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São Paulo

Apagão

Grande SP tem 100 mil imóveis sem energia na manhã desta quarta-feira, diz Enel

por Redação 16 de outubro de 2024

Moradores da Grande São Paulo completaram mais de 100 horas sem energia na manhã desta quarta-feira (16) Segundo informações da Enel, cerca de 100 mil imóveis ainda seguiam no escuro até as 6h.

De acordo com a Enel, do total, cerca de 7,6 mil se referem a ocorrências registradas no temporal de sexta (11). As cidades e bairros não foram informados.

“As equipes atuam, desde os primeiros momentos da tempestade de sexta-feira, no restabelecimento de energia para os clientes que tiveram o serviço afetado e para aqueles que ingressaram com chamados de falta de luz ao longo dos últimos dias”.

Nesta terça-feira (15), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) se reuniu com prefeitos da região Metropolitana e afirmou, em coletiva de imprensa, que fizeram uma carta pedindo intervenção federal no contrato de concessão da Enel.

A carta foi entregue para Augusto Ribeiro Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele é relator na Corte de Contas de dois processos sobre os apagões em áreas de atendimento da empresa no estado.

Um dos processos aborda a postura do governo federal ao cobrar explicações a Enel sobre apagões anteriores.
Em outro, o relator analisa representação do subprocurador-geral do Ministério Público ao TCU, Lucas Rocha Furtado, para apurar omissões da Enel.

“A intervenção na empresa é necessária para que nós [governo e prefeituras] possamos abrir o processo de cada prefeitura para extinção do contrato com a empresa, que já se mostrou incapaz de prestar um serviço de qualidade no Estado de São Paulo”, continua.

Segundo o contrato da Enel, a intervenção pode ser feita em caso de prestação de serviço inadequada, essa intervenção pode ser determinada por decreto do presidente da República.

R$ 1,65 bilhão em prejuízos
Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços. A perda é estimada em R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que empresas dos dois setores deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14).

Só no varejo, segundo a Fecomércio-SP, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A Fecomércio afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios”, diz a nota da entidade.

O último apagão a atingir a Região Metropolitana de São Paulo, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

Mortes e quedas de árvore

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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Aplicativo de Transporte

Jovem de 28 anos é atacada por motorista de aplicativo e pula do carro em movimento para fugir de abuso na Zona Leste de SP

por Redação 16 de outubro de 2024

Uma jovem de 28 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na última segunda-feira (14), ao fazer uma viagem de aplicativo entre Bragança Paulista, no interior de SP, e São Matheus, na Zona Leste da São Paulo.

Segundo a jovem, ela viajava com uma amiga quando, ao deixar a primeira passageira em Guaianases, o motorista da 99 Táxi começou a fazer investidas abusivas e elogios a ela, solicitando que fosse para o banco da frente do carro.

Áudios gravados pela própria vítima flagraram a investida do motorista: “Você gosta de homem mais maduro ou mais jovem? Você tem que se valorizar. É um pedaço de mau caminho”, disse ele para a passageira.

Quando eles estavam no bairro de Cidade Tiradentes, o motorista desviou o caminho para uma rua deserta e cheia de árvores.

O nome da rua é Buritizinho e a vítima afirma que quando percebeu que o motorista tinha desviado o trajeto, pulou do carro ainda em movimento e fugiu.

A jovem caiu em um barranco e ficou toda machucada. Mesmo ferida, ela fugiu do lugar e conseguiu buscar ajuda em um condomínio na região.

Imagens da câmera de segurança do local mostram ela chegando na rua toda machucada e sendo acolhida por um morador local.

“Eu chego no prédio começo a chacoalhar o portão pedindo por ajuda por socorro. Esse morador foi um anjo na minha vida, ele me coloca pra dentro do prédio”, afirmou.

De longe, a amiga acompanhava tudo angustiada e tentando ajudar a colega, que reportava tudo dentro do carro por meio de mensagem de celular.

“Acordei meu pai desesperada e ele começo tentar a chamar o Uber pra ir até ela. Eu vi na localização que ela estava a 13 minutos longe de mim”, contou a amiga.

O que diz a 99 Táxi

Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido. Afirmou também que assim que soube do caso bloqueou o motorista da plataforma.

A empresa informou que uma equipe especializada entrou em contato com a passageira oferecendo acolhimento, auxílio com despesas médicas e apoio psicológico.

Esse é o segundo caso de abuso dentro de um carro de aplicativo na capital, em menos de um mês.

No dia 16 de setembro uma jovem de 17 anos foi estuprada – na Zona Sul de São Paulo. O motorista de aplicativo foi preso.

Após esse caso, o Ministério Público de São Paulo abriu nesta quarta-feira (2) um inquérito civil público para investigar as empresas Uber e 99 por condutas criminosas praticadas por motoristas que prestam serviço através das duas plataformas.

Segundo boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia De Defesa da Mulher (DDM), no Centro de SP, a vítima de 17 anos narrou que o motorista pulou para o banco de trás para estuprá-la.

A vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo, acionou a promotoria e pediu que a UBER e a 99 sejam investigadas sobre as normas e políticas que estão sendo conduzidas para frear esse tipo de comportamento de seus colaboradores.

O intuito do inquérito, segundo a Promotoria, é verificar a necessidade de adequação das condutas das empresas para assegurar a segurança dos consumidores, sobretudo mulheres, crianças e adolescentes e idosos.

Ao instalar o inquérito contra a Uber, por exemplo, o promotor Marcelo Orlando Mendes, da Promotoria de Defesa do Consumidor, deu prazo de 15 dias para que as empresas apresentem em 15 dias “quais são os mecanismos de segurança adotados em sua plataforma a fim de salvaguardar os direitos de seus usuários, elucidando suas funções de forma pormenorizada”, além de publicizar nos autos relatórios de denúncias registradas em sua plataforma, referentes a condutas praticadas pelos motoristas parceiros.

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Jovem de 28 anos é atacada por motorista de aplicativo e pula do carro em movimento para fugir de abuso na Zona Leste de SP
Tentativa de abuso aconteceu na madrugada de segunda-feira (14). Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido e que, assim que soube do caso, bloqueou o motorista da plataforma.
Por Fernanda Eunour, TV Globo — São Paulo

16/10/2024 07h39 Atualizado há 24 minutos

Jovem de 28 anos denuncia motorista de aplicativo por abuso durante viagem

Uma jovem de 28 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na última segunda-feira (14), ao fazer uma viagem de aplicativo entre Bragança Paulista, no interior de SP, e São Matheus, na Zona Leste da São Paulo.

Segundo a jovem, ela viajava com uma amiga quando, ao deixar a primeira passageira em Guaianases, o motorista da 99 Táxi começou a fazer investidas abusivas e elogios a ela, solicitando que fosse para o banco da frente do carro (veja vídeo acima).

“Nós deixamos minha amiga na casa dela e, assim que ela entrou no prédio e que ele saiu com o carro, o motorista falou pra mim ir pro banco da frente do carro. E eu falei não vou pro banco da frente. Ele olhou pra trás e falou quero ver seu rosto. Então, aí eu já estava cismada, já tava com medo”, contou a vítima.

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Áudios gravados pela própria vítima flagraram a investida do motorista: “Você gosta de homem mais maduro ou mais jovem? Você tem que se valorizar. É um pedaço de mau caminho”, disse ele para a passageira.

Quando eles estavam no bairro de Cidade Tiradentes, o motorista desviou o caminho para uma rua deserta e cheia de árvores.

Jovem narra tentativa de abuso de motorista da 99 Táxi na Zona Leste de São Paulo. — Foto: Reprodução/TV Globo
Jovem narra tentativa de abuso de motorista da 99 Táxi na Zona Leste de São Paulo. — Foto: Reprodução/TV Globo

O nome da rua é Buritizinho e a vítima afirma que quando percebeu que o motorista tinha desviado o trajeto, pulou do carro ainda em movimento e fugiu.

“Eu sabia que ele ia fazer alguma coisa. Sentia que ele ia fazer alguma coisa e já tava bem desesperada. Em algum momento ele olha pra trás e coloca a mão na minha perna. Quando ele fez isso eu já abri o carro e pulei”, contou a moça.
A jovem caiu em um barranco e ficou toda machucada. Mesmo ferida, ela fugiu do lugar e conseguiu buscar ajuda em um condomínio na região.

Imagens da câmera de segurança do local mostram ela chegando na rua toda machucada e sendo acolhida por um morador local.

“Eu chego no prédio começo a chacoalhar o portão pedindo por ajuda por socorro. Esse morador foi um anjo na minha vida, ele me coloca pra dentro do prédio”, afirmou.

Jovem mostra ferimentos após pular de carro em movimento dirigido por motorista da 99. — Foto: Reprodução/TV Globo
Jovem mostra ferimentos após pular de carro em movimento dirigido por motorista da 99. — Foto: Reprodução/TV Globo

De longe, a amiga acompanhava tudo angustiada e tentando ajudar a colega, que reportava tudo dentro do carro por meio de mensagem de celular.

“Acordei meu pai desesperada e ele começo tentar a chamar o Uber pra ir até ela. Eu vi na localização que ela estava a 13 minutos longe de mim”, contou a amiga.

O que diz a 99 Táxi
Nota da 99 sobre a tentativa de abuso do motorista contra a jovem. — Foto: Reprodução/TV Globo
Nota da 99 sobre a tentativa de abuso do motorista contra a jovem. — Foto: Reprodução/TV Globo

Por meio de nota, a 99 Táxi disse lamentar profundamente o ocorrido. Afirmou também que assim que soube do caso bloqueou o motorista da plataforma.

A empresa informou que uma equipe especializada entrou em contato com a passageira oferecendo acolhimento, auxílio com despesas médicas e apoio psicológico.

Esse é o segundo caso de abuso dentro de um carro de aplicativo na capital, em menos de um mês.

No dia 16 de setembro uma jovem de 17 anos foi estuprada – na Zona Sul de São Paulo. O motorista de aplicativo foi preso.

Mensagens da vítima da Zona Leste trocada com a amiga na segunda-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Globo
Mensagens da vítima da Zona Leste trocada com a amiga na segunda-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Globo

Investigação do Ministério Público
Após esse caso, o Ministério Público de São Paulo abriu nesta quarta-feira (2) um inquérito civil público para investigar as empresas Uber e 99 por condutas criminosas praticadas por motoristas que prestam serviço através das duas plataformas.

Segundo boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia De Defesa da Mulher (DDM), no Centro de SP, a vítima de 17 anos narrou que o motorista pulou para o banco de trás para estuprá-la.

A vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo, acionou a promotoria e pediu que a UBER e a 99 sejam investigadas sobre as normas e políticas que estão sendo conduzidas para frear esse tipo de comportamento de seus colaboradores.

Motorista por aplicativo é preso suspeito de estuprar passageira de 17 anos dentro do carro

O intuito do inquérito, segundo a Promotoria, é verificar a necessidade de adequação das condutas das empresas para assegurar a segurança dos consumidores, sobretudo mulheres, crianças e adolescentes e idosos.

Ao instalar o inquérito contra a Uber, por exemplo, o promotor Marcelo Orlando Mendes, da Promotoria de Defesa do Consumidor, deu prazo de 15 dias para que as empresas apresentem em 15 dias “quais são os mecanismos de segurança adotados em sua plataforma a fim de salvaguardar os direitos de seus usuários, elucidando suas funções de forma pormenorizada”, além de publicizar nos autos relatórios de denúncias registradas em sua plataforma, referentes a condutas praticadas pelos motoristas parceiros.

As empresas também devem informar se as funcionalidades de gravações de vídeos e áudios estão disponíveis a toda a frota que presta serviços às suas plataformas. Caso negativo, devem esclarecer o percentual em que referida funcionalidade é disponibilizada, detalhando os critérios adotados para sua disponibilização.

“Matérias jornalísticas veiculadas nos anos de 2020[2], 2021[3], 2022[4], 2023[5] e 2024[6], demonstram que o episódio noticiado nestes autos não se restringe à empresa 99 Táxi e não se trata de acontecimento isolado, mas sim de práticas reiteradas, perpetradas por motoristas cadastrados nas plataformas de aplicativos de viagem, – neste caso, na plataforma da UBER, fato este que demonstra, por si só, a falha na prestação de serviço”, disse promotor.

Em nota, a Uber informou que “segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens para torná-las mais tranquilas. Evitar que algo aconteça sempre é uma prioridade para empresa, que também investe em iniciativas de produção e distribuição de conteúdo para conscientização de motoristas parceiros, baseada no Código da Comunidade Uber, em parceria com organizações como o MeToo Brasil e o Instituto Promundo”.

“No entanto, a Uber entende que a violência de gênero é um problema social complexo e sistêmico que demanda ação conjunta de toda a sociedade. Por isso, a empresa possui, desde 2018, um compromisso público de enfrentamento à violência contra a mulher, que se materializa em uma série de parcerias com especialistas e autoridades no assunto para colaborar na construção de projetos e iniciativas para enfrentar essa realidade no aplicativo e na sociedade como um todo.”

O comunicado também cita que a empresa “possui diversas parcerias de enfrentamento à violência de gênero e apoio às mulheres vítimas de violência doméstica com o Ministério das Mulheres do Governo Federal, Conselho Nacional de Justiça, Instituto Maria da Penha, Ministério Público da Bahia e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outras”.

O g1 também procurou a 99 que disse, também por meio de nota, que “se une à indignação e repúdio à cultura do estupro que acomete o país e reforça que possui uma política de tolerância zero sobre qualquer forma de violência sexual”.

“A empresa trabalha incansavelmente para identificá-los e coibí-los. Segurança é prioridade para a 99, que investe continuamente em prevenção por meio de ferramentas que possam apoiar uma mobilidade urbana cada vez mais segura para todas as mulheres, passageiras e motoristas. A plataforma conta com mais de 50 funcionalidades de segurança. Entre elas estão um botão de emergência que permite ligar diretamente para a polícia, gravação de áudio, câmera de segurança e compartilhamento de rota com contatos de confiança”, afirmou.

“O aplicativo utiliza ainda inteligências artificiais que identificam passageiras em situação de maior vulnerabilidade, como viagens à noite e originadas em bares e casas noturnas, e direciona a chamada para motoristas mulheres ou condutores mais bem avaliados. Devido a todas essas iniciativas, 99,9% das corridas na plataforma são concluídas sem incidentes”, declarou.

A vereadora Silvia Ferraro, autora do pedido de investigação, disse que a intenção é justamente que as empresas se esforcem mais no atendimento das demandas de segurança dos passageiros mais vulneráveis a crimes dessa natureza.

“É uma vitória das mulheres que a justiça esteja se movendo para responsabilizar as empresas de transporte por aplicativo por tantos casos de violência sexual contra mulheres. Esperamos que isso traga mais segurança para elas assim como valorize os motoristas que têm uma postura correta no seu trabalho”, disse.

Crime contra a adolescente
O motorista de transporte por aplicativo da 99 foi preso em flagrante pela polícia por suspeita de estupra a passageira de 17 anos dentro do carro dele na Zona Sul de São Paulo.

O condutor do veículo foi capturado pelos investigadores após a denúncia feita na delegacia. A reportagem tenta localizar a defesa do homem para comentar o assunto. E também procura a empresa de transporte por aplicativo para a qual ele trabalha para ter um posicionamento.

Segundo o registro policial, a vítima pediu um carro por aplicativo de celular para ir até o trabalho, onde é jovem aprendiz, por causa da chuva. No caminho, o motorista começou uma conversa que intimidou a estudante.

Durante o trajeto, o homem parou o carro numa rua vazia atrás de um caminhão, pegou a mochila da jovem, a jogou no banco da frente. Depois, de acordo com o boletim de ocorrência, ele pulou para o banco traseiro, onde a estuprou.

De acordo com o que adolescente contou à mãe, o motorista a tratava “como se ela fosse sua ficante”. Depois, ela foi deixada por ele no local onde trabalha, e “começou a chorar”. Colegas de trabalho souberam o que aconteceu a orientaram a procurar um serviço médico.

O registro policial foi encaminhado depois para a 6ª DDM, em Santo Amaro, delegacia responsável por dar continuidade às investigações.

Fonte: G1

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São PauloApagão

Governador Tarcísio de Freitas convoca reunião com prefeitos da Grande SP no quarto dia de apagão

por Redação 15 de outubro de 2024

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) convocou uma reunião com prefeitos da Região Metropolitana para esta terça-feira (15), quarto dia de apagão.

Segundo a assessoria do governador, a reunião será para avaliar a situação da falta de energia nas cidades da Grande SP. O encontro não terá a presença de representantes da Enel.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Até meio-dia desta terça, cerca de 220 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica, segundo a Enel.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também informou que, até as 6 horas desta terça-feira (15), 48 semáforos seguiam apagados por falta de energia.

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Força-tarefa

O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que outras concessionárias do país farão uma força-tarefa para que a Enel consiga restabelecer a energia elétrica para os milhares de imóveis da capital e Grande São Paulo que continuam sem luz nesta segunda (14).

“Somados às distribuidoras CPFL, Enel, EDP, ISA CTEEP, Eletrobras, Light, Energisa, que estão aqui hoje, nós estamos ampliando de 1.400 [funcionários da Enel] para 2.900 profissionais, além de mais de 200 caminhões para apoiar essas equipes, fora os caminhões de própria Enel, e mais de 50 equipamentos”, afirmou.

A distribuidora Neoenergia Elektro também participa da força-tarefa. Ao g1, informou que deslocou equipes do interior de São Paulo para a capital para apoiar a Enel.

Durante a coletiva, o ministro criticou o fato de a empresa não dar previsão de restabelecimento de energia para os moradores, disse que a Enel “beirou a burrice” ao se modernizar e reduzir sua mão de obra e fez duras críticas ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o acusando de divulgar fake news em relação ao contrato com a Enel e cobrou por mais planejamento urbano.

“Quando a Enel disse que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu disse que ela cometeu um grave erro de comunicação, um grave erro de seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo de não dar uma previsão objetiva. Eu disse pra ela [Enel] que ela tem os próximos três dias pra resolver os problemas de maior volume”.

O presidente da Enel, Guilherme Lencastre, afirmou no sábado (12) que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade. Ele não deu prazo para a volta total da energia na área de concessão.

Fonte: G1

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Apagão

Após 4° dia de apagão, famosos e influencers usam as redes sociais para protestar contra a falta de luz: ‘também sou povo’, diz Ronnie Von

por Redação 15 de outubro de 2024

A falta de energia que atingiu a Grande São Paulo desde sexta-feira (11) afetou todas as classes sociais e não poupou nem os famosos, endinheirados e influencers.

Nomes como o apresentador Ronie Von, o cantor MC Daniel e a influenciadora Mariely Santos são alguns dos afetados pelo apagão que entrou no quarto dia na capital paulista nesta terça-feira (15).

No total, segundo a empresa Enel, as cidades da Grande SP ainda têm 250 mil imóveis sem energia.

Os famosos afetados pelo apagão usaram as redes sociais para reclamar da demora da Enel no restabelecimento total da energia.

O apresentador Ronnie Von, ídolo da Jovem Guarda, postou um vídeo nesta segunda-feira (15) fazendo um desabafo sobre a crise energética atual da cidade, depois de quatro dias com a família no escuro.

“Estamos no escuro desde sexta-feira. Nos meus 80 anos de idade, nunca vi algo parecido com isso. É impressionante que isso possa acontecer. Eu reconheço que houve uma catástrofe e uma eventualidade. Perdemos tudo que tínhamos na geladeira. Tem gente doente, que, como nós, perderam tudo também. O que não consigo entender é como pode ser dada uma concessão de serviço público a quem não tem competência”, disse Ronnie criticando a empresa Enel.

Em entrevista ao SBT, o galã da Jovem Guarda protestou novamente contra a empresa durante o programa ‘Tá Na Hora’:

Outro famoso que também foi para as redes criticar e concessionária de energia de São Paulo foi o cantor MC Daniel. Após quatro dias sem luz, ele teve que pegar um gerador emprestado de um amigo.

O cantor contou em seus stories do Instagram que tudo que estava em sua geladeira foi perdido, como carnes e outros alimentos.

MC Daniel disse que recorreu ao gerador para preservar a vida de seus peixes, já que precisa renovar a água para ter oxigênio no aquário.

Em tom de protesto, o cantor pediu pela volta da eletricidade em sua casa.

“Não tem como ficar sem energia, sem luz, quatro dias. Impossível”, escreveu em sua rede social citando a Enel, empresa responsável pela distribuição de energia na cidade de São Paulo.

Com mais de 12 milhões de seguidores no Instagram, a influenciadora Mariely Santos também disse que teve que contratar um gerador na noite dessa segunda (14) para conseguir trabalhar nos próximos dias.

A ex-integrante do trio ‘MC Loma e as Gêmeas Lacração’ afirmou que vai ter que fazer em apenas um dia os trabalhos que teria que fazer nos últimos quatro em que ficou sem energia na capital paulista.

“Estou com o psicológico fervendo. Preciso entregar trabalhos e já são quatro, agora vai fazer cinco dias [de promessa] pra chegar a energia. E não chega a energia. Tô orando pra ver se o gerador aguenta até amanhã. 6h vou estar de pé, pra trabalhar até a madrugada e conseguir entregar os trabalhos. Vou ter que fazer tudo em um dia, os quatro dias que tinha que trabalhar”, declarou.

250 mil ainda sem luz
A concessionária Enel Distribuição SP informou que cerca de 250 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica até as 6h desta terça-feira (15), quarto dia de apagão.

Segundo a empresa, 172 mil imóveis estão sem luz na capital paulista. Já em Taboão da Serra são 24 mil; Cotia, 19 mil e São Bernardo do Campo ainda tem 11 mil endereços sem energia.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também informou que, até as 6 horas desta terça-feira (15), 48 semáforos seguiam apagados por falta de energia.

“As equipes de campo estão nas ruas para auxiliar na fluidez do trânsito e na segurança da população”, afirmou a CET.

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 75 aguardam a atuação da concessionária para as equipes municipais iniciarem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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ViaMobilidade

Passageiros se desesperam durante pane elétrica com incêndio em estação da ViaMobilidade: ‘não encostem nos ferros’

por Redação 15 de outubro de 2024

Uma imagem impressionante que circula nas redes sociais mostra o desespero dos passageiros dentro de um trem da ViaMobilidade na noite desta segunda-feira (14) (veja no vídeo acima).

A cena aconteceu durante uma pane elétrica com incêndio que aconteceu na região da estação Granja Julieta, da Linha 9-Esmeralda, na Zona Sul de São Paulo.

No momento das explosões, um trem com passageiros circulava pela estação e os passageiros no interior da embarcação entraram em desespero.

No vídeo, é possível ver e ouvir um homem pedindo para que as pessoas não toquem nos ferros da locomotiva, para não correrem o risco de serem vítimas de algum tipo de descarga elétrica.

Segundo nota da concessionária ViaMobilidade, as chamas foram “prontamente” apagadas.

Os usuários foram “atendidos em segurança pelos Agentes de Atendimento da concessionária, desembarcaram em plataforma e seguiram viagem em outra composição”. Ninguém ficou ferido.

As explosões e chamas da pane elétrica foram vistas e gravadas por vizinhos da estação e por passageiros que estavam do lado de fora dela. Houve muito desespero e apreensão sobre o que estava acontecendo.

Até a última atualização da reportagem, não havia informações sobre a causa do princípio de incêndio. Segundo a ViaMobilidade, o episódio “passará por uma apuração detalhada para definir as causas da ocorrência”.

Fonte: G1

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Apagão

Apagão na cidade de SP já causou R$ 1,65 bilhão em prejuízos ao varejo e aos serviços da cidade, diz Fecomércio-SP

por Redação 15 de outubro de 2024

Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços que já somam cerca de R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que ambos as empresas deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14). O apagão chegou nesta terça (15) ao 4° dia consecutivo com mais de 250 mil endereços ainda sem luz na Grande SP (veja mais abaixo).

Só no varejo, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A federação afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios.

A interrupção atual já entra no quarto dia nesta terça-feira (15), enquanto o último apagão, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

4° dia de apagão

A concessionária Enel Distribuição SP informou desta terça-feira (15) que 250 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica até as 6h desse quarto dia de apagão.

No comunicado, não houve detalhamento de quantos são da capital e quantos dos outros municípios.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 75 aguardam a atuação da concessionária para as equipes municipais iniciarem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Força-tarefa
O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que outras concessionárias do país farão uma força-tarefa para que a Enel consiga restabelecer a energia elétrica para os milhares de imóveis da capital e Grande São Paulo que continuam sem luz nesta segunda (14).

“Somados às distribuidoras CPFL, Enel, EDP, ISA CTEEP, Eletrobras, Light, Energisa, que estão aqui hoje, nós estamos ampliando de 1.400 [funcionários da Enel] para 2.900 profissionais, além de mais de 200 caminhões para apoiar essas equipes, fora os caminhões de própria Enel, e mais de 50 equipamentos”, afirmou.

A distribuidora Neoenergia Elektro também participa da força-tarefa. Ao g1, informou que deslocou equipes do interior de São Paulo para a capital para apoiar a Enel.

Durante a coletiva, o ministro criticou o fato de a empresa não dar previsão de restabelecimento de energia para os moradores, disse que a Enel “beirou a burrice” ao se modernizar e reduzir sua mão de obra e fez duras críticas ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o acusando de divulgar fake news em relação ao contrato com a Enel e cobrou por mais planejamento urbano.

“Quando a Enel disse que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu disse que ela cometeu um grave erro de comunicação, um grave erro de seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo de não dar uma previsão objetiva. Eu disse pra ela [Enel] que ela tem os próximos três dias pra resolver os problemas de maior volume”.

O presidente da Enel, Guilherme Lencastre, afirmou no sábado (12) que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade. Ele não deu prazo para a volta total da energia na área de concessão.

Fonte: G1

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São Paulo

Vidros quebrados, imóveis inundados, sujeira: os relatos dos moradores após colapso de caixa d’água em SP

por Redação 15 de outubro de 2024

O colapso da caixa d’água de um condomínio em Hortolândia (SP), na madrugada deste domingo (13), assustou moradores, deixou um rastro de sujeira e causou prejuízos. Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento do incidente.

Em entrevista à EPTV, afiliada da Globo, moradores relataram que os apartamentos do térreo foram atingidos pela enxurrada e, com isso, janelas foram quebradas, móveis foram danificados e roupas ficaram sujas de barro. Apesar do susto, ninguém se feriu.

VEJA TAMBÉM: Por outro ângulo: câmera flagra vazamento antes de caixa d’água desmoronar

Um dos apartamentos mais atingidos foi o da enfermeira Vanessa Fernandes. No quarto da filha, uma bebê, apenas o berço não foi atingido. Na sala, a força da água estilhaçou os vidros da janela.

Mesmo susto passou a auxiliar de limpeza Cibele de Moura . Segundo a moradora, a maioria das roupas e tapetes atingidos vão ter que ser descartados por causa da lama.

A aposentada Neusa Uliana tinha acabado de colocar a mãe, uma idosa com demência, para dormir quando ouviu o colapso. “Eu escutei aquele estouro, pulei da cama, fui ver minha mãe e estava tudo bem. Cheguei na sala e tava aquela lama. Aí eu falei: meu Deus, a caixa d´água”.

A estrutura tem capacidade para armazenar 296 m³. A síndica do condomínio afirmou à reportagem da EPTV que fez a limpeza exigida por lei e que todas as manutenções estão em dias. Além disso, que o condomínio possui seguro.

O g1 não conseguiu localizar o motociclista até a última atualização desta reportagem.

Em nota, a Defesa Civil de Hortolândia informou que enviou equipes para dar apoio aos responsáveis pelo condomínio para a remoção da caixa d’água e sinalização do trânsito das proximidades.

Segundo a prefeitura, o engenheiro responsável pela obra deve tomar as providências para que seja restabelecida a normalidade aos moradores do condomínio.

Fonte: G1

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São Paulo

Ministro de Minas e Energia diz que concessionárias farão força-tarefa para ajudar Enel a restabelecer energia para mais de 400 mil imóveis em SP

por Redação 14 de outubro de 2024

O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que concessionárias do país farão uma força-tarefa para que a concessionária Enel consiga restabelecer a energia elétrica para mais de 400 mil imóveis da capital e Grande São Paulo que continuam sem luz nesta segunda-feira (14).

A afirmação ocorreu durante entrevista coletiva na sede da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, em São Paulo (SP).

Durante a coletiva, o ministro criticou o fato de a empresa não dar previsão de restabelecimento de energia para os moradores, disse que a Enel “beirou a burrice” ao se modernizar e reduzir sua mão de obra e fez duras críticas ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o acusando de divulgar fake news em relação ao contrato com a Enel e cobrou por mais planejamento urbano.

“Quando a Enel disse que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu disse que ela cometeu um grave erro de comunicação, um grave erro de seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo de não dar uma previsão objetiva. Eu disse pra ela [Enel] que ela tem os próximos três dias pra resolver os problemas de maior volume”.

O ministro ainda afirmou que as distribuídoras passarão a ser penalizadas se não tiverem previsão ao planejamento diante de eventos climáticos com consequências à população.

“Hoje os eventos climáticos severos são expurgados da avaliação contratual e no decreto de distribuição que o presidente Lula assinou, e que o ministério elaborou depois de um ano de debate com a população, um ano de debate com o setor, esses eventos como esse não poderão mais ser expurgados da avaliação das distribuidoras. Ou seja, as distribuidoras passarão a ser penalizadas caso elas não tenham uma previsão ou planejamento para evitar esse tipo de evento”.

O ministro também criticou o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o acusou de fake news por ele afirmar que o Ministério de Minas e Energia estava tratando da renovação de contrato com a Enel.

“O prefeito de São Paulo aprendeu rápido com o seu concorrente aqui Pablo Marçal quando o que era o campeão da fake news e da falsificação de documento público. Ele fez uma fake news dizendo que nós estavamos tratando da renovação da distribuição da Enel. A Enel vence seu contrato em 2028. Ela tem até 2026 para se manifestar sobre a sua renovação. Na verdade, ainda dá tempo do prefeito se preocupar com a questão urbanistica de São Paulo”, disse.

E complementou: “Mais de 50% dos eventos foram por árvores caindo em cima do sistema de média e baixa tensão em São Paulo, o que hoje, infelizmente, nem as distribuidoras por questão de força legal e, inclusive, por licença abiental tem a prerrogativa de cuidarem. Então, nós estamos levando esse ponto para uma discussão no governo federal para poder ver se há uma solução legislativa, inclusive, para poder dar essa prerrogativa porque municípios que não cumprem com a sua responsabilidade de cuidar da questão urbanística em sinergia com o setor de distribuição tem que dar pelo menos a liberdade do setor de distribuiçaõ de cuidar”.

Alexandre ainda ressaltou que não adianta automatizar o parque de distribuição, conforme a Enel fez. “Quando o problema, por mais que você da sua central você tente religar a rede, você não vai conseguir porque o problema é físico, você tem que ter gente pra poder estar lá”.

Fonte: G1

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São Paulo

Grande SP ainda tem 537 mil imóveis sem energia na manhã desta segunda-feira, 3° dia do apagão, diz Enel

por Redação 14 de outubro de 2024

A Enel informou que 537 mil imóveis da capital paulista e cidades da Grande São Paulo ainda continuavam sem energia elétrica até as 05h40 desta segunda-feira (14), terceiro dia de apagão.

Segundo a empresa, cerca de 354 mil desses endereços sem luz estão na capital paulista, enquanto os demais estão em cidades como Taboão da Serra, Cotia, São Bernardo do Campo, na Grande SP.

Na cidade de São Paulo, os bairros mais afetados neste momento são Jabaquara, Campo Limpo, Pedreira e Jardim São Luís, afirmou a concessionária.

Endereços sem luz na Grande SP

  • São Paulo – 354 mil imóveis
  • Cotia – 36,9mil imóveis
  • Taboão da Serra – 32,7 mil imóveis
  • São Bernardo do Campo – 38,1 mil imóveis

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na Região Metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

Ainda conforme a Enel, até as 05h40 desta segunda (14), cerca de 1,5 milhão de clientes tiveram o serviço normalizado. “A companhia segue trabalhando para restabelecer o fornecimento”, diz a empresa.

“Até as 5h40 de hoje, 1,5 milhão de clientes tiveram o serviço normalizado. A companhia segue trabalhando para restabelecer o fornecimento para 537 mil clientes impactados. As equipes em campo receberam reforço do Rio e Ceará e de outras distribuidoras”, disse a empresa.

“Após o vendaval de até 107km/h que atingiu a capital e a região metropolitana na última sexta-feira, reforçamos nossas equipes em campo, deslocamos técnicos do Rio e do Ceará e estamos recebendo apoio de outros grupos de distribuição”, completou a Enel.

Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, a Enel não cumpriu o plano de contingência para eventos climáticos extremos e colocou menos funcionários em campo do que o esperado após a tempestade que atingiu São Paulo.

“A percepção que nós temos a respeito da recuperação do serviço é que ela [Enel] de fato não tem atendido todas as expectativas com relação ao ano passado. Claro que esses números precisam ser melhor decurados, porque agora temos uma quantidade de consumidores muito grande que estão interrompidos em função do evento. E há outros consumidores que tem ausência do seu serviço por questões da rotina diária do serviço de distribuição”, afirmou Feitosa em coletiva de imprensa neste domingo (14).

O presidente da Enel Distribuição São Paulo, Guilherme Lencastre, informou neste sábado (12) que a empresa não tem previsão de retomada total do fornecimento de energia na Grande SP.

“Não é questão de não saber e não passar. E não quero colocar uma expectativa que seja frustrada. (…) A gente tem consciência do transtorno causado por eventos como esse e sabemos da nossa responsabilidade. Vamos trabalhar de forma incansável para reconectar todos os nossos clientes”, declarou.

O presidente da Enel também afirmou que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade.

Horas no escuro
O temporal que atingiu a Grande São Paulo na noite desta sexta-feira (11) ocorreu por volta das 19h30. Conforme o g1 publicou, moradores de várias cidades da Grande SP e de vários bairros da capital paulista narraram que estavam há mais de 50 horas sem luz.

Eles narraram muitas dificuldades para tentar falar com a Enel para abrir chamado e tentar uma previsão de restabelecimento da energia elétrica.

O presidente da empresa afirmou que a central telefônica da empresa recebeu mais de 1 milhão de chamados desde a noite anterior e está ampliando a capacidade de atendimento.

Por ora, a Enel diz que os canais mais recomendados pela empresa para o contato dos usuários são os seguintes:

  • SMS: envie gratuitamente mensagem de texto do seu celular para o número 27373 com a palavra luz e o número da instalação que está sem energia. exemplo: luz 012345678.
  • Pelo aplicativo da Enel, site enel.com.br e whatsapp: (21) 99601-9608.

Abastecimento de água
A falta de luz na Grande SP ainda afeta o abastecimento de água em várias cidades da região nesta segunda (14), segundo a Sabesp.

Segundo a empresa, a interrupção do fornecimento de eletricidade afeta o funcionamento de estações elevatórias e boosters, equipamentos que transportam a água para locais mais altos.

Com isso, o abastecimento de água pode ser afetado nas seguintes regiões:

  • CAPITAL: Americanópolis, Vila Clara, Capão Redondo (parte), Pirajussara (parte), Jardim Mimás, Jardim Aeroporto, Jardim Antártica, Jardim Peri, Jardim Peri Alto e Jardim Santa Cruz;
  • COTIA: Jardim Atalaia;
  • SANTO ANDRÉ: Jardim São Gabriel, Jardim Santo André, Jardim Marek, Jardim Santo Antônio de Pádua e Cidade São Jorge;
  • CAJAMAR: Jordanésia;
  • EMBU DAS ARTES: Jardim Vila Alegre;
  • MAUÁ: Zaíra, Vila Tavares, Sítio Bela Vista, Jardim Cruzeiro, Jardim São Gabriel, Jardim Miranda D’Aviz, Jardim Paranavaí, Jardim Alto da Boa Vista, Jardim Zaíra-Macuco, Jardim Zaíra, Parque das Américas

Mortes e estragos da sexta
Na contagem feita até o início da tarde deste sábado (12), sete pessoas morreram no estado de SP em virtude das chuvas. Três delas em Bauru, no interior, e quatro na Região Metropolitana:

  • Bauru: três mortes após queda de muro;
  • São Paulo: uma morte após queda de árvore no bairro Campo Limpo;
  • Diadema: uma morte após queda de árvore;
  • Cotia: duas mortes após queda de muro.

Fonte: G1

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São Paulo

Cão morre após tocar em fio de média tensão que se rompeu em temporal, e corpo fica mais de 24 horas na rua com cabo energizado

por Redação 14 de outubro de 2024

Um cachorro de 10 anos morreu eletrocutado na manhã de sábado (12) após tocar em um fio de média tensão que se rompeu na rua Diogo dos Quadros, Santo Amaro, Zona Sul da capital paulista, durante o temporal que atingiu a cidade na noite de sexta (11).

Ao g1, os tutores de Bartho, Marina Guedes Corrêa e Rafael Kahane, relataram que o acidente foi durante um passeio pelo bairro. O corpo do animal ficou mais de 24 horas na rua com o fio energizado, o que causou indignação por conta da demora da concessionária em desligar a energia da rua.

O acidente foi às 7h15 de sábado (12) e o desligamento da energia ocorreu apenas 12h15 de domingo (13). Em nota, a Enel informou que lamenta a morte do animal e que entrará em contato com a família para prestar assistência. A concessionária não disse o motivo da demora em ir até o local (veja nota completa abaixo).

“A gente quer se despedir do Bartho, que estava com a gente 5 anos. Nós o adotamos, e era um animal tranquilo e alegre. Queremos dar um fim digno a ele, já que teve uma história tão linda com a gente. Só queremos nos despedir. Mais de 24 horas que ele está preso ao fio ligado”, ressaltou Rafael, na manhã deste domingo (13), enquanto o animal ainda estava no local com o cabo energizado.

Conforme Rafael, ele e a esposa costumam caminhar com os dois cachorros de estimação diariamente pelo bairro no período da manhã. No sábado (12), durante o passeio, Bartho tocou no fio energizado que se rompeu durante o temporal de sexta. Ele morreu eletrocutado na hora.

“O Bartho estava andando um pouco a nossa frente e, inesperadamente, ele pisou num cabo de alta tensão que estava rompido. Foi muito rápido. Avassalador. A gente nunca imagina que vamos passar por um momento desses na nossa frente”, contou Rafael.

“Poderia ter acontecido com qualquer um. Foi em frente a uma creche de educação infantil e por sorte não teve evento no Dia das Crianças. Deus me livre se acontecesse com uma criança”, complementou Rafael.

Ainda conforme os tutores, eles acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar ainda no sábado, mas foram informados de que não podiam chegar perto do animal até que a energia fosse desligada pela concessionária Enel.

Com isso, o casal afirmou que passou mais de 24 horas angustiado com o fato de que o corpo do animal estava na rua sem poder ser removido por conta da demora do desligamento da energia, e com o risco de ter outro acidente.

“Finalmente desligaram a energia por volta do meio-dia deste domingo. E a gente removeu o corpinho. Decidimos que vamos cremar e fazer uma cerimônia que honre a sua história conosco”, afirmou Rafael.

O que diz a Enel
“A Enel Distribuição São Paulo lamenta a morte do cachorro Bartho, ocorrida após o animal entrar em contato com um cabo de média tensão da companhia em Santo Amaro, em função do severo evento climático que afetou a área de concessão. A distribuidora isolou o risco no local e encaminhou uma equipe para realizar os reparos necessários na rede. A empresa acrescenta que entrará em contato com os tutores para oferecer assistência”.

900 mil sem energia no domingo
A Enel informou que cerca de 900 mil clientes da capital paulista e cidades da Grande São Paulo ainda continuavam sem energia elétrica até as 8h deste domingo (13).

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na Grande SP e no interior do estado (veja mais abaixo).

Ainda conforme a concessionária, que atende São Paulo e Região Metropolitana, até as 8h de domingo cerca de 1,2 milhão de clientes tiveram o serviço restabelecido.

“Em alguns casos, o trabalho para restabelecer a energia é mais complexo, pois envolve a reconstrução de trechos inteiros da rede”, ressaltou a empresa.

A companhia ainda afirmou que está atuando com cerca de 1,6 mil técnicos em campo e trabalhando para mobilizar no total cerca de 2,5 mil profissionais.

“Esse contingente está sendo ampliado com a mobilização de equipes adicionais, além da chegada de técnicos do Rio, do Ceará e de outras distribuidoras”.

Além da capital, com cerca de 552 mil clientes impactados, os municípios mais afetados são, conforme a Enel:

  • São Bernardo do Campo: 60,4 mil;
  • Cotia: 59 mil;
  • Taboão da Serra: 55,5 mil.

O presidente da Enel Distribuição São Paulo, Guilherme Lencastre, informou neste sábado (12) que a empresa não tem previsão de retomada total do fornecimento de energia na Grande SP.

Guilherme disse que as áreas mais afetadas foram as Zonas Oeste e Sul de São Paulo, além dos municípios de Taboão da Serra, São Bernardo, Santo André e Diadema.

“Não é questão de não saber e não passar. E não quero colocar uma expectativa que seja frustrada. (…) A gente tem consciência do transtorno causado por eventos como esse e sabemos da nossa responsabilidade. Vamos trabalhar de forma incansável para reconectar todos os nossos clientes”, declarou.

O presidente da Enel também afirmou que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade, que afetaram mais de 2,1 milhões de clientes da empresa desde sexta (11).

Abastecimento de água
A falta de luz na Grande SP já afeta o abastecimento de água em várias cidades da região, segundo a Sabesp.

Segundo a empresa, as regiões mais afetadas pelos problemas de distribuição de água são a capital paulista, São Bernardo do Campo, São Caetano, Santo André e Cotia.

No comunicado divulgado neste sábado (12), a Sabesp pediu economia de água e uso racional até a volta completa da energia elétrica, que afetou o funcionamento das estações elevatórias de tratamento e abastecimento nessas regiões.

Mortes e estragos da sexta
Na contagem feita até o início da tarde deste sábado (12), sete pessoas morreram no estado de SP em virtude das chuvas. Três delas em Bauru, no interior, e quatro na Região Metropolitana:

  • Bauru: três mortes após queda de muro;
  • São Paulo: uma morte após queda de árvore no bairro Campo Limpo;
  • Diadema: uma morte após queda de árvore;
  • Cotia: duas mortes após queda de muro .

Regiões afetadas:

  • CAPITAL: Vila Formosa, Jardim São Luiz, Capão Redondo, Morumbi, Americanópolis, Vila do Encontro, Parque Bologne, Interlagos, Grajaú, Parelheiros, Sapopemba, Cursino, Jardim Marilda, Vila Clara, Vila Romana, Ipiranga, Vila Jaguara, Pirituba, Parque Anhanguera, Vila Maria e Jaraguá;
  • SANTO ANDRÉ: Vila Progresso, Miguel Ângelo, Vila Suíça, Gerassi e São Jorge;
  • SÃO CAETANO: Vila Gerty;
  • SÃO BERNARDO DO CAMPO: Vila Planalto e Nova Petrópolis;
  • COTIA: Jardim Atalaia;
  • CAJAMAR: Jordanésia e Parque São Roberto.


Previsão para domingo
No domingo (13), os ventos que sopram do mar favorecem o ingresso de umidade e a formação de muitas nuvens em toda a faixa leste paulista.

Com isso, o céu varia de nublado a encoberto, e a temperatura apresenta declínio. A mínima prevista é de 16°C, e máxima, de 23°C.

Fonte: G1

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