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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

São Paulo

Segurança

Alianças roubadas viram joias de ostentação em loja famosa por parcerias com funkeiros, diz polícia

por Redação 21 de maio de 2025

Uma joalheria chamada Dimi Joias passou a ser investigada pela polícia depois que a empresa se tornou alvo de uma investigação focada em roubos de aliança. O estabelecimento foi acusado de fazer itens de luxo com anéis roubados.

Segundo a polícia, o crime começava com a Mainha do Crime e seus assaltantes abordando pessoas nas ruas e roubando alianças. Em seguida, os itens eram passados para Rony Gonçalves, descrito como um grande articulador no comércio de ouro no centro de São Paulo.

Ele então negociava os anéis com 11 joalheiras – uma delas era a Dimi Joias, conhecida nas redes sociais por publicar vídeos com objetos de ostentação e fazer parceria com funkeiros.

Segundo a polícia, a Dimi Joias movimentou um pouco mais de R$ 90 milhões em quatro anos, um volume incompatível para as circunstâncias do estabelecimento.

No dia da busca e apreensão, os auditores da Receita verificaram que o ouro que estava no local não tinha lastro ou origem.

? O estado de São Paulo registrou aumento de 68% no número de roubos e furtos desses anéis no 1° trimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano passado.

A defesa de Douglas Bonetti, dono da Dimi Joias, afirmou em nota enviada ao Fantástico que o cliente não foi indiciado, disse também que a investigação é preliminar e diz que “a verdade será reestabelecida”.

Fonte: FANTÁSTICO

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Segurança

Ladrões invadem clube de tiro em SP e roubam 30 pistolas em cofre

por Redação 21 de maio de 2025

Quatro criminosos armados invadiram um clube de tiro, que estava fechado, renderam o filho do proprietário e roubaram 30 pistolas calibre 380 milímetros que estavam guardadas dentro de um cofre.

Na fuga, os bandidos levaram o carro do rapaz, que reagiu e foi baleado de raspão. O crime ocorreu na noite de terça-feira (20) no Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo.

Uma câmera de monitoramento da rua gravou o momento em que os criminosos chegaram ao clube de tiro, por volta das 21h. Eles roubaram o sistema interno de segurança para não serem identificados.

Segundo testemunhas, o local estava fechado. O grupo conseguiu entrar após render o filho do dono, que estava lá.

Os responsáveis pelo espaço suspeitam que os assaltantes tinham informações de onde as pistolas estavam.

“Eu estava na minha casa, e ele [filho] me ligou. Falou que estava machucado e que houve um assalto. Ele me informou que dois elementos o renderam e o fizeram abrir o cofre. O clube já estava fechado. Tem três, quatro portas até chegar ao cofre, e ainda tem a porta do cofre. Eles ficaram mais ou menos 20 minutos”, contou o dono do clube, Vilson Góes.

Segundo o proprietário, os criminosos ainda tentaram abrir o segundo cofre, onde estavam guardadas mais armas, mas não conseguiram. “Ele [filho] quebrou a chave dentro do outro cofre e foi quando começou o entrevero [com os bandidos]”, disse Vilson.

De acordo com o dono do clube, seu filho reagiu, tentando escapar, e foi baleado por um dos bandidos. “Ele conseguiu atingir com um soco um dos ladrões. E disparou três tiros contra ele e pegou de raspão na mão. Fisicamente, pelo ocorrido, ele tá bem. Mas psicologicamente vai saber depois, né? Ta abalado”, contou Vilson.

O caso foi registrado como roubo no 33º Distrito Policial (DP), Vila Mangalot. “As diligências seguem para identificar e prender os autores, bem como esclarecer os fatos”, informa nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Fonte: G1

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Cracolândia

Cracolândia segue deserta uma semana após amanhecer sem usuários; presença de GCMs também diminui

por Redação 21 de maio de 2025

Uma semana após amanhecer vazia, a região em que ficava o “fluxo” de usuários de drogas da Cracolândia, no Centro de São Paulo, permanece deserta.

O g1 esteve no local nesta terça-feira (20). Por lá, além da diminuição na quantidade de usuários, também houve queda na presença de agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

O “fluxo” se concentrava em um triângulo formado pelas ruas General Couto de Magalhães, dos Protestantes e dos Gusmões. Além dessas vias, que delimitavam a área da Cracolândia, as ruas do Triunfo e dos Andradas também não apresentavam presença de usuários circulando.

A reportagem constatou a presença de dois pequenos grupos – com, no máximo, cinco pessoas – nas ruas General Osório e Helvétia.

Na última sexta, o g1 obteve vídeos de comerciantes que flagravam a GCM agredindo usuários na véspera de a área ficar vazia (veja abaixo). Nesta terça, a Corregedoria da Guarda disse que já identificou alguns dos agentes que participaram das ações e que está apurando o caso.

O “fluxo” desapareceu no dia 13 de maio, com a saída dos usuários da região. Alguns acabaram se espalhando para outras áreas. Em 14 de maio, mais de cem pessoas se concentravam na Praça Marechal Deodoro, mas, na manhã desta terça (20), houve uma operação de remoção. Na parte da tarde, menos de 50 pessoas permaneciam no local.

O g1 encontrou um pequeno grupo de usuários na Rua Marcondes Salgado, próximo à praça, com cerca de 20 pessoas.

Outro grupo também se concentrava na calçada do Terminal Princesa Isabel, onde já estavam desde a semana passada.

Na última sexta (16), o g1 obteve com exclusividade uma série de vídeos que mostram GCMs agredindo usuários e comerciantes nos dias 10, 11 e 12 de maio, com chutes, socos e o uso de cassetetes (veja acima).

De acordo com Rui Conegundes de Souza, corregedor da GCM, “agressão nunca fez e nunca fará parte de qualquer rotina de atuação da GCM/Polícia Municipal”.

Comerciantes relataram ao g1 que as agressões na região, principalmente contra usuários, se intensificaram nos últimos dois meses. Três proprietários de estabelecimentos na região testemunharam os agentes lançando spray de pimenta, dando chutes e usando cassetetes contra os usuários de drogas. Os próprios comerciantes também disseram que foram agredidos.

Em nota, a prefeitura afirmou que a GCM presta um serviço essencial para a proteção de toda a população.

A Cracolândia amanheceu completamente vazia na terça-feira (13). Na noite anterior, segunda-feira (12), câmeras do comerciante Valdeizo Fortunato de Lima, de 35 anos, – que pediu para ser identificado nesta reportagem como uma forma de proteção – registraram agentes da GCM, acompanhados por outras equipes em duas viaturas, agredindo um grupo de usuários que andava pela Rua Mauá, por volta das 22h.

Os agentes se aproximam do grupo e agridem as vítimas com o uso de cassetetes. Eles também aparecem armados.

Pelo vídeo, é possível ver um homem sendo agredido com um cassetete e levando chutes do agente.

O g1 também teve acesso a vídeos de câmeras de segurança que mostram agressões nos dias 10 e 11 de maio.

No sábado, 10 de maio – mesmo dia em que Orlando Morando, secretário de Segurança Urbana de São Paulo, publicou um vídeo na Cracolândia comemorando a ausência de usuários -, um homem que comprava mantimentos em uma mercearia na Rua Mauá foi puxado e empurrado por um GCM. A vítima precisou se segurar na grade do comércio para não ser levada.

No vídeo, Morando diz que a região vazia “é uma batalha que se vence a cada dia com a segurança urbana, com a saúde, com a assistência social”.

Já no domingo, 11 de maio, dois homens foram abordados por três agentes – um deles é comerciante da região. No vídeo, ele aparece usando uma blusa vermelha. Durante a abordagem, um dos guardas segura um dos homens pelo pescoço e, em seguida, o agride com chutes nas pernas. Em outro momento, outro guarda também segura a vítima pelo pescoço, enquanto o primeiro desfere socos em seu rosto. Ele chega a apontar uma arma para o homem.

Fonte: G1

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Segurança

Testemunha afirma que jovem morto após fugir de abordagem da PM em SP não estava armado

por Redação 21 de maio de 2025

O corpo de Natanael Venancio Almeida, de 19 anos, morto por policiais militares após uma abordagem na Zona Sul de São Paulo, será enterrado nesta quarta-feira (21). Ele foi baleado dentro de casa, segundo familiares.

Nesta terça (20), a mãe de Natanael, Maria Betânia Venancio, esteve no Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo. Ela relatou que presenciou o momento em que o filho foi baleado por um policial.

O caso aconteceu no fim da noite de domingo (19). De acordo com o boletim de ocorrência, Natanael fugiu de uma abordagem policial na Rua Alexandre Benois, na Vila Andrade, pilotando uma moto sem capacete, com um garupa. Os dois seguiram pela contramão até uma viela na Rua Campo Novo do Sul.

Imagens de câmeras de segurança mostram parte da perseguição. Às 22h17, é possível ver o jovem fugindo de três policiais em motocicletas. No BO, os PMs relatam que dois agentes abordaram o garupa e o terceiro, Natanael, que estaria armado. Ainda segundo o documento, houve confronto, e o policial fez três disparos: dois atingiram o jovem e um acertou a mão do próprio PM.

Uma testemunha que não será identificada por segurança, porém, desmentiu a versão da polícia e afirmou à TV Globo que a arma não pertencia a Natanael. “O policial colocou a arma do crime no chão”, disse. Outro vídeo gravado após a morte mostra um homem fotografando e entregando uma arma a um policial, supostamente a mesma que foi atribuída à vítima.

O irmão de Natanael, Micael Venancio, também fez críticas à conduta dos agentes: “Meu irmão ficou agonizando lá. Ele morreu de hemorragia porque não foi socorrido”.

O boletim de ocorrência informa que o policial que atirou estava sem câmera corporal. No entanto, nesta segunda, a própria Polícia Militar afirmou que há imagens do momento do disparo. A Corregedoria da PM investiga o caso e disse que vai começar analisando essas imagens.

Ainda segundo o BO, a Polícia Civil apreendeu duas armas: a pistola calibre .40 do policial e outra pistola 9 mm atribuída a Natanael. Todas as 12 munições dessa segunda arma estavam intactas, o que indica que não foi disparada.

A polícia também confirmou que Natanael não tinha antecedentes criminais.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que dois policiais foram afastados das ruas, que o caso está sob investigação do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), e que a mãe de Natanael será ouvida pela Polícia Civil nos próximos dias.

O que diz a família
A família disse que Natanael havia saído para comprar remédio para a mãe e foi baleado quando já estava dentro de casa. Segundo os parentes, ele fugiu da abordagem policial apenas porque estava sem capacete e habilitação e temia perder a moto.

A mãe de Natanael conta que ele conseguiu entrar em casa, mas foi perseguido e morto por policiais da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam).

Natanael morava com o tio na região do Campo Limpo, na Zona Sul, e deixa uma filha de 1 ano e 4 meses.

A ação policial gerou um protesto de moradores na noite de segunda-feira (19), que queimaram um carro na Avenida Carlos Caldeira Filho.

A manifestação aconteceu uma semana após a morte de outro jovem, também de 19 anos, pela PM na região, que fica ao lado da favela de Paraisópolis.

O que diz a Secretaria da Segurança
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que os agentes utilizavam câmeras corporais e que todas as circunstâncias dos fatos são investigadas pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa e pela Polícia Militar por meio de Inquérito Policial Militar.

“As imagens serão analisadas no decorrer das investigações”, apontou a pasta.

A SSP afirmou, ainda, que as armas envolvidas na ação foram apreendidas e encaminhadas para perícia e que a instituição não tolera desvios de conduta.

“Laudos periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística e IML e, assim que concluídos, serão analisados pela autoridade policial para auxiliar no esclarecimento do caso. A Polícia Militar reitera que é uma instituição legalista, que não tolera excessos ou desvios de conduta. Qualquer denúncia de abuso por parte de seus agentes é rigorosamente investigada pela corregedoria da instituição.”

A pasta disse que um policial ficou ferido na ação.

Fonte: G1

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Metrô

Metrô de SP coloca segurança privada em plataformas após morte de passageiro que ficou preso entre portas

por Redação 20 de maio de 2025

O Metrô de São Paulo colocou vigilantes e agentes de empresas de segurança privada para atuar em estações com grande fluxo de passageiros.

A medida foi tomada após a morte de um homem que ficou preso no vão entre as portas do trem e da plataforma de uma estação administrada pela ViaMobilidade, no início de maio.

Nas redes sociais, diversos usuários do transporte sobre trilhos começaram a se questionar sobre a presença dos vigilantes nas plataformas desde o final da última semana.

Segundo a companhia, o intuito é que esses funcionários auxiliem no embarque e desembarque de passageiros nos horários de pico, inicialmente em estações das linhas 2-Verde e 3-Vermelha que contam com as portas de proteção, justamente para evitar novos acidentes.

Procurado pela reportagem, o Metrô informou que três empresas foram contratadas no período entre 2021 e 2024 para atuarem na área de segurança patrimonial — em pátios de manutenção, sedes administrativas e terminais de ônibus ligados ao transporte sobre trilhos, por exemplo.

Após a morte do passageiro Lourivaldo Nepomuceno, a companhia decidiu realocar esses agentes para as plataformas, o que não gerou custos extras, de acordo com o próprio Metrô.

Barreiras de proteção
Na Linha 5-Lilás, onde ocorreu o acidente, a concessionária ViaMobilidade já iniciou a instalação de barreiras de proteção nas portas de plataforma.

Conhecidas como Gap Fillers, elas são estruturas de polímero com um interior metálico, fabricadas sob medida para preencher o vão existente. Com isso, não haverá mais espaço para que uma pessoa, acidentalmente, fique presa ali.

A medida foi tomada de forma emergencial, enquanto não são instalados os sensores, que evitam esmagamento, nesses vãos — a previsão é que isso aconteça até fevereiro de 2026.

Fonte: G1

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PCC

Jurado de morte e traidor do PCC: como o substituto de Marcola usou informações falsas para viver 5 anos na Bolívia sem ser incomodado

por Redação 19 de maio de 2025

Preso por autoridades bolivianas na sexta-feira (16) na cidade de Santa Cruz de La Sierra, Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta e apontado como novo número 1 da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), estava foragido havia cinco anos.

Segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), durante o tempo fora do país, o chefe do PCC espalhou informações falsas para se manter longe do radar da polícia e comandou do país vizinho o tráfico de drogas internacional da facção.

Uma das mentiras disseminadas pela facção era a de que ele havia sido morto após ter ordenado o assassinato de outros integrantes da organização.

Outra versão que circulou falsamente era de que Tuta havia sido expulso da organização por ter traído as regras do grupo e, por isso, ter sido jurado de morte.

No entanto, segundo Lincoln Gakiya, essas mensagens interceptadas pela Polícia Civil de São Paulo e também pelo Ministério Público paulista (MP-SP) nos últimos anos eram “contrainformações” para atrapalhar as buscas por ele.

“Mas, segundo o que nós apuramos, isso era uma contrainformação do próprio PCC para que ele não fosse incomodado, fosse esquecido pela polícia e pelo Ministério Público”, disse Gakiya.

Após a prisão, Marcos Roberto de Almeida foi entregue às autoridades brasileiras no domingo (18). Um avião da Polícia Federal foi até Corumbá, no Mato Grosso do Sul – fronteira entre Brasil e Bolívia – para fazer a transferência dele para o território brasileiro.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Tuta.

Segundo a PF, Tuta deve ficar preso na Penitenciária Federal em Brasília, onde seu antecessor no PCC – Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola – também está preso.

Ele foi condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

O promotor Lincoln Gakiya, que há décadas investiga o PCC e suas ramificações mafiosas ao redor do mundo, a prisão do substituto de Marcola na organização gera uma fratura no esquema de tráfico internacional de droga da organização na América do Sul.

Outros líderes foragidos
Segundo o promotor do Gaeco, a prisão de Marcos Roberto de Almeida aponta para a formação de um núcleo da chamada Sintonia Final do PCC em Santa Cruz de la Sierra, que é a cidade mais rica e elitizada da Bolívia.

O objetivo do grupo, segundo ele, é fortalecer, manter e expandir o tráfico de drogas, que ainda é a atividade mais lucrativa do PCC.

As investigações do Ministério Público de São Paulo também indicam que outros integrantes da cúpula do PCC foragidos também estariam escondidos na Bolívia. O Gaeco cita nomes como:

Patrick Uelinton Salomão, conhecido como Forjado;
Pedro Luiz da Silva Soares, o Chacal;
André de Oliveira Macedo, o André do Rap;
Sérgio Luiz de Freitas Filho, o Mijão.

Por que o PCC escolheu a Bolívia como esconderijo
Segundo Gakiya, o PCC escolheu a Bolívia pela facilidade de subornar autoridades e viver com documentos falsos.

O promotor afirmou ter informações de outros criminosos que também vivem na Bolívia. “Não é só o Tuta. O Forjado, o Chacal e o André do Rap ainda estão na Bolívia, e em liberdade. Eu já vi até filmagem de um dos chefes, o nome dele é Sérgio, apelido Mijão, levando os filhos numa escola particular e entrando com carro na sua casa luxuosa em Santa Cruz de La Sierra. É proprietário de casa de show e restaurante, procurado no Brasil há mais de 20 anos e não é incomodado por lá”, afirma.

Ele afirma que, antes, nos 90 e 2000, os criminosos se escondiam no Paraguai e hoje o PCC “domina a Bolívia”.

“[Eles] migraram para a Bolívia justamente por essa facilidade de viver com documento falso, muitas vezes contando com a corrupção de policiais e autoridades locais. Eles escolheram o lugar para que possam, a partir da Bolívia, continuar comandando o PCC sem serem alcançados pela polícia brasileira”, acrescenta.

Fonte: G1

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São Paulo

Queda de elevador de carga deixa três operários mortos em obra de condomínio na Rodovia Raposo Tavares

por Redação 19 de maio de 2025

A queda de um elevador de carga deixou três operários mortos na obra de um condomínio residencial no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (19). Ainda não se sabe a causa do acidente.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o caso aconteceu na altura do km 18 da Rodovia Raposo Tavares.

Os três trabalhadores tiveram a morte constatada ali mesmo. Eles foram identificados como homens de 43, 26 e 20 anos.

Uma quarta pessoa foi socorrida e encaminhada para um hospital. Segundo a Polícia Militar, ela não estava no elevador, mas passou mal ao presenciar o ocorrido.

Ao todo, seis equipes da corporação foram enviadas para prestar socorro.

Por nota, o condomínio Reserva Raposo lamentou o ocorrido e afirmou que já cobrou respostas da construtora responsável.

“O Reserva Raposo está acompanhando de perto todas as providências e reforça seu compromisso com a segurança, a transparência e o respeito à vida”, disse.

O g1 entrou em contato com a BRZ Construtora e aguarda um posicionamento.

A Prefeitura de São Paulo lamentou as mortes e informou que a obra possui os alvarás necessários.

Equipes da subprefeitura do Butantã e da Defesa Civil foram enviadas ao local do acidente para fazer uma vistoria.

Fonte: G1

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Segurança

Três ciclistas ficam feridos após serem atropelados por carro na contramão em Franco da Rocha

por Redação 19 de maio de 2025

Três pessoas ficaram feridas na manhã deste domingo (18) após um carro atingir um grupo de ciclistas na Rodovia Edgard Máximo Zambotto, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.

De acordo com testemunhas, o motorista de um carro invadiu a contramão da rodovia ao tentar uma ultrapassagem e subiu no acostamento, atingindo os ciclistas. Uma das vítimas sofreu fratura no fêmur e escoriações, sendo socorrida ao Hospital São Vicente, em Jundiaí. As outras duas foram levadas ao Hospital Regional de Cajamar.

O condutor do veículo, um homem de 53 anos, foi preso em flagrante na Delegacia de Polícia de Cajamar, onde o caso está sendo registrado. O carro envolvido no acidente foi apreendido.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária, os agentes foram acionados para atender à ocorrência por volta da manhã deste domingo e, ao chegarem ao local, constataram o atropelamento dos ciclistas.

Fonte: G1

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Aplicativo de Transporte

Justiça suspende serviço de motos por aplicativo em SP e recomenda regulamentação do serviço em 90 dias

por Redação 16 de maio de 2025

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu mais uma vez nesta sexta-feira (16) o serviço de transporte de moto por aplicativo na cidade de São Paulo, prestados pela 99 e Uber, e recomendou a regulamentação da atividade pela Prefeitura de São Paulo em 90 dias.

A administração municipal tinha entrado com um recurso na quinta (15) para reverter a liberação do serviço e teve o pedido atendido.

A decisão do desembargador Eduardo Gouvêa, da 7ª Câmara de Direito Público, suspende os efeitos da sentença de 1ª instância — que havia declarado inconstitucional o decreto municipal e permitido o funcionamento dos serviços da 99 e da Uber nesse formato.

O juiz ressaltou que essa suspensão é uma medida de cautela até que haja o julgamento definitivo da ação, além da complexidade do caso e do risco ao trânsito.

O líder dos motociclistas entregadores de aplicativo, Júnior Freitas, disse nas redes sociais que a regulamentação feita pela prefeitura não pode ser feita exclusivamente pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), que vai criar inúmeras burocracias e taxas para inviabilizar o serviço na cidade, segundo ele.

A procuradora-geral do Município, Luciana Nardi, comemorou a decisão: “essa decisão assegura que não seja prestado um serviço irregular na cidade, comprometendo a segurança dos munícipes, com destaque neste mês de maio, quando se promove a paz no trânsito”.

Além da suspensão temporária do serviço, a Uber foi intimada a se manifestar no prazo de 5 dias. Procurada, a empresa informou que não irá se manifestar por enquanto.

Enquanto, a 99 disse que ainda não foi notificada da decisão e que irá se manifestar após a análise dos autos.

Decisão 1ª instância
Na quarta (14), o juiz Josué Vilela Pimenta, da 8ª Vara de Fazenda Pública, havia considerado improcedente a Ação Civil Pública movida pela Prefeitura de São Paulo contra a 99 em janeiro. A gestão municipal suspendeu o serviço desde o início do ano, alegando que o transporte de passageiros por motocicletas era proibido na capital.

Na ocasião, as empresas tentaram disponibilizar o serviço na cidade e deram início a uma disputa jurídica com a administração pública. A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) pediu a suspensão judicial imediata da modalidade de transporte e falou que multaria a 99 em R$ 1 milhão por dia em caso de descumprimento. A Uber foi incluída no processo posteriormente, sob a mesma acusação.

Na decisão de 1ª instância, o juiz reconheceu que o município de São Paulo tem competência para regulamentar a operação, mas não para proibi-la.

Em um comunicado, a 99 comemorou a decisão e disse que em dois anos de operação “0,0003% das corridas” registraram acidentes e que os resultados na capital paulista seguem os mesmos padrões de segurança no trânsito no restante do Brasil.

“Dados baseados em mais de meio milhão de viagens realizadas no período comprovaram que a 99Moto atrai principalmente moradores da periferia como alternativa rápida e mais barata de deslocamento”, escreveu a empresa.

Prefeitura x moto por app
Em fevereiro deste ano, a Justiça proibiu a Prefeitura de São Paulo de multar e apreender motos de aplicativo que transportam passageiros. A decisão de primeira instância atendeu a um pedido da Uber.

A decisão de proibir as multas veio após a 8ª Vara de Fazenda Pública analisar um mandado de segurança da 99 e declarar inconstitucional o decreto municipal que proíbe o transporte de passageiros por meio de motos de app e prevê multa e até apreensão do veículo.

Segundo a decisão judicial, a legislação federal autoriza esse tipo de serviço e cabe ao município apenas regulamentá-lo, não proibi-lo.

Fonte: G1

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Segurança

GCM agride moradores com golpes de cassetete e spray de pimenta após denúncia de som alto em festa de Dia das Mães em SP

por Redação 16 de maio de 2025

Guardas civis municipais de Diadema, cidade da Grande São Paulo, agrediram moradores com golpes de cassetete e jatos de spray de pimenta na noite do último domingo (11), durante uma festa de Dia das Mães no bairro Serraria. Um morador da região filmou parte da ação.

A Prefeitura de Diadema afirmou que a GCM foi acionada após uma denúncia de perturbação de sossego durante a madrugada e que os “agentes foram recebidos com hostilidade, sendo alvo de rojões e pedradas por parte de alguns participantes da festa”. O município disse, ainda, que três guardas ficaram feridos e uma viatura danificada.

Os moradores, no entanto, dizem que tudo aconteceu por volta das 20h de domingo.

No registro, é possível ver diversos agentes promovendo um “quebra-quebra” em parte da estrutura da festa;
Enquanto um GCM dá golpes de cassetete na porta de um comércio, uma outra agente destrói um tenda e, em seguida, joga spray de pimenta em um grupo de pessoas que presenciava a cena e até dentro do estabelecimento;
Depois, a mesma pessoa pega uma viga de madeira e bate contra o estabelecimento;
Um outro guarda passa a distribuir golpes de cassetete nas pessoas na tentativa de afugentá-las;
Ao menos nessa filmagem, nenhuma das pessoas esboça reação contra os agentes;
Algumas das pessoas entram em uma quadra e passam a fugir por meio de um buraco na grade;
Em determinado momento, apenas um casal e um GCM ficam dentro da quadra, e o agente parece dar a ordem para que eles passem pela grade;
Enquanto passa pelo buraco, o rapaz recebe mais um golpe de cassetete nas pernas.
O g1 conversou com algumas pessoas que estavam na festa e foram agredidas. Elas preferiram não se identificar por medo de sofrer represálias.

Ele é o rapaz que aparece de boné branco nas imagens levando dois golpes de cassetete na perna. No vídeo, ele aparece ao lado do portão da quadra observando a ação dos GCMs. Quando uma agente joga spray, ele se afasta. Em seguida, ele é obrigado a sair do espaço por um buraco na grade e leva dois golpes.

O jovem contou que, depois, ainda foi agredido com outro golpe nas costas. Ele enviou a imagem do hematoma:

Pai de um comerciante do bairro, um idoso também relatou ter sido empurrado e ameaçado por agentes. “Os policiais vieram com muita truculência, estavam muito nervosos. Chegaram batendo em todo mundo. A gente estava curtindo um forró num barzinho, um pagodinho no outro. Era Dia das Mães, tinha bastante gente, criança na rua, gente de família mesmo. Me oprimiram, falaram para eu ir para casa ou tomaria um porrete na cara. Eram oito da noite”, relatou.

Ela relatou ter passado muito mal após ser atingida por um jato de spray de pimenta no rosto, o que foi registrado em vídeo. Afirmou ainda ter sido agredida no braço, ficando com um hematoma no local.

“Fui para o pagode, eu e minha namorada, tinham poucas pessoas, estava super tranquilo. Fui porque gosto de samba. Do nada, a GCM chegou quebrando as coisas, começou a correria, a galera ficou assustada tentando sair daquela situação. Eu corri sentido a quadra e tacaram spray de pimenta no nosso rosto sem necessidade alguma. Ninguém reagiu a nada e, mesmo assim, agiram com total violência e desrespeito”.

Na última terça-feira (13), guardas civis retornaram ao bairro em uma ação onde aparecem abordando pessoas pelas ruas. Moradores relataram ao g1 que os agentes voltaram ao local para coagi-los e ameaçá-los em razão da divulgação dos vídeos das agressões nas redes sociais.

Em nota sobre a ocorrência na noite do Dia das Mães, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que o caso é investigado pelo 4º DP de Diadema como lesão corporal e dano. “Guardas civis informaram que, durante uma ação na noite de domingo (11), na Rua Francisco Antônio da Silva, foram atacados com garrafas, pedras e artefatos, e tiveram sua viatura danificada. Um agente foi ferido na perna. Foram solicitados exames aos IC e IML. A equipe policial realiza diligências para esclarecer os fatos”.

A prefeitura informou que uma viatura foi danificada pelos moradores. Na mesma noite, a GCM apreendeu diversos veículos no bairro.

Raio-x da GCM de Diadema
A cidade teve sua Guarda Civil criada em 1999, conta com 307 agentes da GCM, sendo 254 homens e 53 mulheres, que representam 17,3% do efetivo.

Os agentes passam for 160 horas de treinamento com o armamento. A corporação preferiu não informar a quantidade de armas que possui, mas afirmou que tem 37 viaturas disponíveis.

A GCM de Diadema faz metade das horas de treinamento com armas da Polícia Militar. Segundo levantamento do g1, durante as 52 semanas de treinamento inicial da PM, os agentes passam por 326 horas na matéria de Tiro Defensivo. Já a média dos guardas-civis é de 150 horas considerando o tempo de treinamento das cidades de São Paulo, Diadema, Guarulhos, Mauá, Osasco, Santo André e São Bernardo do Campo.

O que diz a Prefeitura de Diadema
“Em relação ao ocorrido na madrugada do dia 12 de maio, informamos que a “festa” descumpria normas relacionadas à segurança e à perturbação do sossego público. Diante disso, a Guarda Civil Municipal de Diadema foi acionada através de denúncia de moradores para intervir. Ao chegar ao local os agentes da GCM foram recebidos com hostilidade, sendo alvo de rojões e pedradas por parte de alguns participantes da festa, resultando, inclusive, em três guardas feridos (um dos agentes permanece afastado) e uma viatura danificada. Diante da situação de risco, foi necessário o uso de meios de contenção — como spray de pimenta e bastões — para dispersar os agressores e preservar a segurança dos próprios agentes e da população do entorno.

Reiteramos que as ações da GCM foram uma resposta à agressão sofrida e que a Guarda Civil Municipal de Diadema atua com base nos princípios da legalidade, proporcionalidade e respeito aos direitos fundamentais. Informamos também que o município está com uma forte ação de combate aos pancadões da cidade, que são aglomerações irregulares que fecham as ruas com utilização de som alto, uso de drogas e importunação do sossego.

Sobre hoje, encaminhamos anexo vídeo de inspeção da GCM feita hoje no local após denúncia de tráfico de drogas no local. Veja que o GCM abordou alguns transeuntes somente solicitando documentos. A Prefeitura de Diadema informa que continuará combatendo os pancadões da cidade”.

Fonte: G1 

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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