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Categoria:

São Paulo

Feminicidio

Mesmo com medida protetiva, 13,1% das vítimas de feminicídio foram mortas em 2024

por Redação 4 de março de 2026

Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio em 2024 foram assassinadas mesmo com Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor. A pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil contabilizou 1.127 casos em 16 unidades da federação, sendo que 148 das vítimas possuíam proteção judicial ativa no momento do crime.

O levantamento abrange 16 estados devido a dificuldades técnicas das polícias em extrair informações de forma automatizada e à ausência de um banco de dados padronizado em nível nacional.

Entre os estados analisados, Acre (25%), Mato Grosso (22,2%) e São Paulo (21,7%) registraram percentuais acima da média nacional, indicando que, em cerca de um quinto dos casos — ou mais —, as vítimas já estavam sob proteção judicial.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum, a falha não está na legislação, mas na fiscalização do cumprimento das medidas. Ela explica que a eficácia da MPU depende de dois procedimentos paralelos: a comunicação formal ao agressor e o aviso às forças de segurança para monitoramento.

Segundo Samira, o agressor precisa ser oficialmente notificado por um oficial de Justiça sobre as restrições impostas. Sem essa comunicação, a medida pode não ter validade prática. Além disso, as polícias precisam ser informadas para garantir a fiscalização. Para ela, é nesse ponto que ocorrem as principais falhas.

A diretora afirma que o problema está na execução da decisão judicial pelo Poder Executivo. Ela defende o fortalecimento de unidades especializadas, como a Patrulha Maria da Penha ou a Ronda Maria da Penha, citando estados como Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul como referências na fiscalização ativa.

Samira também pondera que o uso exclusivo de tornozeleiras eletrônicas não pode substituir políticas estruturadas de proteção. Embora reconheça a utilidade da tecnologia, defende o acompanhamento com acolhimento e contato direto, inclusive por canais como WhatsApp.

Outro entrave apontado é a falta de integração entre o Judiciário e as forças de segurança. Sem comunicação eficaz, a medida pode permanecer sem efeito prático. Ela ainda ressalta a necessidade de mais recursos para permitir monitoramento constante e capilarizado.

Casos recentes reforçam o alerta. Em 21 de fevereiro, em Botucatu, Júlia Gabriela Bravin Trovão e o namorado foram mortos a tiros pelo ex-companheiro dela. Júlia havia registrado dez boletins de ocorrência e solicitado três medidas protetivas contra o suspeito. Em São Bernardo do Campo, Cibelle Monteiro Alves foi morta a facadas pelo ex-namorado enquanto trabalhava em uma joalheria de shopping. Ela também possuía registros anteriores e medida protetiva vigente.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Briga familiar termina em tiros e morte na região central de SP

por Redação 4 de março de 2026

Uma discussão entre familiares terminou em violência e m0rt3 na manhã desta quarta-feira (4), no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. Um homem atirou contra o próprio irmão, agrediu o tio com coronhadas e, em seguida, disparou contra a própria cabeça, morrendo no local.

De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas por volta das 11h para atender a uma ocorrência de desentendimento familiar na Rua Conselheiro Furtado. A briga começou durante a visita de um dos envolvidos a parentes em um apartamento e evoluiu para agressões físicas e disparos de arma de fogo.

O irmão e o tio do agressor foram socorridos e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vergueiro. Até a última atualização, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Fonte: G1

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Segurança

Print reforça suspeita de controle de tenente-coronel sobre PM encontrada morta em SP

por Redação 4 de março de 2026

Um print de conversa obtido pela família da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, indica que o tenente-coronel da PM Geraldo Neto afirmava ter acesso e controle sobre as redes sociais da esposa. Gisele morreu com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo. O caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita.

De acordo com o advogado da família, José Miguel Silva, a mensagem reforça indícios de controle e violência psicológica. No conteúdo, o tenente-coronel teria utilizado o perfil da esposa para repreender um primo dela após supostamente visualizar uma conversa entre os dois. Ele afirmou que o homem estaria “conversando demais” com Gisele.

Segundo o advogado, o primo respondeu de forma cordial — “eu sou primo dela, a gente foi criado juntos, legal, vamos marcar um churrasco” —, mas o marido teria encerrado de maneira ríspida: “não quero que fique de conversa”. “Ele tinha acesso e total controle às redes sociais dela”, afirmou José Miguel Silva ao g1.

A defesa sustenta que o material integra um conjunto de indícios de relacionamento abusivo. Conforme o advogado, Gisele era impedida de manter contato com familiares, usar maquiagem, frequentar academia sozinha e insistia na separação.

A morte ocorreu em 18 de fevereiro. Inicialmente registrada como suicídio, a ocorrência passou a ser tratada como morte suspeita. Nesta terça-feira (3), a Polícia Militar informou, por nota, que o tenente-coronel pediu afastamento das funções. “A Polícia Militar informa que o tenente-coronel encontra-se afastado de suas funções, a pedido”, diz o comunicado.

Em depoimento inicial, Geraldo afirmou que discutiu com a esposa após ela manifestar desejo de se separar. Disse que foi tomar banho e, cerca de um minuto depois, ouviu um disparo. Ao sair do banheiro, relatou ter encontrado Gisele caída na sala, ferida na cabeça e segurando uma arma dele. Segundo ele, acionou as autoridades em seguida.

A família contesta a versão de suicídio e afirma que Gisele sofria violência psicológica. Parentes relataram no 8º Distrito Policial que ela era perseguida e proibida de usar perfumes, batom e salto alto, além de só poder frequentar academia acompanhada do marido.

A perícia utilizou luminol e identificou sangue ainda não identificado no box do banheiro onde o coronel afirmou estar no momento do disparo. O laudo necroscópico concluiu que o tiro foi efetuado com o cano da arma encostado no lado direito da cabeça.

O exame residuográfico deu negativo para as mãos da soldado e também para as do tenente-coronel. A investigação realiza novos exames para determinar quem efetuou o disparo.

O casal vivia junto desde 2024. A filha de Gisele, de sete anos, morava com eles, mas não estava no apartamento no momento da morte.

O 8º DP avalia a possibilidade de solicitar a exumação do corpo para esclarecer dúvidas sobre as circunstâncias da morte, medida que depende de autorização judicial. Apesar das incertezas, Geraldo ainda não é formalmente considerado investigado. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

No boletim de ocorrência, o coronel afirmou que as discussões do casal teriam sido motivadas por ciúmes de Gisele, após boatos na Corregedoria da PM de que ele teria amantes. Ele declarou ainda que passaram a dormir em quartos separados e que mantinha sua arma guardada no armário de um dos quartos.

Fonte: G1

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Feminicidio

SP tem janeiro mais letal para mulheres da história com 27 feminicídios

por Redação 3 de março de 2026

O estado de São Paulo registrou, em janeiro, o maior número de feminicídios desde o início da série histórica da Secretaria da Segurança Pública (SSP), em 2018. Foram 27 mortes — o equivalente a quase uma mulher assassinada por dia.

O dado supera o recorde anterior e reforça a tendência de alta observada nos últimos anos. Em 2024, o estado já havia ultrapassado o maior número anual de feminicídios desde que o crime passou a ser contabilizado oficialmente.

Casos recentes voltaram a chamar atenção. Na semana passada, Cibelle Monteiro Alves foi morta a facadas pelo ex-companheiro enquanto trabalhava em uma joalheria em um shopping de Santo Bernardo. No domingo (1º), um homem foi preso suspeito de matar a ex-mulher por asfixia após uma discussão sobre partilha de bens em um motel em Sapopemba, na Zona Leste da capital.

A evolução dos feminicídios registrados em janeiro no estado demonstra a escalada:

2018: 5
2019: 14
2020: 11
2021: 10
2022: 20
2023: 18
2024: 25
2025: 22
2026: 27

Outros indicadores de violência contra a mulher também apresentaram aumento. Os registros de ameaça passaram de 8.705 para 9.646 na comparação entre janeiro do ano passado e o mesmo mês deste ano. Já os casos de lesão corporal subiram de 6.014 para 6.527, segundo a SSP.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista arrasta agente do Detran durante abordagem e foge no Tocantins

por Redação 3 de março de 2026

Um agente de fiscalização do Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran-TO) foi arrastado por um carro durante uma abordagem às margens da TO-080, próximo à entrada da Ponte Governador José Wilson Siqueira Campos, que liga Luzimangues a Palmas. O caso ocorreu no dia 1º de março e foi divulgado nas redes sociais pela página Achei em Palmas.

No vídeo, um carro vermelho aparece parado sob uma tenda de fiscalização. O agente está ao lado da porta do motorista quando o veículo começa a se mover em marcha à ré. O servidor se agarra ao automóvel e é arrastado por alguns metros. Em seguida, um homem desce do carro e se afasta do local.

De acordo com o Detran, durante a abordagem o condutor admitiu não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O agente também constatou que o licenciamento do veículo estava vencido desde 2022.

Ainda segundo o órgão, ao ser informado das irregularidades, o motorista tentou deixar o local. Diante da situação, foi dada ordem de parada, mas o condutor fugiu.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que foi registrado boletim de ocorrência por desobediência à ordem de parada durante ação de fiscalização. A Polícia Militar foi acionada para realizar buscas, mas o motorista não foi localizado. O caso é investigado pela Polícia Civil do Tocantins.

Fonte: G1

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Segurança

Pai é preso após jogar combustível na filha de 2 anos e ameaçar incendiar carro em Sumaré

por Redação 3 de março de 2026

Um homem de 34 anos foi preso por tentativa de homicídio na noite desta segunda-feira (2), em Sumaré (SP), após jogar combustível na filha de 2 anos, no carro em que estavam e nele próprio. Segundo a polícia, ele enviou mensagens de áudio à ex-companheira ameaçando incendiar o veículo com ambos dentro.

“Ó, a polícia tá atrás de mim, tá bom? Vou por fogo no carro com tudo dentro, tá bom? Só para você saber quem sou eu”, disse o suspeito em um dos áudios.

De acordo com a delegada Nathália Cabral, o casal manteve relacionamento por cinco anos, até a separação no fim do ano passado. A mulher deixou a casa alegando não suportar o comportamento e as agressões do então companheiro. Posteriormente, permitiu que ele mantivesse contato com a filha, já que o relacionamento entre pai e criança era considerado bom.

Imagens mostram que, durante a tarde, o homem foi a um posto de combustíveis em Hortolândia (SP), onde abasteceu dois galões e também o tanque do carro. Após isso, buscou a filha na casa da avó e saiu com ela.

Segundo a delegada, ele começou a enviar áudios à ex-companheira questionando sobre o fim de semana dela. As mensagens evoluíram para ameaças: “Vem aqui me encontrar, senão eu vou tacar fogo no carro, comigo e com a criança dentro”.

Ao receber os áudios, a mãe procurou a Polícia Militar e informou a localização do veículo. Os policiais localizaram o suspeito, que tentou fugir. Durante a perseguição, ele capotou o carro com a criança dentro. A menina sofreu ferimentos leves e ficou muito assustada, conforme a PM. O homem não se feriu.

Ainda segundo a polícia, ao abordarem o veículo, os agentes constataram que o combustível já havia sido despejado no interior do carro, na criança e no próprio suspeito. Um dos galões estava aberto.

O homem foi autuado por tentativa de homicídio qualificado, ameaça e sequestro. A Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em flagrante para preventiva.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mulher é esfaqueada e queimada após recusar relacionamento com ex-colega em Jaboatão

por Redação 3 de março de 2026

Uma jovem de 22 anos foi esfaqueada e teve o corpo queimado por um ex-colega de trabalho em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A auxiliar administrativa Mariele Vitória Alves de Lima está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração, no bairro do Derby, área central do Recife. Segundo a família, o estado de saúde é considerado estável.

De acordo com parentes e amigos, o suspeito, identificado como José Leonardo Pereira da Silva, teria cometido o crime após a vítima recusar um relacionamento amoroso. A defesa dele não foi localizada.

O crime ocorreu na segunda-feira (2). Conforme apuração, o homem havia sido demitido há cerca de 30 dias. Ele teria invadido o antigo local de trabalho e atacado Mariele com golpes de faca. Em seguida, segundo testemunhas, jogou thinner — mistura de solventes usada para diluir tintas — sobre ela e ateou fogo.

A irmã da vítima, Estefânia Maria da Cunha, relatou que ele trabalhava com Mariele e demonstrava interesse amoroso. “Ele queria algo e ela não queria, até que ela encerrou um ciclo, como havia me dito, até mesmo o relacionamento de amizade”, afirmou.

Segundo a tia da jovem, Adenil Alves de Barros, policiais militares localizaram o suspeito na residência onde ele mora. Ele estava com cortes na barriga e no braço, e o celular da vítima teria sido encontrado debaixo da cama.

A família afirma que o homem insistia em investidas, mesmo após a jovem deixar claro que não queria nenhum tipo de envolvimento. Durante o período em que trabalharam juntos, ele chegou a seguir familiares dela nas redes sociais, o que levou Mariele a bloqueá-lo.

O pai da vítima, Diego Adriano Barros da Silva, cobrou punição. “Ela, dentro do trabalho, procurando um objetivo, um sonho, e um monstro desse vem, dá facada nela e queima ela”, disse. A tia também pediu justiça: “Ele não é dono de ninguém e o que ele fez não justifica”.

Como denunciar

Em Pernambuco, denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados.

A Polícia Militar pode ser acionada pelo 190 em caso de crime em andamento.

No Grande Recife, também é possível denunciar pelo Disque-Denúncia da Polícia Civil, no número (81) 3421-9595.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) atende de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, pelo telefone gratuito 0800.281.9455.

A Ouvidoria da Mulher de Pernambuco funciona pelo número 0800.281.8187.

Os endereços e telefones das Delegacias da Mulher podem ser consultados no site do TJPE.

Fonte: G1

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Segurança

Morte de PM com tiro na cabeça será reconstituída; família cobra investigação como feminicídio

por Redação 2 de março de 2026

A Polícia Civil realiza nesta segunda-feira (2) a reconstituição da morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, no Brás, região central de São Paulo. A medida integra as investigações conduzidas pela Corregedoria da PM e pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do caso.

Gisele era casada desde 2024 com o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. A morte ocorreu em 18 de fevereiro, no imóvel do casal, na Rua Domingos Paiva. Segundo a versão apresentada pelo oficial, a policial teria atirado contra a própria cabeça após uma discussão, enquanto ele estava no banho.

Em depoimento, Geraldo afirmou que ouviu um barulho que inicialmente interpretou como o de uma porta batendo. Ao sair do banheiro, disse ter encontrado a esposa ferida no chão do quarto. Gisele foi socorrida ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu.

O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial do Brás e acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento, o tenente-coronel não é considerado suspeito.

A família da vítima contesta a hipótese de suicídio e defende que o caso seja apurado como feminicídio. Parentes afirmam que Gisele vivia um relacionamento abusivo e tumultuado. Segundo relatos apresentados à polícia, ela era proibida de usar salto alto e batom e só podia vestir roupa de academia na presença do marido. Também teria se afastado gradualmente de amigos e familiares após o casamento.

“Era um relacionamento doentio, ele tinha um sentimento de posse. Ele exercia um controle absurdo na vida dela, inclusive a proibindo de ter contato com a família”, afirmou o advogado da família, José Miguel da Silva Júnior.

A mãe da policial, Marinalva, declarou à TV Globo que a filha nunca tiraria a própria vida. “Jamais tiraria a própria vida. Ela tinha sonhos e planos. O sonho dela era viver e dar o melhor para a filha. Era muito amorosa. Só tinha amor e amava a vida, e todo dia minha filha dizia que sofria violência psicológica”, disse.

Familiares relatam ainda que, dias antes da morte, Gisele teria pedido ajuda ao pai para deixar o apartamento, alegando que não suportava mais a situação. Apesar disso, decidiu permanecer após afirmar que tentaria conversar novamente com o marido. Segundo a família, ela planejava pedir o divórcio e enfrentava resistência do companheiro. A filha da policial, de 7 anos, teria presenciado discussões e conflitos dentro de casa.

Em seu depoimento, o tenente-coronel relatou que o relacionamento era conturbado e que, na manhã do ocorrido, teria ido ao quarto da esposa para propor a separação. Ele afirmou ainda que foi alvo de boatos sobre um suposto relacionamento extraconjugal, que teriam provocado crises de ciúmes. As discussões teriam se tornado frequentes e o casal passou a dormir em quartos separados.

Segundo o oficial, após uma discussão, entrou no banheiro e, cerca de um minuto depois, ouviu o barulho. Ao sair, encontrou Gisele ferida. Ele declarou manter uma arma de fogo sobre o armário no quarto onde dorme — arma que foi utilizada na m0rt3 da policial.

A Polícia Civil aguarda resultados de perícias, incluindo a análise da trajetória do disparo, para esclarecer o caso.

Fonte: G1

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São Paulo

Nunes demite presidente e adjunto da SPTuris após denúncias de favorecimento

por Redação 26 de fevereiro de 2026

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou nesta quarta-feira (25/2), por meio das redes sociais, a demissão de Rodolfo Marinho, secretário adjunto de Turismo e ligado ao vereador Gilberto Nascimento Jr (PL), e de Gustavo Pires, presidente da São Paulo Turismo (SPTuris), que assumiu o cargo devido à proximidade com o ex-prefeito Bruno Covas.

Na sexta-feira (20/2), a coluna Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, revelou que Marinho era sócio de Nathália Carolina de Silva Souza na fundação da agência MM Quarter. Após ser nomeado secretário adjunto por Nunes em 2022, a Quarter passou a ser contratada continuamente pela SPTuris e pela Secretaria de Turismo. Atualmente, a empresa possui R$ 232 milhões em contratos vigentes com a prefeitura.

Em vídeo publicado no Instagram, Nunes afirmou que determinou à Controladoria-Geral do Município (CGM) a investigação do caso, que identificou uma procuração de Nathália para Marinho. “Por causa disso, estou demitindo, exonerando, o senhor Rodolfo Marinho”, declarou.

No mesmo vídeo, Nunes anunciou a nomeação de Marcelo Vieira Salles, ex-comandante da Polícia Militar, para presidir a SPTuris, o que implica a saída de Gustavo Pires, embora este não tenha sido citado nominalmente pelo prefeito.

Reportagens da coluna indicam que Nathália, apesar de registrar capital de R$ 1,2 milhão na Quarter, morava em um cortiço na zona norte mesmo após retirar R$ 14 milhões de lucro da agência em 2024. A empresa, administrada pelos irmãos Victor e Marcelo Correia Moraes, nega que Nathália fosse laranja.

A Quarter mantém contratos com a SPTuris e a Secretaria de Turismo sem licitação, recorrendo a pesquisas de mercado com empresas ligadas à própria administração da agência. Entre os contratos, o Centro de Informações Turísticas (CIT) recebe R$ 12 milhões por ano, sem entrega completa de equipamentos previstos, como TV de 85 polegadas e mapa tátil. Pelo mesmo contrato, a prefeitura pagou R$ 76 mil a Bárbara Moraes, irmã dos administradores da empresa, valor superior à metade do salário do prefeito Nunes.

Fonte: METRÓPOLES

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Feminicidio

Amiga de vítima atropelada e arrastada é morta em novo caso de feminicídio em SP

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma jovem de 22 anos foi morta na segunda-feira (23) em mais um caso de feminicídio na capital paulista. Priscila Versão era amiga de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro após ter as pernas amputadas ao ser atropelada e arrastada por um ex-ficante até a Marginal Tietê. O suspeito do crime contra Priscila é o companheiro dela, que está preso.

Priscila trabalhava como autônoma e morava na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. Ela deixou três filhos do relacionamento com o acusado: um menino de seis anos, outro de quatro e um bebê de seis meses.

Segundo o Guia de Encaminhamento de Cadáver, Priscila foi levada pelo namorado ao Hospital Municipal Vereador José Storopoli, no Parque Novo Mundo, já sem sinais de vida. O documento aponta marcas de agressão, hematomas e escoriações pelo corpo, além de sangramento no nariz. As roupas da jovem tinham cheiro de gasolina.

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista Deivit Bezerra Pereira, de 35 anos, chegou à unidade hospitalar com a vítima já morta e ameaçando atear fogo ao próprio corpo. Após se acalmar, ele relatou aos policiais militares que estava com Priscila em um pagode, em um bar, quando discutiram. Disse que foi a um posto de combustível, comprou gasolina e teria despejado o produto no próprio corpo com intenção de suicídio, mas desistiu.

Ainda conforme o registro policial, ele afirmou que, ao retornar ao bar, antes de chegar ao local, encontrou Priscila caída no chão com sangramento no nariz. Segundo sua versão, ele a colocou no carro e a levou ao hospital. A defesa do suspeito não foi localizada.

O caso ocorre meses após a morte de Tainara Souza Santos, que ficou quase um mês internada e passou por várias cirurgias depois de ser atropelada e arrastada. Priscila e Tainara moravam no mesmo bairro e a jovem era próxima de uma irmã de Tainara.

Outros casos de feminicídio também foram registrados. Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, uma jovem de 20 anos foi morta pelo ex-companheiro, de 25, dentro de casa após uma discussão, segundo a Polícia Civil. Bruno Rodrigou Martins fugiu de moto, mas foi preso em flagrante. A vítima, Vitória Silva de Oliveira Pedroso, tinha medida protetiva contra ele, que possuía passagens por agressão, lesão corporal e roubo. Ela apresentava sinais de estrangulamento. A defesa não foi localizada.

Na Zona Leste da capital, no bairro de Guaianases, uma jovem de 18 anos foi vítima de tentativa de feminicídio. O companheiro dela, Alex Barbosa da Silva, de 37 anos, foi preso após esfaqueá-la. Câmeras de segurança registraram o ataque na rua. A vítima, que trabalha como balconista, sofreu perfurações no pulmão. A defesa do acusado também não foi encontrada.

Fonte: G1

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