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Segurança

São PauloSegurança

Briga familiar termina em tiros e morte na região central de SP

por Redação 4 de março de 2026

Uma discussão entre familiares terminou em violência e m0rt3 na manhã desta quarta-feira (4), no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. Um homem atirou contra o próprio irmão, agrediu o tio com coronhadas e, em seguida, disparou contra a própria cabeça, morrendo no local.

De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas por volta das 11h para atender a uma ocorrência de desentendimento familiar na Rua Conselheiro Furtado. A briga começou durante a visita de um dos envolvidos a parentes em um apartamento e evoluiu para agressões físicas e disparos de arma de fogo.

O irmão e o tio do agressor foram socorridos e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vergueiro. Até a última atualização, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Fonte: G1

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Segurança

Print reforça suspeita de controle de tenente-coronel sobre PM encontrada morta em SP

por Redação 4 de março de 2026

Um print de conversa obtido pela família da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, indica que o tenente-coronel da PM Geraldo Neto afirmava ter acesso e controle sobre as redes sociais da esposa. Gisele morreu com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo. O caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita.

De acordo com o advogado da família, José Miguel Silva, a mensagem reforça indícios de controle e violência psicológica. No conteúdo, o tenente-coronel teria utilizado o perfil da esposa para repreender um primo dela após supostamente visualizar uma conversa entre os dois. Ele afirmou que o homem estaria “conversando demais” com Gisele.

Segundo o advogado, o primo respondeu de forma cordial — “eu sou primo dela, a gente foi criado juntos, legal, vamos marcar um churrasco” —, mas o marido teria encerrado de maneira ríspida: “não quero que fique de conversa”. “Ele tinha acesso e total controle às redes sociais dela”, afirmou José Miguel Silva ao g1.

A defesa sustenta que o material integra um conjunto de indícios de relacionamento abusivo. Conforme o advogado, Gisele era impedida de manter contato com familiares, usar maquiagem, frequentar academia sozinha e insistia na separação.

A morte ocorreu em 18 de fevereiro. Inicialmente registrada como suicídio, a ocorrência passou a ser tratada como morte suspeita. Nesta terça-feira (3), a Polícia Militar informou, por nota, que o tenente-coronel pediu afastamento das funções. “A Polícia Militar informa que o tenente-coronel encontra-se afastado de suas funções, a pedido”, diz o comunicado.

Em depoimento inicial, Geraldo afirmou que discutiu com a esposa após ela manifestar desejo de se separar. Disse que foi tomar banho e, cerca de um minuto depois, ouviu um disparo. Ao sair do banheiro, relatou ter encontrado Gisele caída na sala, ferida na cabeça e segurando uma arma dele. Segundo ele, acionou as autoridades em seguida.

A família contesta a versão de suicídio e afirma que Gisele sofria violência psicológica. Parentes relataram no 8º Distrito Policial que ela era perseguida e proibida de usar perfumes, batom e salto alto, além de só poder frequentar academia acompanhada do marido.

A perícia utilizou luminol e identificou sangue ainda não identificado no box do banheiro onde o coronel afirmou estar no momento do disparo. O laudo necroscópico concluiu que o tiro foi efetuado com o cano da arma encostado no lado direito da cabeça.

O exame residuográfico deu negativo para as mãos da soldado e também para as do tenente-coronel. A investigação realiza novos exames para determinar quem efetuou o disparo.

O casal vivia junto desde 2024. A filha de Gisele, de sete anos, morava com eles, mas não estava no apartamento no momento da morte.

O 8º DP avalia a possibilidade de solicitar a exumação do corpo para esclarecer dúvidas sobre as circunstâncias da morte, medida que depende de autorização judicial. Apesar das incertezas, Geraldo ainda não é formalmente considerado investigado. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

No boletim de ocorrência, o coronel afirmou que as discussões do casal teriam sido motivadas por ciúmes de Gisele, após boatos na Corregedoria da PM de que ele teria amantes. Ele declarou ainda que passaram a dormir em quartos separados e que mantinha sua arma guardada no armário de um dos quartos.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista arrasta agente do Detran durante abordagem e foge no Tocantins

por Redação 3 de março de 2026

Um agente de fiscalização do Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran-TO) foi arrastado por um carro durante uma abordagem às margens da TO-080, próximo à entrada da Ponte Governador José Wilson Siqueira Campos, que liga Luzimangues a Palmas. O caso ocorreu no dia 1º de março e foi divulgado nas redes sociais pela página Achei em Palmas.

No vídeo, um carro vermelho aparece parado sob uma tenda de fiscalização. O agente está ao lado da porta do motorista quando o veículo começa a se mover em marcha à ré. O servidor se agarra ao automóvel e é arrastado por alguns metros. Em seguida, um homem desce do carro e se afasta do local.

De acordo com o Detran, durante a abordagem o condutor admitiu não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O agente também constatou que o licenciamento do veículo estava vencido desde 2022.

Ainda segundo o órgão, ao ser informado das irregularidades, o motorista tentou deixar o local. Diante da situação, foi dada ordem de parada, mas o condutor fugiu.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que foi registrado boletim de ocorrência por desobediência à ordem de parada durante ação de fiscalização. A Polícia Militar foi acionada para realizar buscas, mas o motorista não foi localizado. O caso é investigado pela Polícia Civil do Tocantins.

Fonte: G1

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Segurança

Pai é preso após jogar combustível na filha de 2 anos e ameaçar incendiar carro em Sumaré

por Redação 3 de março de 2026

Um homem de 34 anos foi preso por tentativa de homicídio na noite desta segunda-feira (2), em Sumaré (SP), após jogar combustível na filha de 2 anos, no carro em que estavam e nele próprio. Segundo a polícia, ele enviou mensagens de áudio à ex-companheira ameaçando incendiar o veículo com ambos dentro.

“Ó, a polícia tá atrás de mim, tá bom? Vou por fogo no carro com tudo dentro, tá bom? Só para você saber quem sou eu”, disse o suspeito em um dos áudios.

De acordo com a delegada Nathália Cabral, o casal manteve relacionamento por cinco anos, até a separação no fim do ano passado. A mulher deixou a casa alegando não suportar o comportamento e as agressões do então companheiro. Posteriormente, permitiu que ele mantivesse contato com a filha, já que o relacionamento entre pai e criança era considerado bom.

Imagens mostram que, durante a tarde, o homem foi a um posto de combustíveis em Hortolândia (SP), onde abasteceu dois galões e também o tanque do carro. Após isso, buscou a filha na casa da avó e saiu com ela.

Segundo a delegada, ele começou a enviar áudios à ex-companheira questionando sobre o fim de semana dela. As mensagens evoluíram para ameaças: “Vem aqui me encontrar, senão eu vou tacar fogo no carro, comigo e com a criança dentro”.

Ao receber os áudios, a mãe procurou a Polícia Militar e informou a localização do veículo. Os policiais localizaram o suspeito, que tentou fugir. Durante a perseguição, ele capotou o carro com a criança dentro. A menina sofreu ferimentos leves e ficou muito assustada, conforme a PM. O homem não se feriu.

Ainda segundo a polícia, ao abordarem o veículo, os agentes constataram que o combustível já havia sido despejado no interior do carro, na criança e no próprio suspeito. Um dos galões estava aberto.

O homem foi autuado por tentativa de homicídio qualificado, ameaça e sequestro. A Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em flagrante para preventiva.

Fonte: G1

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Segurança

Morte de PM com tiro na cabeça será reconstituída; família cobra investigação como feminicídio

por Redação 2 de março de 2026

A Polícia Civil realiza nesta segunda-feira (2) a reconstituição da morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, no Brás, região central de São Paulo. A medida integra as investigações conduzidas pela Corregedoria da PM e pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do caso.

Gisele era casada desde 2024 com o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. A morte ocorreu em 18 de fevereiro, no imóvel do casal, na Rua Domingos Paiva. Segundo a versão apresentada pelo oficial, a policial teria atirado contra a própria cabeça após uma discussão, enquanto ele estava no banho.

Em depoimento, Geraldo afirmou que ouviu um barulho que inicialmente interpretou como o de uma porta batendo. Ao sair do banheiro, disse ter encontrado a esposa ferida no chão do quarto. Gisele foi socorrida ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu.

O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial do Brás e acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento, o tenente-coronel não é considerado suspeito.

A família da vítima contesta a hipótese de suicídio e defende que o caso seja apurado como feminicídio. Parentes afirmam que Gisele vivia um relacionamento abusivo e tumultuado. Segundo relatos apresentados à polícia, ela era proibida de usar salto alto e batom e só podia vestir roupa de academia na presença do marido. Também teria se afastado gradualmente de amigos e familiares após o casamento.

“Era um relacionamento doentio, ele tinha um sentimento de posse. Ele exercia um controle absurdo na vida dela, inclusive a proibindo de ter contato com a família”, afirmou o advogado da família, José Miguel da Silva Júnior.

A mãe da policial, Marinalva, declarou à TV Globo que a filha nunca tiraria a própria vida. “Jamais tiraria a própria vida. Ela tinha sonhos e planos. O sonho dela era viver e dar o melhor para a filha. Era muito amorosa. Só tinha amor e amava a vida, e todo dia minha filha dizia que sofria violência psicológica”, disse.

Familiares relatam ainda que, dias antes da morte, Gisele teria pedido ajuda ao pai para deixar o apartamento, alegando que não suportava mais a situação. Apesar disso, decidiu permanecer após afirmar que tentaria conversar novamente com o marido. Segundo a família, ela planejava pedir o divórcio e enfrentava resistência do companheiro. A filha da policial, de 7 anos, teria presenciado discussões e conflitos dentro de casa.

Em seu depoimento, o tenente-coronel relatou que o relacionamento era conturbado e que, na manhã do ocorrido, teria ido ao quarto da esposa para propor a separação. Ele afirmou ainda que foi alvo de boatos sobre um suposto relacionamento extraconjugal, que teriam provocado crises de ciúmes. As discussões teriam se tornado frequentes e o casal passou a dormir em quartos separados.

Segundo o oficial, após uma discussão, entrou no banheiro e, cerca de um minuto depois, ouviu o barulho. Ao sair, encontrou Gisele ferida. Ele declarou manter uma arma de fogo sobre o armário no quarto onde dorme — arma que foi utilizada na m0rt3 da policial.

A Polícia Civil aguarda resultados de perícias, incluindo a análise da trajetória do disparo, para esclarecer o caso.

Fonte: G1

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Segurança

Pedido de cigarro termina em agressão no Centro de SP e versões opostas marcam caso

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma publicitária de 34 anos foi agredida na madrugada de domingo (22) após uma confusão em um bar na Rua 13 de Maio, no Bixiga, região central de São Paulo. O caso foi registrado como lesão corporal e é investigado pelo 5º Distrito Policial (Consolação).

De acordo com o boletim de ocorrência, a agressão começou depois que a mulher pediu um cigarro ao dono do estabelecimento. A esposa dele, que também é proprietária do bar, teria acusado a publicitária de “dar em cima” do marido. A vítima sofreu lesões no olho e no nariz.

Vivian Cardoso relatou que havia participado de um bloco de carnaval na Barra Funda e, em seguida, seguiu com uma amiga para o aniversário de um amigo. No trajeto, pararam em um bar onde a amiga conhecia o proprietário de vista.

“Eu fui falar com ele porque estava procurando cigarro e perguntei: ‘e aí, tem cigarro?’”, contou. Segundo ela, a esposa do comerciante reagiu imediatamente, questionando se ela estava “dando em cima” do marido.

Vivian afirma que tentou encerrar a situação e ir embora. “Eu falei que não era isso e saí andando. Mas aí ela veio pra cima de mim, me arranhou e eu caí no chão. O pessoal separou e até o marido dela falou: não, nada a ver, você não estava dando em cima.”

Após o episódio, a publicitária e a amiga seguiram para outro bar, onde ocorria a festa de aniversário. Ela relata que, mais tarde, voltou a cruzar com a comerciante e amigas na rua.

“Ela jogou uma long neck. Eu já estava do outro lado da rua e a garrafa não me acertou. Depois, ela falou que ia me arregaçar. Eu caí no chão e vieram duas amigas dela. Eu fiquei no chão sendo agredida o tempo todo”, disse.

Vivian afirma que não reagiu às agressões. Segundo ela, protegeu o rosto para evitar ferimentos mais graves, já que tem 15 graus de miopia e chegou a perder a lente do olho esquerdo durante a confusão. Amigos teriam interferido para encerrar as agressões.

A vítima procurou atendimento médico, passou por hospital, realizou exame no IML e registrou boletim de ocorrência por lesão corporal. No registro, autorizou a fotografia das lesões e manifestou intenção de representar criminalmente.

Procurada, a comerciante confirmou que houve agressão, mas alegou legítima defesa. “Defendi minha dignidade, minha honra. Ela me insultou por diversas vezes e eu só me defendi”, afirmou. Segundo ela, pretende processar a publicitária por difamação. “Não aconteceu nada do jeito que ela falou. Ela está querendo me prejudicar.”

A Secretaria da Segurança Pública informou que o caso foi registrado como lesão corporal no domingo (22) e encaminhado ao 5º Distrito Policial (Consolação), que analisa as informações e realiza diligências para esclarecer os fatos.

Fonte: G1

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Segurança

PM morta com tiro na cabeça avisou que pediria divórcio dias antes; caso é tratado como suspeito

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo, passou a ser investigada como suspeita pela Polícia Civil. O caso ocorreu na quarta-feira (18).

O marido da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, afirmou que a esposa tirou a própria vida. Segundo o registro policial, ele acionou a corporação relatando que Gisele havia disparado contra a própria cabeça. Em depoimento, declarou que minutos antes havia comunicado à mulher que desejava a separação. Disse ainda que ela se exaltou, bateu a porta do quarto e, enquanto ele tomava banho, ouviu um disparo. Ao entrar no cômodo, afirmou tê-la encontrado caída, com a arma na mão.

Após chamar a polícia e o resgate, o oficial relatou ter ligado para um amigo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

A investigação foi reclassificada após familiares contestarem a versão de suicídio e relatarem um relacionamento marcado por controle e violência psicológica. Parentes afirmam que a soldado mudou de comportamento após o casamento, em 2024. Segundo a tia, “a alegria dela a gente viu que se apagou”.

De acordo com os relatos, o oficial impunha restrições à rotina da esposa: ela seria impedida de usar salto alto, batom ou roupas de academia; seus perfumes ficariam guardados no quartel; não poderia manter contato com familiares e deveria andar de cabeça baixa para não olhar para outras pessoas.

A filha de 7 anos da soldado, de um relacionamento anterior, teria presenciado episódios de violência psicológica e demonstrado medo de retornar à residência do casal.

Cinco dias antes da morte, Gisele informou ao marido e à família que pediria o divórcio. Segundo parentes, ela ligou para o pai pedindo ajuda para sair de casa, afirmando que não suportava mais a pressão. A família também relata que, após o anúncio da separação, o tenente-coronel enviou um vídeo em que apontava uma arma para a própria cabeça, em tom de ameaça.

A Polícia Civil aguarda laudos periciais, especialmente sobre a trajetória do disparo, para esclarecer as circunstâncias da morte. Após o falecimento, o oficial solicitou autorização para retornar ao apartamento para tomar banho, alegando que ficaria um período fora. O pedido foi inicialmente negado, mas posteriormente autorizado.

A família defende que o caso seja investigado como feminicídio. “Foi uma tragédia anunciada. Vamos buscar a justiça”, declarou um parente. Gisele estava em fase profissional estável e se preparava para atuar no Tribunal de Justiça Militar, objetivo que, segundo a família, era um de seus sonhos.

O Fantástico informou que tentou contato com o tenente-coronel, mas não houve retorno até a última atualização. A Polícia Civil afirmou que o inquérito segue em andamento, com acompanhamento da Polícia Militar.

Fonte: G1

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Segurança

Corpo esquartejado é achado dentro de mala em córrego na Zona Sul de SP

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Um corpo esquartejado foi encontrado na tarde desta quinta-feira (19) na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, na altura do número 4.470.

Segundo informações iniciais, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada por funcionários de uma empresa que realiza obras na via. Os trabalhadores relataram ter localizado uma bolsa de viagem com forte odor dentro de um córrego às margens da estrada.

Ao abrirem a bagagem, os agentes encontraram partes de um corpo humano. Equipes permanecem no local para preservar a área e auxiliar nos trabalhos da perícia.

Até a última atualização, não havia confirmação sobre a identidade da vítima nem informações sobre suspeitos. O caso será investigado pelas autoridades competentes.

Fonte: G1

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Segurança

Turista americana relata furto na Lapa e prejuízo de US$ 40 mil durante o carnaval

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Uma turista americana afirmou ter sido vítima de furto enquanto passava de carro por aplicativo pela Lapa, na região central do Rio de Janeiro, durante o carnaval. O relato foi publicado nas redes sociais por Amber Berumen.

Segundo ela, um homem aproveitou que a janela do motorista estava aberta para puxar o celular que estava em sua mão. Amber contou que desceu do veículo e tentou correr atrás do suspeito em direção aos Arcos da Lapa, mas foi impedida por um comparsa, que bloqueou sua passagem. Ela afirmou que conseguiu se desvencilhar, mas perdeu o criminoso de vista.

De acordo com o relato, após o furto, os responsáveis acessaram suas contas e realizaram transações financeiras. Amber disse que a conta ficou negativada em mais de 40 mil dólares.

A turista também afirmou que os criminosos acessaram seu e-mail, alteraram a senha e mudaram o idioma da conta para português.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira grupo chinês ligado ao PCC por lavar R$ 1 bilhão com venda de eletrônicos

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Uma operação conjunta da Polícia Civil, do Ministério Público (MP) e da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foi deflagrada nesta quinta-feira (12) contra uma organização criminosa chinesa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é investigado por lavar dinheiro e ocultar bens por meio da comercialização de produtos eletrônicos.

A ação, batizada de Operação Dark Trader, ocorreu nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A Justiça paulista autorizou o cumprimento de três mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

Um integrante do PCC e uma mulher que trabalha no grupo Knup Brasil foram presos. Já o proprietário da empresa, um cidadão chinês, está na China e não foi detido. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Durante a operação, quatro carros de luxo foram apreendidos.

Segundo as investigações, a Knup e o PCC teriam utilizado quatro empresas de fachada para sonegar mais de R$ 1 bilhão em um período de sete meses. O esquema tinha como finalidade a sonegação de impostos e a ocultação de recursos para driblar órgãos de controle.

Tanto a organização chinesa quanto o PCC lucravam com o esquema. O principal alvo da operação foi a Knup, empresa chinesa que atua há 20 anos no Brasil na venda de equipamentos como computadores, aparelhos de som e relógios.

De acordo com a apuração, a empresa utilizava sua plataforma digital de comércio online para vender os produtos, mas os valores das transações não eram destinados diretamente ao grupo. O dinheiro era redirecionado para contas de empresas de fachada, duas delas ligadas diretamente ao PCC.

O esquema também incluía a emissão de notas fiscais frias com valores inferiores aos reais, por meio de outro grupo de empresas fictícias. A TV Globo informou que tenta contato com a Knup para que a empresa se manifeste sobre as acusações.

A Operação Dark Trader mobilizou mais de 140 agentes das forças de segurança e fiscalização de São Paulo. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um integrante do PCC com antecedentes por tráfico de drogas, roubo e receptação.

As investigações apontam ainda que a Knup utilizava membros de facções criminosas como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto padrão, com o objetivo de blindar patrimônio.

“Um criminoso faccionado foi preso nesse contexto de utilizar essa estrutura criminosa chinesa, vamos pôr assim dizer, para lavar dinheiro. Então logo é possível a gente concluir que o PCC como estrutura criminosa também esteja utilizando esse esquema de lavagem do que a gente identificou hoje”, afirmou o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, em entrevista à TV Globo.

“Nós vamos tentar jogar essa rede mais longe e olhar para mais distante para ver se isso é uma coisa de uma pessoa que está presa ou se é uma estrutura ajudando outra estrutura criminosa”, acrescentou o delegado.

Conforme a força-tarefa, a funcionária e o proprietário da Knup participavam do envio de grandes quantias às empresas fictícias, coordenando a emissão de notas fiscais frias e a redistribuição dos recursos. Contadores ligados ao grupo atuavam na formalização de documentos e na fragmentação dos valores.

Ao todo, 18 pessoas e 14 empresas são investigadas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos computadores, equipamentos eletrônicos e quatro veículos de luxo.

A Justiça bloqueou 36 contas bancárias atribuídas à organização, com valores que somam R$ 1 bilhão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do MP paulista, obtiveram o sequestro judicial desse montante.

Também foram sequestrados R$ 25 milhões em imóveis de luxo, automóveis de alto padrão, dezenas de contas bancárias em nome de laranjas e diversas aplicações financeiras.

Segundo as autoridades, a organização utilizava engenharia financeira complexa para desviar e pulverizar recursos, dificultando o rastreamento. O esquema funcionava com vendas realizadas por uma empresa principal do grupo, pagamentos redirecionados para empresas de fachada, emissão de notas fiscais frias por terceiros, uso de “contas-balde” para concentrar valores e posterior pulverização dos recursos em contas de terceiros e laranjas.

Fonte: G1

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