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São Paulo

São Paulo

Governo de SP deverá garantir banhos com água aquecida para detentos de todas as unidades prisionais após acordo com a Defensoria

por Redação 15 de agosto de 2024

O governo de São Paulo deverá garantir o fornecimento de água aquecida para banho em todas unidades prisionais paulistas após acordo firmado com a Defensoria Pública na última sexta (9).

De acordo com a Defensoria, o compromisso foi assinado com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e tem como objetivo garantir o fornecimento regular de água aquecida para o banho dos detentos.

O direito era pleiteado pelos defensores em discussões com o estado há mais de dez anos.

A assinatura foi feita no Tribunal de Justiça e mediada pelo ministro Herman Benjamin, presidente eleito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e pelo desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, chefe do Poder Judiciário estadual.

A defensoria ainda informou que a prática de instalar chuveiros aquecidos em áreas comuns nas unidades já era adotada em algumas unidades pela SAP, mas havia a necessidade de padronizar o fornecimento.

Em janeiro deste ano, o g1 mostrou que um relatório da Defensoria Pública apontou irregularidades na Penitenciária Feminina da capital, que fica onde funcionava o Carandiru, Zona Norte. Entre elas estava a falta de água quente para banho, fornecida apenas em alguns períodos do dia.

Metas
Com a assinatura do acordo, o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 90 dias para apresentar um Plano de Trabalho, que deverá ter a relação das unidades que já contam com número adequado de equipamentos por usuários e a indicação de solução para as unidades faltantes.

Conforme a Defensoria, há também o prazo de 18 meses para o cumprimento total da obrigação por parte do estado. Esse cumprimento será acompanhado semestralmente por defensores.

Já o descumprimento, total ou parcial, implicará ao estado multa diária de R$ 10 mil, limitada a 30 dias, que se reverterá para o Fundo Penitenciário.

Fonte: G1

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Cracolândia

MP denuncia à Justiça GCMs e ex-agentes de SP suspeitos de formação de milícia na Cracolândia

por Redação 15 de agosto de 2024

O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta quinta-feira (15) dois guardas-civis metropolitanos da cidade de São Paulo e outros dois ex-agentes por suspeita de participação em milícia que atuava na região da Cracolândia, no Centro de São Paulo.

O ex-agentes e ex- agentes são acusados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/Núcleo Capital) de formação de “milícia particular para a prática de crimes de concussão contra comerciantes da região central da cidade”.

Outros três agentes e um ex-agente foram denunciados por comércio ilegal de armas.

Foram apresentadas denúncias contra:

Elisson de Assis – ex-GCM – denunciado por atuação em milícia
Tiago Moreira da Silva – GCM – denunciado por atuação em milícia
Antônio Carlos Amorim Oliveira – GCM denunciado por atuação em milícia
Renata Oliva de Freitas Scorsafava – GCM – denunciado por atuação em milícia
Rubens Alexandre Bezerra – ex-GCM, denunciado por comércio ilegal de armas
Edno Souza da Silva – GCM – denunciado por comércio ilegal de arma
Ednaldo de Almeida passos – GCM denunciado por comércio ilegal de arma
Odair José Gonçalves Rodrigues – ex-GCM – denunciado por comércio ilegal de arma
Rubens Bezerra, Elisson de Assis, Antônio Carlos e Renata Scorsafava estão presos.

Segundo a denúncia, eles “exigiram, para si, direta ou indiretamente, em razão da função de guardas-civis metropolitanos, vantagem indevida consistente em ‘taxa de proteção’ ou ‘segurança privada’ de comerciantes da região central da cidade”.

Através das investigações, os promotores descobriram que os guardas recebiam dinheiro dos comerciantes através de depósito na própria conta ou nas de parentes e terceiros.

“A tese acusatória se respalda nos dados referentes ao Relatório de Inteligência Financeira (RIF) nº 107933.7.212.13047, produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que apontou diversas operações financeiras atípicas, as quais, somadas aos elementos de informação produzidos no presente procedimento, constituem indícios suficientes do crime de lavagem de bens, direitos e valores de origem ilícita, notadamente as atividades ilícitas de constituição de milícia e concussões”, disse o documento do Gaeco.

O g1 procurou o Comando da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e a Prefeitura de São Paulo, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Operação Salus et Dignitas

Os quatro guardas municipais tinham sido alvo, em 06 de agosto, de uma megaoperação do Gaeco que desmantelou uma rede de crimes na região Central, incluindo ação de guardas e criminosos associação à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Operação Salus et Dignitas cumpriu 117 mandados de busca e apreensão na capital paulista em endereços ligados aos investigados.

Na época, a Justiça também havia expedido 46 mandados de sequestro e bloqueio de bens e de suspensão de atividade econômica de 44 prédios comerciais.

Mais de R$ 155 mil em espécie foram apreendidos na ação, 122 celulares, 23 computadores, 78 veículos e 96 HDs, USBs e pendrives.

No mesmo dia da operação, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que a gestão municipal “desconhece milícia” na capital após a operação que prendeu guardas-civis municipais suspeitos de serem milicianos na Cracolândia.

Como funcionava o esquema

Em um ano de investigação, promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e policiais identificaram que a quadrilha se dividia em cinco grupos de atuação na Cracolândia:

Ferros-velhos: empresários são suspeitos de explorar mão de obra de dependentes químicos. Os usuários furtavam fios de energia da rede pública, deixando semáforos e postes sem luz, e trocavam o cobre presente neles por drogas. Nesses locais foram encontradas crianças e adolescentes participando desse comércio irregular.
Milícia de GCMs: GCMs, policiais militares e policiais civis são suspeitos de se articularem numa milícia para extorquir dinheiro de comerciantes em troca de proteção. De acordo com a investigação, o grupo chegou a conseguir cerca de R$ 6 milhões em propina no período de quase um ano.
Receptação de celulares: comerciantes libaneses são suspeitos de montarem um esquema de receptação de celulares roubados e furtados e depois revender as peças. Os celulares eram levados a eles por grupos criminosos como as ‘gangues da bicicleta’ (que usam as bikes para fugir depois de roubar e furtar telefones de pedestres).
Hotéis e hospedarias: rede de hotéis e hospedarias mantida pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) que servem para armazenar drogas e abrigam até “tribunais do crime” (julgamentos internos da facção criminosa feitos por seus membros). Dentro desses locais, segundo a investigação, ocorre a exploração sexual de mulheres que são obrigadas a se prostituir para comprar drogas. Há denúncias da presença de menores de 18 anos de idade sendo exploradas. Um dos imóveis é conhecido como ‘prédio do sexo’, onde ocorre a exploração da prostituição. Não é crime pessoas maiores de idade se prostituírem, mas explorar a prostituição é. Outros prédios já eram conhecidos da polícia por abrigarem celulares roubados e furtados. Os imóveis chegaram a ser chamados de ‘ninhos de celulares’.
Favela do Moinho: a comunidade erguida ao lado da linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) se tornou uma base do PCC. Dali saem as ordens para a tráfico de drogas na Cracolândia. A favela também serve como depósito de armas e drogas. Segundo a investigação, criminosos usavam um detector de radiofrequência para ouvir as conversas operacionais da PM e, desse modo, se anteciparem às operações. Para terem controle da comunidade realizavam “tribunais do crime”, nos quais membros da facção e até moradores que descumprissem regras internas poderiam ser punidos.

Fonte: G1

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São Paulo

Caixa-preta do avião da Voepass gravou gritos e pergunta do copiloto sobre ‘dar potência’ à aeronave

por Redação 15 de agosto de 2024

O gravador de voz da cabine do avião ATR-72 que caiu em Vinhedo (SP) na última sexta-feira (9) registrou conversas do copiloto sobre “dar potência” à aeronave minutos antes da queda, além de gritos na aeronave.

As informações foram obtidas com exclusividade pelo Jornal Nacional. O acidente provocou a morte de todas as 62 pessoas que estavam na aeronave operada pela Voepass, antiga Passaredo, incluindo os quatro tripulantes.

As cerca de duas horas de transcrição foram feitas pelo laboratório de leitura e análise de dados do Centro de Investigação e Prevenção e Acidentes (Cenipa), vinculado à Força Aérea.

Segundo os investigadores, a análise preliminar dos dados indica que o ATR 72-500 perdeu altitude de forma repentina. E que a análise do áudio da cabine, sozinha, não é capaz de cravar uma causa aparente para a queda.

Conversa do copiloto, gritos e estrondo
A transcrição do áudio da caixa-preta mostra que, ao perceber que o avião estava perdendo sustentação, o copiloto Humberto de Campos Alencar e Silva perguntou o que estava acontecendo.

Disse que era preciso “dar potência” – uma tentativa de estabilizar a aeronave e impedir a queda. O que, infelizmente, não foi possível.

Cerca de um minuto se passou entre a constatação da perda de altitude e o choque do avião contra o solo. Neste tempo, segundo os investigadores, o áudio registra que a tripulação tentou reagir.

A gravação é finalizada com gritos e com o estrondo do choque da aeronave contra o chão.

Causa ainda é investigada
O ATR 72-500 tem as hélices da parte de cima da fuselagem, muito próximas da cabine de comando. O que, segundo investigadores, provocou muito barulho e aumentou a dificuldade para decifrar os diálogos gravados.

Mesmo assim, em uma análise preliminar, o Cenipa não identificou sons característicos de alertas que poderiam “guiar” a investigação sobre as causas: o alarme de presença de fogo, de falha elétrica ou de pane no moto, por exemplo.

Os dados da caixa-preta, nessa primeira avaliação, ainda não permitem confirmar ou descartar a principal hipótese levantada pelos especialistas nos últimos dias: a de que o avião teria caído em razão da formação de gelo nas asas, seguida de uma perda de estabilidade (“estol”, no jargão).

A confirmação da causa do acidente vai depender da análise de mais registros das caixas-pretas – e da combinação de todas essas informações.

O relatório preliminar sobre o caso deve ficar pronto em 30 dias. Nesse prazo, os investigadores esperam desvendar o “contexto” da tragédia – considerado nebuloso até o momento.

Apuração envolve França e Canadá
Engenheiros da empresa francesa ATR, fabricante do avião, e da canadense Pratt&Whitney, fabricante do motor, passaram a manhã desta quarta na sede do Cenipa, em Brasília.

Os trabalhos têm o auxílio também de representantes da BEA e da TSB, órgãos responsáveis pela segurança dos voos nos dois países e com profundo conhecimento dos sistemas desse modelo de aeronave.

A participação das equipes estrangeiras nesse trabalho faz parte de acordos internacionais de cooperação, sempre que acontece um acidente aéreo como o da última semana.

Fonte: G1

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São Paulo

Cheque de R$ 65 milhões é entregue à Prefeitura de SP para a compra do terreno do Parque do Bixiga

por Redação 15 de agosto de 2024

A Prefeitura de São Paulo recebeu, nesta segunda-feira (12), um cheque de R$ 65 milhões para a construção do Parque do Bixiga, na região central da capital. O valor, destinado à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, é apenas para a compra do terreno.

O cheque foi entregue pela Universidade Nove de Julho (Uninove) após a Justiça ter homologado um acordo de R$ 1 bilhão com o Ministério Público.

Em 2013, durante as investigações da máfia dos fiscais, os promotores descobriram que a universidade pagou R$ 5,6 milhões para dois agentes da prefeitura não fiscalizarem a instituição, de maneira que a empresa deixasse de recolher impostos num período de quase 10 anos, entre 2003 e 2012.

O acordo de improbidade administrativa no valor de R$ 1 bilhão é o maior já fechado pelo Ministério Público do estado e previa o destino de ao menos R$ 51 milhões da multa pelo não recolhimento de tributos justamente para o Parque do Bixiga.

Ainda serão arrecadados recursos para a elaboração de um projeto e criação do parque. O projeto de lei para a criação do parque foi aprovado no dia 2 de julho pela Câmara de São Paulo.

Na próxima segunda-feira (19), será realizada uma reunião no Ministério Público de São Paulo para a discussão referente ao projeto e ao nome do parque. Estarão presentes entidades da sociedade civil, a Secretaria do Meio Ambiente e o promotor Silvio Marques, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da capital.

A criação do Parque do Bixiga coloca fim à disputa entre o dramaturgo Zé Celso, fundador do Teatro Oficina Uzyna Uzona, e de Silvio Santos. Dono do local desde a década de 80, o Grupo Silvio Santos pretendia construir três prédios de até 100 metros de altura onde hoje será o parque.

Há vereadores que querem homenagear Zé Celso, e outros, Silvio Santos.

Zé Celso defendia que a construção dos prédios prejudicaria as atividades culturais do teatro e desconfiguraria o projeto da arquiteta Lina Bo Bardi. O Teatro Oficina também foi inscrito no Livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo das Belas Artes, pelo Iphan (Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional) em 24 de junho de 2010.

O tombamento determina os padrões para a preservação das características do espaço, e delimita como entorno a área de proteção visual em frente ao Viaduto Júlio de Mesquita Filho.

Durante anos, Zé Celso e Silvio Santos se reuniram diversas vezes para tentar resolver o impasse do terreno. O dramaturgo morreu em um incêndio em julho do ano passado sem ver o sonho do Parque Bixiga ser concretizado.

Projeto arquitetônico
O secretário do Meio Ambiente, Rodrigo Ravena, afirmou à TV Globo que o projeto do Parque do Bixiga vai ser escolhido por meio de um concurso organizado pelo IAB, o Instituto dos Arquitetos do Brasil. A organização determinará quais serão as regras, os prêmios e quem vai ser a comissão julgadora.

Além disso, há pedidos ainda informais por parte da futura obra do Metrô da linha 19-Celeste para utilizar parte do terreno do Bixiga para instalar o canteiro de obras. A linha ligará Guarulhos ao Anhangabaú.

Fonte: G1

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Transporte

Associação do Metrô e CPTM contrata empresa para assumir a bilhetagem do transporte público em SP sem licitação

por Redação 14 de agosto de 2024

A empresa Autopass, que foi contratada para ficar responsável pelo Sistema Top e de bilhetagem do Metrô, CPTM e EMTU de São Paulo, foi escolhida sem passar pelo processo de licitação.

Ela foi escolhida pelo Abasp Mobility Clearing House, uma associação, sem fins lucrativos, criada pelo Metrô, o Consórcio Metropolitano de Transportes e a CPTM, em outubro de 2019.

A Abasp é responsável pelo sistema de bilhetagem do transporte público em São Paulo:

Trem
Metrô
EMTU
Seis meses depois de ser criada, a associação escolheu a empresa Autopass para cuidar do serviço.

Autopass, o conselho e a Abasp têm um funcionário em comum: o Fernando Manual Mendes Nogueira, empresário que tem cargos em todas as empresas.

Ele é presidente da Abasp
Administrador do Consórcio Metropolitano de Transportes
Sócio do fundo de investimentos da Autopass

O Metrô e a CPTM entram como associados especiais da Abasp. Em nenhum momento foi divulgando quanto a Abasp recebe da bilhetagem.

Segundo a Abasp, os valores de remuneração não são informados pois o contrato possui “cláusula de confidencialidade”.

O Metrô e a CPTM informaram que entre abril de 2020 e novembro de 2022 repassaram juntos R$ 35,5 milhões como contribuição associativa e depois disso não fizeram mais repasses para custear o sistema.

Em julho deste, o Tribunal de Contas do Estado questionou o governo da ausência de licitação no processo. Já que garantiria o melhor serviço, pelo melhor preço.

Segundo o conselheiro Robson Marinho, não foi apresentada qualquer norma legal, específica e justificava válida pela escolha.

O que diz a Abasp
A empresa informou que o sistema é baseado na geração de receitas alternativas, como rendimento de aplicações financeiras. Sobre os cargos de Fernando Manual Mendes Nogueira no Conselho e na Autopass, a Abasp informou que não monitora ou fiscaliza os investimentos pessoais dos seus conselheiros e a contratação da Autopass foi aprovada com unanimidade pelo conselho, no qual o Metrô e a CPTM fazem parte.

O Consórcio Metropolitano de Transportes e a Autopass não se manifestaram.

O que diz o Metrô e a CPTM
O Metrô e a CPTM informaram que “mantém rígidos programas de integridade e compliance, a contratação da operadora de bilhetagem ocorreu exclusivamente entre entidades privadas sem qualquer envolvimento direto das empresas públicas”.

O que diz o governo de SP
O governo do estado disse que esse modelo de associação foi adotado com base em estudos técnicos e jurídicos e que não tem intenção de alterá-lo, já que há vantagens econômicas, técnicas e operacionais.

Fonte: G1

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São Paulo

Padre Julio Lancellotti registra ocorrência por ameaça e injúria: ‘comer grama pela raiz’, diz post contra religioso em rede social

por Redação 14 de agosto de 2024

O padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, registrou um boletim de ocorrência por ameaça e injúria na tarde desta terça-feira (13), na Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

Segundo o registro do caso, um perfil com 50 mil seguidores e com nome de Paulo Sposito comentou em uma publicação no sábado (10), em uma página que compartilha ocorrências policiais, que Lancellotti é responsável pela “invasão e o aumento de noias furtando no bairro Mooca”, Zona Leste da capital paulista.

O comentário ainda disse que o padre teria de ser transferido para outro local ou “comer grama pela raiz”. No perfil, o suspeito se identificou como pró-armas e “presidente da AF dos CACs do Brasil”, segundo a denúncia.

Além do Instagram, também pelo Facebook teriam sido deixadas mensagens pela mesma pessoa com ameaças.

O padre expôs uma publicação nas redes sociais e decidiu representar na delegacia após conversar com seu advogado.

“A situação é bastante difícil e às vezes difícil de compreender essa onda de ódio. Nós vamos enfrentar as dificuldades de tantas pessoas em situação de rua sem fomentar o ódio e sem ameaças e violência, mas buscando propostas e sugestões que levem a encontrar caminhos”, afirmou o padre à TV Globo.

Procurada sobre a abertura do inquérito e sobre a pessoa que fez a ameaça, a Secretaria da Segurança Pública informou que “a Polícia Civil investiga os crimes de ameaça e injúria contra um padre, de 75 anos, ocorridos por meio das redes sociais no último sábado (10). A vítima foi ouvida e representou contra o suspeito. A equipe da unidade analisa os elementos apresentados para identificar o autor.”

O suspeito aparece nas redes em fotos com armas e políticos. O g1 não conseguiu contato com o suspeito até a última atualização.

Fonte: G1

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São Paulo

Força-tarefa do IML identifica 56 dos 62 mortos de acidente aéreo em SP

por Redação 14 de agosto de 2024

A força-tarefa do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo identificou nesta quarta-feira (14) 56 dos 62 mortos na última sexta-feira (9) no acidente aéreo com a Voepass em Vinhedo, interior do estado.

Os reconhecimentos dos outros seis corpos ainda não têm prazo para terminar. Peritos avaliam a possibilidade de submeter ao menos quatro deles a exames de DNA para comparar seus materiais genéticos com os de parentes.

Segundo a Superintendência da Polícia Técnico-Científica:

15 corpos foram identificados por radiografias odontológicas;
37 mortos acabaram identificados pela impressão digital;
4 foram identificados por ambos os métodos.
Todos os 58 passageiros e quatro tripulantes morreram na queda do avião por politraumatismo, de acordo com os peritos.

Os nomes dos mortos identificados não foram divulgados pelo IML. Segundo a reportagem apurou, entre as vítimas 27 vítimas liberadas para suas famílias estão:

DANILO SANTOS ROMANO, de 35 anos (piloto do avião da Voepass; morava em São Paulo e trabalhava na companhia aérea desde 2022);
DANIELA SCHULZ FODRA (fisiculturista e mulher do passageiro Hiales Carpine Fodra; morava em Naviraí, Mato Grosso do Sul);
HIALES CARPINE FODRA, de 33 anos (policial rodoviário federal e marido de Daniela Schultz Fodra; nascido em Moreira Sales, Paraná, morava em Naviraí, Mato Grosso do Sul);
HUMBERTO DE CAMPOS ALENCAR E SILVA, de 61 anos (copiloto do avião da Voepass)
JOSÉ CARLOS COPETTI, de 45 anos (gerente de logística, morava em Jacareí, no interior de São Paulo). Ele foi velado e será cremado em São José dos Campos, interior de São Paulo;
PEDRO GABRIEL GUSSON DO NASCIMENTO, de 26 anos (analista de pesquisa de mercado, morador de Bom Jesus dos Perdões, SP). Ele será velado e enterrado em Atibaia, no interior paulista;
RAFAEL FERNANDO DOS SANTOS, de 41 anos (programador e pai da menina de Liz Ibba dos Santos, de 3 anos; morava em Florianópolis)
TIAGO AZEVEDO BILER, 40 anos (engenheiro de produção estava em Cascavel a trabalho)

Familiares das vítimas identificadas já providenciaram os trâmites para as cerimônias de despedida delas em suas cidades. As identificações dos mortos foram feitas por reconhecimento de digitais e outros meios, como radiografias, exames odontológicos de arcadas dentárias, tatuagens etc.

O IML aguarda documentos pessoais das vítimas não identificadas para fazer a liberação desses corpos para seus parentes.

O voo 2283 da Voepass ia de Cascavel, no Paraná, para Guarulhos, na Grande São Paulo. Todas as pessoas que estavam nele morreram.

A Aeronáutica apura as causas da queda da aeronave que atingiu duas residências no Condomínio Recanto Florido, no bairro Capela. Não há registro de vítimas entre moradores ou de quem estava no solo.

A Polícia Federal e a Polícia Civil também investigam separadamente as causas e responsabilidades pelo acidente. O Ministério Público (MP) acompanha as investigações. A companhia aérea afirmou em nota que o avião que caiu estava apto a voar e sem restrições.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem que viram vídeos do momento em que o avião caiu, entre as hipóteses para explicar o acidente está a possibilidade de que as asas da aeronave tenham ficado cobertas por gelo durante o voo, causando instabilidade e a queda.

De acordo com Humberto Alves Barbosa, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), no dia do acidente as temperaturas nas nuvens na região por onde a aeronave passou estavam em torno de -42º C.

“Isso tráz muita instabilidade do ponto de vista meteorológico pra qualquer aeronave dentro dessa situação”, falou o professor à TV Globo.

Fonte: G1

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São Paulo

Sócio da UPBus investigado por ligação com PCC, advogado sai da cadeia 1 dia após ser preso em SP

por Redação 14 de agosto de 2024

A Justiça de São Paulo concedeu o benefício da prisão domiciliar ao advogado Ahmed Saleh, sócio da empresa de ônibus UPBus, investigado por ligação com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ahmed teve a prisão temporária decretada em julho, mas foi preso apenas na última terça-feira (6), em Mogi das Cruzes (SP), no âmbito da Operação Decurio, que cumpriu 20 mandados de prisão e bloqueou mais de R$ 8 bilhões de pessoas e empresas suspeitas de ligação com o crime organizado.

No entanto, na quarta-feira (7), um dia após a prisão do suspeito, a juíza da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital converteu a prisão temporária em domiciliar.

Para manter o benefício, Ahmed deverá comparecer a todos os atos processuais para os quais for intimado, não poderá sair da cidade sem autorização judicial e terá de comunicar qualquer mudança de endereço.

O Ministério Público chegou a solicitar o uso de tornozeleira eletrônica, mas a Justiça negou o pedido.

A magistrada concedeu o benefício pelo fato de Ahmed ser advogado. O artigo 7º do Estatuto da Advocacia diz que é direito do advogado: “não ser recolhido preso, antes de sentença transitada em julgado, senão em sala de Estado Maior, com instalações e comodidades condignas […], e, na sua falta, em prisão domiciliar”.

Relatório de investigação apresentado pela Polícia Civil à Justiça aponta que Ahmed teve “conversas suspeitas” com Silvio Luis Pereira, o “Cebola”, sócio da UPBus que está foragido;
Cebola é apontado pela polícia como controlador da UPBus e como um dos chefes do PCC;
O documento também diz que Ahmed teria ameaçado policiais na cidade de Ubatuba, no litoral paulista;
Ahmed, segundo a polícia, teria se utilizado da profissão para tentar blindar as atividades ilícitas da organização criminosa e auxiliado na exploração do tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro.
Auditoria na UPBus

A Prefeitura de São Paulo contratou uma organização privada para realizar auditoria independente nas empresas de ônibus Transwolff e a UPBus, que atuam respectivamente nas Zonas Sul e Leste da capital.

As duas são investigadas desde abril deste ano por suposta ligação com o PCC e estão sob intervenção do Executivo após determinação judicial (entenda mais abaixo).

A contratação foi publicada no Diário Oficial de 2 de agosto pela Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram). Quem realizará a auditoria será a Fundação Carlos Alberto Vanzolini pelo valor de R$ 1.540.000.

Em nota ao g1, a pasta informou que o objetivo é “prestar serviços de avaliação independente dos processos de operação e gestão nas concessionárias Transwolff e UPBUS, com o objetivo de dar apoio ao trabalho das equipes dos comitês de intervenção nas duas empresas”.

“As empresas citadas seguem sob intervenção da gestão municipal, por deliberação da Justiça e determinação da Prefeitura. As equipes de intervenção também já realizam as análises do cumprimento dos contratos de concessão pelas operadoras sob intervenção, priorizando a manutenção da prestação de serviço de transporte público à população”, ressaltou.

Por meio de nota, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini (FCAV) informou que realmente “está sendo contratada para realizar uma avaliação externa independente para apoiar a SETRAN e não para realizar auditorias externas nas empresas, como foi divulgado”.

“A avaliação externa independente terá o objetivo fornecer subsídios à Administração Pública Municipal para fins de maior entendimento sobre a viabilidade econômico-financeira e operacional das empresas para fins de tomada de decisão”, disse a entidade.

A Fundação Vanzolini é uma organização sem fins lucrativos, criada há 57 anos e gerida pelos professores do departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Operação Fim da Linha

Em 9 de abril deste ano, uma operação realizada pelo Ministério Público, Polícia Militar, Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) prendeu dirigentes das duas empresas de ônibus, que operam na capital paulista, por suspeita de envolvimento com o PCC.

Ao todo, foram cumpridos 52 mandados de busca e apreensão na operação. As ações ocorreram na capital, Grande São Paulo e em cidades do interior paulista.

Segundo o MP, No imóvel de um de Luiz Carlos Efigênio Pacheco, dono da Transwolff, foram encontrados diversos fuzis, revólveres, além de dinheiro e joias. O advogado de Pacheco, Dr. Roberto Vasco Teixeira Leite, afirmou, por meio de nota, “que nunca foram encontrados fuzis e drogas na residência do Sr Luiz”.

Já o presidente afastado da UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, foi preso no dia 16 de julho.

Segundo a denúncia do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Transwolff e a UPBus receberam mais de R$ 5,3 bilhões da prefeitura desde 2015, ano da assinatura dos primeiros contratos de concessão com a SPTrans, para operação de linhas de ônibus nas zonas Sul e Leste da cidade.

O Ministério Público protocolou denúncia contra 10 dirigentes e integrantes da Transwolff e 18 dirigentes e integrantes da Upbus. A Justiça aceitou e os tornou réus. Eles são acusados de crimes como organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Lavagem de dinheiro e tráfico
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus, e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes desta cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados para que transferissem o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

No caso da UPBus, o Ministério Público afirmou que os diretores integravam a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da UPBus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvos de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na UPBus.

Fonte: G1

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São Paulo

Artista plástica que atacou atendentes de mercado em SP e agrediu PM no rosto vira ré; Justiça mantém prisão

por Redação 14 de agosto de 2024

A Justiça tornou ré e manteve a prisão, na terça-feira (13), da artista plástica, de 52 anos, que atacou atendentes de um mercado em Perdizes, Zona Oeste de São Paulo. Em 31 de julho, Rita Aparecida Longhini foi abordada pela Polícia Militar e presa em flagrante por desacato e injúria racial na Rua Caiubí, depois de dar um tapa no rosto do PM (veja mais abaixo).

O juiz da 27ª Vara Criminal de São Paulo avaliou que há indícios e apuração suficientes no inquérito policial para que Rita agora passe a responder a um processo.

Anteriormente, o Ministério Público deixou de oferecer o acordo de não persecução penal (ANPP) a ela por conta de o caso ter envolvido violência. O ANPP é um mecanismo na lei pelo pacote anticrime, em vigor desde 2019, quando o investigado pode confessar e reparar o dano cometido. Em troca, o MP pode determinar prestação de serviços à comunidade, pagamento de multa ou outras condições.

A defesa da ré disse em nota encaminhada ao g1 que lamenta o ocorrido e que Rita foi “diagnosticada com quadro de transtorno mental, paciente psiquiátrica e faz uso de medicamentos controlados”.

“A defesa analisará todas as provas e responderá a acusação formal, dentro do processo penal, quando é garantido o contraditório e a ampla defesa”, disse o advogado Bruno Ortega.

Agressão e xingamentos

O caso foi filmado quando a confusão começou ainda na unidade da Oxxo e no momento da prisão da suspeita. O registro no mercado foi obtido pelo g1 no domingo (4).

Policiais militares foram chamados depois que duas vítimas, funcionárias de um mercado Oxxo, contaram que a suspeita entrou no local e passou a ofendê-las.

O vídeo mostrou quando ela chamou as mulheres de “vagabundas” e uma delas de “traficante”. Segurando um cachorro pela guia, Rita ainda atirou produtos contra as vítimas, jogou bebida no chão e derrubou equipamentos do local. Uma das vítimas estava em ligação falando com a polícia.

À polícia, uma das trabalhadoras contou que a cliente entrou no estabelecimento e passou a xingar a colega. Segundo o depoimento, Rita a teria chamado também de “macaca”.

“Essa traficante, ela não vai mais viver no meu bairro. Você vai ser a segunda, ou terceira”, disse Rita às funcionárias.

Policial agredido

Em seguida, a mulher passou a insultar também os policiais e resistiu à abordagem, ainda segundo a SSP. Um deles foi agredido.

Um vídeo mostrou quando o PM tentou conversar com a suspeita e fez perguntas. Com falas desconexas, ela comentou que “tem uma traficante que trabalha ali”, apontou, e citou que “tinha provas no telefone”.

Na sequência, o PM perguntou se ela ia escutar o que ele tinha a dizer, e ela respondeu que “não ia escutar nada”. “O senhor vai passar muito bem e tomar no meio do seu c*”, falou.

Ao ser informada que seria levada à delegacia, a agressora atingiu o policial no rosto e foi derrubada.

O caso foi registrado como injúria racial, injúria, resistência e desacato no 91° DP (Ceasa). Rita Aparecida Longhini teve a prisão em flagrante convertida em preventiva no dia 1° de agosto.

À Justiça, segundo apurado pelo g1, a defesa dela tentou a liberdade, alegando que ela é dependente de álcool e de entorpecentes, além de ser diagnosticada com transtorno de borderline.

Um relatório médico diz que ela é acompanhada desde maio deste ano por dependência de álcool, cocaína e borderline —transtorno caracterizado principalmente pela instabilidade e alterações extremas de humor e impulsividade, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.

Ao g1, a rede Oxxo encaminhou uma nota sobre o caso:

“A rede OXXO confirma a ocorrência no último dia 31 de julho na loja localizada na Rua Caiubi, 1387. A companhia informa que acionou imediatamente as autoridades competentes e que está prestando todo o suporte aos colaboradores envolvidos”.

Fonte: G1

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São Paulo

Fita branca com alianças une caixões de casal vítima de queda de avião em SP

por Redação 13 de agosto de 2024

Uma fita branca com alianças une dois caixões de um casal vítima da queda do avião ATR-72 da Voepass, em Vinhedo (SP), na sexta-feira (9). O acidente aéreo deixou 62 vítimas, sendo 58 passageiros e quatro tripulantes.

Os corpos da fisiculturista Daniela Schulz Froda e do marido dela, o policial rodoviário Hiales Carpine Froda, foram velados na segunda-feira (12) em Santa Rosa, Noroeste do Rio Grande do Sul, cidade onde a mulher nasceu.

Há cinco anos, eles moravam no município de Ubiratã, no Paraná. Eles embarcaram no voo entre Maringá (PR) e Guarulhos (SP) para seguir em viagem para os Estados Unidos, onde Daniela participaria de uma competição.

Na despedida, amigos e parentes de Daniela prestaram homenagens às vítimas.

A irmã de Daniela conta que, há pouco mais de 10 dias, a família foi ao Paraná visitá-la.

O velório continua nesta terça-feira (13) na cidade de Moreira Sales, no Paraná. O sepultamento do casal será no mesmo dia, às 10h, na cidade paranaense.

Daniela publicou os momentos anteriores ao embarque no avião que saiu de Cascavel. No vídeo, comenta sobre a viagem que faria com o esposo e a escala de voo que teriam em Guarulhos.

Outros três gaúchos estavam no voo:

André Armindo Michel, representante comercial de 52 anos que nasceu e morava em Campo Bom;
Debora Soper Avila, de 29 anos. Ela era uma das comissárias de bordo do avião, natural de Porto Alegre;
Diogo Avila, pelotense de 42 anos que estava construindo uma carreira na indústria farmacêutica.
Os familiares ainda aguardam a liberação dos corpos.

Fonte: G1

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