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São Paulo

São Paulo

Com estiagem em outubro, represas que abastecem a Grande São Paulo operam com média de 44,8% da capacidade

por Redação 22 de outubro de 2024

Os sete reservatórios de água que abastecem as cidades da Grande São Paulo estão operando com apenas 44,5% da capacidade média, segundo dados da Sabesp.

Na Represa Guarapiranga, que opera atualmente com 37% da capacidade, a água recuou quase 2/3 nos últimos seis meses.

O maior nível entre os sete reservatórios é o da Represa Rio Grande, que conta com 60,5% do volume neste mês de outubro.

O nível dos está baixo por conta da estiagem que atinge a região em outubro, já que a chuva registrada até agora não chega a metade da média histórica do mês.

Para Robson Fontes, engenheiro civil e tecnólogo em obras hidráulicas, agora é o momento da população repensar os seus gastos hídricos.

“Significa que nós todos devemos já começar a pensar em economizar água, seja por mudanças de hábitos na lavagem de roupa, na lavagem do quintal, seja por pesquisas de vazamento interna”, afirma. “Eu acredito que se essas chuvas realmente não vierem, vai ser necessário que seja cada vez mais importante racionar água e, mais importante ainda, é cuidar desse nosso bem tão precioso”.

Em nota enviada a TV Globo, a Sabesp afirmou que o nível atual é maior ao de 2021 e semelhante ao de 2022, anos de pouca chuva em que, segundo a empresa, não houve desabastecimento. Além disso, afirmou que o uso consciente da água é essencial em qualquer época.

Fonte: G1

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São Paulo

Dez crianças de creche municipal de SP são hospitalizadas após contato com veneno de rato em área perto de parquinho

por Redação 22 de outubro de 2024

Dez crianças entre 2 e 3 anos precisaram ser hospitalizadas nesta segunda-feira (21) depois que tiveram contato com veneno de rato enquanto brincavam em uma área perto do parquinho do Centro de Educação Infantil (CEI) Diret Parque Novo Mundo, na Zona Norte da capital paulista.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Educação, lamentou o ocorrido e informou que toda unidade escolar está prestando o suporte às famílias. A Diretoria Regional de Educação abriu processo de apuração (veja nota completa abaixo).

As mães dos alunos informaram à TV Globo que perto do horário da saída, por volta das 17h30, foram avisadas de que as crianças tinham sido levadas pra o Hospital Municipal Vereador José Storopolli depois que a direção constatou que elas brincaram na área externa da creche onde havia veneno.

A unidade informou aos pais que ninguém ingeriu, mas que as crianças chegaram a ter contato com o veneno que foi colocado no local no período das férias.

Ainda segundo as mães, nenhuma criança apresentou sintomas graves, mas duas relataram dor de barriga passageira e febre. Elas passaram por exame de sangue e de urina, e ainda estão em observação nesta terça-feira (22).

O que diz a prefeitura
Em nota, a prefeitura informou que a escola passou por desratização em julho, com instalação de armadilhas em locais sem acesso pelas crianças, segundo informou a direção da unidade.

“Nesta terça-feira (22), parte do material de uma das armadilhas foi encontrado no jardim e assim que a equipe escolar tomou conhecimento da presença do produto, fez a retirada, higienização das mãos das crianças e encaminhamento para atendimento médico. Não houve ingestão”, afirmou a prefeitura.

Ainda conforme a prefeitura, as crianças foram prontamente atendidas e estão em observação. “O quadro é estável e elas passarão por nova avaliação antes de receberem alta”.

Fonte: G1

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Motorista de aplicativo

Motorista de aplicativo faz parto de passageira no banco de trás do carro na porta de hospital

por Redação 18 de outubro de 2024

Um bebê nasceu em um carro de aplicativo, em um parto feito pelo motorista. Antes dele, outros 2 condutores haviam cancelado as corridas. A criança nasceu na porta do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, na última segunda-feira (14).

Emilson Cipriano estava na 3ª corrida do dia quando atendeu a passageira. Ela enviou uma mensagem ao motorista explicando a situação e pedindo que ele não cancelasse.

O motorista tem formação como técnico de enfermagem, mas não exerce a profissão atualmente. Atualmente, ele cursa Arquitetura e Urbanismo. Mas, graças ao conhecimento adquirido, ele conseguiu realizar o parto.

“Ela falando: ‘Vai nascer! Vai nascer!’ E eu perguntei as contrações, e estava em menos de 5 minutos. Ia nascer e eu fiquei com medo de acontecer alguma coisa com a mãe e a bebê”, contou.

O motorista parou na 58ª DP (Posse) e pediu a ajuda dos policiais, que lhe conseguiram luvas e abriram caminho até o hospital.

Na porta do hospital, quando não dava mais tempo, Emilson colocou as luvas e ajudou a criança a nascer.

Em seguida, chegaram os profissionais de saúde. A mãe e a bebê passam bem e foram transferidas para a Maternidade Mariana Bulhões.

Fonte: G1

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Saúde

SP apura três casos suspeitos de contaminação por dengue em transfusão de sangue; Ministério analisa mudança de protocolo

por Redação 18 de outubro de 2024

O estado de São Paulo analisa três casos de suspeita de contaminação por dengue em transfusões de sangue.

Apesar de todos os casos ainda serem considerados como investigados, uma unidade hospitalar que tratou um dos três pacientes confirmou ao g1 que registrou uma dengue transfusional no primeiro semestre deste ano, quando o paciente que tinha passado por um procedimento no coração precisou de transfusão, mas não teve o quadro grave da infecção e não sofreu complicação, tendo alta conforme o tratamento clínico.

O g1 apurou que outro caso suspeito é de um paciente que tratava câncer, estava internado e morreu também com dengue.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que os profissionais de saúde devem estar atentos aos pacientes que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça, entre outros sintomas até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante.

O estado emitiu, em julho deste ano, uma nota normativa conjunta com entidades como a Fundação Pró-Sangue, Hemorrede e Central de Transplantes, com orientações aos bancos de sangue quanto a verificação de sintomas aos doadores, “mas informando também que infectados com o vírus da dengue podem não apresentar sintomas no momento da doação, mas estar em período de viremia”.

“Assim, todos os casos suspeitos de transmissão via transfusional ou via transplante devem ser notificados imediatamente para os serviços de vigilância em saúde e para o banco de sangue que forneceu o hemocomponente, para avaliação e investigação do caso e do doador”.

Mudança de protocolo nacional

O Ministério da Saúde analisa uma recomendação de cientistas e pesquisadores brasileiros para a inclusão de um novo método que rastreia a dengue e outros vírus da família flavivírus no sangue de doadores no país. Atualmente, o Brasil testa o material doado para Hepatite B e C, Sífilis, doença de Chagas, vírus HTLV I e I, HIV e Malária.

O g1 teve acesso ao documento que foi entregue à pasta pela Fiocruz, Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, da Sociedade Brasileira de Imunizações e Anvisa nesta semana e apresentou o “PanFlav”, que funciona como um tipo de PCR em tempo real.

“A incorporação de novas tecnologias ao SUS segue um processo definido pela CONITEC, que inclui a análise de evidências científicas robustas e a avaliação da viabilidade técnica e financeira. Além disso, a proposta também passará por análise de Bio-Manguinhos, responsável pelos testes moleculares atualmente fornecidos pelo Ministério da Saúde para a Rede de Serviços de Hemoterapia. Dada a complexidade da medida, ainda não há um prazo definido para a conclusão dessa avaliação e tomada de decisão”, informou em nota.

Morte de motorista
A morte de Silvio Soares, um motorista de ônibus de 44 anos, com dengue enquanto estava internado havia quase um mês em processo de remissão do câncer em um complexo hospitalar na capital paulista é um dos três casos investigados pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE).

A suspeita é a de que ele recebeu hemocomponentes — “produtos” derivados do sangue doado — contaminados com o vírus da dengue. Especialistas ouvidos pelo g1 não consideram que a situação é um erro do hospital ou de equipes envolvidas no tratamento, mas uma situação que ainda está sendo estudada para ser evitada com novos métodos de detecção, como o apresentado ao Ministério da Saúde pelos especialistas.

O g1 apurou que para ser considerado comprovado o caso de dengue transfusional são feitos testes nas amostras do paciente infectado e da “bolsa de sangue” do doador para verificar se os sorotipos de dengue são parecidos.

Na capital paulista, o paciente Silvio Soares tratava mieloma múltiplo, que é um tipo de câncer da medula óssea. Na certidão de óbito dele constam edema no pulmão, o câncer e dengue como causas da morte.

O g1 apurou que o paciente fez um transplante de medula óssea, estava em remissão da doença e precisou de hemocomponentes.

“Depois de 15 dias internado, como ele pegou dengue dentro de um local que é todo fechado, com várias portas de vidro e com ar-condicionado? Ele foi intubado, foi para a UTI e o médico me disse depois que ele morreu com dengue”, contou Zélia Soares Pereira, irmã de Silvio, que morreu em 26 de maio depois de sintomas de dengue.

Silvio tratava o câncer desde outubro do ano passado quando teve o diagnóstico após sentir dores na coluna. “Achava que [a dor] era por causa de um acidente que teve antes”, diz a parente. 

O g1 apurou que, no caso de Silvio, foi identificado, por meio de rastreamento de bolsas de sangue, que um dos doadores do material usado teve dengue no período. Contudo, o caso dele ainda é considerado suspeito sobre a doença ter sido transmitida por meio da transfusão.

Cuidados na doação em SP
O Centro de Vigilância Epidemiológica do estado informou que os doadores de sangue ou órgãos infectados com o vírus da dengue podem não estar com sintomas no momento da doação.

Segundo o CVE, os profissionais de saúde “devem estar atentos aos doadores que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça” até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante.  

Por nota, a Secretaria Municipal da Saúde disse que não foi notificada sobre os três casos apurados em São Paulo.

O Ministério da Saúde ressaltou que os doadores contaminados pela dengue são considerados inaptos por 30 dias após a recuperação clínica completa.

Quem teve dengue hemorrágica só pode doar sangue seis meses após estar totalmente assintomático. Além disso, quem teve contato sexual com pessoas que apresentaram diagnóstico nos últimos 30 dias deverão ser considerados inaptos pelo período de 30 dias, bem como os que fizeram uso de vacinas para dengue deverão aguardar o mês período de um mês.

Novo protocolo
Criado em junho deste ano, um grupo de trabalho formado por pesquisadores da Fiocruz, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue (ISBT) e Anvisa desenvolveu uma proposta para uma mudança no protocolo que deverá rastrear dengue e outros vírus em doadores de sangue.

A pesquisadora da Fiocruz Rafaella Fortini é uma das pessoas à frente do grupo de trabalho que recomendou o novo teste de sangue.

Segundo Rafaella, a limitação dos métodos atuais de triagem, como as entrevistas antes da coleta, é um obstáculo à identificação precisa de portadores do vírus.

“Também está sendo discutida a viabilidade financeira e a infraestrutura necessária para a implementação dessa tecnologia de rastreio nos hemocentros, sendo que esse teste poderá ser produzido e fornecido pela Fiocruz.”

Essa tecnologia já está desenvolvida e se baseia em um teste molecular para detecção dos vírus nas amostras de sangue e consegue identificar os vírus flavivírus (Quatro sorotipos da Dengue, Zika Vírus, Vírus da febre amarela, Vírus West Nile [Oeste do Nilo] e Vírus da Encefalite de Saint Louis).

‘Sangue no Brasil é muito seguro’
José Eduardo Levi, biólogo, virologista e coordenador do comitê de doenças infecciosas transmitidas por transfusão da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia) comenta que o Brasil é um dos países que mais faz testes no sangue doado.

“O Sangue no Brasil é muito seguro. Depois dos Estados Unidos, somos nós que mais fazemos o teste para agentes infecciosos no mundo. Foi o primeiro país do mundo a testar para malária. É bem controlado isso, tanto é que a gente não tem caso de transmissão transfusional para os agentes que a gente testa.”

A preocupação dos especialistas com a dengue no Brasil é parecida com a situação que viveram os Estados Unidos no início dos anos 2000 com o chamado vírus do Oeste do Nilo, também transmitido por mosquito, aponta Levi.

“Demorou mais ou menos 2 anos para perceberem que esse vírus também era transmitido por transfusão de sangue, e quando transmitido por transfusão de sangue e transplante de órgãos, era bastante agressivo. Começaram a fazer testagem obrigatória para o vírus e fazem até hoje, o Canadá faz também.”

O virologista defende que o país tenha, em breve, ao menos a testagem de grupos específicos que irão receber o material, como pacientes com a imunidade baixa ou aplicados nos momentos de epidemia.

Veja nota da Secretaria da Saúde
“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ressalta que os profissionais de saúde devem estar atentos aos pacientes que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça, entre outros sintomas, até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante. São Paulo emitiu, em julho deste ano, uma nota normativa conjunta com entidades como a Fundação Pró-Sangue, Hemorrede e Central de Transplantes, com orientações aos bancos de sangue quanto a verificação de sintomas aos doadores, mas informando também que infectados com o vírus da dengue podem não apresentar sintomas no momento da doação, mas estar em período de viremia. Assim, todos os casos suspeitos de transmissão via transfusional ou via transplante devem ser notificados imediatamente para os serviços de vigilância em saúde e para o banco de sangue que forneceu o hemocomponente, para avaliação e investigação do caso e do doador.

Neste ano, foram notificados três casos prováveis, de transmissão do vírus da dengue por meio de transfusões de hemocomponentes e/ou transplante de órgãos, na capital paulista.”

Veja nota do Ministério da Saúde
“A recomendação da Fiocruz, da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, da Sociedade Brasileira de Imunizações e da Anvisa para a adoção de um novo método de rastreamento de dengue e outros flavivírus no sangue de doadores foi recebida pelo Ministério da Saúde e será devidamente analisada.

A incorporação de novas tecnologias ao SUS segue um processo definido pela CONITEC, que inclui a análise de evidências científicas robustas e a avaliação da viabilidade técnica e financeira.

Além disso, a proposta também passará por análise de Bio-Manguinhos, responsável pelos testes moleculares atualmente fornecidos pelo Ministério da Saúde para a Rede de Serviços de Hemoterapia. Dada a complexidade da medida, ainda não há um prazo definido para a conclusão dessa avaliação e tomada de decisão.”

Fonte: G1

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Apagão

Presidente da Enel diz que indenização para milhares de moradores de SP que ficaram sem energia será ‘tratada caso a caso’

por Redação 18 de outubro de 2024

A indenização para os milhares de moradores da capital paulista e Região Metropolitana de São Paulo que ficaram quase uma semana sem energia elétrica será tratada caso a caso, afirmou o presidente da Enel, Guilherme Lencastre, durante entrevista à GloboNews nesta sexta-feira (18).

“Com relação à questão da indenização, nós também estamos acelerando o processo de indenização com relação aos danos elétricos e a gente vai analisar caso a caso depois, em relação a outras situações”, afirmou.

“A gente pede que eles [cliente] utilizem os nossos canais de comunicação, façam o requerimento e aí a gente vai tratar caso a caso. A gente precisa identificar o cliente, saber o que aconteceu e fazer análise”, ressaltou.

Ainda conforme o presidente, a empresa está trabalhando para evitar novos danos com a previsão de chuva forte a partir desta sexta-feira (18) na cidade de São Paulo.

“Nós estamos trabalhando já nessa situação. A gente está se preparando com foco, agora, de novo. Primeiro, foco nos clientes que viveram essa situação recente. A gente está vivendo numa situação de normalidade agora, mas a gente também está muito preocupado com a chuva que vem pela frente”, disse.

“O que nós estamos fazendo hoje com relação à previsão que vem hoje de eventos de entre 60 km aproximadamente na região? A gente está mantendo um efetivo muito acima do necessário, em termos de prontidão, mas assim muito acima. Por que? Porque a gente acabou passar por um evento extremo e a rede pode estar realmente precisando de fazer mais alguma manutenção específica onde a gente vai ter uma maior prontidão para o evento que vem, mesmo sendo uma previsão de ventos de menor intensidade”.

Mobilização
Ainda conforme o presidente, a empresa atuou rapidamente na mobilização para atender moradores atingidos pela última chuva do dia 11 de outubro.

O presidente ainda falou sobre o flagrante de dezenas de carros parados no pátio da Enel durante o terceiro dia de apagão.

“Quando nós falamos de 700 equipes, de 1.200 equipes, nós estamos falando durante 24 horas, durante três turnos. Então, você tem equipes trabalhando em torno de 300, 400 equipes, podendo chegar até mais do que isso, mas a somatória de turnos trabalhando durante o dia é o número de equipes que a gente está falando. Isso é a forma como todas as empresas trabalham, porque a gente trabalha 24 horas”.

“É importante a gente dizer o seguinte. No setor de distribuição, a gente trabalha com mais carros do que pessoas nesse momento. Por quê? Quando você faz a troca de turno, se chega um carro, você tem que fazer uma preparação de todo o carro, todo o material do carro. Isso demora. Então, a gente tem um tempo de preparo para a equipe sair. Você consegue reduzir esse tempo de preparo, se você tem mais veículos. Então, o fato de ter mais veículos é uma notícia boa, não é ruim”.

Fonte: G1

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São Paulo

Sudeste tem previsão de novos temporais nesta sexta; ventos podem chegar a 100 km/h

por Redação 18 de outubro de 2024

Após uma semana de calor, boa parte do Sudeste tem novos alertas para temporais a partir desta sexta-feira (18).

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os acumulados podem chegar a 100 milímetros em alguns estados, com ventos intensos, de até 100 km/h.

⚠️Em São Paulo, por exemplo, os temporais devem começar nesta sexta e se estender por todo o fim de semana. Há risco de raios e queda de granizo. Mas, segundo os meteorologistas, a ventania não deve ser tão intensa quanto na sexta-feira passada.

Segundo a especialista em meteorologia, Maria Clara Sassaki, uma nova frente fria deve trazer chuva volumosa para essa região.

⛈️Centro-oeste e norte do Paraná, Mato Grosso do Sul, boa parte de São Paulo, sul de Minas Gerais, sul de Goiás e sul do Mato Grosso devem ser as regiões mais afetadas pelas fortes chuvas nos próximos dias.

?Nesses locais, as tempestades previstas foram classificadas pelo Inmet em um aviso meteorológico “laranja”, que qualifica as chuvas como de “perigo”. (saiba mais abaixo)

Segundo a Climatempo, um corredor de umidade que se formou entre o Norte, Centro-Oeste e Sudeste também deve favorecer a manutenção das chuvas nessas regiões. Alguns estados do Nordeste também devem ter chuva forte nos próximos dias.

Temporais em São Paulo
Após o temporal com vendaval recorde na última sexta-feira (11), que deixou milhares de pessoas sem luz, especialmente na capital paulista e região metropolitana, São Paulo deve enfrentar uma nova tempestade nesta sexta.

De acordo com a Climatempo, Grande São Paulo, interior e litoral do estado devem ter um dia abafado, com períodos de sol. As pancadas devem acontecer na parte da tarde e à noite.

A previsão é de raios, chuva forte, queda de granizo e rajadas de vento de 70 km/h a 90 km/h.

Já o Inmet prevê que algumas regiões do estado podem registrar acumulados de até 100 milímetros por dia, com ventos de até 100 km/h.

?Apesar disso, segundo os meteorologistas, não há condições para uma ventania tão intensa como na última semana.

Isso porque as circunstâncias da atmosfera eram outras. Na ocasião, linhas de instabilidade muito forte se formaram, cenário que foi potencializado pelo longo período de seca.

➡️De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o risco de deslizamentos de terra no estado por conta das chuvas é extremamente baixo.

Volta das chuvas regulares
A previsão de chuva para diversas regiões do país está de acordo com o esperado para a primavera, isto é, a volta das chuvas regulares.

➡️Em outubro, a chuva deve voltar a ser mais constante na faixa entre Paraná e São Paulo, passando pelo sul de Goiás e se estendendo até boa parte do Amazonas e o Acre.

➡️Já em novembro, deve retornar para o restante do Sudeste e do Centro-oeste, além do norte do Amazonas, Roraima e Sul do Pará.

➡️Por fim, em dezembro, a chuva volta para o sul da Bahia, Tocantins e Pará.

Avisos meteorológicos do Inmet
O Inmet, atualmente ligado ao Ministério da Agricultura e Pecuária, mantém o “Alert-AS – Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos”.

⚠️Além da previsão e do monitoramento do tempo em geral, entre outras atividades, o Inmet emite “avisos meteorológicos”, nos quais classifica em três níveis de intensidade o fenômeno observado: amarelo (perigo potencial), laranja (perigo) e vermelho (grande perigo).

Os avisos do sistema Alert-AS do Inmet NÃO têm relação com os alertas oficiais, que são usados pela Defesa Civil quando há risco à população. Eles são feitos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Fonte: G1

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São Paulo

Carro do TJ-SP comete infração de trânsito gravíssima ao trafegar em corredor de ônibus para escapar de congestionamento

por Redação 17 de outubro de 2024

Um dos carros oficiais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) foi flagrado pelo g1 cometendo uma infração de trânsito ao trafegar irregularmente num corredor exclusivo de ônibus para escapar do congestionamento de veículos na capital paulista.

O caso ocorreu na manhã de terça-feira (14) na Avenida Rebouças, no sentido à Marginal Pinheiros, Zona Oeste da cidade. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) o automóvel do TJ-SP não tem autorização para transitar pelo trecho. Procurado, o Tribunal de Justiça informou que irá apurar internamente a denúncia feita pelo g1 (saiba mais abaixo).

Por volta das 7h, a equipe de reportagem estava em um táxi quando notou o automóvel preto da marca e modelo Toyota Corolla, com placas “São Paulo-SP, TJ 299”, transitando pelo corredor de ônibus da via. Dentro do carro da Justiça estava somente o motorista.

Pela lei que estabelece o uso dos corredores de ônibus na capital, além dos coletivos, que transportam usuários do sistema de transporte público, apenas táxis com passageiros, ambulâncias, viaturas policiais e da Guarda Civil Municipal, bem como carros dos bombeiros, podem circular por esses trechos exclusivos, independentemente de dia e horário.

Os demais veículos não podem trafegar pelos corredores, exceto em determinados horários em determinados dias, como nos finais de semana, por exemplo, e em feriados.

A multa para o motorista que descumpre a regra é de R$ 293,47. A infração é considerada gravíssima. Além disso, o condutor recebe sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A multa pode ser aplicada pelas autoridades que fiscalizam o trânsito mesmo sem que o condutor seja autuado em flagrante. Desde que a infração seja identificada por câmeras de monitoramento, por exemplo.

O que diz a CET

Procurada pelo g1 para comentar o assunto, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) confirmou que o carro do Tribunal de Justiça de São Paulo não tem autorização para trafegar pelo corredor.

O órgão vinculado à Prefeitura de São Paulo divulgou nota informando que “a fiscalização é feita tanto por equipamentos de fiscalização eletrônica como por agentes de trânsito, dentro de sua rotina operacional”.

Para que a CET pudesse vir a multar o automóvel do TJ flagrado transitando irregularmente pelo corredor de ônibus, seria preciso que algum agente da companhia ou alguma câmera do órgão também registrasse a infração.

Como o carro do Tribunal de Justiça tem uma placa diferenciada, a CET teria de procurar o TJ, ou vice-versa, para obter informações sobre o registro oficial do veículo e quem era o condutor naquele momento.

O uso da placa “TJ 299” não é ilegal, mas dificulta a aplicação de eventuais multas de trânsito, segundo especialistas ouvidos pelo g1 (leia mais abaixo).

Questionado sobre o assunto, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) informou que alguns veículos podem utilizar placas especiais em bronze, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

“As placas de representação (placa de bronze), destinadas aos veículos oficiais, devem ser utilizadas conforme as determinações do Contran [Conselho Nacional de Trânsito] pelos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores, Prefeitos, Secretários Estaduais e Municipais, dos Presidentes das Assembleias Legislativas, das Câmaras Municipais, dos Presidentes dos Tribunais Estaduais e do Distrito Federal, e do respectivo chefe do Ministério Público e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas”, explicou o Detran, por meio de nota divulgada por sua assessoria.

Especialista comenta aplicação de multa

O g1 procurou Sergio Ejzenberg, engenheiro especialista em mobilidade urbana, e pediu para ele analisar o vídeo que mostra o carro do TJ circulando no corredor de ônibus.

Ejzenberg disse que a aplicação de multa para o veículo citado se torna difícil pelo fato de nenhum agente de trânsito ter flagrado a irregularidade.

Além disso, o especialista comentou que, mesmo que um radar tivesse gravado a infração de trânsito, a Companhia de Engenharia de Tráfego teria de pedir informações para o Tribunal de Justiça sobre a placa real do veículo, bem como os dados do motorista.

“Mesmo não tendo ocorrido o flagrante, a CET ou o Detran podem expedir ofício ao TJ informando a ocorrência de infração e solicitando que o TJ instrua os motoristas a seu serviço”, disse Ejzenberg. “Se o TJ advertir o motorista e tronar isto política da casa, acaba a farra que compromete a imagem do TJ-SP.”

“Se houver flagrante oficial por agente, ele não poderá lavrar o auto de infração ‘em flagrante’ e na hora do fato por falta da placa real do veículo. Se a infração for flagrada por aparelho eletrônico, a autuação poderá ser feita mediante solicitação da placa ao TJ-SP. E nesse caso deve se solicitar também a identificação do condutor”, explicou.

Em 2011, uma leitora do g1 também havia flagrado um outro carro do Tribunal de Justiça de São Paulo circulando num corredor de ônibus, mas da Avenida Santo Amaro, na Zona Sul da capital (veja foto acima).

O que diz o TJ-SP

Também questionado para tratar do caso, o TJ-SP encaminhou um comunicado informando que o carro flagrado pela equipe de reportagem no corredor “não pertence a nenhum magistrado e sim à frota” do tribunal.

O órgão também informou que irá apurar internamente a denúncia.

“Todos os motoristas e agentes de segurança do Tribunal de Justiça de São Paulo são orientados a respeitar as leis de trânsito. Sempre que verificada a ocorrência de infração, o caso é apurado pela Administração do TJSP para as devidas providências. Essas medidas são adotadas independentemente do tipo de serviço realizado pelo servidor – que pode ser transporte de autoridades, servidores e/ou documentos”, diz outro trecho da nota do TJ.

Fonte: G1

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Apagão

Mães tratando câncer e com filhos com paralisia choram ao narrar dramas do 5° dia sem luz em SP: ‘humilhação e dor ao jogar tanta coisa fora’

por Redação 16 de outubro de 2024

No 5° dia de apagão em São Paulo, moradores do Jardim Orly, na Zona Sul da capital paulista, se emocionaram ao falarem das perdas acumuladas com a falta de energia. Passadas mais de 112 horas da chuva de sexta (11), 90 mil imóveis ainda estão no escuro na Grande SP, segundo a própria Enel.

A dona de casa Eliete Alves mora na rua Pedro Germi e chorou ao falar dos mais de R$ 300 perdidos em alimentos que estragaram na geladeira, em virtude da falta de luz.

Eliete Alves tem um filho de 29 anos com paralisia cerebral. Ele frequenta uma escola especial para esse tipo de jovem. O rapaz não consegue frequentar as aulas e faltou todos os dias na escola porque não tem como tomar banho.

“Ele está numa escola muito boa na Av. Cupecê, onde tem fono, fisio e TO. Lá tem luz que eu já liguei. Mas aqui não. Ele é muito pesado e cadeirante. Pra dar banho sem luz precisa esquentar água e é muito trabalhoso. Fiquei esperando a luz voltar e até agora nada”, afirmou.

Já a pensionista Maria Aparecida de Araújo está fazendo tratamento de câncer e vende salgados na frente de uma escola estadual na rua Jenny Lind para sustentar a família.

A escola com mais de 600 estudantes está fechada por falta de energia e, além de perder a clientela que são os alunos, ela ainda perdeu todo o estoque de alimentos usados para fabricar os produtos que vende.

“Dói no meu coração. Eu tenho câncer e luto aqui pra conseguir um dinheiro. Não tenho ganho 1 centavo esses dias. Tá acabando minhas compras, não tenho dinheiro pra comprar porque dependo da vendinha [dos produtos]”, afirmou.

Por causa da chuva de sexta (11), a Escola Estadual Waldemar Rodrigues da Silva Pastor tem uma árvore caída há quase uma semana dentro do estabelecimento.

Os funcionários dizem que já contataram a Prefeitura de SP, a Enel e a secretaria estadual de Educação, mas nenhuma providência foi tomada. As aulas na escola não têm previsão de retorno.

A reportagem constatou também que nas ruas do Jardim Orly há muito lixo acumulado, principalmente com comida estragada. O cheiro é muito forte.

O g1 e a TV Globo procuraram a Prefeitura de SP, a secretaria estadual de Educação e a Enel e aguarda retorno para atualização desta reportagem.

90 mil imóveis ainda no escuro
Moradores da Grande São Paulo completaram mais de 112 horas sem energia na manhã desta quarta-feira (16). Segundo informações da Enel, cerca de 90 mil imóveis ainda seguiam no escuro até as 11h.

De acordo com a Enel, do total, cerca de 7,6 mil se referem a ocorrências registradas no temporal de sexta (11). As cidades e bairros não foram informados.

“As equipes atuam, desde os primeiros momentos da tempestade de sexta-feira, no restabelecimento de energia para os clientes que tiveram o serviço afetado e para aqueles que ingressaram com chamados de falta de luz ao longo dos últimos dias”.

R$ 1,65 bilhão em prejuízos
Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços. A perda é estimada em R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que empresas dos dois setores deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14).

Só no varejo, segundo a Fecomércio-SP, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A Fecomércio afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios”, diz a nota da entidade.

O último apagão a atingir a Região Metropolitana de São Paulo, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

Mortes e quedas de árvore

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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Apagão

Enel executou menos de 1% das podas de árvores em contato com a fiação elétrica em 2024 na cidade de SP, diz sistema da Prefeitura

por Redação 16 de outubro de 2024

Dados obtidos pelo Bom Dia SP, da TV Globo, mostram que a concessionária Enel Distribuição SP, responsável pelo fornecimento de energia na Grande SP, cumpriu menos de 1% das podas de árvores que a própria empresa se comprometeu ao longo do ano de 2024 na capital paulista.

Os números são de um acordo firmado entre a empresa e a Prefeitura de São Paulo, em junho de 2022, onde a companhia se comprometeu a fazer a poda das árvores na cidade que estão em contato com a fiação elétrica.

O termo foi assinado pelo ex-presidente da Enel em SP, Max Xavier – que deixou a concessionária em maio de 2024 – e o secretário de Subprefeituras da gestão Ricardo Nunes (MDB), Alexandre Modonezi.

Pelo sistema da prefeitura, 240 mil pedidos de poda de árvores em contato com a fiação elétrica foram cadastrados no sistema mantido pelas duas partes.

Desse total, apenas 1.730 podas foram feitas. O número significa apenas 0,7% do total de podas cadastradas.

No ano de 2023, o sistema conjunto entre Enel e Prefeitura de SP registra 248 mil podas de árvores cadastradas, mas apenas 7.053 realizadas pela empresa. Total de apenas 2,8% dos pedidos realizados.

Enel nega números
Em entrevista ao telejornal, o diretor de operações da Enel SP – Darcio Dias – disse que os números obtidos pela reportagem diferem dos que a Enel tem, mas não soube dizer quantos foram os serviços executados pela empresa no período.

“A gente não entende de onde de fato vieram esses números. No ano de 2023, em toda a área de concessão, a Enel executou mais de 320 mil podas. Grande parte na cidade de São Paulo e por solicitação dos cidadãos de SP”, afirmou.

“No ano de 2024, até o momento, foram executadas 438 mil podas executadas. Dessas, 160 mil podas no município de São Paulo. A gente tem um convênio, como você bem apresentou, prevê que a gente faça uma solicitação anual das podas que pretendemos realizar. E o que a gente passa são todas as árvores que a gente tem mapeadas e que tem contato com a nossa rede”, completou.

Darcio Dias reconheceu que a empresa, entretanto, que não realizou todas as podas que foram previstas para 2024 na capital paulista.

“Neste momento a gente realizou 160 mil podas no município de São Paulo nesse universo de 230 mil árvores”, declarou. E a gente segue fazendo. Até dezembro a gente vai seguir fazendo e vamos nos aproximar muito de completar 100% do universo que foi solicitado como autorização”, afirmou o diretor da Enel SP ao Bom Dia SP.

Vale lembrar que a Enel é responsável apenas pelas podas de árvores que estão em contato com a fiação elétrica. As demais são de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo.

Fila de 14 mil pedidos na gestão Nunes
Segundo reportagem publicada nesta semana pelo g1, a capital paulista tem uma fila de 13,9 mil pedidos de poda ou remoção de árvores pendentes. No total, 46,7 mil solicitações foram registradas pelo telefone ou aplicativo do serviço 156, o canal oficial de atendimento da Prefeitura de São Paulo.

Os dados abertos são do 1° semestre deste ano e estão disponíveis na plataforma da administração municipal.

A queda de árvores foi um dos principais fatores que levou ao apagão em São Paulo. Segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, desde a noite de sexta-feira (11) foram registradas 386 ocorrências de queda de árvores e galhos.

Até esta segunda-feira (14), somente 40% das remoções foram resolvidas. Nunes responsabilizou a Enel pelos milhares de paulistanos sem luz. (Leia mais abaixo)

Os distritos com maior número de solicitações de poda ou remoção de árvores pendentes estão localizados principalmente na periferia. Confira os bairros com maior fila de espera:

  • Itaquera: 572
  • Pirituba: 476
  • Cidade Líder: 416
  • Perdizes: 400
  • Lapa: 394
  • Vila Curuçá: 379
  • São Domingos: 347
  • Jardim São Luis: 342
  • Jaraguá: 337
  • Itaim Paulista: 331


Segundo os dados do serviço 156 da prefeitura, a Zona Leste é a região com maior número de pedidos abertos, com 4.254 — o equivalente a 30,8%.

Em segunda lugar, está a Zona Norte (25,2%) e, em seguida, a Zona Sul (25,2%) — uma das mais afetadas pelo apagão. Já a Zona Oeste concentra 15,8% das solicitações pendentes, e o Centro, apenas 2,1%.

Em agenda nesta segunda, Nunes disse que 6.000 ordens de serviço estão paradas na cidade por dependerem da Enel para fazer a poda ou a remoção de árvores.

“Quando você tem eventos de aproximadamente 100 km/h, independente da questão de poda ou não, essa árvore está suscetível a queda ou qualquer outro equipamento […] quando essa árvore está em contato com a energia elétrica, é necessário fazer o desligamento da energia para fazer aquele trabalho”, explicou.

Entretanto, no total, há 13,9 mil pedidos de poda de árvores pendentes em toda a capital. Procurada, a gestão municipal não explicou ao g1 o motivo pelo qual as outras 7,9 mil solicitações não foram atendidas até agora.

“O trabalho de zeladoria continua na cidade e já são, até início de outubro deste ano, 132.809 árvores retiradas e podadas (incluindo sábado, domingo e feriados). A Prefeitura ainda aguarda o desligamento de energia por parte da Enel para promover ação de podas em 75 árvores na cidade”, informou a prefeitura.

Responsabilidade da Enel

Após o temporal que deixou mais de 2,1 milhões de imóveis sem energia elétrica na capital e região metropolitana, Nunes responsabilizou a concessionária Enel pelo caos na capital.

“Essas questões [da falta da energia] foram ocasionadas por problemas em 17 estações da Enel, que, inclusive, não ficam na cidade de São Paulo. Foram atingidos aqueles linhões por onde passam a energia que não ficam na cidade”, afirmou o prefeito.

Sobre as árvores 386 que caíram na capital durante o temporal, o emedebista disse que eram “árvores sádias” e que vieram abaixo em razão dos fortes ventos que atingiram a capital.

“Quando você tem ventos de 89 km por hora, você vai observar que são árvores sadias que foram acometidas por essa queda por conta dos fortes ventos. O que a gente precisa ter é o que a gente tem hoje: um plano de contingência. Equipe preparada. Nós temos a nossa equipe, reforçamos a equipe dos bombeiros com a operação delegado, equipamentos e carros. Foi feito no último ano mais de 600 mil cortes e podas de árvores. É continuar dando a manutenção para que a gente possa minimizar”, declarou Nunes.

Fonte: G1

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Acidente em Vinhedo

Casa atingida por queda de avião em Vinhedo foi parcialmente destruída e requer reconstrução, diz laudo final da Defesa Civil

por Redação 16 de outubro de 2024

A Defesa Civil de Vinhedo (SP) divulgou nesta quarta-feira (16) o relatório final sobre a queda do avião da Voepass, que deixou 62 mortos em 9 de agosto. De acordo com o laudo, a casa atingida pela aeronave foi parcialmente destruída e requer reconstrução.

O documento detalha que o procedimento deve ser “acompanhado de parecer técnico sobre as condições atuais do imóvel”. Um outro imóvel vai precisar de reparos leves, sob recomendação de que os proprietários busquem um parecer técnico sobre a situação da estrutura.

Confira abaixo o que foi identificado, segundo o laudo. As casas são definidas como ‘atingida’, onde o avião caiu, e ‘afetada’, próxima ao local:

Casa atingida: o estudo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano concluiu que a área da garagem foi destruída. A parede da garagem está firme, mas ficou muito tempo exposta ao fogo e não é possível garantir a integridade. O telhado e sua estrutura tiveram danos consideráveis e, se não tiverem reparos, pode haver infiltração. As áreas de churrasqueira e piscina foram mapeadas com grau baixo de risco de abalo estrutural, também precisando de reparo leve.
Casa afetada: o imóvel não foi atingido diretamente pela queda da aeronave, mas recebeu estilhaços e labaredas. O laudo indica que a situação é semelhante a de outras residências vizinhas e podem ser solucionadas com a manutenção adequada. Apesar disso, recomenda que os moradores fiquem atentos a sinais de afundamento do solo.

Vizinhança não foi afetada
O documento também analisa o impacto da queda do avião na estrutura do entorno e cita o temor da vizinhança sobre um ‘possível efeito nas fundações das moradias’.

Impactos emocionais
Além do dano estrutural na casa atingida, o laudo também sugere que a família sobrevivente e residente “seja acompanhada por equipe de psicologia para avaliação psicossocial e emocional acerca de possível destruição total do sentimento de pertencimento e da capacidade de permanência e vivência no local”.

Fonte: G1

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