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Feminicidio

Feminicidio

Mesmo com medida protetiva, mulher é atropelada por ex na Zona Sul de SP

por Redação 16 de abril de 2026

Uma mulher foi perseguida e atropelada pelo ex-namorado em uma tentativa de feminicídio na noite de quarta-feira (15), no bairro do Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo. O caso levanta mais uma vez questionamentos sobre a eficácia de medidas protetivas em situações de violência doméstica.

Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que o agressor, identificado como Mateus Santos da Conceição, de 26 anos, joga o carro contra a moto da vítima, por volta das 18h40. Mesmo ferida, a mulher conseguiu fugir. A motocicleta, no entanto, ficou destruída sob o veículo.

Após o ataque, o suspeito fugiu e ainda não foi localizado pela polícia. Dentro do carro, foram encontradas bebidas, e o celular dele foi apreendido para investigação.

O crime ocorreu na Rua José de Araújo Novaes, no Jardim Germânia. De acordo com investigadores, o homem estava em um bar quando viu a ex-namorada passar de moto e decidiu segui-la antes de cometer o atropelamento.

A vítima já possuía medida protetiva contra o agressor desde agosto do ano passado, após ele invadir a casa dela. Mesmo assim, o ataque ocorreu.

O caso foi registrado como tentativa de feminicídio na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro. A delegada responsável solicitou à Justiça uma nova medida protetiva em favor da vítima, enquanto a polícia segue em busca do suspeito.

Fonte: G1

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Feminicidio

Feminicídios fora de casa batem recorde em SP e já passam de 40% dos casos no estado

por Redação 14 de abril de 2026

O estado de São Paulo registrou um recorde de feminicídios cometidos fora do ambiente doméstico no ano passado. Segundo levantamento com base em dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP), 109 mulheres foram assassinadas em ruas, comércios, locais de trabalho e até hospitais, o que representa mais de 40,3% do total de 270 casos.

A tendência também aparece no início deste ano: no primeiro bimestre, 24 dos 57 feminicídios ocorreram em espaços públicos. Apesar disso, a residência ainda concentra a maioria dos crimes, com média de seis em cada dez casos.

Entre os episódios recentes citados por especialistas estão crimes de grande repercussão, como o de Tainara Souza Santos, morta após ser atropelada e arrastada por um ex-ficante na capital, além de casos em Osasco e São Bernardo do Campo envolvendo ex-companheiros das vítimas.

Especialistas em violência de gênero alertam que, embora ainda não seja possível afirmar uma mudança estrutural definitiva, os números indicam um sinal de alerta sobre a expansão da violência para além do ambiente doméstico. O rompimento de relações afetivas é apontado como um dos momentos mais críticos, quando agressores passam a perseguir vítimas em diferentes espaços da rotina.

Pesquisadores também destacam fatores como a maior presença feminina no mercado de trabalho, o crescimento da violência digital e a atuação de grupos misóginos como elementos que podem contribuir para a escalada dos casos. Há ainda preocupação com possível subnotificação, já que nem todos os assassinatos de mulheres fora de contexto doméstico são classificados como feminicídio.

Para especialistas, o feminicídio em espaço público também reflete disputas de controle e poder, especialmente após o fim de relacionamentos, quando agressores não aceitam a autonomia das vítimas. Esse padrão pode levar à perseguição em locais como trabalho, rua e transporte público.

O debate inclui ainda a necessidade de políticas públicas mais amplas. Medidas protetivas são consideradas importantes, mas insuficientes sem fiscalização efetiva, apoio financeiro, acompanhamento psicossocial e integração entre órgãos de segurança.

O Governo de São Paulo afirma que tem ampliado a rede de proteção, com novas delegacias especializadas, salas de atendimento remoto, aplicativos de emergência, monitoramento de agressores e programas de acolhimento e capacitação, além de operações policiais e medidas de prevenção.

Fonte: G1

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Feminicidio

Crime brutal em São Bernardo: mulher é morta a facadas, filho tenta salvar e fica ferido

por Redação 14 de abril de 2026

Um caso de extrema violência doméstica terminou em tragédia na noite de domingo (12), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Um homem de 38 anos matou a esposa, de 39, a facadas dentro da residência da família e, em seguida, tirou a própria vida.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a vítima foi atingida com golpes no tórax, pescoço e costas. Mesmo ferida, conseguiu sair do imóvel para pedir ajuda e foi levada ao Hospital de Urgência, onde recebeu atendimento, mas não resistiu e morreu horas depois.

O crime ocorreu na casa onde o casal vivia com os dois filhos. Um adolescente de 13 anos tentou intervir para defender a mãe após ouvir os pedidos de socorro e acabou ferido na mão durante a tentativa. A mãe do agressor, que mora no térreo do imóvel, também tentou intervir e sofreu uma fratura no fêmur.

Segundo familiares, o casal estava em processo de separação e enfrentava discussões frequentes. A vítima vinha sendo pressionada a deixar a casa, o que pode ter agravado o cenário de conflito.

A ocorrência mobilizou familiares, incluindo o pai da vítima, que mora na mesma rua e a socorreu ao perceber a situação. A perícia foi acionada, e o caso foi registrado no 3º Distrito Policial como feminicídio, lesão corporal e suicídio consumado.

O episódio reforça o alerta para casos de violência doméstica, especialmente em contextos de separação, frequentemente associados a escaladas de agressão.

Fonte: G1

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Feminicidio

Caso Gisele: STJ decide quem julga tenente-coronel acusado de matar esposa

por Redação 13 de abril de 2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai definir se a Justiça comum ou a Justiça Militar será responsável por julgar o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, acusado de matar a própria esposa, a soldado Gisele Alves. A decisão ocorre após a Promotoria de Justiça Militar apontar conflito de competência entre as duas esferas, pedido formalizado em 7 de abril.

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde vivia com o marido, no Brás, região central de São Paulo. O oficial sustenta que a morte foi resultado de suicídio. No entanto, investigações apontam indícios de feminicídio, com base em laudos e mensagens trocadas pelo casal.

A Justiça comum já aceitou denúncia do Ministério Público de São Paulo e tornou Geraldo Neto réu por feminicídio e fraude processual, além de decretar sua prisão preventiva. Ele está detido no presídio militar Romão Gomes, após também ter sido alvo de decisão da Justiça Militar. A defesa questiona a competência das duas jurisdições e afirma que o caso deve ser analisado exclusivamente pela Justiça comum.

A definição sobre quem julga o caso tem impacto direto no andamento do processo. Na Justiça comum, o oficial pode ir a júri popular, com decisão tomada por sete jurados. Já na Justiça Militar, o julgamento caberia a um conselho formado por um juiz e quatro oficiais de patente superior.

Especialistas ouvidos apontam que, apesar de envolver dois militares, a tendência jurídica é que o caso seja conduzido pela Justiça comum, já que a Constituição garante a competência do Tribunal do Júri em crimes dolosos contra a vida. Jurisprudência do STJ e do STF indica que, quando o crime ocorre fora do serviço e por motivos pessoais, a natureza militar perde relevância.

A defesa do tenente-coronel afirma estar contestando decisões judiciais e reforça que ele colaborou com as investigações, além de criticar a exposição de sua vida privada. O caso segue em análise e a decisão do STJ será determinante para os próximos passos do processo.

Fonte: G1

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Feminicidio

PM aposenta com salário integral tenente-coronel preso por suspeita de matar a esposa

por Redação 2 de abril de 2026

A Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) publicou nesta quinta-feira (2) a portaria de inatividade que coloca em reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado de feminicídio da esposa, a PM Gisele Alves Santana. A medida garante aposentadoria integral ao oficial, com salário estimado em R$ 21 mil, proporcional à idade de 53 anos, valor inferior aos R$ 28,9 mil brutos recebidos em fevereiro.

O pedido de aposentadoria foi feito pelo próprio tenente-coronel, e a corporação ressalta que a medida não impede o andamento do conselho de justificação, que pode resultar em demissão e perda de patente. A Secretaria da Segurança Pública afirmou que os processos administrativos e judiciais continuam válidos mesmo após a transferência para a reserva.

Geraldo Neto foi preso preventivamente em 18 de março, acusado de feminicídio e fraude processual. Inicialmente, alegou que a esposa havia se suicidado, mas investigações da Polícia Civil, baseadas em laudos e análise de celular, apontaram inconsistências na versão do tenente-coronel. Mensagens apagadas do aparelho de Gisele indicam discussões sobre divórcio, contrariando a narrativa do suspeito.

Testemunhas relataram episódios anteriores de agressividade e comportamento controlador do oficial, tanto dentro quanto fora do quartel, incluindo supostos sufocamentos e restrições ao comportamento da vítima.

O advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior, criticou a rapidez com que o tenente-coronel conseguiu a aposentadoria e questionou a manutenção do benefício durante o processo judicial: “Não é justo que esse cidadão continue recebendo valor às custas da população”.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mensagens revelam pressão por sexo, controle e contradições em caso de morte de soldado no Brás

por Redação 30 de março de 2026

As investigações sobre a morte da soldado Gisele Alves Santana, ocorrida em 18 de fevereiro no Brás, centro de São Paulo, revelam um cenário de controle coercitivo e violência psicológica no relacionamento com o tenente-coronel Geraldo Neto. Dados extraídos do celular da vítima, recuperados pela perícia, contradizem a versão apresentada pelo oficial e reforçam a linha investigativa de feminicídio.

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido. A perícia identificou que o celular da vítima foi desbloqueado e manuseado minutos após o disparo, inclusive depois de o próprio tenente-coronel ter acionado o 190, levantando suspeitas de manipulação da cena.

As mensagens recuperadas — que haviam sido apagadas do aparelho do oficial — mostram que ele condicionava apoio financeiro à disponibilidade sexual da esposa. Em um dos trechos, Geraldo lista gastos domésticos e cobra retorno afetivo e sexual: “Eu só gasto dinheiro […] e não tenho nada em troca. Nem respeito, nem obediência […] Muito menos sexo”.

Gisele reagiu à abordagem, rejeitando a lógica imposta: “Eu não sou p*ta para você me pagar com coisas para eu transar com você”. Em resposta, o oficial afirmou: “Então não peça nada. Nem um real”.

Os diálogos também indicam que era a soldado quem insistia no divórcio, contrariando o depoimento de Geraldo, que alegou que teria pedido a separação no dia do crime. “Tenho todo direito de pedir o divórcio. Não quero nada seu […] tenho minha dignidade”, escreveu Gisele na véspera da morte.

A última mensagem enviada por ela reforça a intenção de se separar e critica o comportamento do marido: “Você confundiu carinho com autoridade, amor com obediência, provisão com submissão”.

Além do conteúdo das mensagens, testemunhas relataram à Polícia Civil episódios anteriores de agressão, inclusive dentro do Quartel-General da Polícia Militar. Há relatos de que o oficial teria pressionado Gisele contra a parede e a segurado pelo pescoço, em cenas que teriam sido registradas por câmeras.

O laudo necroscópico aponta que a vítima foi atingida por trás, com disparo na têmpora direita, enquanto era imobilizada, o que contraria a hipótese de suicídio. A arma foi encontrada presa ao dedo da vítima de forma considerada incomum, e exames com luminol detectaram sangue em um banheiro onde o oficial afirmou não ter tido contato com a cena.

Geraldo Neto está preso preventivamente desde 18 de março. A defesa sustenta a tese de suicídio e afirma que as mensagens foram descontextualizadas, tendo recorrido ao Superior Tribunal de Justiça.

Fonte: OGLOBO

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Feminicidio

Celular de soldado Gisele foi manuseado e mensagens apagadas pelo marido após seu feminicídio

por Redação 27 de março de 2026

A investigação sobre a morte da soldado Gisele Alves Santana, encontrada baleada na cabeça em fevereiro no apartamento onde morava no Brás, Centro de São Paulo, apontou que seu celular foi desbloqueado e teve mensagens apagadas pelo marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, minutos após o disparo. Geraldo foi preso preventivamente em 18 de março e é réu por feminicídio e fraude processual.

Os dados apontam que o celular da vítima foi acessado pela última vez às 7h58, enquanto Geraldo já havia ligado para o 190 às 7h54, após o disparo ocorrido por volta das 7h28. Mensagens apagadas e recuperadas mostram que o casal discutiu sobre divórcio no dia anterior à morte. Segundo a investigação, a manipulação do celular tinha como objetivo sustentar a versão de suicídio atribuída à vítima.

Testemunhas relataram episódios de agressividade do tenente-coronel no quartel, inclusive sufocamento e comportamento controlador dentro e fora do ambiente de trabalho. Laudos periciais, reprodução simulada e análise de mensagens indicam que ele segurou a cabeça de Gisele e disparou contra ela, descartando a hipótese de suicídio.

O Ministério Público solicitou que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares. A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial colaborou com as investigações. O caso deve ser julgado na Justiça comum, possivelmente pelo Tribunal do Júri.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, trata-se do primeiro caso desde 2015 de um oficial da Polícia Militar de São Paulo preso por feminicídio. O STJ negou pedido de liberdade do tenente-coronel, mantendo a prisão preventiva.

Fonte: G1

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Feminicidio

Tenente-coronel preso por feminicídio diz que dependência financeira da esposa dificultava divórcio

por Redação 24 de março de 2026

O tenente-coronel Geraldo Neto, preso preventivamente sob suspeita de matar a esposa, Gisele Alves Santana, com um tiro na cabeça no apartamento do casal no Brás, região central de São Paulo, afirmou em interrogatório à Polícia Civil que a dependência financeira da companheira era o principal obstáculo para a separação. Ele também se tornou réu por feminicídio e fraude processual.

Segundo o depoimento, ambos manifestavam o desejo de se divorciar, mas Gisele teria relatado, ainda em novembro, não ter condições de se manter sozinha e sustentar a filha. Geraldo afirmou que a renda da esposa estava comprometida por empréstimos consignados e bancários, feitos para construção de uma casa para os pais e para custear procedimentos estéticos, como próteses de silicone, rinoplastia e bichectomia. Após descontos, restariam a ela menos de R$ 1 mil mensais.

O militar declarou que transferia voluntariamente entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil por mês para a conta da esposa, além de arcar com despesas domésticas que, segundo ele, chegavam a cerca de R$ 10 mil. Também afirmou ter buscado alternativas para garantir autonomia financeira à companheira, incluindo tentativa de conseguir uma vaga para ela na assessoria da Polícia Militar no Tribunal de Justiça, com adicional de aproximadamente R$ 5 mil.

De acordo com o relato, a vaga teria sido confirmada em janeiro, com previsão de início em 2 de março, após o carnaval. O plano, segundo ele, era que a nova renda, estimada em cerca de R$ 6 mil, possibilitasse a Gisele alugar um imóvel e viver de forma independente com a filha.

O tenente-coronel também descreveu o dia anterior à morte da esposa. Ele afirmou que ambos foram à academia em horários distintos e que, ao retornar, Gisele permaneceu trancada na suíte com a filha. À noite, os dois teriam conversado por cerca de duas horas sobre o relacionamento e os planos de separação. Segundo o depoimento, decidiram adiar a decisão definitiva para o dia seguinte.

Apesar da versão apresentada pelo investigado, o Ministério Público sustenta que laudos periciais, reprodução simulada e mensagens indicam que o oficial segurou a cabeça da vítima e efetuou o disparo, afastando a hipótese de suicídio. A acusação também aponta que ele teria manipulado a cena do crime para simular que a soldado teria tirado a própria vida, o que fundamenta a imputação de fraude processual.

Imagens de câmeras corporais de policiais militares mostram momentos de tensão no local, com divergências entre o protocolo de preservação da cena e a autoridade hierárquica do oficial. Segundo a investigação, ele insistiu em entrar no banheiro, tomar banho e circular pelo apartamento, condutas que levantaram suspeitas e enfraqueceram a versão de suicídio.

Como o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida, o caso deve ser julgado pela Justiça comum, possivelmente pelo Tribunal do Júri. O Ministério Público pediu que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima.

A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial tem colaborado com as investigações. O Superior Tribunal de Justiça negou pedido de liberdade apresentado pela defesa. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, este é o primeiro caso desde 2015 de um oficial da Polícia Militar paulista preso por feminicídio.

Fonte: G1

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Feminicidio

Câmeras corporais mostram PMs intimidados por tenente-coronel após morte de soldado

por Redação 20 de março de 2026

Gravações das câmeras corporais da Polícia Militar registraram a tensão entre policiais e o tenente-coronel Geraldo Neto no apartamento do casal no Brás, Centro de São Paulo, onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça em 18 de fevereiro. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital no mesmo dia.

Neto foi preso preventivamente em 18 de março, tornando-se réu por feminicídio e fraude processual — por alterar a cena do crime e simular suicídio. As imagens mostram o oficial insistindo em entrar no banheiro e circular pelo apartamento, apesar das orientações de PMs para preservar o local e não comprometer vestígios.

O vídeo registra diálogos tensos entre o tenente-coronel e o cabo responsável pela preservação da cena. Neto afirma que precisava tomar banho e desrespeita ordens para se vestir rapidamente, enquanto os policiais demonstram preocupação com a possibilidade de perda de provas, como resíduos de pólvora nas mãos.

Ao longo do dia, o oficial retornou diversas vezes ao imóvel, afastou equipes e permitiu limpezas, aumentando a desconfiança sobre a versão de suicídio. A ação reforça o papel da hierarquia na condução da cena do crime e oferece material audiovisual considerado crucial pelos investigadores.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que, caso sejam constatadas irregularidades por agentes, medidas cabíveis serão adotadas. A defesa de Neto não se manifestou sobre os novos registros.

Fonte: G1

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Feminicidio

Perícia aponta que PM Gisele não conseguiria alcançar arma de tenente-coronel; oficial é preso por feminicídio

por Redação 19 de março de 2026

A reconstituição feita pela Corregedoria da Polícia Militar concluiu que a soldado Gisele Alves Santana não conseguiria alcançar a arma de fogo de seu marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, guardada sobre um armário no apartamento do casal no Centro de São Paulo.

Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro, com um tiro na cabeça. Laudos periciais indicam que, com 1,65 m de altura, ela não conseguiria atingir a base onde a arma estava apoiada, contrariando a versão do oficial de que a esposa teria retirado a pistola antes do disparo.

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel revelaram episódios de humilhação, controle e violência psicológica contra Gisele. O oficial foi preso em 18 de março em São José dos Campos, após a Justiça Militar decretar prisão preventiva por feminicídio e fraude processual.

A Polícia Civil aponta que os laudos de necropsia, trajeto da bala, exumação, toxicológico e residuográfico confirmam que o disparo foi dado por Geraldo, descartando suicídio. O caso agora segue investigação completa, e o tenente-coronel será transferido ao Presídio Militar Romão Gomes.

A Promotoria pediu indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima, e a Justiça avaliará a competência para julgamento entre Justiça Militar e comum, sendo provável que o processo siga no Tribunal do Júri.

Fonte: G1

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