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Justiça nega pedido de liberdade para motorista do Porsche amarelo e mantém prisão preventiva: ‘agressivo e ameaçador’

por Redação 27 de agosto de 2024

A Justiça de São Paulo negou nesta segunda-feira (26) o pedido de liberdade feito pela defesa do motorista do Porsche amarelo para soltá-lo. E manteve, desse modo, a prisão de Igor Ferreira Sauceda.

O entendimento do judiciário é de que ele tem “comportamento agressivo e ameaçador” e que sua soltura implicaria em “risco à ordem pública” (saiba mais abaixo).

O empresário está preso preventivamente acusado de usar o carro de luxo para perseguir, atropelar e matar o motoboy Pedro Kaique Ventura Figueiredo. Câmeras de seguranças gravaram o atropelamento no dia 29 de julho na Avenida Interlagos, na Zona Sul da capital paulista.

Mesmo sem ter bebido, Igor foi preso em flagrante pela polícia por conta das imagens. Elas mostram o empresário derrubando a moto de Pedro por trás com o Porsche. O motivo: o motoboy havia quebrado o retrovisor do lado do motorista do carro de luxo.

O motorista de 27 anos é réu por homicídio doloso triplamente qualificado por motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo a acusação feita pelo Ministério Público (MP), Igor teve a intenção de matar Pedro.

Motoboy teve hemorragia cerebral

A Justiça ainda irá marcar a audiência de instrução do caso para decidir se levará o motorista do Porsche a júri popular para ser julgado pelo crime. O MP sugere que ele seja condenado a mais de 18 anos de prisão.

O motoboy atropelado tinha 21 anos. Com o impacto da batida, ele teve politraumatismo e hemorragia cerebral. É o que aponta o laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a causa da morte.

O g1 não conseguiu localizar os advogados de Igor para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem. Mas apurou que a defesa alegou que o cliente não teve intenção de matar o motoboy, não possui antecedentes criminais, trabalha e tem residência fixa.

‘Agressivo e ameaçador’, diz Justiça

Esses argumentos, no entanto, não convenceram a juíza Isabel Begalli Rodrigues, da 3ª Vara do Júri, que negou o pedido de liberdade para Igor. Para ela, a soltura implicaria em “risco à ordem pública” pelo fato de Igor ter “comportamento agressivo e ameaçador”.

Uma semana antes de perseguir, atropelar e matar o motociclista, Igor usou o mesmo Porsche para seguir uma família que era sua sócia num bar que possuí no Itaim Bibi, Zona Sul da capital. Vídeos gravados pelas vítimas mostram o carro amarelo do empresário próximo do veículo delas.

Motorista nega intenção de matar

Igor alegou em sua defesa que seguiu o motociclista, mas que não quis atropelar nem matar o piloto. O empresário não se feriu com gravidade. Segundo o exame de corpo de delito do IML, ele teve uma “escoriação” de “3 cm” no braço direito. “Apresenta lesões corporais de natureza leve”, informa o laudo.

Pedro foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada num hospital.

O empresário está detido atualmente em um presídio em Guarulhos, na região metropolitana. O g1 tenta contato com a defesa do motorista do Porsche.

Laudo reconstituição

A delegacia que investiga o caso irá pedir para a Polícia Técnico-Científica fazer a reconstituição do crime. Os peritos deverão usar um scanner 3D e drones para depois fazerem uma animação simulada de como ocorreu a batida entre o Porsche e a motocicleta.

O Instituto de Criminalística ainda vai analisar os vídeos do atropelamento para tentar estabelecer uma estimativa da velocidade em que os veículos estavam no momento da colisão. O limite de velocidade para a via é de 50 km/h.

A Polícia Civil também vai pedir que a Porsche, marca da fabricante do carro de luxo envolvido na batida com a moto, informe o que o velocímetro do automóvel marcava quando ocorreu o atropelamento. O veículo possui um módulo interno, uma espécie de “caixa-preta”, com informações e dados sobre ele.

O 30º Distrito Policial (DP) ouviu recentemente o motorista de um caminhão e um motoboy que testemunharam o atropelamento.

A Promotoria ainda pediu que a magistrada fixe um “valor mínimo de indenização a ser pago aos familiares da vítima”. Isso porque, de acordo com o Ministério Público, “Pedro era casado e sua esposa estava grávida na data do crime”.

Fonte: G1

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São Paulo

Incêndio agrava perdas na cana-de-açúcar em SP, que sofre com seca desde abril: ‘Queimar cana é queimar dinheiro’, diz presidente de associação

por Redação 27 de agosto de 2024

A onda de incêndios no interior do estado São Paulo piorou a situação das lavouras de cana-de-açúcar, que já vinham registrando perdas desde abril por causa da seca que atinge a região. O fogo não só queimou a cana que estava de pé – e que, portanto, seria colhida nesta safra – como também destruiu rebrotas que dariam origem à próxima colheita.

As perdas vão aumentar o custo do produtor para renovar as plantações, reduzir a produtividade (menos quantidade colhida por área) e podem impactar os preços do açúcar e do etanol. É o que afirmam o CEO da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, e o analista de cana-de-açúcar da Safras e Mercados Maurício Muruci.

Como a seca deve se prolongar até setembro, a previsão é de que haja mais queda de produção em SP, principal estado produtor de cana no país.

➡️Entenda o caso: uma onda de incêndios atingiu o interior de São Paulo no final de semana, deixando 48 municípios da região em alerta máximo para queimadas. Duas pessoas morreram e mais de 800 tiveram que deixar as suas casas. Cinco suspeitos foram presos.

Estima-se que 3.837 propriedades rurais foram atingidas em 144 municípios paulistas, causando perdas de R$ 1 bilhão para a agricultura e pecuária. O fogo não só queimou a cana, como plantações de frutas e seringueiras e carbonizou animais de criação, como bois e vacas.

Fonte: G1

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São Paulo

Tarcísio afirma que polícia investiga envolvimento de preso por incêndio no interior de SP com PCC

por Redação 27 de agosto de 2024

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (26) que um dos presos por envolvimento em incêndios em Batatais, no interior de São Paulo, “se identificou como integrante da organização criminosa PCC” e que isso será investigado. A afirmação foi dada em uma entrevista ao programa ‘’CBN São Paulo’’, da Rádio CBN.

“Um dos presos se identificou como integrante da organização criminosa PCC. Inclusive, teria feito um vídeo dizendo que cometeria um incêndio em nome da facção criminosa. Então, é algo prematuro ainda, é uma primeira informação e isso vai ser aprofundado agora no inquérito da Polícia Civil”, disse Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Em nota, a SSP informou que o homem de 42 anos preso na manhã do domingo (25), após ser flagrado ateando fogo em uma área de mata na cidade de Batatais, tentou fugir, mas foi capturado. O criminoso disse aos policiais que faz parte da facção criminosa. “Ele chegou a gravar um vídeo comemorando o ato criminoso. Com ele, os policiais apreenderam uma garrafa com gasolina e um isqueiro. O criminoso foi conduzido ao plantão da Delegacia Seccional de Franca, onde foi indiciado por causar incêndio e permaneceu à disposição da Justiça. Ele já tem passagens por roubo, furto, homicídio e posse de droga.”

Quatro pessoas foram presas acusadas de provocarem incêndios criminosos no interior de São Paulo, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Elas foram detidas nas cidades de São José do Rio Preto, Batatais e Porto Ferreira.

Segundo a SSP, “a Polícia Civil está mobilizada para investigar todas as ocorrências de incêndio criminoso no estado, especialmente as que ocorrem nas regiões afetadas pelas queimadas. As equipes de investigação estão atentas às imagens que circulam nas redes sociais e aos registros de boletins de ocorrência para realizar diligências e identificar os autores. A população também pode ajudar, levando ao conhecimento das autoridades policiais qualquer elemento que contribua com as apurações ou até mesmo para denunciar crimes. Essa comunicação pode ser realizada pelos telefones 190, 193 e 199”.

Ação humana
Na tarde desta segunda (26), Wolnei Wolff, secretário Nacional de Proteção e da Defesa Civil, afirmou que 99,9% dos focos de incêndio no interior do estado de São Paulo foram causados por ação humana.

“Não houve raio e também não houve acidente de torres de alta tensão que justificasse esse início dos incêndios, 99,9% é atividade humana mesmo. O ser humano por algum objetivo acha que o fogo resolve o problema dele, mas não tem ideia de que pode perder o controle”, afirmou.

Ainda segundo Wolff, a Polícia Federal informou que, até domingo (25), 32 processos foram abertos para investigar possíveis incêndios criminosos no Brasil, sendo que dois desses foram no estado de São Paulo.

Nenhum foco ativo
Em entrevista à GloboNews na manhã desta segunda (26), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que não tem mais nenhum foco ativo de incêndio.

O governo acredita, por ora, que não há uma ação orquestrada. A Polícia Civil e a Polícia Federal investigam.

No domingo (25), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que os incêndios registrados no interior de São Paulo são atípicos e precisam ser investigados. Segundo Marina, a PF abriu dois inquéritos para apurar as causas das queimadas em São Paulo.

Ainda de acordo com o governador, as Forças Armadas continuam mobilizadas com o Corpo de Bombeiros para fazerem trabalhos preventivos nos 48 municípios que permanecem em alerta.

Na avaliação de Tarcísio, três grandes fatores foram responsáveis pelo alastramento do fogo nos últimos dias: estiagem, altas temperaturas e ventos fortes: “Primeiro, de fato, é estiagem severa que se alastrou aí por muito tempo… O estado de São Paulo vem sofrendo. A gente já tinha vários municípios em situação de emergência.”

Tarcísio estima que o prejuízo provocado ao estado devido às queimadas supere o valor de R$ 1 bilhão.

Cidades em alerta
A onda de incêndios que atinge o interior de São Paulo já deixou 48 cidades da região em alerta máximo para queimadas.

Duas pessoas morreram e mais de 800 tiveram que deixar suas casas desde que o fogo começou, na sexta-feira (23), segundo dados do governo estadual.

Mais de 20 mil hectares já queimaram na região, que teve mais de 2.300 focos de incêndio em apenas três dias, de acordo com a Defesa Civil. Imagens de moradores de cidades afetadas mostram o céu coberto por uma camada de fumaça.

Foi o agosto com mais focos de incêndio da história do estado de São Paulo desde 1998.

No sábado (24), o governador sobrevoou as áreas com maior incidência de incêndios no interior do estado.

Na sexta, o governo instalou um gabinete de crise devido aos incêndios. A “Operação SP sem fogo” integra especialistas da Defesa Civil do estado e das secretarias da Segurança Pública (SSP), Agricultura e Abastecimento, e Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

Dados
Em meio à estiagem, calor extremo e incêndios que causaram transtornos e medo a moradores do interior de São Paulo, o estado registrou entre quinta-feira (22) e sexta-feira (23) 2.316 focos de fogo, número quase 7 vezes maior do que o registrado em todo o mês de agosto do ano passado, quando foram contabilizados 352 incidentes.

Os registros, segundo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), colocam São Paulo no topo da lista de incêndios do país no fim desta semana, inclusive à frente de estados da Amazônia Legal, que enfrentam uma temporada recorde de queimadas – com fumaça chegando a 10 estados, incluindo São Paulo e até o Rio Grande do Sul.

Fonte: G1

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São Paulo

Defesa Civil diz que 99,9% dos incêndios no interior de SP foram causados por ação humana

por Redação 27 de agosto de 2024

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (26), Wolnei Wolff, secretário Nacional de Proteção e da Defesa Civil, afirmou que 99,9% dos focos de incêndio no interior do estado de São Paulo foram causados por ação humana.

Ainda segundo Wolff, a Polícia Federal informou que, até domingo (25), 32 processos foram abertos para investigar possíveis incêndios criminosos no Brasil, sendo que dois desses foram no estado de São Paulo.

Wolff também explicou que ainda não foi decretado estado de emergência estadual porque nem todos os pedidos dos municípios afetados foram concluídos oficialmente.

“O reconhecimento federal só é feito quando solicitado pelo governo do estado. No caso concreto ontem nós tínhamos a informação no nosso sistema que 51 municípios estavam sendo coletados pelo estado, hoje são 56, mas essas informações não foram completadas no sistema, concluídas pela Defesa Civil do estado, a gente não consegue agir em relação ao reconhecimento federal”, afirma.

Raoni Rajão, do Departamento de Controle do Desmatamento e Queimadas do Ministério do Meio Ambiente, afirmou também que o início dos incêndios causa “estranheza”, mas ainda não é possível cravar que houve uma ação coordenada. Segundo Raoni, os incêndios foram repentinos, mas em locais com longa distância.

O governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não acredita em ação orquestrada. Quatro pessoas foram presas (leia mais abaixo), e as polícias Civil e Federal investigam.

Fim dos focos

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse na manhã desta segunda que São Paulo não tinha mais nenhum foco ativo de incêndio. Até o final da noite de domingo (25) eram seis pontos.

Quatro pessoas foram presas nas cidades de São José do Rio Preto, Batatais e Porto Ferreira por provocar incêndios criminosos.

No domingo (25), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que os incêndios registrados no interior de São Paulo são atípicos e precisam ser investigados. Segundo Marina, a PF abriu dois inquéritos para apurar as causas das queimadas em São Paulo.

Ainda de acordo com o governador, as Forças Armadas continuam mobilizadas com o Corpo de Bombeiros para fazerem trabalhos preventivos nos 48 municípios que permanecem em alerta.

Na avaliação de Tarcísio, três grandes fatores foram responsáveis pelo alastramento do fogo nos últimos dias: estiagem, altas temperaturas e ventos fortes: “Primeiro, de fato, é estiagem severa que se alastrou aí por muito tempo… O estado de São Paulo vem sofrendo. A gente já tinha vários municípios em situação de emergência.”

Tarcísio estima que o prejuízo provocado ao estado devido às queimadas supere o valor de R$ 1 bilhão.

Cidades em alerta
A onda de incêndios deixou 48 cidades da região em alerta máximo para queimadas. Duas pessoas morreram e mais de 800 tiveram que deixar suas casas desde que o fogo começou, na sexta-feira (23), segundo dados do governo estadual.

Mais de 20 mil hectares já queimaram na região, que teve mais de 2.300 focos de incêndio em apenas três dias, de acordo com a Defesa Civil. Imagens de moradores de cidades afetadas mostram o céu coberto por uma camada de fumaça.

Foi o agosto com mais focos de incêndio da história do estado de São Paulo desde 1998.

No sábado (24), o governador sobrevoou as áreas com maior incidência de incêndios no interior do estado.

Na sexta, o governo instalou um gabinete de crise devido aos incêndios. A “Operação SP sem fogo” integra especialistas da Defesa Civil do estado e das secretarias da Segurança Pública (SSP), Agricultura e Abastecimento, e Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

Dados
Em meio à estiagem, calor extremo e incêndios que causaram transtornos e medo a moradores do interior de São Paulo, o estado registrou entre quinta-feira (22) e sexta-feira (23) 2.316 focos de fogo, número quase 7 vezes maior do que o registrado em todo o mês de agosto do ano passado, quando foram contabilizados 352 incidentes.

Os registros, segundo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), colocam São Paulo no topo da lista de incêndios do país no fim desta semana, inclusive à frente de estados da Amazônia Legal, que enfrentam uma temporada recorde de queimadas – com fumaça chegando a 10 estados, incluindo São Paulo e até o Rio Grande do Sul.

Fonte: G1

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São Paulo

Tarcísio diz que SP não tem mais focos ativos de queimadas; polícia prendeu 3 suspeitos de provocar incêndios criminosos no interior

por Redação 26 de agosto de 2024

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse nesta segunda-feira (26) que São Paulo não tem mais nenhum foco ativo de incêndio. Até o final da noite de domingo (25), o estado ainda tinha seis pontos.

Em entrevista à GloboNews, o governador também afirmou que três pessoas foram presas nas cidades de São José do Rio Preto, Batatais e Porto Ferreira por provocar incêndios criminosos.

O governo acredita, por ora, que não há uma ação orquestrada. A Polícia Civil e a Polícia Federal investigam.

No domingo (25), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que os incêndios registrados no interior de São Paulo são atípicos e precisam ser investigados. Segundo Marina, a PF abriu dois inquéritos para apurar as causas das queimadas em São Paulo.

Ainda de acordo com o governador, as Forças Armadas continuam mobilizadas com o Corpo de Bombeiros para fazerem trabalhos preventivos nos 48 municípios que permanecem em alerta.

Na avaliação de Tarcísio, três grandes fatores foram responsáveis pelo alastramento do fogo nos últimos dias: estiagem, altas temperaturas e ventos fortes: “Primeiro, de fato, é estiagem severa que se alastrou aí por muito tempo… O estado de São Paulo vem sofrendo. A gente já tinha vários municípios em situação de emergência.”

Tarcísio estima que o prejuízo provocado ao estado devido às queimadas supere o valor de R$ 1 bilhão.

Cidades em alerta
A onda de incêndios que atinge o interior de São Paulo já deixou 48 cidades da região em alerta máximo para queimadas.

Duas pessoas morreram e mais de 800 tiveram que deixar suas casas desde que o fogo começou, na sexta-feira (23), segundo dados do governo estadual.

Mais de 20 mil hectares já queimaram na região, que teve mais de 2.300 focos de incêndio em apenas três dias, de acordo com a Defesa Civil. Imagens de moradores de cidades afetadas mostram o céu coberto por uma camada de fumaça.

Foi o agosto com mais focos de incêndio da história do estado de São Paulo desde 1998.

No sábado (24), o governador sobrevoou as áreas com maior incidência de incêndios no interior do estado.

Na sexta, o governo instalou um gabinete de crise devido aos incêndios. A “Operação SP sem fogo” integra especialistas da Defesa Civil do estado e das secretarias da Segurança Pública (SSP), Agricultura e Abastecimento, e Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

Dados
Em meio à estiagem, calor extremo e incêndios que causaram transtornos e medo a moradores do interior de São Paulo, o estado registrou entre quinta-feira (22) e sexta-feira (23) 2.316 focos de fogo, número quase 7 vezes maior do que o registrado em todo o mês de agosto do ano passado, quando foram contabilizados 352 incidentes.

Os registros, segundo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), colocam São Paulo no topo da lista de incêndios do país no fim desta semana, inclusive à frente de estados da Amazônia Legal, que enfrentam uma temporada recorde de queimadas – com fumaça chegando a 10 estados, incluindo São Paulo e até o Rio Grande do Sul.

Fonte: G1

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Eleições

Após Justiça Eleitoral bloquear perfis de Pablo Marçal nas redes sociais, candidato cria contas reservas

por Redação 26 de agosto de 2024

Depois de a Justiça Eleitoral determinar a retirada de perfis nas redes sociais de Pablo Marçal, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, a campanha criou contas reservas no Instagram, TikTok, Youtube, Whatsapp, Telegram e Gettr.

Marçal afirmou, em nota divulgada neste domingo (25) que a liminar não “impede a presença do candidato nas plataformas digitais”.

“Em relação à recente decisão judicial que resultou na suspensão dos perfis oficiais de Pablo Marçal em diversas redes sociais, esclarecemos que a liminar não impede a presença do candidato nas plataformas digitais. Importante ressaltar que o próprio texto da decisão menciona a possibilidade de criação de novos perfis”, diz a nota.

“Diante disso, Pablo Marçal respeitou a determinação judicial e seguiu adiante, estabelecendo novos perfis para continuar sua comunicação com o eleitorado. Ele reafirma seu compromisso com a legislação eleitoral e a legitimidade da propaganda através da internet, uma ferramenta essencial para o diálogo democrático”, completa.

Até a noite deste domingo, a conta reserva do Instagram de Marçal reunia 2,5 milhões de seguidores.

Sem fundo partidário e sem tempo de TV, Pablo Marçal está determinado a manter sua presença nas redes sociais, utilizando-as para compartilhar suas propostas e interagir com a população, conforme o direito assegurado a todos os candidatos em período eleitoral.

A liminar foi concedia pelo juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral, após ação movida pelo PSB, partido da candidata Tabata Amaral. A campanha de Marçal disse já ter recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral.

Na representação, a legenda solicita a abertura de um inquérito contra Marçal por pagar seguidores que distribuem cortes de seus vídeos nas redes sociais.

“Destaco que não se está, nesta decisão, a se tolher a criação de perfis para propaganda eleitoral do candidato requerido, mas apenas suspender aqueles que buscaram a monetização dos ‘cortes’ por meio de terceiros interessados”, afirmou o juiz.

No documento, ele ainda sustenta que “monetizar cortes” equivale a disseminar continuamente uma imagem “sem respeito ao equilíbrio que se preza na disputa eleitoral.”

“Notadamente o poderio econômico aqui estabelecido pelo requerido Pablo suporta e reitera um contínuo dano e o faz, aparentemente, em total confronto com a regra que deve cercar um certame justo e proporcional.”

Em live nas redes sociais logo após a decisão, Marçal disse estar sendo censurado. Em nota, afirmou ser alvo de perseguição política.

“Esta ação não apenas viola os princípios democráticos mais básicos, mas também representa uma tentativa flagrante de silenciar uma voz que ressoa com milhões de paulistanos. É um ataque direto não apenas a Pablo Marçal, mas à própria democracia e ao direito dos cidadãos de São Paulo de escolherem livremente seus representantes.”

Fonte: G1

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São Paulo

Após alegar negativa ‘momentânea’, Prefeitura de SP volta a descumprir decisão judicial e nega aborto legal

por Redação 26 de agosto de 2024

Após alegar ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a recusa para a realização de um aborto legal foi “momentânea”, a Prefeitura de São Paulo deixou de realizar outros procedimentos, mesmo com previsão legal, e encaminhou ao menos duas pacientes para a rede estadual de saúde.

Atualmente, é permitida a realização do aborto legal, sem prazo da idade gestacional, em três circunstâncias no Brasil: quando a mulher engravida após ser vítima de violência sexual, quando é confirmada a anencefalia do feto ou quando há risco de vida à mãe.

Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, de fevereiro deste ano, obrigou a Prefeitura a realizar o aborto legal em outras unidades municipais de referência depois da suspensão do serviço de aborto legal do Hospital Municipal e Maternidade da Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte da capital, em dezembro de 2023. A unidade era a única do estado que realizava o procedimento em casos de gestações com mais de 22 semanas.

A Secretaria Municipal da Saúde diz que atende às demandas de aborto a partir de determinação legal, mas a reportagem da GloboNews mapeou pelo menos três casos recentes em que mulheres vítimas de violência sexual procuraram hospitais apontados como referência pela Prefeitura para a realização do aborto e tiveram o atendimento negado. Duas delas só conseguiram fazer o aborto legal em uma unidade do governo estadual. As vítimas terão sua identidade preservada.

Questionado sobre as determinações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para a Prefeitura de São Paulo responder sobre as recusas dos abortos, o prefeito Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, afirmou que “o magistrado não tem condição de definir o serviço melhor do que o médico”.

“A gente não deixou de fazer o atendimento do aborto legal, não deixamos de fazer. Se for o procedimento dentro da legalidade, isso vai ser feito aqui. Nem o Alexandre do Moraes tem melhor condição de definir do que o médico que tá lá na ponta, no dia a dia, com todo respeito ao nosso ministro Alexandre de Moraes”, disse Nunes.

Falta de equipe
Em um deles, uma paciente procurou o Hospital Municipal Tide Setúbal, na Zona Leste da capital. Ela foi atendida por um médico, assistente social e psicóloga, e recebeu um coquetel contra doenças sexualmente transmissíveis por causa da violência sexual que sofreu e, em seguida, foi informada de que o hospital estava com “falta de equipe”.

Em vez de ser direcionada para outra unidade municipal, como determina uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, ela foi encaminhada diretamente para o Hospital da Mulher, gerido pelo governo estadual.

No encaminhamento obtido pela GloboNews, uma assistente social escreve que a paciente deu entrada no hospital com histórico de abuso sexual, que realizou os exames confirmando a gestação. Na sequência, a funcionária indica a mulher para a equipe do Programa Aborto Legal justificando que a unidade estava sem equipe “no momento”.

O hospital citado foi o Hospital da Mulher. Mesmo com exames feitos dias antes, a paciente precisou refazê-los e também repetir seu relato à equipe.

“Eu fui informada de que os exames que eu estava em posse não serviam para o Hospital da Mulher. Eles só usavam o ultrassom feito dentro da unidade e aí eu precisei relatar novamente (a violência sexual). É invasivo, eu precisei relatar os detalhes do que aconteceu, até porque existe um preenchimento de alguns documentos”, contou.

“É uma situação muito delicada, né? Desde o motivo de eu estar lá e a forma que eu fui tratada, estando no primeiro atendimento e depois precisando repetir tudo isso, se eu tivesse um primeiro apoio ali na primeira vez, a situação teria se resolvido antes. Então eu acabei passando, vamos dizer, 10 dias a mais. Com esse sofrimento, querendo que acabasse logo, um pesadelo”, completou.

A Prefeitura diz que atende às demandas do aborto legal (leia mais abaixo).

Seis consultas e questionamentos
Outro caso mapeado pela GloboNews é o de uma mulher vítima de estupro que levou mais de um mês para conseguir fazer o aborto legal. De acordo com Projeto Vivas, organização que atende mulheres em busca do procedimento, foram seis consultas na rede municipal, sem sucesso. O primeiro atendimento foi no Hospital Municipal do Campo Limpo, na Zona Sul, quando foi informado pela assistente social e pela enfermeira que ela não conseguiria fazer o procedimento porque a médica estava de férias.

A paciente foi encaminhada para o Hospital Municipal Mário Degni, na Zona Oeste, onde a mesma médica também trabalha. Um outro atendimento foi marcado para a semana seguinte, mas o médico que a atenderia faltou à consulta. No quinto atendimento feito no mesmo hospital, ela é informada pela equipe que é necessário que um familiar “autorize” o procedimento (a paciente não é menor de idade).

De acordo com a instituição que a acompanhou, a paciente passou de 22 semanas de gravidez e durante o processo ouviu diversos questionamentos da equipe médica, como “ninguém faz aborto com gravidez tão avançada”, “já pensou em adoção?”, “muitas mulheres passaram por isso e são mães guerreiras”, “se você quer a interrupção você sabe que vai ter que enterrar este feto”. O procedimento também só foi feito em uma unidade estadual, no Hospital da Mulher, na semana passada.

Uma outra vítima de estupro também compareceu ao Hospital Municipal Mário Degni, na Zona Oeste, no dia 8 de julho. Na época, ela estava com cerca de 12 semanas de gestação e foi informada que o local não fazia o aborto legal, sem encaminhá-la para nenhum outro serviço de saúde.

Mudança no padrão da recusa
A defensora pública do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (Nudem) de São Paulo, Paula Sant’Anna, afirma que sempre houve barreiras para que mulheres vítimas de violência sexual tivessem acesso ao aborto legal na capital paulista, mas notou que nos últimos meses houve uma mudança na forma de atendimento e no encaminhamento das pacientes que procuram o serviço na cidade.

“Verificamos que após a suspensão do atendimento do abortamento pelo Hospital Vila Nova Cachoerinha [em dezembro de 2023], que era referência no serviço tanto municipal e estadual como nacional, houve mais dificuldades e mais barreiras para que essas mulheres pudessem valer esse direito”, explica.

Segundo a defensora, a maioria das mulheres não estava conseguindo acessar o serviço por estarem com gestação acima de 22 semanas, com a alegação de falta de equipe especializada para realizar o procedimento. Recentemente, o Nudem também passou a receber casos de meninas e mulheres que estão em fase inicial de gestação, entre 4 a 6 semanas, que não estavam conseguindo ter acesso ao abortamento legal sob a mesma justificativa.

“Algumas dessas mulheres têm recebido o encaminhamento para realizar o atendimento no Hospital da Mulher, que é estadual. Ou seja, não há encaminhamento para os demais serviços do município. Lembrando que a Prefeitura declara que há quatro serviços municipais que realizam a interrupção de gestação nas hipóteses legais. Mas também há casos de mulheres que não recebem nenhum encaminhamento e só recebem as informações pela Defensoria Pública”, completa Paula Sant’Anna.

Procurada com as informações citadas acima, a Secretaria Municipal da Saúde informou “que atende às demandas de aborto a partir de determinação legal e em observância à legislação, reafirmando seu compromisso com o acolhimento da população sem discriminação e com responsabilidade humanitária”. “Conforme determinado em lei, dados sobre atendimento de aborto legal são protegidos por sigilo visando resguardar o anonimato de pacientes”, afirma a nota.

Fonte: G1

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Segurança

Como o PCC atua para garantir que a Cracolândia não acabe nunca

por Redação 26 de agosto de 2024

Uma investigação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) mostrou que agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) atuavam com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para transferir usuários da Cracolândia sob pedido de propina.

Segundo as informações do MP, os GCMs espalhavam os usuários de droga para uma região de comércio, em seguida, extorquiam os lojistas a pagarem cerca de 50 mil reais por mês para retirá-los do local e migrarem, mais uma vez, para outra área de comércio.

O Fantástico deste domingo (25) teve acesso, com exclusividade, aos detalhes dessa investigação, que mostram como o PCC se organizou e dominou toda a região central de São Paulo. São depoimentos em áudio e vídeo de testemunhas protegidas.

O grupo criminoso também atuava em outras frentes para garantir a lucratividade da Cracolândia. Uma das testemunhas diz que integrantes da GCM – Guarda Civil Metropolitana – e um policial avisavam os traficantes das operações com antecedência.

Outra ação acontece por meio da exploração da mão de obra dos dependentes químicos em ferros-velhos clandestinos.

Testemunha: Esses ferros velhos são depósitos de esconderijo de drogas.
Promotor: Você sabe se o crime, os criminosos aí, integrantes do PCC, foram comprando esses hotéis e prédios velhos aí na região?
Testemunha: Sim, sim, sim.
Os hotéis, por sua vez, funcionam como um “QG do crime” para armazenar as drogas. Uma região central para a milícia é a Favela do Moinho, que se tornou uma base do PCC e também serve como depósito de armas e drogas.

O que dizem as partes envolvidas
O guarda Antônio Carlos Oliveira nega, de forma veemente, as acusações.

A defesa do GCM Elisson de Assis também alega inocência e diz que o agente “tem uma empresa de monitoramento. Essa empresa totalmente legal. Várias testemunhas confirmam que são clientes da empresa dele e que nunca foram coagidas a contratar a empresa”.

Já o advogado da agente Renata Scorsafava diz que “ela sempre trabalhou no serivço administrativo” e “nunca teve envolvimento direto e indireto com essa questão de milícia”.

A Prefeitura de São Paulo disse que “desconhece a atuação de milícias na cidade” e que “repudia qualquer tentativa de uso do episódio para comprometer a credibilidade da corporação” e que apura “eventual enriquecimento ilícito por parte dos agentes públicos municipais”.

Fonte: fantástico

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Eleições

Como o funk passou a fazer parte da eleição à prefeitura de São Paulo

por Redação 23 de agosto de 2024

Um dos gêneros mais ouvidos no Brasil, o funk está no meio da disputa eleitoral à prefeitura de São Paulo. É o que mostraram vídeos envolvendo a GR6 e a Love Funk, produtoras que dominam o estilo. Publicados nas redes sociais na semana passada, eles viralizaram com rapidez. Desde então, causam climão não apenas entre funkeiros, mas também entre rappers.

Tudo começou quando Rodrigo Oliveira, dono da GR6, postou em seu perfil no Instagram um vídeo no qual Ricardo Nunes (MDB) — atual prefeito e candidato à reeleição — faz uma visita à produtora. Na legenda, o empresário disse que “muitos estão achando que política é brincadeira” e afirmou que Nunes faz “um grande trabalho à música urbana” da cidade.

No dia seguinte, a Love Funk passou a fazer parte da disputa eleitoral. O perfil da produtora postou no Instagram um vídeo em que o candidato Pablo Marçal (PRTB) aparece na empresa ao lado do dono, Henrique Viana, também conhecido como Rato da Love. Nas cenas, os dois riem enquanto tentam “agarrar” uma carteira de trabalho — fazendo alusão à recente briga entre Marçal e Guilherme Boulos (PSOL) no acalorado debate eleitoral da semana passada.

A repercussão
Os vídeos causaram polêmica e viraram assunto entre músicos e fãs de funk ou rap —gêneros com origens que se cruzam em aspectos raciais e econômicos, por terem nascido em comunidades majoritariamente pobres e negras.

“Sou funkeiro com orgulho. Amo esse movimento que mudou a minha vida, porém, não compactuo, não fecho, não apoio e fico triste ao ver esse tipo de pessoa tendo abertura tão fácil no nosso movimento”, afirmou Hariel, em um vídeo publicado no story do Instagram.

“Assistir esses caras se aproximando de nós, falando que vai fazer isso ou aquilo é a mesma coisa que ver um lobo falando pros carneiros que vai virar vegetariano depois que se eleger. Só acredita quem é trouxa mesmo. Você, que é o público, toma cuidado aí com essas campanhas.”

Desde então, outros artistas começaram a se posicionar — até mesmo gente de fora de São Paulo e de outras produtoras.

É o caso do rapper mineiro Djonga, dono de faixas como “Leal” e “Corra”. Ele escreveu no Instagram: “Nessa eleição, tem político fingindo que gosta de funk, tem político fingindo que gosta de rap, tem até político fingindo que é da política”.

“Lamentável ver o rap e o funk, música incontestavelmente marginalizada, apoiando posições políticas decadentes”, escreveu no X (o antigo Twitter) o trapper carioca Filipe Ret, de “Neurótico de guerra” e “Good vibe”.

A relação entre Marçal e o funk
Na mesma semana, o fã de funk e sociólogo Thiago Torres, conhecido como Chavoso da USP, fez um post viral como resposta às produtoras. Em um vídeo, ele uniu registros de diferentes momentos de Marçal. Em um deles, o candidato aparece na Love Funk, celebrando a cultura funkeira. No outro, faz uma palestra debochando do movimento.

“Esse povo é doente. Acabaram com as músicas. Eu não dou conta de ouvir as músicas desse tempo por um único motivo. Não é porque é secular, mundano, não é isso, não. É porque instala drive mental de corno, instala drive mental de derrotado, instala drive mental de preguiçoso, instala drive mental de estuprador, instala drive mental de vagabundo. E aí você canta a música. Você vai virando um estuprador sem ver, você vai virando um vagabundo sem ver. E quando você olhar para a sua família, você vai destruir ela sem você perceber, porque isso vai virando você: essas músicas de cornos e vagabundos”, continua o ex-coach na palestra que, no vídeo postado pelo Chavoso da USP, é exibida ao lado de outras imagens do candidato. Nessas cenas paralelas, ele aparece rindo ao lado de funkeiros como MC Gui e Ryan SP.

O g1 questionou a assessoria de Marçal sobre suas declarações críticas ao funk, assim como a data da palestra em que elas foram feitas, mas não teve retorno até a última publicação deste texto.

Entre o apoio e o repúdio
O post do Chavoso da USP atraiu comentários de funkeiros famosos como DJ Rennan da Penha e MC Rebecca. Eles repudiaram a fala do candidato. Mais do que isso, a publicação pôs no debate os músicos que, no vídeo, aparecem ao lado do ex-coach.

Em posts no feed do Instagram, MC Gui abraça Marçal e o elogia. Além disso, canta sua faixa “Sonhar” trocando parte da letra para “vote no nosso futuro prefeito Marçal”. O funkeiro paulistano estourou em 2011 com o hit de ostentação “O Bonde Passou”, que sampleia “Baby”, de Justin Bieber.

Já o MC Ryan SP, que aparece no post do Chavoso da USP, negou apoio ao candidato: “Está rolando um vídeo antigo onde apareço abraçado ao lado de uma pessoa que está se candidatando a um cargo político. Muitos dos meus fãs estão achando que estou apoiando bandeira de ciclano ou beltrano”.

Cantor dos sucessos “Tubarão Te Amo” e “Let’s Go 4”, Ryan prefere se mostrar neutro. “Eu não estou apoiando ninguém. Inclusive, é uma falta de respeito essas páginas editarem em um vídeo dando a entender que estou compactuando com isso ou aquilo. Nada contra quem compactua, mas eu prefiro ser neutro.”

Ryan não é o único a surfar na neutralidade. Aliás, quem tenta agora fazer isso são as próprias produtoras pivô da polêmica: a GR6 e a Love Funk.

Produtoras neutras?
Como o vídeo de Nunes na GR6 foi publicado no perfil do Rodrigo Oliveira (o empresário da produtora), a marca alega que nunca apoiou o candidato.

Henrique Viana (o dono da Love Funk) nega que sua produtora esteja promovendo alguma campanha eleitoral. Ao g1, ele diz que o post de Marçal feito no perfil da empresa não significa apoio.

“A gente ia fazer aqui um projeto para ajudar artistas novos e alguém falou que o Pablo Marçal queria vir. Foi isso. Não é que eu vou apoiar ele. A gente tá aberto pra todo mundo que quiser. A gente é uma empresa. Não vamos recusar receber nenhum político. Se eles têm uma ideia, a gente vai querer saber”, argumenta Henrique. “Se algum dia eu precisar defender algum político, eu vou fazer.”

Henrique diz ainda que as piadas com a carteira de trabalho — que ele fez ao lado de Marçal — eram apenas “uma brincadeira”, porque “todo mundo nas redes” está reproduzindo a briga dos candidatos em esquetes de humor. “Se o Boulos quiser vir aqui, será recebido.”

O g1 entrou em contato com a assessoria de Boulos, mas o candidato do PSOL não quis comentar o assunto.

A assessoria de Nunes não respondeu até a última publicação deste texto.

Fonte: G1

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Eleições

Pela 7ª vez, Justiça Eleitoral determina retirada do ar de vídeos com ofensas de Pablo Marçal contra Boulos

por Redação 23 de agosto de 2024

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) concedeu nesta quinta-feira (22) mais dois pedidos de liminares determinando que o candidato Pablo Marçal (PRTB) retire das redes sociais vídeos que atacam a honra do adversário Guilherme Boulos (PSOL).

Com essas duas novas decisões, Marçal já acumula sete derrotas na Justiça Eleitoral contra Boulos.

Os juízes Claudia Barrichello e Murillo D’Avila Vianna Cotrim analisaram novos pedidos feitos pela campanha do PSOL que violam a lei eleitoral e a imagem pessoal do adversário, e consideraram que o candidato do PRTB tem o “único objetivo de apenas difamar o concorrente”.

Ao atender ao novo pedido do PSOL para retirada de outro vídeo, o juiz Murillo D’Avila Vianna Cotrim pediu uma manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE) sobre as recorrentes violações de Marçal à lei eleitoral.

Na quinta-feira (22), o promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior deu parecer favorável para que Marçal seja multado no valor máximo previsto em lei e pediu pela 2ª vez que a Polícia Federal investigue o candidato do PRTB por “indícios da prática de crimes contra a honra” do adversário.

“No que tange à dosimetria da multa, esta deverá ser fixada no patamar máximo, uma vez que o representado vem insistindo em ataques contra a honra do representante, valendo-se de meio de fácil e rápida propagação, atingindo um número significativo de eleitores. (…) Agora, dos novos fatos trazidos na inicial, identifica-se reiteração criminosa, razão pela qual requeiro seja encaminhada cópia integral da presente representação à Polícia Federal, para instauração de novo inquérito policial”, completou.

O g1 procurou a campanha do PRTB, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1

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