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Invasor do Capitólio perdoado por Trump morre baleado após discussão com policial

por Redação 28 de janeiro de 2025

Um homem que foi perdoado na semana passada pelo presidente Donald Trump após ter sido preso por invadir o Capitólio, em Washington (EUA), em 6 de janeiro de 2021, foi morto a tiros por um policial durante uma blitz de trânsito na tarde do último domingo (26/1).

Matthew Huttle, que tinha 42 anos, foi morto após violenta discussão com policial do condado de Jasper (Indiana) que o havia parado em rodovia estadual perto do limite com o condado de Pulaski.

“Ocorreu uma discussão acalorada entre o suspeito e o policial, que resultou no policial disparando sua arma e ferindo fatalmente o suspeito”, disse a polícia estadual em comunicado à imprensa.

“A investigação também mostra que, durante a abordagem policial, o suspeito estava de posse de uma arma de fogo”, acrescentou.

O incidente ainda está sendo investigado. A Polícia Estadual de Indiana não revelou as circunstâncias da abordagem a Matthew.

Pela invasão, ocorrida após a derrota de Trump nas urnas para Joe Biden, Matthew foi sentenciado a seis meses de prisão. Ele deixou a cadeia em julho de 2024, de acordo com o Washington Post. Com o perdão de Trump, o seu processo foi anulado. Matthew havia permanecido 16 minutos dentro do Capitólio, onde entrara acompanhado de um tio.

“Ele não é um verdadeiro defensor de nenhuma causa política”, disse o advogado de defesa, Andrew Hemmer, à época da prisão, acrescentando que o cliente só estava em Washington por acreditar que era um “momento histórico”.

O americano estava entre cerca de 1.500 réus do 6 de Janeiro que receberam a clemência de Trump.

O policial que matou Matthew foi colocado em licença administrativa remunerada, seguindo o protocolo, disse o xerife Patrick Williamson em comunicado.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Adolescente morre atingido por hélices de barco após ser jogado no mar pelo pai

por Redação 28 de janeiro de 2025

Um adolescente de 13 anos foi mortalmente atingido pelas hélices de um barco depois de ter sido jogado no mar pelo próprio pai durante uma viagem à Tailândia.

O russo Artem Bugorskiy, de 45 anos, foi preso pela morte do filho, Lucas.

O incidente ocorreu na semana passada em Phang Nga (Tailândia). De acordo com testemunhas, Artem agarrou Lucas, que tinha dupla nacionalidades tailandesa e russa, o levou à proa e o jogou na água, supostamente de brincadeira, contou o “Bangkok Post”.

Artem mergulhou em seguida, mas já era tarde. O capitão imediatamente parou a embarcação para tirar o adolescente da água. Lucas sofreu vários ferimentos na cabeça e no rosto causados pelas hélices da lancha. O menor foi levado ao Hospital Kuraburi Chai Pattana, mas não resistiu aos ferimentos.

Artem foi preso assim que a embarcação atracou. O russo disse à polícia que havia “perdido a memória” do incidente do dia 22.

Entre os passageiros do barco estavam 17 tailandeses e 16 turistas estrangeiros, acompanhados por uma tripulação de cinco pessoas.

Entrevistado por uma TV local, Artem conversou rapidamente com uma repórter quando era levado a um centro de detenção.

Repórter: “Você está triste?”

Artem: “Quem matou o meu filho?”

Repórter: “Você.”

Artem: “Eu?! Eu não matei o meu filho.”

Repórter: “Você não matou?”

Artem: “Não!”

Repórter: “Tem certeza?”

Artem: “Tenho.”

Fonte: EXTRA

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Mundo

Quem foi Mary Anne MacLeod, a mãe de Donald Trump que emigrou para os EUA com US$ 50 no bolso

por Redação 28 de janeiro de 2025

Mary Anne MacLeod tinha apenas US$ 50 dólares (cerca de US$ 950 hoje) no bolso quando desembarcou em Nova York, em 11 de maio de 1930.

A mulher que anos mais tarde se tornaria mãe do magnata Donald Trump —que acaba de se tornar presidente dos Estados Unidos pela segunda vez— entrou no país legalmente, após ter deixado sua terra natal, a Escócia.

Mas, diferentemente da versão difundida de que ela viajou primeiro como turista, e depois voltou para se casar com o construtor Fred Trump — filho de imigrantes alemães e um dos solteiros mais cobiçados de Nova York—, os documentos alfandegários indicam que ela pretendia ficar no país desde o início.

Seu nome aparece nos registros de imigração da época digitalizados pela Fundação Estátua da Liberdade – Ellis Island, que preserva os dados de mais de 51 milhões de viajantes que chegaram aos Estados Unidos entre 1892 e 1957 pela Ellis Island e o porto de Nova York.

De acordo com estes documentos, MacLeod embarcou em 2 de maio de 1930 no porto de Glasgow com destino aos Estados Unidos, onde chegou nove dias depois a bordo do navio Transilvania.

“Ela veio com um visto de imigrante para ter residência permanente”, afirmou Barry Moreno, historiador do Museu Nacional da Imigração de Ellis Island, à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, após analisar o registro de passageiros do navio.

Seu visto #26698 foi emitido em Glasgow em 17 de fevereiro de 1930, apenas três meses antes da viagem.

O documento alfandegário afirma que MacLeod não planejava retornar ao seu país de origem, mas pretendia residir permanentemente nos Estados Unidos e obter a cidadania americana.

“Se desde o momento em que chegou, ela se via morando permanentemente nos Estados Unidos, isso se chama imigrar. Não há dúvida disso”, disse à BBC News Mundo a escritora Gwenda Blair, autora do livro The Trumps: Three Generations of Builders and a Presidential Candidate (“Os Trump: três gerações de construtores e um candidato presidencial”, em tradução livre).

Uma de suas primeiras medidas ao assumir seu segundo mandato foi assinar ordens executivas para decretar “estado de emergência” na fronteira com o México — e limitar o direito de adquirir automaticamente a cidadania americana por nascimento, algo que é protegido pela Constituição (razão pela qual os especialistas acreditam que vai ser difícil de reverter).

Doméstica

Natural de Tong, um vilarejo na Ilha de Lewis, no norte da Escócia, a mãe de Trump estava seguindo, aos 18 anos, os passos de três de suas irmãs que já estavam nos EUA: Christina, Mary Joan e Catherine.

As autoridades registraram o nome e o endereço de Catherine em Astoria (Queens) como os dados da pessoa que a receberia em Nova York. No campo ocupação ou profissão, o documento alfandegário registra MacLeod como “doméstica”.

Também neste aspecto, MacLeod parecia estar seguindo os passos de sua irmã Mary Joan, que trabalhava com serviços domésticos quando conheceu seu futuro marido, Victor Pauley.

Seja qual for o significado que tenha dado à sua definição de “doméstica”, o fato é que MacLeod a usou novamente em setembro de 1934, quando entrou no porto de Nova York pela segunda vez, vindo da Escócia.

O documento alfandegário desta segunda viagem, desta vez a bordo do navio Cameronia, revela outros aspectos relevantes dos seus primeiros anos em território americano.

Em primeiro lugar, que ela permaneceu no país continuamente desde sua chegada em maio de 1930 até junho de 1934 — e que fez de Nova York seu local de residência permanente. Moreno observa que, antes de viajar para a Escócia, MacLeod solicitou uma autorização para entrar novamente nos EUA, o que teria facilitado os trâmites alfandegários durante sua segunda entrada.

“Ela vinha de uma família muito pobre. Houve uma grande emigração do vilarejo de onde ela veio porque, no fim da Primeira Guerra Mundial, a maioria dos homens do vilarejo foi morta quando um navio que os trazia de volta afundou”, disse à BBC News Mundo Michael D’Antonio, autor do livro Never Enough: Donald Trump and the Pursuit of Success (“Nunca é suficiente: Donald Trump e a busca pelo sucesso”, em tradução livre).

“Foi uma grande tragédia. Muitas mulheres decidiram emigrar quando viram que não teriam com quem casar. Foram para o Canadá e para os Estados Unidos”, acrescentou.

D’Antonio também atribui a emigração a motivos econômicos, uma vez que muitos agricultores da Ilha de Lewis perderam suas terras, e tiveram que se mudar. “Eles eram muito pobres porque não podiam mais cultivar suas próprias plantações”, ele explicou.

Mas, a julgar pelos documentos de viagem de MacLeod a bordo do Transilvania, Moreno acredita que sua situação financeira não era totalmente precária na época.

O genealogista Bill Lawson, que rastreou a árvore genealógica de Mary Anne MacLeod até o início do século 19, afirma que seu pai, Malcolm, administrava uma agência dos correios e uma pequena loja em seus últimos anos de vida, e que financeiramente, a família teria uma situação um pouco melhor do que a média do município.

Lawson destaca que ela “pertencia a uma família muito numerosa, com nove irmãos”, e que na ilha “não havia muitas perspectivas para os jovens”. “O que mais se poderia fazer?”, ele questiona.

“Hoje em dia, você pode pensar em ir para o continente — mas, naquela época, a maioria das pessoas ia para o Canadá. Era muito mais fácil ganhar a vida nos Estados Unidos, e muita gente tinha parentes lá.”

Cotas migratórias
Os descendentes dos imigrantes que chegaram aos Estados Unidos por Nova York durante as últimas décadas do século 19 e as primeiras décadas do século 20 equivalem a quase metade da população do país, segundo o site da Fundação Estátua da Liberdade – Ellis Island.

No entanto, embora os EUA tenham sido historicamente abertos à imigração, quando MacLeod emigrou de sua terra natal, a Escócia, havia algumas restrições à entrada de estrangeiros.

“Naquela época, foram atribuídas cotas para admitir apenas um número limitado de imigrantes de cada país. Entre 1921 e 1955, havia uma cota limitada de imigrantes do Reino Unido. Como escocesa, ela se enquadrava nela”, explica Moreno.

O historiador afirmou que MacLeod também teve que solicitar um visto para obter autorização para imigração.

Nas fichas de controle de passageiros dos navios, chamadas Manifestos, todos os dados de cada passageiro eram registrados, incluindo suas características pessoais (cor dos olhos, cabelo, raça, etc.).

Cada passageiro precisava ter pelo menos US$ 50 — e provar que possuía a quantia.

Esta foi a quantia exata que Macleod levou consigo em cada uma de suas duas viagens.

Inteligente e ambiciosa

A mãe de Trump se tornou cidadã americana em 1942.

Em seu livro A Arte da Negociação, Donald Trump se refere a ela como uma “dona de casa muito tradicional que tinha plena consciência do mundo além dela”.

O magnata descreve uma cena em que sua mãe está absorta assistindo à coroação da rainha Elizabeth 2ª pela televisão.

“Estava totalmente fascinada pela pompa e circunstância, por toda a ideia de realeza e glamour”, ele escreveu.

D’Antonio se refere a MacLeod como uma mulher muito espirituosa, inteligente e ambiciosa.

“Isso foi o que Trump me contou sobre ela, que era muito competitiva e tão ambiciosa quanto seu pai. A única coisa é que não acho que ela pudesse expressar isso da mesma forma porque era mulher. Naquela época, era difícil para as mulheres terem uma carreira, e serem tão ambiciosas quanto podem ser hoje”, afirmou.

MacLeod parece ter encontrado na caridade o lugar para deixar sua marca no mundo.

Após sua morte em agosto de 2000, aos 88 anos, o jornal americano The New York Times publicou um obituário descrevendo-a como “filantropa”.

O obituário acrescenta que a família Trump também contribuiu para o Exército da Salvação e para o grupo de escoteiros Boy Scouts of America, entre outras organizações.

Nada mal para uma imigrante que chegou aos EUA, aos 18 anos, com US$ 50 no bolso.

Fonte: G1

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Mundo

‘Sinto uma culpa terrível’: o arrependimento de uma mãe que transformou a filha em meme

por Redação 28 de janeiro de 2025

Estamos em 2013, você acorda com sua família e decide que não é dia de escola, mas sim de ir à Disneylândia fazer uma surpresa para suas filhas. Você decidiu gravá-los sentados no carro a caminho do parque para imortalizar a reação deles e carregou o vídeo no YouTube, com o título Lily’s Disneyland Surprise… AGAIN! De repente, o rosto do seu filho de dois anos tirado de uma moldura vira um meme, com toda a fama repentina que isso acarreta. Fama que continua até hoje. O vídeo já teve mais de 24 milhões de visualizações desde então, e ainda são muitos os que usam o meme para compartilhar, por exemplo, seu ceticismo, pouca emoção ou indiferença em relação a algo.

Essa é a história de Chloe Clem, lembrada dias atrás por sua mãe na revista americana People. Embora a mais nova já tenha 14 anos e não se pareça mais com aquela garota com dentes abertos e olhos esbugalhados, era inevitável que ela crescesse com o meme nas costas. Depois da experiência vertiginosa e de aprender o que realmente é a viralidade, sua mãe mudou de ideia e se arrepende de ter publicado: “Sinto uma culpa terrível”, diz Katie Clem. “Chloe tinha dois anos e as pessoas vinham até ela, eram malucas. Tiraram fotos dela”, lembra a mulher na publicação

Ela não é a única. Em dezembro passado, a renomada mãe influenciadora britânica Molly Gunn, com mais de 110 mil seguidores no Instagram, admitiu que se arrependia de ter usado seus três filhos, de 13, 11 e 7 anos, expondo-os a milhares de pessoas. Reconheceu que o nível de visibilidade a que submeteu a sua família teve um impacto negativo sobre ela.

Privacidade das crianças
Gunn disse que decidiu excluir mais de 2.000 fotos de sua conta, encerrando mais de uma década de exposição de sua casa. Segundo explicou, o seu perfil era uma janela para a vida da sua família e, após refletir sobre as consequências, decidiu encerrar esta etapa. A privacidade das crianças é um preço justo a pagar pela popularidade e pelos negócios dos pais?

É o que explica Katie Clem sobre os efeitos da fama da sua filha. Esse dinheiro literalmente nos ajudou a sobreviver por uma década. Além de economizar e guardar, nos ajudou a seguir em frente com suas vidas. Aluguel, contas, comida. A partir daquele momento, a vida familiar foi diferente. Eles conseguiram até economizar para a educação e futuro casamento de Chloe, disse ela à People. Esse sucesso repentino também fez com que fossem convidados para a Dream Suite da Disneylândia, viajassem para Nova York e até duas vezes para o Brasil, onde a menina éa bastante conhecida. Eles possuem todos os direitos sobre a imagem, o que significa que foram capazes de monetizar seu uso comercial.

Katie e seu marido, David, receberam vários endossos e fecharam acordos com gigantes corporativos como o Google Pixel, relata a publicação. Em 2021, eles até venderam a imagem como um token não fungível (NFT) por cerca de US$ 74 mil. Após o sucesso da imagem da menina, Katie continuou a alimentar sua conta no YouTube com vídeos de família, alcançando 300 mil inscritos.

A privacidade das crianças é um preço justo a pagar pela popularidade e pelos negócios dos pais? Existem vários estudos publicados sobre sharenting, termo usado para se referir à exposição de imagens dos filhos nas redes sociais. Por exemplo, o publicado em 2023 pela Universidade Camilo José Cela intitulado Sharenting: análise da utilização de menores como meio de marketing: “Quanto aos fatores que impulsionam esta decisão de partilha de imagens, podemos concluir que a grande maioria acredita que é uma boa maneira de manter a família e os amigos informados. Da mesma forma, muitos gostam de receber reações positivas das pessoas às fotos de seus filhos.”

Mas este estudo continua com um alerta: “Somos alertados ao receber respostas como a do caso isolado que referia que queria mostrar os seus filhos online com a intenção de obter seguidores. Isso faz com que esta e futuras pesquisas ganhem importância; Isso nos faz pensar que, embora sejam alertados sobre os perigos do compartilhamento, muitos usuários da rede agem de forma egoísta e para o seu próprio bem, sem levar em conta o bem-estar dos próprios filhos.”

“Alguns pais não têm a formação adequada para lhes dar instruções claras sobre a utilização das tecnologias modernas, as suas implicações, as suas vantagens e, claro, as suas ameaças inegáveis. Não só não fornecem informações adequadas aos seus filhos, como também se envolvem em comportamentos de risco . Encontramos o fato paradoxal de adultos publicarem fotografias de menores que estes provavelmente nunca publicariam”, disse Icíar Casado Fernández, psicóloga com especialização em neuropsicologia, ao Mamas & Papas em julho passado. Para este especialista, a exposição de uma realidade muito irreal, limitada exclusivamente a emoções positivas e situações de sucesso, pode “gerar graves problemas nos menores com identidade e autoestima em construção”.

Desde 2021, Katie Clem publicou apenas dois vídeos, o último em junho passado com o título “Chloe está de volta”. No entanto, esta diminuição do conteúdo deve-se, como explica Katie, ao fato de ter notado que o entusiasmo das filhas estava diminuindo. Embora ela também reconheça que as filhas, então pequenas, tecnicamente nunca aceitaram participar dos vídeos: “No começo foi muito divertido. Você entra nesse trem e diz sim para tudo. No início, não incluí de forma alguma o consentimento das minhas filhas. Nós fazíamos porque você fica preso nisso tudo. Com o tempo, percebi que era demais para elas e senti que ninguém estava se beneficiando com isso.”

Ao refletir, a positividade avassaladora e a diversão inegável de tudo confundiram quaisquer preocupações que ela pudesse estar sentindo naquele momento. De qualquer forma, hoje ela diz não ser a mesma mãe que era há mais de uma década.

Hoje em dia, Katie admite que tem sentimentos confusos sobre o conceito de canais familiares no YouTube, incluindo o seu próprio. Lembre-se que as pessoas queriam ver as filhas dela o tempo todo, em qualquer plataforma: “E de repente tive uma reviravolta no meu pensamento: fiz tudo errado? Sinto uma culpa terrível.” Ela chegou à conclusão de que tanta exposição não fazia bem para eles: “Quando elas cresceram, eu as fazia fazer coisas e percebi que estavam entediadas. Percebi que elas estavam cansadas ​​e disse: ‘Ok, terminamos.'”

Katie conclui que não sabe se teria feito as coisas de maneira diferente: “Tudo o que sei é que meus sentimentos mudaram drasticamente em relação à situação”. E ela afirma que Chloe – que ela descreve como muito tímida e introvertida (algo que ela se pergunta se é por causa de sua infância viral) – raramente é reconhecida agora que é adolescente. Para a jovem, toda esta situação “é super legal” e explica à People que vê os vídeos antigos como uma espécie de arquivo da sua infância: “É como ver fotografias antigas de família que todos também podem desfrutar”. Ela não se sente famosa, mas diz “muita coisa ainda acontece por causa do meu meme”.

Na verdade, a jovem tem uma conta no Instagram cuja foto de perfil é o meme Side Eyeing Chloe e que conta com mais de 626 mil seguidores, com quem partilha fotos do seu cotidiano e da sua infância. Ela está criando seu próprio futuro nas redes sociais, claro, sob o olhar atento da mãe porque, conforme consta na descrição da biografia, é Katie quem supervisiona o perfil.

Fonte: OGLOBO

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MundoTecnologia

DeepSeek: o que há de tão impactante na IA chinesa que abalou big techs americanas?

por Redação 28 de janeiro de 2025

O mercado americano vivenciou ontem um “momento Sputnik”. As ações das empresas de tecnologia, especialmente aquelas ligadas à inteligência artificial (IA), derreteram por causa de uma ferramenta chamada DeepSeek, criada pela startup chinesa homônima, com sede em Hangzhou.

Ela superou o famoso ChatGPT, da OpenAI, em downloads, tornando-se o app mais baixado globalmente, e provocou dúvidas no Vale do Silício sobre a liderança dos Estados Unidos em IA.

O modelo de IA do aplicativo é considerado fortemente competitivo com as últimas ferramentas lançadas pela OpenAI e pela Meta. A startup chinesa afirma ainda que sua ferramenta custa muito menos para ser treinada e desenvolvida.

A DeepSeek diz ter gasto apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória em comparação aos bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

A expressão “momento Sputnik” foi usada pelo investidor Marc Andreessen, cujo navegador Netscape deu impulso à internet. Ela se refere ao lançamento do Sputnik em 1957. Da União Soviética, foi o primeiro satélite artificial do mundo e marcou o início da corrida espacial com os EUA.

Na rede social X, Andreessen afirmou que o DeepSeek R1 (a versão mais completa da ferramenta) “é um dos avanços mais impressionantes e surpreendentes” que ele já viu.

A Nvidia, que fabrica os chips essenciais para operar sistemas de IA, viu suas ações desabarem quase 17%. Isso representa um tombo recorde de US$ 589 bilhões (cerca de R$ 3,5 trilhões) em valor de mercado — o equivalente a quase sete Petrobras. A empresa agora vale US$ 2,9 trilhões e perdeu o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo para a Microsoft. No topo do ranking está a Apple.

Ainda assim, a Nvidia afirmou ontem em nota que o novo modelo da DeepSeek é um “excelente avanço em IA”. “O trabalho da DeepSeek ilustra como novos modelos podem ser criados” utilizando a técnica Test Time Scaling, disse a empresa, “aproveitando modelos amplamente disponíveis e recursos computacionais que estão totalmente em conformidade com os controles de exportação (dos EUA).”

A declaração da Nvidia indica que esta acredita que a startup chinesa não violou as restrições dos EUA, que limitam o acesso a chips avançados americanos, especialmente por empresas da China. E parece descartar as suspeitas de alguns analistas de que a DeepSeek não teria conseguido realmente atingir o avanço que afirma ter feito.

O sucesso do DeepSeek foi tanto sobrecarregou os servidores da empresa, que limitou os downloads da ferramenta e afirmou ter sido alvo de “ataques maliciosos”.

Mas o que o app tem de tão impactante?
O DeepSeek, ferramenta de inteligência artificial (IA) generativa criada pela startup chinesa de mesmo nome, está disponível gratuitamente no Brasil, tem recursos similares aos do ChatGPT, “fala” português e pode ser acessado pelo navegador.

O serviço é gratuito e não há limite de mensagens que podem ser trocadas com o robô. Além de português, chinês e inglês, o sistema está disponível em 69 idiomas, incluindo espanhol, alemão, coreano, croata, francês e esloveno.

A estratégia da startup de oferecer um modelo de IA tão potente quanto os de rivais, de forma aberta ou a custos significativamente menores, gerou alerta na indústria americana. Outro diferencial da DeepSeek está no orçamento envolvido no desenvolvimento de sua IA, significativamente menor que o de concorrentes.

Uma das vantagens competitivas da empresa, fundada em 2023, é ter precisado de menos recursos computacionais para criação de um modelo que é competitivo com os da OpenAI, Meta e Google.

Como acessar a ferramenta?
Interagir e pedir tarefas para o DeepSeek é tão simples como usar o ChatGPT, Meta IA ou Gemini. A IA pode ser acessada pelo computador, no navegador, ou baixada nas lojas de aplicativo da Apple (iOS) e Google (Android).

Como usar o DeepSeek?
Ao abrir a plataforma, o usuário precisa fazer um login de acesso. A primeira página é igual às dos concorrentes. Uma caixa de texto convida o usuário a escrever com a pergunta: “Como posso te ajudar hoje?” Além de conversar com a IA por texto, o usuário pode enviar documentos e imagens, e fazer perguntas com base nos arquivos.

Mas, diferentemente do ChatGPT, a ferramenta ainda não tem o recurso de interação por voz.

Ao receber a resposta, o usuário pode pedir ajustes e fazer perguntas adicionais pela caixa de texto ou clicar em um botão abaixo do texto para que ele seja refeito. Também é possível avaliar o conteúdos, por meio de um botão de “positivo” e “negativo”.

O modelo disponibilizado pela startup no chatbot gratuito é o DeepSeek-V3, que é como o “cérebro” por trás do sistema de inteligência artificial. Lançado em dezembro de 2024, o V3 pode superar o modelo usado no ChatGPT, o GPT-4o, em determinadas tarefas, como aquelas que envolvam raciocínio em programação.

O sistema da OpenAI, no entanto, apresenta melhores resultados em parâmetros como perguntas simples de interpretação.

O que a plataforma pode fazer
Assim como outros sistemas similares de IA, a ferramenta da DeepSeek pode reescrever textos, responder a perguntas sobre tópicos variados, resumir documentos, fazer contas de matemática e revistar códigos de programação, entre outras tarefas.

Da mesma forma que o ChatGPT, a ferramenta traz informações de buscas na internet. Para ativar o recurso, o usuário precisa acionar a aba “Search” (“busca” em inglês). Nesse modo, a IA responde com base em textos que coleta on-line, incluindo sobre acontecimentos recentes.

Além do recurso de buscas, o usuário pode optar por fazer perguntas que usem o DeepSeek R1, um modelo da startup que é voltado para resolver problemas complexos, como cálculos matemáticos e tarefas de programação. Essa opção também fica abaixo da caixa de texto.

Não está livre de ‘alucinações’
Como as concorrentes, a assistente chinesa também pode “alucinar”, ou seja, trazer de forma convincente alguma informação incorreta. Abaixo da caixa de texto, o chatbot alerta que o conteúdo é gerado por inteligência artificial e deve ser usado “apenas como referência”.

Nos termos de serviço, a startup alerta que as respostas “podem conter erros ou omissões”:

“Especificamente, ao usar este serviço para consultar sobre questões médicas, legais, financeiras ou outras questões profissionais, esteja ciente de que este serviço não constitui nenhum aconselhamento ou compromisso e não representa as opiniões de nenhum campo profissional. Se você precisar dos serviços profissionais relacionados, deve consultar profissionais e tomar decisões sob sua orientação”, ressalta o texto.

Cuidados com privacidade
O usuário deve ficar atento também ao compartilhamento de dados e informações sensíveis. A política de privacidade da ferramenta indica que além de dados como e-mail, nome e endereço de IP, a IA coleta informações compartilhadas pelos usuários.

De acordo com a startup, as informações são compartilhadas inclusive para publicidade e análise.

Há casos, ainda, que os dados inseridos pelos usuários são compartilhados com governos: “Podemos acessar, preservar e compartilhar as informações descritas em ‘Quais Informações Coletamos’ com autoridades públicas e policiais, detentores de direitos autorais ou outros terceiros, se acreditarmos de boa-fé que isso é necessário para cumprir a lei.”

— O usuário deve tomar cuidado em relação a absolutamente qualquer tipo de IA — diz Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação — Ou seja, ter cuidado com a privacidade dos dados, não fazer compartilhamento de dados sensíveis, como documentos corporativos.

O que provocou a debacle?
A chinesa DeepSeek apresentou na semana passada um modelo de IA de menor custo. Wall Street reagiu com quedas bruscas, com a gigante dos microchips Nvidia despencando 16,97%. O declínio da Nvidia reduziu em US$ 589 bilhões a capitalização de mercado da fabricante de chips de IA, a maior perda em um único dia na história do mercado de ações, valendo agora US$ 2,9 trilhões.

A Bolsa foi sacudida por informações que apontam que o robô conversacional da startup chinesa DeepSeek tem um ótimo desempenho, apesar de usar chips com capacidades reduzidas, o que poderia afetar o domínio dos grandes grupos americanos do setor.

‘Investidores desconcertados’
“Os investidores estão desconcertados com essa nova reviravolta dos acontecimentos e pelo [temor] de que as empresas americanas especializadas em IA percam influência”, resumiu à AFP Sam Stovall, da consultoria financeira CFRA.

Analistas e investidores acreditavam que a vantagem dos Estados Unidos no setor dos semicondutores e sua capacidade de limitar o acesso da China a esta tecnologia garantiria seu domínio da IA.

Mas a DeepSeek assegurou ter gastado apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões, na cotação atual) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória quando comparada com os bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

Wall Street teme que o “chabot” da DeepSeek possa competir com o da OpenAI e seu popular ChatGPT.

No entanto a startup chinesa denunciou nesta segunda-feira que é alvo de um ciberataque “malicioso em grande escala” e deve limitar temporariamente as inscrições de usuários.

A empresa, fundada em 2023, declarou que quem já possui uma conta em seu serviço poderá se conectar normalmente.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Coca-Cola ordena retirada massiva de produtos na Europa devido a alto teor de clorato

por Redação 28 de janeiro de 2025

A empresa engarrafadora da Coca-Cola na Bélgica anunciou, nesta segunda-feira, uma grande retirada de seus produtos na Europa devido a uma concentração excessivamente alta de clorato. Os lotes afetados foram recolhidos na Holanda, Alemanha, Reino Unido, França e Luxemburgo, além da própria Bélgica, e estavam em circulação desde novembro.

A retirada diz respeito a latas retornáveis e garrafas de vidro de Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea, Minute Maid, Nalu, Royal Bliss. Todos os produtos estão indicados pelo “código de produção que varia de 328 GE a 338 GE”.

“Não temos números exatos, mas está claro que é uma quantidade considerável”, disse a Coca-Cola Europacific Partners Belgium à AFP. “A maioria dos produtos afetados e não vendidos já foi retirada das lojas e continuamos tomando medidas para retirar os produtos que permanecem no mercado”, acrescentou.

A empresa engarrafadora pede que os produtos não sejam consumidos, mas devolvidos ao ponto de venda para reembolso.

“Em nossa unidade de produção em Gante, realizamos testes como parte de nossos processos de controle […]. Esses controles possibilitaram identificar níveis elevados de clorato”, explicou a empresa.

De acordo com o site da Comissão Europeia, o clorato nos alimentos vem de desinfetantes de cloro usados no tratamento da água e no processamento de alimentos.

Em uma publicação científica de 2015, a autoridade europeia para a segurança alimentar estimou que a exposição prolongada ao clorato em alimentos pode causar potenciais problemas de saúde para crianças, especialmente aquelas com carência de iodo.

No entanto, de acordo com a agência, mesmo considerando os níveis mais altos, “a ingestão total em um único dia dificilmente excederá o nível recomendado para consumidores de todas as faixas etárias”.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Palestinos formam ‘corredor humano’ em retorno ao norte de Gaza

por Redação 27 de janeiro de 2025

Famílias palestinas deslocadas pelo conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas começaram a retornar para o norte da faixa de Gaza após os acessos serem liberados por Israel na manhã desta segunda-feira (27).

O desbloqueio das vias para o norte de Gaza foi anunciado pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em uma publicação no X no domingo (26) e ocorre após o Hamas concordar em liberar a refém israelense Arbel Yehud, além de outras duas cativas até sexta-feira (31).

Em imagens feitas pela agência de notícias Reuters, foi possível observar um grande número de palestinos andando a pé, ou transportados por meio de carros, caminhões e carroças sobrecarregados com colchões, alimentos e as tendas que serviram como abrigo por mais de um ano.

O deslocamento formou um “corredor humano” de dezenas de milhares de palestinos, que andavam pela orla de Wadi Gaza, próximo a uma praia. Veja no vídeo acima e em fotos mais abaixo.

Apesar da paisagem marcada por escombros, o retorno à região está sendo comemorado pelas famílias, que se abraçam e tiram selfies. Segundo testemunhas da Reuters, os primeiros palestinos chegaram à Cidade de Gaza, no norte, nas primeiras horas da manhã desta segunda.

Após aguardarem por dois dias à frente dos bloqueios nas estradas, um primeiro ponto de travessia foi aberto por volta das 7h no horário local (2h no horário de Brasília), e outro ponto foi aberto duas horas depois, às 9h no horário local.

A liberação das vias ocorreu após novo progresso nas negociações entre Israel e Hamas no âmbito do cessar-fogo no conflito, quando acordaram na libertação de mais seis reféns israelenses até sábado (1º). Antes do novo entendimento, ambos os lados se acusavam de violar a trégua, e Netanyahu se recusava a abrir os pontos de travessia.

A medida, intermediada pelo Catar e por mediadores egípcios, permitirá que cerca de 650 mil palestinos da faixa central e sul da Faixa de Gaza retornem para suas casas no norte do enclave. No entanto, a maioria das residências estão em escombros pelos 15 meses de ofensiva aérea e terrestre de Israel.

Mais de 47 mil palestinos foram mortos durante a guerra, a maioria deles mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.

Fonte: G1

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Mundo

Algemas em deportados pelos EUA são ‘praxe’, mas só durante o voo, diz PF; uso após desembarque gerou tensão

por Redação 27 de janeiro de 2025

O uso de algemas em migrantes brasileiros deportados sempre foi praxe do governo dos Estados Unidos, segundo a Polícia Federal.

Fontes ligadas à PF esclarecem que essa prática ocorre exclusivamente nos voos fretados pelo governo norte-americano para repatriação dessas pessoas, exatamente o caso do voo que trouxe ao país os primeiros 88 brasileiros deportados após Donald Trump assumir a presidência dos EUA.

Ainda de acordo com essas fontes, a praxe é retirar as algemas dos migrantes quando o avião fretado pousa no Brasil. Entretanto, isso não aconteceu no voo que chegou ao país na sexta-feira (24): os brasileiros foram mantidos algemados durante o desembarque em Manaus.

De acordo com esses interlocutores da PF, os migrantes não poderiam desembarcar em solo brasileiro algemados porque não são prisioneiros.

O governo brasileiro reagiu à conduta da imigração norte-americana e protestou contra o que chamou de “uso indiscriminado de algemas”.

Na nota, o governo brasileiro diz ainda que os brasileiros foram submetidos a “tratamento degradante” e que considera “inaceitável” o desrespeito ao acordo firmado entre Brasil e EUA.

O voo fretado pelo governo dos EUA tinha como destino a cidade de Belo Horizonte. O pouso em Manaus ocorreu porque o avião teve uma pane no sistema de ar-condicionado.

A situação, porém, levou o governo brasileiro a não autorizar que o voo seguisse para a capital mineira. Os migrantes foram levados em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB).

Deportações feitas pelo Brasil
Ainda segundo as fontes da PF, não há obrigação de uso de algemas nos estrangeiros deportados pelo Brasil.

As algemas são usadas caso o estado de ânimo ou situação indique potencial de risco à segurança do voo, avaliação que é feita antecipadamente pela Polícia Federal.

Os agentes brasileiros que fazem a escolta de estrangeiros deportados, porém, contam com algemas que poderão ser usadas durante o voo, se necessário.

Essas mesmas fontes esclarecem ainda que o Brasil não freta voos para deportação em massa, como faz o governo dos EUA. São, no máximo, dois estrangeiros por vez e sempre em voos comerciais.

Baixo número de deportações
Em 2024, o Brasil fez quatro deportações de estrangeiros em situação irregular após entrar no país, com prazo de estada vencido ou falta de registro migratório, por exemplo. As deportações são mais raras no Brasil porque a legislação permite que o migrante apresente recurso e regularize a situação.

Além disso, no ano passado outros 8.799 estrangeiros foram inadmitidos ao chegarem ao Brasil, ou seja, foram devolvidos ainda nos aeroportos e demais pontos migratórios por ausência de requisitos como visto de entrada.

O governo também fez 32 expulsões de estrangeiros em 2024, que acontecem quando o estrangeiro comete crime grave em território brasileiro. A expulsão corre, geralmente, após cumprimento da pena.

Fonte: G1

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Mundo

Comissária alerta sobre tendência viral de colocar bebês para dormir no chão do avião: “Loucura”

por Redação 27 de janeiro de 2025

Uma comissária de bordo fez um alerta recentemente pedindo para que os influenciadores digitais que viajam com bebês parem de colocar seus filhos dormirem no chão dos aviões. Skye Taylor, que trabalhou por 16 anos na Virgin Atlantic, disse que a nova tendência a deixou chocada. Ela disse que tem visto cada vez mais vídeos alarmantes sendo compartilhados online. “A quantidade de pessoas que mostram seus bebês dormindo no chão é absolutamente louca”, disse ela.

“Certamente você não colocaria seu filho no espaço para os pés de um carro. Por que você o colocaria no chão de uma aeronave que poderia cair 10.000 pés em minutos enquanto seu filho está deitado no chão sob o metal?”, questionou. Ela disse achar “chocante” que não haja restrições a esse tipo de conteúdo: “É uma loucura que não haja restrições para postar coisas assim ou fazer com que apareçam de uma certa maneira nas redes sociais, porque isso dá ideias às pessoas.”

Apesar de entender que nem todo mundo é especialista em aviação, ela enfatizou a importância da consciência de segurança: “É apenas sobre estar ciente da segurança, o que muitas pessoas não estão, e eu entendo isso totalmente porque elas não fazem isso todos os dias. Mas parte disso é um pouco de bom senso, que parece se perder, às vezes, nas mídias sociais”, relatou ela ao Express.

Ela também disse: “Não temos mais permissão para segurar bebês. Isso é uma questão de segurança, que foi alterada. Se quisermos segurar um bebê, temos que encontrar um assento seguro, nos amarrar e colocar o bebê no colo.” Skye também observou que, depois da Covid, quase não há oportunidade para esse tipo de assistência, dado o número reduzido de funcionários e o aumento da carga de trabalho: “Hoje em dia, com a quantidade de tripulantes que foram embora depois da pandemia, a chance de realmente fazer isso com alguém quando você está trabalhando é provavelmente nula, porque você está muito ocupado. Você faz o que pode para ajudar os pais e não estamos sendo rudes se dissermos que não podemos fazer algo, normalmente há uma razão por trás disso. O público, com razão, não entende.”

Fonte: revistacrescer

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Mundo

Trump pausa imposição de sanções e tarifas sobre Colômbia após país sul-americano concordar em receber imigrantes deportados

por Redação 27 de janeiro de 2025

Os Estados Unidos suspenderam a imposição de sanções e tarifas à Colômbia, após o país sul-americano ter concordado em aceitar colombianos deportados dos Estados Unidos, informou a secretária de imprensa da Casa Branca em um comunicado publicado no domingo (26) à noite.

O comunicado da Casa Branca aconteceu apenas horas depois do presidente Donald Trump anunciar tarifas e sanções à Colômbia, em razão da recusa do governo colombiano em receber deportados colombianos em dois voos militares.

A nota da Casa Branca informa que o “governo da Colômbia concordou com todos os termos propostos pelo presidente Trump, incluindo a recepção irrestrita de todos os imigrantes ilegais colombianos que retornam dos Estados Unidos, até mesmo daqueles transportados em aviões militares norte-americanos, sem limitações ou atrasos”.

Em seguida, diz que as restrições sobre vistos de oficiais colombianos e seus familiares permanecerão ativas até que o primeiro voo com deportados colombianos chegue ao país sul-americano.

Além disso, a Casa Branca diz que a suspensão das tarifas e sanções está condicionada ao cumprimento efetivo da deportação de colombianos que residiam ilegalmente nos Estados Unidos.

De sua parte, a chancelaria colombiana também publicou um comunicado, confirmando a superação “do impasse com o governo dos Estados Unidos”.

Segundo o documento oficial, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Luis Gilberto Murillo, e o embaixador Daniel García-Peña viajarão para Washington, onde darão seguimento às tratativas para receber os colombianos deportados.

O governo de Gustavo Petro reafirmou que utilizará um avião presidencial para conduzir a repatriação e garantirá “condições dignas” aos colombianos que voltarão ao país sul-americano em razão da deportação.

As ameaças de Trump à Colômbia
Trump usou a sua rede social, Truth Social, no domingo para atacar a decisão de Petro em negar a entrada de voos americanos com deportados colombianos.

Segundo o republicano, Petro teria colocado em risco a segurança nacional dos Estados Unidos. Em uma publicação na Truth Social neste domingo (26), o presidente americano afirmara que os EUA aplicariam tarifas emergenciais de 25% sobre todos os produtos colombianos que entram no país, aumentando essa taxa para 50% em uma semana.

Além das tarifas, Trump disse que imporia sanções a vistos de oficiais do governo colombiano, bem como seus aliados, apoiadores, membros de partidos e familiares. Todos os colombianos que entrarem nos EUA também, segundo Trump, passarão por inspeções mais rigorosas.

As sanções anunciadas à Colômbia incluíam:

Tarifas de emergência de 25% em todos os produtos colombianos que entram nos EUA, subindo para 50% em uma semana;
Bloqueio de viagens;
Inspeções rigorosas nas fronteiras e aeroportos na entrada de cidadãos colombianos nos EUA;
Revogação de vistos de autoridades do governo e aliados;
Sanções ao Tesouro, ao setor bancário e ao setor financeiro colombianos.
Petro então reagiu às falas de Trump, anunciando que, em retribuição, a Colômbia taxaria em 25% todos os produtos vindos dos Estados Unidos. O governante colombiano também usou suas redes sociais para criticar a política de deportação de Trump, sugerindo que ele trata os migrantes como criminosos.

Em uma publicação no X, ele afirmou que o país sul-americano está disposto a receber os imigrantes deportados em aviões civis, ressaltando que eles devem ser “tratados com dignidade e respeito”.

A recusa da Colômbia em aceitar os voos representava o segundo caso de um país latino-americano rejeitando aeronaves militares norte-americanas destinadas à deportação. A decisão seguia o México, que também recusou, na semana passada, a solicitação para permitir o pouso de uma aeronave militar norte-americana com migrantes.

Neste domingo , o governo brasileiro disse que um voo com imigrantes deportados dos Estados Unidos que chegou ao Brasil na sexta-feira (24) “viola os termos de acordo com os EUA, que prevê o tratamento digno, respeitoso e humano dos repatriados”. Segundo o comunicado, os deportados tiveram “tratamento degradante” pois foram algemados nos pés e nas mãos no voo de repatriação.

Fonte: G1

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