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Homem se recusa a vender casa e fica ilhado no meio de rodovia; agora ele se diz arrependido

por Redação 27 de janeiro de 2025

Um homem que se recusou a vender a sua casa para a passagem de uma rodovia em Jinxi (China), acabou “ilhado” pelo asfalto.

Huang Ping disse que agora se arrepende de não ter aceitado as condições de realocação do governo. Ele disse que parece ter “perdido uma grande oportunidade”. Os moradores locais apelidaram Huang de “o dono de casa de pregos mais forte” da China, de acordo com o “Shanghai Daily”.

O homem mora na propriedade com seu neto de 11 anos. Quando vista do ar, a casa se assemelha a um olho. O telhado da casa está quase no mesmo nível da rodovia que está atualmente em construção. A rodovia ao redor da casa de dois andares deve ser aberta ainda no primeiro semestre. O imóvel acabou atraindo curiosos e virando ponto turístico.

O proprietário disse que autoridades locais ofereceram o equivalente a R$ 1,3 milhão e duas outras propriedades, que mais tarde foram aumentadas para três. Huang se manteve firme.

“Se eu pudesse voltar no tempo, concordaria com as condições de demolição que eles ofereceram. Agora parece que perdi uma grande proposta. Eu me arrependo”, declarou o chinês.

Após um longo período de negociações infrutíferas, autoridades locais autorizaram um projeto com desvio em ambos os lados da casa de Huang para avançar a construção da rodovia e decidiram não voltar mais atrás.

Fonte: EXTRA

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Mundo

EUA prendem 538 imigrantes e fazem primeiras deportações após decretos de Trump, diz Casa Branca

por Redação 24 de janeiro de 2025

O governo de Donald Trump iniciou nesta semana a primeira leva de prisões e deportações de imigrantes ilegais. “Centenas” de pessoas foram deportadas desde que Trump iniciou sua gestão, na segunda-feira (20). Em uma série de operações na noite de quinta-feira (23), autoridades prenderam 538 pessoas, segundo relatório divulgado pela Casa Branca.

As medidas são parte do cerco a imigrantes que o novo presidente dos EUA prometeu fazer ao tomar posse, na segunda-feira (20).

As prisões foram feitas por agentes de imigração em diferentes estados. A nova porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que os presos eram “imigrantes ilegais criminosos”, mas não deu detalhes sobre os deportados.

Leavitt afirmou que as deportações foram feitas com aviões militares dos EUA. Ela não especificou a nacionalidade dos deportados e nem para onde os voos se destinavam. Segundo a Fox News, um dos aviões teve como destino a Guatemala.

Já a Polícia Federal do Brasil disse que um voo com 158 deportados chegará nesta noite a Belo Horizonte vindo dos Estados Unidos. Ao g1, o Itamaraty afirmou que, desses, 88 são brasileiros — é possível que o restante sejam latino-americanos de outras nacionalidades, mas nem as autoridades norte-americanas nem as brasileiras deram detalhes sobre os passageiros.

A porta-voz da Casa Branca também não disse se os deportados já estavam presos — normalmente cidadãos estrangeiros são deportados nos EUA após cometerem algum crime e estando no país de forma irregular. Mesmo assim, as pessoas podem recorrer à Justiça do país a pedidos de deportação.

Condenação de imigrantes não justifica deportação
A condenação de imigrantes ilegais não necessariamente justifica, pela lei, a deportação deles, apenas a detenção. A devolução de imigrantes aos países de origem depende de três aspectos:

gravidade do crime;
pedido de extradição do país de origem;
recusa de pedido de asilo ou refúgio pelos EUA.

Mesmo sob a gestão do ex-presidente Joe Biden, os EUA deportaram milhões de pessoas. No entanto, Trump prometeu acelerar esse processo e deportar todos os cerca de 11 milhões de imigrantes que residem nos EUA de forma ilegal.

Uma reportagem do jornal “The New York Times” publicada nesta sexta-feira (24) afirma que o governo Trump concedeu a autoridades da Agência de Imigração e Fronteiras dos EUA (ICE, na sigla em inglês) o poder de fazer deportações instantâneas.

Essa mudança significa dizer que os agentes podem devolver para o território mexicano indivíduos que acabaram de entrar nos Estados Unidos, o que é proibido por leis internacionais. O aumento de poder concedido aos agentes de imigração pode ter acelerado o processo de deportação iniciado nesta semana.

Normalmente, o processo de deportação é demorado e envolve a existência prévia de acordos bilaterais ou negociações com o país de origem dos imigrantes.

Já entre os presos, a Casa Branca afirmou que todos os imigrantes detidos também já tinham algum tipo de condenação na Justiça norte-americana. Na maioria dos casos, as condenações foram sentenciadas há poucos dias.

Veterano de guerra detido

Também na noite de quinta-feira, agentes de imigração fizeram uma operação em Nova Jersey que prendeu tanto imigrantes quando cidadãos norte-americanos, segundo o prefeito de Newark, cidade onde ocorreu a ação.

“Eles invadiram um estabelecimento local (…) detendo moradores e cidadãos sem documentação, sem apresentar uma ordem judicial’, disse o Baraka.

Política migratória de Trump

A Casa Branca ainda não havia se manifestado sobre a acusação até a última autalização desta reportagem.

Nos dois primeiros dias de seu mandato, Trump assinou ordens executivas — espécies de decretos sem efeito de lei, que determinam como setores do governo deve aplicar verbas — para impedir a entrada de imigrantes e prender os que estiverem em situação irregular nos Estados Unidos.

O presidente norte-americano também assinou decretos de “emergência nacional” na fronteira sul, anunciou o envio de mais tropas para a área e prometeu deportar “milhões e milhões de estrangeiros criminosos”.

No início desta semana, o Congresso, de maioria republicana, aprovou uma lei para prorrogar a prisão preventiva de estrangeiros suspeitos de crimes.

A Casa Branca publicou nesta sexta-feira (24) o primeiro relatório de prisão de imigrantes

O relatório traz o exemplo de 4 presos, todos condenados por um crime, o que vai ao encontro das falas de Trump sobre ir atrás dos imigrantes que tenham cometido crimes. Veja abaixo

Investida contra imigrantes: ponto a ponto
Em dois dias de governo, Donald Trump adotou uma série de medidas para combater a imigração ilegal nos Estados Unidos. Entre segunda-feira (20) e terça-feira (21), várias ordens executivas e diretrizes governamentais foram aplicadas com o objetivo de reforçar a fiscalização e impedir a entrada irregular de estrangeiros no país.

Trump está tirando do papel promessas que fez durante a campanha presidencial. O republicano garante que vai fazer a maior deportação em massa da história do país, com milhões de imigrantes ilegais sendo expulsos.

Fonte: G1

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Mundo

Kremlin diz que Trump ‘gosta desses métodos’ após ameaça de sanções: ‘Estamos prontos para diálogo respeitoso’

por Redação 23 de janeiro de 2025

O Kremlin disse nesta quinta-feira que está aberto a um diálogo “respeitoso” com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embora não veja “nada de particularmente novo” em suas últimas declarações sobre o conflito na Ucrânia e sua ameaça de impor mais sanções à Rússia caso a país se recuse a negociar um possível fim do conflito, que completará três anos em fevereiro.

— Não vemos nada de particularmente novo. Ele gosta desses métodos, pelo menos gostava deles durante sua primeira presidência [2017-2021] — respondeu o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, aos repórteres sobre as declarações de Trump. — Estamos esperando por sinais que ainda não chegaram. Continuamos prontos para o diálogo, diálogo em pé de igualdade e respeito mútuo.

O porta-voz também disse que o Kremlin está acompanhando “de perto” as declarações do presidente recém-empossado. Na véspera, a Chancelaria da Rússia disse que via uma janela de oportunidades, “embora pequena”, para forjar acordos com o novo governo, quando comparado ao que o antecedeu.

Na terça-feira, em uma mensagem em sua conta na Truth Social, Trump se dirigiu ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, para chegar a um acordo o mais rápido possível com a Ucrânia. Também deu um prazo de 100 dias para o enviado especial da Casa Branca Keith Kellogg acabar com o conflito.

“Se não fizermos um ‘acordo’, e logo, não tenho escolha a não ser colocar altos níveis de impostos, tarifas e sanções sobre qualquer mercadoria vendida pela Rússia aos Estados Unidos” e a outros países, advertiu.

Frente às ameaças, o vice-embaixador russo na ONU, Dmitry Polyanskiy, destacou que o governo precisava saber o que Trump queria em um acordo para dar fim à guerra. O embaixador alegou que não bastava apenas dar fim ao conflito, mas “abordar as causas fundamentais da crise ucraniana.”

— Temos que ver o que significa o ‘acordo’ no entendimento do presidente Trump. Ele não é responsável pelo que os EUA vêm fazendo na Ucrânia desde 2014, tornando-a ‘antirrussa’ e se preparando para a guerra conosco, mas está em seu poder agora interromper essa política maliciosa — explicou. Em 2014, a Rússia anexou a Crimeia, alegando que a região sempre fez parte do país.

O governo russo tem advertido com frequência os aliados ocidentais da Ucrânia sobre o envio de armas. Em um de seus últimos atos como presidente, Joe Biden autorizou o uso de mísseis ATACMS de longo alcance por Kiev em novembro, após o envio, de acordo com as potências ocidentais e a Ucrânia, de milhares de tropas norte-coreanas em apoio às forças russas. A Rússia respondeu disparando pela primeira vez uma arma hipersônica experimental chamada “Oreshnik”.

Em uma entrevista exclusiva ao GLOBO em fevereiro de 2024, próximo ao aniversário de dois anos do conflito, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, disse que o Ocidente deveria “parar de encher a Ucrânia de armas”.

Antes de tomar posse na segunda-feira, Trump havia prometido acabar com o conflito no leste europeu antes mesmo de assumir o cargo (e “em 24h”, segundo prometeu durante uma chamada telefônica com o presidente Volodymyr Zelensky), aumentando a perspectiva de que poderia forçar Kiev a fazer concessões a Moscou. O republicano não é um grande aliado de Kiev, posicionando-se diversas vezes, antes de tomar posse, contrário aos pacotes americanos bilionários.

Na terça-feira, Trump criticou a União Europeia por não enviar mais ajuda à Ucrânia e disse que iria “verificar” se os EUA estariam enviando armas adicionais ao país. A fala indica que Trump estaria disposto a recuperar parte dos US$ 61 bilhões em financiamentos para a Ucrânia que foram aprovados pelo Congresso em 2024, mas que ainda não foram gastos.

A Rússia rejeitou em dezembro os termos-base de uma proposta de paz com a Ucrânia, atribuída pelo chanceler a “representantes da equipe” de Trump, que previa o adiamento da adesão da Ucrânia à Otan por 20 anos e a introdução de um contingente de manutenção da paz formado por forças britânicas e europeias em território ucraniano — proposta defendida por Zelensky novamente durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.

A hipótese teria sido discutida pelo presidente francês, Emmanuel Macron, e o premier polonês, Donald Tusk, em Varsóvia, em meados de dezembro, e poderia envolver os exércitos de membros da Otan, ou de países com armas nucleares, como França e Reino Unido. No ano passado, Putin condicionou uma paz negociada à renúncia de Kiev a qualquer possibilidade de integrar a aliança, além de abrir mão de partes de seu territórios ocupada parcialmente pelos russos.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Por que estou seguindo Trump e seu vice nas redes sociais?

por Redação 22 de janeiro de 2025

O presidente dos EUA, Donald Trump, tomou posse na segunda-feira (20) e já está “invadindo” as redes sociais de usuários do mundo todo.

Desde o início da semana, usuários dos Estados unidos — e também do Brasil — repararam que estavam seguindo sem querer tanto ele como o seu vice, JD Vance, no Instagram, Facebook e X, de Elon Musk.

Nas redes sociais, as pessoas estão reclamando que a Meta está os “forçando” a seguir o novo presidente dos EUA. As informações são do Daily Mail.

Outra interferência nas contas dos usuários foi a dificuldade em fazer buscas por “#Democrata”, enquanto “#Republicano” retornava milhões de resultados, segundo o Daily Mail. Pesquisar por “Democrata” ou por figuras políticas como Bernie Sanders gera uma mensagem dizendo: “Nós ocultamos esses resultados” ou “Os resultados para o termo que você pesquisou podem conter conteúdo sensível”.

Em uma publicação no X, o congressista democrata Eric Sorensen escreveu: “Esta manhã, o Facebook começou a me oferecer todos os tipos de conteúdo de direita no meu feed. “Quando fui gerenciar preferências de conteúdo, vi que eles automaticamente me fizeram seguir Trump ontem. Eu sou o único?”

A Meta rebateu as alegações de parcialidade, afirmando que essas mudanças fazem parte de um procedimento padrão.

Segundo a empresa, as contas que os usuários relataram seguir não eram contas pessoais de Trump, Vance e Melania, mas contas oficiais do presidente, vice-presidente e primeira-dama. Essas contas são controladas pela Casa Branca e são repassadas ao novo presidente e sua equipe após cada eleição. Isso significa que qualquer pessoa que estivesse seguindo a conta oficial de Joe Biden (presidente dos Estados Unidos) estaria automaticamente seguindo a conta de Donald Trump, por exemplo.

Em uma publicação no Threads, o diretor de comunicações da Meta, Andy Stone, afirmou: “As contas Facebook.com/POTUS e Facebook.com/WhiteHouse são gerenciadas pela Casa Branca e mudam quando o ocupante da Casa Branca muda.”

Mas isso não explica o fato de certos termos de busca associados à política de esquerda estarem bloqueados pelo Instagram após a posse.

Pesquisas por termos como ‘#voteblue’, ‘#obama’, ‘#biden’ e ‘#democrats’ não produziram resultados durante a segunda (20) e terça-feira (21). Enquanto isso, alguns usuários apontaram que termos associados à direita, como ‘#republican’, ainda estavam mostrando resultados de pesquisa.

Pesquisados novamente nesta quarta-feira (22) pela Época NEGÓCIOS, os termos ainda não aparecem no Threads. No X, a busca funciona normalmente.

O Meta afirma que esse problema não foi produto de parcialidade política, mas sim uma questão técnica não especificado.

Stone disse em uma postagem no Threads: “Há um problema que afeta a capacidade das pessoas de pesquisar várias hashtags diferentes no Instagram – não apenas as da esquerda. Estamos trabalhando rapidamente para resolver isso.”

Essas acusações de parcialidade ocorrem em um momento particularmente sensível para a Meta, pois o fundador e CEO Mark Zuckerberg faz uma mudança extrema em seu posicionamento político, passando a apoiar as políticas de Trump.

Embora Zuckerberg tenha defendido anteriormente um sistema de verificadores automatizados, ele anunciou recentemente que isso seria substituído por um sistema de notas da comunidade no estilo X. Na prática, isso significa o fim da moderação, dando espaço para posts racistas, homofóbicos e com discurso de ódio.

Fonte: epocanegocios

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Mundo

Golpe: mulher se passa por ‘homem bonito’ e faz amiga lhe dar R$ 685 mil para ‘tratar câncer’

por Redação 22 de janeiro de 2025

Uma mulher que se passou por um “homem bonito” para enganar uma amiga e tirar dela o equivalente a R$ 685 mil foi condenada em Birmingham (Inglaterra) a 3 anos e 9 meses de prisão na semana passada.

Sumaiya Khurram, de 33 anos, passou-se por um “homem atraente” que precisava de ajuda para tratar um câncer. A inglesa enviava à amiga por WhatsApp fotos de um homem, identificado como Etesham Khan, que se dizia apaixonado por ela. As duas se conheciam havia 20 anos.

O golpe durou 20 meses, até que a vítima ficou sem dinheiro na conta bancária, relatou o “Yahoo! News.

“Um dos casos mais desprezíveis desse tipo que já vi”, disse o juiz Peter Cooke.

“A vítima era uma pessoa vulnerável que tinha deficiências físicas óbvias e que acreditava que a ré era sua amiga. Ela era inexperiente dos costumes do mundo”, acrescentou o promotor do caso, Andrew Wallace.

As conversas por WhatsApp se tornaram picantes e o “homem bonito”, e a vítima chegam a conversar sobre “até onde ela iria sexualmente”.

O crime ocorreu entre 2015 e 2017. Sumaiya se aproveitou da fé muçulmana estrita da vítima, que acreditava que Etesham era alguém que ela iria conhecer e se casar.

“Ao mesmo tempo, a ré estava agindo como sua confidente, discutindo o relacionamento e encorajando-o”, completou o promotor.

“Mesmo depois que o dinheiro acabou, a ré ameaçou expor a vítima”, finalizou ele.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Dólar forte, redes sociais, cidadania automática: o que pode mudar para o brasileiro com Trump no poder

por Redação 22 de janeiro de 2025

O recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retornou à Casa Branca com um discurso protecionista, imperialista e sem sinais de reconciliação com os desafetos.

? No primeiro dia de trabalho, na segunda-feira (20), o republicano já assinou uma série de ordens executivas (uma espécie de decreto) que impactam o mundo, como a declaração de emergência na fronteira com o México e a retirada dos EUA do Acordo de Paris.

➡️ E para o brasileiro? O que pode mudar nos próximos quatro anos?

Veja abaixo, por tema:

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Para especialistas, o retorno de Trump pode fazer com que o Brasil aumente as exportações de soja, milho e carne. Isto porque o republicano já anunciou que irá aumentar as tarifas de importação para parceiros comerciais, em especial da China. Neste cenário, a China também pode taxar produtos agrícolas dos EUA, o que poderia levar a um aumento das vendas do Brasil para o país asiático, o que já aconteceu no primeiro mandato de Trump.
Por outro lado, a intenção protecionista de Trump de aumentar as tarifas para produtos importados pode atingir os exportadores brasileiros. A proposta inicial é impor uma alíquota de 10% a 20% sobre todas as importações, o que afetaria todos os parceiros comerciais dos EUA.
?Visto de estudante
Por enquanto, de acordo com as medidas já anunciadas pelo republicano na cerimônia de posse, nada muda para quem já está matriculado em universidades americanas ou para os que pretendem pleitear um visto para começar a estudar lá.
No entanto, o histórico deixa a comunidade acadêmica em alerta. No 1º governo de Trump, ele proibiu que cidadãos de sete países predominantemente muçulmanos (Iraque, Síria, Irã, Sudão, Líbia, Somália e Iêmen), além da Coreia do Norte e da Venezuela, viajassem aos EUA. A emissão de vistos também ficou mais rígida.

? Dólar mais forte
Especialistas destacam que o cenário é de potencial fortalecimento do dólar. Tudo indica que o Federal Reserve (Fed) — o Banco Central americano — vai manter as taxas de juros altas, o que faz os títulos públicos americanos renderem mais. Investidores se animam, levam recursos para os EUA e o dólar se valoriza frente a outras moedas.
O último boletim Focus, relatório do Banco Central (BC) que reúne as projeções de mais de 100 instituições financeiras, mostra que a expectativa é de que o dólar continue a R$ 6 até o fim de 2025.
Para a bolsa brasileira, o ano tende a ser difícil. André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, diz que o movimento clássico dos investidores brasileiros em um ambiente como esse é abrir mão de suas posições dentro do mercado de ações e ir para os títulos de renda fixa.
? Nacionalidade americana
No dia da posse, Trump assinou uma ordem executiva que prevê que os Estados Unidos deixem de conceder nacionalidade a crianças que nasçam dentro dos EUA cujos pais não tenham residência norte-americana. Se essa medida virar lei, afetará brasileiros que vivem de forma ilegal nos EUA e também residentes temporários e turistas que viajam para lá com o intuito de dar à luz em hospitais americanos.
No entanto, juristas acreditam que esta medida será difícil de ser aplicada, já que este é um direito previsto na Constituição norte-americana. Revogar a cidadania por direito de nascença exigiria mais do que uma ordem executiva, e precisaria do apoio de 2/3 do Congresso e 3/4 dos Estados dos EUA.

? Saúde
No primeiro dia de seu segundo mandato, Trump ordenou a suspensão de “futuras transferências de fundos, apoio ou recursos do governo dos EUA para a OMS”. Isso não muda muito para o Brasil, pois a OMS depende de diversas fontes de financiamento. Embora os EUA sejam o maior doador, a organização ainda recebe contribuições significativas de outros países e organizações.
? Meio Ambiente
Trump anunciou novamente a saída dos EUA do Acordo de Paris. Ele já havia feito isso antes, dizendo que o acordo prejudicava a economia americana. Isso é ruim para o Brasil e o mundo, já que os EUA são um dos maiores poluidores da planeta. Na COP30, inclusive, são esperadas decisões para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, e os EUA têm um papel importante nisso.
? Tecnologia e redes sociais
As perspectivas para o novo mandato são de menos moderação de conteúdo em redes como X, Instagram e Facebook, o que poderá impactar usuários do mundo inteiro, inclusive brasileiros.
As principais big techs têm sinalizado a intenção de se aproximar do novo governo e estiveram em lugar de destaque na posse de Trump.
Mark Zuckerberg, o chefão da Meta, que comanda Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou mudanças na moderação de conteúdo nos EUA e afirmou que esse é o momento de a empresa “voltar às raízes em torno da liberdade de expressão” e que vai trabalhar com Trump para impedir o que chamou de “censura” de outros países contra companhias americanas.
Inteligência Artificial: os especialistas também preveem um possível afrouxamento na regulamentação de IA.

Fonte: G1

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Mundo

Como decreto de Trump contra nacionalidade a filhos de imigrantes ilegais pode afetar brasileiros

por Redação 21 de janeiro de 2025

Entre a primeira leva de decretos que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou já no dia de sua posse, na segunda-feira (20), a medida que quer retirar a concessão de cidadania a filhos de imigrantes ilegais vem levantando dúvidas e medo entre imigrantes que vivem nos EUA, inclusive brasileiros.

A ordem executiva — que juristas consideram difícil de ser aplicada (leia mais abaixo) — prevê que os Estados Unidos deixem de conceder nacionalidade a crianças que nasçam dentro dos EUA cujos pais não tenham residência norte-americana. Pelo texto da medida, estariam incluídos na proibição:

Imigrantes ilegais — tanto aqueles que entraram ilegalmente pelas fronteiras quanto quem entrou de forma legal (como turista, por exemplo), mas ficou no país mais tempo que o permitido;
Pessoas com vistos temporários — turistas, estudantes que foram aos EUA fazer um curso com duração determinada, profissionais que foram enviados aos EUA por suas empresas de forma temporária ou fazer um trabalho com duração determinada.

Atualmente, os Estados Unidos são regidos pelo chamado ius solis, ou direito de solo, um conceito que determina que qualquer pessoa que nasça em um território receberá automaticamente a cidadania desse território, independente da nacionalidade ou status de seus pais.

Caso a ordem executiva que Trump assinou na segunda-feira vire lei, esse direito seria restrito a cidadãos nacionais ou estrangeiros que tenham residência fixa e legal nos Estados Unidos.

Mas há um grande porém nesta medida específica: juristas e especialistas no assunto dizem achar muito difícil que ela de fato entre em vigor, por uma série de questões legais e constitucionais:

Em primeiro lugar, uma ordem executiva não é uma lei automática. Embora similar a um decreto, por não precisar de aprovação prévia do Congresso, a ordem executiva dos EUA não cria uma lei, mas uma determinação do presidente sobre como órgãos do governo devem usar seus recursos;
Além disso, o direito de solo é previsto por um artigo da Constituição norte-americana, o artigo 14. Uma ordem executiva não tem o poder de alterar a Constituição, e seria preciso que o Congresso norte-americano votasse para alterar esse artigo;
Mesmo que isso aconteça, juristas preveem que essa alteração seria levada à Justiça, que tende a não fazer essas alterações.

O professor de direito codiretor de Imigração da Universidade do Sul da Califórnia, Jean Lantz Reisz, disse à agência de notícias Associated Press achar que o Congresso não passaria medidas ligadas a imigração e asilo, mesmo sendo atualmente composto em maioria por republicanos, partido de Donald Trump.

Outras medidas migratórias

Também na segunda-feira, Trump assinou uma série de outras ordens executivas. Veja abaixo algumas delas:

Perdão presidencial para cerca de 1.500 acusados criminalmente pelo ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
Declaração de emergência na fronteira com o México, o que pode resultar no envio de tropas e liberação de recursos para combater a imigração ilegal.
Designação de cartéis como organizações terroristas estrangeiras.
Criação do Departamento de Eficiência Governamental, que será chefiado por Elon Musk.
Suspesão da lei que pode bloquear o TikTok nos Estados Unidos pelo prazo de 75 dias.
Declaração de emergência no setor energético e assinatura de uma ordem para estimular a produção de petróleo e extração mineral.
Retirada dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Assinatura de uma ordem afirmando que os Estados Unidos reconhecem apenas os gêneros masculino e feminino.
Declaração de emergência na fronteira com o México, o que pode resultar no envio de tropas e liberação de recursos para combater a imigração ilegal.

Fonte: G1

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Mundo

Autoridades europeias repudiam suposto gesto nazista de Musk; bilionário ataca Scholz

por Redação 21 de janeiro de 2025

Autoridades da Europa repudiaram, nesta terça-feira (21), o bilionário Elon Musk pelo gesto em um comício de apoio a Donald Trump, na segunda, que foi descrito por alguns como uma saudação nazista.

Uma das críticas partiu de Olaf Scholz, chanceler da Alemanha. Questionado sobre o gesto no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o líder disse que a liberdade de expressão não pode ser usada para apoiar posições de extrema direita.

Musk, que hoje ironizou a polêmica envolvendo o gesto, respondeu à crítica em seu perfil no X.

“Que vergonha, Oaf Schitz”, postou o bilionário, errando a grafia do nome de Scholz. Ele já havia se referido ao chanceler alemão como ‘Oaf Schitz’ anteriormente.

O empresário apoia abertamente o partido de extrema direita AfD nas eleições alemãs, previstas para ocorrer em fevereiro, e declarou que Scholz sairá derrotado no pleito.

A ministra do Trabalho e segunda-vice-premiê espanhola, Yolanda Diaz, anunciou nesta terça que está deixando o X, rede social de Musk, após o posicionamento do bilionário no comício de Trump.

“Não apenas com seus gestos, mas com os discursos absolutamente complicados que ele está fazendo”, afirmou Diaz à emissora estatal TVE, segundo a agência Reuters.

“Tomei essa decisão, que sei que é complicada, mas não farei parte de uma rede social baseada no uso de algoritmos que incentivam ideias xenófobas, contra os direitos humanos e incentivam a extrema direita no mundo”, acrescentou.

O governo espanhol disse na terça-feira que a decisão de Diaz foi pessoal e que os ministros são livres para utilizar as redes sociais que quiserem.

Fonte: G1

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Mundo

‘Eles precisam de nós mais do que precisamos deles’, diz Trump sobre Brasil e América Latina

por Redação 21 de janeiro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (20) que o Brasil e a América Latina precisam “mais dos EUA do que os EUA precisam deles”.

A frase foi dita em resposta a uma pergunta da repórter da TV Globo Raquel Krähenbühl sobre se Trump falaria com o presidente Lula e como seria a relação com Brasil e América Latina feita enquanto o presidente americano assinava os primeiros decretos do novo mandato no salão oval da Casa Branca.

Mais cedo, o presidente Lula (PT) disse que torce por uma “gestão profícua” com Trump.

Lula disse que não quer briga com os Estados Unidos, assim como não quer briga com nenhum outro país. “Da nossa parte, não queremos briga. Nem com a Venezuela, nem com os americanos, nem com a China, nem com a Índia e nem com a Rússia.”

47º presidente dos EUA
Trump tomou posse nesta segunda-feira como o 47º presidente dos Estados Unidos. Em seu discurso de posse, prometeu retomar a grandeza do país e, ao chegar na Casa Branca na noite de hoje, assinou as primeiras medidas.

Ele concedeu o perdão presidencial para 1,5 mil acusados pelo ataque ao Capitólio, em Washington, em 6 de janeiro de 2021, afirmando que espera que os presos sejam soltos na próxima segunda-feira. Trump também retirou os EUA do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, alegando que ele prejudicava a economia americana e beneficiava outros países às custas dos Estados Unidos.

Além disso, ele disse que vai reverter 79 medidas do agora ex-presidente Joe Biden.

Ele também afirmou que vai declarar emergência na fronteira com o México, autorizando o envio de militares à região para impedir a entrada de imigrantes ilegais nos EUA. Também prometeu expulsar “todos que entrarem de forma ilegal”, mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América e declarar cartéis mexicanos como organizações terroristas.

Em seu discurso de posse, Trump falou do começo de “uma era de ouro”, revelou planos de “expandir o território” e confirmou uma série de decretos anti-imigração e protecionistas.

Fonte: G1

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Mundo

Pessoas em situação de rua teriam recebido comida e bebida para participar de foto com Donald Trump Jr. na Groenlândia, diz morador

por Redação 20 de janeiro de 2025

Na Groenlândia, o Fantástico deste domingo (19) destacou os motivos por trás do interesse de Donald Trump por anexar a região aos Estados Unidos e contou sobre uma suposta estratégia usada por seu filho, Donald Trump Jr., para demonstrar que o pai tem apoio na região.

Trump Jr. fez uma visita de quatro horas à Groenlândia, no começo de janeiro. À época, ele disse aos repórteres que era apenas a turismo.

Ao fim do dia, tirou uma foto em um bar na capital Nuuk, ao lado de supostos apoiadores, que usavam bonés da campanha de Trump com frases como “Faça a América grande de novo”.

O Fantástico localizou dois homens que estavam na foto, que revelaram detalhes do registro.

Mas ele diz que não concorda com a ideia da anexação da Groenlândia. “Se isso acontecer, nunca mais teremos chance de ser um país. Os americanos não vão deixar”, destaca.

Já o estudante Oliver Bech disse que o grupo que tirou a foto foi trazido para o bar. “Alguns deles eram pessoas em situação de rua que foram pagos ou ganharam comida e bebida.”

Crítica à fala de Trump
Apesar disso, a ideia encontra resistência entre a maioria das pessoas ouvidas pela reportagem na Groenlândia.

A primeira-ministra da Dinamarca disse que a Groenlândia vai decidir quando estará pronta para ser independente, mas que a região pertence aos groenlandeses.

Fonte: Fantástico

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