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Categoria:

São Paulo

Segurança

Governador de SP nega retomada da Operação Escudo após soldado desaparecer: ‘não faz sentido’, diz

por Redação 17 de abril de 2024

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), negou que a Operação Escudo, realizada pela PM no litoral paulista, tenha sido retomada.

A informação tinha sido confirmada no dia anterior pelo porta-voz da Polícia Militar (PM), coronel Emerson Massera.

O oficial havia dito que a medida ocorreu após o soldado Luca Romano Angerami, de 21 anos, desaparecer na madrugada de domingo (14) na Baixada Santista.

Mais cedo, em nota, a Secretaria da Segurança Pública havia informado que o policiamento na região foi reforçado, mas não deu nome para a ação.

“Após o desaparecimento do PM Luca Romano, no domingo (14), a PM deflagrou operação na região com o objetivo de identificar e prender os envolvidos. Cerca de 250 policiais foram deslocados para reforçar o policiamento, restabelecer a segurança e auxiliar nas buscas pelo soldado. Um homem de 36 anos foi preso, suspeito de participação no desaparecimento. Nesta terça-feira (16) a PM localizou o corpo de um homem, ainda não identificado, na região do Guarujá. O Corpo de Bombeiros foi acionado e retirou o corpo do local. A perícia foi acionada e as investigações seguem. Não há, no entanto, indícios de que se trate do policial desaparecido.”

A Operação Escudo recebeu diversas críticas de entidades ligadas aos direitos humanos por causa do número de mortes.

Ela foi deflagrada na região em julho de 2023, depois da morte do PM da Rota Patrick Bastos Reis. Na ocasião, o agente foi baleado durante patrulhamento em Guarujá (SP).

Nos 40 dias de duração, segundo divulgado pela Secretaria da Segurança Pública à época, 958 pessoas foram presas e 28 suspeitos morreram em supostos confrontos com policiais.

A ação foi alvo de críticas de especialistas na área de segurança pública e entidades de defesa dos Direitos Humanos por conta dos abusos e da violência policial.

Meses após o encerramento da Escudo, o governou iniciou, em dezembro daquele mesmo ano, uma nova ação no litoral, batizada de Operação Verão.

A segunda operação durou quatro meses e foi encerrada no dia 1° de abril, com 56 mortes de suspeitos em confrontos com a polícia.

Repercussão
As mortes cometidas por PMs subiram em 86% no 1º trimestre de 2024, o segundo ano de mandato do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Além disso, agentes dispararam 188 vezes contra três suspeitos no litoral paulista, assim como noticiou a informação de que uma câmera corporal estava descarregada após confronto com morte na Operação Verão.

Escudo X Verão
Última Operação Escudo em 2023: Foi deflagrada na região após a morte do PM da Rota Patrick Bastos Reis, em julho do ano passado. Na ocasião, o agente foi baleado durante patrulhamento em Guarujá (SP). Nos 40 dias de ação, segundo divulgado pela SSP-SP, 28 suspeitos morreram em supostos confrontos com policiais e 958 pessoas foram presas.

Operação Verão em 2024: foi estabelecida na Baixada Santista em dezembro de 2023. No entanto, com a morte do PM Samuel Wesley Cosmo, em 2 de fevereiro, o estado deflagrou a 2ª fase da ação com o reforço policial na região. A ação durou quatro meses e foi encerrada com 56 mortes de suspeitos em confrontos com a polícia. Segundo a SSP-SP, no total, 1.025 foram presos, sendo 438 deles procurados pela Justiça, além de 47 menores apreendidos.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia prende professor negro acusado de sequestro e roubo no litoral de SP, mas escola diz que ele dava aulas na hora dos crimes

por Redação 17 de abril de 2024

A Polícia Civil da cidade de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (16) um professor negro acusado de sequestrar e roubar uma idosa em Iguape, município do litoral paulista, por volta das 9h do dia 31 de outubro de 2023. Segundo a vítima, os crimes ocorreram na Avenida Adhemar de Barros, no Centro.

Mas, de acordo com a Escola Estadual Deputado Rubens do Amaral, na Zona Sul de São Paulo, Clayton Ferreira Gomes dos Santos estava dando aulas de educação física no mesmo horário e dia em que ocorreram os crimes. A escola fica na Rua Filipe Cardoso, no Jardim da Saúde.

Além do diretor da escola, a defesa e a família dele também alegam que o educador é inocente e que sua prisão é ilegal (saiba mais abaixo).

Clayton, que tem 40 anos, não dá mais aulas nessa escola, na capital, que fica 200 quilômetros distante do local no litoral onde uma aposentada de 73 anos contou ter sido abordada por um homem e duas mulheres que estavam num Chevrolet Celta preto. O motorista era um homem negro, de acordo com a vítima. Ela se identificou como sendo parda.

Segundo a idosa, os sequestradores obrigaram ela a entrar no veículo. Depois a levaram até uma agência bancária, onde mandaram fazer dois saques, que totalizaram R$ 11 mil.

Em seguida, os bandidos, de acordo com a idosa, disseram para depositar o dinheiro na conta de uma das mulheres da quadrilha. Mais tarde, o grupo roubou seus cartões de banco e a abandonou em uma rodovia.

Professor trabalhava na hora do crime

Segundo o diretor escolar Vilson Sganzerla, Clayton trabalhou no dia 31 de outubro de 2023 no horário em que ocorreram os crimes.

O diretor encaminhou para a defesa de Clayton cópia da ficha de ponto do professor na data de quando ele foi acusado de ter cometido sequestro e roubo em Iguape.

Advogado cita preconceito
Polícia prende professor negro acusado de sequestro e roubo no litoral de SP, mas escola diz que ele dava aulas na hora dos crimes
Clayton dos Santos foi preso nesta terça (16) após idosa reconhecê-lo por foto como sendo o homem que a assaltou em outubro de 2023 em Iguape. Advogado aponta preconceito racial e tenta descobrir como que foto do educador, que não tem antecedentes criminais, foi usada pela polícia.

Professor Clayton Ferreira dos Santos foi preso pela polícia acusado de sequestro e roubo no litoral, mas, segundo a escola, ele dava aulas na capital no momento do crime — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal
Professor Clayton Ferreira dos Santos foi preso pela polícia acusado de sequestro e roubo no litoral, mas, segundo a escola, ele dava aulas na capital no momento do crime — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

A Polícia Civil da cidade de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (16) um professor negro acusado de sequestrar e roubar uma idosa em Iguape, município do litoral paulista, por volta das 9h do dia 31 de outubro de 2023. Segundo a vítima, os crimes ocorreram na Avenida Adhemar de Barros, no Centro.

Mas, de acordo com a Escola Estadual Deputado Rubens do Amaral, na Zona Sul de São Paulo, Clayton Ferreira Gomes dos Santos estava dando aulas de educação física no mesmo horário e dia em que ocorreram os crimes. A escola fica na Rua Filipe Cardoso, no Jardim da Saúde.

Além do diretor da escola, a defesa e a família dele também alegam que o educador é inocente e que sua prisão é ilegal (saiba mais abaixo).

Clayton, que tem 40 anos, não dá mais aulas nessa escola, na capital, que fica 200 quilômetros distante do local no litoral onde uma aposentada de 73 anos contou ter sido abordada por um homem e duas mulheres que estavam num Chevrolet Celta preto. O motorista era um homem negro, de acordo com a vítima. Ela se identificou como sendo parda.

Segundo a idosa, os sequestradores obrigaram ela a entrar no veículo. Depois a levaram até uma agência bancária, onde mandaram fazer dois saques, que totalizaram R$ 11 mil.

Em seguida, os bandidos, de acordo com a idosa, disseram para depositar o dinheiro na conta de uma das mulheres da quadrilha. Mais tarde, o grupo roubou seus cartões de banco e a abandonou em uma rodovia.

Professor trabalhava na hora do crime
Documento enviado pela escola para advogado de professor mostra que ele deu aulas na capital na hora em que foi acusado de sequestrar e roubar idosa no interior — Foto: Reprodução
Documento enviado pela escola para advogado de professor mostra que ele deu aulas na capital na hora em que foi acusado de sequestrar e roubar idosa no interior — Foto: Reprodução

Segundo o diretor escolar Vilson Sganzerla, Clayton trabalhou no dia 31 de outubro de 2023 no horário em que ocorreram os crimes.

“Ele trabalhou na escola. Eu fiz a declaração. O que afirmei [é] que [Clayton] trabalhou num determinado tempo na escola. Parece sim existir equívoco [na prisão dele]”, falou Vilson nesta quarta ao g1.
O diretor encaminhou para a defesa de Clayton cópia da ficha de ponto do professor na data de quando ele foi acusado de ter cometido sequestro e roubo em Iguape.

Advogado cita preconceito

Clayton é professor atualmente da Escola Estadual Maria José, na Bela Vista, Centro de São Paulo. Segundo seu advogado, Danilo Reis, o cliente e uma das mulheres foram reconhecidos pela vítima por fotografias apresentadas a ela pela polícia de Iguape.

O advogado não sabe como a foto de Clayton foi parar no banco de imagens mostradas pela polícia à vítima. “Ele nunca teve passagens criminais anteriores”, afirmou Danilo.

O advogado suspeita até na possibilidade de que alguém ainda não identificado possa ter usado a foto e documentos de seu cliente de maneira criminosa para prejudicá-lo.

A pedido da polícia de Iguape, e com a concordância do Ministério Público (MP) da cidade, a Justiça local decretou a prisão temporária de Clayton em 17 de novembro de 2023.

Danilo não soube informar se a outra mulher identificada pela vítima por foto foi presa também. “Só posso dizer que Clayton não conhece essa outra suspeita, nunca a viu. Ele sequer esteve em Iguape antes. Foi acusado pela polícia de dirigir o carro usado nos crimes, mas ele não tem nem carteira de habilitação. Não sabe dirigir e só usa transporte público”.

A defesa do professor entrou na Justiça com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) solicitando que a prisão temporária de Clayton seja revogada. A alegação é de que ele não cometeu os crimes porque estava trabalhando.

“Entre esta quarta e quinta-feira [18] algum desembargador do TJ irá analisar o pedido de liminar que pedimos para ele ser solto”, disse Danilo.

Nesta quarta, Clayton passará por audiência de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste, onde a Justiça deverá manter a prisão dele.

“O juiz da audiência de custódia só verifica se a prisão foi feita de maneira correta pelos policiais, então não caberá a ele revogar essa prisão”, falou o advogado.

No entendimento da defesa, o professor está passando por “constrangimento ilegal” por causa “injusta prisão”.

Policiais prenderam professor em delegacia

Segundo Claudia Gomes, esposa de Clayton, ele foi preso após atender um pedido da policia para comparecer ao 26º Distrito Policial (DP), Sacomã, na Zona Sul.

A mulher contou que seu marido recebeu uma carta na portaria do prédio onde moram na capital para ir à delegacia esclarecer informações que ele havia dado num boletim de ocorrência eletrônico que fez do furto de seu celular. Clayton não conseguiu reaver o aparelho furtado dele.

“Como que pode um inocente ter que provar que ele é inocente? Só no nosso país acontece isso de um inocente ter de provar que é inocente. A pessoa fica apavorada, sem saber de nada”, falou a esposa do professor.

O que diz a SSP

Procurada para comentar o assunto, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) respondeu que a prisão de Clayton seguiu o que a investigação policial apurou e teve a concordância do MP e da Justiça.

Mas informou que qualquer irregularidade da delegacia tem de ser comunicada pelas partes à Corregedoria da Polícia Civil:

“O caso é investigado pela Delegacia de Iguape, que identificou, após trabalho de polícia judiciária, o homem citado como suspeito de um roubo em Iguape, em 31 de outubro de 2023, quando uma mulher de 73 anos teve o valor de R$ 11 mil subtraído. A vítima reconheceu o suspeito e uma mulher como autores do crime.

A autoridade policial da delegacia de Iguapé reuniu o conjunto probatório e representou ao Judiciário pela prisão temporária dos investigados. O MP manifestou parecer favorável ao pedido, que foi concedido pelo juiz. O homem foi preso na manhã da terça-feira (16) após mandado policial, na zona sul da Capital e permaneceu à disposição da Justiça. Qualquer denúncia de irregularidade pode ser notificada à Corregedoria da Polícia Civil.”

Fonte: r7

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Segurança

Suspeito preso confessou envolvimento no assassinato de PM em Guarujá, diz secretaria

por Redação 15 de abril de 2024

A SSP-SP (Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo) informou que um homem detido no domingo (14), durante uma abordagem policial, confessou envolvimento na morte do soldado da PM Luca Romano, de 21 anos, que está desaparecido desde a manhã de ontem, em Guarujá, litoral de São Paulo. O carro dele foi encontrado às margens da rodovia Cônego Domênico Rangoni.

Ao ser levado à delegacia, no entanto, o suspeito, de 36 anos, permaneceu em silêncio e disse que só falaria em juízo. O rastreamento do celular do militar levou equipes ao morro de São Bento, comunidade em Santos, onde as buscas estão concentradas. O delegado Rubens Barazal, que acompanha as investigações, não descarta a possibilidade de ele ter sido executado.

Imagens de um circuito de segurança de uma adega em Guarujá mostram o PM acompanhado de amigos durante sua folga. Essa foi a última vez que ele foi visto.

Romano é filho e neto de policiais civis e tem um irmão gêmeo que também é policial militar.

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Em julho do ano passado, um policial da Rota (batalhão de elite da PM) foi baleado e morto durante um patrulhamento em Guarujá. O crime deu início à operação Escudo, rebatizada de operação Verão.

Entre dezembro de 2023 e março deste ano, 56 civis foram mortos em supostos confrontos com agentes de segurança na região. O desaparecimento do PM ocorre dez dias após o fim de operação Verão na Baixada Santista.

Fonte: r7

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Transporte

Investigação liga empresas de transporte público de São Paulo ao crime organizado

por Redação 15 de abril de 2024

Na terça-feira (8), uma megaoperação chamada “Fim da linha” revelou um escândalo: que a cúpula das empresas de transporte de São Paulo Transwolff e Upbus é formada por integrantes do crime organizado.

Segundo o Ministério Público, estes homens comandavam as duas empresas de ônibus:

Luiz Carlos Efigênio Pacheco. Apelido: Pandora. Ele é suspeito de financiar um plano milionário pra tirar um preso de dentro da cadeia.
Silvio Luiz Ferreira. Apelido: Cebola. Ele está foragido da justiça há 10 anos, condenado por tráfico de drogas.
Décio Gouveia Luís. Apelido: Português. Ele é condenado por organização criminosa e suspeito de ser o braço direito de Marcos Camacho, o Marcola.

A Prefeitura de São Paulo e as empresas de ônibus
Desde os anos 1990, existem suspeitas de que o PCC atuava no transporte público de São Paulo, controlando grupos de perueiros clandestinos. O Pandora, suspeito de financiar um plano de fuga, em 2006, era um desses perueiros até se tornar dono da Transwolff.

Segundo as investigações, o ano de 2015 é decisivo: foi quando a facção pôs R$ 54 milhões na Transwolff, num esquema de lavagem de dinheiro. A Transwolff tem 1.206 veículos e, de 2015 até o ano passado, recebeu mais de R$ 5 bilhões da Prefeitura.

Segundo as investigações, um exemplo de como o crime organizado embolsava dinheiro público e podia fazer o que quisesse com ele está no fornecimento de refeições. A Transwolff pagou para um pequeno restaurante quase R$ 11 milhões de reais, entre 2015 e 2019 – mas os auditores fiscais não encontraram a compra de um quilo sequer de carne bovina, suína ou de frango.

A Transwollf transporta passageiros na Zona Sul. Já a Upbus, na Zona Leste, conta com uma frota de 159 ônibus.

O Ministério Público afirma que o crime organizado também injetou dinheiro sujo na Upbus, quase R$ 21 milhões para conseguir participar da licitação – e que Português e Cebola fazem parte da direção da empresa.

Cebola chegou a ser preso em 2012, com 635 quilos de maconha numa garagem que depois se tornaria a sede da empresa. Ele era um dos chefes da quadrilha e, na época, escreveu para os comparsas o que fazer com a droga: “vendendo a vácuo, o lucro será muito bom. E assim, fortalecer o caixa da família”. A família é o PCC.

A prefeitura contratou a Upbus em 2018. Até 2023, a empresa recebeu R$ 391 milhões dos cofres públicos.

O que dizem as partes envolvidas
Na terça-feira, seis pessoas foram presas, entre elas o Pandora. A defesa dele não falou sobre as acusações de lavagem de dinheiro. Sobre a tentativa de resgate de um preso, disse que o caso foi arquivado e que pandora não teve nenhum envolvimento.

O português responde em liberdade. A defesa diz que ele não é do crime organizado e que é inocente das acusações.

Também havia uma mandado de prisão contra Cebola, mas ele continua foragido. Em uma casa que seria dele, a polícia apreendeu munição e armas.

A Justiça afastou a cúpula das duas empresas, que estão agora sob intervenção da Prefeitura. Os ônibus continuam circulando.

Fonte: Fantastico

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Segurança

Família de homem morto por motorista de Porsche manifesta ‘repúdio e indignação’ com oferta de salário mínimo mensal

por Redação 15 de abril de 2024

A família de Ornaldo da Silva Viana, motorista por aplicativo morto num acidente no mês passado, causado pelo empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, divulgou nota à imprensa para repudiar e demonstrar indignação com a oferta de um salário mínimo mensal feita pelo condutor do Porsche aos parentes da vítima.

“Diante da barbárie a que foi vítima o trabalhador e exemplar pai de família Ornaldo da Silva Viana, a família vem manifestar repúdio e indignação”, informa comunicado escrito pelos advogados José Luiz Sotero dos Santos e Jair Sotero da Silva, que defendem os interesses dos familiares do morto.

A oferta de R$ 1.412 foi feita pelos advogados de Fernando no processo do caso, que segue sob segredo de Justiça. O empresário que dirigia o Porsche não especificou, no entanto, o período que duraria a ajuda financeira.

A defesa de Fernando, que é feita pelos advogados Merhy Daychoum e Carine Acardo Garcia, alegou estar “sensível ao momento” e informou que ficou sabendo, por meio da mídia, que a família de Ornaldo passa por dificuldades financeiras.

Os defensores também disseram que, em outra oportunidade, tentaram contato com os advogados da família da vítima para oferecer “as assistências necessárias”, mas receberam a resposta de que “não era o momento”.

Câmeras gravaram acidente

O carro de luxo guiado por Fernando bateu na traseira do Sandero conduzido por Ornaldo em 31 de março na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, Zona Oeste. O acidente foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo abaixo). A vítima tinha 52 anos.

Segundo testemunhas, o empresário de 24 anos havia tomado bebidas alcoólicas e dirigia o Porsche em alta velocidade. O limite para a via é de 50 km/h.

Marcus Vinicius Machado Rocha, amigo de Fernando, e que estava no banco do carona do carro de luxo, fraturou quatro costelas no acidente. Ele ainda passou por duas cirurgias (para retirada do baço e colocação de drenos nos pulmões). O estudante de medicina tem 22 anos e recebeu alta médica na quinta-feira (11) do hospital onde estava internado.

Ele e sua namorada, que haviam se encontrado antes do acidente com Fernando e a namorada deste num restaurante e depois numa casa de poker, disseram à polícia que o empresário havia bebido.

Fernando foi indiciado por homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar Ornaldo), lesão corporal (por machucar Marcus) e fuga do local do acidente (para não fazer o teste do bafômetro da Polícia Militar (PM), que poderia detectar se ele bebeu e dirigiu).

Empresário nega ter bebido

O empresário negou ter bebido antes de dirigir, e que tenha fugido. Ele se apresentou numa delegacia mais de 38 horas depois do acidente. Alegou ainda que guiava o Porsche “um pouco acima do limite” para a via. A namorada de Fernando também negou que ele tenha bebido.

A mãe de Fernando alegou que a PM havia liberado seu filho para deixar o lugar e ir a um hospital porque ele teria um corte na boca. Ela, no entanto, não o levou para um atendimento.

O 30º Distrito Policial (DP), que investiga o caso, já pediu duas vezes a prisão de Fernando à Justiça, mas ela negou as solicitações. Apesar disso, obrigou o condutor do Porsche a pagar fiança de R$ 500 mil como um valor antecipado para eventuais pagamentos de indenizações às famílias de Ornaldo e para Marcus. O pagamento foi feito na sexta-feira (12) numa conta judicial.

A Justiça também determinou que Fernando não se aproxime do amigo, da família da vítima e das testemunhas. E que ele entregasse o passaporte à Polícia Federal (PF). Além disso, teve a carteira de motorista suspensa provisoriamente.

“A família reafirma a confiança no trabalho da força policial, membros do Ministério Público e Judiciário, em representar os anseios da família e da sociedade, voltando suas atuações para elucidação dos fatos e aplicação de penalidades aos responsáveis de forma exemplar nos termos da lei..”

‘Fatalidade’, diz defesa de motorista

A polícia analisa documentos, comandas de estabelecimentos comerciais por onde o grupo de amigos passou, buscando câmeras de segurança e ouvindo testemunhas para tentar confirmar se Fernando bebeu antes de dirigir. Além disso, pericia as imagens para saber qual era a velocidade do Porsche quando bateu no Sandero.

A defesa de Fernando alega que o acidente foi uma “fatalidade”. Procurada nesta quinta para comentar os depoimentos de Marcus e da namorada dele, a advogada Carine Acardo Garcia respondeu que “nos parece que a informação foi de que ingeriram drinque muitas horas antes do acidente”.

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) investiga se os policiais militares falharam no atendimento da ocorrência por não terem feito o teste do bafômetro em Fernando. Sem o exame, não foi possível saber se o motorista do Porsche havia bebido.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo, morto no acidente.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista de Porsche e amigos beberam 8 drinques de uísque com licor e uma caipirinha antes de acidente que causou morte

por Redação 12 de abril de 2024

O motorista do Porsche, Fernando Sastre, a namorada dele, e mais um casal de amigos consumiram oito drinques de uísque com licor, além de uma caipirinha, antes do acidente que matou um motorista de aplicativo na Zona Leste de São Paulo, no final de março.

O grupo gastou mais de R$ 600 em comidas e bebidas em um restaurante, de acordo com o que consta na comanda de consumo a qual a TV Globo teve acesso. O drinque que mais pediram é feito com uísque, licor, xarope de limão e angostura.

Depois, foram para uma casa de pôquer. A batida aconteceu após deixarem o segundo local frequentado. A polícia analisa a comanda e vídeos para saber se Fernando bebeu nos estabelecimentos.

O amigo de Fernando, Marcus Vinicius Machado Rocha, que estava no banco do passageiro e ficou gravemente ferido, prestou depoimento à polícia nesta quinta horas antes de receber alta.

O g1 e a TV Globo apuraram que um delegado e um investigador que foram ao quarto em que Marcus estava confirmaram que o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, que dirigia o carro de luxo, tomou bebida alcoólica e acelerou antes de bater na traseira do Sandero de Ornaldo da Silva Viana, que morreu. Ele tinha 52 anos.

Ele estava internado no Hospital São Luiz Anália Franco desde o dia 31 de março. Marcus fraturou quatro costelas, foi entubado e internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e passou por duas cirurgias (para a retirada do baço e colocação de drenos no pulmão).

O 30º Distrito Policial (DP) investiga as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente que matou Ornaldo e feriu Marcus gravemente.

Fernando teria tido um corte na boca, mas não foi hospitalizado. O empresário de 24 anos foi indiciado por homicídio por dolo eventual (por ter assumido o risco de matar Ornaldo), lesão corporal (por machucar Marcus) e fuga do local do acidente (para não fazer o teste do bafômetro da Polícia Militar, que poderia detectar se ele bebeu e dirigiu).

O motorista do Porsche já foi interrogado pela investigação e negou ter bebido ou fugido do local. Admitiu, no entanto, que dirigia “um pouco acima do limite” de velocidade para a via, que é de 50 km/h. A namorada de Fernando foi ouvida nesta semana pela polícia e confirmou a versão dele.

Algumas testemunhas, no entanto, contaram no 30º DP que Fernando bebeu “alguns drinques”, tinha sinais de embriaguez, transitava bem acima do limite para a avenida e havia garrafas dentro do carro de luxo.

Uma das pessoas ouvidas pela investigação foi a namorada de Marcus, que é acompanhada pelos mesmos advogados do estudante.

‘Alterado por conta da bebida’

O depoimento de Marcus corroborou o que sua namorada havia dito. O estudante também confirmou que Fernando e as namoradas dos dois amigos haviam se encontrado na noite de 30 de março, quando os quatro tomaram alguns drinques de bebidas destiladas. Depois seguiram para uma casa de pôquer, onde ficaram até o início da madrugada do dia seguinte.

Como Fernando “estava alterado por conta da bebida”, Marcus contou que se ofereceu para ir com o amigo como passageiro para que ele não fizesse “besteira”.

Ainda segundo Marcus, Fernando dirigia de maneira “tranquila”, mas depois “deu uma acelerada” antes de entrar na avenida. Foi nessa via que ocorreu o acidente.

A Polícia Técnico-Científica vai analisar as imagens para determinar qual era a velocidade do Porsche. O laudo será feito pelo Instituto de Criminalística (IC).

O delegado Nelson Alves, titular do 30º DP, perguntou a Marcus se ele se lembrava de como foi a batida do Porsche no Sandero. O estudante contou que “não consegue se recordar de mais nada”, e que “não tem lembranças de como se deu o acidente”.

Marcus contou que se lembra apenas que acordou após a colisão e se recorda de estar deitado no chão e “sentindo dores”. E que ao recobrar a consciência “já estava internado”.

Polícia fala em ‘novidades’ e advogados confirmam versão

O g1 e a TV Globo estiveram nesta quinta em frente ao hospital onde a polícia ouviu Marcus. Na saída, o delegado Nelson disse que não poderia comentar o que o amigo de Fernando havia dito, mas que a imprensa teria “novidades” na investigação.

Ao serem abordados, pela reportagem, os advogados José Roberto Lourenço e Amanda Bessoni Boudox Salgado, que defendem os interesses de Marcus e acompanharam o depoimento dele no hospital, também disseram que não poderiam dar mais detalhes do que seu cliente disse.

Mas confirmaram que ele contou mesmo aos policiais que Fernando tinha ingerido bebida alcóolica antes do acidente.

A polícia pediu imagens das câmeras de segurança dos estabelecimentos para saber se Fernando bebeu nesses locais. Até o momento, nenhum vídeo que mostra o empresário bebendo surgiu na investigação.

A polícia já pediu duas vezes a prisão de Fernando à Justiça, que negou os pedidos. O empresário responde aos crimes em liberdade, mas foi obrigado pela Justiça a entregar o passaporte à Polícia Federal (PF) e pagar uma fiança de R$ 500 mil. Além disso, teve a carteira de motorista suspensa provisoriamente.

A defesa de Fernando alega que o acidente foi uma “fatalidade”. Procurada nesta quinta para comentar os depoimentos de Marcus e da namorada dele, a advogada Carine Acardo Garcia respondeu que “nos parece que a informação foi de que ingeriram drink muitas horas antes do acidente”.

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) investiga se os policiais militares falharam no atendimento da ocorrência por não terem feito o teste do bafômetro em Fernando. Sem o exame, não foi possível saber se o motorista do Porsche havia bebido.

A mãe do empresário também prestou depoimento e afirmou que os policiais militares tinham liberado seu filho do local do acidente para ir a um hospital. Mas a mulher não o levou para lá alegando que estava sendo ameaçada pelas redes sociais por causa do acidente causado pelo filho.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu em seu Instagram, Luam Silva, filho do motorista por aplicativo Ornaldo, morto no acidente.

Fonte: G1

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Segurança

Namorada nega que motorista do Porsche que causou acidente com morte tenha bebido antes de dirigir

por Redação 11 de abril de 2024

A namorada de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche que causou um acidente com morte no dia 31 de março na Zona Leste de São Paulo, falou por quase duas horas na delegacia que investiga o caso e negou que ele tenha bebido antes de dirigir.

O depoimento dela foi dado nesta terça-feira (9) no 30º Distrito Policial (DP), Tatuapé, que investiga as causas e eventuais responsabilidades pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana. Ele dirigia um Sandero, quando foi atingido na traseira pelo carro de luxo na Avenida Salim Farah Maluf. Câmeras de segurança gravaram a batida.

A namorada de Fernando foi depor acompanhada de quatro advogados, que também defendem o namorado dela. Nenhum deles conversou com a imprensa, que aguardava do lado de fora da delegacia. O g1 teve acesso ao depoimento dado pela namorada de Fernando.

Fernando não bebe quando dirige, diz namorada

A Polícia Civil queria saber da jovem se o empresário ingeriu bebida alcoólica, se ele dirigia em alta velocidade e por que ela não quis voltar para casa no carro com ele.

Fernando é suspeito de ter assumido o risco de matar a vítima porque teria consumido bebida alcoólica e dirigia acima do limite de velocidade. Algumas testemunhas contaram que ele bebeu “alguns drinks”, tinha sinais de embriaguez e transitava bem acima dos 50 km/h permitidos para a via.

Mas, diferentemente do que as testemunhas disseram à polícia, a namorada de Fernando contou que ele não ingeriu bebida alcoólica por estar dirigindo o seu Porsche. E que, por namorarem há oito anos, o casal sempre combinou que quando um dos dois beber, o outro não bebe.

Segundo a namorada de Fernando, os dois se encontraram na noite de sábado (30) com um amigo dele, Marcus Vinicius Machado Rocha, e a namorada de Marcus, num restaurante. O casal de amigos estava em outro carro.

A namorada de Fernando também disse que, nesse local, somente ela e Marcus tomaram bebidas alcóolicas. Disse ainda que o motorista do Porsche e a namorada do amigo dele não ingeriram nada com álcool porque os dois estavam dirigindo.

Depois, os quatro amigos saíram do restaurante e seguiram em seus carros até uma casa de pôquer, segundo a namorada de Fernando. Lá, segundo ela, seu namorado não bebeu álcool também, mas jogou. E como ele estava ganhando dinheiro com isso, não queria ir embora. Isso teria provocado uma discussão entre os dois porque ela queria ir para casa.

E, segundo o depoimento, quando decidiram sair da casa de pôquer, essa discussão entre eles continuou, até que ela decidiu não voltar para casa no carro de Fernando. Com isso, o amigo, Marcus, foi para o banco do carona do carro de luxo para ir embora com o amigo. E a namorada do motorista do Porsche acabou entrando no outro carro, que era guiado pela namorada de Marcus.

A discussão descrita acima foi gravada por câmeras de segurança na rua onde fica a casa de pôquer.

Namorada não cita alta velocidade

Essa versão acima, dada pela namorada de Fernando, é diferente do que a namorada de Marcus contou à polícia. A outra jovem disse que os quatro amigos haviam bebido “drinks” no restaurante, sem especificar se eram bebidas alcoólicas, e depois seguiram para a casa de pôquer, onde não sabe se Fernando e Marcus beberam mais.

A namorada do amigo disse também que, na hora de irem embora, viu a namorada de Fernando discutir com ele porque o rapaz estava “alterado”. E que Marcus se ofereceu para dirigir o Porsche para ele, mas Fernando não deixou. Então, Marcus foi no banco do carona do carro de luxo, que foi guiado por Fernando. E a namorada de Fernando acabou indo com ela em outro carro.

A namorada de Fernando também não comentou no seu depoimento sobre os sinais de embriaguez, voz pastosa e andar cambaleante que seu namorado apresentava, segundo uma testemunha que socorreu às vítimas após a batida falou à polícia. Essa mesma testemunha ainda contou à TV Globo ter visto garrafas vazias dentro do Porsche, sem saber se eram de bebidas alcoólicas.

Outro ponto divergente no depoimento da namorada de Fernando e da namorada de Marcus é o fato de que a primeira não cita se o motorista do Porsche andava em alta velocidade. Já a segunda disse que o carro de luxo “acelerou” e, como ela guiava devagar o outro carro, o perdeu de vista.

A namorada de Marcus disse ainda que emprestou seu celular para a namorada de Fernando ligar para ele. E que souberam que havia ocorrido um acidente. A namorada do motorista do Porsche também não tocou nesse assunto.

Motorista do Porsche responde por morte

Fernando foi indiciado por homicídio por dolo eventual, lesão corporal e fuga do local do acidente. Ele responde aos crimes em liberdade.

A Justiça já negou dois pedidos de prisões feitos pela polícia para o empresário. Apesar disso, impôs medidas restritivas a ele:

Pagamento de fiança de R$ 500 mil em até 48 horas para garantir uma eventual reparação futura ao amigo ferido e à família de Ornaldo Viana, que morreu;
Suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
Proibição de sair da cidade por mais de oito dias;
Apreensão do passaporte;
Não pode se aproximar de Marcus Rocha, o amigo e sobrevivente do acidente, nem de testemunhas e familiares por no mínimo 500 metros de distância;
Proibição de frequentar o restaurante e a casa de pôquer onde foi antes do acidente;
Entrega do celular em até 24 horas para a perícia verificar as ligações e mensagens que recebeu da mãe dele quando ocorreu o acidente.

Fernando foi interrogado pela polícia e negou ter fugido e estar embriagado, mas admitiu que guiava “um pouco acima do limite” da avenida, e não conseguiu desviar do carro de Ornaldo, que havia desacelerado. O empresário não soube informar, no entanto, a velocidade em que estava no momento da colisão.

A Polícia Técnico-Científica vai analisar as imagens para determinar qual era a velocidade do Porsche. O laudo será feito pelo Instituto de Criminalística (IC).

Liberação pela PM e fuga

A Polícia Militar (PM), que atendeu a ocorrência, acabou liberando o motorista do Porsche para sair do local do acidente sem fazer o teste do bafômetro nele. O equipamento poderia indicar se o empresário havia bebido álcool enquanto dirigia, o que é crime.

Os policiais militares alegaram que a mãe de Fernando, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, também foi ao local do acidente e disse que levaria o filho para tratar de um ferimento num hospital. Mas quando os agentes da PM foram depois a unidade médica, não encontraram nenhum dos dois.

A Corregedoria da PM apura se se os policiais militares que liberaram Fernando sem fazer o teste do bafômetro erraram no procedimento. A Ouvidoria da Polícia pediu as imagens das das câmeras corporais dos agentes que atenderam a ocorrência para serem analisadas.

Para a Polícia Civil o motorista do Porsche havia fugido. Depois de 38 horas, ele se apresentou espontaneamente na delegacia que investiga o caso.

A investigação também apura se Daniela cometeu crime de fraude processual pelo fato de a mãe de Fernando, segundo a investigação, ter impedido o motorista do Porsche de fazer teste do bafômetro e ter supostamente mentido ao dizer que o levaria a um hospital, mas não o fez.

Defesa cita ‘fatalidade’ e família de morto alega ‘injustiça’

A defesa de Fernando divulgou nota à imprensa informando que seu cliente não bebeu e que o acidente foi uma “fatalidade”.

Ele é gerente de uma das empresas da família e ganha R$ 15 mil de salário. Há cinco anos, foi aprovado em uma universidade privada da capital paulista, o Mackenzie, onde cursou engenharia civil por algum tempo. Segundo a instituição de ensino, ele não está matriculado lá desde 2021.

“Um sentimento de injustiça gigantesco dentro de mim”, escreveu nesta segunda em seu Instagram, Luam Silva, filho de Ornaldo. O motorista por aplicativo deixou mais dois filhos e e esposa.

O amigo de Fernando, Marcus continuava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Luiz Anália até a última atualização desta reportagem. Ele teve quatro costelas quebradas no acidente.

Os médicos retiraram seu baço e colocaram drenos nos pulmões por causa das lesões causadas pela batida. O rapaz saiu do coma induzido, mas não há previsão de alta.

Fonte: G1

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Política

Tarcísio nomeia Valéria Bolsonaro para comandar Secretaria da Mulher

por Redação 11 de abril de 2024

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nomeou na terça-feira (9) a deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL) no comando da Secretaria de Políticas Públicas para a Mulher. O cargo era ocupado por Sonaira Fernandes (Republicanos), que reassumiu o mandato de vereadora na Câmara Municipal de SP.

Valéria deve coordenar ações que envolvam outros órgãos e pastas em projetos da Secretaria da Mulher. A deputada estadual está no segundo mandato, é formada em biologia e atuou como professora na rede pública por mais de 30 anos.

Assim como Sonaira, Valéria é cristã e aliada política de Tarcísio. A secretária anterior é conhecida por seu combate às ideias feministas e posições conservadoras. A atual diz ser militante em prol da família e defensora dos valores cristãos.

Em fevereiro de 2023, Sonaira afirmou que o uso de máscaras contra a pandemia de Covid-19 era “um erro”, declaração contrária ao que defende a Organização Mundial da Saúde (OMS). Indo pelo mesmo caminho, Valéria participou da elaboração de um projeto de lei em dezembro de 2022 para proibir a exigência de comprovante de vacinação contra Covid em locais públicos e privados do estado. O projeto foi aprovado pela Alesp.

Em outra ocasião, em setembro de 2023, Valéria, mulher branca, protocolou uma representação no Conselho de Ética da Alesp contra a deputada Mônica Seixas (PSOL), mulher negra, por racismo. Mas ao fazê-la, usou a palavra “denegrir”, termo considerada racista.

A representação foi feita por Mônica ter se referido a Sonaira como “token” durante reunião da Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres. “Token” é um termo utilizado para apontar uma falsa inclusão de minorias, por meio de concessões simbólicas.

“A parlamentar incorre em conduta extremamente indecorosa, com abuso de prerrogativas, extrapolando qualquer limite da sua imunidade parlamentar, pois está a denegrir a honra da senhora secretária”, escreveu a deputada do PL.

Sonaira também já fez declarações polêmicas. Em dezembro de 2022, quando foi escolhida pelo então recém-eleito governador de SP, Tarcísio de Freitas, ela respondeu ao jornalista Guga Noblat no Twitter dizendo que “o feminismo mata mais do que guerras e doenças”.

Orçamento
Cinco meses depois de ser criada, a Secretaria da Mulher ainda não tinha orçamento para ações que promoveriam políticas e defesa da mulher, segundo dados do sistema de informações gerenciais da execução, em ficam os dados públicos do orçamento do governo do estado.

No primeiro trimestre de 2023, os feminicídios no estado aumentaram 24%, e os estupros tiveram alta de 5% no mesmo período.

O orçamento total da pasta aparecia com um total de quase R$ 800 milhões, mas o valor estava atrelado ao Departamento Hidroviário, ao Departamento de Estradas de Rodagem e à Companhia Docas de São Sebastião, todas da antiga Secretaria de Transporte e Logística.

A única ação que tinha alguma relação com a Secretaria da Mulher, educação em direitos humanos e cidadania, tinha um orçamento previsto de R$ 10.

Em 2023, a pasta utilizou apenas 3% do previsto para investir em delegacias da mulher 24 horas, que passaram a ter atendimento apenas online. O orçamento disponibilizava R$ 24 milhões para a rubrica, mas apenas R$ 675,5 mil foram empenhados durante todo o ano passado.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia Civil investiga sumiço de 26 armas da Guarda Municipal de Cajamar, na Grande SP

por Redação 11 de abril de 2024

A Polícia Civil investiga o sumiço de 26 armas da base da Guarda Civil Municipal (GCM) de Cajamar, na Grande São Paulo. O desaparecimento de 19 pistolas e sete revólveres ocorreu no mês passado, porém a denúncia foi registrada somente na terça-feira (9).

Segundo o boletim de ocorrência, ao qual a TV Globo teve acesso com exclusividade, o guarda civil responsável pelo armazenamento e pela manutenção das armas da repartição estava realizando a contagem do armamento em 22 de março, quando percebeu a ausência de sete revólveres.

A contagem foi feita após a troca do armamento dos integrantes da Ronda Ostensiva Municipal (Romu). Como era uma sexta-feira e o inspetor não estava na base, o guarda decidiu comunicá-lo somente na segunda-feira (25 de março) “a fim de evitar alarde”.

Então, na segunda, o inspetor solicitou a contagem de todas as armas da base, constatando o sumiço de mais 19 pistolas, sendo algumas extraviadas sem carregadores. De acordo com o boletim de ocorrência, a última contabilização no depósito foi realizada entre 19 e 23 de janeiro.

As armas ficam trancadas “com uma porta de metal e fechadura simples, uma grade de metal com cadeado e uma porta de madeira com fechadura”. O depósito também não é monitorado por câmeras de segurança.

A prefeitura informou, em nota, ter aberto um sindicância, “conduzida pela Corregedoria da Guarda Civil Municipal e pela Secretaria Municipal de Justiça, para investigar todos os eventos relacionados ao incidente”. Disse também ter afastado os agentes envolvidos na guarda e vigilância das armas (leia a íntegra abaixo).

Segundo o BO, todas as armas estavam aptas para uso, com brasão da corporação. Elas estavam aguardando manutenção, limpeza e estocagem até o próximo curso de formação de guardas municipais. Além disso, todos os subinspetores e inspetores da GCM têm cópias das chaves e acesso liberado ao depósito de armas desde outubro de 2021.

No boletim de ocorrência, também é relatado que a fechadura do depósito estava danificada “talvez por mau uso da chave de acesso”, em 26 de fevereiro. Após dois dias, ela voltou a apresentar problemas, por isso foi requisitada a manutenção do local. Entretanto, na ocasião, ninguém na GCM pensou em fazer a contagem de armas.

O caso foi registrado na Delegacia Central de Cajamar como não criminal em razão da “ausência de indícios que sugiram a subtração do equipamento” e pelo fato do armamento que desapareceu estar para manutenção.

O que diz a prefeitura
“Nesta quarta-feira, 10 de abril, a Prefeitura Municipal de Cajamar tomou medidas firmes em relação ao desaparecimento de armas na sede do Posto da Guarda Municipal do município afastando imediatamente os agentes envolvidos na guarda e vigilância das armas.

Uma sindicância está em andamento desde o início do caso, conduzida pela Corregedoria da Guarda Civil Municipal e pela Secretaria Municipal de Justiça, para investigar todos os eventos relacionados ao incidente.

Todas as investigações pertinentes estão sendo conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil, após o registro do boletim realizado pela Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social.

A Prefeitura reafirma seu compromisso inabalável com a transparência, ética e legalidade em todas as suas ações, cooperando integralmente com as autoridades competentes para esclarecer os fatos.”

Fonte: G1

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Segurança

Piloto é preso em avião que carregava mais de meia tonelada de drogas no interior de SP

por Redação 10 de abril de 2024

O piloto de um avião de pequeno porte que carregava 565 kg de cocaína foi preso em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, na terça-feira (9). A aeronave foi interceptada pela Força Aérea e pelas polícias militares de SP e PR.

Segundo as autoridades, o avião partiu do Paraguai e tinha como destino o interior paulista. Os investigadores dizem se tratar de uma aeronave cuja matrícula foi clonada, uma vez que a verdadeira foi destruída em uma operação da Polícia Federal na terra indígena Yanomami em maio de 2023.

O piloto era habilitado desde 2021, foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Marília (SP).

Imagens mostram a aeronave se partiu ao meio no momento do pouso, em uma plantação.

Fonte: r7

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