (4), passageiros do voo LA3418, que sairia de São Paulo com destino a Porto Alegre, foram retirados da aeronave após um equipamento de solo pegar fogo no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A Latam, responsável pelo voo, informou que ninguém se feriu durante o incidente.

Segundo a companhia, a fumaça gerada pelo equipamento, operado por uma empresa terceirizada, acionou imediatamente os protocolos de segurança. Os passageiros evacuaram a aeronave utilizando a ponte de embarque e a escorregadeira, com auxílio de funcionários treinados.

Um passageiro, Lucas Lima, relatou que o voo estava lotado e que a evacuação ocorreu rapidamente, com avisos dos comissários para que todos deixassem a aeronave sem levar bagagens de mão. Todos os passageiros foram realocados e receberam voucher de R$ 150 para refeições.

Em nota, a Latam reforçou que a situação foi rapidamente controlada e que a segurança dos clientes é prioridade máxima, oferecendo toda a assistência necessária aos passageiros afetados. A GRU Airport, responsável pelo aeroporto, não havia se pronunciado até a última atualização da reportagem.

Fonte: G1

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Aeroporto

TJ do DF condena Aeroporto de Guarulhos e empresa Titanlog por perda de 9,6 mil testes de Covid estragados no auge da pandemia

por Redação 15 de outubro de 2025

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) condenou o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport) e a empresa de logística Titanlog a indenizarem o Governo do Distrito Federal (GDF) pela perda de 9.600 testes de Covid-19 doados durante o auge da pandemia, em maio de 2020.

De acordo com o Ministério Público do DF (MPDFT), as empresas falharam no armazenamento da carga, que deveria ter sido mantida entre -25 °C e -10 °C, o que resultou na deterioração completa dos kits.

Na sentença, a 7ª Vara da Fazenda Pública do DF determinou que as empresas paguem mais de R$ 1,5 milhão em indenizações, sendo:

R$ 1 milhão por danos materiais;

R$ 250 mil por danos morais coletivos;

R$ 150 mil por danos sociais.

Todos os valores deverão ser corrigidos pela taxa Selic, e as indenizações por danos morais e sociais serão destinadas ao Fundo de Direitos Difusos, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
As empresas ainda podem recorrer da decisão.

Relembre o caso

Os kits de testagem, avaliados em R$ 530 mil, foram doados pela Fundação Fosun, de Xangai, e chegaram ao Brasil em 14 de maio de 2020.
Uma série de falhas operacionais levou à perda total do material, que seria destinado à rede pública de saúde do DF.

Segundo a Receita Federal, à época, houve diversas tentativas de contato com a Secretaria de Saúde do DF para retirada da carga, mas o material foi considerado abandonado.

O MPDFT sustentou que o episódio representou violação ao patrimônio público e ao direito coletivo à saúde.

“A falta de 9.600 kits de testes configurou um real cenário de desassistência que violou a dignidade humana e colocou em risco a vida da população em um grave momento da pandemia”, afirmou o promotor de Justiça Clayton Germano.

Durante o processo, ficou comprovado que a Titanlog registrou a carga com o código incorreto “PEE” (“perecível, armazenar em condições especiais”) em vez de “PEA” (“perecível, armazenar entre -18 e 0°C”).

Mesmo com essa sinalização, nem a Titanlog nem a GRU Airport verificaram as condições adequadas de conservação.
O juiz entendeu que houve responsabilidade compartilhada:

“Se qualquer dos representantes tivesse tido o mínimo de diligência em observar que o código alertava para uma condição especial, o fim demonstrado nos autos não teria ocorrido”, destacou o magistrado.

Fonte: G1

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Aeroporto

Aeroporto de Guarulhos inaugura scanners para detectar explosivos em voos internacionais

por Redação 4 de setembro de 2025

O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, inaugurou nesta semana novos equipamentos de segurança no Terminal 3, área destinada a voos internacionais. A tecnologia, já utilizada em mais de 440 aeroportos dos Estados Unidos, tem como objetivo reforçar a segurança dos passageiros e tornar o processo de inspeção mais ágil.

Entre os aparelhos instalados estão equipamentos de raio-x de visão dupla, scanners corporais com tecnologia avançada de imagem (AIT-body scanner) e sistemas de detecção de traços de explosivos (ETD).

Avaliado em US$ 2 milhões (cerca de R$ 11 milhões), o pacote de equipamentos foi doado pelo governo norte-americano após parceria firmada em 2023 entre a Administração de Segurança de Transporte dos EUA (TSA), a concessionária GRU Airport e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O sistema ETD permite identificar resíduos microscópicos de explosivos na pele, roupas e bagagens, enquanto o scanner corporal detecta a presença e localização de itens proibidos. Entre os materiais vetados estão armas, objetos cortantes, explosivos, substâncias inflamáveis, produtos químicos tóxicos e líquidos corrosivos.

Guarulhos se tornou o segundo aeroporto da América do Sul a receber uma doação dessa natureza. Em janeiro, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, já havia sido contemplado com equipamentos semelhantes.

Fonte: G1

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