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‘Eles precisam de nós mais do que precisamos deles’, diz Trump sobre Brasil e América Latina

por Redação 21 de janeiro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (20) que o Brasil e a América Latina precisam “mais dos EUA do que os EUA precisam deles”.

A frase foi dita em resposta a uma pergunta da repórter da TV Globo Raquel Krähenbühl sobre se Trump falaria com o presidente Lula e como seria a relação com Brasil e América Latina feita enquanto o presidente americano assinava os primeiros decretos do novo mandato no salão oval da Casa Branca.

Mais cedo, o presidente Lula (PT) disse que torce por uma “gestão profícua” com Trump.

Lula disse que não quer briga com os Estados Unidos, assim como não quer briga com nenhum outro país. “Da nossa parte, não queremos briga. Nem com a Venezuela, nem com os americanos, nem com a China, nem com a Índia e nem com a Rússia.”

47º presidente dos EUA
Trump tomou posse nesta segunda-feira como o 47º presidente dos Estados Unidos. Em seu discurso de posse, prometeu retomar a grandeza do país e, ao chegar na Casa Branca na noite de hoje, assinou as primeiras medidas.

Ele concedeu o perdão presidencial para 1,5 mil acusados pelo ataque ao Capitólio, em Washington, em 6 de janeiro de 2021, afirmando que espera que os presos sejam soltos na próxima segunda-feira. Trump também retirou os EUA do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, alegando que ele prejudicava a economia americana e beneficiava outros países às custas dos Estados Unidos.

Além disso, ele disse que vai reverter 79 medidas do agora ex-presidente Joe Biden.

Ele também afirmou que vai declarar emergência na fronteira com o México, autorizando o envio de militares à região para impedir a entrada de imigrantes ilegais nos EUA. Também prometeu expulsar “todos que entrarem de forma ilegal”, mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América e declarar cartéis mexicanos como organizações terroristas.

Em seu discurso de posse, Trump falou do começo de “uma era de ouro”, revelou planos de “expandir o território” e confirmou uma série de decretos anti-imigração e protecionistas.

Fonte: G1

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Mundo

Pessoas em situação de rua teriam recebido comida e bebida para participar de foto com Donald Trump Jr. na Groenlândia, diz morador

por Redação 20 de janeiro de 2025

Na Groenlândia, o Fantástico deste domingo (19) destacou os motivos por trás do interesse de Donald Trump por anexar a região aos Estados Unidos e contou sobre uma suposta estratégia usada por seu filho, Donald Trump Jr., para demonstrar que o pai tem apoio na região.

Trump Jr. fez uma visita de quatro horas à Groenlândia, no começo de janeiro. À época, ele disse aos repórteres que era apenas a turismo.

Ao fim do dia, tirou uma foto em um bar na capital Nuuk, ao lado de supostos apoiadores, que usavam bonés da campanha de Trump com frases como “Faça a América grande de novo”.

O Fantástico localizou dois homens que estavam na foto, que revelaram detalhes do registro.

Mas ele diz que não concorda com a ideia da anexação da Groenlândia. “Se isso acontecer, nunca mais teremos chance de ser um país. Os americanos não vão deixar”, destaca.

Já o estudante Oliver Bech disse que o grupo que tirou a foto foi trazido para o bar. “Alguns deles eram pessoas em situação de rua que foram pagos ou ganharam comida e bebida.”

Crítica à fala de Trump
Apesar disso, a ideia encontra resistência entre a maioria das pessoas ouvidas pela reportagem na Groenlândia.

A primeira-ministra da Dinamarca disse que a Groenlândia vai decidir quando estará pronta para ser independente, mas que a região pertence aos groenlandeses.

Fonte: Fantástico

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Mundo

Mark Zuckerberg, Tim Cook, Jeff Bezos e Elon Musk comparecem à posse de Trump

por Redação 20 de janeiro de 2025

Três CEOs de big techs marcaram presença em uma das primeiras cerimônias ligadas à posse de Donald Trump nesta manhã. Durante o culto realizado na St. John’s Church, em Washington D.C., Mark Zuckerberg, CEO da Meta, Tim Cook, CEO da Apple, e Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin, sentaram lado a lado, em uma imagem bastante representativa do apoio das big techs ao novo governo.

Enquanto isso, Elon Musk, principal apoiador de Trump na campanha à presidência, já chegava ao Capitólio, onde deve acontecer em breve a posse do novo presidente.

Com isso, lembra a Forbes, Trump já garantiu a presença das três pessoas mais ricas do mundo: Jeff Bezos (com patrimônio de US$ 239,4 bilhões); Mark Zuckerberg (US$ 211,8 bilhões) e Elon Musk (US$ 433,9 bilhões). O CEO da Tesla, a pessoa mais rica do mundo e confidente do presidente eleito, gastou mais de um quarto de bilhão de dólares para ajudar Trump a vencer a eleição de novembro.

Outros CEOs que pretendem comparecer ao evento são Sam Altman, da OpenAI, que doou US$ 1 milhão para a posse, e Brian Armstrong, CEO da Coinbase, que doou US$ 12,8 bilhões.

Além disso, Zuckerberg também está coorganizando uma recepção pré-Baile Inaugural para Trump ao lado dos patrocinadores bilionários Miriam Adelson (US$ 31,9 bilhões), Tilman Fertitta (US$ 10,2 bilhões) e Todd Ricketts, cujo pai J. Joe Ricketts e família valem cerca de US$ 4,2 bilhões.

Vários outros bilionários e seus cônjuges receberam ofertas de cargos importantes na administração Trump, mas sua presença não foi confirmada: Stephen Feinberg (US$ 5 bilhões), Warren Stephens (US$ 3,4 bilhões), Jared Isaacman (US$ 1,9 bilhão), Howard Lutnick (US$ 1,5 bilhão), Vivek Ramaswamy (US$ 1 bilhão), Steve Witkoff (US$ 1 bilhão), Linda McMahon (o marido Vince McMahon tem um patrimônio de US$ 3 bilhões) e Kelly Loeffler (o marido Jeff Sprecher tem um patrimônio de US$ 1,1 bilhão).

Dezenas de outros bilionários também apoiaram Trump em seu caminho para um segundo mandato, mas também não foram confirmados: Robert “Woody” Johnson (US$ 3,3 bilhões), Elizabeth e Richard Uihlein (cada um com US$ 5,9 bilhões), Roger Penske (US$ 6,5 bilhões) e Timothy Mellon (a família valia US$ 14,1 bilhões).

Bilionários como Musk, Bezos e Zuckerberg apoiaram a campanha de Trump?
Alguns deles apoiaram, mas outros ficaram de fora da corrida presidencial ou eram inimigos de Trump antes de começarem a tentar ser legais. A Meta de Zuckerberg baniu Trump do Instagram e do Facebook no passado, e Trump uma vez ameaçou mandá-lo para a prisão. Mas, depois dos resultados da eleição, Zuckerberg doou US$ 1 milhão para seu fundo inaugural, se encontrou com Trump em Mar-A-Lago, fez mudanças na forma como suas plataformas verificam os fatos das postagens e colocou um amigo de Trump, Dana White, no conselho do Meta. Na preparação para a eleição, Zuckerberg não apoiou nenhum candidato, mas chamou a resposta de Trump à sua tentativa de assassinato de “durão”.

Bezos também tem um histórico de conflitos com Trump: a Amazon em 2019 culpou a “antipatia pessoal” de Trump por Bezos por perder um contrato multibilionário de computação em nuvem com o Pentágono, e Trump criticou o Washington Post, de propriedade de Bezos. Bezos não apoiou Trump no ano passado, mas disse que ele “mostrou tremenda graça e coragem sob fogo literal” após a tentativa de assassinato e doou US$ 1 milhão para o fundo inaugural.

Outros o apoiaram o tempo todo. Musk está entre os maiores doadores de Trump, ao lado de Adelson, a viúva do bilionário CEO do Las Vegas Sands, Sheldon Adelson, que doou US$ 100 milhões para o super PAC pró-Trump Preserve America durante a eleição. Fertitta, dono do Houston Rockets e do grupo de restaurantes Landry’s, foi nomeado para servir como embaixador dos EUA na Itália depois que o bilionário do Texas organizou uma arrecadação de fundos para Trump no ano passado.

Ricketts, um coproprietário do Chicago Cubs, tem sido um grande arrecadador de fundos para políticos republicanos e, embora tenha inicialmente arrecadado fundos dentro do partido contra Trump durante sua primeira campanha, ele acabou liderando a arrecadação de fundos pró-Trump em 2020 e no ano passado.

Como foi no primeiro mandato
Em 2016, no primeiro mandato do polêmico político, o cenário era bem diferente, com muitos líderes empresariais evitando demonstrar apoio público a ele ou tecendo duras críticas – segundo os registros federais, nenhum CEO de big tech contribuiu para a posse, relata o Business Insider.

Algumas das relações mais conflituosas na época foram com Zuckerberg e Bezos. Ambos os lados trocaram farpas ao longo dos anos. Os CEOs por conta das medidas adotadas por Trump. Já Trump frequentemente acusou a Amazon e o Facebook de práticas anticompetitivas e de viés político e, no ano passado, chegou até a ameaçar prender os seus líderes.

“Tudo o que posso dizer é que se eu for eleito presidente, perseguiremos os fraudadores eleitorais em níveis nunca vistos antes, e eles serão enviados para a prisão por longos períodos de tempo. Já sabemos quem vocês são. Não façam isso! ZUCKERBUCKS, tenham cuidado!”, postou ele em julho de 2023 na Truth Social.

Mas a situação agora mudou. Durante a campanha presidencial, alguns líderes do setor já demonstraram forte apoio à Trump, com destaque para Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, que no passado também teve suas rusgas com o novo presidente dos Estados Unidos.

E, quando Trump foi eleito, em novembro, vários executivos, incluindo os ex-desafetos Zuckerberg e Bezos, correram para parabenizá-lo e iniciaram uma aproximação. Vários deles ainda se encontraram pessoalmente com o novo presidente.

Com essa postura, os magnatas da techs parecem buscar uma posição mais favorável para o setor, visando proteger suas empresas e moldar o diálogo sobre tecnologia e governança nos próximos anos.

Do lado de Trump, também há indicações de que seus relacionamentos com muitos CEOs estão melhorando. Sobre a Meta, alvo de sua ira no passado, ele disse recentemente que a empresa havia “percorrido um longo caminho” e elogiou a decisão de Zuckerberg de acabar com o programa de verificação de fatos de suas plataformas.

Fonte: epocanegocios

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Mundo

Papa chama planos de Trump para deportação em massa de ‘desgraça’ e diz esperar por sociedade ‘sem lugar para o ódio’

por Redação 20 de janeiro de 2025

Quase uma década após declarar que Donald Trump não era cristão por querer construir um muro ao longo da fronteira entre os Estados Unidos e o México, o Papa Francisco afirmou no domingo que, se confirmados, os planos do presidente eleito de realizar deportações em massa de imigrantes em situação irregular seriam “uma desgraça”. O Pontífice fez os comentários um dia antes de enviar felicitações ao republicano por sua posse. No texto, o jesuíta argentino disse rezar para que os EUA vivessem de acordo com seus ideais de ser uma “ terra de oportunidades para todos”.

“Inspirado pelos ideais da nação, terra de oportunidades e de acolhimento para todos, minha esperança é de que, sob sua liderança, o povo americano prospere e sempre se esforce para construir uma sociedade mais justa, na qual não haja espaço para o ódio, a discriminação ou a exclusão”, escreveu em mensagem divulgada pelo Vaticano. “Ao mesmo tempo, enquanto nossa família humana enfrenta inúmeros desafios, sem mencionar o flagelo da guerra, peço a Deus que guie seus esforços na promoção da paz e da reconciliação entre os povos.”

O primeiro Papa latino-americano da História foi questionado no domingo sobre as promessas de deportação em massa feitas por Trump, que tornou a questão central durante sua campanha. O republicano já afirmou que emitiria uma série de ordens executivas sobre o assunto ainda no seu primeiro dia no cargo para reformular a política de imigração americana. Em resposta, Francisco disse que, caso confirmada, a medida fará com que “os pobres que não têm nada paguem a conta” pelo problema, acrescentando que “isso não vai funcionar”.

Durante a primeira campanha de Trump à Presidência, em 2016, o Papa foi questionado sobre os planos do republicano de construir um muro na fronteira entre os EUA e o México. Na ocasião, Francisco disse que qualquer um que construa um muro para manter migrantes do lado de fora “não é cristão”. A visão é compartilhada por muitos bispos americanos que também se opuseram ao plano de deportação de Trump. O arcebispo de Washington, cardeal Robert McElroy, disse que tais políticas eram “incompatíveis com a doutrina católica”.

Outro cardeal próximo a Francisco, o arcebispo de Chicago, Blasé Cupich, disse que os relatos de deportações em massa visando à área da cidade “não são apenas profundamente perturbadores, mas também nos ferem profundamente”. Em declaração feita no domingo na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, na Cidade do México, Cupich disse que os governos têm a responsabilidade de proteger fronteiras e comunidades, publicou a agência americana Associated Press.

Francisco, que cresceu na Argentina em uma família de imigrantes italianos, há muito prioriza a situação dos migrantes e pede que os governos os acolham, protejam e integrem, dentro de suas possibilidades. Ele tem dito que a dignidade e os direitos dos migrantes superam qualquer preocupação de segurança nacional. (Com AFP)

Fonte: OGLOBO

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Mundo

China executa autor de atropelamento que deixou 35 mortos

por Redação 20 de janeiro de 2025

A China executou, nesta segunda-feira (20), o autor de um atropelamento com carro que matou 35 pessoas em novembro em Zhuhai.

Em 11 de novembro de 2024, Fan Weiqiu dirigiu deliberadamente contra uma multidão de pessoas que se exercitavam em frente a um complexo esportivo na cidade do sul da China, deixando 35 mortos e 43 feridos. Foi o pior ataque no país em uma década.

O homem, de 62 anos, foi preso no local após ferir a sim mesmo com uma faca. O tribunal o condenou à morte no final de dezembro por um ato cometido de maneira “extremamente vil”, noticiou a mídia estatal.

A China registrou vários ataques em 2024, de esfaqueamentos a atropelamentos, o que colocou sua reputação de segurança pública em risco.

Em todos os casos, as autoridades censuraram publicações online e desmantelaram os memoriais nos locais das tragédias.

Pequim mantém seus números oficiais sobre a pena de morte em segredo de Estado. Mas grupos de direitos humanos, como a Anistia Internacional, estimam que milhares de pessoas são executadas todos os anos no país.

Fonte: G1

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Mundo

Com mais poderes, Trump toma posse nos EUA cercado de superconservadores e magnatas

por Redação 20 de janeiro de 2025

O professor de Relações Internacionais da ESPM Leonardo Trevisan acredita que esses eram os únicos destinos possíveis para Donald Trump em 2025. Com processos judiciais anulados e uma vitória expressiva nas urnas nas eleições americanas de novembro, ele garantiu a primeira opção.

Trump, que venceu as eleições em novembro de 2024, toma posse nesta tarde em cerimônia em Washington para a qual convidou apenas aliados, entre eles o argentino Javier Milei.

Também nesta segunda, o republicano já dará o pontapé inicial aos primeiros atos de seu governo: ele vai assinar, de uma só vez, dezenas de ordens executivas direcionadas a políticas anti-imigratórias —que podem afetar brasileiros em situação ilegal nos EUA— e tributárias favoráveis aos magnatas que agora integram seu governo.

A estratégia é a mesma de sua primeira gestão à frente da Casa Branca, quando ele anunciou decretos polêmicos já nos primeiros dias de governo, como a construção do muro na fronteira com o México e a suspensão de vistos para cidadãos de sete países muçulmanos.

Mas isso não quer dizer que a sua nova gestão será similar à anterior. Desta vez, na avaliação do professor de Relações Internacionais da ESPM, Leonardo Trevisano republicano deve governar em “voo solo”, já que se afastou da ala mais experiente de seu partido, de quem dependeu no primeiro mandato por conta da falta de experiência na política.

Ele também se sente mais legitimado pelos eleitores —diferentemente da sua primeira vitória, em 2016, ele venceu sua rival em 2024, a democrata Kamala Harris, tanto por número total de votos quanto na contagem do Colégio Eleitoral, órgão que elege o presidente do país.

“E este será um governo de superconservadores e magnatas. Não há espaço para políticos experientes”.

Posse
Já na cerimônia de posse, também chamada de Dia da Inauguração nos EUA, Trump dará demonstrações desse “voo solo”. Quebrando um protocolo de não convidar governantes do exterior para o evento e sim diplomatas que os representem, o republicano, segundo a imprensa local, enviou uma série de convites diretos a aliados.

Entre eles, os presidentes Javier Milei, da Argentina, Giorgia Meloni, da Itália, e Viktor Orbán, da Hungria, além do brasileiro Jair Bolsonaro — apesar de o Supremo ter negado o pedido de Bolsonaro, que está com o passaporte apreendido, de ir à cerimônia nos EUA.

Trump também chamou políticos de partidos ultraconservadores europeus, como Tino Chrupalla, do Alternativa para a Alemanha (AfD), o espanhol Santiago Abascal, do VOX, e o ultraliberal britânico anti-União Europeia Nigel Farage, de acordo com o site de notícias dos EUA Politico.

Já a presidente da Comissão Europeia — o braço executivo da União Europeia —, Ursula von der Leyen, não recebeu convite, assim como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O líder chinês, Xi Jinping, foi convidado por Trump, mas enviou seu vice.

O presidente Lula (PT) não foi convidado para a posse. A embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, vai representar o governo brasileiro no evento.

Nomes do Vale do Silício e magnatas da tecnologia, parte essencial da segunda gestão de Trump — ex-magnata que tem uma fortuna estimada em cerca de US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões) — também terão assentos garantidos na posse.

Segundo a imprensa norte-americana, Elon Musk, CEO da Tesla, do X e do SpaceX; Jeff Bezos, presidente-executivo da Amazon; e Mark Zuckerberg, CEO da Meta, estarão nas primeiras filas.

É justamente pensando nesse nicho que Trump deve assinar uma enxurrada de ordens executivas já durante a cerimônia de posse. As promessas de Trump de deportar imigrantes deverão encabeçar a lista das ordens executivas e, com isso, criar uma cortina de fumaça para medidas tributárias que favorecem o Vale do Silício, segundo o professor Leonardo Trevisan.

As ordens executivas são espécies de decreto, por não precisarem de aprovação prévia do Congresso, mas não criam uma lei específica. São como uma determinação do presidente sobre como órgãos do governo devem usar seus recursos.

Entre as que devem ser assinadas já nesta segunda estão também o texto em que Trump declara a imigração ilegal uma emergência nacional, o que na prática autoriza a liberação de fundos militares para a construção do muro na fronteira com o México, e a que permite agentes de imigração federal a prender pessoas sem antecedentes criminais.

Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters apontam que também haverá uma série de ordens executivas no setor de energia, de regulações sobre veículos elétricos e até mesmo a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima.

O resto da cerimônia vai seguir a tradição das posses nos EUA, começando com um serviço religioso seguido de um chá com seu antecessor, Joe Biden, que participará da cerimônia apesar de Trump não ter comparecido à posse do democrata em 2021 — na primeira vez em 150 anos em que um ex-presidente não foi à cerimônia de seu sucessor.

Trump discursará no Capitólio logo após um ato de posse, que será seguido da assinatura das ordens executivas, a revisão de tropas e um baile noturno.

A única quebra de tradição será a mudança do ato da posse para um local fechado, dentro do Capitólio, por conta do frio — há previsão de que a temperatura chegue a -6º C.

Fôlego extra
A partir da terça-feira e ao longo das primeiras semanas, a imprensa americana avalia que Trump deve continuar com a estratégia de choque inicial que adotou em sua primeira gestão, mas, desta vez, com fôlego renovado.

Há menos de um ano, Trump era réu em quatro processos judiciais e enfrentava o risco de prisão. Com sua vitória, os casos praticamente evaporaram, seguindo a compreensão jurídica de que a vontade individual — neste caso, expressa através das urnas — devem ser soberanas. Até por isso, a legislação norte-americana teria permitido que ele governasse atrás das grades, caso tivesse sido condenado à prisão.

Trajetória

Trump se muda de volta à Casa Branca novamente ao lado de Melania Trump, sua terceira esposa. O agora presidente dos EUA tem cinco filhos, dez netos, frutos de três casamentos diferentes.

Ao contrário do que já disse algumas vezes, Donald Trump não construiu sua fortuna do zero. Seus primeiros passos e milhões de dólares foram proporcionados por seu pai, Fred Trump, filho de um imigrante alemão que investiu no incipiente mercado imobiliário de Nova York na década de 1950.

Após se formar em economia na Universidade da Pensilvânia, em 1968, ele assumiu oficialmente a imobiliária da família, que começou a expandir por Nova York com construções de prédios altos em Manhattan e hotéis, campos de golfe e cassinos fora dos EUA, que sempre batiza com o nome da família.

Fonte: G1

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Mundo

TikTok pode ser banido dos EUA a partir de domingo, decide Suprema Corte do país

por Redação 17 de janeiro de 2025

A Suprema Corte dos EUA decidiu nesta sexta-feira que a polêmica proibição do TikTok pode entrar em vigor neste fim de semana, rejeitando um recurso dos donos do aplicativo chinês, que alegavam que a proibição violava a Primeira Emenda.

A corte emitiu uma opinião sem assinatura e não houve dissidências registradas.

A decisão, que seguiu alertas da administração Biden de que o aplicativo representava uma ameaça “grave” à segurança nacional devido aos seus laços com a China, permitirá que a proibição comece no domingo´, dia 19 de janeiro.

Segundo a CNN, ainda não está claro se os 170 milhões de usuários americanos do aplicativo notarão alguma mudança.

Ainda é possível que haja uma reviravolta com a posse do republicano Donald Trump, na próxima segunda-feira, um dia após o prazo para banir o TikTok do país. A própria rede social informou nesta semana que manteria o salário dos funcionários nos EUA, sinalizando que acredita num outro desfecho.

O CEO do TikTok, Shou Chew, foi convidado para a posse e deve se sentar em uma posição de honra no palco, onde ex-presidentes, familiares e outros convidados importantes tradicionalmente são acomodados, segundo fontes citadas pelo jornal americano The New York Times.

Trump tem buscado maneiras de ‘”salvar” o aplicativo chinês, que ele mesmo tentou impedir de atuar no seu governo anterior. Após tomar posse, um de seus primeiros atos deve ser emitir uma ordem executiva que lhe daria entre 60 e 90 dias para encontrar uma solução para manter o aplicativo acessível para os americanos, segundo o jornal The Washington Post.

A decisão da Suprema Corte diz que a lei aprovada no governo Biden sobre o TikTok pode ser seguida. A lei prevê que as operações do aplicativo nos EUA sejam vendidas a uma empresa americana ou que o app saia do país.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Hamas aceitou proposta de cessar-fogo em Gaza e devolução de reféns, diz agência; gabinete de Netanyahu nega

por Redação 15 de janeiro de 2025

O Hamas já concordou com a proposta de cessar-fogo em Gaza e de devolução de reféns compartilhada pelos negociadores do Catar, afirmou uma autoridade israelense à agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (15).

No entanto, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nega a informação e diz que o grupo extremista ainda não aceitou a proposta.

À Reuters, um oficial do Hamas confirmou que ainda não deu uma resposta por escrito à proposta.

Um representante da Autoridade Palestina afirma que a aprovação verbal já foi dada e que o grupo só aguarda mais informações para seu aval oficial ao acordo.

Horas depois, por volta das 13h30, à rede de TV Al Jazeera, o grupo disse que entregou sua aprovação aos mediadores.

Uma coletiva do ministro das Relações Exteriores do Catar está sendo aguardada. Segundo a Reuters, em um impulso final pela aprovação, o primeiro-ministro do país quer se encontrar com representantes israelenses após falar com os do Hamas.

Segundo a agência AFP, a trégua também foi aprovada pelo grupo aliado do Hamas Jihad Islâmica.

Já a agência Associated Press diz que um oficial do Hamas afirma que o grupo rejeitou uma proposta de Israel para o cessar-fogo e que as negociações continuam.

Autoridades do Catar, Egito e Estados Unidos, bem como de Israel e do Hamas, participam das negociações, que seguem nesta quarta.

Em entrevista à rede de TV americana CNN, o Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, falou sobre o acordo: “Pode e deve acontecer nas próximas horas”.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel declarou nesta quarta que o ministro Gideon Saar estava encurtando sua visita à Europa para poder participar das votações do gabinete de segurança e do governo sobre o tema:

Um dia antes, nesta terça-feira, várias delas afirmaram que um acordo estava mais próximo do que nunca, apesar do conflito continuar deixando mortos no território palestino.

Caso a proposta debatida agora seja aprovada, o primeiro passo será um cessar-fogo inicial de seis semanas com a libertação de 33 reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos e uma retirada gradual das forças israelenses do centro de Gaza e o retorno dos palestinos deslocados ao norte do enclave.

Uma segunda fase prevê a libertação de todos os reféns restantes, um cessar-fogo permanente e a retirada completa dos soldados israelenses. Segundo o site “Axios”, 98 reféns israelenses sob o poder de Gaza ainda estariam vivos.

Uma questão mais polêmica e ainda sem resposta é quem governará Gaza depois da guerra. Israel rejeitou qualquer envolvimento do Hamas, que governava Gaza antes da guerra, mas se opôs quase igualmente ao governo da Autoridade Palestina, o órgão criado pelos acordos de paz provisórios de Oslo há três décadas e que tem poder de governo limitado na Cisjordânia.

O primeiro-ministro palestino, Mohammad Mustafa, disse nesta quarta-feira que a Autoridade Palestina deve ser o único poder governante em Gaza após a guerra, ideia que foi defendida nesta terça por Antony Blinken.

Negociações a todo vapor
Na segunda-feira (13), as autoridades envolvidas nas negociações divulgaram que uma versão “final” do acordo havia sido entregue. Horas depois, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, também afirmou que considera possível um acordo de trégua em Gaza “esta semana”.

A delegação do Hamas que participa das negociações afirmou que as conversas estão progredindo bem. Já o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, garantiu que o acordo está próximo de ser fechado.

O avanço nas negociações foi feito em Doha durante a noite de domingo (12), após conversas com representantes de Israel, dos Estados Unidos e do Catar.

Horas antes, o presidente americano, Joe Biden, conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por telefone. Os dois discutiram iniciativas já em andamento, que visam colocar um fim aos combates no enclave palestino e libertar os últimos reféns, disse a Casa Branca em um comunicado.

As autoridades dos EUA estão trabalhando para obter um acordo antes da posse de Trump, em 20 de janeiro.

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, disse nesta segunda-feira (13) que o país estava “trabalhando duro” para garantir um acordo que encerraria a guerra e permitiria a libertação de reféns mantidos no território palestino.

À agência de notícias Reuters, o Hamas afirmou na segunda que as conversas sobre algumas questões centrais para o cessar-fogo em Gaza progrediram e que seus representantes estão trabalhando para concluir o que resta discutir em breve.

Cerca de 100 reféns israelenses, vivos ou mortos, ainda estão nas mãos do Hamas desde os ataques de 7 de outubro de 2023 pelo grupo palestino no sul de Israel.

A represália de Israel já deixou mais de 46 mil mortos em Gaza, de acordo com autoridades de saúde palestinas. O enclave está destruído e enfrenta uma crise humanitária. A maior parte da população foi deslocada.

Fonte: G1

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Mundo

Francesa que perdeu R$ 5,2 milhões em golpe do falso Brad Pitt enfrenta onda de assédio e zombaria nas redes

por Redação 15 de janeiro de 2025

A mulher de 53 anos que revelou a um canal de TV na França ter perdido R$ 5,2 milhões para golpistas que a fizeram acreditar que estava vivendo um romance com Brad Pitt enfrenta uma onda de assédio e zombaria nas redes sociais.

Anne, como a vítima foi identificada, acabou se divorciando do marido e transferindo a alta quantia após o “ator” afirmar que precisava do dinheiro para pagar seu tratamento contra um “câncer” depois que Angelina Jolie havia congelado os seus fundos no processo de divórcio. Os golpistas usaram contas falsas de mídia social e WhatsApp, bem como tecnologia de criação de imagens de IA para enviar a Anne o que pareciam ser imagens de Pitt num leito de hospital.

“No começo, eu disse a mim mesma que era falso, que era ridículo”, explicou Anne ao TF1. “Mas não estou acostumada com as redes sociais e realmente não entendi o que estava acontecendo comigo. Eu me pergunto por que eles me escolheram para fazer tanto mal assim? Eu nunca fiz mal a ninguém. Essas pessoas merecem o inferno”, acrescentou ela.

“A história transmitida neste domingo (12/1) resultou numa onda de assédio contra a vítima”, escreveu o apresentador do TF1 Harry Roselmack na sua conta X na terça-feira (14/1). “Para a proteção da vítima, decidimos retirar a história de nossas plataformas”, acrescentou.

O TF1 disse que Anne estava sofrendo de depressão grave e recebeu tratamento hospitalar. A emissora havia veiculado imagens da francesa, que chegou a compartilhou fotos da família com os repórteres que tratavam do caso. Críticos acusaram o TF1 de não proteger um indivíduo vulnerável que talvez desconhecesse as consequências de o caso se tornar público.

A reportagem, entretanto, desencadeou uma enxurrada de comentários e piadas debochados. O Toulouse Football Club, da Primeira Divisão do futebol da França, tuitou que “Brad nos disse que estaria no estádio na quarta-feira”, referindo-se à próxima partida do clube. Em seguida, o Toulouse se desculpou e retirou a mensagem do ar.

A Netflix França também zombou do caso, postando nas redes sociais a promoção de “quatro filmes para assistir com Brad Pitt (de verdade) de graça”.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Golpe com IA: mulher perde R$ 5,2 milhões ao achar que estava vivendo ‘affair’ com Brad Pitt

por Redação 14 de janeiro de 2025

Uma mulher de 53 anos perdeu o equivalente a R$ 5,2 milhões ao acreditar que estava tendo um realcionamento amoroso com o ator Brad Pitt.

A vítima, identificada apenas como Anne, caiu num golpe cruel: o farsante que se passava pelo astro do cinema usou ferramenta de inteligência artificial (IA) para compor imagens em que Pitt aparecia num leito de hospital.

O golpista que se passava pelo ator pediu dinheiro à francesa para pagar seu tratamento contra o câncer depois que Angelina Jolie congelou seus fundos.

A designer de interiores disse ao canal francês TF1 que o pesadelo começou em setembro de 2023, quando recebeu uma mensagem no Instagram de “Jane Etta Pitt”, a mãe do ator. Era o início do golpe.

“É de uma mulher como você que meu filho precisa”, escreveu o golpista.

Rapidamente, “Brad Pitt” entrou em cena:

“Olá, Anne. Minha mãe me falou muito sobre você. Gostaria de saber mais.”

O criminoso que se passava pelo ator convenceu a francesa que os dois estavam vivendo um romance.

Na época, a vítima estava passando por um momento difícil na vida pessoal e o seu relacionamento com um empresário milionário, 19 anos mais velho, estava praticamente destruído, informou o jornal “Sud Ouest”.

A francesa era a “vítima perfeita”. Alegando questão urgente de saúde, o falso Pitt começou a receber depósitos da vítima, durante um ano. O golpista também enviava à francesa poemas de amor e fotos manipuladas.

Foi somente depois que Anne viu fotos de Brad Pitt com sua nova namorada, Ines de Ramon, na internet que ela começou a suspeitar do golpe. A vítima foi à polícia contar a história, que então iniciou uma investigação em meados de 2024. Após o golpe, a BFMTV relatou que Anne está atualmente hospitalizada numa clínica, com depressão grave.

Fonte: EXTRA

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