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São Paulo

Transporte

PM faz operação em garagens e terminais para garantir circulação de ônibus das empresas suspeitas de envolvimento com PCC

por Redação 10 de abril de 2024

A Polícia Militar realiza na manhã desta terça-feira (10) uma operação para garantir a circulação dos ônibus das empresas Transwolff e UpBus, investigadas pelo Ministério Público por ligação com o crime organizado.

Viaturas estão posicionadas dentro e fora das garagens das duas empresas, a fim de garantir a saída e entrada dos coletivos que prestam serviço nas Zona Sul e Leste da capital paulista.

A Prefeitura de São Paulo também anunciou a presença da Guarda Civil Metropolitana (GCM) em todos os terminais de ônibus dessas duas regiões, na tentativa também de não prejudicar o atendimento dos passageiros que saem para trabalhar nesta manhã de terça (10).

O aumento da segurança faz parte da ‘Operação Impacto’, lançada pelo comando da Polícia Militar com o objetivo de evitar interrupções na circulação dos ônibus em São Paulo.

“Nenhum ônibus foi retido durante essa operação, portanto, eles estão à disposição. Mas, por experiência, sabemos que o crime organizado espalha boatos de que haverá intersecções nas redes, queima de ônibus… E essa rede de boatos acaba trazendo medo e insegurança para a população”, afirmou o comandante-geral da PM, coronel Cássio Araújo de Freitas na coletiva de imprensa desta segunda-feira (9).

“Vamos iniciar um patrulhamento na portaria das empresas e, posteriormente, em toda a cadeia logística dessas empresas de ônibus, para dar essa tranquilidade e garantir a mobilidade para que o cidadão paulistano possa trabalhar, estudar, com tranquilidade, durante toda essa semana”, completou Freitas.

‘Fim da Linha’

A Operação ‘Fim da Linha’, do Ministério Público de SP, contou com 340 policiais do Batalhão de Choque, que apoiaram no cumprimento dos mandados de prisão e busca deflagrados nesta terça-feira (9).

Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial ao Crime Organiza (Gaeco), os envolvidos usavam a exploração do serviço de transporte público por ônibus para “legalizar” valores provenientes de tráfico de drogas, roubos e outros delitos praticados pela facção criminosa, além de ocultar o patrimônio do bando.

“Foram meses de trabalho para que essa ação fosse materializada, sendo cumpridos na data de hoje mandados de busca e de prisão realizados pelo Gaeco e agentes do serviço de inteligência da PM. Essa parceria com o Ministério Público, Cade e Receita Federal ganha mais robustez para asfixiar financeiramente o crime organizado no Estado de São Paulo”, disse o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite. “É inaceitável que chefes de facção figurem como grandes empresários.”

Segundo o MP, a Transwolff e a UPBus receberam no ano passado mais de R$ 800 milhões da Prefeitura de SP pelos serviços de operação das linhas de ônibus nas regiões onde operam.

Com 13 linhas e 138 veículos operando na cidade, a UPBus recebeu R$81 milhões da SPTrans em 2023, contra R$748 milhões da Tanswolff, que opera 100 linhas na Zona Sul de SP e tem mais de 1.100 veículos circulando na capital paulista, de acordo com os promotores.

Intervenção da Prefeitura de SP

Após determinação judicial, a Prefeitura de São Paulo assumiu a operação das linhas de ônibus das empresas Transwolff e UPBus. As companhias transportam cerca de 15 milhões de passageiros por mês.

Dirigentes de ambas são suspeitos de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e foram alvos de uma operação do MP. Na ação, dois diretores e um representante da Transwolff foram presos. Um dirigente da UPBus está foragido.

Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o decreto foi publicado no Diário Oficial. Em coletiva de imprensa no início da tarde, ele afirmou ainda que “Nenhuma linha será paralisada”.

“Já fiz o decreto publicado hoje no Diário Oficial onde determino a intervenção na Transwolff e na UPBus. Quero contar com a colaboração da imprensa para deixar claro que não haverá nenhuma paralisação no transporte público municipal por parte dessas empresas. Fornecedores não deixarão de receber. Os interventores já estão lá nas duas empresas. Não haverá demissão de funcionários. Só muda a gestão dessas empresas.”

Os dois interventores nomeados pelo prefeito são servidores de carreira da SPTrans: Valdemar Gomes de Mello e Wagner Chagas Alves (diretor de operações da empresa).

Mais cedo, em entrevista à TV Globo, o secretário executivo de Transporte e Mobilidade Urbana, Gilmar Pereira Miranda, afirmou que a SPTrans, estatal de transporte coletivo da capital, tem condições técnicas para dar conta do serviço sem prejuízo da população.

“A gente não vislumbra, neste momento, qualquer substituição de operador. Muito pelo contrário: a gente tem pessoal capacitado na SPTransporte, com expertise desde a época que já teve no passado necessidade de intervenção por má prestação”.

Ambas já tinham histórico de problemas, falhas na operação, além denúncias anteriores de ligação com o crime organizado.

Há duas semanas, passageiros quebraram equipamentos do Terminal Varginha II após atraso de mais de duas horas em um das linhas operadas pela Transwolff. Por conta dos atrasos e falhas, a SPTrans tirou seis linhas da empresa e aplicou multa.

Dirigentes investigados
A Justiça também estabeleceu o bloqueio de bens dos investigados, no valor máximo de quase R$ 600 milhões. Na casa de um deles, foram encontradas armas, dinheiros e joias.

Os dirigentes das empresas devem se afastar dos cargos e cinco deles, ligados a UPBus, terão de cumprir medidas medidas cautelares – entre elas a proibição de frequentar a empresa de se ausentar da cidade sem comunicação prévia à Justiça.

Lavagem de dinheiro e tráfico
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes dessa cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados a transferir o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

No caso da UPBus, o Ministério Público afirma que os diretores integram a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da UPBus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvo de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na UPBus.

Fonte: G1

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São Paulo

Prefeitura de SP envia à Câmara projeto que propõe criação do Parque do Bixiga

por Redação 9 de abril de 2024

A Prefeitura de São Paulo encaminhou à Câmara Municipal de Vereadores o projeto de lei que prevê a criação do Parque Municipal do Rio Bixiga. O ofício foi protocolado na noite desta segunda-feira (8).

ampliar e requalificar os espaços públicos, as áreas verdes e permeáveis e a paisagem;
proteger o patrimônio histórico, cultural e religioso e valorizar a memória, o sentimento de pertencimento à cidade e a diversidade;
recuperar e reabilitar as áreas centrais da cidade.

A prefeitura ainda reforça a diversidade cultural e classifica o bairro do Bixiga como “um território único, fruto de luta popular”.

De acordo com o texto, as despesas para a criação “correrão por conta das dotações orçamentárias próprias”, mas a prefeitura poderá complementar as verbas destinadas à implementação do parque, se necessário.

O PL terá que passar pelas comissões da Câmara antes de ser votado pelos vereadores. Mesmo que aprovado, a prefeitura ainda precisa chegar a um acordo com o Grupo Silvio Santos – dono do terreno – para desapropriar a área e construir o parque.

Valor do terreno
Na última semana, o Grupo Silvio Santos propôs à Prefeitura de São Paulo a venda do terreno que será usado para a construção do parque por R$ 80 milhões.

Entretanto, o valor está acima do estipulado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela gestão municipal.

Em dezembro do ano passado, o órgão anunciou que iria destinar R$ 51 milhões para o futuro parque. A verba virá da Uninove, que assinou termo com o MP para destinar cerca de R$ 1 bilhão para evitar um processo por suspeita de pagamento de propina.

À reportagem, Nunes disse que procurou o Grupo Silvio Santos na tentativa de entrar em acordo de forma amigável, sem recorrer a judicialização, para comprar o terreno. Segundo o prefeito, a proposta do atual proprietário será avaliada e enviada para o Departamento de Desapropriações de Procuradoria Geral do Município.

Procurado pelo g1, o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, que conduziu o acordo da Uninove, também afirmou que vai pedir a avaliação dos imóveis pela prefeitura. Para ele, o valor de R$ 80 milhões está bem acima da indenização estipulada para o terreno de 12 mil metros quadrados.

Disputa se estende há anos
Há anos o terreno é alvo de disputa entre o dramaturgo Zé Celso, fundador do Teatro Oficina Uzyna Uzona, e do apresentador do SBT. Dono do local desde a década de 80, o Grupo Silvio Santos pretendia construir três prédios de até 100 metros de altura.

Zé Celso defendia que a construção dos prédios prejudicaria as atividades culturais do teatro e desconfiguraria o projeto da arquiteta Lina Bo Bardi. O Teatro Oficina também foi inscrito no Livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo das Belas Artes, pelo Iphan (Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional) em 24 de junho de 2010.

O tombamento determina os padrões para a preservação das características do espaço, e delimita como entorno a área de proteção visual em frente ao Viaduto Júlio de Mesquita Filho.

Durante anos, Zé Celso e Silvio Santos se reuniram diversas vezes para tentar resolver o impasse do terreno. O dramaturgo morreu em um incêndio em julho do ano passado sem ver o sonho do Parque Bixiga ser concretizado.

“Nossa preocupação é e sempre foi, sobretudo, assegurar que o empreendimento, além da geração de empregos, trará enormes benefícios a seu entorno ao oferecer um padrão de moradia digno; ao levar em conta a acessibilidade urbana; a revitalização de seu entorno; a oferta de serviços que atenderão a população local; e o respeito aos que lá fazem divisa com o empreendimento”, justificou o presidente do grupo em comunicado à imprensa nesta quinta-feira (4).

Acordo com a Uninove
Para entender o motivo de a Uninove precisa pagar R$ 1 bilhão, é preciso voltar a 2013, quando foi descoberta a máfia dos fiscais. Durante as investigações, surgiu a informação de que a Uninove teria pagado R$ 5 milhões para dois agentes da prefeitura para não fiscalizarem a instituição.

A Uninove foi chamada e colaborou com as investigações. O acordo feito livra a instituição de processos cíveis.

Para pagar mais de R$ 1 bilhão de indenização, a Uninove vai ceder durante 16 anos um prédio onde vai funcionar a Secretaria Municipal da Saúde e um hospital de média complexidade que irá realizar 600 cirurgias por mês.

Além disso, um imóvel no Bairro do Cambuci será transferido ao patrimônio público municipal e um edifício será construído na Vila Clementino pela Uninove, em terreno municipal, para abrigar um Cartório Eleitoral.

Um dos principais motivos para a assinatura do acordo, segundo o MP, foi o fato de a universidade ter prestado relevantes serviços de saúde à população, inclusive durante a Pandemia de Covid-19.

A Uninove gastou mais de R$ 60 milhões durante a pandemia sem ter a certeza de que esse valor entraria nesse termo.

O promotor Silvio Marques disse que esse é o maior acordo indenizatório da história do Ministério Público de São Paulo, dez anos depois do escândalo ter sido descoberto numa investigação iniciada pela Controladoria do Município, na gestão do então prefeito Fernando Haddad (PT) e de promotores do Gedec, entre eles Roberto Bodini.

Fonte: G1

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Segurança

Ataques a carros-fortes e agência bancária na região de Piracicaba: o que se sabe e o que falta saber

por Redação 9 de abril de 2024

Ataques a uma agência bancária em São Pedro (SP) e a carros-fortes, em rodovias de Cordeirópolis (SP) e Piracicaba (SP), foram registrados entre a madrugada e a noite de segunda-feira (8).

Explosivos foram utilizados durante as ações, houve disparos de armas de fogo e um veículo foi encontrado em chamas próximo do local de um dos crimes.

Segundo a Polícia Militar, os mesmos veículos utilizados em São Pedro (SP) também foram usados em Cordeirópolis (SP). Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso e a Polícia Civil investigava os casos.

O que se sabe
Por volta das 3h da segunda-feira, quatro homens armados com fuzis bloquearam ruas ao redor da agência bancária em São Pedro e, em uma ação que levou cerca de 30 minutos, explodiram a unidade e fugiram.
Durante a ação, eles dispararam armas de fogo contra policiais. Na fuga, abandonaram explosivos e R$ 275. Não houve registro de feridos e não foi divulgada a quantia em dinheiro levada pelo grupo.
No fim da tarde da segunda, ao menos 10 criminosos explodiram dois carros-fortes na Rodovia Washington Luís (SP-330), em Cordeirópolis (SP).
O grupo usou fuzis na ação. Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem; um jovem que estava em um ônibus próximo da ação passou mal e precisou de atendimento médico.
Segundo a Polícia Militar (PM), os assaltantes fortemente armados usaram dois carros de luxo que também tinham sido usados no ataque à agência do Banco do Brasil em São Pedro.
Já na Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), um carro-forte foi atacado por criminosos no início da noite. Foram realizados disparos de fuzis contra ele, mas a tentativa de roubo foi frustrada e os assaltantes fugiram.
Segundo a Polícia Militar, os vigilantes que estavam no blindado estão bem, mas foram encontradas manchas sangue no local. Porém, não há informações sobre quem ficou ferido.
Um carro foi abandonado em chamas nas proximidades do crime e a estrada foi parcialmente interditada.

O que falta saber
Ainda não se sabe se há relação entre o ataque em Piracicaba e os outros dois.
A polícia ainda tenta identificar e chegar até os autores dos crimes.
Não foram informadas as quantias em dinheiro levadas nos crimes de São Pedro e Cordeirópolis.
Até a última atualização, não foi descoberto de quem são as manchas de sangue encontradas no ataque em Piracicaba.

Fonte: G1

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São Paulo

Sabesp é autorizada a reajustar tarifas em 6,4% a partir de maio

por Redação 9 de abril de 2024

A Sabesp vai reajustar as tarifas em 6,4469% a partir de 10 de maio. Segundo informações da Reuters, a companhia de abastecimento informou nesta segunda-feira (8) que a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou o aumento.

O reajuste foi autorizado com a divulgação de uma nota técnica da Sabesp, e as novas tabelas tarifárias serão publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo

Fonte: G1

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Transporte

Operação do MP prende quatro dirigentes de empresas de ônibus de SP suspeitos de ligação com crime organizado

por Redação 9 de abril de 2024

O Ministério Público de São Paulo deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a Operação Fim da Linha para cumprir quatro mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão contra dirigentes das empresas de ônibus da capital Transwolff e Upbus. Eles são suspeitos de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Foram presos:

Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como “Pandora”, dono da Transwolff, preso dentro de casa;
Robson Flares Lopes Pontes, dirigente da Transwolff, preso na garagem da empresa
Joelson Santos da Silva;
Elio Rodrigues dos Santos, preso em Flagrante por porte de arma.

As ações ocorrem na capital, Grande São Paulo e em cidades do interior paulista. No imóvel de um dos envolvidos, foram encontrados diversos fuzis, revólveres, além de dinheiro e joias.

A Justiça de São Paulo determinou ainda que a SPTrans, estatal de transporte coletivo da capital, assuma imediatamente a operação das linhas administradas pelas empresas Transwolff, que atua na Zona Sul, e da Upbus, que administra linhas na Zona Leste.

Há duas semanas, passageiros quebraram equipamentos do Terminal Varginha II após atraso de mais de duas horas em um das linhas operadas pela Transwolff. Por conta dos atrasos e falhas, a SPTrans tirou seis linhas da empresa e aplicou multa.

A SPTrans afirma que não há impacto na operação das linhas nesta manhã. A prefeitura da capital diz que irá assumir a operação sem que haja prejuízo à população.

Juntas, as duas companhias transportam cerca de 15 milhões de passageiros por mês.

As decisões judiciais estabelecem também o bloqueio de bens dos investigados, no valor máximo de quase R$ 600 milhões.

Os dirigentes das empresas devem se afastar dos cargos e cinco deles, ligados a Upbus, terão de cumprir medidas medidas — entre elas a proibição de frequentar a empresa de se ausentar da cidade sem comunicação prévia à Justiça.

A operação é realizada pela polícia Militar, Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que fiscaliza e combate abusos de poder econômico.

Investigação
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes dessa cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados a transferir o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

No caso da Upbus, o Ministério Público afirma que os diretores integram a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da Upbus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvo de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na Upbus.

Efetivo
É o maior efetivo já usado em uma operação do Ministério Público. Ao todo, são 340 policiais militares, 106 viaturas compreendendo todas unidades do Comando de policiamento de choque (1° BPChq, 2° BPChq, 3° BPChq, 4°BPChq, 5° BPChq e RPMon), bem como os agentes de inteligência.

Força externa empregada 43 agentes da receita federal com 20 viaturas, 64 membros do ministério público e 2 agentes do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Fonte: G1

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Segurança

Mulher lésbica agredida no Metrô diz que PM falou que ela ‘iria apanhar como um homem’

por Redação 9 de abril de 2024

A mulher agredida no Metrô de São Paulo no último sábado (6) ouviu do policial militar que a abordou que ela “iria apanhar como um homem”. A vítima é lésbica e estava vestindo uma bermuda com as cores da bandeira LGBTQIAP+.

O episódio aconteceu na plataforma da estação da Luz, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista, e foi filmado por testemunhas. As imagens com o flagrante do PM desferindo um tapa no rosto da jovem viralizaram nas redes sociais (veja abaixo).

No vídeo, o policial aparece discutindo com a vítima, que está sentada na plataforma. Ele diz “abaixa a mão para mim”, enquanto a mulher responde “você que está me batendo”. Em seguida, o agente dá um tapa no rosto dela.

Ao g1, a advogada Ana Marques contou que a jovem – que prefere não ser identificada – estava sentada na plataforma com as pernas viradas em direção à via, enquanto aguardava o trem. Então, o policial militar fardado apareceu e a puxou pelo colarinho da blusa.

No boletim de ocorrência, ao qual o g1 teve acesso, testemunhas relataram que o policial deu “um tapa na cabeça, três tapas no rosto e um pontapé na costela” da vítima. O caso foi registrado no 2° Distrito Policial do Bom Retiro.

Segundo a advogada, a jovem também foi agredida verbalmente, sendo xingada de “sapatão” e de outras palavras de baixo calão. Para ela, a ação foi “inadmissível” e a classificou como “homofobia”.

Após a agressão, o agente embarcou no trem e não foi mais visto. Nesta segunda-feira (8), a Polícia Militar informou que ele já foi identificado e afastado do trabalho na rua até o fim das investigações da corporação.

Estado de pânico
Ana Marques também contou que a jovem está com o rosto vermelho e inchado, além de apresentar ferimentos no braço e nas costas. “Ela está em estado de pânico, de desespero, de mal-estar, um medo que você não tem ideia.”

Momentos antes de sofrer a agressão no sábado, a vítima tinha sido deixada pelo pai na estação da Luz. Ela estava a caminho de sua casa em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde vive com a esposa.

Segundo a advogada, ela realizou o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal na tarde desta segunda. O resultado deve sair em 10 dias. Uma denúncia também será registrada na Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do estado de São Paulo.

Procurada no domingo (7), a Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou o ocorrido e informou que “a conduta apresentada não condiz com as diretrizes das forças de segurança paulistas”.

A Ouvidoria da Polícia também recebeu as imagens da agressão e solicitou a investigação pela Corregedoria da PM, além do afastamento do policial.

O deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior ainda repudiou a ação. “Tal violência é inaceitável e fere os princípios mais básicos de respeito aos direitos humanos e da População LGBTQI+. Exigimos respostas imediatas da instituição Polícia Militar do Estado de São Paulo diante deste episódio violento e vergonhoso.”

Tarcísio repudia conduta de policial
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também repudiou a conduta do policial nesta segunda.

Fonte: G1

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Transporte

‘É difícil atender rigorosamente 5 ou 10 minutos de intervalo’, admite diretor da SPTrans sobre atrasos nos ônibus da cidade de SP

por Redação 5 de abril de 2024

Pressionado pelo aumento constante das reclamações sobre atrasos e superlotação de ônibus na cidade de São Paulo, o diretor de operações da SPTrans, Wagner Chagas Alves, admitiu nesta quinta-feira (5) que a empresa não consegue reduzir os intervalos entre os coletivos da capital.

Pressionado pelo aumento constante das reclamações sobre atrasos e superlotação de ônibus na cidade de São Paulo, o diretor de operações da SPTrans, Wagner Chagas Alves, admitiu nesta quinta-feira (5) que a empresa não consegue reduzir os intervalos entre os coletivos da capital.

Em entrevista ao SP2, Chagas afirmou “ser normal” os usuários de todas as regiões reclamarem da longa espera por um coletivo, especialmente nas periferias e nos horários de rush da manhã.

“É normal eles reclamarem, eu também reclamaria, né? Eu também reclamo quando vou tomar o ônibus, porque, o que que acontece, você tem uma cidade que é difícil… difícil atender rigorosamente cinco minutos de intervalo, 10 minutos de intervalo [entre os ônibus]. Você não consegue fazer isso. É muito difícil”, afirmou.

O SP2 vem mostrando há dois dias que as reclamações sobre as linhas de ônibus da capital têm crescido e irritado os usuários (veja vídeo acima).

O estopim foi o quebra-quebra ocorrido no Terminal Varginha, na Zona Sul, na noite de 21 de março.

Naquela ocasião, passageiros cansados da espera de quase duas horas por um ônibus da linha 6072/10 Jd. São Nicolau – Term. Varginha se irritaram e quebraram um balcão do fiscal da empresa Transwolff, que cuidava da linha.

Durante a manhã, na ida para o trabalho, a espera supera os 50 minutos, segundo contam os passageiros:

“Às vezes eu chego a ficar esperando 50 minutos, até 1 hora. Não gosto não. Por vezes prefiro pegar um Uber do que pegar o ônibus, mas não tem o que fazer, porque não dá pra pegar Uber todo dia, né?”, disse a estudante Beatriz Sales, moradora da Zona Sul.

Após a confusão de março, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) pediu desculpas aos usuários e prometeu solução para o caso em até 24 horas.

Um dia depois do quebra-quebra, a SPTrans transferiu seis linhas que operam na Zona Sul para outras empresas, com o objetivo de desafogar o atendimento da Transwolf na região.

Mas na noite de quarta-feira (3), o SP2 voltou ao Terminal Varginha e constatou que o problema persiste na maior parte das linhas transferidas para as empresas Mobibrasil e Viação Grajaú.

Na linha 6072/10 Jd. São Nicolau – Term. Varginha, alvo do quebra-quebra no fim de março, os usuários afirmaram que no período da noite ao menos cinco filas diferentes se formam para conseguir pegar um ônibus da linha, que continua sendo administrada pela Transwolff.

Somente após a chegada da reportagem, novos ônibus da empresa foram surgindo para atender os usuários. Alguns dos veículos foram tirados de outras linhas, para evitar o registro das longas filas no Terminal Varginha.

Como as reclamações dos ônibus vem de toda a cidade, não só da zona sul, o prefeito Ricardo Nunes admitiu nesta quinta (4) que a fiscalização da SPTrans precisa melhorar.

A SPTrans anunciou em 21 de março que trocou a empresa operadora de seis linhas de ônibus que operam nos terminais Varginha e Parelheiros, na Zona Sul.

As seis linhas eram operadas pela empresa Transwolff e vinham sendo alvo de muita reclamação da população. A decisão sobre a troca aconteceu justamente após o quebra-quebra observado no Terminal Varginha, após os usuários da região esperarem mais de duas horas por um veículo.

Passam a ser operadas pela Viação Mobibrasil:

695D/10 Jd. Sta. Bárbara- Metrô Jabaquara
6002/10 Cid. Dutra – Hosp. Pedreira
677V/10 Jd. Alpino – Est. Grajaú
6110/10 Conj. Hab. Palmares – Aeroporto
Passam a ser operadas pela Viação Grajaú:

6026/10 Jd. Icaraí – Term. Sto. Amaro
637V/10 Pq. América – Term. Sto. Amaro

“A operação também terá ônibus maiores, haverá a substituição de ônibus menores (Midônibus e Básicos) por modelos com maior capacidade (Padron)”, declarou a gestão Nunes.

Desculpas do prefeito de SP

Por causa da confusão no terminal, o prefeito de São Paulo pediu desculpas aos passageiros da Zona Sul e chamou o atraso da empresa de “inaceitável e irresponsável”.

“É absolutamente inaceitável o que fizeram com os usuários e eu vi as imagens do terminal ontem. O Levy já convocou os responsáveis da empresa para poderem ir na SPTrans e apresentarem soluções para essa situação”, disse o prefeito na época.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista de Porsche bebeu ‘alguns drinks’ em restaurante, foi a pôquer e discutiu com namorada antes de acidente, diz testemunha

por Redação 5 de abril de 2024

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, condutor do Porsche que bateu no Sandero do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana e causou sua morte na madrugada do último domingo (31) em São Paulo, bebeu “alguns drinks”, foi a uma casa de pôquer, discutiu com a namorada e “acelerou” o carro de luxo antes do acidente.

A informação é de uma estudante que namora Marcus Vinicius Machado Rocha, amigo de Fernando que estava no Porsche como passageiro. Até a quinta-feira (4), o namorado dela continuava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz Anália Franco, na Zona Leste, sem previsão de alta. A estudante ainda disse que ele está entubado, com quatro costelas quebradas e teve o baço retirado numa cirurgia.

A garota deu depoimento na quarta-feira (3) no 30º Distrito Policial (DP), Tatuapé, acompanhada de seu advogado, José Roberto Soares Lourenço, que também defende os interesses de Marcus. O rapaz ainda não foi ouvido pela investigação.

Marcus, de 24 anos, estava no banco do carona do Porsche quando ocorreu a batida depois de um posto de combustíveis na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé. Fernando, de 24 anos, teria tido um corte na boca, mas não foi levado a nenhum hospital. Ornaldo, de 52, chegou a ser socorrido, mas morreu depois (saiba mais abaixo).

Procurado pelo reportagem, Lourenço disse que seus clientes não vão falar com a imprensa neste momento.

“Marcus continua internado e demais informações quanto ao estado de saúde a família não autorizou a passar”, falou o advogado.

‘Ingeriram alguns drinks’

Segundo a namorada de Marcus, os dois, Fernando e a namorada do empresário se encontraram por volta das 21h30 de sábado (30) no restaurante Pocheteria, na Rua Professor João de Oliveira Torres, no Tatuapé.

“Porém, não os viu ingerir bebida alcoólica” na casa de pôquer, segundo a testemunha. Ela disse que todos deixaram o lugar por volta das 2h de domingo, quando “perceberam que Fernando estava um pouco alterado, iniciando uma discussão” com sua namorada, que pedia “que Fernando não dirigisse”.

Vídeos gravados por câmeras de segurança mostram um pouco dessa discussão (veja acima).

“Não chegaram a um acordo e Fernando não quis deixar outra pessoa dirigir o seu veículo”, contou a testemunha. Nesse momento, “Marcus Vinicius se dispôs a ir com Fernando para que este não fizesse nada de errado.”

A jovem falou que o “planejado seria ir até a casa de Fernando, deixá-lo lá”, onde ela pegaria Marcus e também levaria a namorada do empresário para casa no mesmo veículo.

Saíram, então, da casa de pôquer, Fernando dirigindo seu Porsche com Marcus no banco do carona e as duas jovens em outro automóvel, como mostram imagens de câmeras de segurança.

A testemunha disse ainda que tentou segui-lo, mas como estava devagar, decidiu ligar para Marcus, que “atendeu com voz muito fraca, dizendo que haviam sofrido um acidente”.

Em seguida, a garota falou que ela e a namorada de Fernando chegaram ao local da batida. E que viu Marcus “descendo do carro e caindo no chão, alegando estar sentindo muitas dores”.

A testemunha contou ainda que “viu Fernando saindo do veículo e sentando no chão em estado de choque. Ela ainda disse que tentou ajudar outras pessoas no socorro de Ornaldo, iluminando o veículo com a luz de seu celular. Em seguida, uma ambulância dos Bombeiros o socorreu.

A garota comentou que ela e a namorada do empresário ficaram próximas de Marcus e Fernando. Em seguida, apareceu a mãe do motorista do Porsche, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou e levou Marcus.

Vídeos gravados por testemunhas mostram os dois amigos sentados na calçada após o acidente. Eles aparecem cercados por algumas pessoas.

Empresário pagou R$ 300 em ‘open bar’

Fernando pagou R$ 300 para entrar na casa de pôquer, segundo uma das sócias do Encore Bar e Restaurante LTDA, nome fantasia do estabelecimento. A proprietária prestou depoimento à polícia na quarta.

Ela contou que o empresário ficou cerca de 2h30min na casa, que tem “open bar”, com comida e bebida inclusos no valor da entrada. Mas “não sabe informar se Fernando ingeriu bebida alcóolica”.

A mulher ainda falou que as câmeras de segurança da Encore gravam as imagens por 3 horas, e que “após isso, os novos registros são regravados em cima dos antigos”. A polícia foi ao local e apreendeu computadores para tentar ver as imagens. Mas investigadores acham que elas não mostrarão o momento que Fernando estava na casa.

Segundo os policiais, o empresário pagou R$ 400 para jogar no estabelecimento e ganhou R$ 675 nas apostas. De acordo com a investigação, a proprietária da casa de pôquer apresentou os alvarás que comprovam que o local funciona de forma legal.

Fonte: G1

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Política

José Luiz Datena assina com o PSDB e chega ao seu 11º partido

por Redação 4 de abril de 2024

Menos de quatro meses depois de se filiar ao PSB, o apresentador de TV José Luiz Datena ingressou no PSDB nesta quinta-feira (4). Essa foi a 11ª troca partidária do comunicador. A mudança de legenda permite que ele aceite a indicação a vice na chapa da deputada federal Tabata Amaral (PSB) na disputa pela Prefeitura de São Paulo, mas na cerimônia de filiação Datena não confirmou se vai ser o vice da parlamentar.

“Para a primeira alternativa, eu vou. Para a segunda, eu vou. O que vai acontecer, vai acontecer. O futuro a Deus pertence. Por que eu ia convidar a Tabata para vir aqui se eu penso de forma diferente? Mas não depende só de nós. Eu não sei como o PSB vai encarar essa mudança de partido, os grandes nomes do partido concordaram com esse movimento”, disse o apresentador.

“A minha vontade é estar do lado da Tabata, sempre, porque é uma pessoa fantástica, maravilhosa, que eu gosto e respeito e continuarei respeitando. Agora, estou num partido que esta conversando com o partido que era o meu partido, eles estão conversando e que definam. Precisa perguntar mais pros dirigentes dos partidos, eles que respondam”, completou Datena.

Datena permaneceu menos de quatro meses no PSB, sua décima filiação política. O histórico do apresentador acumula 11 siglas, já incluindo o PSDB. A primeira legenda em que ele esteve associado foi o PT, de 1992 a 2015. Desde então, passou por oito siglas em um intervalo de oito anos: PP, PRP (extinto), DEM (hoje, União Brasil), MDB, PSL (fundido ao União), PSC, União Brasil e PDT.

Até as eleições de 2014, Datena era citado como possível postulante a um cargo eletivo. O apresentador chegou a confirmar alguns convites, mas não demonstrava vontade de se lançar como candidato, apesar de estar filiado a partidos políticos. A partir das eleições de 2016, passou a tratar os planos na política de forma mais enfática, chegando a admitir a possibilidade de estar nas urnas e, depois, recuando.

Prefeito de São Paulo (2016)
Em 2016, Datena estava filiado ao PP e era cotado para disputar a Prefeitura de São Paulo. No entanto, desistiu da pré-campanha após a revelação de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) estimava em mais de R$ 300 milhões o total em propinas obtidas pelo PP entre 2006 e 2014 a partir do esquema de corrupção na Petrobras. O valor mencionado consta em uma denúncia apresentada por Rodrigo Janot, então procurador-geral da República, em denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR).

Senador (2018)
Dois anos depois, o nome do apresentou voltou a ser cotado para as eleições. Datena era cogitado para se candidatar ao Senado e se filiou ao DEM de olho no projeto eleitoral. Doze dias após a filiação, desistiu da campanha. “Achei que não era a hora de participar dessa política do jeito que ela está aí”, disse.

Vice-prefeito de São Paulo (2020)
O jornalista voltou a ser sondado na eleição seguinte, em 2020. Ele se filiou ao MDB e era cotado para compor a chapa à reeleição de Bruno Covas (PSDB). Também recuou na oportunidade. O acordo acabou contemplando Ricardo Nunes (MDB), hoje prefeito e pré-candidato à reeleição, que ainda também não tem um nome para o vice da chapa.

Senador (2022)
Em 2022, Datena chegou a ser uma das opções estimuladas por institutos de pesquisa em levantamentos de intenções de voto. O nome do apresentador aparecia nas pesquisas para o cargo de senador, e ele liderava as intenções de voto. Mesmo assim, recuou da campanha. “Eu pensei bem e resolvi seguir o meu caminho”, disse, às vésperas do prazo legal para que deixasse de apresentar programas no rádio e na televisão.

Fonte: r7

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Segurança

‘Ninho de celulares’: Polícia apreende máquina usada para desbloquear aparelhos roubados em SP

por Redação 4 de abril de 2024

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta terça-feira (2) uma máquina de desbloqueio de celulares roubados em um apartamento em Campos Elíseos, no centro de São Paulo.

Segundo a delegada Samira Fares, há um ano a Polícia Civil investigava quadrilhas de roubo e receptação de aparelhos roubados. Ao cumprir mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram a máquina num local em que a polícia chama de “laboratório de desmonte de aparelhos”.

No local, os policiais também encontraram 60 celulares roubados e 90% deles, segundo a delegada, eram modelos de Iphone.

A operação prendeu três suspeitos e mira a prisão de mais duas pessoas, que estão sendo procuradas, totalizando cinco alvos.

O grupo desmontava os aparelhos para revender as peças no mercado paralelo. A polícia investiga o destino dos celulares desbloqueados pela máquina encontrada no apartamento.

Samira Fares alerta aos usuários que tiverem aparelhos roubados ou furtados em São Paulo para que façam boletim de ocorrência. Isso possibilita, segundo ela, que a polícia devolva os aparelhos para as vítimas quando eles são localizados em operações como a dessa terça-feira (2).

Fonte: G1

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