Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
quinta-feira, abril 23, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Feminicidio

Feminicidio

Mensagens reforçam acusação de feminicídio contra tenente-coronel da PM

por Redação 19 de março de 2026

O tenente-coronel Geraldo Neto, preso sob acusação de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves, enviava mensagens nas quais se descrevia como “macho alfa” e cobrava que ela fosse “fêmea beta obediente e submissa”. O conteúdo integra a investigação da Polícia Civil, que o indiciou por feminicídio e fraude processual.

Os crimes teriam ocorrido em 18 de fevereiro, no apartamento do casal, no bairro do Brás, região central da capital paulista. Na quarta-feira (18), a Justiça comum aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou o oficial réu. Também foi decretada a prisão preventiva, após pedido conjunto do MP e da Polícia Civil. Na mesma manhã, ele já havia sido detido por decisão da Justiça Militar, a pedido da Corregedoria da PM.

Segundo a acusação, as mensagens revelam comportamento autoritário e controlador do oficial, que criticava a independência da esposa, impunha regras sobre vestimenta e convivência social e condicionava a relação conjugal ao papel de provedor financeiro. Investigadores apontam ainda que ele cobrava relações sexuais sob a justificativa de sustentar o lar.

Laudos periciais, reprodução simulada do crime e dados extraídos do celular indicariam que o tenente-coronel teria segurado a cabeça da vítima e efetuado o disparo, descartando a hipótese de suicídio. O Ministério Público sustenta que, após o tiro, o oficial teria manipulado a cena para simular autoextermínio, colocando a arma na mão da soldado e ocultando vestígios — o que fundamenta também a acusação de fraude processual.

O militar está detido no presídio Romão Gomes, na zona norte de São Paulo. A tendência é que o caso seja julgado pela Justiça comum, já que o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida. Nessa hipótese, o processo seguirá para o Tribunal do Júri.

A Promotoria pediu ainda que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima. A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial tem colaborado com as autoridades desde o início das investigações.

O caso ocorre em meio a mudanças recentes na legislação. Em 2024, a Lei 14.994 transformou o feminicídio em tipo penal autônomo, com pena prevista de 20 a 40 anos de prisão e tramitação prioritária. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, este é o primeiro caso desde 2015 envolvendo a prisão de um oficial da PM paulista acusado por esse crime.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Mensagens revelam humilhações e machismo de tenente-coronel contra esposa PM morta em SP

por Redação 18 de março de 2026

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto mostram que ele humilhava e desqualificava a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento no Centro de São Paulo. O oficial foi preso nesta quarta-feira (18) pela Corregedoria da PM, após prisão preventiva decretada pela Justiça Militar, acusado de feminicídio e fraude processual.

Segundo a investigação, Gisele relatava episódios de humilhação, provocações e comportamento controlador do marido, inclusive no ambiente de trabalho. Em uma das mensagens, a soldada escreve que o coronel a chamava de “burra” e fazia declarações machistas, como “Lugar de mulher é em casa, cuidando do marido. E não na rua, caçando assunto”.

A Corregedoria da PM apontou que os diálogos revelam “uma concepção de relacionamento baseada em submissão e hierarquia no âmbito doméstico”, caracterizando violência psicológica reiterada, com tentativas de controle e constrangimento da vítima.

A prisão de Geraldo Neto ocorreu em São José dos Campos. Ele será interrogado no 8º DP e, posteriormente, levado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo. Laudos periciais indicam que o disparo que matou Gisele foi dado de baixo para cima, à queima-roupa, e que o corpo apresentava ferimentos no rosto e no pescoço, sem vestígios de pólvora nas mãos da vítima.

O caso foi inicialmente registrado como suicídio, mas a investigação, apoiada em 24 laudos técnicos, concluiu que Gisele foi vítima de homicídio. A família da soldada contesta a versão de suicídio defendida pela defesa do coronel, alegando que ele era controlador e violento.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Tenente-coronel é preso suspeito de matar esposa PM e forjar suicídio em São José dos Campos

por Redação 18 de março de 2026

O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18) em São José dos Campos, no interior de São Paulo, suspeito de feminicídio e fraude processual pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana. A vítima foi encontrada morta com um tiro na cabeça no mês passado.

Segundo a Polícia Civil, o oficial foi localizado em seu apartamento no Jardim Augusta por um comboio de agentes da Civil e da Corregedoria da PM, sendo conduzido ao 8º DP para interrogatório e formal indiciamento. Após exames de corpo de delito, ele será transferido para o Presídio Militar Romão Gomes, na capital.

O pedido de prisão foi autorizado pela Justiça Militar após laudos periciais apontarem que a trajetória da bala e a profundidade dos ferimentos no corpo de Gisele não condizem com suicídio. Os documentos também indicam que a soldada não estava dopada ou grávida, e manchas de sangue foram encontradas em outros cômodos do apartamento.

O caso ocorreu em 18 de fevereiro e inicialmente foi registrado como suicídio. Laudos necroscópicos apontaram lesões no rosto e pescoço da vítima. A defesa do coronel sustenta que a morte foi suicídio, enquanto a família de Gisele contesta a versão e afirma que ela foi vítima de feminicídio.

Em nota, o advogado da família, José Miguel da Silva Júnior, disse que espera que o coronel seja formalmente denunciado, processado, julgado e condenado. Já o defensor do oficial, Eugênio Malavasi, afirmou que a Justiça Militar não tem competência para julgar o caso e pretende suscitar conflito de competência com a Justiça comum.

Mensagens da vítima e depoimentos de familiares indicam que Gisele enfrentava um relacionamento abusivo, com comportamento controlador e violento do marido. Laudos da perícia confirmaram lesões e apontam que o disparo foi à queima-roupa, sem vestígios de pólvora nas mãos da vítima, reforçando a suspeita de homicídio.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Polícia aponta feminicídio na morte de soldado da PM em SP; marido é indiciado

por Redação 18 de março de 2026

A Polícia Civil de São Paulo indiciou o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, marido da policial militar Gisele Alves Santana, por feminicídio e fraude processual, após investigação apontar indícios de homicídio em sua residência no Brás, região central de São Paulo. O crime ocorreu há um mês e inicialmente foi registrado como suicídio.

Segundo a perícia, dois dos 24 laudos técnico-científicos foram determinantes para afastar a hipótese de suicídio: a trajetória da bala que atingiu a cabeça de Gisele e a profundidade dos ferimentos no pescoço, que indicam que ela foi imobilizada antes do disparo. Os peritos concluíram que a cena do crime foi montada pelo tenente-coronel, com sangue em locais incompatíveis e posição dos pés que não condiz com suicídio.

O laudo necroscópico revelou lesões contundentes, provocadas por pressão digital e arranhões compatíveis com estigma ungueal. Não houve dopagem ou gravidez, mas manchas de sangue da vítima estavam espalhadas pelo apartamento.

A investigação também levantou contradições na versão do marido. Ele afirmou que estava no banho no momento do disparo, mas socorristas relataram que ele estava seco e sem pegadas molhadas no chão. A conduta do tenente-coronel chamou atenção: falava calmamente ao telefone, não demonstrou desespero e não apresentava sangue no corpo ou roupas, sugerindo que não prestou primeiros socorros.

O horário do disparo também é questionado: uma vizinha relatou ter ouvido o estampido às 7h28, cerca de 30 minutos antes da primeira ligação do marido para o serviço de emergência. Ele ainda acionou um desembargador do TJ-SP, Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, que esteve no apartamento e subiu com o tenente-coronel, fato que a família da vítima considera suspeito.

Câmeras de segurança registraram a entrada de três policiais no apartamento cerca de 10 horas após a ocorrência, para limpeza do imóvel, sem levar objetos. Elas serão ouvidas na investigação.

O pedido de prisão do tenente-coronel foi solicitado à Justiça nesta terça-feira (17), com aval do Ministério Público e da Corregedoria da PM, mas ainda não foi apreciado pelo Judiciário. A defesa do oficial não se manifestou até o momento.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

PM morta com tiro na cabeça havia alertado sobre ciúmes do marido

por Redação 17 de março de 2026

A soldada Gisele Santana, encontrada morta em fevereiro, enviou mensagens a uma amiga sobre os ciúmes do tenente-coronel Geraldo Neto, seu marido. Familiares afirmam que ela vivia um relacionamento abusivo, com restrições e ameaças.

Advogado da família apresentou áudio em que Gisele solicita ajuda do pai para se mudar, reforçando que planejava se afastar do marido. Histórico de ameaças e perseguição do tenente-coronel contra mulheres também é citado. A defesa ainda sustenta a versão de suicídio.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Soldada PM morta denunciava ciúmes e abusos do marido, aponta defesa

por Redação 17 de março de 2026

A soldada Gisele Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, teria enviado mensagens alertando sobre o comportamento ciumento e abusivo do marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, segundo a defesa da família.

Em depoimentos, a mãe da vítima afirmou que a PM enfrentava restrições em seu comportamento, incluindo vestimentas e atividades sociais, e relatos indicam que o oficial enviava mensagens intimidatórias após a intenção de separação da esposa.

O advogado da família apresentou áudio em que Gisele buscava ajuda para se mudar para perto dos pais, reforçando a intenção de se afastar do marido.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Laudo revela lesões no pescoço de PM morta com tiro na cabeça e levanta novas dúvidas sobre o caso

por Redação 10 de março de 2026

O laudo necroscópico realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, apontou a presença de lesões no rosto e no pescoço da vítima. De acordo com os peritos, há indícios de que ela pode ter desmaiado antes do disparo e que não apresentou sinais de defesa.

O documento, obtido pela TV Globo, descreve que as lesões eram de natureza contundente, provocadas por pressão digital e escoriações compatíveis com marcas de unhas. Essas evidências indicam possível compressão na região do pescoço antes do tiro.

Gisele foi encontrada morta no apartamento onde vivia com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, no bairro do Brás, região central de São Paulo. Ele estava no local e foi quem acionou o socorro. Até o momento, a defesa do oficial não comentou o resultado do novo laudo.

Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio. No entanto, após contestação da família da policial, a investigação passou a tratar a ocorrência como morte suspeita. Diante das dúvidas, o corpo foi exumado e submetido a novos exames no Instituto Médico-Legal (IML) Central no sábado (7), incluindo uma tomografia.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é o horário da morte. Uma vizinha relatou à polícia que acordou às 7h28 após ouvir um único estampido forte vindo do apartamento do casal. A primeira ligação feita pelo marido ao serviço de emergência ocorreu apenas às 7h57.

Na chamada à Polícia Militar, o tenente-coronel afirmou: “Minha esposa é policial feminina. Ela se matou com um tiro na cabeça. Manda o resgate e uma viatura aqui agora, por favor”. Pouco depois, às 8h05, ele voltou a ligar, dessa vez para o Corpo de Bombeiros, dizendo que a mulher ainda estava respirando. As equipes chegaram ao local às 8h13.

A posição da arma também levantou questionamentos. Um socorrista afirmou que o armamento estava “bem encaixado” na mão da vítima, algo que ele disse nunca ter visto em casos de suicídio. Diante da cena incomum, decidiu fotografar a posição da arma.

O profissional relatou ainda que o sangue da vítima já estava coagulado quando os socorristas chegaram ao apartamento e que não havia cartucho de bala no local.

Depoimentos de equipes de resgate também trouxeram dúvidas sobre a versão apresentada pelo marido. Em relato à polícia, o tenente-coronel afirmou que estava tomando banho quando ouviu o disparo.

No entanto, bombeiros que chegaram primeiro ao local disseram que ele estava completamente seco, vestindo apenas bermuda e sem camisa. Segundo um sargento com 15 anos de experiência, não havia pegadas molhadas nem sinais de água no chão que indicassem que ele havia saído do banho às pressas.

O socorrista também relatou que o chuveiro do banheiro do corredor estava ligado, mas não havia poças de água no ambiente. Um tenente da PM que também esteve no local reforçou que nem o marido nem a vítima aparentavam ter tomado banho antes do disparo.

O comportamento do tenente-coronel durante o atendimento também chamou a atenção da equipe de resgate. Um dos bombeiros afirmou que ele não demonstrava sinais de desespero ou choro. Outro profissional relatou que o oficial falava calmamente ao telefone, questionava constantemente os procedimentos de socorro e insistia para que a vítima fosse retirada rapidamente e levada ao hospital.

Os socorristas também observaram que o marido não apresentava manchas de sangue no corpo ou nas roupas, o que indicaria que ele não teria tentado prestar primeiros socorros à esposa.

Entre os contatos feitos por Geraldo naquela manhã, uma ligação chamou a atenção da família da policial: a feita ao desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo. O magistrado chegou ao prédio às 9h07 e subiu até o apartamento.

Segundo o advogado da família da vítima, José Miguel da Silva Junior, a presença do desembargador no local levanta questionamentos. Câmeras registraram o magistrado no corredor do prédio às 9h18 e, cerca de 11 minutos depois, o tenente-coronel apareceu novamente usando outra roupa.

Em nota divulgada antes da conclusão do novo laudo, a defesa de Geraldo Neto afirmou que ele não é investigado, suspeito ou indiciado no processo até o momento. Os advogados também disseram que o oficial tem colaborado com as autoridades e permanece à disposição para esclarecer os fatos.

Já a defesa do desembargador informou que ele foi chamado ao local como amigo do tenente-coronel e que quaisquer esclarecimentos serão prestados à polícia.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Militar.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Testemunha diz que três policiais femininas limparam apartamento de PM morta com tiro na cabeça em SP

por Redação 10 de março de 2026

Uma testemunha do condomínio onde a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana morreu em fevereiro afirmou à Polícia Civil que três policiais mulheres foram ao apartamento do casal no Brás, região central de São Paulo, para realizar a limpeza do imóvel horas após a ocorrência. Segundo o relato, as agentes — uma soldado e duas cabos — chegaram ao prédio por volta das 17h48 do dia 18 de fevereiro, acompanhadas por uma funcionária do condomínio.

O caso, inicialmente registrado como suicídio, segue sendo investigado como morte suspeita. Vizinha do casal disse ter ouvido um disparo às 7h28, cerca de meia hora antes da primeira ligação do marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, ao serviço de emergência, às 7h57.

Depoimentos de socorristas reforçam inconsistências na versão do tenente-coronel. Segundo eles, Geraldo estava seco, sem marcas de água, mesmo afirmando que estava no banho no momento do disparo. Além disso, a conduta calma do oficial ao telefone e a ausência de sangue em suas roupas chamaram atenção da equipe de resgate.

Outro ponto que levanta questionamentos é a presença do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele chegou ao prédio às 9h07, subiu ao apartamento com o tenente-coronel e reapareceu no corredor às 9h18. Onze minutos depois, Geraldo saiu do imóvel já trocado.

Em nota, a defesa do tenente-coronel afirma que ele não é investigado, suspeito ou indiciado e tem colaborado com as autoridades. A defesa do desembargador disse que ele foi chamado como amigo do oficial e prestará esclarecimentos à polícia judiciária.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Peritos identificam marcas em corpo de PM morta em SP e investigação sobre morte suspeita avança

por Redação 10 de março de 2026

Peritos encontraram marcas no pescoço e no corpo da policial militar Gisele Santana, após a exumação realizada na última sexta-feira (6) em Suzano, na Grande São Paulo. O achado motivou a solicitação de exames complementares para verificar se houve compressão antes do disparo que matou a soldado dentro do apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, no Brás, região central da capital.

No sábado (7), médicos legistas do Instituto Médico-Legal (IML) Central realizaram tomografia e outros exames de imagem para analisar a lesão cervical. Segundo apuração da TV Globo, o objetivo é confirmar ou descartar a ocorrência de pressão no pescoço antes da morte.

Gisele, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro. O caso, inicialmente registrado como suicídio, passou a ser investigado como morte suspeita. Testemunhos indicam marca arroxeada na mandíbula, e questionamentos sobre inconsistências no horário da morte surgiram. Uma vizinha relatou ter ouvido o disparo às 7h28, cerca de meia hora antes da primeira ligação de Geraldo ao serviço de emergência.

Socorristas que atenderam a ocorrência relataram estranheza na cena: a arma estava na mão da vítima de forma atípica, o sangue já estava coagulado e não havia cartucho no local. O tenente-coronel, que afirmou ter ouvido o disparo durante o banho, não apresentava marcas de água no corpo, levantando dúvidas sobre a narrativa.

Outro ponto analisado é a presença do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do TJ-SP, no prédio na manhã da morte. Ele subiu ao apartamento por volta das 9h07 e reapareceu no corredor às 9h18, minutos antes do marido da vítima sair do imóvel já trocado e com cheiro de produto químico.

Laudos preliminares indicaram que o local não foi preservado adequadamente, comprometendo parte da perícia. Novos exames solicitados após a exumação devem esclarecer as circunstâncias da morte.

Em nota, a defesa de Geraldo Neto afirma que ele não é investigado nem suspeito, e a defesa do desembargador Cogan declarou que ele estava no apartamento como amigo do tenente-coronel, prestando esclarecimentos à polícia judiciária quando necessário.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Feminicidio

Ato na Paulista cobra combate ao feminicídio e expõe avanço das medidas protetivas em SP

por Redação 9 de março de 2026

Cerca de 3 mil pessoas participaram neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato reuniu movimentos sociais e organizações civis que pediram o combate ao feminicídio, igualdade de gênero e criticaram a jornada de trabalho 6×1.

Apesar da mobilização, a chuva que atingiu a região acabou dispersando parte dos manifestantes ao longo da tarde.

Entre as organizações presentes estavam Apeoesp, Bancada Feminista, Central Classe Trabalhadora, União Nacional por Moradia Popular, SimproSP e o Movimento de Mulheres Olga Benário.

A estimativa de público foi feita pelo Monitor do Debate Político da USP/Cebrap em parceria com a ONG More in Common. Segundo o levantamento, cerca de 3,1 mil pessoas estavam na manifestação às 14h14, horário próximo ao início do ato.

Considerando a margem de erro de 12%, o público poderia variar entre 2,8 mil e 3,5 mil participantes.

De acordo com o monitor, a contagem foi feita por meio de imagens aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Por causa da chuva, apenas um voo de drone foi realizado, o que impede confirmar se aquele momento representava o pico da manifestação.

Os protestos também chamaram atenção para os números relacionados à violência contra mulheres no estado de São Paulo.

Segundo dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), uma medida protetiva contra agressores é concedida, em média, a cada quatro minutos no estado. Apenas entre janeiro e fevereiro deste ano, 21.440 decisões desse tipo foram autorizadas.

O número mostra um crescimento expressivo no uso desse mecanismo ao longo dos anos. Em 2015, quando o registro começou a ser sistematizado, foram concedidas 10.804 medidas. Já em 2025, o total chegou a 118.258 — um aumento de 994% em uma década.

Prevista pela Lei Maria da Penha, a medida protetiva é uma ordem judicial de urgência destinada a proteger vítimas de violência doméstica, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Uma mesma vítima pode receber mais de uma medida.

Entre as determinações possíveis estão a restrição ao porte de armas, a proibição de aproximação da vítima, dos filhos ou de testemunhas, além da obrigatoriedade de participação do agressor em programas de reeducação.

Em alguns casos, a medida também prevê o encaminhamento da vítima e da família para abrigos de proteção.

Apesar de ser considerada um dos principais instrumentos de defesa das vítimas, a eficácia das medidas depende da fiscalização. Esse acompanhamento pode ocorrer por meio de rondas da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal ou pelo monitoramento eletrônico dos agressores.

Atualmente, 189 homens são monitorados por tornozeleiras eletrônicas no estado de São Paulo pelo Centro de Operações da Polícia Militar, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

O número é considerado baixo diante da estrutura disponível: o estado possui 1.250 equipamentos.

A Secretaria de Segurança Pública explica que o uso das tornozeleiras depende de solicitação e autorização do Poder Judiciário, normalmente durante audiências de custódia.

O estado de São Paulo foi pioneiro na adoção do monitoramento eletrônico para casos de violência contra a mulher.

Quando o agressor descumpre a medida protetiva, se aproxima da vítima ou deixa a cidade, um alerta é disparado e viaturas policiais são acionadas. O descumprimento da ordem judicial é considerado crime e pode levar à prisão.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!