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São Paulo

Transporte

Metrô de SP cobra multa de R$ 7 milhões de sindicato após greve

por Redação 18 de outubro de 2023

O Metrô de São Paulo entrou com uma ação de indenização de mais de R$ 7 milhões, contra o Sindicato dos Metroviários, por conta da greve do dia 3 de outubro.

No começo do mês, funcionários do Metrô, CPTM e Sabesp cruzaram os braços em protesto contra os projetos de privatização de linhas ferroviárias e da companhia de saneamento básico do estado.

O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que analisa o processo, disse que o Sindicato dos Metroviários tem o prazo de 30 dias para apresentar defesa, sob pena de “serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na ação”.

Em nota, o Metrô afirma que “o pedido de reparação feito pela Companhia compreende os prejuízos financeiros decorrentes da impossibilidade de arrecadação durante a paralisação. Na ocasião, houve descumprimento, por parte do sindicato, da liminar que determinava o funcionamento da operação das linhas do Metrô com 100% do efetivo nos horários de pico e 80% nos demais.”

Presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa diz que só soube da ação civil por meio da imprensa. Lisboa considera a movimentação do Metrô um ato antissindical que atenta contra o direito democrático de greve, previsto na constituição brasileira.

Ainda segundo Camila Lisboa, a ação civil é uma prática de má fé, porque já existe um processo na Justiça trabalhista, que é a esfera competente que julga as greves e lutas dos trabalhadores.

Fonte: r7

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São Paulo

Privatização da Sabesp: o que é e como está promessa de Tarcísio para empresa de água de SP

por Redação 18 de outubro de 2023

Promessa de campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a privatização da Sabesp, uma das maiores empresas de saneamento do mundo, ganhou novo destaque no noticiário após funcionários da estatal paralisarem os serviços em protesto contra a proposta.

Dentro do Executivo, a discussão avançou nas últimas semanas. Após concluir os estudos iniciais, o governo tenta angariar apoiadores e enviou o projeto de lei na terça-feira (17) à Assembleia Legislativa do estado, que precisa votar e aprovar.

O g1 explica, abaixo, o tamanho da companhia, o processo de privatização e em que pé está o projeto.

O que é a Sabesp?
Fundada em 1973, a Sabesp é responsável pelo fornecimento de água, coleta e tratamento de esgoto do estado de São Paulo.

É uma empresa de economia mista, ou seja, o controle é do estado, que tem 50,3% do seu capital social, mas outra parte é negociada em ações nas Bolsas de Valores de São Paulo e Nova York. Sua oferta inicial pública de ações (IPO, na sigla em inglês) foi feita em 2002.

Ela é considerada uma das maiores companhias de saneamento do mundo e atende 375 municípios paulistas, onde vivem 28,4 milhões de pessoas.

Já foi finalista de premiações, como o “Global Water Awards”, e é reconhecida internacionalmente pela contribuição significativa para o desenvolvimento internacional do setor de água.

Também presta serviços de água e esgoto em parceria com empresas privadas para outros quatro municípios paulistas: Mogi-Mirim, Castilho, Andradina e Mairinque.

É composta por mais de 12 mil funcionários e tem valor de mercado estimado em R$ 39 bilhões. No ano passado, anunciou lucro de R$ 3,12 bilhões, 35% superior aos R$ 2,3 bilhões de 2021.

Estação de Tratamento de Esgotos de Barueri, na Grande SP, uma das maiores instalações da América Latina, segundo a Sabesp. — Foto: Divulgação/Sabesp

Qual é a promessa de Tarcísio?
A privatização da empresa já foi tratada de diferentes formas por Tarcísio de Freitas. Durante a campanha eleitoral, ele defendeu o estudo da proposta, mas, horas após ser eleito, mudou de tom e passou a afirmar que ela seria “a grande privatização do estado”.

O modelo proposto pelo governo paulista prevê investimentos de R$ 66 bilhões até 2029, o que representa R$ 10 bilhões a mais em relação ao atual plano de investimentos da Sabesp, e uma antecipação da universalização do saneamento, de 2033 para 2029.

Os investimentos incluem, além da universalização dos serviços, obras de dessalinização de água, aportes na despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, e ainda intervenções de prevenção em mudanças climáticas.

O estado se tornará acionista minoritário, com fatia ainda a ser definida. Também não fica claro de que forma o governo conseguirá garantir a ampliação do acesso ao saneamento, tampouco como fará para impedir que a tarifa aumente.

Como deve ser o processo de privatização?
Segundo o governo paulista, a companhia deve ser privatizada via follow on, que consiste em uma nova oferta de ações na Bolsa de Valores e reduz a participação total do governo na empresa.

A ideia central é que o governo de São Paulo deixe de ser o acionista controlador da empresa, em troca de aporte financeiro de novos acionistas.

O papel da Câmara de SP
A capital paulista é responsável por 55% do faturamento da Sabesp. A proposta de privatização da empresa também precisa, obrigatoriamente, passar pelo Legislativo paulistano.

Pela lei de 2009, que autorizou o Executivo a celebrar o contrato com a Sabesp, qualquer mudança no controle acionário da empresa faz com que a Prefeitura de São Paulo volte a assumir o serviço de água e esgoto na cidade.

Em meados de agosto, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) assinou um documento para tentar afrouxar o controle municipal da companhia e facilitar a privatização da empresa. O g1 entrou em contato com a prefeitura, mas não obteve resposta.

A medida foi um aceno de Nunes, que busca o apoio de Tarcísio para se reeleger prefeito da capital no ano que vem. Embora facilite a privatização, a estratégia de Nunes não a libera. A Câmara ainda terá de aprovar uma nova lei sobre o assunto.

Preocupações do TCM
Além da Câmara Municipal, a privatização da Sabesp vai ser analisada pelo Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP), no que diz respeito às renúncias que serão feitas pela capital paulista e a questão de legislação da cidade, que é o principal cliente da empresa.

Sem a capital, dificilmente a Sabesp despertaria interesse na iniciativa privada, dizem os especialistas.

Os conselheiros do TCM apresentaram ao governo Tarcísio cinco preocupações com o processo de privatização da companhia:

preservação da tarifa social;
diminuição da tarifa ou, pelo menos, que ela não aumente;
manutenção dos 13% de destinação de investimento para a capital paulista;
obrigatoriedade da universalização dos serviços de água e esgoto até 2029;
manutenção dos 7,5% dos recursos para o Fundo Municipal de Saneamento.
Datafolha
Além da resistência de parlamentares da Câmara Municipal de SP e do Tribunal de Contas do Municípios (TCM) – que já investiga a situação da cidade de São Paulo numa eventual privatização – o plano do governo paulista ainda não encontra respaldo entre a maioria dos paulistas.

Levantamento do Instituto Datafolha divulgado em abril mostra que 53% dos entrevistados dizem ser contra a transferência da empresa para a iniciativa privada.

Outros 40% se declaram a favor, 1% se diz indiferente e 6% não sabem. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 5 de abril, em 65 municípios de todas as regiões do estado de São Paulo.

Segundo o Datafolha, foram realizadas 1.806 entrevistas presenciais, com pessoas acima de 16 anos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Estudo sobre redução da tarifa
Uma das preocupações principais da privatização da Sabesp é com o valor da conta de água e com o cumprimento das metas de universalização do saneamento, levando água e esgoto tratado para milhares de comunidades do estado que ainda não tem esse serviço.

Ao contratar a consultoria International Finance Corporation (IFC) para realizar o estudo preparatório para a privatização da Sabesp, o governo gastou R$ 45,6 milhões e ouviu da empresa que, sem ajuda estatal – o chamado subsídio – não haverá queda no valor da conta de água no estado.

O estudo apontou que “a redução tarifária se dará a partir do uso de parte dos recursos gerados pela venda das ações do governo do estado de São Paulo, de modo que não haja impacto no valor da empresa e em seus acionistas”.

O relatório do IFC, datado de junho deste ano, não fala em quanto será necessário tirar do caixa do estado para manter a tarifa baixa.

O estudo também indica que, com a venda do controle da Sabesp, é possível separar R$ 10 bilhões para levar saneamento a áreas rurais e favelas que atualmente não contam com saneamento básico.

Com isso, o governo paulista adiantaria em quatro anos a meta de fornecer água e esgoto tratado a quase toda a população das 375 cidades onde a Sabesp atua hoje, passando de 2033 para 2029 o cumprimento da meta de universalização.

O que diz o projeto enviado à Alesp?
Pelo projeto de lei da privatização enviado por Tarcísio à Alesp (PL 1501/2023), o governo não garante a redução de tarifa para todos os usuários. O projeto diz apenas que a proposta tem a intenção de “redução tarifária, considerando, preferencialmente, a população mais vulnerável”.

“O artigo 2 também orienta a redução das tarifas, especialmente voltada a beneficiar a parcela da população mais vulnerável”, informa a proposta.

Vale lembrar que a Sabesp já tem atualmente a chamada ‘Tarifa Social’, focada em famílias de baixa renda que ganham até três salários mínimos, desempregados e pessoas beneficiárias de programas sociais (saiba mais aqui).

No projeto, o Palácio dos Bandeirantes também propõem no artigo 4 a criação de um Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento no Estado de São Paulo (FAUSP). O fundo vai receber no mínimo 30% do valor obtido com a privatização para ser aplicada em ações no setor de saneamento básico.

“O FAUSP é instituído com a missão de prover recursos para ações voltadas ao setor de saneamento básico e à sua modicidade tarifária, além de, em casos de emergência pública ou calamidade pública, apoio a ações de saneamento e de saúde pública para atendimento à população afetada”, explica o PL 1501/2023.

Fonte: G1

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São Paulo

Um operário morre e outros ficam pendurados após desabamento em construção de SP

por Redação 18 de outubro de 2023

Um operário morreu e vários outros precisaram ficar agarrados a cordas de segurança e a uma estrutura de metal após um desabamento de um andaime na construção de um prédio em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, nesta terça-feira (17).

O trabalhador morreu após o desabamento da estrutura que une dois edifícios e era usada na construção. Até a publicação desta reportagem, ainda não estava claro se o operário tinha caído ou foi atingido pela estrutura.

Segundo os bombeiros, o caso ocorreu na rua José Vicente Cavalheiro, que fica próxima à Marginal Pinheiros. A construção está localizada atrás do Shopping Parque da Cidade, na Chácara Santo Antônio.

Pelo menos oito operários precisaram ser resgatados. Alguns deles ficaram presos às cordas do equipamento de segurança, e outros se agarraram à estrutura metálica.

O resgate foi feito com o apoio do Corpo de Bombeiros.

A construção é de responsabilidade da EZ Tech, que estava construindo um imóvel, chamado “EZ Parque da Cidade”. Procurada, a construtora não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Fonte: r7

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Segurança

Jurado de morte, homem que diz ser ex-integrante do PCC revela detalhes da facção e alerta jovens

por Redação 17 de outubro de 2023

Um homem, identificado como Frank e que diz ser ex-integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), maior facção criminosa do país, abriu um perfil em uma rede social no qual compartilha detalhes sobre a organização, com o objetivo, segundo ele, de alertar jovens. A primeira publicação foi feita nesta segunda-feira (16) e acumulou mais de 295 mil visualizações — assista ao vídeo abaixo.

Frank afirma que está jurado de morte desde que deixou o seu cargo na “sintonia”, setor responsável por tomar decisões e dar ordens a outros faccionados, e, desde então, se muda e se esconde em diversas casas.

“Eu era a sintonia geral da lista negra dos estados internos e externos. Tinha planilhas, dados de muitos integrantes. Sei como funciona, então não aceitaram que eu saísse”, explicou.

@ex.integrante_do_pcc Vou falar tudo #pcc #sintoni #franck #facçao #policia #exintegrante #foy #fyp #fypシ #fypシ゚viral #fypage #vira #viral ♬ Sequência da Dz7 – MC Menor Do Alvorada & TRASHXRL

O ex-integrante da facção afirma que faz os vídeos porque não tem mais nada a perder. “Vou morrer de qualquer jeito, daqui a pouco vão deixar outro cara igual a mim no lugar, outro Frank, que com 16 anos viu no crime uma oportunidade de ganhar dinheiro e sustentar a família”, revelou.

O homem conta que hoje, aos 31 anos, após passar por vários cargos até estar entre os líderes, cansou de precisar viver com medo, ter que andar armado e dormir só de dia. Ele ainda explica que, na época em que entrou para o PCC, acreditava no estatuto e na revolução que a facção tanto pregava.

Drogas, luxo e política: qual é a realidade?
Frank nega que tenha traído a facção durante os anos de “carreira”, mas que talvez esteja fazendo isso agora por falar a verdade, mas que precisava mostrar a realidade.

O PCC, segundo o ex-integrante, não é só o que mostram nos videoclipes dos MCs, com muito dinheiro, luxo e diversão, ou o que a polícia fala a respeito da questão da facção com o tráfico de drogas.

“Eles estão até dentro da prefeitura, tem senador e prefeito integrante. Vereador, então… é o que mais tem”, revela.

Para Frank, o PCC é um setor político, diferente do Comando Vermelho, que investe em armas porque quer guerra.

“É tipo um sistema político, uma revolução. Foi nisso que acreditei, mas depois começaram a batizar menor de idade, comecei a ter que ficar isolado em chácaras, ir para o Paraguai, ficar longe da minha família, dos meus filhos”, menciona.

Mas dá para sair do PCC?
A saída do PCC, na maioria das vezes, é a morte, conforme afirmam especialistas que estudam a facção há anos. O ex-integrante, porém, revela que há duas saídas para um batizado: ser diagnosticado com uma doença que impossibilite a pessoa de realizar os serviços ou se ele decidir ir para a igreja.

Porém, a pessoa passa a ser monitorada pelos faccionados. “Foi para a igreja e está fumando cigarro, maconha, frequentando baile funk ou bebendo, vai ser cobrado”, conta.

Emocionado, Frank ressalta que foi uma criança, um ser humano bom um dia, mas que se corrompeu. “Não quero ser a vítima. Meus motivos foram o caminho fácil, falta de vergonha na cara e de ouvir meu pai e minha mãe.”

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Feminicidio

Menino vê o pai agredir e esfaquear a mãe, pede ajuda, mas mulher morre em SP

por Redação 17 de outubro de 2023

Um menino presenciou o pai agredir e esfaquear a mãe até a morte, na rua Beija-Flor, no Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, por volta das 3h40 desta segunda-feira (16).

Segundo a Polícia Militar, a criança chegou a pedir ajuda a um vizinho, informando que o pai, de 27 anos, havia agredido a sua mãe, de 25.

O homem então acionou a PM, que ao chegar ao local encontrou a mulher com marcas de faca pelo corpo.

Um resgate foi acionado, mas a morte da mulher foi constatada ainda no endereço.

Ainda segundo a PM, não há informações sobre a localização do suspeito. Três celulares e um cartão de memória foram apreendidos.

O caso foi registrado como feminicídio no 46º DP (Perus), que requisitou perícia.

Fonte: r7

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Segurança

Metralhadoras furtadas do Exército em SP podem acabar em poder de facções

por Redação 17 de outubro de 2023

Nesta terça-feira (17), o furto das 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército da base de Barueri, na Grande São Paulo, completa uma semana. Cobiçadas pelo elevado poder de destruição, as armas podem terminar em poder de facções criminosas, segundo especialistas ouvidos pelo R7.

Dois modelos desapareceram da base militar: 13 metralhadoras de calibre .50 e oito de calibre 7,62. A primeira categoria, utilizada em cenários de guerra, como no Oriente Médio, é a que mais preocupa os pesquisadores em segurança pública.

Com capacidade de disparar cerca de 600 projéteis por minuto, a metralhadora .50 tem alcance de até 2 km, pode perfurar blindagens – como de carros de transportadoras de valores – e até mesmo derrubar helicópteros.

“É uma arma que interessa às organizações criminosas, principalmente para ações típicas do novo cangaço, nas quais eles cercam as cidades, isolam os batalhões da Polícia Militar e as delegacias e fazem a população toda de refém”, explica Roberto Uchôa, policial federal e membro do conselho do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Em 2017, mais de US$ 8 milhões foram roubados num mega-assalto à transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai. Cerca de 50 pessoas com ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) invadiram a sede da empresa usando justamente as metralhadoras antiaéreas.

Para Bruno Langeani, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, outra preocupação sobre a circulação desse tipo de armamento entre as facções criminosas é o uso contra as forças de segurança.

Um caso conhecido é o do helicóptero da Polícia Militar atingido por tiros de traficantes no Morro do Macaco, na zona norte do Rio de Janeiro. O episódio ocorreu em 2009 e é um exemplo de como o uso desse tipo de armamento pesado por organizações criminosas não é uma questão recente.

Em razão da capacidade ofensiva das metralhadoras, Langeani classifica o furto das armas da base militar como um problema de segurança nacional, além de impactar o setor privado. O desvio do armamento também evidencia uma falha de segurança grave do Exército, afirma o pesquisador.

“Isso não é um caso isolado. [O desvio] tem acontecido até de forma rotineira, e isso preocupa, porque, se o Exército observa que tem um problema no seu controle de armamento dentro dos seus arsenais e não melhora, nós temos um problema”, complementa Uchôa.

Mercado ilegal
Outro atrativo da metralhadora .50, que é de uso restrito das Forças Armadas, é a possibilidade de venda no mercado ilegal. O valor pode variar de R$ 150.000 a R$ 200.000, dependendo da oferta e da demanda.

“Não é uma arma que você consegue facilmente no mercado. Normalmente, ela é desviada das Forças Armadas do Brasil ou de países vizinhos. Então, tem demanda e muita gente interessada em comprar”, reforça o membro do conselho do FBSP.

Carlos Augusto, cientista político e integrante do Grupo de Pesquisa em Segurança Pública e Violência e Justiça da UFABC, aponta outra utilidade para o armamento de calibre pesado furtado: o aluguel.

“[A arma] pode até ser vendida, mas a utilidade mais lucrativa é o aluguel. As organizações criminosas que praticam roubo costumam alugar os armamentos. Elas não têm propriedade. Então, é uma rede econômica muito bem estabelecida e organizada”, explica Augusto.

O aluguel pode ser realizado para um tipo de evento em específico ou por dia, e o valor pode alternar entre R$ 50.000 e R$ 100.000 dependendo do tipo de armamento, de acordo com o cientista político.

Desvio de armas
Cada metralhadora .50 pesa aproximadamente 50 kg. Todo o equipamento furtado do Arsenal de Guerra na semana passada soma mais de meia tonelada de metal, ou seja, dificilmente a ação criminosa poderia ser executada sem ajuda interna, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem.

“Ninguém entra em um batalhão do Exército revirando todos os prédios. Esses casos são feitos muito direcionados, e, nesse caso específico, eu particularmente não tenho nenhuma dúvida de que houve participação interna pela dimensão”, afirma o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz.

Para Langeani, o crime é fruto de uma encomenda com participação no crime organizado. A ação criminosa exigiu planejamento logístico e financeiro, por isso não poderia ser realizado por pequenos grupos.

Uchôa também afirma que o furto expõe a fragilidade no controle de armas pelo Exército brasileiro e pelo governo federal. “Não basta controlar e lutar para retirar o que está chegando. É preciso evitar que esses desvios continuem acontecendo.”

Investigação
Atualmente, o Comando Militar do Sudeste e uma equipe do Departamento de Ciência e Tecnologia, enviada da sede em Brasília, são os únicos a investigar o crime.

Como nenhum integrante do Exército procurou a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência, a SSPSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que não participa das investigações.

Entretanto, a pasta informou, em nota, que “as polícias Civil e Militar empreendem massivos esforços no sentido da localização do material subtraído e da identificação e prisão dos autores do crime”.

No sábado (14), o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, ainda declarou em suas redes sociais que o furto das metralhadoras pode ter “consequências catastróficas”.

À reportagem, o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz assegura que o Exército erra ao tentar investigar o crime sozinho e não acionar outros órgãos para ajudá-lo na recuperação das armas.

Em 2009, sete fuzis foram roubados de um quartel em Caçapava, no interior de São Paulo. Na ocasião, os militares receberam ajuda das polícias Civil e Federal, conseguindo recuperar todo o armamento após três meses, relembra Langeani.

Essas instituições, segundo o pesquisador, já possuem uma estrutura de monitoramento de facções criminosas – como o PCC e o CV – com escutas telefônicas e acompanhamento de lideranças. Em contrapartida, o Exército não detém essa expertise.

O cientista político Carlos Augusto também cita problemas operacionais nas Forças Armadas que contribuem para o desvio de armamentos, como a estrutura antiga e precária dos quartéis e a contratação temporária de funcionários.

“Não são carreiras fixas, de longa duração. Isso faz com que haja a precarização da execução do trabalho e possibilidade de cooptar mais facilmente esse agente que está lá dentro”, exemplica.

O que diz o Exército?
Questionado sobre o andamento das investigações, o Exército se limitou a informar que estão em curso e sob sigilo. Um inquérito policial militar também foi instaurado.

A corporação ainda afirmou que 480 militares estão aquartelados desde o desaparecimento das metralhadoras. Isto é, eles não podem deixar a base militar. “Os militares estão sendo ouvidos para que possamos identificar dados relevantes para a investigação”, diz o comunicado.

Fonte: r7

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Segurança

Menino de 6 anos morre após cair de pula-pula no interior de SP

por Redação 16 de outubro de 2023

Um menino de 6 anos morreu, no último domingo (15), cinco dias após cair de um pula-pula, em Votuporanga, no interior de São Paulo. Nicolas Souza Prado se machucou na cama elástica na data em que comemorava o próprio aniversário.

Segundo informações da Record TV, o menino fraturou quatro costelas e sofreu lesões no peito e no braço esquerdo. Nicolas foi levado para um hospital particular da cidade, onde passou por cirurgia.

Após cinco dias internado, a criança não resistiu aos ferimentos e morreu. Nas redes sociais, o pai de Nicolas, Nilvan Prado, desabafou sobre o falecimento do menino de 6 anos.

“Filho, você foi um guerreiro, mas o Papai do Céu quis você do lado dele. Nunca te esquecerei. O papai tentou fazer de tudo pra você e por você. Sempre te amarei, meu cabritinho. E em breve o papai vai estar com você. Me espera, tá bom? Você não vai ficar sozinho.”

Fonte: r7

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Segurança

Polícia põe inteligência de todo o estado de SP para investigar sumiço de 21 metralhadoras do Exército

por Redação 16 de outubro de 2023

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) acionou o programa Muralha Paulista após o sumiço de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de Barueri, na região metropolitana de São Paulo, notado durante inspeção no local, na última semana. O caso é investigado pelo Exército brasileiro.

O programa Muralha Paulista unifica centrais de inteligência e base de dados das polícias em 643 cidades do estado, em que câmeras e radares se interligam, permitindo que movimentações possivelmente relacionadas ao sumiço do armamento sejam detectadas e investigadas — entenda mais sobre o projeto neste link.

Além disso, segundo a SSP, registros digitais de veículos e pessoas nas vias próximas e de acesso ao local do crime estão sendo analisados, “com o objetivo de identificar alguma anormalidade de interesse policial”, informou a pasta.

O Exército mantém 480 militares aquartelados para a investigação do sumiço das 21 metralhadoras. Eles não podem sair até que todos sejam ouvidos para que o órgão identifique dados e informações relevantes que possam levar até os responsáveis pelo furto.

O R7 questionou o Exército sobre o tempo em que esses agentes ficarão aquartelados, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Armas que podem derrubar aviões
A ausência do armamento, sendo 13 metralhadoras calibre .50, capazes de derrubar aviões, e de outras oito de calibre 7,62 mm, foi notada durante uma inspeção no local, na última terça-feira (10).

“Os armamentos são inservíveis e estavam no Arsenal, que é uma unidade técnica de manutenção, responsável também para iniciar o processo de desfazimento e destruição dos armamentos que tenham sua reparação inviabilizada”, informou o Exército.

Metralhadoras calibre .50 são equipamentos de interesse de grupos criminosos organizados, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), conhecido por “alugar” armas de alto calibre para assaltos a carros-fortes, transportadoras e agências bancárias.

Em 2016, o assassinato do megatraficante Jorge Rafaat Toumani, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, foi realizado com o uso desse armamento pesado.

Já o fuzil automático leve (FAL) de calibre 7,62 é adotado pelo Exército como armamento-padrão de combate desde a década de 1960. “O FAL utiliza a munição 7,62×51 mm Nato, que concede ao armamento uma alta precisão no engajamento dos alvos e grande letalidade”, descreve um estudo da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Rio. A análise acrescenta que, a partir de 2017, começou uma substituição gradual do FAL por um armamento de calibre 5,56 mm.

Fonte: r7

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Saúde

Fotógrafa e influenciadora: quem era a mulher que morreu após realizar procedimento estético

por Redação 16 de outubro de 2023

Fotógrafa de casamentos, influenciadora digital, produtora, diretora de comunicação do Cosmopolitano Futebol Clube e mãe. São várias as funções e adjetivos que definem Roberta Correa, de 44 anos, que morreu na sexta-feira (13) após passar por um procedimento estético em uma clínica de Cosmópolis, no interior de São Paulo.

Roberta compartilhava com mais de 15 mil seguidores o dia a dia do trabalho e seus registros fotográficos de cerimônias de casamento, ensaios de noivos, festas de debutantes e até shows.

Nas redes sociais, o Cosmopolitano Futebol Clube lamentou a morte de Roberta e definiu a fotógrafa como altruísta, generosa e companheira.

“Sua personalidade alegre construía amizades verdadeiras e tornava maravilhosa a convivência. De conduta exemplar, inspirava-nos a todos”, afirma o comunicado.

Em setembro, ela participou do podcast Decolando Talk, no qual contou que também já trabalhou como professora de balé e jazz. Ela chegou a ter mais de 150 alunos em um projeto social.

Além da fotografia, a influenciadora já dividiu outro amor com os seguidores: o futebol. Roberta era palmeirense e chegou a participar de um jantar, no ano passado, que reuniu diversos torcedores.

Causa da morte

Na última segunda-feira (9), Roberta foi até uma clínica particular realizar uma endolaser, técnica que usa laser para remover gorduras localizadas e diminuir a flacidez.

Segundo familiares da vítima, ela se sentiu mal e convulsionou após tomar a anestesia. O irmão da fotógrafa ainda contou à polícia que a profissional responsável pelo procedimento não soube qual medida tomar diante da reação da mulher, tendo apenas aguardado a melhora de Roberta.

Como a vítima continuou a passar mal, ela foi socorrida pelo resgate e encaminhada à Santa Casa de Misericórdia da cidade. Chegando à unidade, foi levada para a UTI (unidade de terapia intensiva), onde foi entubada.

Nesta sexta-feira (13), a fotógrafa não resistiu e morreu. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o caso foi registrado como morte suspeita e homicídio pela Delegacia de Cosmópolis.

A Prefeitura de Cosmópolis lamentou a morte, nas redes sociais, e enviou condolências aos familiares e amigos da vítima.

O corpo de Roberta será velado no salão da Secretaria Municipal de Cultura, a partir das 19h deste domingo (15). O sepultamento ocorrerá na segunda (16), no Cemitério Municipal da Saudade.

Fonte: r7

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Segurança

Suspeito que transportava corpo em carro é morto pela Rota em SP

por Redação 16 de outubro de 2023

Um suspeito que transportava um corpo em um carro foi morto, neste domingo (15), em uma troca de tiros com policiais da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar), durante uma perseguição na zona leste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, os agentes estavam em patrulhamento pela avenida Engenheiro Heitor Antônio Eiras Garcia quando avistaram um carro estacionado no local.

Ao notar a aproximação da equipe, o motorista do veículo acelerou e efetuou disparos em direção aos policiais. Eles, por sua vez, revidaram, dando início a uma perseguição.

De acordo com o boletim de ocorrência, em um determinado momento, o suspeito freou bruscamente e atirou novamente contra a viatura da Rota. Dois policiais, então, deram dez tiros, sendo quatro com uma pistola de calibre .40 e seis com um fuzil de calibre 5.56.

O suspeito foi atingido nos braços e na região do pescoço. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

No porta-malas do carro, os agentes encontraram o corpo de um homem mutilado, enforcado e com as mãos amarradas, relata o boletim de ocorrência. Até a publicação desta reportagem, ele não havia sido identificado.

Uma pá, uma picareta, uma enxada e um galão que continha gasolina também foram localizados no veículo. A arma de fogo usada pelo suspeito e as munições de revólver e fuzil foram apreendidas.

Para a Polícia Civil, a dinâmica do crime indica que o motorista estava levando o corpo com a intenção de se desfazer dele, queimando-o ou enterrando-o.

O DHPP (Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa), onde o caso foi registrado, vai investigar se o suspeito estava apenas transportando o corpo ou se participou do homicídio.

Fonte: r7

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