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São Paulo

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‘Corrupção é intolerável e vamos punir severamente; tolerância zero com desvio de conduta’, diz Tarcísio sobre policiais presos por elo com o PCC e milícia

por Redação 18 de dezembro de 2024

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse nesta quarta-feira (18) que a gestão dele terá “tolerância zero” com os policiais que forem presos por suspeita de crimes ou ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Conforme o g1 publicou nesta terça-feira (17), quatro policiais civis de São Paulo foram presos após terem sido delatados entre 2023 e 2024 pelo empresário Vinicius Gritzbach, executado na saída do Aeroporto Internacional de Guarulhos, no mês passado.

No dia anterior, na segunda (16), uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e as corregedorias da Polícia Militar e da Polícia Civil prendeu cinco policiais militares acusados de extorquir dinheiro de ambulantes estrangeiros da região do Brás, no Centro de São Paulo, formando uma espécie de milícia na região.

“O desvio de procedimento vai ser punido. A corrupção é intolerável e quando houver corrupção nós vamos punir. Isso é tanto na esfera administrativa, com a expulsão do profissional, quanto também na esfera penal. Então, nós não vamos encobrir nada, nós não vamos passar pano em nada”, afirmou.

A declaração foi dada durante uma coletiva de imprensa onde o governador fez um balanço dos dois anos à frente do Palácio dos Bandeirantes. No evento, ele afirmou que, apesar do avanço dos episódios de violência policial no estado nos últimos meses, as Corregedorias das Polícias “nunca se puniu tantos profissionais”.

“Se a gente pegar os números da Corregedoria, a gente vai ver nunca se puniu tantos militares, tantos profissionais, tantos policiais como a gente está punindo agora. Então, é uma política de tolerância zero também com desvio de conduta”, declarou.

“Infelizmente há desvios de conduta e esses desvios serão severamente punidos. Os desvios de conduta não podem se confundir com a ação profissional de muitos profissionais, que estão lá dando duro para proteger a sociedade, porque a função da polícia é proteger a sociedade, é evitar o crime, e a polícia tem feito isso, né?”, emendou.

Balanço do governo

Tarcísio também afirmou que nesses últimos dois anos, investiu pesado em Segurança Pública do estado, conquistando, segundo ele, “um avanço significativo na recomposição dos efetivos policiais”.

Ao todo, o governo paulista afirma que 7.869 novos agentes foram integrados às forças de segurança, o maior aumento nos últimos 14 anos.

“O enfrentamento ao crime no centro da capital também esteve no foco. A região registra 19 meses consecutivos de queda nos índices de roubos e furtos, devido à ampliação do policiamento com 400 agentes a mais e quatro novas bases comunitárias. As forças de segurança registraram neste ano o menor número de homicídios dolosos, roubos em geral e veículos em 24 anos”, disse o Palácio dos Bandeirantes.

“Primeira coisa que a gente tem que observar é que nós temos uma excelente polícia, uma excelente Polícia Militar, uma excelente Polícia Civil. Nós temos excelentes profissionais, a Polícia vem produzindo muito, como eu falei, são 168.000 prisões, ao longo do ano de 2024, 42.000 veículos que foram roubados e foram recuperados quase 200 toneladas de entorpecentes, foram apreendidas 12.000 armas. Nós temos os indicadores do Estado em queda. É uma polícia que atende 30 milhões de chamados por ano, são 18 milhões de chamados que geram ocorrências, 50.000 por dia, 30 mil disparos de viatura e 36.000 homens na rua todos os dias dos 83.000”, afirmou o governador de SP.

Fonte: G1

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São Paulo

‘Não vamos dar isenção de IPVA para carro que vai ser produzido na Bahia ou no exterior’, diz Tarcísio sobre projeto para veículos híbridos

por Redação 18 de dezembro de 2024

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao comentar o projeto de isenção de IPVA para veículos híbridos, em coletiva sobre o balanço da gestão nesta quarta-feira (18), afirmou que para além da questão ambiental, a legislação deve se preocupar com os interesses econômicos do estado.

“A gente tem que pensar na vocação do Estado de São Paulo. Para onde eu quero direcionar a indústria automobilística no Estado de São Paulo, o que é mais aderente à nossa vocação?”, indagou.

De acordo com o governador, um dos fatores da prioridade para veículos híbridos é o interesse das marcas estrangeiras em produzir os automóveis no estado.

“Eu tenho a GM que vai produzir híbrido em São Paulo, eu tenho a GWM que vai produzir híbrido em São Paulo, eu tenho a Toyota que vai produzir híbrido em São Paulo, eu tenho a Volkswagen que vai produzir híbrido em São Paulo”, disse.

O governador citou, ainda, o histórico de SP com os biocombustíveis, como o etanol, como motivação para o benefício proposto no projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) na última terça-feira (10).

“Nós temos o ciclo da cana, que é o ciclo onde tudo se aproveita, onde a gente tira o etanol de primeira geração, etanol de segunda geração, o biometano, o hidrogênio que vem a partir da reforma do etanol, o combustível sustentável de aviação, e é óbvio que o estado de São Paulo tem que se voltar para os biocombustíveis”, afirmou.

Segundo o PL, apenas os veículos leves movidos a hidrogênio e híbridos não vão pagar o imposto de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2026. A partir de 2027, segundo o texto, a taxa volta a ser cobrada gradualmente, até chegar em 4% – valor atual – em 2030.

Além dessas especificações, o automóvel também não pode custar mais de R$ 250 mil.

Segundo os cálculos do governo, a estimativa é que o estado deixe de arrecadar cerca de R$ 300 milhões com a medida no primeiro ano e, posteriormente, por volta de R$ 450 milhões.

Apesar da aprovação da Alesp e do comentário feito por Tarcísio, o projeto só passa a valer a partir da sanção do governador, que ainda não ocorreu.

Polêmicas
O projeto causa polêmica porque não inclui os veículos totalmente elétricos e beneficia carros que podem utilizar compostos não renováveis, como a gasolina.

Em entrevista ao Bom Dia SP nesta sexta-feira (13), o secretário da Fazenda e Planejamento, Samuel Kinoshita, afirmou que a decisão de priorizar carros híbridos busca voltar a atenção para a tecnologia nacional de fonte de combustível limpa, o etanol.

O secretário argumentou que a indústria automotiva local é “muito capaz de converter e construir esses veículos híbridos, flex, que têm a possibilidade de produzir uma bateria com uma boa capacidade de rodar o carro por uma boa quilometragem e, ao mesmo tempo, utilizar esse combustível verde que é o etanol”.

Sobre a possibilidade de alguém que utiliza gasolina como combustível de um carro híbrido flex utilizar o benefício, o secretário afirmou que as pessoas já preferem o etanol à gasolina e que não havia um desejo de forçar o consumidor.

“Seria um pouco perigoso, do ponto de vista estratégico, que a gente forçasse de alguma maneira a não possibilidade da utilização da gasolina porque os biocombustíveis podem ter algum problema de safra e aí a gente desprotegeria, estrategicamente, o nosso estado e o nosso país”, justificou.

Kinoshita explicou, também, que o limite de preço para o veículo vai incentivar as montadoras a produzirem carros mais baratos.

Caminhões e ônibus movidos exclusivamente a hidrogênio e gás natural ficariam isentos até 2029. E, para se enquadrar no PL, devem ser movidos a hidrogênio ou gás natural, o que inclui o biometano.

Histórico
Em outubro de 2023, o governador Tarcísio vetou um projeto de lei parecido, mas que incluía veículos elétricos.

Em junho deste ano, quando estava prevista a votação do projeto aprovado agora, o deputado estadual Antônio Donato (PT) autor do PL vetado questionou o motivo da retirada dos carros elétricos da proposta. “A gente está batalhando para que ela faça parte junto com todas as possibilidades da descarbonização, mas entendemos que a mais eficiente é o carro 100% elétrico”, afirmou.

De acordo com Marcelo Barbieri, Presidente da Associação Paulista de Municípios, isso não significa que a medida não seja necessária.

“Eu sou a favor de fortalecer os carros híbridos e impedir as emissões, mas o problema é você dividir isso de maneira igual entre estado e município não é justo, você tira esse recurso, é muito dinheiro para o município”, disse, também em junho.

“Então, o que eu defendo, eu luto: vamos fazer uma compensação, vamos pegar um município de x mil habitantes e ele vai ter uma compensação, pode fazer, inclusive, modulada favorecendo os menores”.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

‘Vou matar todo mundo’: PM de SP é flagrada dando chutes em homem rendido no chão em Paraisópolis

por Redação 18 de dezembro de 2024

Uma policial militar foi flagrada dando chutes em um homem deitado no chão de uma rua de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. A agressão ocorreu na madrugada desta terça-feira, e um vídeo divulgado nas redes sociais por moradores mostra a agente dando três chutes no homem, que já estava imobilizado. As imagens compartilhadas pela reportagem, assim como as que foram captadas pelas câmeras corporais dos policiais estão sendo usadas nas investigações.

Durante a abordagem, um policial aparece com o pé nas costas do homem, que já aparece com as mãos atrás da cabeça. O PM então grita: “sai do carro, eu vou matar todo mundo nessa porra”.

O motorista não desce do carro e dirige para longe do local. O primeiro PM deixa o homem deitado e, em seguida, a agente já chega desferindo três chutes no homem rendido. Após a primeira agressão, apontando a arma para o homem deitado de bruços, a policial ainda grita: “não se mexe, filho da puta”.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a equipe realizava patrulhamento quando suspeitou do veículo ocupado por três pessoas.

Ao tentar realizar a abordagem, o condutor do automóvel fugiu, iniciando acompanhamento. Durante o percurso, a viatura da PM foi atingida por disparos de arma de fogo. O carro foi interceptado na Rua Rudolph Lotze, em Paraisópolis e os ocupantes levados ao 89º Distrito Policial.

O caso foi registrado como desobediência e foi feita a apreensão de veículo. Sobre a abordagem, a SSP afirmou que o comportamento “não condiz com os protocolos” e uma investigação foi aberta.

Leia a nota na íntegra:

A abordagem não condiz com os protocolos da Polícia Militar do Estado e uma investigação preliminar foi aberta para apurar os fatos. As imagens compartilhadas pela reportagem, assim como as que foram captadas pelas câmeras corporais dos policiais fazem parte das apurações.

Na ocasião, a equipe realizava patrulhamento quando suspeitou de um veículo ocupado por três pessoas. Ao tentar realizar a abordagem, o condutor do automóvel fugiu, iniciando acompanhamento. Durante o percurso, a viatura da PM foi atingida por disparos de arma de fogo. O carro foi interceptado na Rua Rudolph Lotze, em Paraisópolis e os ocupantes levados ao 89º Distrito Policial. O caso foi registrado como desobediência e localização / apreensão de veículo.

Fonte: OGLOBO

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São Paulo

Descarrilamento de trem gera caos na operação das Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM; plataformas e estações estão lotadas

por Redação 18 de dezembro de 2024

O descarrilamento de um trem de carga da empresa MRS Logística interrompe parcialmente a circulação de trens das Linhas 11-Coral e 12-Safira, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) na Zona Leste de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (18).

O Expresso Aeroporto está suspenso temporariamente. A promessa é de retomada do serviço para o terminal de Guarulhos às 07h.

O descarrilamento ocorreu por volta das 2h10 da manhã, na altura da estação Brás, gerando lentidão e paralisação em todo o sistema desde o início da operação nas duas linhas, às 04h40 da manhã (veja vídeo acima).

A situação está caótica em todas as estações dessas duas linhas. As plataformas estão lotadas e os passageiros não conseguem embarcar, em virtude da superlotação.

Com o caos formado no sistema, os passageiros narram brigas e disputas entre os usuários dentro e fora dos trens, para tentar embarcar ou desembarcar durante a parada nas estações.

Uma mulher chegou a desmaiar na estação da Tatuapé, na Zona Leste, por conta da superlotação dos trens e o calor dentro das locomotivas.

Retomada gradual da circulação
Segundo a CPTM, apenas por volta das 05h30 a circulação de trens das Linhas 11-Coral e 12-Safira começaram a operar parcialmente no trecho entre as estações Tatuapé, Brás e Luz.

A empresa afirmou também que na Linha 11-Coral dois trens circulam entre as estações Luz e Brás.

Já a Linha 12-Safira, iniciou com interdição parcial no trecho entre as estações Tatuapé, Brás e Luz, que continua, e tem gerado lentidão no embarque e desembarque e na chegada dos trens nas plataformas, deixando as estações completamente lotadas.

A CPTM diz que solicitou 57 ônibus do Sistema Paese entre as estações Brás e Tatuapé, além da liberação das integrações com o Metrô nas estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera, para atender aos passageiros do trecho.

As causas do acidente serão investigadas pela CPTM e MRS Logística. O trem que descarrilou seguia para a cidade de Alumínio, no interior de São Paulo, transportando bauxita.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Polícia faz megaoperação contra ‘máfia da metanfetamina’ em SP

por Redação 17 de dezembro de 2024

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (17) uma megaoperação na capital contra uma máfia envolvida na produção e venda da metanfetamina, droga sintética popularmente conhecida como “cristal”.

A operação é denominada Heisenberg, em alusão ao personagem Walter White da série de TV Breaking Bad, que era um professor de química responsável pela criação de um império de metanfetamina.

O Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) é responsável pela investigação, que começou cerca de seis meses atrás.

Nesta terça. são cumpridos 60 mandados de prisão e 101 de busca e apreensão na área central da capital paulista e na Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo as investigações, a organização criminosa é formada, principalmente, por estrangeiros residentes no Brasil. São alvo da operação 32 chineses, quatro nigerianos, quatro mexicanos, dois portugueses e um colombiano, além de 17 brasileiros.

Os envolvidos são investigados pela produção, distribuição e comercialização da droga sintética. De acordo com a Polícia Civil, a metanfetamina era fabricada fora do Brasil.

Eles vão responder pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa e delitos conexos.

Até a última atualização da reportagem, a Secretaria de Segurança Pública não havia divulgado o balanço da operação.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Pagamento de R$ 15 mil por ano e cobrança de forma violenta por milícia no Centro de SP: veja como era feita a extorsão de ambulantes

por Redação 17 de dezembro de 2024

Trabalhar nas ruas do Brás, Centro de SP, tem um preço e quem cobra é uma milícia formada por policiais militares. Esta é a conclusão da Corregedoria das Polícias e do Ministério Público que levou à Operação Aurora na manhã desta segunda-feira (16) em São Paulo.

Nove pessoas foram presas nesta segunda, entre elas cinco policiais militares. Outro PM e uma policial civil estão foragidos. Durante a ação, os agentes encontraram R$ 145 mil na casa de um dos investigados.

Segundo a investigação, a milícia extorquia dinheiro de comerciantes autônomos há mais de um ano. As principais vítimas eram imigrantes que eram obrigados a pagar de R$ 200 a R$ 300 por semana, além de um valor anual chamado de “luva”, que chegava a R$ 15 mil.

Os investigadores fizeram outra descoberta: quem não conseguia juntar o dinheiro, era obrigado a pegar emprestado com um agiota, que fazia parte do esquema e cobrava juros de 20% ao ano. Se o pagamento atrasasse, eram os policiais militares que cobravam e de forma violenta.

“Uma vítima, de nacionalidade equatoriana, obteve dinheiro emprestado com um desses agiotas. Atrasou o pagamento, teve a sua casa invadida, foi agredido, espancado e teve a quantia de R$ 4 mil que ele tinha dentro de sua casa subtraída por um desses policiais”, relatou o coronel Fábio Sérgio.

Quem se recusasse a pagar, também era removido à força do ponto de venda. De acordo com a Corregedoria, o cabo José Renato Silva de Oliveira usava a motocicleta, a farda e a arma da PM para intimidar as vítimas.

Investigação

As investigações que levaram à operação desta segunda-feira (16) começaram em março depois que quatro vítimas denunciaram as extorsões. O medo de retaliações atrapalha, mas o Ministério Público espera conseguir outros depoimentos a partir de agora.

“Pelo menos 4 vítimas protegidas. Só que é um trabalho de apuração e esforço que continua. A gente hoje, durante o curso das buscas, identificamos uma série de planilhas de mecanismo de controle que eram utilizados pela organização criminosa para garantir que tivesse o controle efetivo de quem estava fazendo os pagamentos dos valores da extorsão, né?”, afirmou Carlos Gaya, promotor de Justiça.

E ressaltou: “E a partir de agora certamente a gente vai atrás dessas pessoas para ver se a gente consegue identificar mais algumas vítimas que estejam dispostas a depor aí depois formalmente aqui perante o Ministério Público perante a Corregedoria da Polícia Militar”.

Outras denúncias
Comerciantes do Brás já foram alvos de outros esquemas de extorsão. Em 2021, a TV Globo mostrou que criminosos anunciavam a venda de espaços públicos na região pelas redes sociais.

Os lotes eram demarcados no asfalto e o metro quadrado vendido por valores que superavam o de apartamentos em bairros nobres da cidade.

Os relatos vêm pelo menos desde 1999, quando o então presidente do sindicato dos camelôs independentes, Afonso José da Silva denunciou uma quadrilha que ficou conhecida como a máfia dos fiscais.

Policiais militares também foram presos na época. E um ano depois, Afonso José foi assassinado dentro da sede do sindicato.

Fonte: G1

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São Paulo

Presidente da Câmara de SP defende salário de R$ 26 mil e criação de vale-refeição de R$ 1.859: ‘Tem vereador que precisa desse dinheiro’

por Redação 17 de dezembro de 2024

Prestes a se aposentar da vida política, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Milton Leite (União Brasil), defendeu nesta segunda-feira (16), o aumento de 37% no salário dos vereadores e a criação de um vale-alimentação de R$ 1.859 aos parlamentares.

Os benefícios foram aprovados pelos vereadores num intervalo de duas semanas, logo após a realização do 2° turno da eleição municipal, em benefício dos próprios parlamentares.

Em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, Leite disse que “acha justo” um parlamentar com salário de R$ 26 mil ainda ganhe um vale refeição polpudo no valor de R$ 1.859 por mês.

Sobre o aumento de 37% que os vereadores deram aos próprios salários logo depois do 2° turno da eleição municipal, Milton Leite afirmou que obedeceu a lei e corrigiu um problema na Câmara que era o chefe de gabinete ganhar mais que um parlamentar.

“O vereador é um servidor público e deve ter os direitos, como parlamentar, de um servidor público. Estava sem atualização dos salários deles desde dois mandatos pra cá, oito anos. Só a atualização monetária desses valores seria 47%. Nós atualizamos em 37% e respeitamos o limite constitucional: os 75% em relação ao [salário dos] deputados estaduais. Estão cumpridos os ditames legais. Porque estava um negócio estranho, porque o assessor parlamentar ganhava mais que o vereador. O chefe de gabinete ganha mais que o vereador hoje. Eu não receberei esses salários, mas achei justa a atualização”, afirmou.

Transporte público
Na entrevista na TV Cultura, Leite também defendeu o empresário Luiz Carlos Efigênio Pacheco, apelidado de Pandora, que é presidente da viação de ônibus Transwolff.

Ele é investigada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capita (PCC) e chegou a ser preso na operação “Fim da Linha”.

No inquérito aberto no MP-SP, o próprio Milton Leite é foi listado como testemunha do caso e deve ser ouvido.

O vereador se disse favorável à tarifa zero no transporte público como uma política de distribuição de renda e saiu em defesa do empresário Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, presidente da Transwolff que é investigado por suposto envolvimento com o PCC.

Fonte: G1

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São Paulo

Incêndio atinge imóvel comercial no Bom Retiro, Centro de São Paulo

por Redação 17 de dezembro de 2024

Um incêndio atinge na manhã desta terça-feira (17) um imóvel comercial no bairro do Bom Retiro, Centro de São Paulo.

Segundo as primeiras informações dos bombeiros, o fogo começou por volta das 07h25, na Rua Ribeiro de Lima, 741.

O local fica bem no centro do bairro que é conhecido pelas lojas e oficinas de costura de roupas.

Ao menos nove viaturas do corpo de bombeiros já estão no local para o socorro de possíveis vítimas e o controle das chamas. Ao todo, mais de trinta bombeiros foram deslocados para o local.

Ainda não há informações sobre mortos ou feridos.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

PF prende delegado e mais 3 policiais civis de São Paulo suspeitos de atuar para o PCC

por Redação 17 de dezembro de 2024

Uma operação deflagrada nesta terça-feira (17) prendeu um delegado e mais três policiais civis suspeitos de atuar para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Outras duas pessoas também foram presas, e há mais duas que ainda são procuradas, incluindo um policial civil.

Segundo as investigações, o esquema criminoso envolveria manipulação e vazamento de investigações policiais, venda de proteção a criminosos e corrupção para beneficiar um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.

A ação é realizada pela Polícia Federal (PF) e promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

A Justiça decretou a prisão temporária dos investigados, buscas e apreensões em endereços relacionados a eles, e outras medidas cautelares como bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens.

A operação é resultante do cruzamento de diversas investigações sobre o PCC, inclusive o assassinato do delator Vinícius Gritzbach, ocorrido em 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

O delegado preso é Fabio Baena, que foi acusado por Gritzbach, em sua delação premiada, de extorsão. Na época, Baena comandava uma investigação em que o delator era suspeito de mandar matar dois integrantes do PCC. O g1 não havia conseguido localizar a defesa de Baena até a última atualização desta reportagem.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse que a Corregedoria da Polícia Civil acompanha a operação e que não possui mais detalhes.

São 130 policiais federais e promotores com apoio da Corregedoria nas ruas. Ao todo, são 8 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão na capital de São Paulo e nas cidades de Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba, no interior do estado.

Os investigados, de acordo com suas condutas, vão responder pelos crimes organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais. As penas somadas podem alcançar 30 anos de reclusão.

Os policiais civis são suspeitos de colaborar com o PCC, garantindo proteção e facilitando a lavagem de dinheiro por meio da compra de imóveis através de intermediários ou empresas de fachada. Eles também são suspeitos de desviar bens que deveriam ser apreendidos.

Fonte: G1

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São PauloTransporte

Nunes sinaliza aumento da tarifa de ônibus na cidade de SP para 2025; novo valor deve sair até final do mês

por Redação 16 de dezembro de 2024

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sinalizou nesta segunda-feira (16) que deve aumentar a tarifa de ônibus na capital paulista no próximo ano.

Em conversa com a GloboNews, Nunes afirmou que a equipe dele estuda um reajuste que não seja superior à inflação acumulada dos últimos quatro anos de tarifa congelada na cidade.

A tarifa na cidade está congelada em R$ 4,40 desde janeiro de 2020, último ano que houve reajuste na cidade, ainda na gestão do ex-prefeito Bruno Covas (PSDB).

No período, a inflação acumulada em São Paulo pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) foi de 32,77%, segundo o IBGE. Isso significa que, se a Prefeitura de São Paulo fosse elevar a tarifa para corrigir toda a inflação acumulada do período, o novo preço da passagem a partir de janeiro seria de ao menos R$ 5,84. Mas Nunes afirma que essa o reajuste não se dará dessa forma.

Pós-eleição

A intenção do prefeito de reajustar a tarifa contradiz as declarações que o prefeito deu logo depois que foi reeleito em São Paulo.

Em conversa com o Bom Dia SP, o prefeito reeleito havia declarado que não tinha a intenção de manter a tarifa congelada mais um ano, mas que “não poderia ser irresponsável” (veja vídeo acima).

“Minha ideia é manter [a tarifa em R$ 4,40], mas eu não poderia ser irresponsável sem antes olhar todos os dados, dissídios de funcionários, valor do diesel, todo o custo, para saber se a gente pode manter. Porque eu não posso tirar da saúde, da educação, da habitação. Preciso governar mantendo todas as pastas equilibradas”, declarou o prefeito.

“Em dezembro, eu sento com a minha equipe para tomar uma decisão. Se a gente consegue manter – é a minha vontade – ou se não consegue manter e explicar o motivo de não manter”, afirmou.

Desde a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), os reajustes da tarifa dos ônibus municipais e do Metrô são feitos em parceria com o governo de São Paulo, equiparando o valor da tarifa do sistema municipal com os transportes estaduais (Metrô, CPTM e trens metropolitanos privatizados), em razão do bilhete único conjunto entre todos os modais.

Só que no ano passado, em razão do ano eleitoral, Nunes optou por manter os R$ 4,40 da tarifa congelada pelo quarto ano seguido, mesmo com o aumento para R$ 5,00 promovido pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nos outros modais que atendem a cidade.

Explosão dos subsídios

O congelamento da tarifa de ônibus tem gerado uma explosão de gastos da Prefeitura de São Paulo pagos às empresas de ônibus da capital paulista.

Conforme o g1 publicou no final de novembro, neste ano de 2024 o valor dos subídios já atingiu R$ 5,6 bilhões até último mês de outubro. Em dez meses de 2024, o valor do subsídios já passou o desembolsado total do ano passado, que foi de R$ 5,3 bilhões.

Isso significa que, até o fim deste ano, o valor do subsídio gasto pela gestão Ricardo Nunes (MDB) com o sistema de transporte da cidade deve superar a barreira dos R$ 6 bilhões e ser o maior da história da cidade pelo 4° ano seguido.

Segundo dados divulgados pelo site de transparência da SPTrans, entre janeiro e outubro deste ano, o total aplicado pelo tesouro municipal no sistema municipal de transporte público da capital chegou a R$ 5,640 bilhões.

Nos mesmos dez meses do ano passado esse valor tinha sido de R$ 4,644 bilhões. Aumento de 21,4% no período, sem correção monetária.

Em todos os 12 meses do ano passado, a prefeitura desembolsou igualmente o valor de R$ 5,3 bilhões para manter o sistema funcionando na capital paulista.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo, por meio da SPTrans, informou que mantém a tarifa congelada em R$ 4,40 há quatro anos, o maior período desde o Plano Real.

“Além disso, outras medidas importantes são viabilizadas pelo subsídio tarifário, como o programa Domingão Tarifa Zero, que já beneficiou mais de 150 milhões de pessoas, a integração gratuita entre ônibus, o desconto na integração com o sistema sobre trilhos e o embarque gratuito para 950 mil idosos, 750 mil estudantes e 300 mil pessoas com deficiência. É importante considerar ainda que os custos do sistema foram impactados pela pandemia de Covid-19, que reduziu a demanda e a arrecadação”, diz a nota.

Para 2025, o Projeto de Lei Orçamentária Anual prevê R$ 6,4 bilhões para subsídio tarifário. A proposta ainda está em discussão na Câmara Municipal de São Paulo.

Subsídio pagos às empresas de ônibus
2025: R$ 6,4 bilhões (previsão da SPTrans)
2024: R$ 5,640 bilhões (até outubro)
2023: R$ 5,3 bilhões
2022: R$ 5,1 bilhões
2021: R$ 3,4 bilhões
2020: R$ 3,3 bilhões
2019: R$ 3,1 bilhões
2018: R$ 3,3 bilhões
2017: R$ 2,9 bilhões
2016: R$ 2,5 bilhões
Fonte: SPTrans

Fonte: G1

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