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Trio francês fatura mais de R$ 100 mil com resgate e restauração de bolas de golfe perdidas em lagos

por Redação 17 de outubro de 2025

O que acontece com as bolas de golfe que caem nos lagos dos campos durante as partidas? Essa curiosidade levou três amigos franceses a transformar um problema em oportunidade — e a criar um negócio lucrativo e sustentável.

Jules Paris, Elli Perrin e Baptiste Thel fundaram a Golfiller, uma empresa especializada em resgatar, restaurar e revender bolas de golfe perdidas. Em apenas quatro meses de atividade, o trio já faturou entre 10 mil e 20 mil euros (cerca de R$ 63 mil a R$ 127 mil) e retirou mais de 2 milhões de bolas dos lagos na França.

Empreendedorismo e sustentabilidade

Usando roupas de mergulho, os jovens resgatam entre 5 e 10 mil bolas por sessão. O processo inclui limpeza, reparo e separação por cor e marca. Segundo explicaram ao jornal francês RMC Sport, as bolas são colocadas em tanques com produtos desengordurantes e depois lavadas em uma betoneira adaptada como máquina de limpeza.

As peças recuperadas são vendidas no site da Golfiller, em lotes organizados por quantidade, marca e tamanho, com preços que variam entre 9,99 e 169,99 euros (R$ 63 a R$ 1.075).

Reduzindo o impacto ambiental

Além do lucro, o trio destaca o benefício ambiental da iniciativa. As bolas de golfe são compostas por uretano, plástico e titânio, materiais que contaminam o solo e a água quando se degradam.

“Encontramos bolas roídas por animais ou rachadas, e o uretano que escapa é prejudicial à biodiversidade. Muitos animais bebem nesses lagos e acabam ingerindo esses materiais”, explicaram os empreendedores.

Segundo eles, o trabalho de coleta já evitou o descarte de cerca de duas toneladas de plástico no meio ambiente.

“Viemos descontaminar os lagos. A composição de uma bola é realmente prejudicial ao ecossistema. Nosso objetivo é unir lucro e responsabilidade ambiental”, finalizam.

Fonte: GE

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Nobel da Paz

Nobel da Paz pede ajuda a Trump para tirar Maduro do poder na Venezuela

por Redação 16 de outubro de 2025

A líder da oposição venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2025, María Corina Machado, pediu “ajuda” ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para retirar Nicolás Maduro do poder. A declaração foi feita em entrevista à CNN, logo após Trump confirmar que autorizou a CIA a realizar operações terrestres na Venezuela.

Machado afirmou que Maduro conduz uma “guerra contra o próprio país” e classificou o governo venezuelano como uma “estrutura criminosa de narcoterrorismo”, financiada por tráfico de drogas, ouro, armas e pessoas.

“No caso de Maduro e sua estrutura criminosa de narcoterrorismo, precisamos impedir que esses fluxos entrem”, disse a laureada com o Nobel.

Ao ser questionada se defendia uma intervenção militar direta dos EUA, Machado não respondeu diretamente, mas defendeu a redução da influência de Rússia, China, Cuba e Irã na Venezuela. Ela também afirmou que o país se tornou “um porto seguro para organizações terroristas”.

A opositora elogiou as ações recentes dos Estados Unidos contra o regime de Maduro — incluindo ataques a navios venezuelanos e restrições econômicas — e disse que o presidente americano “com certeza merece um Nobel da Paz” pelos “eventos incríveis que estão ocorrendo no mundo”.

Queixa na ONU

O governo venezuelano anunciou que apresentará, nesta quinta-feira (16), uma queixa formal ao Conselho de Segurança da ONU contra os Estados Unidos pelo uso da CIA em operações dentro do país.

O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela acusou Washington de violar o direito internacional e a Carta das Nações Unidas, classificando as declarações de Trump como tentativa de “golpe de Estado”.

Na quarta-feira (15), Trump confirmou ter autorizado operações secretas da CIA contra o governo Maduro, alegando que Caracas estaria enviando criminosos e drogas aos Estados Unidos. Segundo o The New York Times, a agência de inteligência agora tem permissão para conduzir ações letais, sozinha ou com apoio militar, contra alvos ligados ao regime.

Desde 2020, os EUA consideram Nicolás Maduro chefe de um cartel de drogas e oferecem recompensa de US$ 50 milhões por sua captura.

Em resposta, Maduro disse que o povo venezuelano rejeita qualquer tipo de intervenção estrangeira, mas afirmou que “não quer guerra com os Estados Unidos”.

Atualmente, mais de 10 mil soldados norte-americanos estão posicionados na região do Caribe, em bases de Porto Rico, após uma série de bombardeios contra embarcações venezuelanas que, segundo Washington, transportavam drogas — informação ainda não comprovada pela Casa Branca.

Fonte: CBN

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Criptomoedas

Maior apreensão de criptomoedas da história: EUA apreendem R$ 76 bilhões em bitcoins e apontam empresário do Camboja como chefe de megafraude

por Redação 15 de outubro de 2025

O governo dos Estados Unidos anunciou a apreensão de mais de US$ 14 bilhões (cerca de R$ 76 bilhões) em bitcoins, na maior operação desse tipo já registrada. A investigação levou à acusação formal do empresário Chen Zhi, fundador do conglomerado cambojano Prince Group, apontado como líder de um dos maiores esquemas de fraude e lavagem de dinheiro do mundo.

A operação, conduzida pelo Departamento de Justiça (DOJ), foi classificada como a maior apreensão de criptomoedas da história.

Segundo o jornal britânico BBC, Chen, que possui dupla cidadania britânica e cambojana, foi indiciado em Nova York por conspiração de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. Ele está foragido.

De acordo com o DOJ, Chen comandava um verdadeiro “império de fraude cibernética” com base no Camboja, utilizando o Prince Group como fachada para uma das maiores organizações criminosas transnacionais da Ásia.

Os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido impuseram sanções ao empresário e suas empresas. As autoridades britânicas também congelaram ativos ligados à rede de Chen, incluindo 19 propriedades em Londres, uma delas avaliada em quase £100 milhões.

A investigação revelou que o esquema operava dez complexos fraudulentos no Camboja, onde vítimas internacionais eram convencidas, via internet, a investir em criptomoedas com promessas falsas de lucro. Trabalhadores, muitos deles estrangeiros, eram traficados, confinados e forçados a aplicar golpes em massa em chamadas “fazendas telefônicas” — salas repletas de celulares e computadores controlando milhares de contas falsas.

Documentos judiciais indicam que duas dessas instalações abrigavam 1.250 telefones operando cerca de 76 mil perfis fraudulentos. As instruções internas orientavam os golpistas a parecerem autênticos, inclusive evitando usar fotos “bonitas demais” em perfis femininos.

“O Prince Group é uma empresa criminosa construída sobre o sofrimento humano”, declarou o procurador-assistente de Segurança Nacional dos EUA, John A. Eisenberg.

O DOJ afirma que Chen e seus cúmplices usaram o dinheiro ilícito para financiar viagens de luxo, jatos particulares, obras de arte — incluindo um quadro de Picasso — e imóveis de alto valor no Reino Unido.

Autoridades britânicas relataram ainda que o grupo utilizava empresas de fachada nas Ilhas Virgens Britânicas para lavar recursos por meio de investimentos imobiliários em Londres, incluindo uma mansão de £12 milhões e 17 apartamentos na capital.

Quatro empresas ligadas ao esquema — Prince Group, Jin Bei Group, Golden Fortune Resorts World e Byex Exchange — foram sancionadas. Duas delas já haviam sido mencionadas em relatórios da Anistia Internacional por uso de trabalho forçado e tortura em centros de fraude no Camboja.

Se condenado, Chen Zhi pode pegar até 40 anos de prisão.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Condado de Los Angeles declara estado de emergência após batidas de imigração do governo Trump

por Redação 15 de outubro de 2025

O Condado de Los Angeles, na Califórnia, declarou estado de emergência nesta terça-feira (14) em resposta às batidas de imigração promovidas pelo governo Donald Trump, conduzidas pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

A decisão foi aprovada pelo Conselho de Supervisores do condado, que justificou a medida pela paralisação econômica e o clima de medo gerado pelas ações. Segundo o documento oficial, as batidas estariam impedindo trabalhadores de comparecer ao emprego, levando empresas e restaurantes a fechar e sobrecarregando escolas, hospitais e locais de culto.

“Temos que garantir que estamos vivendo nossos valores e colocando-os em ação — é disso que trata esta proclamação”, afirmou a supervisora Lindsey Horvath à emissora Fox11, autora da moção aprovada.

Um relatório apresentado ao conselho na semana passada mostrou uma queda de 62% na renda média semanal dos imigrantes e relatou casos de ameaças de despejo feitas por proprietários que condicionavam o pagamento do aluguel à ausência de denúncias ao ICE.

Com a declaração de emergência, o condado poderá agilizar contratações e aquisições públicas, além de solicitar assistência financeira adicional e adotar medidas para “apoiar e estabilizar comunidades impactadas”.

Entre as ações estudadas está uma moratória de despejos e proteções adicionais a inquilinos, segundo o The New York Times.

A supervisora Janice Hahn afirmou que a decisão responde ao “medo, à dor e à desordem” causados pelas operações de imigração:

“Temos famílias inteiras desamparadas porque pais e mães foram retirados de seus locais de trabalho. Queremos que nossas comunidades de imigrantes saibam que estamos com eles nesta emergência.”

Envio de tropas foi considerado ilegal

A decisão de Los Angeles ocorre semanas após a Justiça dos EUA proibir o governo Trump de enviar tropas da Guarda Nacional à Califórnia.

Em 2 de setembro, o juiz Charles Breyer, de São Francisco, suspendeu a ordem presidencial que havia federalizado a Guarda Nacional para reprimir protestos contra as batidas de imigração.

O governador Gavin Newsom contestou o envio das tropas, e a corte concluiu que a ação era ilegal, pois representava uso indevido de forças militares em funções policiais.

“Donald Trump perde novamente. Os tribunais concordam: a militarização das nossas ruas é ilegal”, escreveu Newsom na rede social X.

A Casa Branca reagiu à decisão com críticas ao Judiciário, afirmando que o presidente “salvou Los Angeles” e prometendo recorrer.

Além de Los Angeles, Washington D.C., Memphis, Portland e Chicago também foram alvo de operações federais semelhantes.

Fonte: G1

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Mundo

Após recuo de Israel, Hamas retoma controle em Gaza com execuções públicas e confronto com facções rivais

por Redação 15 de outubro de 2025

O Hamas iniciou uma operação para restabelecer seu domínio sobre a Faixa de Gaza, após o recuo parcial do Exército israelense garantido pela primeira fase do acordo de paz firmado na semana passada. Sob o argumento de restaurar a ordem, o grupo palestino mobilizou cerca de 7 mil combatentes e voltou a patrulhar cidades do enclave — medida que vem acompanhada de execuções públicas e confrontos armados com facções rivais.

De acordo com a AFP, uma unidade recém-criada pelo Hamas, chamada Força de Dissuasão, tem conduzido “operações de campo para garantir segurança e estabilidade”. Desde o início da mobilização, embates com outros grupos palestinos foram registrados em diferentes regiões de Gaza, incluindo o distrito de Shejaiya, no leste da Cidade de Gaza, onde ao menos quatro pessoas morreram.

No último fim de semana, uma escaramuça entre combatentes do Hamas e o clã Dughmush — uma das organizações familiares mais poderosas do enclave — deixou mais de 20 mortos. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram execuções realizadas em praças públicas, diante de dezenas de moradores. Segundo a emissora al-Aqsa, as vítimas seriam criminosos e supostos colaboradores de Israel.

Enquanto parte da população vê a presença dos homens armados como um sinal de retomada da segurança, outros denunciam abusos e ilegalidades. “Um homem mascarado mata outro homem mascarado, sem provas nem tribunal. Como chamamos isso? Resistência? Não, é ilegalidade”, afirmou à BBC o advogado Mumen al-Natoor, morador de Gaza.

Desde o início da guerra, em 2023, o território palestino vive um vácuo de poder, agravado pelo colapso institucional e econômico. O plano de paz apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevê a criação de um governo palestino tecnocrático e a entrada de uma Força de Estabilização Internacional, mas ainda não há cronograma definido para essas ações.

(Com informações da AFP e BBC)

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Quem governará Gaza? O desarmamento do Hamas e os desafios do plano de paz proposto por Trump

por Redação 14 de outubro de 2025

A libertação de reféns israelenses e de prisioneiros palestinos, nesta segunda-feira (13), marcou o primeiro passo concreto rumo a um cessar-fogo duradouro entre Israel e o Hamas. Mas questões fundamentais ainda permanecem sem resposta — e ameaçam a estabilidade da região no médio e longo prazo.

Entre os impasses estão o desarmamento do Hamas, o futuro governo de Gaza e o avanço do projeto de criação de um Estado palestino.
Esses temas centrais não foram definidos no acordo assinado durante a chamada “Cúpula da Paz em Gaza”, realizada em Sharm El-Sheik, no Egito, sob mediação do ex-presidente norte-americano Donald Trump. Nenhum representante direto de Israel ou do Hamas participou da cerimônia.

O plano de paz, que prevê 20 etapas, inclui a libertação dos reféns restantes, a saída gradual das tropas israelenses e a reconstrução do território — devastado por meses de conflito. Também autoriza o envio de ajuda humanitária e o retorno de quase 2 mil prisioneiros palestinos à Faixa de Gaza e à Cisjordânia.

Impasses centrais

Desarmamento do Hamas
O grupo se recusa a entregar suas armas, alegando direito à resistência armada até o fim da ocupação israelense.
Israel, por sua vez, considera o desarmamento uma condição essencial. Há relatos de que o Hamas poderia aceitar entregar parte de seu arsenal ofensivo a um comitê palestino-egípcio, mas não há confirmação oficial.

Recuo das tropas de Israel
O exército israelense deixou parte das cidades de Gaza e Khan Younis, mas mantém posições estratégicas em Rafah, no norte e ao longo da fronteira com Israel.
Trump teria garantido ao Hamas que a retirada total ocorrerá no futuro, mas o cronograma é incerto.

Segurança e controle territorial
O plano prevê uma força de segurança internacional liderada por países árabes, apoiada por policiais palestinos treinados por Egito e Jordânia. Israel só completaria a retirada conforme essas forças assumissem o controle.

Futuro governo de Gaza
O Hamas aceitou deixar o comando administrativo do território, que seria assumido por um corpo de tecnocratas palestinos supervisionado por um organismo internacional — possivelmente liderado pelo ex-premiê britânico Tony Blair.
Israel, contudo, rejeita qualquer papel central da Autoridade Palestina, de Mahmoud Abbas, e descarta apoiar um Estado palestino.

Sem consenso sobre quem governará Gaza, nem sobre como garantir a segurança após o cessar-fogo, analistas temem que o acordo, embora histórico, ainda esteja longe de consolidar a paz duradoura.

Fonte: G1

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Mundo

Casal sequestrado pelo Hamas se reencontra após dois anos separados: “Juntos de novo finalmente”

por Redação 13 de outubro de 2025

Dois anos após serem sequestrados pelo grupo Hamas, durante os ataques de 7 de outubro de 2023, o casal israelense Noa Argamani e Avinatan Or finalmente se reencontrou.

A foto do momento, divulgada nesta segunda-feira (13) pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), mostra os dois abraçados, com a legenda:

“Noa Argamani e Avinatan Or juntos de novo finalmente.”

O sequestro de Noa e Avinatan se tornou um dos símbolos do início da guerra na Faixa de Gaza. As imagens de Noa sendo levada de moto por militantes do Hamas circularam em todo o mundo e geraram comoção internacional.

Cinco dias após o sequestro, Noa completou 26 anos em cativeiro. O governo israelense chegou a publicar mensagens de apoio pedindo orações e homenagens à jovem.

Em janeiro de 2024, o Hamas divulgou um vídeo como prova de vida de Noa, em que ela pedia o fim dos bombardeios. Sua mãe, Liora Argamani, portadora de uma doença terminal, fez apelos públicos emocionados para rever a filha.

Noa foi libertada em 8 de junho de 2024, em uma operação militar de resgate que salvou quatro reféns. Em fevereiro deste ano, ela discursou na ONU, pedindo esforços internacionais pelo resgate de outros sequestrados.

“Eu não conseguia me mover, não conseguia respirar. Pensei que seriam os últimos segundos da minha vida. Estar aqui hoje é um milagre”, disse Noa, emocionada.

Já Avinatan Or, de 32 anos, foi libertado nesta segunda-feira (13) como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Nascido na colônia de Shilo, na Cisjordânia, e também cidadão britânico, ele estudou engenharia e planejava viver com Noa em Beersheva, no sul de Israel, antes da guerra.

O reencontro marca o fim de mais de 700 dias de separação e se tornou um dos momentos mais simbólicos do pós-guerra em Gaza.

Fonte: G1

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Mundo

Em dia histórico, Hamas devolve últimos reféns vivos após mais de 700 dias de guerra em Gaza

por Redação 13 de outubro de 2025

Em um dia considerado histórico e simbólico do fim da guerra na Faixa de Gaza, o grupo Hamas libertou, nesta segunda-feira (13), os últimos 20 reféns israelenses vivos que permaneciam em cativeiro desde os ataques de 7 de outubro de 2023.

Os reféns, todos homens e em maioria jovens, voltaram a Israel após mais de dois anos de sequestro, como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

Milhares de israelenses foram às ruas para comemorar a libertação e acompanhar os reencontros das famílias. O acordo também prevê a devolução de 28 corpos de reféns mortos durante o cativeiro — até o momento, apenas dois foram entregues.

O Hamas informou que outros quatro corpos seriam devolvidos ainda nesta segunda, mas não há previsão para o restante. O atraso causou revolta entre familiares das vítimas, que afirmaram em nota estar “chocados e consternados”.

Em contrapartida, 1.968 prisioneiros palestinos foram libertados e recebidos por multidões na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um dos mediadores do acordo, chamou o dia de “o fim de uma era de mortes e terror no Oriente Médio” durante um discurso no Parlamento israelense, onde foi aplaudido diversas vezes.

Trump elogiou o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, mas afirmou que a conquista da paz é resultado de sua mediação.

“Sou um pacificador. Isso é o que eu faço”, declarou.

Netanyahu, por sua vez, afirmou que o Oriente Médio “entra agora em tempos de paz”.

A assinatura oficial do acordo ocorrerá ainda nesta segunda-feira, em Sharm El-Sheik, no Egito, durante a Cúpula de Paz em Gaza, que reunirá mais de 20 líderes mundiais — entre eles, o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani; o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan; o líder palestino Mahmoud Abbas; o presidente egípcio Abdul Fatah Al Sisi; o premiê britânico Keir Starmer; e o francês Emmanuel Macron.

O plano de paz, apresentado por Trump em setembro, inclui o fim dos bombardeios em Gaza, a retirada gradual das tropas israelenses e a criação de um conselho internacional para supervisionar o território no período pós-guerra.

Apesar do cessar-fogo, ainda não há clareza sobre a transição política em Gaza nem sobre o desarmamento do Hamas, que já afirmou não aceitar uma tutela estrangeira na administração do território.

Fonte: G1

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Mundo

Discurso de Trump no Parlamento de Israel é interrompido por oposição; dois deputados são expulsos

por Redação 13 de outubro de 2025

Dois parlamentares da esquerda israelense foram expulsos do Knesset nesta segunda-feira (13) após interromperem o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A ação ocorreu durante a visita oficial do republicano a Israel, marcada por manifestações e homenagens.

Os deputados Ofer Cassif e Ayman Odeh, ambos da aliança Hadash, exibiram cartazes pedindo que Trump reconhecesse o Estado da Palestina e chamando os ataques em Gaza de “genocídio”. A segurança foi acionada imediatamente, e ambos foram retirados do plenário por ordem do presidente do Parlamento, Amir Ohana.

“Desculpe por isso, senhor presidente”, disse Ohana após a confusão.
Trump reagiu com ironia, elogiando a rapidez da segurança: “Isso foi muito eficiente”, afirmou, arrancando aplausos dos parlamentares e apoiadores presentes.

Durante seu discurso, Trump declarou o fim da guerra na Faixa de Gaza, dizendo que “depois de tantos anos de guerra incessante, hoje os céus estão calmos, as armas estão silenciosas e as sirenes estão paradas”.

“Este não é apenas o fim de uma guerra, é o fim de uma era de terror e o início de uma era de fé, esperança e de Deus”, declarou o presidente americano.

Trump afirmou que o grupo Hamas aceitou se desarmar, o que, segundo ele, marcaria o início de “uma nova era de paz no Oriente Médio”. No entanto, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não confirmou oficialmente o fim da guerra e declarou no domingo (12) que a “campanha militar ainda não acabou”.

Durante a sessão, o presidente do Knesset, Amir Ohana, anunciou que, junto com outros líderes de parlamentos estrangeiros, vai indicar Trump ao Prêmio Nobel da Paz de 2026.

“Vamos nos reunir para apresentar sua candidatura ao Nobel da Paz no próximo ano”, afirmou.

Trump foi recebido com ovação de cerca de quatro minutos, tanto ao entrar no plenário quanto após seu discurso. Também estiveram presentes o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o embaixador Mike Huckabee e o presidente de Israel, Isaac Herzog.

A visita do presidente americano inclui encontros com Benjamin Netanyahu e famílias dos reféns israelenses. O acordo de cessar-fogo vigente prevê que Israel liberte quase 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 condenados à prisão perpétua.

Fonte: CBN

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Mundo

Hamas confirma entrega de apenas quatro corpos de reféns; famílias acusam grupo de violar acordo

por Redação 13 de outubro de 2025

O Hamas confirmou nesta segunda-feira (13) que vai liberar apenas os corpos de quatro reféns mortos durante a guerra em Gaza. As vítimas foram identificadas como Guy Iluz, Yossi Sharabi, Bevin Joshi e Daniel Peres.

De acordo com a Cruz Vermelha, dois corpos já foram entregues e os outros dois devem ser transferidos em breve.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, criticou a entrega parcial e afirmou que o grupo palestino não está cumprindo os compromissos firmados. A mesma posição foi adotada pelo Fórum das Famílias dos Reféns em Gaza, que divulgou nota de repúdio nas redes sociais.

“Isso representa uma violação flagrante do acordo pelo Hamas. Esperamos que o governo israelense e os mediadores tomem medidas imediatas para corrigir essa grave injustiça”, diz o comunicado.
“As famílias dos reféns falecidos estão passando por dias especialmente difíceis, cheios de profunda tristeza. Não abandonaremos nenhum refém”, acrescenta o texto.

O fórum também pediu a suspensão imediata do cessar-fogo até que todos os 28 corpos dos reféns mortos sejam devolvidos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao lado do presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi, que o Hamas ainda busca localizar os corpos.

“Eles estão procurando os corpos. É uma tarefa terrível (…). As equipes de busca estão trabalhando em colaboração com Israel”, disse Trump.

Os 20 reféns sobreviventes fazem parte do grupo de 251 pessoas sequestradas pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.

Pelo acordo de cessar-fogo, o governo israelense deve libertar quase 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 condenados à prisão perpétua, em troca da devolução dos reféns — vivos e mortos.

O governo de Israel montou uma estrutura emergencial para receber os libertados, com apoio médico e psicológico, distribuindo-os por hospitais de acordo com o estado de saúde.

Enquanto isso, organizações humanitárias intensificam o envio de alimentos e suprimentos à Faixa de Gaza, onde 75% das edificações foram danificadas e a população enfrenta fome generalizada. Mesmo com o cessar-fogo, o Exército israelense ainda ocupa mais da metade do território.

Fonte: CBN

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