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Explosões em sequência de pagers de integrantes do Hezbollah matam 8 e ferem 2.750 no Líbano

por Redação 17 de setembro de 2024

Oito pessoas morreram e 2.750 ficaram feridas nesta terça-feira (17) após os pagers usados pelos membros do grupo armado libanês Hezbollah explodirem.

Segundo a agência de notícias estatal do Líbano, os primeiros incidentes ocorreram nos subúrbios ao sul de Beirute, capital do país, um reduto do grupo armado apoiado pelo Irã, e depois seguiram em várias outras regiões.

Cerca de duas horas após as explosões, o ministro da Saúde do Líbano, Firas Abiad, acusou oficialmente Israel pela ação coordenada, em uma entrevista coletiva.

Pouco depois, em comunicado oficial, o Hezbollah reiterou a acusação e afirmou que “Israel vai ter a punição justa”.

As Forças Armadas de Israel ainda não comentaram as acusações.

De acordo com um canal israelense, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu ordens a seus ministros para não falarem sobre o que aconteceu no Líbano. Além disso, chefes de cidades e assentamentos no norte do país, onde fica a fronteira com o Líbano, teriam sido notificados pelo Comando da Frente Interna sobre a possibilidade de uma escalada nos conflitos.

Antes da entrevista do ministro libanês, em outro comunicado oficial, o Hezbollah havia falado sobre três mortos por causa das detonações, sendo uma menina e dois de seus combatentes. Segundo fontes de segurança, o filho de um integrante do alto escalão é um deles.

Dispositivos teriam sido hackeados

Os pagers foram muito usados no Brasil nos anos 1990, antes da introdução do celular. Esses aparelhos usam transmissões de rádio para interligar um centro de controle de chamadas e o destinatário por meio de mensagens de texto.

De acordo com a rede Al Jazeera, do Catar, os dispositivos do Hezbollah foram invadidos e hackeados.

Os pagers foram incorporados pelo grupo depois que seu líder, Hassan Nasrallah, pediu aos combatentes, especialmente os que estão na linha de frente na fronteira com Israel, que parassem de usar smartphones, porque o país vizinho teria a tecnologia para se infiltrar nos aparelhos.

Após o incidente desta terça, o governo libanês pediu que todos os cidadãos que possuem pagers joguem fora os dispositivos imediatamente, segundo a agência de notícias estatal do Irã Irna.

Explosões duraram 1 hora
A onda de explosões durou cerca de uma hora após as detonações iniciais, que ocorreram por volta das 15h45 no horário local.

Imagens das câmeras de segurança de um supermercado em Beirute registraram o momento de duas dessas explosões: uma de um homem que pagava suas compras no caixa e outra perto de uma bancada de frutas.

O centro de operações de crise do Líbano, órgão administrado pelo Ministério da Saúde, pediu a todos os profissionais que se dirigissem aos seus respectivos hospitais para ajudar a lidar com o grande número de feridos que chegam para atendimento de urgência.

Um jornalista da Reuters relatou ter visto membros do Hezbollah sangrando devido aos ferimentos e ambulâncias correndo para atender várias emergências em meio ao pânico generalizado.

A Cruz Vermelha Libanesa diz que mais de 50 ambulâncias e 300 equipes médicas de emergência foram enviadas para ajudar na evacuação das vítimas.

O embaixador do Irã no Líbano, Mojtaba Amani, é um dos feridos. Segundo a embaixada, ele sofreu ferimentos leves e está consciente.

Um representante do Hezbollah que falou à agência de notícias Reuters sob condição de anonimato disse que a detonação dos pagers é “a maior falha de segurança” a que o grupo foi submetido em quase um ano de guerra com Israel.

Ramy Khoury, membro da Universidade Americana de Beirute, acredita que o evento foi “o mais perigoso” para o Hezbollah nos últimos anos.

Fonte: G1

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Mundo

Foto mostra fuzil AK-47 e mochilas deixadas perto do campo de golfe onde estava Trump

por Redação 16 de setembro de 2024

O FBI divulgou, durante coletiva, fotos de um fuzil AK-47, uma câmera GoPro e duas mochilas que foram abandonados próximo ao campo de golfe onde estava o ex-presidente Donald Trump, candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos, neste domingo (15). O departamento investiga uma possível tentativa de assassinato contra o republicano.

Trump jogava uma partida de golfe no “Trump International Golf Club”, localizado em West Palm Beach, na Flórida, quando aconteceu um tiroteio próximo à propriedade.

Segundo a Associated Press, o suspeito, identificado como Ryan Wesley Routh, de 58 anos, abandonou seus pertences e fugiu de carro. Posteriormente, ele foi detido pela polícia local.

O ex-presidente está seguro e disse que nunca irá se render. Neste domingo, Trump tirou um dia de folga da campanha presidencial. Em julho, o republicano foi alvo de um atentado a tiros durante um comício.

Veja cronologia
Um agente do Serviço Secreto vigiava Trump durante a partida, quando viu o cano de um fuzil em um arbusto perto da propriedade, segundo o xerife Ric Bradshaw, do condado de Palm Beach. O republicano estava a cerca de 400 metros do suspeito.

Os agentes enfrentaram o suspeito e dispararam pelo menos quatro cartuchos de munição por volta das 13h30. Routh então largou seu fuzil e as mochilas e fugiu em um carro preto. Segundo o xerife, uma testemunha viu o homem e conseguiu tirar fotos de seu carro e da placa.

Em seguida, as autoridades enviaram um alerta às agências estaduais com as informações sobre o veículo. Os delegados do xerife do condado de Martin, vizinho à West Palm Beach, conseguiram localizar o carro do suspeito e prendê-lo. Ninguém ficou ferido durante a ação.

A Casa Branca divulgou um comunicado dizendo que o “presidente e a vice-presidente foram informados sobre o incidente de segurança no Trump International Golf Course, onde o ex-presidente Trump estava jogando golfe. Eles estão aliviados ao saber que ele está seguro e serão mantidos atualizados por suas equipes”. A vice Kamala Harris, candidata democrata à Presidência, disse que a “violência não tem espaço” nos EUA.

Atentado em comício
Em 13 de julho, durante um comício na Pensilvânia, Trump sofreu um atentado. O ex-presidente foi atingido de raspão na orelha e retirado às pressas por agentes federais.

O autor dos disparos, morto pelo Serviço Secreto logo após o episódio, era um jovem de 20 anos, identificado como Thomas Matthew Crooks. Além dele, um homem que acompanhava o comício também foi atingido fatalmente.

Após receber alta do hospital, o ex-presidente deixou a cidade onde o atentado aconteceu. O avião dele pousou no aeroporto de Newark, em Nova Jersey, na madrugada do dia seguinte.

Fonte: G1

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Mundo

Brasileiro processa imobiliária após dar desconto ao bilionário Jeff Bezos na venda de mansão

por Redação 12 de setembro de 2024

O empresário e investidor brasileiro Leo Kryss entrou na Justiça da Flórida depois de ter vendido com desconto uma mansão ao bilionário Jeff Bezos, fundador da Amazon, por US$ 79 milhões (R$ 446,5 milhões na cotação atual), informa o jornal americano Wall Street Journal. Ele alega que a identidade do comprador foi omitida pela imobiliária.

Kryss, que é cofundador da Tectoy, uma empresa de brinquedos e eletrônicos, era dono de uma propriedade na exclusiva ilha de Indian Creek, em Miami, conhecida como “bunker dos bilionários”. Ele havia adquirido o imóvel, de 1.765 m², por US$ 28 milhões em 2014 (R$ 75 milhões na cotação da época).

A negociação de venda envolveu a imobiliária Douglas Elliman, que intermediou o pedido de desconto de 7,1% do valor, cerca de US$ 6 milhões (R$ 34 milhões). A empresa levou uma comissão de US$ 3 milhões (cerca de R$ 17 milhões).

Kryss sustenta na ação contra a Douglas Elliman que questionou os corretores sobre quem era o comprador, mas isso foi informado, o que o levou a vender o imóvel por um valor inferior ao que teria aceitado se soubesse que se tratava de Bezos.

O fundador da Amazon e da Blue Origin tem uma fortuna estimada em mais de US$ 200 bilhões (R$ 1,1 trilhão) e é considerado o segundo homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes.

O brasileiro descobriu que a compra fazia parte dos planos de Bezos de adquirir propriedades vizinhas para formar um grande terreno de 16.000 m².

“A Douglas Elliman falhou em cumprir com seus deveres para com nosso cliente… Eles sabiam ou deveriam saber quem era o comprador beneficiário final e deturparam esse fato muito importante para nosso cliente”, disse a advogada Dana Clayton, que representa Kryss, em um comunicado enviado ao jornal.

A corretora, entretanto, afirma não ter conhecimento de que Bezos era o comprador no momento do acordo, acreditando que o imóvel seria adquirido por uma entidade ligada a Benny Klepach, prefeito de Indian Creek Village.

O caso envolve ainda Celine Klepach, filha do prefeito, que se juntou à corretora pouco antes da venda e recebeu comissão, mas nega qualquer envolvimento direto na transação. No mundo imobiliário de luxo, ocultar a identidade do comprador é uma prática comum para evitar aumentos de preços.

Indian Creek é o local de residência de famosos, como o jogador de futebol americano Brady; o ator Jared Kushner; Ivanka Trump, filha do ex-presidente americano Donald Trump; o cantor Julio Iglesias e o DJ David Guetta.

Fonte: r7

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Mundo

Escola na Georgia, nos EUA, é alvo de atirador; polícia fala em várias vítimas

por Redação 4 de setembro de 2024

Uma escola de ensino médio no estado da Georgia, nos Estados Unidos, foi alvo de um atirado nesta quarta-feira (4), segundo a polícia local, que disse também ter havido várias vítimas.

A escola, Apalachee High School, fica na cidade de Winder, nos arredores de Atlanta, na Georgia. A polícia da cidade afirma que dezenas de policiais foram enviados ao local e que um suspeito foi detido.

A rede de TV NBC fala em seis pessoas baleadas e diz que duas delas morreram. As autoridades não havia confirmado a informação até a última atualização desta reportagem.

Policiais conseguiram retirar dezenas de alunos de dentro do prédio da escola e levá-los ao campo de futebol americano da instituição. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram dezenas de policiais no local, além de viaturas e ambulâncias.

Fonte: G1

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Mundo

Brasil manifesta “profunda preocupação” com ordem de prisão contra opositor de Maduro

por Redação 4 de setembro de 2024

O governo brasileiro e o da Colômbia emitiram uma nota conjunta, nesta terça-feira (3), em que manifestam “profunda preocupação” com a ordem de prisão contra o candidato presidencial da Venezuela Edmundo González Urrutia. O opositor de Nicolás Maduro teve mandado de prisão emitido nesta segunda-feira (2).

“Esta medida judicial afeta gravemente os compromissos assumidos pelo Governo venezuelano no âmbito dos Acordos de Barbados, em que governo e oposição reafirmaram seu compromisso com o fortalecimento da democracia e a promoção de uma cultura de tolerância e convivência. Dificulta, ademais, a busca por solução pacífica, com base no diálogo entre as principais forças políticas venezuelanas”, diz a nota.

O Ministério Público da Venezuela acusa Urrutia de não comparecer a três intimações para prestar depoimento sobre uma investigação relacionada a fraude eleitoral.

Brasil e Colômbia têm tentado fazer uma mediação na Venezuela para encerrar a crise política desencadeada após as eleições de 28 de julho. O CNE (Conselho Nacional Eleitoral) declarou o presidente Nicolás Maduro vencedor, mas nunca apresentou as atas comprovando isso.

A oposição afirma que houve fraude e que o verdadeiro vencedor foi Edmundo González Urrutia.

Fonte: r7

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Mundo

Nicolás Maduro decreta adiantamento do Natal na Venezuela para 1º de outubro

por Redação 3 de setembro de 2024

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decretou o adiantamento do Natal no país para o próximo dia 1º de outubro.

O anúncio foi feito na noite desta segunda-feira (2), em um programa de auditório que ele mesmo apresenta semanalmente.

O adiantamento coincide com um momento de tensão no país, após as eleições presidenciais de 28 de julho. Oposição e boa parte da comunidade internacional colocam em dúvida a legitimidade da reeleição de Maduro para mais um mandato.

Em meio a protestos e à pressão internacional, a Procuradoria venezuelana, aliada do chavismo, pediu a prisão do candidato oposicionista, Edmundo Gozález, que reivindica a vitória nas eleições e pede a divulgação das atas das urnas. O pedido foi acatado pela Justiça, também considerada um braço do regime de Maduro.

Natais adiantados
Não é a primeira vez que Maduro recorre à antecipação das celebrações natalinas no país. Em 2020, ele adiantou o Natal para 15 de outubro, em meio à pandemia. Na ocasião, a data foi marcada pela liberação de recursos para a compra de brinquedos.

Em 2013, Maduro já havia decretado que as comemorações acontecessem a partir de 1º de novembro, afirmando na época que desejava “felicidade e paz para todo o mundo” e “derrotar a amargura”. Hugo Chavez havia morrido em março daquele ano, e Maduro venceu uma eleição presidencial cuja lisura foi contestada.

Pedido de prisão contra González
Também na segunda-feira (2), a Justiça da Venezuela acatou um pedido do Ministério Público para emitir um mandado de prisão contra o opositor Edmundo González, que concorreu à eleição presidencial de julho.

Edmundo González é investigado por crimes como usurpação de funções da autoridade eleitoral, falsificação de documentos oficiais, incitação de atividades ilegais, sabotagem de sistemas e associação criminosa. O mandado de prisão formaliza a acusação contra González por esses delitos.

Segundo o MP, o pedido de prisão foi apresentado após González ignorar três intimações para prestar depoimento. O órgão é aliado do presidente Nicolás Maduro e controlado por chavistas.

A oposição usa os dados das atas para argumentar que Edmundo González venceu a eleição presidencial de 28 de julho. Mais de 80% de todos os documentos emitidos pelas urnas foram publicados pelo grupo opositor em um site. A líder oposicionista, María Corina Machado, que havia criticado o pedido do MP para a prisão de González, voltou a se manifestar com o mandado de prisão da Justiça:

Fonte: G1

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Mundo

Hamas mantém 64 reféns vivos na Faixa de Gaza, aponta levantamento

por Redação 3 de setembro de 2024

Após a recuperação dos corpos de seis reféns na Faixa de Gaza pelo Exército israelense, 64 deles ainda permanecem sequestrados, e supostamente vivos, segundo uma base de dados compilada pela AFP.

Estes reféns são usados como moeda de troca pelo Hamas para obter um cessar-fogo e a libertação de prisioneiros. Seu destino é incerto, ofuscado pelos anúncios de mortes confirmadas e corpos recuperados.

Até 2 de setembro, dos 251 reféns e corpos levados a Gaza no dia 7 de outubro de 2023, 117 foram libertados — principalmente mulheres, crianças e trabalhadores estrangeiros.

Do total, 64 seguem em cativeiro e supostamente vivos. Por outro lado, 70 morreram, sendo que os corpos de 37 foram repatriados e 33 permanecem em Gaza.

A maioria das libertações ocorreu durante uma trégua de uma semana no fim de novembro.

Dos 64 reféns que podem estar vivos, 57 são israelenses — incluindo pessoas com dupla cidadania — e sete são estrangeiros (seis tailandeses e um nepalês). Também há duas crianças no grupo.

Onze são soldados, incluindo cinco mulheres.

Desde o fim da única trégua da guerra, em 1º de dezembro de 2023, apenas sete reféns foram libertados em operações do Exército israelense.

Não é certo que os 64 reféns considerados vivos realmente estejam com vida.

O Hamas anunciou em 12 de agosto que seus combatentes haviam “matado um refém” em um “incidente”.

Anteriormente, o grupo terrorista anunciou vários falecimentos de reféns não confirmados por Israel, especialmente a do mais jovem mantido em cativeiro, o bebê Kfir.

Metade dos reféns mortos já estavam sem vida quando foram levados a Gaza, em outubro de 2023. Este é o caso dos corpos de 10 soldados. Outros 35 faleceram em Gaza.

No dia 15 de dezembro de 2023, o Exército de Israel matou três reféns por engano.

No domingo (1º), seis corpos foram recuperados pelas Forças de Defesa de Israel. Segundo os militares, todos foram mortos pouco antes da chegada das forças israelenses.

Nir Oz e Tribe of Nova
A maioria dos reféns que se supõe que ainda estejam em Gaza foi sequestrada no festival de música Tribe of Nova ou no kibutz de Nir Oz.

A festa rave, que contava com a participação de mais de 3.000 pessoas, acontecia perto do kibutz Reim, próximo da fronteira com a Faixa de Gaza.

Ao todo, 370 pessoas foram assassinadas naquele local pelos milicianos. Outras 44 foram sequestradas. Apenas 17 seguem supostamente vivas no território palestino. Nove foram libertadas com vida.

Nir Oz era o kibutz ao qual pertencia a maioria dos sequestrados em 7 de outubro. Foi o único onde houve mais reféns (pelo menos 74) do que mortos (cerca de 30).

Mais da metade dos reféns de Nir Oz foram libertados com vida (38), mas 20 reféns que ainda estariam vivos continuam em Gaza. Os 16 restantes morreram.

Famílias separadas
Em 7 de outubro, famílias inteiras foram transferidas para Gaza. Para elas, a trégua de novembro de 2023 representou uma mistura de alívio pelos reféns libertados e sofrimento por deixar alguns membros para trás.

Esse é especialmente o caso dos adolescentes franco-israelenses Eitan, Erez e Sahar, cujos pais, Ohad Yahalomi e Ofer Kalderon, continuam em cativeiro.

No total, 15 dos reféns que ainda estão em Gaza são parentes dos que foram libertados.

Fonte: G1

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Mundo

EUA apreendem avião presidencial da Venezuela usado por Nicolás Maduro

por Redação 2 de setembro de 2024

O avião presidencial da Venezuela foi apreendido pelos Estados Unidos nesta segunda-feira (2). A informação foi confirmada pelo Departamento de Justiça dos EUA.

A aeronave seria, de acordo com a imprensa americana, um modelo Dassault Falcon 900 EX, que é uma aeronave produzida para o mercado corporativo. Há passagens documentadas do avião por São Vicente e Granadinas, Cuba e Brasil — algumas destas viagens com Maduro a bordo.

Atualmente, a aeronave parece estar registrada com o prefixo T7, usado como identificação da República de San Marino.

Seguno o Departamento de Justiça, a apreensão por conta da violação de regras das sanções impostas contra o país por Washington.

Reeleição questionada
Estados Unidos, União Europeia e mais dez países da América Latina, além da OEA (Organização dos Estados Americanos), rejeitaram há uma semana a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela de respaldar a vitória do presidente do país, Nicolás Maduro, nas eleições venezuelanas realizadas em junho.

Na quinta-feira (22), o TSJ, a mais alta corte da Venezuela e aliada de Maduro, disse em uma sentença reconhecer a vitória do presidente venezuelano no pleito de julho, respaldando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE, a Justiça eleitoral do país), também comandada por um partidário de Maduro.

No entanto, o TSJ também não apresentou a contagem de votos, o que vem sendo pedido pela oposição e pela comunidade internacional.

“Nossos países já haviam manifestado o desconhecimento da validez da declaração do CNE (de que Maduro venceu as eleições), logo depois de que o aesso dos representantes da oposição à contagem de votos foi impedida, da não publicação das atas (eleitorais, que contabilizam os votos) e da recusa posterior em que se fizesse uma auditoria imparcial e independente”, disse o comunicado.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Vedant Patel, também afirmou que o respaldo de Supremo à vitória de Maduro ‘não tem nenhuma credibilidade’.

A OEA, em nota, afirma que “rechaça completamente” a decisão do TSJ: “Esta Secretaria Geral reitera que o CNE proclamou Maduro [reeleito] de maneira apressada, com base em um boletim parcial emitido de forma oral, com números que evidenciavam impossibilidades matemáticas”.

Já a União Europeia indicou que não reconhecerá um novo governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, antes de ver provas de que ele venceu as eleições, segundo disse o alto representante da União Europeia para Assuntos Exteriores, Josep Borrell.

Fonte: G1

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Mundo

Influencer flagrado nu é acusado de comandar explosão em set de filmagem de Londres que destruiu caminhão de emissora

por Redação 2 de setembro de 2024

Londres viveu o temor de um ataque terrorista quando, na região da O2 arena – casa de shows da capital inglesa -, uma grade explosão foi avistada. O atentado, no entanto, era uma filmagem de um obscuro projeto de audiovisual. E o ‘mandante’ dos efeitos práticos, que acidentalmente destruíram três veículos – incluindo um caminhão da emissora BBC -, é um famoso influenciador com uma extensa ficha criminal e que foi visto completamente sem roupas em meio ao fogo.

Jacky Jhaj estava nu enquanto a explosão, realizada com uso de pólvora e um cordão de detonação, lançou o teto de uma van da polícia a mais de 15 metros de altura em um pátio a céu aberto em Silvertown. O influencer que, de acordo com o Daily Mail, comandava a produção chamada de ‘Projeto Dover’ foi condenado a quatro anos de cadeia em 2016 por ter atividade sexual com duas meninas de 15 anos que aliciou se passando por produtor de filmes em Hollywood.

A cena, de acordo com testemunhas, mostrava Jhaj sentado com uma máquina de escrever cercado por jornais no chão. Ele então atirava cigarros em um carro, provocando uma explosão. O efeito pirotécnico, no entanto, saiu de controle e acabou incendiando um caminhão da emissora BBC World News, que acabou sendo destruído.

A filmagem estava prevista para acontecer em 24 de agosto com Jhaj usando uma “máscara grotesca de vilão maligno”. Contudo, as equipes de efeitos especiais e de filmagem desistiram quando Jhaj removeu sua máscara e um dos atores o reconheceu. Ele estava usando o nome Toby até aquele momento. Literalmente desmascarado, o influencer ofereceu R$ 110 mil reais para que os profissionais continuassem o trabalho, aumentando – e muito – o pagamento-base de R$ 5,5 mil.

Sem sua equipe original, Jhaj convocou uma equipe diferente de técnicos de efeitos especiais do Leste europeu para a ‘refilmagem’ na noite de sábado, com o cenário sendo equipado com ‘grandes explosivos’. Três minutos depois o caminhão explodiu, aterrorizando pessoas do entorno do estúdio e atrapalhando a chegada de uma equipe de bombeiros cuidar do incidente.

Um vídeo postado no Reddit mostra um Jhaj nu caminhando casualmente por perto enquanto os bombeiros lutam contra as chamas enquanto a fumaça preta sobe para o céu.

A BBC disse que não teve envolvimento no evento. Um porta-voz disse: “Não há envolvimento da BBC News nos eventos desta noite em Docklands”. Moradores que moravam perto da explosão da noite passada ficaram furiosos ontem à noite, pois compararam a explosão do outro lado do Tâmisa a uma “bomba explodindo” e um “terremoto”.

Além da filmagem desastrosa e da ficha criminal, Jhaj viralizou ainda este ano ao forjar o funeral de um rapaz até então dado como desaparecido. Ele contratou figurantes e inclusive um padre para realizar a cerimônia em uma catedral histórica de Londres. O celebrante, no entanto, desconfiou da história e descobriu que o caixão estava vazio e que os enlutados eram atores contratados. Cerca de um mês depois, o jovem que estaria sendo velado foi encontrado morto em sua terra natal, na Letônia.

Em resposta ao pânico dos moradores da região, a polícia Metropolitana e o conselho municipal lamentaram o ocorrido e mencionaram ter divulgado as filmagens com explosivos, citando que talvez tenha ocorrido uma falha de comunicação na hora de avisar o maior número de pessoas possível sobre os efeitos que seriam realizados no local.

Fonte: revistamonet

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Mundo

Maduro manda indireta a Lula e diz que nas eleições de 2022 não houve ‘comunicado’ nem ninguém ‘se meteu com o Brasil’

por Redação 29 de agosto de 2024

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, mandou uma indireta ao governo brasileiro e a outros países que questionam a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) venezuelano, que ratificou na semana passada a reeleição de Maduro para um novo mandato. O mandatário venezuelano não citou diretamente o presidente Lula.

Em evento político para marcar um mês da eleição, ocorrida em 28 de julho, Maduro disse que “os gringos não têm moral para se meter nos assuntos eleitorais nem políticos da Venezuela”. O procurador-geral da Venezuela disse nesta quarta (28) que o presidente Lula e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, se intrometem nas questões venezuelanas.

Maduro utilizou o Brasil para defender a decisão do TSJ, dizendo que a eleição venezuelana foi confirmada por uma Corte superior, assim como ocorreu no pleito que deu a vitória a Lula em 2022. O argumento foi o mesmo que a presidente da Corte e o presidente da Assembleia Nacional utilizaram.

O Brasil não reconheceu o resultado da eleição venezuelana e cobra a publicação das atas eleitorais, o que não aconteceu até o momento. O presidente Lula e o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltaram a cobrar no final de semana que o governo Maduro publique as atas.

A fala do presidente Maduro faz referência à atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições brasileiras em 2022. Diferentemente do que acontece na Venezuela, a eleição no Brasil foi validada por observadores internacionais.

Um deles foi o Centro Carter, que também atuou na Venezuela. Lá, considerou que o pleito “não atendeu aos padrões internacionais de integridade e não pode ser considerada democrático”. Além disso, afirmou que a autoridade eleitoral “demonstrou claro viés” em favor do atual presidente Nicolás Maduro.

Também atestaram a legalidade das eleições brasileiras o Tribunal de Contas da União (TCU) e uma missão da (OEA) Organização dos Estados Americanos. A OEA também não reconhece o resultado divulgado pelo CNE e pede a publicação das atas.

A decisão do TSJ, que além de referendar o resultado anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) também proibiu a publicação das atas eleitorais, foi realizada após uma suposta auditoria das atas eleitorais a pedido do próprio presidente. O CNE, equivalente à Justiça eleitoral venezuelana e aliada do governo, acatou a sentença do TSJ e reafirmou nesta segunda (26) Maduro como vencedor do pleito.

A oposição e a comunidade internacional rejeitam a decisão da Corte, que também é alinhada ao governo chavista. O candidato de oposição Edmundo González disse que a sentença do TSJ foi para agradar Maduro e voltou a pedir uma auditoria imparcial das atas eleitorais.

O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela e o CNE foram apontados como não independentes do governo Maduro e parciais por uma missão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

A oposição venezuelana diz que González foi o vencedor da eleição com base em uma contagem paralela realizada com atas eleitorais –uma equipe de observadores da ONU que observou a eleição na Venezuela afirmou haver segurança no resultado divulgado pela oposição. O candidato opositor está sendo investigado pelo Ministério Público venezuelano pela publicação do site com as atas.

TSJ ratificou eleição de Maduro
A decisão do TSJ, anunciada como irreversível e “inapelável”, tem caráter de confirmação do resultado divulgado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano, que havia dado a vitória ao presidente Nicolás Maduro com 51,95% dos votos válidos, contra 43,18% do candidato de oposição, Edmundo González. O TSJ também proibiu a divulgação das atas.

A decisão do TSJ não é considerada confiável pela oposição da Venezuela, liderada por González e María Corina Machado, e pela comunidade internacional por conta do alinhamento das instituições venezuelanas a Maduro.

O Tribunal Supremo também considerou que o candidato da oposição, Edmundo González, está sujeito a sanções por cometer o que foi considerado desacato à Justiça ao não comparecer a audiências convocadas pelo Judiciário após a eleição.

O CNE havia proclamado a vitória de Maduro no dia seguinte à votação, em 29 de julho, e outra vez dias depois, no início de agosto. No entanto, as atas eleitorais nunca foram publicadas.

A presidente do tribunal, Caryslia Rodriguez, afirmou que a decisão é irreversível. Ou seja, não cabem recursos à sentença desta quinta. Quem a contestar, disseram os juízes, não poderão concorrer nas próximas eleições.

As atas também não foram publicadas pelo tribunal, que determinou, na mesma sentença, que “todo o material eleitoral (incluindo as atas eleitorais) ficará sob controle do Tribunal Supremo”.

A sentença é a conclusão de uma suposta auditoria que o Supremo informa ter feito com base nas atas eleitorais a pedido do próprio Nicolás Maduro. O pedido do presidente foi feito após a oposição, a ONU e governos de diversos países contestarem a proclamação da vitória dele sem a divulgação das atas.

Sanções a Edmundo González

A juíza Caryslia Rodríguez, que leu a sentença, não informou se haverá e quais podem ser as sanções contra González. Quando deixou de comparecer às audiências, o oposicionista alegou que não tinha sido formalmente notificado e que temia ser preso ao chegar ao tribunal.

Rodríguez disse ainda que os juízes também constataram que houve de fato um ataque cibernético ao sistema que registra os votos da Justiça eleitoral, o que, segundo o tribunal, atrasou a divulgação das atas eleitorais.

Há duas semanas, o Centro Carter, instituto norte-americano convidado para participar como observador nas eleições venezuelanas, afirmou não ter visto indícios de um ataque hacker após inspeção ao sistema de votação.

Fonte: G1

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