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Irã x EUA

Irã x EUA

Drone iraniano atinge torre de luxo em Dubai e levanta suspeita sobre presença militar dos EUA

por Redação 12 de março de 2026

Um drone iraniano atingiu uma torre localizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, na noite desta quarta-feira (11). De acordo com autoridades locais, ninguém ficou ferido no incidente. Já a agência iraniana Isna afirmou que militares dos Estados Unidos estariam no local no momento do ataque.

Segundo o governo dos Emirados, o drone atingiu um prédio situado na região conhecida como Dubai Creek Harbour, área marcada por edifícios de alto padrão e centros comerciais.

Imagens divulgadas pela agência Isna e que circulam nas redes sociais mostram um dos andares superiores da torre em chamas. No edifício também funciona um hotel.

Ainda conforme a mídia iraniana, militares americanos estariam utilizando a torre como esconderijo. O governo dos Estados Unidos não comentou a alegação até o momento.

As autoridades de Dubai informaram que equipes da Defesa Civil foram enviadas ao local e conseguiram controlar o incêndio. De acordo com o governo, não houve registro de feridos.

Após o ataque, as autoridades também divulgaram uma fotografia do prédio mostrando a situação da torre depois do incidente.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Brasileiros fogem do sul do Líbano após alerta de Israel e relatam fuga dramática em meio à guerra

por Redação 11 de março de 2026

O avanço do conflito no Oriente Médio já afeta diretamente milhares de brasileiros que vivem na região. Atualmente, cerca de 70 mil brasileiros moram em países do Oriente Médio, sendo mais de 20 mil apenas no Líbano, onde está uma das maiores comunidades brasileiras fora do país.

Na última quarta-feira, Israel emitiu um alerta para que civis deixassem o sul do Líbano diante da intensificação dos ataques. A orientação provocou uma fuga em massa da população.

Os primos brasileiros Radi e Ahmad estão entre os que tiveram que abandonar suas casas às pressas. Em entrevista ao Fantástico, eles relataram o desespero da saída e o caos nas estradas.

“A gente, na pressa, pegou, fez as malas e saímos de casa e o trânsito estava milhares de pessoas indo ao mesmo tempo. Um caminho que levaria uma hora e meia levou 24 horas”, contou um deles.

O início da fuga também foi marcado pelo medo dentro de casa. “A gente acordou três da manhã com o barulho forte do avião passando, minha mãe muito assustada, minha irmã chorando”, relataram.

Ao chegar em Beirute, capital do país, os brasileiros disseram ter encontrado uma situação dramática. Segundo eles, muitas pessoas estão sem abrigo e vivendo nas ruas.

“Muita gente na rua dormindo, gente dormindo no carro. As pessoas na rua passando necessidade e as pessoas voltarem para sua casa e ver tudo quebrado é muito triste. É uma imagem forte que eu nunca tinha visto antes na minha vida e isso mexeu comigo”, afirmou.

Diante da escalada da guerra, outros brasileiros que vivem nas áreas atacadas já cogitam deixar o país e retornar ao Brasil.

“Se a situação continuar assim, que pelo que parece uma guerra nunca é curta, a gente vai ter que voltar para o Brasil”, disseram.

Apesar da fuga, parte da família dos brasileiros ainda permanece no sul do Líbano, região considerada uma das mais perigosas neste momento.

“Meu avô, minha avó e um tio estão lá ainda. Meu avô é um homem de idade, já viveu várias guerras. Ele falou: ‘Melhor eu ficar em casa, na minha casa, do que fugir. Se eu morrer aqui é melhor para mim’”, contou um dos primos.

O relato evidencia o impacto humano da escalada do conflito, que agora ultrapassa fronteiras e ameaça civis em diferentes partes da região.

Fonte: FANTÁSTICO

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Irã x EUA

Israel acusa Irã de usar mísseis de fragmentação em ataques e alerta sobre riscos civis

por Redação 11 de março de 2026

As forças israelenses têm acusado o Irã de empregar mísseis de fragmentação em ataques contra seu território desde o início do conflito. Tradicionalmente cautelosas quanto à divulgação de informações sobre danos e ataques iranianos, as autoridades de Israel têm, nos últimos dias, buscado alertar a população sobre o perigo dessas armas, que podem permanecer ativas no solo mesmo após civis deixarem seus abrigos.

Pelo menos três pessoas morreram nos ataques recentes, incluindo duas em um canteiro de obras no centro de Israel, na terça-feira (10). Israel já havia denunciado o uso de munições de fragmentação por Teerã durante a guerra de 12 dias entre os dois países em junho de 2025.

As munições de fragmentação, ou cluster munitions, são projetadas para se abrir no ar e liberar submunições sobre uma área extensa, atingindo simultaneamente soldados, veículos e infraestrutura. Por não explodirem todas no impacto, funcionam como minas terrestres, representando risco persistente para civis.

O uso dessas armas é amplamente criticado por organizações internacionais. Em 2008, mais de 110 países assinaram a Convenção sobre Munições Cluster, proibindo uso, produção e transferência dessas armas. Israel, Irã, Estados Unidos, Rússia, Ucrânia e Brasil não são signatários. Em 2017, a Human Rights Watch denunciou o uso de bombas cluster brasileiras em ataques a escolas no Iêmen.

Israel, por sua vez, já empregou munições de fragmentação em diversos conflitos no Líbano entre 1978 e 2006, e continuou a produzi-las até 2018, mantendo estoques significativos. O Irã, segundo a ONG Landmine and Cluster Munition Monitor, também possui esse tipo de armamento, mas seu uso recente não pôde ser verificado de forma independente.

Organizações como Anistia Internacional têm criticado o emprego desses mísseis pelo Irã, alertando para os riscos de longo prazo às populações civis.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Guerra no Oriente Médio provoca caos aéreo e encarece passagens

por Redação 10 de março de 2026

A guerra no Oriente Médio desencadeou a maior crise do setor aéreo desde a pandemia, com pelo menos 37 mil voos cancelados desde o início do conflito. Um episódio simbólico ocorreu na semana passada, quando um míssil caiu em um aeroporto desativado no norte da Síria, mostrando os riscos que rondam a região.

Cancelamentos e atrasos têm prejudicado centenas de milhares de passageiros. Uma viajante relata: “Tem filas. Eles atendem, mas não tem nada para dizer. Remarcam a viagem, mas cancelam em seguida”.

A região é estratégica para a aviação global há pelo menos duas décadas, funcionando como um elo central que conecta América, Ásia, Europa e Oceania. Apenas o aeroporto de Dubai liga passageiros a 107 países, e cerca de um terço da população mundial vive a quatro horas de voo dos Emirados Árabes Unidos.

Com a guerra, o espaço aéreo se tornou um “buraco no céu”. Milhares de voos precisaram contornar a região, aumentando a duração das viagens e o consumo de combustível. O conflito elevou o preço das passagens entre Ásia e Europa e provocou queda nas ações de companhias aéreas globalmente. O professor Michael McCormick, da Universidade Aeronáutica de Embry Riddle, explica: “À medida que o preço do barril aumenta, o preço do querosene de aviação sobe, gerando custos maiores para as companhias aéreas”.

Desde o início da guerra, o querosene de aviação subiu mais de 50%, e os impactos completos do conflito sobre a indústria ainda são difíceis de dimensionar, enquanto mísseis, em vez de aviões, sobrevoam o Oriente Médio.

Fonte: JN

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Irã x EUA

Pentágono diz ter eliminado militar iraniano ligado a suposto plano contra Trump

por Redação 4 de março de 2026

As Forças Armadas dos Estados Unidos mataram um oficial iraniano que chefiava uma unidade envolvida em um suposto plano de assassinato contra o presidente Donald Trump, informou o Pentágono nesta quarta-feira (4). O anúncio foi feito pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth.

Sem divulgar a identidade do militar, Hegseth afirmou que a morte ocorreu na terça-feira (3). “O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, e o presidente Trump deu a última risada”, declarou a jornalistas.

Em 2024, o Departamento de Justiça dos EUA acusou um iraniano por ligação com um suposto plano ordenado pela Guarda Revolucionária do Irã para assassinar Trump, então presidente eleito. Teerã negou as acusações de que teria como alvo o presidente americano e outros funcionários dos Estados Unidos.

Hegseth afirmou ainda que o militar morto não era o foco inicial da operação conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã. Segundo ele, o nome do oficial não havia sido mencionado publicamente pelo presidente ou por outras autoridades como objetivo da ação militar.

“Embora esse não fosse o foco do esforço de forma alguma — na verdade, nunca foi mencionado pelo presidente ou qualquer outra pessoa — eu garanti, e outros garantiram, que os responsáveis por isso fossem eventualmente incluídos na lista de alvos”, disse o secretário.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã aciona CIA para negociar guerra enquanto conflito já deixa mais de mil mortos

por Redação 4 de março de 2026

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira (4) pelo The New York Times revelou que agentes do Ministério da Inteligência do Irã sinalizaram abertura à Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) para negociar o fim da guerra no Oriente Médio. A proposta teria sido transmitida por meio do serviço de espionagem de um país não identificado, segundo o jornal, que cita autoridades do Oriente Médio e de uma nação ocidental sob condição de anonimato.

A Casa Branca e a CIA não comentaram o caso. De acordo com a reportagem, integrantes do governo Donald Trump ainda demonstravam ceticismo quanto à possibilidade de Irã e Estados Unidos estarem prontos para uma saída diplomática no curto prazo.

Na terça-feira (3), o embaixador iraniano nas Nações Unidas, em Genebra, descartou por ora qualquer negociação com Washington, dias após ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o país. No mesmo dia, Trump afirmou que Teerã queria dialogar, mas declarou que já seria tarde demais, uma vez que a operação militar americana continuava.

No campo militar, um míssil balístico disparado do Irã em direção ao espaço aéreo da Turquia foi abatido nesta quarta-feira (4), segundo o Ministério da Defesa turco. O projétil foi interceptado pelas defesas aéreas da OTAN no Mediterrâneo Oriental após sobrevoar o Iraque e a Síria. Não houve registro de vítimas.

Em nota, o governo turco informou que dialogará com a OTAN e aliados após o incidente. Afirmou ainda que, embora defenda a paz regional, é plenamente capaz de proteger seu território e seus cidadãos contra qualquer ameaça. O comunicado ressalta que todas as medidas necessárias para defender o espaço aéreo serão adotadas de forma decisiva e que o direito de responder a atos hostis permanece reservado.

O número de mortos no Irã em decorrência dos ataques conjuntos entre Estados Unidos e Israel subiu para 1.045, segundo a agência Tasnim, alinhada ao regime iraniano. Informações mais recentes do Crescente Vermelho do Irã também indicam mais de mil mortos, sem detalhar o total exato. Na terça-feira (3), o balanço era inferior a 800 vítimas.

Em meio à escalada do conflito, o governo iraniano anunciou o adiamento da cerimônia fúnebre do aiatolá Ali Khamenei, inicialmente marcada para esta quarta-feira (4), em Teerã, devido à “presença sem precedentes”, segundo comunicado exibido pela televisão estatal. A nova data ainda será informada.

Khamenei será enterrado na cidade sagrada de Mashhad, a segunda maior do país, onde também está sepultado seu pai, conforme a agência Fars. A morte do aiatolá foi confirmada no fim da noite de sábado (28), no horário de Brasília, e na madrugada de domingo (1º), em Teerã. O gabinete do governo iraniano decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Irã ameaça guerra prolongada e diz guardar armas mais avançadas enquanto Israel já lançou 4 mil bombas

por Redação 4 de março de 2026

O ministro da Defesa do Irã afirmou nesta terça-feira (3) que o país ainda não utilizou suas “armas mais avançadas” no atual conflito e declarou estar preparado para sustentar uma guerra prolongada. A declaração foi feita pelo porta-voz do ministério, Reza Talaei-Nik, em entrevista à agência oficial IRNA.

“Temos capacidade para resistir e manter uma defesa ofensiva por mais tempo do que [o inimigo] planejou para esta guerra imposta”, afirmou. Segundo ele, o Irã não pretende mobilizar todos os seus armamentos e equipamentos avançados neste estágio inicial. “Não pretendemos mobilizar todas as nossas armas e equipamentos avançados nos primeiros dias”, acrescentou.

Enquanto Teerã sinaliza que ainda não empregou todo seu potencial militar, Israel intensifica os ataques. A Força Aérea israelense lançou mais de 4.000 bombas sobre o território iraniano desde sábado (28), informou o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, brigadeiro-general Effie Defrin, em coletiva nesta terça-feira (3).

O volume de munições já supera o total utilizado durante toda a Operação Leão Ascendente, conflito de 12 dias travado entre os dois países em junho de 2025. Na ocasião, cerca de 4.000 bombas foram lançadas. “Hoje ultrapassamos a quantidade de munições que as Forças de Defesa de Israel lançaram durante toda a Operação Leão Ascendente”, declarou Defrin.

O cenário expõe uma escalada acelerada, com declarações duras de ambos os lados e sinais de que o confronto pode se prolongar.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Israel ameaça sucessor de Khamenei e amplia tensão após morte do líder iraniano

por Redação 4 de março de 2026

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira (4) que qualquer sucessor do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, será considerado “um alvo” destinado à eliminação. A declaração foi divulgada em comunicado oficial do gabinete do ministro.

“Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano será um alvo inequívoco para eliminação”, declarou Katz. Segundo ele, o primeiro-ministro e o próprio ministro determinaram que as Forças Armadas se preparem para agir “por todos os meios necessários” para cumprir a missão.

O novo líder supremo será escolhido por um conselho. Até que a definição ocorra, o aiatolá Alireza Arafi foi eleito líder supremo interino.

Na terça-feira (3), o Exército de Israel afirmou ter atacado o prédio da Assembleia dos Peritos do Irã, órgão responsável por eleger o próximo líder supremo, conforme noticiado pela imprensa israelense e por uma agência estatal iraniana. O jornal The Jerusalem Post, citando fontes do governo israelense, informou que os 88 aiatolás que compõem a assembleia estavam presentes no momento do ataque, mas destacou não haver confirmação sobre eventuais atingidos. O Irã não se pronunciou sobre o possível bombardeio.

A escalada ocorre após a morte de Ali Khamenei, que, segundo informações oficiais, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel no sábado (28).

Em rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento norte-americanos em parceria com Israel. “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, classificou o assassinato como um “crime religioso” e prometeu sérias consequências. Ele também acusou os Estados Unidos de trair a diplomacia ao atacar o país em meio às negociações sobre armamentos nucleares.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Quase 900 mortos expõem escalada devastadora em ofensiva contra o Irã

por Redação 4 de março de 2026

Quase 900 pessoas morreram desde o início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, iniciada no sábado (28). O balanço divulgado pela agência Reuters nesta terça-feira (3), quarto dia de confrontos, aponta 787 mortos apenas no Irã, segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano.

Entre as vítimas em território iraniano estão 165 alunas e funcionários mortos em um ataque com mísseis contra uma escola primária em Minab, no sul do país, no primeiro dia da guerra. Não está claro se o total inclui baixas militares da Guarda Revolucionária Islâmica.

Em Israel, dez civis morreram, incluindo nove pessoas atingidas em Beit Shemesh, perto de Jerusalém, em 1º de março, conforme o serviço de ambulâncias Magen David Adom. As Forças de Defesa de Israel não relataram baixas militares.

No Líbano, 50 pessoas morreram em ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde local. Os Estados Unidos confirmaram a morte de seis militares em um ataque a uma instalação no Kuwait, de acordo com o Comando Central.

No Bahrein, uma pessoa morreu após um incêndio provocado pela interceptação de um míssil na Cidade Industrial de Salman. O Kuwait registrou três mortos, incluindo dois soldados, em ataques iranianos. Em Omã, um projétil atingiu o navio-tanque MKD VYOM, causando uma morte. Já nos Emirados Árabes Unidos, três pessoas morreram, segundo o Ministério da Defesa.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump diz que Irã quis negociar, mas afirma que era “tarde demais” após ofensiva

por Redação 3 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em publicação na rede Truth Social que a “defesa aérea, a Força Aérea, a Marinha e a liderança” do Irã “desapareceram” após os ataques recentes.

Ao responder a um usuário que mencionou o “nascimento da Doutrina Trump”, o presidente declarou que os iranianos quiseram negociar, mas que já era “tarde demais”.

O enviado especial do governo para o Oriente Médio, Steve Witkoff, disse à Fox News que, durante negociações, representantes iranianos afirmaram possuir 460 kg de urânio enriquecido a 60%, quantidade que, segundo ele, seria suficiente para produzir 11 bombas nucleares após enriquecimento a 90%. De acordo com Witkoff, a informação foi repassada “direta e descaradamente” a ele e a Jared Kushner, genro de Trump.

O governo iraniano nega possuir armas nucleares e sustenta que suas usinas não são utilizadas para esse fim.

Reportagem do Financial Times aponta que o momento do ataque ocorreu após uma oportunidade identificada por Estados Unidos e Israel de atingir o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei. Segundo o jornal, Israel teria invadido o sistema de câmeras de trânsito de Teerã para monitorar autoridades e utilizado ferramentas de Inteligência Artificial e algoritmos para analisar padrões de deslocamento.

A publicação afirma que houve confirmação de que Khamenei estaria em sua residência para uma reunião no dia da ofensiva. Apesar de contar com dois bunkers, ele costumava permanecer em casa. O complexo foi atingido por 30 mísseis Sparrow, enquanto torres de telefonia celular na região foram danificadas para impedir alertas aos agentes de segurança. A operação teria envolvido inteligência de sinais e penetração na rede celular.

Ainda segundo o jornal, o planejamento teria começado em 2001, quando o então primeiro-ministro Ariel Sharon determinou que o Irã se tornasse alvo prioritário da inteligência israelense. O New York Times relatou que Trump pretendia atacar o Irã na sexta-feira (27), mas adiou diante da possibilidade de matar o aiatolá.

Em meio à escalada, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, alertou países europeus a “não se juntarem à guerra”. Em entrevista ao Tehran Times, afirmou que “qualquer ação militar europeia é um ato de guerra que exige uma resposta”.

O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baghaei, disse que o país está focado na “defesa” e rejeitou nova rodada de negociações com Washington. Ele afirmou que a “desgraça eterna recairá” sobre aqueles que alegaram buscar diplomacia, mas optaram pela via militar.

Baghaei também criticou a postura europeia, classificando-a como “contraditória”, e alertou que as consequências da guerra poderiam se espalhar para a Europa e o mundo. Disse ainda que o Irã se considera comprometido com princípios humanitários e acusou Israel de expandir o conflito. Em suas declarações, referiu-se aos Estados Unidos como “o diabo”.

Diante do agravamento da crise, os Estados Unidos orientaram cidadãos que estejam em 14 países do Oriente Médio e regiões próximas a deixarem esses locais por meios comerciais, citando “sérios riscos à segurança”. A recomendação foi divulgada por Mora Namdar, subsecretária de Estado.

Os países citados são: Bahrein, Egito, Irã, Iraque, Israel e Gaza, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iêmen.

Além disso, o Departamento de Estado determinou que funcionários governamentais não essenciais deixem Jordânia, Bahrein, Iraque, Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, após ataques iranianos e do Hezbollah a embaixadas americanas na região.

Fonte: CBN

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