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São Paulo

Motorista de aplicativo

Frente parlamentar propõe reduzir tributos a motoristas de aplicativos na reforma tributária

por Redação 30 de outubro de 2024

A FPLM (Frente Parlamentar pelo Livre Mercado) apresentou onze emendas ao Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 68/2024, visando proteger motoristas de aplicativos de transporte da elevada carga tributária proposta pela nova reforma tributária. O projeto original estipula uma alíquota de 28,5% sobre a receita bruta desses profissionais, mas a FPLM sugere um modelo alternativo que leva em conta os custos operacionais específicos e elevados dessa atividade.

Nesta quarta-feira (30), representantes dos motoristas de aplicativos compareceram ao Congresso para discutir as propostas em conjunto com a FPLM.

As emendas propõem que motoristas de aplicativo sejam enquadrados na categoria de “nanoempreendedores” e, portanto, isentados do novo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e de outros tributos.

A ideia é que 25% da receita bruta dos motoristas seja considerada para fins de tributação, enquanto os 75% restantes sejam reconhecidos como custo operacional, cobrindo despesas com combustível, manutenção, depreciação dos veículos e outras demandas da profissão.

Essa configuração busca alinhar a tributação com a realidade econômica dos motoristas, cuja renda líquida é muito menor do que o valor bruto devido aos altos custos para manter o serviço em funcionamento. A divisão de 25% e 75% se baseia em estudos realizados pelo Grupo de Trabalho e no próprio PLP nº 12/2024 do Executivo, que reconhece essa média de custos operacionais para a categoria.

O senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores das emendas, afirma que, sem esse ajuste, motoristas de aplicativo seriam prejudicados por um modelo tributário que, para ele, não leva em conta a realidade da profissão. “Nossa proposta garante um tratamento tributário mais justo, já que esses profissionais enfrentam despesas consideráveis para manter seus veículos em operação”, afirmou o senador. Ele defende ainda que tais custos representam uma grande parcela do valor final das corridas, que, sem a isenção, poderiam ficar mais caras para os usuários.

Rodrigo Marinho, diretor executivo do Instituto Livre Mercado (ILM) e secretário da FPLM, acredita que a carga tributária prevista no texto atual tornaria a atividade inviável para muitos motoristas. “Se essa proposta de tributação não for ajustada, muitos motoristas podem ser forçados a abandonar a profissão, o que teria efeitos negativos para a economia”, opinou. Marinho defende a inclusão dos motoristas de aplicativo na categoria de nanoempreendedores.

Impacto da nova reforma tributária nos aplicativos
A reforma tributária, em tramitação no Senado, visa substituir cinco tributos principais — ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins — por três novos: IBS, CBS e o Imposto Seletivo. O objetivo é simplificar e modernizar o sistema de arrecadação, mas as alterações podem impactar significativamente os motoristas de aplicativos, que seriam tributados pelo IBS com uma alíquota de 26,5% sobre sua renda bruta.

Considerados pela lei como prestadores de serviço, os motoristas de aplicativos seriam fortemente impactados pelo novo modelo, que incide sobre a renda total sem considerar os elevados custos operacionais necessários para manter o serviço. Como alternativa, a FPLM propôs a inclusão dos motoristas de aplicativo na categoria de “nanoempreendedores”, uma nova designação criada pelo PLP 68/2024 para profissionais com receita bruta anual de até R$ 40,5 mil (ou R$ 3.375 mensais). Profissionais enquadrados nessa categoria seriam isentos do IBS, o que evitaria um aumento expressivo no custo das corridas para os usuários e permitiria aos motoristas sustentar a operação.

A FPLM espera que suas emendas sejam acolhidas pelo relator do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), e que a reforma leve em consideração a necessidade de uma abordagem diferenciada para trabalhadores como os motoristas de aplicativos. Dessa forma, a reforma tributária poderá cumprir seu propósito de simplificação sem inviabilizar a atividade desses profissionais, que dependem de uma tributação justa e realista para continuar prestando seus serviços.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Polícia encontra 80 bananas de dinamite em táxi perto do Fórum da Barra Funda; Grupo de Operações Especiais é acionado

por Redação 30 de outubro de 2024

A polícia encontrou 80 bananas de dinamite em um táxi na tarde desta terça-feira (29), na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. A suspeita é a de que o material seria usado em assaltos a caixas eletrônicos.

A polícia já monitorava uma quadrilha que fazia assaltos à mão armada, na região central da capital. Nesta terça, um dos suspeitos, de 30 anos, pegou um táxi perto do Fórum da Barra Funda e a polícia fez a abordagem.

As 80 bananas de dinamite estavam em uma mala no porta-malas do táxi, sendo dez já preparadas para uso, segundo a polícia.

O grupo de operações especiais foi chamado para desarmar os explosivos. Dois policiais com proteção especial fizeram o trabalho.

O suspeito também transportava uma máscara, um alicate, pé de cabra, e outras ferramentas usadas em roubos a caixas eletrônicos.

De acordo com a delegada, a dinamite tem um código de rastreio e a polícia vai investigar de onde ela saiu. O suspeito foi preso e está sendo interrogado. Ele já tem passagem por roubo, receptação e associação criminosa.

Fonte: G1

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Brás

Incêndio atinge famoso shopping de comércio popular no Brás, Centro de São Paulo

por Redação 30 de outubro de 2024

Um incêndio atinge o Shopping 25 de Março, na Rua Barão de Ladário, no Brás, Centro de São Paulo. O fogo teve início por volta das 6h40 desta quarta-feira (30), segundo o Corpo de Bombeiros.

Pelo menos 17 viaturas da corporação e 40 bombeiros foram ao local para tentar controlar as chamas. Do lado de fora do shopping saía uma fumaça escura de mais de 150 metros de altura.

As causas do fogo ainda não foram esclarecidas pelas autoridades. Lojistas contaram à TV Globo que o shopping ficou sem energia elétrica na tarde de terça (29). Ainda não há confirmação dos bombeiros se há relação entre a falta de luz e o incêndio.

O shopping abre às 5h, mas até a última atualização desta reportagem não havia informações sobre vítimas ou pessoas feridas. Testemunhas contaram que as pessoas conseguiram sair antes que as chamas se propagassem.

O g1 tenta entrar em contato com a administração do Shopping 25 de Março para comentar o assunto.

Algumas ruas da região foram interditadas pela Polícia Militar (PM) para facilitar o trabalho dos bombeiros no combate às chamas. Ao menos sete linhas de ônibus foram desviadas pela SPTrans para não passarem pela região onde ocorre o incêndio.

A Rua Barão de Ladário é conhecida como um tradicional centro de comércio popular. Muitas pessoas costumam ir ao local para comprar e trabalhar na região. A via é próxima da chamada “feira da madrugada”.

Esse é o segundo incêndio na região do Brás nessa semana. No domingo (27), outro incêndio atingiu um galpão de compras na região, que ficou completamente destruído na rua Doutor João Alves de Lima.

Fonte: G1

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USP

Professor acusado de preconceito e ameaças contra alunas travestis é afastado da USP em Ribeirão Preto

por Redação 25 de outubro de 2024

O professor Jyrson Guilherme Klamt, acusado de transfobia contra duas alunas travestis do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP) em novembro de 2023, foi suspenso das atividades na Faculdade de Medicina por 90 dias.

A punição se dá com a conclusão da comissão processante instituída pela direção da Faculdade de Medicina. O professor também tem que frequentar, obrigatoriamente, um curso de letramento em identidade de gênero e sexualidade, promovido pela Comissão de Inclusão e Pertencimento da instituição.

Em nota, a Faculdade de Medicina disse que reforça sua posição de não admitir qualquer tipo de preconceito ou situação de intolerância envolvendo religião, etnia e gênero na sua comunidade acadêmica.

Em agosto deste ano, Klamt já tinha sido afastado do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto por 180 dias. Com a medida, aplicada em tom punitivo, ele não pode exercer nenhuma atividade clínica no hospital.

Procurada, a defesa do professor preferiu não se manifestar sobre o assunto.

Preconceito e ameaça
O ataque aconteceu em novembro de 2023. Louise Rodrigues e Silva e Stella Branco, as primeiras alunas travestis da história do curso de medicina em Ribeirão Preto, contaram que foram ofendidas e ameaçadas pelo professor enquanto estavam em uma lanchonete do campus.

Um dia antes, a faculdade havia implementado o uso livre de banheiros no prédio, conforme identificação de gênero.

As duas jovens ficaram sem reação ao escutar o professor e disseram que ele prosseguiu com ameaças e ofensas.

“Aí ele se manifesta dizendo que se a gente usasse o banheiro em que a filha dele estivesse presente, a gente sairia de lá morta. Sem contar que durante toda abordagem ele me tratou no masculino. Já era um professor que me conhecia, sabia meu nome, já tinha passado em uma aula com ele e ele já tinha passado por situações de desrespeito com meu pronome, mas nunca direcionado. Dessa vez ele veio diretamente a mim.”

Um boletim de ocorrência foi registrado como injúria racial pelas estudantes.

Fonte: G1

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São Paulo

Bombeiros procuram por motoboy que caiu em córrego e foi arrastado pela chuva na Grande SP; família diz que rapaz foi empurrado após discussão

por Redação 24 de outubro de 2024

O Corpo de Bombeiros retomou na manhã desta quinta-feira (24) as buscas pelo corpo de um motoboy de 38 anos que caiu em um córrego e foi arrastado pela chuva em Jandira, na Grande São Paulo.

O acidente aconteceu na noite desta quarta (23), na rua 15 de Novembro, durante o temporal que caiu em toda a Grande SP.

A família de Weverton da Silva contou à TV Globo que o rapaz foi empurrado após discussão com um amigo durante a enxurrada.

“Quando ouvia discussão, abri a janela. Nessa que eu abri a janela, ele caiu pra trás. Eu vi ele caindo pra trás, né. Aí eu pulei atrás, pra poder ver se pudesse resgatar ele, mas não consegui. A água me levou também”, contou o irmão de Weverton, o ajudante geral Wanderson Silva.

Ele também contou que ficou todo machucado ao tentar resgar o irmão e teve que contar com a ajuda da vizinhança pra sair do córrego, junto com um amigo que também pulou para ajudar o motoboy.

“O pessoal que me ajudou, ainda, a sair da água lá. Aí não consegui pegar ele, não”, disse.

A diarista Célia Machado também viu toda a cena. Ela conta que a força da água era tanta os vizinhos precisaram se mobilizar pra evitar que os dois que pularam pra resgatar o Weverton desaparecessem também.

“Foi muito desesperador! Teve que quebrar a cerca e joga bambu… E muito escuro, a gente não conseguia achar. Eles só gritavam, gritavam. Depois, com a corda, né… A gente conseguiu jogar uma corda, né… Aí, com muito custo, ele conseguiu segurar essa corda… Aí meu genro, né, e o rapaz aqui puxou”, declarou.

Os vizinhos jogaram corda para salvar os dois, mas o motoboy desapareceu com a correnteza.

A família está aflita e ainda guarda esperança de encontrar Weverton com vida. Eles registraram um boletim de ocorrência eletrônico durante a madrugada.

Fonte: G1

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São Paulo

Grande SP ainda tem 36 mil imóveis sem energia após temporal da noite desta quarta-feira, diz Enel

por Redação 24 de outubro de 2024

Passadas mais de 12 horas do temporal que caiu na Grande São Paulo na tarde desta quarta (23), a Região Metropolitana de São Paulo ainda tem 36 mil endereços sem energia elétrica na manhã desta quinta-feira (24).

De acordo com levantamento da concessionária Enel de 06h40 da manhã, a cidade mais atingidaé a capital paulista, que tem 26.418 endereços ainda sem energia, seguida por Itapevi, que tem outros 3 mil imóveis sem luz.

Segundo a Enel, os 36 mil clientes da Grande SP sem luz representam apenas 0,44% do total de 8,2 milhões de clientes que a empresa tem na área de atuação.

Por causa do temporal, a região chegou a ter mais de 74 mil sem luz às 20h.

Temporal rápido
A chuva que atingiu a Grande São Paulo na tarde desta quarta-feira (23) derrubou árvores, causou alagamentos e deixou imóveis sem energia.

Até as 21h desta quarta:

O Corpo de Bombeiros havia registrado 51 ocorrências por queda de árvores e 13 por alagamentos.
Dois voos foram desviados de Congonhas para outros aeroportos por pouca visibilidade na pista.
Gerador de energia explode na Zona Sul.
Parte do teto de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ma Barra Funda desabou.
Segundo a CET, até 19h, 23 semáforos estavam apagados na capital. O trânsito na cidade registrou 1.023 km de lentidão.

Por conta da chuva, dois voos que pousariam em Congonhas foram alternados para outros aeroportos. Em nota, a Aena que, que administra o local, informou que o aeroporto “opera por instrumentos”, um procedimento padrão por pouca visibilidade.

Na região da Chácara Santo Antônio, na Zona Sul, um morador flagrou um gerador de energia explodindo. No dia 11 de outubro, o estado sofreu um apagão após um temporal, imóveis ficaram cerca de 6 dias sem energia. O fornecimento foi normalizado pela Enel somente no dia 17 de outubro.

Com a forte chuva, parte do teto da Unidade Básica de Saúde (UBS) Boracéa, na Barra Funda, na Zona Oeste da cidade, desabou. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, uma equipe de engenharia “já está realizando os reparos em parte do teto da recepção danificada”.

“O atendimento na unidade foi temporariamente suspenso por precaução, mas a previsão é que seja retomado normalmente na manhã desta quinta-feira (24). Não houve feridos entre os funcionários e pacientes presentes no local”, informou a pasta.

Segundo o boletim de Enel, divulgado às 18h55, 71.815 mil imóveis estão sem luz na Grande São Paulo. Por volta de 17h56, um pouco depois da cidade ter entrado em estado de atenção, eram 34.122 imóveis no escuro, ou seja, em 1 hora teve um aumento de 110% no número de imóveis afetados.

Fonte: G1

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São Paulo

Trabalhadores enfrentam fila de 5 quarteirões para deixar de pagar contribuição sindical em SP

por Redação 24 de outubro de 2024

Centenas de trabalhadores enfrentaram uma fila quilométrica na Liberdade, no Centro da capital, para entregar uma carta de oposição ao desconto da contribuição sindical, cujo valor é de 2% do salário, nesta quarta-feira (23).

O documento deveria ser apresentado na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa), localizada na Rua Tamandaré, entre segunda (21) e sexta (25). Outra possibilidade era enviar o documento através do site da instituição.

Segundo o relato de trabalhadores, o site do sindicato não estava funcionando nesta quarta, e foi necessário ir presencialmente ao sindicato, o que provocou uma fila quilométrica por volta das 14h.

Nas redes sociais, também há dezenas reclamações sobre a instabilidade do site e a impossibilidade do envio da carta de oposição pela internet.

O sindicato teria tentado fechar os portões da sede para conter a multidão que se revoltou. A Polícia Militar chegou a ser acionada para um princípio de tumulto e, em seguida, permaneceu no local acompanhando a multidão.

À TV Globo, o Sitraemfa declarou que o prédio sofreu uma tentativa de invasão e que o site está funcionando normalmente. A instituição ainda informou que representa 40 mil trabalhadores na capital e no interior e que a alta demanda pode ter provocado lentidão no site.

O atendimento das centenas de pessoas que estavam na fila foi finalizado por volta das 18h.

Fonte: G1

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São PauloSaúde

Diretor do Hospital de Heliópolis, na Zona Sul de SP, é exonerado após denúncia de médicos que batem ponto sem trabalhar

por Redação 23 de outubro de 2024

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES-SP) anunciou nesta quarta-feira (23) a exoneração do diretor-geral do Hospital de Heliópolis, na Zona Sul da capital paulista, em razão das denúncias de que médicos da unidade estavam batendo ponto sem trabalhar.

A demissão de Abraão Rapoport foi determinada pelo secretário da pasta, Eleuses Paiva, que nomeou um assessor direto dele, o médico José Luiz Gomes do Amaral, como diretor interino do hospital.

Em nota publicada na manhã desta quarta (23), a secretaria reafirmou a investigação que tinha sido aberta no dia anterior contra ao menos dois médicos que foram filmados pelo SBT batendo o ponto no hospital e indo embora, no horário do expediente, para cuidar de assuntos pessoais.

“Após as graves denúncias que vieram a público a respeito do Hospital de Heliópolis, o secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, determinou a exoneração do diretor. Foi também aberta sindicância para apurar todos os casos mencionados e determinar responsabilidades. O assessor direto do secretário, Dr. José Luiz Gomes do Amaral, será diretor interino do Hospital”, disse a SES-SP.

O Ministério Público de São Paulo também entrou no caso e anunciou que vai investigar a situação do hospital em duas frentes: criminal, onde os médicos podem ser responsabilizados por peculato (apropriação de recurso público mediante fraude), e de improbidade administrativa, uma vez que os dois médicos são servidores públicos do estado.

Médicos alvos de sindicância
O urologista Lawrence Aseba Tipo e o cardiologista Fulvio Alessandro Oliveira Souza foram filmados por reportagem do SBT saindo da unidade de saúde sem completar a rotina de trabalho para as quais foram contratados.

De acordo com a reportagem, Lawrence Aseba recebia R$ 5.394,00 para trabalhar dois dias por semana no hospital, mas usava o expediente para correr nas ruas do entorno da unidade.

Já o cardiologista Fulvio Alessandro O. Souza recebe R$ 19.429,79 para dar expediente no hospital três dias por semana, com carga horária semanal de 24 horas.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) afirmou que “já identificou os profissionais citados pela reportagem e abriu uma investigação para apurar as denúncias”.

A pasta disse que “repudia a conduta e, sendo comprovadas as irregularidades, os médicos serão punidos”.

“Neste momento, o Hospital Heliópolis passa por obras de melhorias e a unidade já ampliou sua capacidade de atendimento, especialmente de pacientes oncológicos, alcançando mais de mil consultas e duas mil sessões de radioterapia. Mensalmente, são realizadas mais de 15 mil consultas e cirurgias, além de mais de 5.100 sessões de quimioterapia e radioterapia”, declarou a SES-SP.

Fonte: G1

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São Paulo

CPI da Enel na Alesp pediu há 1 ano que Arsesp contratasse agentes para fiscalizar empresas de energia, mas nenhum foi contratado; agência tem 24 fiscais

por Redação 23 de outubro de 2024

Relatório da CPI da Enel da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) recomendou no ano passado que a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) – autarquia ligada ao governo do estado – contratasse mais agentes para fiscalizar empresas de energia no estado, mas quase um ano depois, nenhum novo empregado foi contratado para a ampliação desses serviços.

No relatório final da comissão, publicado no Diário Oficial de dezembro de 2023, os deputados da CPI alertaram que a Arsesp tem apenas 24 funcionários para fiscalizar as sete distribuidoras de energia e 12 pequenas permissionárias que prestam serviço nos 645 municípios do estado.

Esses técnicos da agência paulista são responsáveis pela fiscalização das seguintes empresas que operam em SP: Enel, CPFL Paulista, CPFL Piratininga, EDP, Santa Cruz, Elecktro e Energisa.

“A Arsesp deverá prever a ampliação de seus recursos orçamentários provenientes do Tesouro Estadual para ampliação de seu quadro de profissionais, mediante a realização de concurso público para contratação, e de seus recursos materiais e tecnológicos destinados à fiscalização dos serviços de energia elétrica e de saneamento básico”, afirmou o relatório final.

Passado quase um ano da recomendação, a Arsesp informou ao g1, por meio de nota, que mantém os mesmos 24 funcionários para dar conta do convênio de cooperação fiscalizatório firmado em 2011 entre a agência paulista e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a Arsesp, a quantidade atual de fiscais cumpre estritamente o que foi firmado no convênio de cooperação com a Aneel, sendo responsáveis pela fiscalização dos sete grandes contratos do estado na área de distribuição de energia. A agência diz ainda que eles só atuam sob demanda, ou seja, a Aneel delibera as fiscalizações.

Ajustes e pedidos de mais verba
A agência ligada ao governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) diz que desde o início do ano vem solicitando à Aneel ajustes no plano de cooperação para conseguir mais recursos e ampliar o quadro de empregados.

E que um aditivo contratual foi assinado neste mês de outubro para que a agência estadual possa usar recursos próprios para contratar mais funcionários.

“As fiscalizações ocorrem com base nas mesmas diretrizes, ajustadas, no entanto, em conformidade com as particularidades técnicas de cada área de concessão e diretrizes da agência federal. Desde o início deste ano, a Arsesp vem oficiando a Aneel para o aprimoramento do processo regulatório. A Arsesp solicitou à Aneel, diante do orçamento reduzido por parte da agência federal, autorização para utilizar recursos próprios e realizar mais fiscalizações. Este aditivo contratual foi assinado pela agência nacional neste mês”, disse à agência de SP.

Em nota, a Aneel disse que repassou esse ano ao governo de São Paulo R$ 4,5 milhões para que os serviços de fiscalização fossem realizados. O valor é 64% menor que os R$ 12,7 milhões que a empresa pagou à Arsesp no ano de 2023.

No aditivo contratual firmado entre as duas agências, a Aneel deveria ter repassado ao governo paulista pelo menos R$ 8,5 milhões. Esse corte se deu, segundo a agência nacional, em razão de cortes na agência.

“O valor de 2024 foi reduzido em razão dos cortes orçamentários que a ANEEL recebeu”, disse.

Valores repassados pela Aneel à Arsesp
2022 – 10.569.564,55
2023 – 12.759.165,65
2024 – 4.593.095,26

Fiscalização terceirizada
Embora a concessão de distribuição de energia obedeça a leis e regramento federais, o papel de fiscalização é delegado pela Aneel em todo o país para as agências estaduais onde o serviço é prestado.

Essa ‘terceirização’ da fiscalização é feita através de convênios assinados entre a agência nacional e as estaduais, inclusive com repasse de verba para que essa fiscalização e o cumprimento das metas da agência federal aconteçam.

No caso do convênio entre a Aneel e a Arsesp, o convênio foi assinado em novembro de 2011 entre os diretores gerais das duas agências: Silvia Maria Calou (Arsesp) e Nelson José Hubner Moreira (Aneel). Ele começou a valer em janeiro de 2012.

No convênio, a Aneel delega à agência paulista a execução de atividades complementares de fiscalização, controle dos serviços e instalações de energia elétrica no território de todo o estado de São Paulo.

Em 2024, Aneel e Arsesp assinaram um aditivo contratual reafirmando a transferência de poder e assumindo a fiscalização do contrato de metas que a agência nacional firmou com todas as concessionárias que atual no estado, inclusive a Enel.

No documento, a agência do governo paulista se compromete a “comunicar oficialmente à ANEEL quaisquer falhas ou irregularidades observadas no cumprimento deste Contrato de Metas”.

O contrato também prevê que a Aneel repasse R$ 8,5 milhões à Arsesp para a execução dessa fiscalização no âmbito estadual.

Fonte: G1

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São Paulo

Casas são interditadas após teto de farmácia desabar em Itapevi, na Grande SP

por Redação 23 de outubro de 2024

Três casas foram interditadas preventivamente pela Defesa Civil após a laje de uma farmácia, vizinha dos imóveis, desabar na tarde desta terça-feira (22) em Itapevi, na Grande São Paulo. Apesar dos danos, ninguém se feriu.

O estabelecimento fica na rua Nelson Ferreira da Costa, bairro Chácara Vitápolis. Testemunhas relataram que o comércio estava em horário de funcionamento, quando por volta das 17h30 ouviram estalos e saíram do local antes do desabamento.

Após o teto desabar, seis viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência.

Em nota, a Defesa Civil informou que ainda não se sabe o que causou o colapso. Uma equipe do órgão foi acionada e encaminhou agentes para o local.

Uma vistoria técnica foi feita na área, que é um complexo de imóveis. Com isso, o prédio da farmácia e mais três residências do mesmo conjunto foram interditadas preventivamente. O local está sinalizado e isolado.

Ainda conforme a Defesa Civil, as famílias, que ficaram desalojadas, foram encaminhadas para casa de familiares. Um engenheiro da prefeitura realizará nova vistoria no local e imóveis vizinhos nesta quarta-feira (23).

Fonte: G1

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