Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
domingo, abril 26, 2026
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

São Paulo

Aplicativo de Transporte

Entenda quais são as ações da Prefeitura de SP contra empresas que querem oferecer serviço de moto por app

por Redação 23 de janeiro de 2025

Assim que a Prefeitura de São Paulo soube que a 99 havia iniciado o serviço de transporte por moto via aplicativo, começou a se movimentar para impedir a atividade na cidade.

Isso incluiu notificações, embates na Justiça e até blitze para apreender motos de motociclistas cadastrados na plataforma. Além disso, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) também apresentou uma notícia-crime contra a 99 e vai pedir que as medidas tomadas contra a 99 sejam estendidas à Uber, que começou a oferecer o serviço na capital na quarta-feira (22).

Confira a situação da briga judicial entre o município e as empresas de tecnologia:

Início do serviço e 1ª notificação
A Prefeitura de São Paulo, por meio do Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), publicou uma notificação contra a atuação da 99, que passou a oferecer o serviço de moto por aplicativo em 14 de janeiro.

O documento citava um decreto municipal de 2023 que suspendeu temporariamente o transporte de moto por aplicativos, ano em que a Uber também tentou oferecer a modalidade.

No entanto, a notificação por si só não tinha força jurídica. A empresa, então, continuou atuando com as motos na capital.

Mandado de segurança
Diante da notificação da prefeitura, a 99 entrou com um mandado de segurança na Justiça de SP pedindo que a determinação de Nunes para suspender o serviço fosse declarada nula.

A empresa argumenta que o CMUV contraria o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao tema, o que seria uma ato de coação por parte da prefeitura.

A 8ª Vara da Fazenda Pública, então, negou o pedido liminar da 99 para anular o decreto de proibição da prefeitura.

Mesmo assim, a empresa continuou com o serviço — ela diz que a 99Moto é um serviço de transporte privado por aplicativo em motocicleta autorizado pela Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), Lei nº 12.587, de 2012. No entanto, o texto da lei cita apenas motoristas habilitados na categoria B, ou seja, a de carro. A lei não fala em moto.

Para o advogado Marcelo Marques da Costa, coordenador da comissão de Direito de Trânsito da OAB- SP, a legislação é clara quanto à não possibilidade do uso da moto:

“Para mim, é rol taxativo, não exemplificativo. Pode até ser usado judicialmente por analogia. Da mesma forma que fala categoria B, a todo momento se refere como motorista , não como motociclista ou mototaxista, também confere ao município a competência de regulamentar e fiscalizar”, disse o especialista.

O processo segue ativo e deverá passar por todas as fases até que haja uma sentença. A primeira decisão da 8ª Vara foi relacionada apenas ao pedido de urgência.

2ª notificação
No dia 15 de janeiro, em uma nova notificação do CMUV, a prefeitura deu 24 horas para que a 99 interrompesse a atividade, o que não aconteceu, já que o documento não tinha força jurídica.

Blitze para apreender motos
No mesmo dia, a Prefeitura de São Paulo informou que, durante blitze, apreendeu três motocicletas que faziam transporte de passageiros via aplicativo da 99. Para justificar a medida, a prefeitura se baseou na lei 15.676/2012, que proíbe “o transporte remunerado individual de passageiros sem que o veículo esteja autorizado para esse fim”.

Para o professor de direito administrativo André Rosilho, da FGV, não cabe à prefeitura autorizar ou não a atividade, mas fiscalizar o serviço. “Ela já está autorizada pela legislação federal, é uma atividade econômica livre. Ela tem uma redação um pouco aberta, mas a única maneira de interpretá-la de acordo com a Constituição é a de que o poder municipal deve fiscalizar a atividade — se o motociclista está usando capacete, andando na via de modo correto, se anda na contramão”, apontou.

Justiça negou suspensão do serviço
Apesar de a prefeitura dizer que a Justiça havia proibido a atividade da 99 Moto, o juiz da da 8ª Vara da Fazenda Pública afirmou que “nunca houve qualquer ordem judicial de proibição ou suspensão do serviço, porque o pedido posto em julgamento não é este”.

A afirmação foi dada no âmbito do processo do mandado de segurança impetrado pela 99.

Multa de R$ 1 milhão por dia à 99
No dia 17 de janeiro, a prefeitura ingressou com uma ação civil pública na mesma vara em que pedia multa diária de R$ 1 milhão por “danos morais coletivos e crimes de desobediência contra a 99 Tecnologia”.

“A empresa vem descumprindo nos últimos dias um decreto da Prefeitura que, desde janeiro de 2023, não autoriza o transporte remunerado de passageiros por motocicletas com uso de aplicativos”, diz trecho da ação.

Apesar disso, o serviço 99 Moto continuou funcionando normalmente, e o número de apreensões de motos subiu para 18. No dia 20, já eram mais de 30 apreensões motivadas por blitze contra a atuação da 99.

Na terça-feira (21), a Justiça negou o pedido da multa. A 8ª Vara da Fazenda Pública deliberou que a 99 não pode ser multada com base no decreto.

O magistrado pontuou que diversas capitais do país contam com o serviço de transporte privado de passageiros por motos, acionado por aplicativo, que o tema 967 do STF confirmou que é inconstitucional proibir ou restringir o transporte privado feito por motoristas de aplicativos e que leis de outros municípios e estados que, de modo semelhante, pretendiam impedir o uso de motos para o transporte privado individual já foram julgadas inconstitucionais pela Justiça.

Justiça diz que prefeitura pode fiscalizar
Na última segunda (20), no âmbito da ação que analisa o mandado de segurança impetrado pela 99, o Tribunal de Justiça decidiu que a prefeitura pode continuar fiscalizando o serviço de moto por aplicativo da empresa.

O relator Eduardo Gouvêa considerou que as fiscalizações podem seguir, pois “a Constituição Federal concede aos municípios competência para legislar sobre assuntos locais”. A decisão, no entanto, não se estende à oferta do serviço. Diz respeito apenas à fiscalização dos motociclistas por parte da prefeitura.

No dia 21 de janeiro, já eram 185 motocicletas apreendidas.

Contudo, a empresa ressalta que segue valendo a decisão de primeira instância, que, conforme esclarecido pelo próprio juiz, não suspendeu a funcionalidade 99 Moto.

Uber entra na briga
Na manhã da quarta-feira (22), a Uber entrou na briga e lançou seu serviço de moto por aplicativo na cidade. Em comunicado, a empresa afirmou que, a exemplo da 99, o Uber Moto também estará presente apenas fora do centro expandido da capital paulista.

Na avaliação da empresa, isso “permitirá uma análise cuidadosa da sua demanda e utilização, ao passo que atende também quem mais precisa de alternativas acessíveis de mobilidade na capital”.

Processo criminal contra os apps
Na quarta (22), como Nunes antecipou em uma entrevista coletiva, a prefeitura apresentou uma queixa-crime contra a 99 por descumprir o decreto que proíbe o serviço na capital e também vai pedir que todas as medidas tomadas contra a 99 sejam estendidas à Uber.

Ricardo Nunes também afirmou que notificou a 99 e vai notificar a Uber informando que, caso não desistam de oferecer o serviço e descumpram o decreto municipal que proíbe esse tipo de transporte, passarão a ter a cobrança de multa de R$ 50 mil por dia.

O que diz a legislação federal
O serviço de transporte oferecido por aplicativos no Brasil é regulamentado por duas leis federais.

A primeira é a lei nº 12.009 de 2009, que regula o serviço de mototáxi e motofrete (transporte de cargas) e define os requisitos para o exercício da profissão, como o uso de capacete e colete identificador. A lei também estipula a obrigatoriedade de cadastro nos órgãos municipais de trânsito.
A segunda legislação é o Plano Nacional de Mobilidade Urbana, instituído pela lei n° 12.587 de 2012. Ela foi modificada em 2018 (pela lei 13.640) para incluir um trecho que regulamenta especificamente os serviços de aplicativos de transporte. A lei, aprovada no governo Michel Temer, ficou popularmente conhecida como “Lei do Uber”.
O que diz a legislação municipal
A Prefeitura de São Paulo editou um decreto municipal em janeiro de 2023 que suspende na cidade o serviço de transporte de moto por aplicativo.

Com um texto bem sucinto, o decreto nº 62.144, de 6 de janeiro de 2023, suspendeu “temporariamente a utilização de motocicletas para a prestação do serviço de transporte individual remunerado de passageiros por meio de aplicativos”.
O texto não informa o prazo da suspensão, tampouco lista possíveis punições em caso de descumprimento nem menciona nada sobre a apreensão de motos.
O que dizem especialistas
Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora haja uma legislação federal, ela estabelece apenas normais gerais para o setor, e a regulamentação deve ser competência do município.

Segundo o advogado Marcelo Marques, coordenador da Comissão de Direito de Trânsito da OAB-SP, a regulamentação detalhada e a fiscalização do serviço de mototáxi ficam sob a responsabilidade dos municípios, que podem definir aspectos específicos da atividade dentro do seu território.

Na avaliação do especialista, a prefeitura tem razão em querer barrar o serviço neste momento. “Querendo ou não, a responsabilidade pela segurança viária e pelos passageiros e condutores é do município.”

Ele explica que há um limbo jurídico porque o Código de Trânsito Brasileiro disciplina apenas o motofrete e não o mototáxi.

Para o professor de direito administrativo André Rosilho, da FGV, não cabe à prefeitura autorizar ou não a atividade, mas fiscalizar o serviço. “Ela já está autorizada pela legislação federal, é uma atividade econômica livre. Ela tem uma redação um pouco aberta, mas a única maneira de interpretá-la de acordo com a Constituição é a de que o poder municipal deve fiscalizar a atividade — se o motociclista está usando capacete, andando na via de modo correto, se anda na contramão”, apontou.

O advogado Caio Fink, sócio da área de Contratos do Machado Associados, diz que a jurisprudência também desempenha um papel relevante nesta questão. “Embora trate especificamente de carros, o Tema 967 do STF reforça que restrições a serviços de transporte por aplicativos contrariam o princípio da livre iniciativa, servindo como referência para a discussão.”

“O desafio, portanto, está em compatibilizar a proteção à segurança com a promoção de serviços que ampliem o acesso à mobilidade, respeitando tanto os interesses dos usuários quanto os direitos econômicos de empresas e trabalhadores. O desfecho dessa questão exigirá uma análise cuidadosa para equilibrar esses valores no contexto urbano”, ponderou Fink.

Em entrevista à TV Globo, o superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e engenheiro civil, Luiz Carlos Mantovani Nespoli, reforça que a competência por disciplinar o serviço de transporte remunerado é municipal.

Já a 99 argumenta que a legislação estabelece que as prefeituras podem regulamentar e fiscalizar a atividade com exigências específicas, mas não podem proibi-la.

Segurança
Na avaliação do superintendente da ANTP, o serviço de transporte de passageiros por moto deve ser proibido em São Paulo em razão da segurança, pois a moto é um dos meios de transporte mais inseguros “do ponto de vista de sua vulnerabilidade”.

Ele argumenta que a moto “depende essencialmente de um equilíbrio dinâmico” entre o piloto e o carona.

O Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Moto-Taxistas do Estado de São Paulo (SindmotoSP) publicou, em 14 de janeiro, uma nota declarando ser contrário à oferta do serviço na capital.

“A insistência da 99 com esse serviço de transportes de passageiros com moto só aumentará o número de vítimas, além de, no caso dos acidentes, deixar os motociclistas e passageiros na mão, tendo que arcar com os custos e muitas vezes, com a própria vida”.

A empresa contesta esse argumentos e afirma que os motociclistas receberão treinamento para oferecer o serviço.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSegurança

Confrontos entre ambulantes e seguranças da ViaMobilidade assustam passageiros da Linha 8-Diamante em SP

por Redação 22 de janeiro de 2025

O combate ao comércio ilegal dentro dos trens da ViaMobilidade em São Paulo tem escalado para a violência e assustado os passageiros da Linha 8-Diamante.

Segundo relatos ouvidos de passageiros, os ambulantes têm andado em grupos e revezado a venda de produtos nos trens. Quando são flagrados pelos agentes da ViaMobilidade, reagem às apreensões com violência .

Um dos episódios aconteceu no dia 16 de janeiro, quando um grupo de vendedores ambulantes armados com pedaços de madeiras, vidros e pedras agrediu agentes de atendimento e segurança (AASs) na Estação Imperatriz Leopoldina.

Os agentes de segurança da ViaMobilidade foram encurralados dentro do trem e os passageiros que circulavam pelo local às 13h30 presenciaram todo o confronto.

Nesse episódio, um dos agentes da concessionária foi ferido e encaminhado ao pronto socorro. Ele passou por exames e foi liberado em seguida. A empresa registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) na Delegacia de Polícia do Metropolitano de São Paulo (Delpom).

De acordo com apuração da TV Globo, os ambulantes têm se juntado porque, quando são pegos vendendo material dentro dos trens, eles narram que têm sido tratados com truculência pelas equipes de segurança da empresa, principalmente no trecho entre as cidades de Itapevi e Osasco.

O que diz a Via Mobilidade
Por meio de nota, a ViaMobilidade “lamentou que os agentes de atendimento e segurança sejam ameaçados e agredidos enquanto exercem suas funções que visam prezar pela segurança e pelo bem-estar dos passageiros, além do bom funcionamento da operação”.

A empresa acrescentou ainda que “as campanhas de conscientização, por meio de avisos sonoros e comunicação dentro dos trens, têm também um papel importante para orientar os clientes a não comprarem os produtos oferecidos pelos ambulantes, uma vez que prejudicam a operação, conforto e segurança dos próprios passageiros”.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Aplicativo de Transporte

Nunes critica Uber por também oferecer transporte por moto em SP: ‘estou indignado de ver uma empresa só visando o lucro’

por Redação 22 de janeiro de 2025

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou nessa quarta-feira (22) a decisão da empresa de aplicativo Uber de também oferecer o serviço de transporte de passageiros por moto na capital paulista, a exemplo da concorrente 99. Segundo ele, a empresa só visa o lucro e desconsidera o risco à vida das pessoas.

O anúncio ocorreu em meio a uma disputa jurídica entre a Prefeitura de São Paulo e a 99.

Quando a 99 anunciou o serviço, Nunes chegou a dizer que a empresa iria promover uma “carnificina” na cidade em razão da falta de segurança das motos e pediu à população que não usasse o serviço. Desde então, a prefeitura tem feito apreensões de motocicletas que estavam sendo usadas como mototáxi.

A Uber informou que resolveu colocar a plataforma de motos no ar depois que uma nova decisão judicial impediu que a concorrente 99 fosse multada em R$ 1 milhão por dia por manter o serviço no ar, apesar de um decreto do prefeito Ricardo Nunes (MDB) proibir esse tipo de serviço na cidade.

Durante uma entrevista à imprensa na Zona Sul, o prefeito afirmou nesta quarta que vai apresentar uma queixa-crime contra as duas companhias para que sejam investigadas pela Polícia Civil por infração da lei municipal.

“Vamos entrar hoje com uma ação junto à Polícia Civil comunicando o descumprimento da legislação e fazendo uma queixa-crime, um comunicado de descumprimento. Isso vai ensejar um inquérito policial porque a gente tem apresentado dado, tem conversado e falado que essa atividade vai aumentar o número de óbitos. Mesmo assim, eles insistem em fazer essa atividade”, declarou.

Ricardo Nunes também afirmou que notificou a 99 e vai notificar a Uber informando que, caso não desistam de oferecer o serviço e descumpram o decreto municipal que proíbe esse tipo de transporte, passarão a ter a cobrança de multa de R$ 50 mil por dia.

De acordo com o prefeito, desde o início de janeiro, a cidade já tem cerca de 100 motociclistas internados nos hospitais municipais em razão de acidentes como moto.

Desse total, 47 motociclistas aguardam na fila para a realização de cirurgias.

“Os dados são assustadores com relação ao número de acidentes e óbitos. A gente tem agora 100 pacientes que estão internados por causa de acidentes de moto, só os ocorridos em 2025. 100 pessoas internadas nos equipamentos públicos municipais, com todo o custo da prefeitura. Ortopedia, raio-x, médico, remédio, cirurgia. Tudo isso é custo da Prefeitura de São Paulo, além de 47 estarem aguardando cirurgia, porque tiveram alguma fratura no corpo”, disse.

Uber também entra na briga

Conforme o g1 publicou, a Uber lançou na manhã desta quarta-feira (22) seu serviço de moto na cidade de São Paulo

Em comunicado distribuído à imprensa, a Uber afirmou que, a exemplo da 99Moto, o Uber Moto também estará presente apenas fora do centro expandido da capital paulista.

Na avaliação da empresa, isso “permitirá uma análise cuidadosa da sua demanda e utilização, ao passo que atende também quem mais precisa de alternativas acessíveis de mobilidade na capital”.

Em seu comunicado, a Uber ressaltou que, na decisão, “o juiz lembrou que a modalidade já está presente em diversas capitais do país, argumentou que está ‘pacificado pelo julgamento do Tema 967 do STF que é inconstitucional a proibição ou restrição de transporte privado individual por motorista cadastrado em aplicativo, por constituir violação aos princípios da livre iniciativa e da livre concorrência’”.

A Uber destacou ainda que o juiz “apontou para julgamentos anteriores de outros municípios e estados que consideraram inconstitucionais leis que tentaram proibir o serviço”.

A empresa argumentou que o serviço Uber Moto já está presente em várias partes do país e “tem se estabelecido como alternativa em especial onde o transporte público é menos presente, principalmente nas regiões periféricas das cidades, com os preços em média 40% mais baixos do que o UberX”.

Na época, o aplicativo foi justamente alvo do decreto Municipal nº 62.144/2023, do prefeito Ricardo Nunes, impedindo qualquer operação de transporte de passageiro por meio de motos na cidade.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São Paulo

Soldado que denunciou agressão em quartel em SP está abalado e tomando calmantes, diz advogado: ‘Trauma muito grande’

por Redação 22 de janeiro de 2025

Uma rotina à base de calmantes. Assim tem sido a vida do soldado do Exército Brasileiro, de 19 anos, que denunciou ter sido agredido por seis colegas da corporação na última quinta-feira (16), no 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada, em Pirassununga (SP).

O advogado de defesa do jovem, Pablo Canhadas, disse ao g1 que o rapaz ainda está muito abalado com a violência e precisou ser afastado das atividades militares desde o ocorrido.

Segundo Canhadas, as agressões duraram cerca de 30 minutos, com pedaços de ripa de madeira, remo de panela industrial e um cabo de vassoura, que teria sido quebrado na região do ânus.

O jovem relatou que dois colegas o seguraram, enquanto o restante o agredia.

O caso foi registrado como lesão corporal no 1º Distrito Policial de Pirassununga. Mas, conforme apurou a reportagem, não haverá investigação da Polícia Civil, apenas do Exército.

Em nota, o Comando Militar do Sudeste informou que foi instaurado Inquérito Policial Militar para apurar a denúncia e acrescentou que “o Exército Brasileiro não compactua com qualquer conduta ilícita envolvendo seus integrantes”.

Receio de denunciar
De acordo com Canhadas, o jovem completou um ano na corporação e via o serviço militar com orgulho. “Estava virando a vida toda para o militarismo”, declarou.

O advogado admitiu que, inicialmente, o soldado estava receoso em fazer a denúncia, mas teria sido aconselhado por um familiar.

Canhadas informou que o jovem vai passar por uma avaliação médica no 13º Regimento, na quinta-feira (23). “Vou estar com ele para saber se vão revalidar o atestado do Pronto-Socorro e se vão iniciar acompanhamento médico com ele. Todo ato externo precisa ser revalidado internamente”, explicou.

Relembre o caso
De acordo com o boletim de ocorrência, o militar estava organizando um espaço com soldados, quando estes disseram que ele teria que limpar uma câmara fria.

Foi então que um cabo e outros soldados também teriam ido a esse segundo local. Em seguida, conforme o relato do militar, a farda dele teria sido arrancada e uma vassoura quebrada na região do ânus.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, um cabo supostamente envolvido nas agressões teria enviado uma mensagem ao militar dizendo que ele “estava mentindo e que iria prejudicar a todos”.

A vítima apresentou imagens das lesões sofridas e disse que passou por exame de corpo de delito, no Pronto-Socorro Municipal.

O Exército informou que apura o caso. “Os envolvidos serão punidos e expulsos das fileiras do Exército. O Exército Brasileiro não compactua com qualquer conduta ilícita envolvendo seus integrantes”, disse em nota.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Cracolândia

Ao STF, prefeito de SP diz que muro na Cracolândia não teve intenção de segregar e afirma que a demolição trará danos irreversíveis

por Redação 21 de janeiro de 2025

A Prefeitura de São Paulo respondeu nesta terça-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a construção do muro construído na Cracolândia, no Centro da cidade, não teve o objetivo de segregar as pessoas em situação de rua e que a sua demolição trará danos irreversíveis.

O muro, com 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, cerca o local onde usuários de crack se concentram na região da Santa Ifigênia, perto da estação da Luz. A construção foi revelada na semana passada pelo g1 e gerou forte repercussão. Antes, já havia tapumes de metal no local.

Parlamentares do PSOL acionaram o STF pedindo a derrubada do muro. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, pediu, então, esclarecimentos ao governo municipal.

No documento, a prefeitura afirmou ainda que “a execução de ordem para destruição do muro teria efeitos e danos irreversíveis”. E acrescentou que “não procede a alegação de ‘confinamento’ de quem quer que seja” e que a obra está em “consonância com o princípio da dignidade humana”.

Na segunda-feira (20), ao ser indagado sobre o assunto, Ricardo Nunes tinha minimizado a ação dizendo achar “lamentável fazer com que um ministro do STF, com tanta ocupação,” tenha que se manifestar sobre o caso.

O prefeito disse que, quando soube da ação, achou “estranho um ministro do STF mandar uma notificação pra um prefeito para perguntar de um muro”.

Ação no STF
Na ação, os parlamentares do PSOL argumentaram que a construção isola e exclui socialmente as pessoas que vivem na Cracolândia, violando direitos fundamentais da Constituição, ferindo princípios de igualdade, liberdade e acesso a direitos essenciais.

A prefeitura, no entanto, afirmou à Suprema Corte que a ação “apresenta exclusivamente afirmações retóricas, sem a mínima demonstração documental de que estariam ocorrendo as violações a direitos que alega. Tampouco demonstra minimamente a existência de algum perigo de dano”.

A gestão municipal explicou ainda que as intervenções realizadas na região são acompanhadas de “uma série de medidas complementares, como o oferecimento de serviços de acolhimento, tratamento de saúde mental, reinserção social e acesso a programas de assistência social”.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São Paulo

Prefeitura de SP emite alvará temporário que autoriza final da Copinha no Pacaembu para público reduzido de 20 mil pessoas

por Redação 21 de janeiro de 2025

Apesar de o trâmite de entrega da obra da nova Arena Pacaembu não ter sido concluído, a Secretaria de Licenciamento e Urbanismo (Smul) emitiu na noite desta segunda-feira (20) um alvará temporário para que a final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, possa acontecer no estádio no próximo sábado (25).

A autorização vale para um público de no máximo 20 mil pessoas sentadas e está um pouco abaixo da expectativa de 26 mil torcedores que a Federação Paulista de Futebol (FPF) desejava para a partida, que é a capacidade total da arena, que teve a reforma orçada em mais de R$ 800 milhões.

Como o novo Pacaembu já tem o Auto de Vistoria dos Bombeiros (AVCB), emitido em setembro de 2024 e válido por um ano, o estádio cumpre as exigências da FPF para a realização da partida.

Embora o “termo de aceite da obra” não tenha sido concluído pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEME) – indicando que a reforma foi 100% concluída e segue à risca o contrato assinado em 2019 com a Concessionária Allegra Pacaembu, a SMUL, ao dar a licença temporária, atesta que não há risco para os torcedores e atletas.

Com a decisão, o público reduzido de 20 mil pessoas poderá ocupar os seguintes espaços do estádio:

Arquibancada Oeste: 4.982 pessoas;
Camarotes Oeste: 506 pessoas;
Arquibancada Leste: 5.924 pessoas;
Camarotes Leste: 156 pessoas;
Arquibancada Norte: 8.432 pessoas.
A final da Copinha vai marcar a reinauguração do estádio, que passa por uma ampla reforma desde meados de 2019. O evento faz parda das comemorações dos 471 anos da capital paulista e acontece no mesmo dia do aniversário da cidade.

O alvará temporário emitido nesta segunda (20) vale apenas para a final da Copinha.

Outras partidas como as do Campeonato Paulista de 2025, que já estão programadas para o Novo Pacaembu nas próximas semanas, deverão contar com outra licença temporária ou o alvará definitivo.

O local já tem outras duas partidas do Paulistão agendadas para o espaço. São as seguintes:

Portuguesa x São Paulo – 29 de janeiro
Santos x São Paulo – 01 de fevereiro

O que é o ‘aceite’ da obra?
O “termo de aceite da obra” é o documento formal onde prefeitura recebe a reforma de qualquer obra pública, como a reforma e revitalização do estádio. Ele diz que o contrato assinado foi cumprido à risca e que o local está pronto e finalizado para uso. Vale para o Pacaembu ou qualquer outra obra.

Só após esse documento emitido é que a gestão municipal pode dar início ao processo de alvará definitivo do estádio, cumprindo as regras da Federação Paulista de Futebol (FPF) e as exigências da Lei Geral do Esporte.

De acordo a FPF, uma partida oficial da entidade só pode ser realizada no estado de São Paulo em estádios prontos e com alvará emitido pelas respectivas prefeituras, além de Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Essas regras estão no site da própria federação (veja abaixo).

As normas também valem para Copinha e para o Campeonato Paulista, que já está em andamento.

O g1 apurou que o aceite definitivo da obra está atrasado porque a concessionária Allegra Pacaembu realizou mais intervenções do que constavam em contrato assinado em 2019.

Embora essas novas obras tivessem autorização da SMUL, não foi feito aditamentos no contrato ao longo dos anos para adequar as novas intervenções dentro do acordo formal.

Com isso, os funcionários precisam analisar uma porção de documentos da Allegra Pacaembu para o processo de aceite definitivo, sem a ajuda de um gestor de contrato que, conforme o g1 publicou nesta segunda (20), foi transferido de secretaria poucos dias antes da entrega da obra.

Sem gestor de fiscalização
Após quase cinco anos de obras, o gestor oficial do contrato de quase R$ 800 milhões entre a Concessionária Allegra Pacaembu e a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, o advogado Eduardo Cappellini, foi remanejado de cargo no último dia 9 de janeiro sem explicação.

A mudança de função foi publicada no Diário Oficial da cidade na última quinta (16), com data retroativa. Desde então, não existe responsável legal pela fiscalização do que foi feito pela concessionária no equipamento público municipal, na reta final de entrega da obra.

Segundo a lei, todo contrato entre a gestão municipal e a iniciativa privada precisa ter dois fiscais responsáveis: o gestor de fiscalização, profissional de nível superior, e o fiscal auxiliar, geralmente um profissional de nível médio.

O gestor é o responsável direto por assegurar que todos os itens do contrato estão sendo seguidos, apontando irregularidades, pedindo correção de rotas e alertando sobre serviços mal feitos.

O nome desses dois responsáveis consta, inclusive, no contrato assinado entre as partes.

Acontece que, há onze dias, o acordo entre Allegra e gestão Ricardo Nunes (MDB) não tem um gestor de fiscalização responsável e conta apenas com a figura de José Eduardo Gomes Figueiredo, como fiscal do contrato desde 16 novembro de 2022. O cargo dele dentro da Administração é de Assistente Administrativo de Gestão II.

Embora a prefeitura afirme que Figueiredo é servidor de carreira e possui vasta qualificação na administração pública, juridicamente ele não atuou como gestor do contrato nesses últimos anos. Não assinou relatório algum.

Tudo ficava sob responsabilidade de Cappellini, que é um servidor comissionado formado em Direito e exercia, até 9 de janeiro, o cargo de Assessor III, com salário de pouco mais de R$ 5.700, segundo o site de transparência da Prefeitura de SP.

Até que um novo acordo seja firmado entre Allegra e SME ou portaria nova publicado em Diário Oficial fazendo a substituição, Figueiredo não pode assinar nenhum documento importante que vai abrir as portas para a realização da final da Copinha no Pacaembu, de acordo com especialistas em administração pública consultados pelo g1.

A ausência desse gestor compromete o processo de ‘aceite definitvo’ da obra entre prefeitura e Allegra, atrasando, consequentemente, a confecção do alvará definitivo do estádio, necessário para a realização de qualquer evento esportivo.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São Paulo

Defesa Civil alerta para calor intenso e chuvas nos próximos dias no estado de SP

por Redação 21 de janeiro de 2025

A Defesa Civil alertou nesta segunda-feira (20) que os próximos dias serão de calor intenso e pancadas de chuva isoladas em todo estado de São Paulo.

Conforme o órgão, as temperaturas elevadas, associadas à alta umidade, trarão uma sensação de tempo abafado em todo o território paulista.

Entre os destaques, as temperaturas máximas poderão atingir até 38°C, especialmente nas regiões oeste e norte do estado. A expectativa é a de que, até quarta-feira (22), o sol predomine, com poucas nuvens pela manhã, resultando em uma elevação significativa das temperaturas.

A partir de quarta-feira, haverá um aumento da nebulosidade e chuvas generalizadas, o que poderá aliviar o calor, diz a Defesa Civil. Para a capital paulista, a região metropolitana de São Paulo e as regiões de São José dos Campos e Marília, são esperadas máximas de 34ºC.

Temperaturas máximas e chuva
Para as regiões de Araçatuba e Presidente Prudente, as máximas podem chegar até 38°C. No entorno de Ribeirão Preto, Araraquara e Barretos, os termômetros podem registrar 37°C.

As regiões de Registro e São José do Rio Preto devem ter temperaturas máximas de até 36°C. Baixada Santista, Campinas e Bauru, devem registrar 35°C.

E para as áreas de Sorocaba e Franca, previsão de 33ºC. Na região de Itapeva, 32°C.

Mesmo com o calor intenso, durante a semana são esperadas pancadas de chuva isoladas, que podem ser acompanhadas de raios, ventos fortes e, em casos isolados, granizo, principalmente nas regiões que fazem divisa com o Paraná.

“Essas condições podem resultar em temporais localizados, aumentando o risco de transtornos em áreas já encharcadas. A Defesa Civil recomenda atenção especial nas áreas mais vulneráveis, devido ao risco de acumulados moderados de chuva”, diz o órgão.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Aplicativo de Transporte

Prefeitura de SP apreende mais de 30 motos em blitz contra atuação da 99; empresa diz que vai pagar multas de motociclistas

por Redação 21 de janeiro de 2025

A Prefeitura de São Paulo apreendeu, nesta segunda-feira (20), 37 motos durante uma blitz contra a atuação da empresa 99, que manteve seu serviço de transporte de passageiros via aplicativo mesmo com uma determinação de suspensão da atividade feita pela gestão Ricardo Nunes (MDB).

Agentes do Departamento de Transportes Públicos (DTP), com o apoio da Guarda Civil Metropolitana, fiscalizaram e removeram motos nas zonas Sul, Norte, Leste e Oeste.

O Globocop sobrevoou e fez imagens de um dos pátios da prefeitura para onde estão sendo levadas as motos apreendidas durante as ações da prefeitura. O espaço fica no Brás, na região central da cidade.

Segundo o município, desde o dia 15, quando foi iniciada a operação, foram apreendidas 143 motocicletas.

A empresa disse que vai pagar as multas e as taxas das motocicletas que forem apreendidas e que devolverá o pagamento das corridas aos passageiros, caso a moto em que o usuário esteja seja parada e recolhida pela prefeitura.

Na semana passada, o serviço 99 Moto continuou funcionando normalmente mesmo com o fim do prazo dado pela prefeitura para que a 99 retirasse da plataforma a opção de transporte por motos. A empresa diz que tem amparo legal para seguir operando.

Em nota, a prefeitura informou que “apreendeu, nesta segunda-feira (20), 37 motocicletas por realizarem transporte clandestino de passageiros por motos via aplicativo. O Departamento de Transportes Públicos (DTP), com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), realizou operações para coibir a prática ilegal em dez pontos distribuídos por quatro regiões da cidade. Das 37 apreensões de motos que atuavam na prestação do serviço irregular por meio do aplicativo da empresa 99 nesta segunda-feira 15 foram realizadas na Zona Sul; 5 na Zona Oeste; 11 na Zona Leste e 6 na Zona Norte. Nesta segunda-feira (20), os agentes fiscalizaram 575 motocicletas.

O transporte remunerado por moto via aplicativo é proibido por decreto municipal de 2023. O transporte individual de passageiros remunerado sem autorização do município é clandestino, conforme as leis 15.676/2012 e 16.344/2016. Desde o dia 15/01, quando foi iniciada a operação, foram apreendidas 143 motocicletas”.

Briga judicial
A Justiça Federal — em ação que negou ao Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo a possibilidade de participar de processo que a 99 move contra a prefeitura — afirmou que o serviço de motos por aplicativo não está suspenso na capital paulista por decisão judicial.

“Nunca houve qualquer ordem judicial de proibição ou suspensão do serviço porque o pedido posto em julgamento não é este. Limitou-se o juízo a não conceder, em sede liminar, o pedido do impetrante que pretende, em outras palavras, proibir o impetrado de concretizar a ameaça de impor os consectários legais. Vale dizer, nos termos da decisão de fls. 277/278 o impetrado não está impedido de “impor os consectários legais”, tal como advertiu em sua notificação (ato coator)”, disse o juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública.

Também na sexta, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Procuradoria Geral do Município (PGM), ingressou com uma ação civil pública na mesma Vara em que pede multa diária de R$ 1 milhão por “danos morais coletivos e crimes de desobediência contra a 99 Tecnologia”.

“A empresa vem descumprindo nos últimos dias um decreto da Prefeitura que, desde janeiro de 2023, não autoriza o transporte remunerado de passageiros por motocicletas com uso de aplicativos. A Prefeitura reitera que tem por dever atuar pela segurança da população, e assim evitar acidentes, inclusive fatais envolvendo motociclistas e passageiros. A administração também reforça que todos os seus esforços estão em punir a empresa, e não motociclistas que usam este tipo de veículo para a prestação de serviços regularizados”, diz.

O serviço 99 Moto continuou funcionando normalmente mesmo com o fim do prazo de 24 horas dado pela prefeitura para que a 99 retirasse da plataforma a opção de transporte por motos. A empresa diz que tem amparo legal para seguir operando. Ao menos 18 motos foram apreendidas pela Prefeitura.

Até as 9h de quinta (16) tinham sido feitas 50 mil corridas na cidade de SP. Os locais que mais acionaram o serviço foram:

Zona Leste: Rua Salvador GIanetti, nas imediações da estação Guaianases da CPTM
Zona Sul: Praça Ricardo Martini, nas proximidades da estação Capão Redondo do metrô
Zona Oeste: Praça João de Deus Veras, Jaguaré (achamos que o fluxo se deve à proximidade com Osasco e também se deve a um grande condomínio residencial no local (pode ser fluxo de prestadores de serviço)
Zona Norte: Estação Tucuruvi do metrô, em frente e ruas adjacente

Corridas
Na quinta, a reportagem da TV Globo pediu uma corrida de Santo Amaro para o Autódromo de Interlagos pelo aplicativo. Sete minutos depois chegou o motociclista Edmilson da Silva Alves, que explicou como faz para acomodar a caixa de entrega e o passageiro.

“Quando é passageiro, a gente anda com o capacete aqui, pede pra eles colocar a mochila nas costas e nós levamos ele”, afirma.

A TV Globo perguntou sobre o treinamento que a 99 diz oferecer para os motociclistas. Ele afirmou que ainda não havia feito.

Outra corrida foi solicitada pela reportagem e chegou o motociclista Bruno Gian Vitale. Ele contou que já fez os treinamentos oferecidos pelo aplicativo, mas acha que faltam outras regras para ter mais segurança.

“Geralmente é via internet, é online e tal. Eu acho que os aplicativos tinham que ter uma idade para trabalhar com pessoas, acima de 21, acima de 25. Ter no mínimo 5 anos de habilitação, porque hoje em dia moleque de 18 anos tira carta e está transportando gente sem experiência nenhuma”.

Além do treinamento, a 99 diz que para a segurança de motociclistas e passageiros monitora as corridas em tempo real, atua contra a direção perigosa, faz alertas sobre excesso de velocidade e mantém uma central emergencial disponível 24 horas.

Larissa Nayara Souza Oliveira conta que nada disso funcionou. Em maio do ano passado, em Osasco, Grande São Paulo, ela pegou uma corrida pela 99 moto que terminou em um acidente.

“Eu solicitei o 99, eu estava indo a trabalho, pedi uma moto. Peguei um cara que estava meio correndo. Não sei se ele perdeu o controle, porque foi muito rápido. Quando eu fui ver eu já estava no chão, toda machucada, ralada, perna quebrada e fora que eu tenho uma deficiência na perna e acabei quebrando a perna da deficiência. Fui socorrida muito rápida pelo Samu”.

“No dia do acidente, ele ainda me cobrou a corrida. Eu estava dentro da ambulância e ele falou: ‘vou finalizar a corrida’, sendo que ele poderia ter reportado que a gente teve um acidente. Ele não reportou e ainda me cobrou”.

Não foi só o motociclista que não prestou socorro. Oitos meses se passaram e até hoje ela, sequer, conseguiu falar com a empresa responsável pelo aplicativo.

“Eles não entram em comunicação com a gente e a gente também não consegue entrar em contato com eles, porque eles não têm e-mail, só pelo aplicativo e ali ninguém reporta nada porque é só um eletrônico que fala com você”.

Na internet, numa página especializada em reclamações de consumidores, há vários relatos de problemas enfrentados pelos passageiros do 99 Moto. Entre eles, dificuldade para acionar o seguro, dificuldade para entrar em contato com o aplicativo depois de um acidente, direção perigosa, falta de assistência.

Em nota, a 99 disse que reconhece que houve um erro por parte da empresa e que irá entrar em contato com Larissa. Sobre as reclamações dos usuários, a empresa afirma que precisa melhorar a central de atendimento, mas que procura responder a todas reclamações.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São Paulo

Ônibus articulado parte ao meio em avenida da Zona Leste

por Redação 20 de janeiro de 2025

Um ônibus articulado partiu ao meio na manhã desta segunda-feira (20) em uma avenida de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo.

O veículo estava como “reservado” e não levava passageiros no momento. Por isso, não houve a necessidade de desvio de linhas.

Ele estava na Avenida Águia de Haia, altura do número 2.900, perto do Terminal AE Carvalho. O trânsito no sentido bairro precisou ser desviado para retirá-lo da pista.

A SPTrans informou que irá notificar a empresa Metrópole Paulista para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
São PauloSegurança

Forma de andar e tatuagem no braço: as informações usadas para identificar PMs presos pela execução do delator do PCC

por Redação 20 de janeiro de 2025

Dois policiais militares foram presos nesta semana acusados de participação direta no assassinato de Vinicius Gritzbách. O empresário, que lavava dinheiro para o PCC, tinha feito um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo, e foi morto no aeroporto de Guarulhos.

A partir da análise de imagens e dados que fazem parte da investigação, o Fantástico deste domingo (19) mostrou como a polícia chegou à identidade dos envolvidos.

Segundo a polícia, os atiradores envolvidos no assassinato de Vinicius tinham treinamento militar. O carro usado pelos executores foi abandonado 11 minutos depois do crime, a cerca de 7 quilômetros do terminal de desembarque de Guarulhos.

Em seguida, os criminosos se dispersaram pela região. Uma câmera, localizada a 200 metros do ponto onde o veículo ficou, registrou a passagem de um homem de boné branco. Na sequência, um outro de capuz. Ele carregava uma bolsa que foi deixada atrás de um quiosque. Dentro da bagagem, a polícia encontrou as armas usadas pelos assassinos.

Depois de deixarem as armas, os dois homens passaram a caminhar separadamente pela região. Nas imagens a que o Fantástico teve acesso, eles só voltaram a aparecer juntos no ponto de ônibus. A viagem terminou alguns minutos depois, em um terminal rodoviário de Guarulhos.

Segundo a investigação, a partir dali eles entraram em um carro e deram sequência à fuga. Uma denúncia anônima indicou que o homem de boné seria um policial militar.

O cruzamento de imagens com ferramentas de inteligência colocaram o cabo Denis Antônio Martins na cena do crime. Ele passou a ficar sob vigilância da corregedoria da PM. Os investigadores analisaram o tipo físico e, especialmente, a forma dele andar.

As mesmas imagens usadas para a análise biomecânica revelaram ainda a coincidência de uma tatuagem no braço esquerdo.

MENUFantástico
BUSCAR

Forma de andar e tatuagem no braço: as informações usadas para identificar PMs presos pela execução do delator do PCC
A partir da análise de imagens e dados que fazem parte da investigação, o Fantástico deste domingo (19) mostrou como a polícia chegou à identidade dos envolvidos pelo crime.
Por Fantástico

19/01/2025 21h08 Atualizado há 10 horas

Dois policiais militares foram presos nesta semana acusados de participação direta no assassinato de Vinicius Gritzbách. O empresário, que lavava dinheiro para o PCC, tinha feito um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo, e foi morto no aeroporto de Guarulhos.

A partir da análise de imagens e dados que fazem parte da investigação, o Fantástico deste domingo (19) mostrou como a polícia chegou à identidade dos envolvidos. Veja o vídeo abaixo.

Fantástico mostra em detalhes como a polícia identificou 2 assassinos do delator do PCC

Segundo a polícia, os atiradores envolvidos no assassinato de Vinicius tinham treinamento militar. O carro usado pelos executores foi abandonado 11 minutos depois do crime, a cerca de 7 quilômetros do terminal de desembarque de Guarulhos.

“Eles tinham programado de incendiar o veículo, que tinha galão com gasolina, material incendiário. Eles não conseguiram fazer isso”, destaca Derrite, secretário da Secretária de Segurança Pública de São Paulo.
Em seguida, os criminosos se dispersaram pela região. Uma câmera, localizada a 200 metros do ponto onde o veículo ficou, registrou a passagem de um homem de boné branco. Na sequência, um outro de capuz. Ele carregava uma bolsa que foi deixada atrás de um quiosque. Dentro da bagagem, a polícia encontrou as armas usadas pelos assassinos.

Depois de deixarem as armas, os dois homens passaram a caminhar separadamente pela região. Nas imagens a que o Fantástico teve acesso, eles só voltaram a aparecer juntos no ponto de ônibus. A viagem terminou alguns minutos depois, em um terminal rodoviário de Guarulhos.

Segundo a investigação, a partir dali eles entraram em um carro e deram sequência à fuga. Uma denúncia anônima indicou que o homem de boné seria um policial militar.

O cruzamento de imagens com ferramentas de inteligência colocaram o cabo Denis Antônio Martins na cena do crime. Ele passou a ficar sob vigilância da corregedoria da PM. Os investigadores analisaram o tipo físico e, especialmente, a forma dele andar.

As mesmas imagens usadas para a análise biomecânica revelaram ainda a coincidência de uma tatuagem no braço esquerdo.

“O nosso objetivo é transformar isso numa prova oficial, essa análise biomecânica dos vídeos obtidos da fuga, no dia do assassinato, e também que foram coletados nesse período de busca, quando esse policial investigado acaba sendo colocado na cena do crime”, conta Derrite.
A perícia agora vai analisar se material genético extraído do carro abandonado bate com o DNA do PM, preso na quinta-feira.

Prisão de outros policiais
Na mesma operação que prendeu o cabo Denis, outros 14 policiais militares foram detidos. Todos envolvidos com a segurança particular de Vinicius Gritzbach. Incluindo, os quatro que seguiam para o aeroporto no dia do assassinato. E o que estava voltando de Maceió com o delator e a namorada.

No sábado (18), o Departamento de Homicídios prendeu o tenente da PM Fernando Genauro da Silva, que, segundo a polícia, teria sido o motorista do carro preto que aparece na cena do crime. Segundo a polícia, o celular dele recebeu uma ligação dois minutos antes do assassinato. Teria sido o aviso para fazer o veículo seguir até o ponto onde os atiradores desceram para fazer os disparos.

Os registros da PM mostram ainda que o tenente Fernando e o cabo Dênis, um dos supostos atiradores, já teriam trabalhado juntos quando serviam num batalhão de Osasco, na Grande São Paulo.

Também neste sábado, Danilo Lima da Silva, que fazia segurança para Gritzbach, mas não é da PM, prestou um novo depoimento sobre o caso. Segundo Danilo, o tenente Fernando Genauro e Vinicius eram amigos e que em algumas oportunidades, o oficial da PM chegou a pegar emprestado carros do empresário.

As outras quatro pessoas presas por envolvimento no caso teriam ligação com Kauê Amaral Coelho – o suspeito de ser o encarregado de informar aos matadores sobre o momento em que Vinícius Gritzbach sairia do terminal do aeroporto. Um dia depois do crime, o olheiro fugiu para o Rio de Janeiro. Segundo a polícia – uma imagem dele foi feita no fim de 2024 por um drone que sobrevoou a Vila Cruzeiro, comunidade localizada no Complexo do Alemão.

Mas alguns dias depois, eles não conseguiram mais rastrear o sinal do celular do suspeito e acreditam que ele tenha deixado a Vila Cruzeiro.

O Fantástico não conseguiu contato com a defesa de Kauê. O advogado do tenente Fernando Genauro da Silva disse que o cliente é inocente, que a prisão foi prematura e amparada em provas frágeis: uma denúncia anônima e uma imagem que mostra apenas uma pessoa de perfil.

A defesa do cabo Denis Antônio Martins afirmou que as investigações vão mostrar que o policial militar não fez os disparos de arma de fogo contra a vítima.

Fonte: Fantástico

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!