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Categoria:

Feminicidio

Feminicidio

Caso da PM baleada em SP ganha novos capítulos e levanta dúvidas sobre o que aconteceu no apartamento

por Redação 9 de março de 2026

Imagens e áudios inéditos obtidos pelo Fantástico revelam detalhes dos momentos após a soldado da Polícia Militar Gisele Alves ser baleada na cabeça dentro do apartamento onde morava com o marido, no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro de 2026.

As gravações incluem ligações feitas para serviços de emergência e registros das câmeras de segurança do andar do prédio. O primeiro pedido de socorro foi feito pelo marido da policial, o tenente-coronel da PM Geraldo Neto.

“Alô. É o tenente-coronel Neto, estou no Brás. A minha esposa é policial feminina, ela se matou com um tiro na cabeça. Manda um resgate, uma viatura aqui agora, por favor”, afirmou ele em ligação para a Polícia Militar.

Em seguida, ele também telefonou para o Corpo de Bombeiros. “A minha esposa se matou com um tiro na cabeça. Ela ainda está viva, ela está respirando”, disse.

Imagens das câmeras de segurança mostram o tenente-coronel no corredor do prédio às 8h02, ao telefone e sem camisa. Três minutos depois, ele faz outra ligação. Às 8h13, três bombeiros chegam ao local.

Um dos socorristas, com 15 anos de experiência, relatou em depoimento que achou a cena incomum e decidiu fotografar. Segundo ele, a arma estava encaixada na mão da policial de uma forma que nunca havia visto em casos de suicídio.

Outros pontos também chamaram atenção: o sangue já estava coagulado, o cartucho da bala não foi encontrado e, apesar de afirmar que estava no banho no momento do disparo, o tenente-coronel estava seco e não havia água no chão do apartamento.

Áudios gravados no local mostram o militar falando sobre problemas no relacionamento e a situação financeira do casal.

“A gente está casado há dois anos. De seis meses para cá, a gente começou a ter muita crise”, disse.

Ele relatou que os dois estavam sozinhos desde a noite anterior e que haviam discutido a relação. “O jeito que a gente está vivendo não compensa. Eu estou gastando aí sete mil por mês para viver com dois estranhos. Eu quero me separar”, afirmou.

Segundo o tenente-coronel, a discussão continuou na manhã do ocorrido. Ele afirmou que estava tomando banho quando ouviu um barulho.

“Eu entrei no banho. Fazia um minuto que eu estava debaixo do chuveiro quando escutei o barulho. Achei que fosse ela batendo a porta. Quando abri o box, ela estava caída no chão, no sangue. Ela deu um tiro na cabeça”, declarou.

Os socorristas conseguiram reanimar Gisele no local. Enquanto tentavam salvá-la, relataram que o marido permaneceu ao telefone com superiores e não demonstrava desespero.

Às 8h55, a policial foi retirada do prédio ainda com vida em uma maca. O tenente-coronel aparece nas imagens sentado no corredor.

Um dos pontos que mais chamou atenção da família foi uma ligação feita por Geraldo ao desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O magistrado chegou ao prédio às 9h07 e subiu ao apartamento. Segundo o advogado da família da policial, José Miguel da Silva Junior, é necessário esclarecer o motivo da presença dele no local.

“Ele vai ter que explicar por que estava lá. Pelo relato que temos, o desembargador foi a primeira pessoa acionada após o disparo”, afirmou.

Às 9h18, o desembargador reaparece no corredor. Onze minutos depois, o tenente-coronel surge usando outra roupa.

Testemunhas disseram que ele teria tomado banho nesse intervalo, mesmo após ter sido orientado por policiais a não fazê-lo. Policiais militares relataram ainda que ele voltou com cheiro forte de produto químico.

Laudos da Polícia Técnico-Científica apontam que a cena do crime não foi preservada corretamente, o que dificultou determinar a dinâmica do disparo e quem teria efetuado o tiro.

Um vídeo gravado após a saída dos socorristas mostra o apartamento com móveis fora do lugar, além de panos e produtos de limpeza espalhados pelo chão.

“O apartamento estava uma verdadeira bagunça. O local não foi preservado”, afirmou o advogado da família.

Outro ponto investigado aparece no depoimento de uma vizinha, que disse ter acordado às 7h28 com um estampido forte. A primeira ligação do tenente-coronel pedindo socorro foi registrada apenas às 7h57, cerca de 29 minutos depois.

“Essa lacuna precisa ser explicada. A família merece saber o que aconteceu”, disse o advogado.

Em nota, a defesa do tenente-coronel Geraldo Neto afirma que ele não é investigado, suspeito ou indiciado no processo até o momento. A defesa também declarou que o militar tem colaborado com as autoridades e está à disposição para esclarecer os fatos.

Já a defesa do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan informou que ele foi chamado ao apartamento como amigo do tenente-coronel e que eventuais esclarecimentos serão prestados à polícia judiciária.

Fonte: FANTÁSTICO

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Feminicidio

Mesmo com medida protetiva, 13,1% das vítimas de feminicídio foram mortas em 2024

por Redação 4 de março de 2026

Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio em 2024 foram assassinadas mesmo com Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor. A pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil contabilizou 1.127 casos em 16 unidades da federação, sendo que 148 das vítimas possuíam proteção judicial ativa no momento do crime.

O levantamento abrange 16 estados devido a dificuldades técnicas das polícias em extrair informações de forma automatizada e à ausência de um banco de dados padronizado em nível nacional.

Entre os estados analisados, Acre (25%), Mato Grosso (22,2%) e São Paulo (21,7%) registraram percentuais acima da média nacional, indicando que, em cerca de um quinto dos casos — ou mais —, as vítimas já estavam sob proteção judicial.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum, a falha não está na legislação, mas na fiscalização do cumprimento das medidas. Ela explica que a eficácia da MPU depende de dois procedimentos paralelos: a comunicação formal ao agressor e o aviso às forças de segurança para monitoramento.

Segundo Samira, o agressor precisa ser oficialmente notificado por um oficial de Justiça sobre as restrições impostas. Sem essa comunicação, a medida pode não ter validade prática. Além disso, as polícias precisam ser informadas para garantir a fiscalização. Para ela, é nesse ponto que ocorrem as principais falhas.

A diretora afirma que o problema está na execução da decisão judicial pelo Poder Executivo. Ela defende o fortalecimento de unidades especializadas, como a Patrulha Maria da Penha ou a Ronda Maria da Penha, citando estados como Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul como referências na fiscalização ativa.

Samira também pondera que o uso exclusivo de tornozeleiras eletrônicas não pode substituir políticas estruturadas de proteção. Embora reconheça a utilidade da tecnologia, defende o acompanhamento com acolhimento e contato direto, inclusive por canais como WhatsApp.

Outro entrave apontado é a falta de integração entre o Judiciário e as forças de segurança. Sem comunicação eficaz, a medida pode permanecer sem efeito prático. Ela ainda ressalta a necessidade de mais recursos para permitir monitoramento constante e capilarizado.

Casos recentes reforçam o alerta. Em 21 de fevereiro, em Botucatu, Júlia Gabriela Bravin Trovão e o namorado foram mortos a tiros pelo ex-companheiro dela. Júlia havia registrado dez boletins de ocorrência e solicitado três medidas protetivas contra o suspeito. Em São Bernardo do Campo, Cibelle Monteiro Alves foi morta a facadas pelo ex-namorado enquanto trabalhava em uma joalheria de shopping. Ela também possuía registros anteriores e medida protetiva vigente.

Fonte: G1

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Feminicidio

SP tem janeiro mais letal para mulheres da história com 27 feminicídios

por Redação 3 de março de 2026

O estado de São Paulo registrou, em janeiro, o maior número de feminicídios desde o início da série histórica da Secretaria da Segurança Pública (SSP), em 2018. Foram 27 mortes — o equivalente a quase uma mulher assassinada por dia.

O dado supera o recorde anterior e reforça a tendência de alta observada nos últimos anos. Em 2024, o estado já havia ultrapassado o maior número anual de feminicídios desde que o crime passou a ser contabilizado oficialmente.

Casos recentes voltaram a chamar atenção. Na semana passada, Cibelle Monteiro Alves foi morta a facadas pelo ex-companheiro enquanto trabalhava em uma joalheria em um shopping de Santo Bernardo. No domingo (1º), um homem foi preso suspeito de matar a ex-mulher por asfixia após uma discussão sobre partilha de bens em um motel em Sapopemba, na Zona Leste da capital.

A evolução dos feminicídios registrados em janeiro no estado demonstra a escalada:

2018: 5
2019: 14
2020: 11
2021: 10
2022: 20
2023: 18
2024: 25
2025: 22
2026: 27

Outros indicadores de violência contra a mulher também apresentaram aumento. Os registros de ameaça passaram de 8.705 para 9.646 na comparação entre janeiro do ano passado e o mesmo mês deste ano. Já os casos de lesão corporal subiram de 6.014 para 6.527, segundo a SSP.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mulher é esfaqueada e queimada após recusar relacionamento com ex-colega em Jaboatão

por Redação 3 de março de 2026

Uma jovem de 22 anos foi esfaqueada e teve o corpo queimado por um ex-colega de trabalho em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A auxiliar administrativa Mariele Vitória Alves de Lima está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração, no bairro do Derby, área central do Recife. Segundo a família, o estado de saúde é considerado estável.

De acordo com parentes e amigos, o suspeito, identificado como José Leonardo Pereira da Silva, teria cometido o crime após a vítima recusar um relacionamento amoroso. A defesa dele não foi localizada.

O crime ocorreu na segunda-feira (2). Conforme apuração, o homem havia sido demitido há cerca de 30 dias. Ele teria invadido o antigo local de trabalho e atacado Mariele com golpes de faca. Em seguida, segundo testemunhas, jogou thinner — mistura de solventes usada para diluir tintas — sobre ela e ateou fogo.

A irmã da vítima, Estefânia Maria da Cunha, relatou que ele trabalhava com Mariele e demonstrava interesse amoroso. “Ele queria algo e ela não queria, até que ela encerrou um ciclo, como havia me dito, até mesmo o relacionamento de amizade”, afirmou.

Segundo a tia da jovem, Adenil Alves de Barros, policiais militares localizaram o suspeito na residência onde ele mora. Ele estava com cortes na barriga e no braço, e o celular da vítima teria sido encontrado debaixo da cama.

A família afirma que o homem insistia em investidas, mesmo após a jovem deixar claro que não queria nenhum tipo de envolvimento. Durante o período em que trabalharam juntos, ele chegou a seguir familiares dela nas redes sociais, o que levou Mariele a bloqueá-lo.

O pai da vítima, Diego Adriano Barros da Silva, cobrou punição. “Ela, dentro do trabalho, procurando um objetivo, um sonho, e um monstro desse vem, dá facada nela e queima ela”, disse. A tia também pediu justiça: “Ele não é dono de ninguém e o que ele fez não justifica”.

Como denunciar

Em Pernambuco, denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados.

A Polícia Militar pode ser acionada pelo 190 em caso de crime em andamento.

No Grande Recife, também é possível denunciar pelo Disque-Denúncia da Polícia Civil, no número (81) 3421-9595.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) atende de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, pelo telefone gratuito 0800.281.9455.

A Ouvidoria da Mulher de Pernambuco funciona pelo número 0800.281.8187.

Os endereços e telefones das Delegacias da Mulher podem ser consultados no site do TJPE.

Fonte: G1

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Feminicidio

Amiga de vítima atropelada e arrastada é morta em novo caso de feminicídio em SP

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma jovem de 22 anos foi morta na segunda-feira (23) em mais um caso de feminicídio na capital paulista. Priscila Versão era amiga de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro após ter as pernas amputadas ao ser atropelada e arrastada por um ex-ficante até a Marginal Tietê. O suspeito do crime contra Priscila é o companheiro dela, que está preso.

Priscila trabalhava como autônoma e morava na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. Ela deixou três filhos do relacionamento com o acusado: um menino de seis anos, outro de quatro e um bebê de seis meses.

Segundo o Guia de Encaminhamento de Cadáver, Priscila foi levada pelo namorado ao Hospital Municipal Vereador José Storopoli, no Parque Novo Mundo, já sem sinais de vida. O documento aponta marcas de agressão, hematomas e escoriações pelo corpo, além de sangramento no nariz. As roupas da jovem tinham cheiro de gasolina.

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista Deivit Bezerra Pereira, de 35 anos, chegou à unidade hospitalar com a vítima já morta e ameaçando atear fogo ao próprio corpo. Após se acalmar, ele relatou aos policiais militares que estava com Priscila em um pagode, em um bar, quando discutiram. Disse que foi a um posto de combustível, comprou gasolina e teria despejado o produto no próprio corpo com intenção de suicídio, mas desistiu.

Ainda conforme o registro policial, ele afirmou que, ao retornar ao bar, antes de chegar ao local, encontrou Priscila caída no chão com sangramento no nariz. Segundo sua versão, ele a colocou no carro e a levou ao hospital. A defesa do suspeito não foi localizada.

O caso ocorre meses após a morte de Tainara Souza Santos, que ficou quase um mês internada e passou por várias cirurgias depois de ser atropelada e arrastada. Priscila e Tainara moravam no mesmo bairro e a jovem era próxima de uma irmã de Tainara.

Outros casos de feminicídio também foram registrados. Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, uma jovem de 20 anos foi morta pelo ex-companheiro, de 25, dentro de casa após uma discussão, segundo a Polícia Civil. Bruno Rodrigou Martins fugiu de moto, mas foi preso em flagrante. A vítima, Vitória Silva de Oliveira Pedroso, tinha medida protetiva contra ele, que possuía passagens por agressão, lesão corporal e roubo. Ela apresentava sinais de estrangulamento. A defesa não foi localizada.

Na Zona Leste da capital, no bairro de Guaianases, uma jovem de 18 anos foi vítima de tentativa de feminicídio. O companheiro dela, Alex Barbosa da Silva, de 37 anos, foi preso após esfaqueá-la. Câmeras de segurança registraram o ataque na rua. A vítima, que trabalha como balconista, sofreu perfurações no pulmão. A defesa do acusado também não foi encontrada.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mulher atropelada e arrastada na Marginal Tietê passa por nova cirurgia de amputação em São Paulo

por Redação 23 de dezembro de 2025

A jovem Tainara Souza Santos, de 31 anos, vítima de um grave atropelamento seguido de arrastamento na Marginal Tietê, passou por uma nova cirurgia de amputação nesta segunda-feira (22), no Hospital das Clínicas, em São Paulo. A informação foi confirmada por familiares, que ainda não divulgaram atualizações sobre o quadro clínico dela.

De acordo com o irmão de Tainara, o procedimento cirúrgico teve início ao longo do dia e foi concluído por volta da meia-noite. A nova intervenção foi necessária para a reconstrução dos glúteos, exigindo uma amputação mais alta, na região da coxa.

Além disso, a vítima passou por uma traqueostomia para retirada do tubo respiratório e também por uma cirurgia plástica reparadora. A família informou que o procedimento é considerado um dos mais complexos desde o início do tratamento.

Em publicação nas redes sociais, a mãe de Tainara afirmou que esta cirurgia representa um grande desafio para a equipe médica, devido à gravidade das lesões e às múltiplas intervenções já realizadas desde o ataque.

O caso ocorreu na madrugada do dia 29 de novembro e é investigado como tentativa de feminicídio. Tainara havia deixado um bar no Parque Novo Mundo, na Zona Norte da capital paulista, quando foi atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro.

Segundo relatos, o agressor, identificado como Douglas, iniciou uma discussão dentro do bar por ciúmes. Após o desentendimento, ele aguardou a vítima do lado de fora, entrou em um carro e avançou contra Tainara, que ficou presa sob o veículo.

Imagens de câmeras de segurança mostram a mulher sendo arrastada pela Avenida Morvan Dias de Figueiredo até a altura da Marginal Tietê. Testemunhas tentaram intervir, mas o motorista fugiu em alta velocidade.

O agressor foi localizado pela polícia, tentou reagir à prisão e acabou baleado. À polícia, ele afirmou que pretendia atingir um homem que estaria com Tainara, versão que é contestada pelas investigações.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mulher atropelada e arrastada na Marginal Tietê é transferida para Hospital das Clínicas e apresenta melhora

por Redação 5 de dezembro de 2025

Tainara Souza Santos, de 31 anos, que teve as pernas amputadas após ser atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê, em São Paulo, foi transferida na noite de quarta-feira (3) para o Hospital das Clínicas, unidade de maior complexidade. Desde o acidente, ocorrido no sábado (29), Tainara estava internada no Hospital Municipal Vereador José Storopolli, o Vermelhinho, na Zona Norte.

Segundo a família, a vítima passou pela quarta cirurgia, um enxerto nas áreas amputadas para auxiliar na reconstrução dos membros, e apresentou sinais importantes de melhora que permitiram a transferência. “Só de estar viva, interagindo assim, escutando e apertando a mão, já é glória”, disse a família.

Tainara permanece em recuperação e corre risco de infecções. Antes da quarta cirurgia, ela passou por uma terceira intervenção que durou quase sete horas, na qual foram colocados pinos na bacia e instalada uma sonda. A família alerta que uma vaquinha virtual em nome de Tainara é falsa e pede apenas orações.

O agressor, Douglas Alves da Silva, de 26 anos, foi preso no domingo (30) em um hotel na Vila Prudente, na Zona Leste. O crime é investigado como tentativa de feminicídio. Testemunhas relataram que Douglas atropelou Tainara por ciúmes, arrastando-a pelo carro até a Marginal Tietê.

Tainara é mãe de duas crianças, de 7 e 12 anos, que ainda não foram informadas sobre o ocorrido e estão sob os cuidados do pai.

Fonte: G1

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Feminicidio

São Paulo registra recorde de feminicídios em 2025 e acende alerta sobre violência contra mulheres

por Redação 2 de dezembro de 2025

A cidade de São Paulo registrou, entre janeiro e outubro de 2025, o maior número de feminicídios desde o início da série histórica em 2015. Foram contabilizados 53 casos consumados, superando todo o acumulado de anos anteriores — mesmo sem os dados de novembro e dezembro.

A análise foi feita pela GloboNews com base nos números divulgados pelo Portal da Transparência da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). Desde a criação da Lei do Feminicídio, em 2015, esse tipo de crime passou a ser classificado separadamente de outros homicídios, e sua pena pode chegar a 30 anos de prisão.

Evolução dos feminicídios na cidade de SP:

2025 (jan–out): 53

2024: 51

2023: 38

2022: 41

2021: 33

2020: 40

2019: 44

2018: 29

2017: 26

2016: 13

2015 (a partir de abril): 6

No estado de São Paulo, 207 feminicídios foram registrados nos dez primeiros meses de 2025 — aumento de 8% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 191 casos.

Segundo Silvana Mariano, coordenadora do Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem), o crescimento dos números pode ter relação tanto com a intensificação da violência de gênero quanto com o aperfeiçoamento das autoridades na identificação dos casos. Ela ressalta que a prevenção exige políticas integradas entre educação, saúde, assistência social, habitação, renda e trabalho.

A Prefeitura afirma que mantém programas e estruturas dedicadas ao atendimento de mulheres, como as Casas da Mulher, a Casa da Mulher Brasileira, unidades sigilosas de acolhimento e o programa Guardiã Maria da Penha, que já acompanhou mais de 20 mil vítimas. Também destaca ações como o Auxílio Ampara e o auxílio-aluguel para famílias afetadas pelo feminicídio.

O governo do estado cita iniciativas como a ampliação de Delegacias de Defesa da Mulher, o aplicativo SP Mulher Segura — que conta com botão de pânico —, a Cabine Lilás para atendimentos humanizados e o monitoramento eletrônico de agressores.

Casos recentes reacendem debate sobre violência extrema

O final de novembro e o início de dezembro foram marcados por dois episódios graves na capital.

No sábado (29), Tainara Souza Santos, de 31 anos, foi atropelada e arrastada por mais de um quilômetro por um ex-ficante na Zona Norte. Ela passou por cirurgias e teve ambas as pernas amputadas. O motorista, Douglas Alves da Silva, foi preso.

Na segunda-feira (1º), Evelin de Souza Saraiva, de 38 anos, foi baleada seis vezes pelo ex-companheiro dentro da pastelaria onde trabalha, também na Zona Norte. Ela foi socorrida de helicóptero e segue internada na UTI. O suspeito, Bruno Lopes Barreto, permanece foragido.

As notas completas da Prefeitura e do Governo do Estado podem ser lidas ao final da reportagem.

Fonte: G1

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Feminicidio

Motorista que atropelou e arrastou ex-mulher na Marginal Tietê é preso após confronto com a polícia em SP

por Redação 1 de dezembro de 2025

O motorista Douglas Alves da Silva, de 26 anos, foi preso na noite deste domingo (30) após trocar tiros com policiais militares. Ele é acusado de atropelar intencionalmente e arrastar a ex-companheira, Taynara Souza Santos, por mais de 1 km na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo. O suspeito foi baleado no braço e deve ser encaminhado ao 13º Distrito Policial, na Casa Verde.

Taynara, de 31 anos, passou por cirurgias de emergência e teve ambas as pernas amputadas devido à gravidade das lesões. Ela permanece internada no Hospital Municipal Vereador José Storopolli.

O crime ocorreu na manhã de sábado (29), após Taynara sair de um bar no Parque Novo Mundo. Testemunhas afirmaram que o atropelamento foi motivado por ciúmes. Segundo a Polícia Civil, Douglas discutiu com a vítima pouco antes de entrar em um Golf preto e avançar com o veículo, prendendo-a sob o carro. Imagens entregues à polícia mostram o momento em que ela foi arrastada da Avenida Morvan Dias de Figueiredo até a altura da Marginal Tietê.

Um funcionário do bar relatou que o motorista ainda puxou o freio de mão para intensificar o atrito do veículo contra o corpo da vítima. Não houve sinais de arrombamento ou tentativa de roubo, e o caso é investigado como tentativa de feminicídio com extrema crueldade.

A Polícia Civil identificou o suspeito após análise de câmeras de segurança e depoimentos. Na quarta-feira (26), outro homem chegou a ser detido, mas foi liberado após prestar esclarecimentos.

A Secretaria da Segurança Pública informou que as diligências para localizar e prender Douglas já estavam em andamento desde sábado. A pasta ressaltou que as evidências apontam que o motorista teve a intenção de atropelar e matar a vítima.

Fonte: G1

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Feminicidio

MP pede soltura de suspeito por feminicídio em Alphaville; esposa foi encontrada morta com ferimentos na cabeça

por Redação 18 de agosto de 2025

O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a soltura de Fábio Seoane Soalheiro, de 59 anos, investigado pelo feminicídio da companheira Bruna Martello Carvalho, de 35 anos, em Alphaville, na Grande São Paulo. A decisão foi pedida pelo promotor Vitor Petri.

Bruna foi encontrada morta no apartamento do casal com ferimentos na cabeça, rosto, braços e pernas, deixando uma filha de 5 anos. No dia do crime, Fábio havia chamado o SAMU, alegando que a vítima teria sofrido uma convulsão.

O pedido de revogação da prisão preventiva se baseia na alegação de que a causa da morte ainda não foi determinada, e que os exames toxicológico e anatomopatológico não foram concluídos. O MP propõe medidas cautelares, como monitoramento de equipamentos eletrônicos, proibição de mudar de endereço sem autorização judicial e restrição de viagens ao exterior.

A defesa de Fábio nega intenção dolosa e afirma que ele colaborou desde o início das investigações. A advogada da família da vítima contestou a solicitação do MP, citando laudos que indicam sinais compatíveis com asfixia por compressão torácica externa.

Fonte: G1

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