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São Paulo

Segurança

Erro em reconhecimento facial faz morador ser detido 4 vezes em SP e levanta críticas ao Smart Sampa

por Redação 26 de março de 2026

O coordenador de departamento pessoal Ailton Alves de Sousa, de 41 anos, foi conduzido por engano quatro vezes à delegacia nos últimos sete meses após ser identificado pelo sistema de reconhecimento facial Smart Sampa como foragido por h0m1cíd1o no estado de Mato Grosso. Morador de Heliópolis, na Zona Sul da capital paulista, ele afirma nunca ter ido à região Centro-Oeste e relata viver com medo constante diante das abordagens.

As detenções ocorreram em diferentes situações do cotidiano: ao sair de casa, no trabalho, ao levar a mãe ao hospital e durante uma corrida de rua. Na primeira abordagem, Ailton foi retirado de dentro de casa. Segundo ele, ao chegar à delegacia, o delegado questionou se já havia estado em Mato Grosso, o que deu início à tentativa de esclarecer o erro.

O Smart Sampa é considerado o maior sistema de monitoramento da América Latina e utiliza reconhecimento facial por meio de cerca de 40 mil câmeras espalhadas pela cidade para identificar foragidos e localizar pessoas desaparecidas.

De acordo com o caso, há diversas diferenças entre o paulistano e o verdadeiro suspeito. O foragido tem o sobrenome escrito com “z” (Souza), nasceu em Santa Tereza do Oeste (PR) e é 12 anos mais velho. Também há divergências nos nomes e idades dos pais e no sobrenome das mães. Além disso, os mandados expedidos em Mato Grosso não contêm imagens do suspeito.

O advogado de Ailton solicitou a exclusão dos dados do cliente do sistema, mas afirma que as abordagens continuaram. A última ocorreu na segunda-feira (23), quando ele acompanhava a mãe em uma consulta médica. Na mesma data, policiais também teriam ido até a casa dele durante a madrugada.

Especialistas apontam a necessidade de maior agilidade na correção de falhas em sistemas de inteligência artificial aplicados à segurança pública. Para o advogado Luiz Augusto d’Urso, é obrigação do poder público manter canais eficientes de denúncia e auditorias para corrigir erros rapidamente.

A defesa também informou ter acionado o Smart Sampa e a Justiça de Mato Grosso para resolver a situação. Enquanto o problema não é solucionado, Ailton relata medo, vergonha e insegurança diante da possibilidade de novas detenções.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou ter comunicado o Conselho Nacional de Justiça sobre a inconsistência e providenciado a remoção dos dados e da foto de Ailton da base estadual. A Polícia Militar disse que apenas cumpre mandados registrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão. Já a Prefeitura de São Paulo declarou que não houve falha no funcionamento do sistema e que a atuação da Guarda Civil Metropolitana ocorreu após alerta e confirmação de mandado ativo. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana ressaltou que a inclusão e atualização de dados não são responsabilidade do Smart Sampa.

Fonte: G1

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Segurança

Furto de amostras de vírus na Unicamp inclui H1N1 e H3N2 e levanta alerta sobre biossegurança

por Redação 26 de março de 2026

A Polícia Federal confirmou que amostras dos vírus Influenza H1N1 e H3N2 estavam entre o material biológico furtado do Laboratório de Virologia do Instituto de Biologia da Unicamp. Os micro-organismos foram transportados sem autorização para outros laboratórios da própria universidade e permaneceram desaparecidos por cerca de 40 dias até serem recuperados.

Uma pesquisadora foi presa em flagrante e responderá em liberdade pelos crimes de furto, transporte não autorizado de material geneticamente modificado e por colocar a saúde pública em risco. O marido dela, Michael Edward Miller, médico veterinário e doutorando em Genética e Biologia Molecular na instituição, também é investigado pela Polícia Federal, que não detalhou as suspeitas.

Segundo o professor José Luiz Modena, da Unicamp, os vírus H1N1 e H3N2 são classificados como agentes de nível 2 de biossegurança, com risco moderado para trabalhadores e para o ambiente, sendo normalmente associados à gripe sazonal. A PF afirmou que não houve contaminação externa e que todas as amostras permaneceram dentro da universidade durante o período.

Além dos subtipos de Influenza, havia outros vírus humanos e suínos entre o material levado. As amostras foram encaminhadas ao Ministério da Agricultura e Pecuária, que mantém sob sigilo a identificação completa dos agentes envolvidos.

O laboratório de origem é classificado como nível 3 de biossegurança (NB-3), considerado o mais alto em operação no Brasil para estudos com agentes infecciosos. Nesse nível, o risco para o indivíduo é alto e moderado para a comunidade, exigindo protocolos rigorosos. Em Campinas, está em construção o laboratório Orion, que terá nível 4 de biossegurança, com previsão de conclusão em 2027.

As caixas com vírus desapareceram no dia 13 de fevereiro e parte do material foi localizada em 23 de março em laboratórios da Faculdade de Engenharia de Alimentos, a cerca de 350 metros do local de origem, que foram temporariamente interditados. No dia seguinte, o restante das amostras foi encontrado em outros espaços do Instituto de Biologia.

De acordo com a investigação, as amostras estavam distribuídas em três locais: em freezers lacrados na Faculdade de Engenharia de Alimentos, em tubetes manipulados e abertos no Laboratório de Doenças Tropicais e em frascos descartados no Laboratório de Cultura de Células. A pesquisadora não tinha autorização formal para acessar esses ambientes, mas teria conseguido entrar com consentimento de outros profissionais.

A defesa da docente, Soledad Palameta Miller, sustenta que não há materialidade na acusação e afirma que ela utilizava os laboratórios do Instituto de Biologia por não possuir estrutura própria para pesquisa.

Fonte: G1

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São Paulo

Prefeitura nega alvará para clube com praia artificial em Alphaville, mas vendas continuam

por Redação 25 de março de 2026

A Prefeitura de Santana de Parnaíba negou, na segunda-feira (16), o pedido de alvará de construção do Ocean Club, empreendimento de clube de surfe com ondas artificiais previsto para Alphaville, na Grande São Paulo. Mesmo sem a autorização, o projeto segue anunciando a venda de títulos a partir de R$ 300 mil à vista ou R$ 429 mil parcelados em até 36 vezes, mantendo divulgação e captação de interessados nas redes sociais. A abertura está prevista para dezembro de 2028.

Segundo a administração municipal, o alvará foi indeferido devido à ausência de Certidão de Diretrizes previamente aprovada, documento obrigatório para empreendimentos de grande porte que define parâmetros técnicos como uso do solo, impactos de vizinhança, infraestrutura urbana e aspectos ambientais. Sem essa etapa, o processo de licenciamento não pode avançar.

Especialistas alertam que a comercialização nessa fase pode ser irregular. A advogada imobiliária Ana Luiza Martins Taques explica que é permitido apresentar o projeto e realizar cadastro de interessados, mas não cobrar valores antes da aprovação urbanística e do registro do empreendimento em cartório, sob risco de falta de garantia jurídica ao comprador e até propaganda enganosa.

O projeto também enfrenta questionamentos ambientais. A área prevista para a construção possui nascentes, cursos d’água e trechos classificados como Área de Preservação Permanente (APP), onde intervenções são restritas e dependem de autorização após estudos técnicos. A advogada ambiental Letícia Yumi Marques afirma que a presença desses elementos pode aumentar a complexidade da aprovação e até levar ao indeferimento da licença.

Documentos do Conselho de Defesa do Meio Ambiente Municipal Sustentável (Condemas) indicam que o local já foi notificado por instalação de um contêiner em APP. O empreendimento afirma que a estrutura era de apoio à segurança patrimonial e que a situação foi regularizada após orientação técnica.

O Ocean Club ganhou visibilidade com a participação do ator Márcio Garcia e do influenciador Fausto Carvalho, o “Menzinho”. O projeto prevê estrutura de alto padrão com praia artificial de cerca de 12 mil metros, piscina de ondas, academia, raia olímpica, piscinas e áreas de bem-estar, em um terreno de aproximadamente 914 mil metros quadrados, integrado a mais de 600 mil metros quadrados de área verde preservada.

Moradores da região criticam a iniciativa desde 2025 e chegaram a protestar em frente ao estande de vendas em Barueri, apontando riscos ambientais e dúvidas sobre a legalidade da comercialização. Já o Ocean Club afirma que o projeto está em fase preliminar e que todas as licenças estão sendo solicitadas conforme o avanço das etapas.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia apreende 14 carros de luxo em operação contra golpe em São Paulo

por Redação 25 de março de 2026

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apreendeu 14 veículos de luxo nesta terça-feira (24) durante uma operação na cidade de São Paulo. A ação ocorreu em endereços residenciais e comerciais de investigados, cumprindo mandados de busca e apreensão.

Entre os modelos recolhidos estão Lamborghini Aventador, Ferrari 488 Pista, Ferrari 458 Italia, Dodge Challenger SRT8, Mercedes-AMG GT e Ford Mustang Shelby GT500. A operação visa esclarecer um golpe aplicado no ano passado contra uma empresa de importação de produtos, envolvendo transações fraudulentas para viabilizar negociações maiores.

Segundo a investigação, dois homens teriam participação direta no esquema. Além dos veículos, foram apreendidos R$ 55 mil, US$ 10 mil e € 18 mil em espécie, relógios de luxo, joias, bolsas, três celulares, computadores e duas armas.

Os mandados foram cumpridos por agentes da 1ª Delegacia da Disccpat (Divisão de Investigações sobre Crimes Contra o Patrimônio). As apurações seguem em andamento para determinar a conduta de cada envolvido e sua responsabilidade penal.

Fonte: G1

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Feminicidio

Tenente-coronel preso por feminicídio diz que dependência financeira da esposa dificultava divórcio

por Redação 24 de março de 2026

O tenente-coronel Geraldo Neto, preso preventivamente sob suspeita de matar a esposa, Gisele Alves Santana, com um tiro na cabeça no apartamento do casal no Brás, região central de São Paulo, afirmou em interrogatório à Polícia Civil que a dependência financeira da companheira era o principal obstáculo para a separação. Ele também se tornou réu por feminicídio e fraude processual.

Segundo o depoimento, ambos manifestavam o desejo de se divorciar, mas Gisele teria relatado, ainda em novembro, não ter condições de se manter sozinha e sustentar a filha. Geraldo afirmou que a renda da esposa estava comprometida por empréstimos consignados e bancários, feitos para construção de uma casa para os pais e para custear procedimentos estéticos, como próteses de silicone, rinoplastia e bichectomia. Após descontos, restariam a ela menos de R$ 1 mil mensais.

O militar declarou que transferia voluntariamente entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil por mês para a conta da esposa, além de arcar com despesas domésticas que, segundo ele, chegavam a cerca de R$ 10 mil. Também afirmou ter buscado alternativas para garantir autonomia financeira à companheira, incluindo tentativa de conseguir uma vaga para ela na assessoria da Polícia Militar no Tribunal de Justiça, com adicional de aproximadamente R$ 5 mil.

De acordo com o relato, a vaga teria sido confirmada em janeiro, com previsão de início em 2 de março, após o carnaval. O plano, segundo ele, era que a nova renda, estimada em cerca de R$ 6 mil, possibilitasse a Gisele alugar um imóvel e viver de forma independente com a filha.

O tenente-coronel também descreveu o dia anterior à morte da esposa. Ele afirmou que ambos foram à academia em horários distintos e que, ao retornar, Gisele permaneceu trancada na suíte com a filha. À noite, os dois teriam conversado por cerca de duas horas sobre o relacionamento e os planos de separação. Segundo o depoimento, decidiram adiar a decisão definitiva para o dia seguinte.

Apesar da versão apresentada pelo investigado, o Ministério Público sustenta que laudos periciais, reprodução simulada e mensagens indicam que o oficial segurou a cabeça da vítima e efetuou o disparo, afastando a hipótese de suicídio. A acusação também aponta que ele teria manipulado a cena do crime para simular que a soldado teria tirado a própria vida, o que fundamenta a imputação de fraude processual.

Imagens de câmeras corporais de policiais militares mostram momentos de tensão no local, com divergências entre o protocolo de preservação da cena e a autoridade hierárquica do oficial. Segundo a investigação, ele insistiu em entrar no banheiro, tomar banho e circular pelo apartamento, condutas que levantaram suspeitas e enfraqueceram a versão de suicídio.

Como o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida, o caso deve ser julgado pela Justiça comum, possivelmente pelo Tribunal do Júri. O Ministério Público pediu que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima.

A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial tem colaborado com as investigações. O Superior Tribunal de Justiça negou pedido de liberdade apresentado pela defesa. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, este é o primeiro caso desde 2015 de um oficial da Polícia Militar paulista preso por feminicídio.

Fonte: G1

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Segurança

Tragédia no litoral: primos de 4 e 6 anos são encontrados mortos dentro de carro

por Redação 23 de março de 2026

Dois meninos, de 4 e 6 anos, foram encontrados mortos dentro de um carro na madrugada desta segunda-feira (23), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, as crianças eram primas e estavam desaparecidas desde o domingo (22), quando brincavam em frente de casa.

Os corpos foram localizados por volta de 0h45 na Rua Sílvia Dias, no bairro Vila Sônia. De acordo com os agentes, os meninos apresentavam sinais de agressão e já estavam em rigidez cadavérica. Eles estavam dentro de um veículo estacionado em um terreno.

Ainda no domingo, a PM havia sido acionada após familiares comunicarem o desaparecimento das crianças. Além da corporação, equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também participaram da ocorrência.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a Polícia Civil investiga o caso. A perícia foi acionada e a ocorrência foi registrada como homicídio na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande.

As circunstâncias do crime e a autoria ainda serão apuradas pelas autoridades.

Fonte: G1

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Feminicidio

Câmeras corporais mostram PMs intimidados por tenente-coronel após morte de soldado

por Redação 20 de março de 2026

Gravações das câmeras corporais da Polícia Militar registraram a tensão entre policiais e o tenente-coronel Geraldo Neto no apartamento do casal no Brás, Centro de São Paulo, onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça em 18 de fevereiro. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital no mesmo dia.

Neto foi preso preventivamente em 18 de março, tornando-se réu por feminicídio e fraude processual — por alterar a cena do crime e simular suicídio. As imagens mostram o oficial insistindo em entrar no banheiro e circular pelo apartamento, apesar das orientações de PMs para preservar o local e não comprometer vestígios.

O vídeo registra diálogos tensos entre o tenente-coronel e o cabo responsável pela preservação da cena. Neto afirma que precisava tomar banho e desrespeita ordens para se vestir rapidamente, enquanto os policiais demonstram preocupação com a possibilidade de perda de provas, como resíduos de pólvora nas mãos.

Ao longo do dia, o oficial retornou diversas vezes ao imóvel, afastou equipes e permitiu limpezas, aumentando a desconfiança sobre a versão de suicídio. A ação reforça o papel da hierarquia na condução da cena do crime e oferece material audiovisual considerado crucial pelos investigadores.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que, caso sejam constatadas irregularidades por agentes, medidas cabíveis serão adotadas. A defesa de Neto não se manifestou sobre os novos registros.

Fonte: G1

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Feminicidio

Perícia aponta que PM Gisele não conseguiria alcançar arma de tenente-coronel; oficial é preso por feminicídio

por Redação 19 de março de 2026

A reconstituição feita pela Corregedoria da Polícia Militar concluiu que a soldado Gisele Alves Santana não conseguiria alcançar a arma de fogo de seu marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, guardada sobre um armário no apartamento do casal no Centro de São Paulo.

Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro, com um tiro na cabeça. Laudos periciais indicam que, com 1,65 m de altura, ela não conseguiria atingir a base onde a arma estava apoiada, contrariando a versão do oficial de que a esposa teria retirado a pistola antes do disparo.

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel revelaram episódios de humilhação, controle e violência psicológica contra Gisele. O oficial foi preso em 18 de março em São José dos Campos, após a Justiça Militar decretar prisão preventiva por feminicídio e fraude processual.

A Polícia Civil aponta que os laudos de necropsia, trajeto da bala, exumação, toxicológico e residuográfico confirmam que o disparo foi dado por Geraldo, descartando suicídio. O caso agora segue investigação completa, e o tenente-coronel será transferido ao Presídio Militar Romão Gomes.

A Promotoria pediu indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima, e a Justiça avaliará a competência para julgamento entre Justiça Militar e comum, sendo provável que o processo siga no Tribunal do Júri.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mensagens reforçam acusação de feminicídio contra tenente-coronel da PM

por Redação 19 de março de 2026

O tenente-coronel Geraldo Neto, preso sob acusação de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves, enviava mensagens nas quais se descrevia como “macho alfa” e cobrava que ela fosse “fêmea beta obediente e submissa”. O conteúdo integra a investigação da Polícia Civil, que o indiciou por feminicídio e fraude processual.

Os crimes teriam ocorrido em 18 de fevereiro, no apartamento do casal, no bairro do Brás, região central da capital paulista. Na quarta-feira (18), a Justiça comum aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou o oficial réu. Também foi decretada a prisão preventiva, após pedido conjunto do MP e da Polícia Civil. Na mesma manhã, ele já havia sido detido por decisão da Justiça Militar, a pedido da Corregedoria da PM.

Segundo a acusação, as mensagens revelam comportamento autoritário e controlador do oficial, que criticava a independência da esposa, impunha regras sobre vestimenta e convivência social e condicionava a relação conjugal ao papel de provedor financeiro. Investigadores apontam ainda que ele cobrava relações sexuais sob a justificativa de sustentar o lar.

Laudos periciais, reprodução simulada do crime e dados extraídos do celular indicariam que o tenente-coronel teria segurado a cabeça da vítima e efetuado o disparo, descartando a hipótese de suicídio. O Ministério Público sustenta que, após o tiro, o oficial teria manipulado a cena para simular autoextermínio, colocando a arma na mão da soldado e ocultando vestígios — o que fundamenta também a acusação de fraude processual.

O militar está detido no presídio Romão Gomes, na zona norte de São Paulo. A tendência é que o caso seja julgado pela Justiça comum, já que o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida. Nessa hipótese, o processo seguirá para o Tribunal do Júri.

A Promotoria pediu ainda que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima. A defesa nega o crime, questiona a competência da Justiça Militar e afirma que o oficial tem colaborado com as autoridades desde o início das investigações.

O caso ocorre em meio a mudanças recentes na legislação. Em 2024, a Lei 14.994 transformou o feminicídio em tipo penal autônomo, com pena prevista de 20 a 40 anos de prisão e tramitação prioritária. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, este é o primeiro caso desde 2015 envolvendo a prisão de um oficial da PM paulista acusado por esse crime.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mensagens revelam humilhações e machismo de tenente-coronel contra esposa PM morta em SP

por Redação 18 de março de 2026

Mensagens extraídas do celular do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto mostram que ele humilhava e desqualificava a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento no Centro de São Paulo. O oficial foi preso nesta quarta-feira (18) pela Corregedoria da PM, após prisão preventiva decretada pela Justiça Militar, acusado de feminicídio e fraude processual.

Segundo a investigação, Gisele relatava episódios de humilhação, provocações e comportamento controlador do marido, inclusive no ambiente de trabalho. Em uma das mensagens, a soldada escreve que o coronel a chamava de “burra” e fazia declarações machistas, como “Lugar de mulher é em casa, cuidando do marido. E não na rua, caçando assunto”.

A Corregedoria da PM apontou que os diálogos revelam “uma concepção de relacionamento baseada em submissão e hierarquia no âmbito doméstico”, caracterizando violência psicológica reiterada, com tentativas de controle e constrangimento da vítima.

A prisão de Geraldo Neto ocorreu em São José dos Campos. Ele será interrogado no 8º DP e, posteriormente, levado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo. Laudos periciais indicam que o disparo que matou Gisele foi dado de baixo para cima, à queima-roupa, e que o corpo apresentava ferimentos no rosto e no pescoço, sem vestígios de pólvora nas mãos da vítima.

O caso foi inicialmente registrado como suicídio, mas a investigação, apoiada em 24 laudos técnicos, concluiu que Gisele foi vítima de homicídio. A família da soldada contesta a versão de suicídio defendida pela defesa do coronel, alegando que ele era controlador e violento.

Fonte: G1

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