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Categoria:

São Paulo

Feminicidio

Câmeras corporais mostram PMs intimidados por tenente-coronel após morte de soldado

por Redação 20 de março de 2026

Gravações das câmeras corporais da Polícia Militar registraram a tensão entre policiais e o tenente-coronel Geraldo Neto no apartamento do casal no Brás, Centro de São Paulo, onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça em 18 de fevereiro. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital no mesmo dia.

Neto foi preso preventivamente em 18 de março, tornando-se réu por feminicídio e fraude processual — por alterar a cena do crime e simular suicídio. As imagens mostram o oficial insistindo em entrar no banheiro e circular pelo apartamento, apesar das orientações de PMs para preservar o local e não comprometer vestígios.

O vídeo registra diálogos tensos entre o tenente-coronel e o cabo responsável pela preservação da cena. Neto afirma que precisava tomar banho e desrespeita ordens para se vestir rapidamente, enquanto os policiais demonstram preocupação com a possibilidade de perda de provas, como resíduos de pólvora nas mãos.

Ao longo do dia, o oficial retornou diversas vezes ao imóvel, afastou equipes e permitiu limpezas, aumentando a desconfiança sobre a versão de suicídio. A ação reforça o papel da hierarquia na condução da cena do crime e oferece material audiovisual considerado crucial pelos investigadores.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que, caso sejam constatadas irregularidades por agentes, medidas cabíveis serão adotadas. A defesa de Neto não se manifestou sobre os novos registros.

Fonte: G1

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Feminicidio

Perícia aponta que PM Gisele não conseguiria alcançar arma de tenente-coronel; oficial é preso por feminicídio

por Redação 19 de março de 2026

A reconstituição feita pela Corregedoria da Polícia Militar concluiu que a soldado Gisele Alves Santana não conseguiria alcançar a arma de fogo de seu marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, guardada sobre um armário no apartamento do casal no Centro de São Paulo.

Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro, com um tiro na cabeça. Laudos periciais indicam que, com 1,65 m de altura, ela não conseguiria atingir a base onde a arma estava apoiada, contrariando a versão do oficial de que a esposa teria retirado a pistola antes do disparo.

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel revelaram episódios de humilhação, controle e violência psicológica contra Gisele. O oficial foi preso em 18 de março em São José dos Campos, após a Justiça Militar decretar prisão preventiva por feminicídio e fraude processual.

A Polícia Civil aponta que os laudos de necropsia, trajeto da bala, exumação, toxicológico e residuográfico confirmam que o disparo foi dado por Geraldo, descartando suicídio. O caso agora segue investigação completa, e o tenente-coronel será transferido ao Presídio Militar Romão Gomes.

A Promotoria pediu indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima, e a Justiça avaliará a competência para julgamento entre Justiça Militar e comum, sendo provável que o processo siga no Tribunal do Júri.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mensagens reforçam acusação de feminicídio contra tenente-coronel da PM

por Redação 19 de março de 2026

O tenente-coronel Geraldo Neto, preso sob acusação de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves, enviava mensagens nas quais se descrevia como “macho alfa” e cobrava que ela fosse “fêmea beta obediente e submissa”. O conteúdo integra a investigação da Polícia Civil, que o indiciou por feminicídio e fraude processual.

Os crimes teriam ocorrido em 18 de fevereiro, no apartamento do casal, no bairro do Brás, região central da capital paulista. Na quarta-feira (18), a Justiça comum aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou o oficial réu. Também foi decretada a prisão preventiva, após pedido conjunto do MP e da Polícia Civil. Na mesma manhã, ele já havia sido detido por decisão da Justiça Militar, a pedido da Corregedoria da PM.

Segundo a acusação, as mensagens revelam comportamento autoritário e controlador do oficial, que criticava a independência da esposa, impunha regras sobre vestimenta e convivência social e condicionava a relação conjugal ao papel de provedor financeiro. Investigadores apontam ainda que ele cobrava relações sexuais sob a justificativa de sustentar o lar.

Laudos periciais, reprodução simulada do crime e dados extraídos do celular indicariam que o tenente-coronel teria segurado a cabeça da vítima e efetuado o disparo, descartando a hipótese de suicídio. O Ministério Público sustenta que, após o tiro, o oficial teria manipulado a cena para simular autoextermínio, colocando a arma na mão da soldado e ocultando vestígios — o que fundamenta também a acusação de fraude processual.

O militar está detido no presídio Romão Gomes, na zona norte de São Paulo. A tendência é que o caso seja julgado pela Justiça comum, já que o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida. Nessa hipótese, o processo seguirá para o Tribunal do Júri.

A Promotoria pediu ainda que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima. A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial tem colaborado com as autoridades desde o início das investigações.

O caso ocorre em meio a mudanças recentes na legislação. Em 2024, a Lei 14.994 transformou o feminicídio em tipo penal autônomo, com pena prevista de 20 a 40 anos de prisão e tramitação prioritária. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, este é o primeiro caso desde 2015 envolvendo a prisão de um oficial da PM paulista acusado por esse crime.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mensagens revelam humilhações e machismo de tenente-coronel contra esposa PM morta em SP

por Redação 18 de março de 2026

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto mostram que ele humilhava e desqualificava a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento no Centro de São Paulo. O oficial foi preso nesta quarta-feira (18) pela Corregedoria da PM, após prisão preventiva decretada pela Justiça Militar, acusado de feminicídio e fraude processual.

Segundo a investigação, Gisele relatava episódios de humilhação, provocações e comportamento controlador do marido, inclusive no ambiente de trabalho. Em uma das mensagens, a soldada escreve que o coronel a chamava de “burra” e fazia declarações machistas, como “Lugar de mulher é em casa, cuidando do marido. E não na rua, caçando assunto”.

A Corregedoria da PM apontou que os diálogos revelam “uma concepção de relacionamento baseada em submissão e hierarquia no âmbito doméstico”, caracterizando violência psicológica reiterada, com tentativas de controle e constrangimento da vítima.

A prisão de Geraldo Neto ocorreu em São José dos Campos. Ele será interrogado no 8º DP e, posteriormente, levado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo. Laudos periciais indicam que o disparo que matou Gisele foi dado de baixo para cima, à queima-roupa, e que o corpo apresentava ferimentos no rosto e no pescoço, sem vestígios de pólvora nas mãos da vítima.

O caso foi inicialmente registrado como suicídio, mas a investigação, apoiada em 24 laudos técnicos, concluiu que Gisele foi vítima de homicídio. A família da soldada contesta a versão de suicídio defendida pela defesa do coronel, alegando que ele era controlador e violento.

Fonte: G1

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Feminicidio

Tenente-coronel é preso suspeito de matar esposa PM e forjar suicídio em São José dos Campos

por Redação 18 de março de 2026

O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18) em São José dos Campos, no interior de São Paulo, suspeito de feminicídio e fraude processual pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana. A vítima foi encontrada morta com um tiro na cabeça no mês passado.

Segundo a Polícia Civil, o oficial foi localizado em seu apartamento no Jardim Augusta por um comboio de agentes da Civil e da Corregedoria da PM, sendo conduzido ao 8º DP para interrogatório e formal indiciamento. Após exames de corpo de delito, ele será transferido para o Presídio Militar Romão Gomes, na capital.

O pedido de prisão foi autorizado pela Justiça Militar após laudos periciais apontarem que a trajetória da bala e a profundidade dos ferimentos no corpo de Gisele não condizem com suicídio. Os documentos também indicam que a soldada não estava dopada ou grávida, e manchas de sangue foram encontradas em outros cômodos do apartamento.

O caso ocorreu em 18 de fevereiro e inicialmente foi registrado como suicídio. Laudos necroscópicos apontaram lesões no rosto e pescoço da vítima. A defesa do coronel sustenta que a morte foi suicídio, enquanto a família de Gisele contesta a versão e afirma que ela foi vítima de feminicídio.

Em nota, o advogado da família, José Miguel da Silva Júnior, disse que espera que o coronel seja formalmente denunciado, processado, julgado e condenado. Já o defensor do oficial, Eugênio Malavasi, afirmou que a Justiça Militar não tem competência para julgar o caso e pretende suscitar conflito de competência com a Justiça comum.

Mensagens da vítima e depoimentos de familiares indicam que Gisele enfrentava um relacionamento abusivo, com comportamento controlador e violento do marido. Laudos da perícia confirmaram lesões e apontam que o disparo foi à queima-roupa, sem vestígios de pólvora nas mãos da vítima, reforçando a suspeita de homicídio.

Fonte: G1

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Racismo

Racismo em escola da Zona Leste: irmã leva soco ao defender estudante de 11 anos

por Redação 18 de março de 2026

Uma estudante de 11 anos da Escola Municipal Forte dos Reis Magos, em São Mateus, Zona Leste de São Paulo, foi chamada de “macaca” por um colega de classe no dia 11 de março. Ao tentar defendê-la, a irmã mais velha foi até o aluno para tirar satisfação e acabou recebendo um soco na boca.

Após o episódio, cartazes contra o racismo foram colocados nos portões da escola, produzidos por familiares e colegas que também teriam sofrido ameaças e agressões dentro da unidade. A direção separou as vítimas e o agressor, mas a situação se agravou quando a mãe do menino bateu no vidro das salas e fez ameaças, inclusive de morte, precisando ser socorrida pelo Samu.

O caso foi registrado na Delegacia do Parque São Rafael por lesão corporal, preconceito de raça ou cor e ameaça. Por ter 11 anos, o estudante não pode ser responsabilizado criminalmente, mas os pais podem responder judicialmente, segundo o advogado das vítimas, Abraão Leonardo Dutra Sales.

O pai das meninas, Antonio Carlos Ferreira, afirmou estar abalado: “Uma criança não nasce racista, ela é o reflexo do que aprende em casa”.

A Secretaria Municipal de Educação informou que o aluno agressor foi transferido para uma escola estadual e ressaltou que mantém políticas de educação antirracista em toda a rede, seguindo protocolos de acolhimento e respeito às vítimas. Casos de racismo podem ser denunciados pelo Disque Direitos Humanos (número 100) ou em delegacias especializadas.

Fonte: G1

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Feminicidio

Polícia aponta feminicídio na morte de soldado da PM em SP; marido é indiciado

por Redação 18 de março de 2026

A Polícia Civil de São Paulo indiciou o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, marido da policial militar Gisele Alves Santana, por feminicídio e fraude processual, após investigação apontar indícios de homicídio em sua residência no Brás, região central de São Paulo. O crime ocorreu há um mês e inicialmente foi registrado como suicídio.

Segundo a perícia, dois dos 24 laudos técnico-científicos foram determinantes para afastar a hipótese de suicídio: a trajetória da bala que atingiu a cabeça de Gisele e a profundidade dos ferimentos no pescoço, que indicam que ela foi imobilizada antes do disparo. Os peritos concluíram que a cena do crime foi montada pelo tenente-coronel, com sangue em locais incompatíveis e posição dos pés que não condiz com suicídio.

O laudo necroscópico revelou lesões contundentes, provocadas por pressão digital e arranhões compatíveis com estigma ungueal. Não houve dopagem ou gravidez, mas manchas de sangue da vítima estavam espalhadas pelo apartamento.

A investigação também levantou contradições na versão do marido. Ele afirmou que estava no banho no momento do disparo, mas socorristas relataram que ele estava seco e sem pegadas molhadas no chão. A conduta do tenente-coronel chamou atenção: falava calmamente ao telefone, não demonstrou desespero e não apresentava sangue no corpo ou roupas, sugerindo que não prestou primeiros socorros.

O horário do disparo também é questionado: uma vizinha relatou ter ouvido o estampido às 7h28, cerca de 30 minutos antes da primeira ligação do marido para o serviço de emergência. Ele ainda acionou um desembargador do TJ-SP, Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, que esteve no apartamento e subiu com o tenente-coronel, fato que a família da vítima considera suspeito.

Câmeras de segurança registraram a entrada de três policiais no apartamento cerca de 10 horas após a ocorrência, para limpeza do imóvel, sem levar objetos. Elas serão ouvidas na investigação.

O pedido de prisão do tenente-coronel foi solicitado à Justiça nesta terça-feira (17), com aval do Ministério Público e da Corregedoria da PM, mas ainda não foi apreciado pelo Judiciário. A defesa do oficial não se manifestou até o momento.

Fonte: G1

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PCC

R$ 1 bilhão suspeito de ligação com PCC entra em fundo administrado por gestora investigada

por Redação 18 de março de 2026

Comunicados bancários enviados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontam que o Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC) Gold Style, administrado pela Reag, recebeu cerca de R$ 1 bilhão de empresas investigadas pela Polícia Federal por participação em um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado financeiro.

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a Reag é responsável pela administração, controle, gestão, custódia e distribuição do fundo. A empresa também é citada pela Polícia Federal em investigações relacionadas a fraudes envolvendo o Banco Master.

As informações foram repassadas pelo Coaf à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado e abrangem transações realizadas entre 2023 e 2025. O fundo Gold Style possui cerca de R$ 2 bilhões em ativos, conforme registros feitos junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Entre os principais aportes está o repasse de R$ 759,5 milhões da Aster Petróleo, distribuidora de combustíveis apontada como ligada ao PCC. De acordo com a Operação Carbono Oculto, a empresa teria sido utilizada em um esquema de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no setor de combustíveis em oito estados brasileiros. O comunicado foi enviado pelo Banco do Brasil ao Coaf em agosto de 2024, antes da deflagração da operação.

O fundo também recebeu R$ 158 milhões da BK Bank, fintech indicada pelas investigações como um dos núcleos financeiros usados pela facção para movimentar recursos, e R$ 175 milhões da Inovanti Instituição de Pagamento, citada em relatórios bancários por ter movimentado mais de R$ 778 milhões de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Em outro comunicado ao Coaf, a própria Reag informou que o Gold Style transferiu R$ 180 milhões para a Super Empreendimentos, empresa que teve como diretor, entre 2021 e 2024, Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro. O registro foi feito uma semana após a primeira fase da Operação Carbono Oculto, em setembro de 2025.

A Reag também foi alvo da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master e resultou na prisão de Vorcaro em 4 de março. Investigadores suspeitam que a gestora tenha participado da estruturação e administração de uma “ciranda” de fundos com movimentações consideradas atípicas, com indícios de fraude, ocultação de riscos e lavagem de dinheiro.

Outra linha de apuração aponta que integrantes do PCC teriam utilizado a estrutura de fundos com cotista único para dificultar a identificação dos beneficiários finais dos recursos.

Fonte: G1

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Feminicidio

PM morta com tiro na cabeça havia alertado sobre ciúmes do marido

por Redação 17 de março de 2026

A soldada Gisele Santana, encontrada morta em fevereiro, enviou mensagens a uma amiga sobre os ciúmes do tenente-coronel Geraldo Neto, seu marido. Familiares afirmam que ela vivia um relacionamento abusivo, com restrições e ameaças.

Advogado da família apresentou áudio em que Gisele solicita ajuda do pai para se mudar, reforçando que planejava se afastar do marido. Histórico de ameaças e perseguição do tenente-coronel contra mulheres também é citado. A defesa ainda sustenta a versão de suicídio.

Fonte: G1

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Feminicidio

Soldada PM morta denunciava ciúmes e abusos do marido, aponta defesa

por Redação 17 de março de 2026

A soldada Gisele Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, teria enviado mensagens alertando sobre o comportamento ciumento e abusivo do marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, segundo a defesa da família.

Em depoimentos, a mãe da vítima afirmou que a PM enfrentava restrições em seu comportamento, incluindo vestimentas e atividades sociais, e relatos indicam que o oficial enviava mensagens intimidatórias após a intenção de separação da esposa.

O advogado da família apresentou áudio em que Gisele buscava ajuda para se mudar para perto dos pais, reforçando a intenção de se afastar do marido.

Fonte: OGLOBO

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