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Categoria:

Eleições

São PauloEleições

Mais de 67 mil pessoas anularam o voto para prefeito no 1° turno em SP apertando n° dos partidos de Lula e Bolsonaro nas urnas

por Redação 11 de outubro de 2024

Dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) apontam que mais de 67 mil pessoas anularam o voto para prefeito de São Paulo no 1° turno, votando nos partidos dos padrinhos políticos, ao invés dos candidatos originais.

O número mais alto foi registrado em votos no número 13, do PT de Lula, partido que pela primeira vez desde a redemocratização não teve candidato próprio na cidade de São Paulo.

No total 48.131 eleitores votos direcionado aos PT no 1° turno, no domingo (6).

A pedido de Lula e Fernando Haddad, o PT optou em apoiar a candidatura do deputado federal Guilherme Boulos, do PSOL, que tem o número 50 nas urnas em todo o país.

Votos nulos para prefeito na cidade de São Paulo / 1° turno

Partido / número da urnaVotos registrados no 1° turno
PT – número 1348.131 votos
PL – número 2218.899 votos
PSL – número 17756 votos
Total67.786 votos nulos

Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de SP (TRE-SP)

Boulos passou para o 2° turno em São Paulo em votação apertada contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB), que tenta a reeleição, e o empresário Pablo Marçal (PRTB).

Nunes avançou ao 2° turno em 1° lugar, com uma diferença de apenas 25 mil votos em relação ao candidato do PSOL.

Com os 48 mil votos nulos dados ao PT na eleição da capital , o psolista certamente teria chegado em primeiro lugar na corrida do último domingo (6).

Mesmo que 18.899 votos anulados que foram para o PL, Partido Liberal de Bolsonaro, número 22, que apoia Nunes na capital paulista, o atual prefeito não teria conseguido superar o candidato do PSOL numericamente nas urnas.

Apuração do 1°turno / Prefeito de SP

Candidatovotos totais% de votos válidos
Ricardo Nunes (MDB)1.801.139 votos29,48%
Guilherme Boulos (PSOL)1.776.127 votos29,07%
Pablo Marçal (PRTB)1.776.127 votos28,14%
Tabata Amaral (PSB)605.552 votos9,91%
Datena (PSDB)112.3441,84%
Marina Helena (Novo)84.2121,38%

Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de SP (TRE-SP)

O candidato do PSOL, por sua vez, teve uma diferença de votos de 56 mil em relação ao candidato Pablo Marçal (PRTB).

Segundo o TER-SP, outras 756 pessoas votaram no número 17, que é do PSL, antigo partido de Jair Bolsonaro, ao qual ele foi eleito presidente em 2018.

Vale lembrar que essa confusão nas urnas na hora da votação também é um pouco culpa dos partidos, que durante o 1° turno usaram muito nas propagandas eleitorais os padrinhos políticos.

Boulos e Nunes chegaram a ser condenados pele Justiça Eleitoral por uso excessivos das figuras de Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas propagandas de rádio e tv, excedendo o limite máximo de tempo permitido pela lei.

Fonte: G1

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Eleições

Debate da Globo em SP: candidatos apresentam propostas nos primeiros blocos, mas depois voltam a se atacar

por Redação 4 de outubro de 2024

A três dias das eleições, candidatos à Prefeitura de São Paulo apresentaram suas propostas nos primeiros blocos do debate da TV Globo na noite desta quinta-feira (3), mas, no terceiro e no quarto blocos, voltaram a trocar críticas e a citar investigações policiais contra adversários. Foram feitos ataques contra aliados dos oponentes, um documento foi apresentado e houve até menção a um suposto “gesso cenográfico”.

Com mediação do jornalista César Tralli, participaram Datena (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Pablo Marçal (PRTB), Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB).

No início do programa, Marçal foi escanteado pelos candidatos, sendo o último a ser escolhido para responder a perguntas. Nos dois primeiros blocos, não houve nenhum pedido de direito de resposta. No decorrer do debate, no entanto, foram solicitados direitos de resposta por nove vezes, todos negados.

Atacado ao longo da campanha por Marçal por suposto uso de drogas, Boulos escolheu o último encontro para apresentar um exame toxicológico feito no dia 2 de outubro, que mostra que o deputado não tinha feito uso de entorpecentes.

Nunes também quis passar a limpo os ataques de Marçal por um boletim de ocorrência de sua esposa contra ele, e afirmou que o registro foi feito em um breve momento de separação do casal e que ele não bateu na mulher. O B.O. é sobre ameaça.

Tabata acusou Marçal de usar um “gesso cenográfico” no braço há “três semanas”: “A gente sabe que não tem nada ali, mas ele continua encenando”, afirmou. O candidato do PRTB está usando gesso desde o episódio da cadeirada dada por Datena durante o debate realizado pela TV Cultura, em 15 de setembro.

Foram convidados os candidatos de partidos com, no mínimo, cinco representantes no Congresso Nacional, assim como os que alcançaram pelo menos 6% de intenções de voto na última pesquisa da Quaest, divulgada na segunda (30).

O debate se dividiu em quatro blocos: o primeiro e o terceiro com temas livres, o segundo e o quarto, com assuntos determinados. Naqueles com tema livre, o candidato (sorteado anteriormente) escolheu para quem direcionar sua pergunta, entre os que ainda não tinham respondido naquele bloco. Todos precisariam fazer um questionamento e responder a uma questão em cada bloco.

Ao final do quarto bloco, cada candidato teve 2 minutos para fazer suas considerações finais.

As regras foram apresentadas e aceitas por representantes dos candidatos em reuniões realizadas na sede da TV Globo em São Paulo. Não foi permitido aos candidatos apresentar documentos, celular nem tablet nem se referir aos adversários com insultos. O mediador poderia advertir os participantes: na primeira advertência, o candidato perderia um minuto das considerações finais. Na segunda, perderia toda a consideração final. Na terceira, seria expulso do programa.

Fonte: G1

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Eleições

Debate do Flow termina com Marçal expulso e marqueteiro de Nunes agredido

por Redação 24 de setembro de 2024

O oitavo debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo, realizado nesta segunda-feira pelo Grupo Flow, foi marcado por uma confusão no final. Pablo Marçal (PRTB) foi expulso nos segundos finais do programa, repreendido pelo apresentador Carlos Tramontina por usar apelidos pejorativos contra Ricardo Nunes (MDB) — o que era proibido pelas regras do programa. Pouco depois, o marqueteiro de Nunes, Duda Lima, foi agredido por um assessor de Marçal com um soco e deixou o estúdio ensanguentado.

Marçal foi eliminado faltando dez segundos para que concluísse suas considerações finais. O ex-coach, que havia mantido o tom moderado durante o debate, chamou repetidas vezes o prefeito Ricardo Nunes de “bananinha” e prometeu “prender” o emedebista caso seja eleito, citando investigações a respeito da máfia das creches.

A saída do candidato do PRTB do programa foi seguida de um corre-corre, com seguranças e assessores invadindo o estúdio. A confusão foi deflagrada por um soco desferido por Nahuel Medina, integrante da equipe de Marçal, no marqueteiro Duda Lima. Segundo um dos presentes, Medina tentava filmar a expulsão de Marçal com um celular, quando o marqueteiro de Nunes teria pedido licença para o rapaz e levado o soco.

— Esse rapaz deu um soco no Duda Lima, do nada. Ele ficou sangrando, com o rosto pingando sangue no chão — afirmou Leandro Narloch, chefe de comunicação de Marina Helena (Novo).

Em publicação em suas redes sociais, Medina disse mais tarde que apenas “se defendeu institivamente”. O homem, um dos responsáveis por produzir os vídeos de Marçal, compartilhou um vídeo em que mostra Duda Lima rindo após o anúncio da expulsão do candidato do PRTB, e aparentemente tentando tomar o celular de suas mãos.

— Ele (Duda Lima) levou um soco do nada, de uma forma covarde. A delegada achou melhor ele ir para o hospital. Não está se sentindo bem, estava com tontura. Estamos indo para o hospital — disse Nunes na saída da delegacia. Segundo o prefeito, o marqueteiro será atendido no Hospital Sírio-Libanês e só depois prestará depoimento.

Tassio Renam, advogado e coordenador de campanha de Pablo Marçal, disse que Medina foi alvo de uma agressão de Duda Lima antes de desferir um soco no marqueteiro e que um boletim de lesão corporal será registrado por parte da defesa da equipe de Marçal.

— O Medina não está detido. Ele está aguardando o momento de dar o depoimento dele. Ele não saiu na viatura, ele veio dentro do meu carro. Foi na verdade um ato de legítima defesa. O Duda Lima dá uma risada, na esperança de tomar o celular dele, acaba desferindo um golpe que rasga a camisa dele, arranha o peito dele — disse Renam.

Ainda na saída do estúdio, Marçal defendeu seu funcionário. Segundo o candidato, o integrante de sua equipe apenas revidou uma provocação de Duda Lima. Para Marçal, o mediador do debate errou ao expulsá-lo do evento.

— Ele (Duda) avançou, agrediu o integrante da minha equipe e ele, na reação, acabou desferindo um soco contra ele. Infelizmente, as pessoas estão sem esse equilíbrio emocional na nossa sociedade, é o que eu falo todos os dias, que a gente precisa ensinar, desde a base no ensino público, a inteligência socioemocional — afirmou o ex-coach. — Quem tratou o Duda Lima foi o enfermeiro da minha equipe. O enfermeiro da minha equipe que tratou ele, só pra vocês saberem. Então é o seguinte, péssimo debate.

Tramontina, o mediador do debate, criticou Marçal por aproveitar o tempo final para “adotar o projeto de sair fazendo tudo aquilo que ele não pode de agressão e desrespeito”.

— Ele claramente usou o tempo final na expetativa de que isso fosse ser o fecho do debate sem nenhuma responsabilização ou consequência — disse o mediador.

A reação dos candidatos
Após o debate, Marina Helena classificou a confusão como “inaceitável”. Em entrevista aos organizadores, a candidata defendeu a prisão do assessor de Marçal e disse que é preciso inteligência emocional porque já precisou “fugir” duas vezes de debates devido a confusões.

— Uma agressão física como essa é inaceitável — disse.

Tabata Amaral (PSB) disse que Marçal “conseguiu mais uma vez” roubar o holofote por não conseguir pautar o debate.

— Tenho certeza que amanhã só vão falar no soco, não vão falar em propostas — disse a candidata, claramente irritada.

Guilherme Boulos (PSOL) também classificou a ação como inaceitável e disse que Marçal é o “boi de piranha” de Nunes, chamando a atenção e evitando que os problemas da gestão do prefeito ganhassem o foco.

Fonte: OGLOBO

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Eleições

Após cadeirada e gritaria, eleição de SP tem primeiro debate sem tumulto entre candidatos

por Redação 20 de setembro de 2024

O debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, realizado na manhã desta sexta-feira (20) pelo SBT, portal Terra e Rádio Nova Brasil, foi marcado pela apresentação de propostas, com poucos ataques, diferente dos anteriores que registraram gritaria, acusações e cadeirada.

Participaram os candidatos que lideram a disputa na cidade: Guilherme Boulos (PSOL), José Luiz Datena (PSDB), Marina Helena (Novo), Pablo Marçal (PRTB), Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB).

Durante o primeiro bloco, Pablo Marçal (PRTB) foi o último a ser escolhido para responder os questionamentos de outros candidatos. Ele chegou a perdir perdão aos eleitores pelos adversários, não usou apelidos como nos últimos e disse que agora terá postura de governante após mostrar sua pior versão nos outros debates.

“Eu quero pedir perdão pra todo eleitor paulistano, que a minha tentativa até o último debate, a campanha começa pra valer agora, foi expor o caráter de cada um, de alguém que precisa de internação psiquiátrica, de outro que tem um perfil ditatorial, de alguém que tem boletim de ocorrência em relação a violência doméstica, de alguém que demonstra, você viu. Não adianta ouvir propostas de 10 candidatos sendo que eles não são viáveis emocionalmente, espiritualmente, fisicamente”, afirmou.

E ressaltou: “Só pra vocês perceberem que em todos os debates eu nunca fui o palhaço, eu sempre respondi os palhaços. A Tabata, que parece a moça mais comportada de todas, ela acabou de ceder esse espaço. A grande verdade é que alguém escrever sua proposta ou chamar um marqueteiro pra fazer você ficar parecendo Lulinha paz e amor não vai convencer ninguém, as pessoas querem saber a sua pior versão e a sua melhor. A minha pior eu já mostrei nos debates. A partir de agora você vai ver alguém que tem postura de governante, que de fato gerou riqueza, gerou mais empregos”.

O encontro começou às 11h15 . As posições de cada candidato foram definidas em um sorteio feito com integrantes de todas as campanhas no dia 27 de agosto. Diferente do último debate realizado pela RedeTv!, logo após a cadeirada dada por Datena a Marçal, as cadeiras não foram parafusadas.

No estúdio houve a presença de seguranças da emissora e também dos seguranças dos candidatos. Também foi permitido ter plateia, mas apenas para convidados dos candidatos.

No primeiro bloco, pela ordem de sorteio, Guilherme Boulos (PSOL) foi o primeiro candidato a escolher alguém para ser questionado sobre segurança pública. Boulos escolheu Datena (PSDB), e ambos apresentaram propostas para combater a violência doméstica.

Ricardo Nunes foi o segundo sorteado que poderia fazer pergunta. Ele escolheu Guilherme Boulos para debater a questão climática.

Na sequência, Marina Helena (Novo) escolheu Nunes para falar sobre zeladoria. Durante questionamento, ela alfinetou Datena dizendo que “aprendeu a falar proposta”.

“Gente, você que está em casa, está cansado do que você está vendo aqui. A grande verdade é que a política se distanciou muito da sua realidade. E o que a gente tem aqui é um grande circo em que a gente vê o que aconteceu nos últimos debates, todo mundo fica falando um monte de propostas pra você, até o Datena, que gaguejava no primeiro debate, aprendeu a falar propostas. Propostas iguais, feitas baseadas em pesquisas, que querem saber exatamente o que que você quer escutar”, afirmou.

Em seguida, Datena escolheu Tabata para questionar sobre saúde. Tabata, em seguida, questionou Pablo Marçal sobre educação. O candidato falou sobre propostas e ressaltou sobre uma mudança de postura.

No segundo bloco foram feitas perguntas dos jornalistas participantes, que escolheram candidatos para responderem. Simone Queiroz e Fabio Diamante, do SBT, fizeram duas perguntas cada. Luciana Pioto, do Terra, e Roberto Nonato, da Novabrasil, perguntam uma vez.

No terceiro bloco houve uma nova rodada de perguntas. O candidato Pablo Marçal foi o primeiro a questionar os adversários, mas foi um dos últimos a ser escolhido para responder.

O debate também foi marcado por poucos pedidos de direito de resposta, sendo 6 ao total.

Fonte: G1

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Eleições

Primeiro debate após cadeirada tem novas brigas e gritaria em meio a acusações entre candidatos à Prefeitura de SP

por Redação 17 de setembro de 2024

O debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo , realizado pela RedeTV! e o portal Uol na manhã desta terça-feira (17), foi marcado por novas brigas, trocas de acusações, gritaria e inúmeros pedidos de direito de resposta.

Participaram os candidatos que lideram a disputa na cidade: Guilherme Boulos (PSOL), José Luiz Datena (PSDB), Marina Helena (Novo), Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB).

O encontro começou às 10h20 já em clima de tensão após o apresentador José Luiz Datena ter agredido Pablo Marçal com uma cadeira durante o debate realizado pela TV Cultura no domingo (15).

Datena e Marçal comentaram sobre o episódio e trocaram acusações. O candidato do PRTB disse que Datena teve um comportamento “análogo a orangotango”.

“No último debate, eu tava terminando a minha fala, falando que o Datena não é homem e aqui eu retifico, retifico não, ratifico, ele não é homem, ele é um agressor e as cadeiras aqui foram parafusadas no chão porque ele teve um comportamento análogo a um orangotango, numa tentativa de homicídio contra mim. E eu quero agradecer todos os candidatos aqui que não foram solidários”.

Datena pediu direito de resposta e rebateu afirmando que não se orgulhava do ocorrido, mas que agiu em defesa de sua família e disse que não bateria em “covarde” duas vezes.

“Você pode me provocar da forma que você quiser, que eu não vou partir pra agressão com você porque eu não bato em covarde duas vezes. Covarde apanha uma vez só, eu não vou fazer isso.”

Logo depois, o debate chegou a ser interrompido por conta de um bate-boca e gritaria protagonizados por Ricardo Nunes (MDB) e Pablo Marçal (PRTB).

A moderadora precisou elevar a voz e avisar que ambos seriam suspensos caso não parassem.

Desde o início, Marçal se recusou a falar com a imprensa, depois disse que não iria beber a água oferecida pelo evento, e não aceitava o previsto em regra, que deveria se referir aos adversários pelo nome – e não por apelidos pejorativos.

Em uma das perguntas de livre escolha, ele se referiu a Nunes como “Bananinha” e questionou o atual prefeito sobre o boletim de ocorrência por violência doméstica feito pela esposa de Nunes em 2011. O caso foi revelado pela Folha de S. Paulo em 2020.

Nunes também optou pela estratégia de acusação e usou como argumento a condenação de Marçal por furto qualificado em 2010, em primeira instância, em relação à Operação Pégasus, deflagrada pela Polícia Federal em 2005, e que teve como objetivo desmantelar uma quadrilha especializada em invadir contas bancárias por meio da internet.

“Ele saiu da cadeia, mas a cadeia não saiu de dentro dele. A forma como ele vem colocando e tratando as pessoas assim, é a forma da malandragem de cadeia. Ele cria na provocação, ele manda mensagens das pessoas, como mandou pra mim, se solidarizando, como o Datena colocou e saiu no Uol, na mesma estratégia que fez com aqueles aposentados, pessoas humildes, de mandar e-mail, querendo ganhar a confiança da pessoa, a pessoa acessava, levava ali à abertura das suas contas correntes, pra ele subtrair o recurso, quem tá falando isso é a justiça, é a condenação de 4 anos e 5 meses, onde ele já foi preso. Agora, é o tempo todo atacando as pessoas.”

Muitas acusações, poucas propostas
O segundo bloco foi mais civilizado, mas permaneceu com escassez de propostas.

As acusações seguiram em pauta, e esquentaram o clima quando Marina Helena (Novo) acusou sem provas Tabata Amaral de fazer viagens em jatinho particular para visitar o namorado, João Campos (PSB), atual prefeito de Recife e candidato à reeleição.

Tabata negou e classificou as acusações de Marina como um “deliro grave”.

“Aguarde um processo. Você não pode trazer uma afirmação que simplesmente não corresponde à realidade.”

O terceiro bloco manteve a retórica dos ataques e pedidos de direito de resposta, principalmente por conta das acusações feitas por Marçal a Ricardo Nunes e Datena.

No segundo e quarto blocos, os candidatos também tiveram que responder perguntas feitas por jornalistas do Uol e da RedeTv!.

Dentre os questionamentos, Nunes foi indagado sobre irregularidades em contratos emergenciais da prefeitura.

Já Boulos, a respeito da falta de adesão da periferia em sua campanha. Marina Helena respondeu sobre sua proposta a tarifa variável do ônibus e se considerava o candidato Pablo Marçal um representante da direita.

Pablo Marçal foi questionado sobre suas críticas ao programa de transferência de Renda, Bolsa Família, ao qual ele afirma que desejaria acabar caso chegasse à presidência.

Datena respondeu se tinha se arrependido de ser vice-prefeito de Tabata Amaral e se lançado candidato.

No quinto e último bloco, foram apresentadas as considerações finais de cada candidato.

Cadeiras parafusadas e regras
Para evitar novas agressões do tipo, a RedeTV! parafusou as cadeiras no chão durante o encontro.

O debate ocorreu na sede da emissora em Osasco, na Grande SP. A organização também determinou a expulsão em caso de agressão verbal.

Um vídeo obtido pelo blog da jornalista Andréia Sadi mostra que um segurança foi destacado para cada candidato presente no estúdio.

Agressão em debate

José Luiz Datena (PSDB) agrediu Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeirada durante um debate com os candidatos à Prefeitura de São Paulo, neste domingo (15). O encontro, organizado pela TV Cultura, foi temporariamente interrompido após o incidente.

Marçal foi levado para o Hospital Sírio-Libanês, onde ficou internado durante a madrugada e teve alta na segunda-feira (16).

Segundo o boletim médico divulgado pela unidade, Marçal teve traumatismo na região do tórax à direita e em punho direito, sem maiores complicações associadas.

A agressão aconteceu depois que Pablo Marçal fez uma pergunta para Datena. O candidato do PRTB perguntou ao apresentador quando ele pararia com a “palhaçada” e desistiria da candidatura. Antes, ele havia citado uma denúncia de assédio sexual contra Datena.

“A gente quer saber que horas você vai parar. Já abandonou entrevista chorando. Você, que é um cara que só fala quando tem uma televisãozinha escrevendo ali, que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que ele tá fazendo aqui?”, disse.

Datena disse que Marçal estava fazendo acusações e calúnias contra ele. O apresentador chamou Marçal de “bandidinho”.

“A acusação que você fez sobre mim eu já, repito, não foi investigada porque não havia provas. Foi arquivada pelo Ministério Público”, disse. “O que você fez comigo hoje foi terrível. Espero que Deus lhe perdoe. Você me pediu perdão anteontem. Eu te perdoei.”

Na réplica, Marçal disse que Datena não sabia o que estava fazendo no debate e o chamou de “arregão”. Ele disse que Datena queria agredi-lo no debate da TV Gazeta, em 8 de setembro.

“Você não respondeu à pergunta. A gente quer saber. Você é um arregão. Você atravessou o debate esses dias para me dar tapa e falou que você queria ter feito. Você não é homem nem para fazer isso. Você não é homem,” afirmou Marçal.

Na sequência, Datena agrediu Pablo Marçal com uma cadeira. O programa foi interrompido.

Um vídeo publicado no Instagram da jornalista Monica Bergamo, da “Folha de S.Paulo”, mostra os momentos seguintes à agressão. As imagens registraram Datena e Marçal sendo separados e trocando ofensas. Marçal, então, voltou ao púlpito.

Polícia investiga
Na segunda, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar os crimes de lesão corporal e injúria após Datena agredir Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeira durante um debate realizado na TV Cultura na noite de domingo (15).

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que o caso foi registrado no 78° Distrito Policial (Jardins) após a confusão.

No registro, o advogado de Marçal foi orientado quanto ao prazo para ofertar representação criminal para o prosseguimento da investigação. Com isso, a representação, que poderia ser feita em até seis meses, foi realizada nesta segunda no 15º Distrito Policial.

Denúncia no MP Eleitoral
Nesta terça, o candidato José Luiz Datena (PSDB) representou criminalmente contra Pablo Marçal por calúnia e difamação na Justiça Eleitoral.

O documento é assinado pelo criminalista Roberto Podval e mais seis advogados de Datena.

Nele, a defesa do apresentador afirma que a a conduta Marçal é “ilegal, ardilosa, politiqueira e mesquinha, e deve ser banida pela Justiça Eleitoral, tendo em vista se tratar de atitude que visa confundir o eleitor e manchar a honra e a imagem de adversário”.

Fonte: G1

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Eleições

Campanha de Marçal pede mais segurança em estúdio; Boulos vai discutir ‘pacto de civilidade’ e Tabata, Nunes e Datena consideram regras suficientes

por Redação 17 de setembro de 2024

A cada nova confusão no debate à prefeitura de São Paulo, os candidatos pleiteiam o endurecimento das regras durante o encontro. Após o episódio da cadeirada neste domingo (15), as campanhas de Ricardo Nunes (MDB), Tabata Amaral (PSB) e José Luiz Datena (PSDB) consideram que as regras já são as mais rígidas possíveis e criar outras não evitaria novas agressões.

A punição prevista e aplicada foi a expulsão de Datena após a violência física contra o adversário.

Já a campanha de Pablo Marçal (PRTB) quer mais mudanças para o próximo embate, organizado pela RedeTV e UOL na manhã desta terça-feira (17), menos de dois dias depois da agressão.

Até então, já estava proibido filmar e não havia plateia dentro do estúdio. A imprensa também não foi autorizada a acompanhar o debate dentro do local de gravação. Os candidatos não poderiam deixar os seus púlpitos e cada um podia ter junto dele apenas um assessor de imprensa, dois assessores de campanha e um segurança.

Agora, a equipe de Marçal pede que dois seguranças possam acompanhar o candidato – e que um deles fique próximo do púlpito. Os responsáveis pelo debate desta terça não responderam à campanha se permitirão a entrada de mais seguranças.

A campanha do candidato do PRTB também pediu que Datena seja impedido de participar dos próximos encontros, mas não foi atendida, e o tucano já confirmou presença no próximo encontro, assim como todos os outros adversários.

Já Guilherme Boulos (PSOL) não quer novas regras, mas defende um “pacto de civilidade” entre os adversários antes do início do próximo embate e vai chamar os candidatos “que têm compromisso com a democracia” para propor um padrão mínimo de comportamento antes do início do embate.

Perguntado se concordava que Datena deveria ser impedido de participar dos próximos encontros, Boulos disse que não. “O primeiro que deveria ter repreendas, considerando o histórico dos cinco debates que tivemos, é o Marçal. Ele desrespeitou as regras sistematicamente, atacou a honra das pessoas, inventou mentiras. À medida que uma pessoa que atua como ele está presente nos debates, o Datena também deve estar”, respondeu após uma agenda de campanha na tarde desta segunda-feira (16).

Procuradas, as equipes de Tabata e Nunes também afirmaram que não pretendem pedir que Datena seja impedido de debater.

Os candidatos à Prefeitura de São Paulo vão se encontrar em outras seis oportunidades até a realização do primeiro turno da eleição, marcado para 6 de outubro.

Nesta terça-feira, há duas rodadas de perguntas entre os adversários, no primeiro e no terceiro bloco. Cada um escolhe para quem vai direcionar o questionamento.

Novas regras
O primeiro episódio de violência entre os candidatos aconteceu no debate do Estadão/Faap há um mês, em 14 de agosto. Uma discussão entre Boulos e Marçal resultou em um tapa do psolista em uma carteira de trabalho usada pelo ex-coach para provocar o adversário político.

No debate seguinte, organizado pela Veja, os candidatos Boulos, Datena e Nunes decidiram não comparecer.

Os candidatos toparam voltar aos debates após redefinir as regras. No encontro realizado pela TV Gazeta e o Canal MyNews, o debate não teve plateia e só foram autorizados dois assessores por candidato.

Os candidatos também eram obrigados a permanecer nos púlpitos e não podiam se aproximar dos adversários. Assessores podiam conversar com os candidatos apenas nos intervalos e não estava autorizado uso de celular ou qualquer outro material.

Além disso, o candidato que desrespeitar as regras deveria levar advertência e, no caso de descumprimento de regras, ser retirado do debate.

Não foi suficiente. Provocado repetidas vezes por Marçal, Datena acabou indo até o púlpito do adversário, os dois trocaram xingamentos e o tucano ameaçou agredir o ex-coach, mas sem chegar às vias de fato.

Os seguranças foram acionados, Datena foi formalmente advertido, e o direito de resposta de Marçal foi retirado. Mas ninguém foi expulso.

Fonte: G1

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Eleições

Datena agride Pablo Marçal com cadeirada durante debate

por Redação 16 de setembro de 2024

José Luiz Datena (PSDB) agrediu Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeirada durante um debate com os candidatos à Prefeitura de São Paulo, neste domingo (15). O encontro, organizado pela TV Cultura, foi temporariamente interrompido após o incidente.

Marçal foi levado para o Hospital Sírio-Libanês e, segundo a equipe dele, sofreu uma fratura na costela. O hospital, entretanto, ainda não divulgou boletim médico.

A agressão aconteceu depois que Pablo Marçal fez uma pergunta para Datena. O candidato do PRTB perguntou ao apresentador quando ele pararia com a “palhaçada” e desistiria da candidatura. Antes, ele havia citado uma denúncia de assédio sexual contra Datena.

“A gente quer saber que horas você vai parar. Já abandonou entrevista chorando. Você, que é um cara que só fala quando tem uma televisãozinha escrevendo ali, que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que ele tá fazendo aqui?”, disse.

Datena disse que Marçal estava fazendo acusações e calúnias contra ele. O apresentador chamou Marçal de “bandidinho”.

“A acusação que você fez sobre mim eu já, repito, não foi investigada porque não havia provas. Foi arquivada pelo Ministério Público”, disse. “O que você fez comigo hoje foi terrível. Espero que Deus lhe perdoe. Você me pediu perdão anteontem. Eu te perdoei.”

Na réplica, Marçal disse que Datena não sabia o que estava fazendo no debate e o chamou de “arregão”. Ele disse que Datena queria agredi-lo no debate da TV Gazeta, em 8 de setembro.

“Você não respondeu à pergunta. A gente quer saber. Você é um arregão. Você atravessou o debate esses dias para me dar tapa e falou que você queria ter feito. Você não é homem nem para fazer isso. Você não é homem,” afirmou Marçal.

Na sequência, Datena agrediu Pablo Marçal com uma cadeira. O programa foi interrompido.

Um vídeo publicado no Instagram da jornalista Monica Bergamo, da “Folha de S.Paulo”, mostra os momentos seguintes à agressão. As imagens registraram Datena e Marçal sendo separados e trocando ofensas. Marçal, então, voltou ao púlpito.

Datena expulso
Ao voltar ao ar, o moderador do debate, Leão Serva, anunciou que Datena havia sido expulso do encontro por causa da agressão física.

Leão Serva afirmou que Marçal abandonou o debate para buscar atendimento de saúde, já que não estava se sentindo bem. Ainda segundo o moderador, o candidato também receberia uma advertência da organização por ter agredido verbalmente Datena.

O programa continuou com a presença dos demais candidatos. Em nota, a TV Cultura lamentou o ocorrido. Leia o comunicado na íntegra no fim da reportagem.

Marçal no hospital
A equipe de Pablo Marçal afirmou que o candidato foi encaminhado para o Hospital Sírio-Libanês. Ele fraturou uma costela e deve passar a madrugada desta segunda-feira (16) em observação.

O hospital ainda não divulgou boletim médico com detalhes sobre o estado de saúde do candidato.

A equipe informou ainda que Marçal foi medicado e passou por exames, incluindo uma tomografia. Além disso, um advogado do candidato foi até a Polícia Civil registrar um boletim de ocorrência contra Datena.

A agenda de campanha para esta segunda-feira foi cancelada.

O que diz Datena
Datena comentou sobre o caso na saída do debate e afirmou que “perdeu a cabeça” ao lembrar da morte da sogra por AVCs depois de uma denúncia de suposto assédio sexual contra ele.

“Eu não escolho momento da emoção. Eu sou um cara de verdade. Eu lembrei da minha sogra morrendo ali nos braços da minha mulher e depois de passar por tudo aquilo que eu passei e trabalhando todo dia na televisão me defendendo no foro adequado, com processo arquivado no foro adequado, foram os piores momentos que passei da minha vida”, disse.

“E tenho certeza que minha sogra morreu por causa disso, porque foi em um momento que ela ouviu que havia esse processo e ela teve o primeiro AVC logo em seguida. Eu senti tudo isso voltar na minha cabeça e, na verdade, eu não pude me conter. Tô errado? Tô. Mas fazer o que? Já foi”, afirmou.

Nota da TV Cultura
“A TV Cultura lamenta o episódio ocorrido durante o Debate com candidatos à Prefeitura de São Paulo, neste domingo (15/9), envolvendo os candidatos José Luiz Datena (PSDB) e Pablo Marçal (PRTB).

A emissora reitera que, após a agressão, todas as providências foram tomadas, de acordo com as regras estabelecidas previamente – por escrito, entre a Cultura e as campanhas de todos os candidatos presentes -, incluindo a expulsão do candidato José Luiz Datena. Além disso, o Debate foi mantido mediante consulta e concordância dos demais candidatos.

Durante o ocorrido, todas as medidas, incluindo relacionadas à cobertura da imprensa, foram tomadas visando à segurança dos presentes no Teatro B32 e em consonância às regras deliberadas anteriormente.”


Fonte: G1

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Eleições

Datena admite que ‘escolheu eleição errada’ e defende internação compulsória caso a caso na Cracolândia

por Redação 30 de agosto de 2024

O tucano José Luiz Datena abriu a entrevista à GloboNews nesta quinta-feira (29) afirmando que não irá desistir da candidatura à Prefeitura de São Paulo. Mais adiante, admitiu que “escolheu a eleição errada”, a “mais difícil” para estrear na política.

“Não tenha dúvida, eu considero muito ter saído na eleição errada. Primeiro que é a eleição mais difícil”, afirmou o candidato do PSDB.

E emendou: “Escolhi a eleição errada também porque nas outras eu estava com 25%, 30% já de saída. Se eu tivesse intenção, na realidade, de sair para uma eleição considerada certa, eu teria saído nas outras eleições, só que o que aconteceu nas outras eleições… Eu fui sacaneado, percebi que tinha sacanagem no meio do caminho e deixei. Até agora, o PSDB cumpriu tudo o que disse que iria cumprir comigo”.

Datena disse também que fazer política é “cansativo” e que, se não for eleito prefeito, talvez nem chegue a se candidatar ao Senado, cargo que era o seu principal desejo.

Quando questionado sobre ausência de metas claras em seu plano de governo, afirmou que “é melhor pedir um cheque em branco [ao eleitor] do que roubar tanto dinheiro do povo” e que seu programa não é “etéreo”, e sim “simples”.

“É melhor pedir um cheque em branco do que roubar tanto dinheiro do povo. Se o povo vota em mim é porque confia em mim. Eu prefiro pedir um cheque em branco porque o povo confia em mim do que, de repente, despejar uma série de números em cima da população e desaparecer com o dinheiro da prefeitura”, ressaltou.

“Se é etéreo ou não, com certeza a gente vai cumprir as metas que estão nele. Ele não é etéreo, porque gente de capacidade fez esse plano de governo. A gente vai procurar crescer, ainda, mais pessoas com capacidade para melhorar o plano, mas eu prefiro também ouvir o povo e acrescentar mais detalhes [posteriormente]”.

Cracolândia
Sobre como pretende lidar com a Cracolândia, o tucano afirmou que não será o prefeito sozinho que vai resolver o problema e defendeu que a gestão municipal lidere uma coalizão para enfrentá-lo: “Todos os atores do sistema de segurança têm que atuar. Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana, Ministério Público e Justiça. Tem que ter até Polícia Federal para identificar quem são os barões do crime”.

No que se refere à internação compulsória dos usuários, Datena disse que, “quando o cidadão não tiver condição de decidir se pode ser internado ou não, que me desculpe, mas aí eu seria favorável. Com o apoio da ciência, de que o cara que já não consegue mais discernir se pode usar droga ou não, aí, sim, internação compulsória”.

“Dependente químico precisa ser tratado com carinho”, finalizou.

Tarifa zero
O candidato foi questionado sobre já ter se posicionado contra a tarifa zero de ônibus aos domingos na capital e afirmou que ela é “uma mentira”. “Não é que eu seja contra a tarifa zero, mas ela é uma mentira deslavada. Com tanto subsídio que esse cara dá para o transporte público, e mais infiltração de bandidos no transporte público, com tanto dinheiro que esse cara dá para o transporte público, tarifa zero é uma ova.”

E indagou: “Você acha que o transporte coletivo é um negócio ruim aqui em São Paulo? Por que só três famílias – isso o lado dentro da regra, dentro da lei, tirando o PCC -, por que só três famílias, Pavani, Constantino e Ruas continuam administrando o transporte coletivo há 60 anos? E você não pode tirar, você vai relicitar como essas tarifas? Os caras são donos de garagens. Então, não dá para mexer com esses caras, mas não merecem tanto subsídio assim”.

“O que eu digo que a tarifa zero é mentirosa porque o prefeito dá muito subsídio, paga demais e inventa em época de eleição. Porque ele não deu tarifa zero desde o começo, quando ele começou a dar subsídios para essas empresas”, resumiu.

Sobre sua proposta de oferecer à população uma “tarifa justa”, o tucano disse que pretende “chegar a um cálculo, isso com técnicos da área. Esses caras conseguem manter, com um subsídio menor, uma tarifa justa que eu não sei quanto seria hoje e, mesmo assim, ganhar dinheiro com isso. Não estou querendo que eles transportem as pessoas de graça a semana toda, estou querendo que eles cobrem um preço justo, que eu não especificamente quanto seria hoje, mas sem um subsídio fora da régua”.

Saúde
Para zerar as filas de exames para saúde na cidade de São Paulo, Datena planeja estender o horário de atendimento das UBSs em duas horas.

“A minha ideia é fazer com que as UBSs funcionem pelo menos mais duas horas por dia por causa do trânsito complicado de São Paulo. Em vez de parar às 19h, para às 21h. ‘Quanto você vai usar?’ R$ 600 milhões, isso eu sei. É profundamente necessário. Esse trânsito caótico, as pessoas não chegam nas UBSs, não dá tempo. Fazer funcionar ambulatórios de hospitais que não funcionam, trabalhar melhor o contato com os governos federal e estadual…”

E acrescentou: “Pretendo que dois ou três equipamentos de saúde funcionem 24 horas em cada uma das 32 subprefeituras. Dá para fazer, tem dinheiro”.

Questionado sobre o fato de a gestão de Ricardo Nunes (MDB) não estar cumprindo a legislação a respeito de abortos legais, o tucano disse que isso é um “crime”. “Tem que retomar. Se é legalizado, é necessário. Está colocando em risco a vida de quantas mulheres aí? Não tendo o método legal de fazer, vão procurar esses picaretas que existem por aí correndo o risco de morrer, o que é um absurdo, lamentável. Tirar um serviço desses é desumano.”

Datena é o quarto a participar da série de entrevistas da GloboNews com os candidatos a prefeito da capital paulista no “Central das Eleições”. As sabatinas foram conduzidas por Natuza Nery. Aconteceram ao vivo, começaram às 22h30 e tiveram 1h30 de duração.

Os comentaristas Gerson Camarotti, Julia Duailibi, Andréia Sadi, Daniela Lima e Mônica Waldvogel fizeram perguntas aos candidatos.

A última a ser sabatinada será Tabata Amaral (PSB), nesta sexta-feira (30).

Fonte: G1

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São PauloEleições

Quaest: 49% dos paulistanos querem que prefeito seja independente; 32%, aliado de Lula e 17% aliado de Bolsonaro

por Redação 29 de agosto de 2024

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (28) aponta que 49% dos eleitores de São Paulo querem que o prefeito seja independente de aliado político. Já 32% responderam que preferem um aliado do presidente Lula (PT) e 17% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

A Quaest, contratada pela TV Globo, realizou 1.200 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 27 de agosto. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Aliado de Bolsonaro: 17%
Independente: 49%
Aliado de Lula: 32%
Não sabe/não respondeu: 2%

A pesquisa também questionou os eleitores em qual candidato votariam, mesmo sem conhecer, se fosse apoiado pelo presidente Lula (PT), governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou ex-presidente Jair Bolsonaro PL).

Em relação ao apoio de Lula, 26% responderam sim, 68% responderam não e 6% não souberam ou não responderam.
Em relação ao apoio de Tarcísio de Freitas (Republicanos), 26% responderam sim, 66% responderam não e 8% não souberam ou não responderam.
Já em relação ao apoio de Bolsonaro, 21% responderam sim, 74% responderam não e 5% não souberam ou não responderam.

Fonte: G1

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São PauloEleiçõesPolítica

Família Bolsonaro acena a Marçal, e adversários veem senha para debandada de campanha de Nunes

por Redação 29 de agosto de 2024

A família Bolsonaro acenou a Pablo Marçal (PRTB) após a pesquisa Quaest de quarta-feira (28).

O levantamento mostrou Marçal com 38% das intenções de voto entre eleitores de Jair Bolsonaro (PL). Ricardo Nunes (MDB), o candidato oficial do ex-presidente para a Prefeitura de São Paulo, tem 33%.

Os números indicam empate técnico (a margem de erro é de 5 pontos para mais ou para menos), mas um avanço de Marçal sobre o eleitorado bolsonarista. Em junho, Nunes estava à frente nesse segmento, com 36% ante os 24% do ex-coach.

No levantamento geral, Marçal (19%) está empatado tecnicamente com Boulos (22%) e Nunes (19%) na liderança. Em junho, Marçal (11%) estava fora do primeiro pelotão, que era composto por Nunes (24%) e Boulos (23%).

A pesquisa foi divulgada às 15h de quarta. Às 20h30, Carlos Bolsonaro, que na semana passada havia ameaçado processar Pablo Marçal acusando-o de injúria e difamação, levantou bandeira branca.

Para aliados de Nunes e petistas – que tentam eleger Guilherme Boulos (PSOL) em São Paulo – o post foi a senha para que o bolsonarismo deixe de atacar Marçal. E mais: comece a desembarcar de Nunes.

O prognóstico é que Bolsonaro vai seguir pedindo votos para Nunes – o PL é parte da coligação que tenta reeleger o emedebista –, mas libere os expoentes mais vocais do bolsonarismo a pedir votos para Marçal, num movimento análogo ao que João Doria, candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, fez como correligionário Geraldo Alckmin, que disputava a Presidência da República.

Doria começou por abandonar Alckmin no interior de SP e terminou a campanha com a camiseta de “BolsoDoria”, movimento que estimulava voto em si e no então candidato do PSL à presidência.

Marçal também se movimenta atrair o bolsonarismo oficial. Em sabatina na GloboNews na segunda-feira (26), o candidato do PRTB descreveu Bolsonaro como “o maior líder”.

Nos bastidores, assessores de Bolsonaro negam qualquer abandono de Nunes, mas seguem se queixando da falta de bolsonarismo na campanha do prefeito.

Sobre a bandeira branca de Carlos Bolsonaro, esses assessores argumentam que a conciliação entre os campos de Marçal e de Bolsonaro é uma articulação nacional feita por expoentes da direita como deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), vai além da disputa pela prefeitura de SP, e tem como objetivo evitar racha na direita e criar um cordão de isolamento contra a esquerda.

Fonte: G1

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