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Segurança

Segurança

Governo publica decreto com regras para disciplinar uso da força pelas polícias; veja principais pontos

por Redação 24 de dezembro de 2024

O governo federal publicou nesta terça-feira (24) o decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública para regular o uso da força por policiais de todo o país. O texto foi divulgado no Diário Oficial da União (DOU).

Entre os principais pontos, a publicação diz que a arma de fogo só poderá ser usada por profissionais da segurança pública como último recurso.

➡️Também determina que armas de fogo não poderão ser utilizadas contra:

pessoa desarmada que esteja em fuga;
e veículo que desrespeite o bloqueio policial.
Nos dois casos, o uso de arma será válido se houver risco ao profissional de segurança ou a terceiros.

Essas diretrizes específicas são semelhantes ao que já estava disposto em uma norma anterior do Ministério da Justiça, que estava em vigor desde 2010.

➡️Outro trecho do decreto diz que é necessário que haja planejamento nas operações e que as ações sejam realizadas adotando medidas para “prevenir ou minimizar o uso da força e para mitigar a gravidade de qualquer dano direto ou indireto que possa ser causado a quaisquer pessoas”.

No entanto, a publicação não traz as regras detalhadas. O texto apresenta princípios gerais e prevê que normas complementares serão publicadas posteriormente pelo Ministério da Justiça.

O g1 apurou que esse detalhamento será feito por meio de uma portaria do ministro Ricardo Lewandowski que foi discutida ao longo de 2024 com especialistas em segurança pública e policiais.

Na prática, o decreto assinado agora pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garante poderes à pasta comandada por Lewandowski para detalhar novas regras sobre os temas.

As diretrizes não serão impostas aos estados e ao Distrito Federal, que comandam as Polícias Militares, as Polícias Civis e as Polícias Penais (que atuam nos presídios).

As normas são obrigatórias para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal (que atua nos presídios federais), corporações subordinadas ao governo federal.

A nova norma sobre uso da força policial tem o objetivo de atualizar uma portaria do Ministério da Justiça que foi editada em 2010.

?Além de atualizar o texto, ela traz novidades como a regulamentação sobre o uso de algemas, a necessidade de planejamento e filmagem de grandes operações — pontos que deverão estar na portaria que será publicada pelo ministério — e a criação de um Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força que vai produzir informações sobre mortes causadas por policiais e mortes de policiais.

Veja os principais pontos:

Uso da força
➡️Segundo as novas regras, um policial ou agente de segurança poderá usar a força:

quando outros recursos não forem suficientes;
e o nível de força utilizado seja compatível com a ameaça apresentada pela pessoa envolvida.
O texto traz que o policial, ao empregar força, deve agir sempre “com bom senso, prudência e equilíbrio, de acordo com as circunstâncias do caso concreto”. E ele deve assumir a responsabilidade caso haja uso inadequado.

➡️Os profissionais de segurança pública também não podem discriminar qualquer pessoa com base em:

  • raça
  • etnia
  • cor
  • sexo
  • orientação sexual
  • língua
  • religião
  • opinião política ou de outra natureza
  • nacionalidade
  • origem social
  • deficiência
  • situação econômica”

➡️O texto também prevê que o Ministério da Justiça crie um Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força. Será um grupo com participação da sociedade civil que vai monitorar e centralizar dados sobre os números de mortes causadas por policiais e sobre mortes de policiais.

Capacitação
A capacitação dos profissionais de segurança está prevista no decreto publicado hoje. Eles serão obrigados a fazer anualmente algum tipo de treinamento sobre o uso da força.

➡️Além disso, os procedimentos adequados de emprego de arma de fogo e outros instrumentos não letais deve ser apresentado no conteúdo abordado nos treinamentos.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Assaltantes se entregam após fazerem reféns em agência bancária na Grande SP

por Redação 23 de dezembro de 2024

Uma agência do Banco do Brasil foi alvo de uma tentativa de assalto na manhã desta segunda-feira (23), durante a qual duas pessoas foram mantidas como reféns. O caso ocorreu na cidade de Vargem Grande Paulista, localizada na Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo informações da Polícia Militar o banco foi invadido pelo grupo de criminosos por volta das 10h. As ruas da região foram isoladas e o Grupo de Ações Táticas da PM, o Gate, foi acionado. O helicóptero da PM, o Águia, sobrevoou a região.

A PM afirma que havia cinco ladrões dentro da agência bancária mantendo dois reféns próximos à abertura de um cofre. Uma mulher suspeita de integrar a quadrilha foi presa nos momentos iniciais da ação policial.

Imagens das redes sociais mostraram a avenida isolada e policiais posicionados na frente do banco durante o ocorrido. Comerciantes do entorno afirmaram para O GLOBO que a polícia solicitou que todas as lojas da avenida, que tem diversos comércios, fossem fechadas.

A agência invadida pelos assaltantes fica localizada na Avenida Elias Alves da Costa, no centro de Vargem Grande Paulista.

Por volta das 14h, os homens libertaram os reféns e se entregaram à polícia. A PM diz que não houve disparo de tiros e que a situação se resolveu por meio de negociação.

O Banco do Brasil agradeceu, à Polícia Militar em nota e disse que “disponibilizou atendimento médico e psicológico imediato às vítimas.

No início da tarde os policiais ainda estavam fazendo uma varredura no prédio da agência para se certificar de que não haveria outros assaltantes no local ou algum funcionário do banco que tenha se escondido dos criminosos.

Fonte: OGLOBO

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São PauloSegurança

Diretor do Deic e delegado de SP são afastados após serem citados em delação sobre corrupção policial; deputado foi mencionado

por Redação 20 de dezembro de 2024

Dois delegados de São Paulo foram afastados preventivamente pelo governo estadual após terem seus nomes citados na delação premiada que Vinicius Gritzbach deu ao Ministério Público (MP) sobre o envolvimento de policiais civis corruptos com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Além deles, um deputado que também é delegado foi mencionado pelo empresário na denúncia que ele fez sobre corrupção policial antes de ser assassinado no mês passado (saiba mais abaixo).

As informações sobre os delegados citados foram divulgadas na quinta-feira (19) pelo SBT. Nesta sexta-feira (20), a TV Globo, a GloboNews e o g1 apuraram que eles foram afastados. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) foi procurada para comentar o assunto, mas não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.

Gritzbach era empresário do ramo imobiliário, lavava dinheiro para policiais e membros da facção criminosa. Por esse motivo, ele também era investigado pelas autoridades por corrupção.

Os delegados afastados são Fabio Pinheiro Lopes, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com sede na capital, e Murilo Fonseca Roque, de uma delegacia de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Além dos dois policiais civis, o deputado estadual Antônio Olim (PP), foi citado na delação de Gritzbach. Olim é delegado, mas já estava afastado da Polícia Civil por causa do cargo político que exerce.

De acordo com fontes da equipe de reportagem, as autoridades da força-tarefa criada pelo governo investigam se os três delegados cometeram alguma ilegalidade. Eles responderão em liberdade.

O que dizem os citados

Procurados pela equipe de reportagem, Fabio e Olim negaram ter cometido qualquer irregularidade nas funções de delegados. Murilo não foi encontrado para comentar o assunto.

“Dessa forma, ou o empresário faltou com a verdade para obter vantagens em seu acordo de delação premiada, ou foi enganado pelo mencionado advogado”, informou Fabio por telefone. De acordo com o policial, Gritzbach foi investigado pelo Deic e indiciado por lavagem de dinheiro.

“Recebo, com veemente indignação, notícias acerca do meu nome e de outras honradas autoridades com fatos nebulosos, imprecisos e improvados, os quais não guardam qualquer relação com a realidade. Não conheço, nunca estive ou recebi pessoalmente, o senhor Vinicius Gritzbach. Não mantive qualquer contato próximo ou mediato com essa pessoa. Nunca intermediei ou atuei pela gestão de procedimentos judiciais ou extrajudiciais a respeito dele, quem só soube existir quando do seu homicídio, publicamente divulgado, no aeroporto de Guarulhos”, informa trecho da nota divulgada à imprensa por Olim.

“Repudio e expresso a minha cabal indignação ao uso de meu nome de forma vil, gratuita e indevida. Não recebi nenhuma notificação oficial a respeito desses fatos, e sigo absolutamente sereno com relação a esse episódio, sobre o qual haverei de me posicionar, cobrando das autoridades os esclarecimentos e demandando as responsabilidades devidas, no momento e nas vias apropriadas para fazê-lo”, continua o deputado no seu comunicado.

Outros policiais foram delatados

Mais sete policiais também foram delatados por Gritzbach por suspeitas de corrupção e envolvimento com o PCC. Seis deles estão presos, incluindo outro delegado, e um está foragido. As prisões foram feitas nos últimos dias pela Polícia Federal (PF) em ação conjunta com o MP.

São eles: o delegado Fábio Baena, os investigadores Eduardo Lopes Monteiro, o “Du”, Marcelo Roberto Ruggieri, o “Xará”, Marcelo Marques de Souza, o “Bombom”, Valmir Pinheiro, o “Bolsonaro” e o agente policial Valdenir Paulo de Almeida, o “Xixo”.

O agente da Polícia Civil, Rogério de Almeida Felício, o “Rogerinho Punisher” fugiu e não foi preso.

Também foram presos pela PF o advogado Ahmed Hassan Saleh, o “Doutor Mudi”, e os empresários Ademir Pereira de Andrade e Robinson Granger de Moura, o “Molly”. Assim como os policias, eles acabaram delatados por Gritzbach.

Eles são suspeitos de lavagem de dinheiro e elo com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ainda de acordo com a investigação, parte do grupo movimentou junto ao menos R$ 72 milhões de maneira ilegal nos últimos cinco anos.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Número de policiais civis de SP presos por desvios de conduta cresce 43,75% em 2024, diz Secretaria da Segurança

por Redação 19 de dezembro de 2024

O número de policiais civis presos no estado de São Paulo por desvios de conduta aumentou 43,75% entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período de 2023, primeiro ano do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). De um ano para o outro, o salto foi de 32 para 46 policiais detidos.

É o que aponta levantamento da Secretaria da Segurança Pública (SSP) obtido com exclusividade pela GloboNews. Procurada pela equipe de reportagem para comentar o assunto, a pasta da Segurança informou que “os números refletem o rigor das investigações conduzidas pelas Corregedoria da Instituição”.

O governador Tarcísio de Freitas disse nesta quarta-feira (18) à imprensa que a gestão dele terá “tolerância zero” com os policiais que forem presos por suspeita de crimes ou ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

O governador declarou o seguinte: “Se a gente pegar os números da Corregedoria, a gente vai ver nunca se puniu tantos militares, tantos profissionais, tantos policiais como a gente está punindo agora. Então, é uma política de tolerância zero também com desvio de conduta.”

Afastamentos

De acordo com o levantamento da Secretaria da Segurança Pública, o número de policiais civis afastados do serviço operacional em razão de serviços de conduta também cresceu neste ano em relação a 2024.

“Especificamente na Polícia Civil, 27 agentes foram afastados de janeiro a outubro deste ano – quase o dobro do ano anterior, quando 14 agentes foram afastados”, informou a Secretaria por meio nota a Globo News.

A Secretaria da Segurança Pública informou ainda que “não compactua com excessos ou desvios de conduta, punindo exemplarmente aqueles que infringem a lei e desobedecem aos protocolos estabelecidos pela pasta”.

Fonte: G1

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‘Vou matar todo mundo’: PM de SP é flagrada dando chutes em homem rendido no chão em Paraisópolis

por Redação 18 de dezembro de 2024

Uma policial militar foi flagrada dando chutes em um homem deitado no chão de uma rua de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. A agressão ocorreu na madrugada desta terça-feira, e um vídeo divulgado nas redes sociais por moradores mostra a agente dando três chutes no homem, que já estava imobilizado. As imagens compartilhadas pela reportagem, assim como as que foram captadas pelas câmeras corporais dos policiais estão sendo usadas nas investigações.

Durante a abordagem, um policial aparece com o pé nas costas do homem, que já aparece com as mãos atrás da cabeça. O PM então grita: “sai do carro, eu vou matar todo mundo nessa porra”.

O motorista não desce do carro e dirige para longe do local. O primeiro PM deixa o homem deitado e, em seguida, a agente já chega desferindo três chutes no homem rendido. Após a primeira agressão, apontando a arma para o homem deitado de bruços, a policial ainda grita: “não se mexe, filho da puta”.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a equipe realizava patrulhamento quando suspeitou do veículo ocupado por três pessoas.

Ao tentar realizar a abordagem, o condutor do automóvel fugiu, iniciando acompanhamento. Durante o percurso, a viatura da PM foi atingida por disparos de arma de fogo. O carro foi interceptado na Rua Rudolph Lotze, em Paraisópolis e os ocupantes levados ao 89º Distrito Policial.

O caso foi registrado como desobediência e foi feita a apreensão de veículo. Sobre a abordagem, a SSP afirmou que o comportamento “não condiz com os protocolos” e uma investigação foi aberta.

Leia a nota na íntegra:

A abordagem não condiz com os protocolos da Polícia Militar do Estado e uma investigação preliminar foi aberta para apurar os fatos. As imagens compartilhadas pela reportagem, assim como as que foram captadas pelas câmeras corporais dos policiais fazem parte das apurações.

Na ocasião, a equipe realizava patrulhamento quando suspeitou de um veículo ocupado por três pessoas. Ao tentar realizar a abordagem, o condutor do automóvel fugiu, iniciando acompanhamento. Durante o percurso, a viatura da PM foi atingida por disparos de arma de fogo. O carro foi interceptado na Rua Rudolph Lotze, em Paraisópolis e os ocupantes levados ao 89º Distrito Policial. O caso foi registrado como desobediência e localização / apreensão de veículo.

Fonte: OGLOBO

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São PauloSegurança

Polícia faz megaoperação contra ‘máfia da metanfetamina’ em SP

por Redação 17 de dezembro de 2024

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (17) uma megaoperação na capital contra uma máfia envolvida na produção e venda da metanfetamina, droga sintética popularmente conhecida como “cristal”.

A operação é denominada Heisenberg, em alusão ao personagem Walter White da série de TV Breaking Bad, que era um professor de química responsável pela criação de um império de metanfetamina.

O Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) é responsável pela investigação, que começou cerca de seis meses atrás.

Nesta terça. são cumpridos 60 mandados de prisão e 101 de busca e apreensão na área central da capital paulista e na Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo as investigações, a organização criminosa é formada, principalmente, por estrangeiros residentes no Brasil. São alvo da operação 32 chineses, quatro nigerianos, quatro mexicanos, dois portugueses e um colombiano, além de 17 brasileiros.

Os envolvidos são investigados pela produção, distribuição e comercialização da droga sintética. De acordo com a Polícia Civil, a metanfetamina era fabricada fora do Brasil.

Eles vão responder pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa e delitos conexos.

Até a última atualização da reportagem, a Secretaria de Segurança Pública não havia divulgado o balanço da operação.

Fonte: G1

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Pagamento de R$ 15 mil por ano e cobrança de forma violenta por milícia no Centro de SP: veja como era feita a extorsão de ambulantes

por Redação 17 de dezembro de 2024

Trabalhar nas ruas do Brás, Centro de SP, tem um preço e quem cobra é uma milícia formada por policiais militares. Esta é a conclusão da Corregedoria das Polícias e do Ministério Público que levou à Operação Aurora na manhã desta segunda-feira (16) em São Paulo.

Nove pessoas foram presas nesta segunda, entre elas cinco policiais militares. Outro PM e uma policial civil estão foragidos. Durante a ação, os agentes encontraram R$ 145 mil na casa de um dos investigados.

Segundo a investigação, a milícia extorquia dinheiro de comerciantes autônomos há mais de um ano. As principais vítimas eram imigrantes que eram obrigados a pagar de R$ 200 a R$ 300 por semana, além de um valor anual chamado de “luva”, que chegava a R$ 15 mil.

Os investigadores fizeram outra descoberta: quem não conseguia juntar o dinheiro, era obrigado a pegar emprestado com um agiota, que fazia parte do esquema e cobrava juros de 20% ao ano. Se o pagamento atrasasse, eram os policiais militares que cobravam e de forma violenta.

“Uma vítima, de nacionalidade equatoriana, obteve dinheiro emprestado com um desses agiotas. Atrasou o pagamento, teve a sua casa invadida, foi agredido, espancado e teve a quantia de R$ 4 mil que ele tinha dentro de sua casa subtraída por um desses policiais”, relatou o coronel Fábio Sérgio.

Quem se recusasse a pagar, também era removido à força do ponto de venda. De acordo com a Corregedoria, o cabo José Renato Silva de Oliveira usava a motocicleta, a farda e a arma da PM para intimidar as vítimas.

Investigação

As investigações que levaram à operação desta segunda-feira (16) começaram em março depois que quatro vítimas denunciaram as extorsões. O medo de retaliações atrapalha, mas o Ministério Público espera conseguir outros depoimentos a partir de agora.

“Pelo menos 4 vítimas protegidas. Só que é um trabalho de apuração e esforço que continua. A gente hoje, durante o curso das buscas, identificamos uma série de planilhas de mecanismo de controle que eram utilizados pela organização criminosa para garantir que tivesse o controle efetivo de quem estava fazendo os pagamentos dos valores da extorsão, né?”, afirmou Carlos Gaya, promotor de Justiça.

E ressaltou: “E a partir de agora certamente a gente vai atrás dessas pessoas para ver se a gente consegue identificar mais algumas vítimas que estejam dispostas a depor aí depois formalmente aqui perante o Ministério Público perante a Corregedoria da Polícia Militar”.

Outras denúncias
Comerciantes do Brás já foram alvos de outros esquemas de extorsão. Em 2021, a TV Globo mostrou que criminosos anunciavam a venda de espaços públicos na região pelas redes sociais.

Os lotes eram demarcados no asfalto e o metro quadrado vendido por valores que superavam o de apartamentos em bairros nobres da cidade.

Os relatos vêm pelo menos desde 1999, quando o então presidente do sindicato dos camelôs independentes, Afonso José da Silva denunciou uma quadrilha que ficou conhecida como a máfia dos fiscais.

Policiais militares também foram presos na época. E um ano depois, Afonso José foi assassinado dentro da sede do sindicato.

Fonte: G1

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PF prende delegado e mais 3 policiais civis de São Paulo suspeitos de atuar para o PCC

por Redação 17 de dezembro de 2024

Uma operação deflagrada nesta terça-feira (17) prendeu um delegado e mais três policiais civis suspeitos de atuar para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Outras duas pessoas também foram presas, e há mais duas que ainda são procuradas, incluindo um policial civil.

Segundo as investigações, o esquema criminoso envolveria manipulação e vazamento de investigações policiais, venda de proteção a criminosos e corrupção para beneficiar um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.

A ação é realizada pela Polícia Federal (PF) e promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

A Justiça decretou a prisão temporária dos investigados, buscas e apreensões em endereços relacionados a eles, e outras medidas cautelares como bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens.

A operação é resultante do cruzamento de diversas investigações sobre o PCC, inclusive o assassinato do delator Vinícius Gritzbach, ocorrido em 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

O delegado preso é Fabio Baena, que foi acusado por Gritzbach, em sua delação premiada, de extorsão. Na época, Baena comandava uma investigação em que o delator era suspeito de mandar matar dois integrantes do PCC. O g1 não havia conseguido localizar a defesa de Baena até a última atualização desta reportagem.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse que a Corregedoria da Polícia Civil acompanha a operação e que não possui mais detalhes.

São 130 policiais federais e promotores com apoio da Corregedoria nas ruas. Ao todo, são 8 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão na capital de São Paulo e nas cidades de Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba, no interior do estado.

Os investigados, de acordo com suas condutas, vão responder pelos crimes organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais. As penas somadas podem alcançar 30 anos de reclusão.

Os policiais civis são suspeitos de colaborar com o PCC, garantindo proteção e facilitando a lavagem de dinheiro por meio da compra de imóveis através de intermediários ou empresas de fachada. Eles também são suspeitos de desviar bens que deveriam ser apreendidos.

Fonte: G1

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Cinco policiais militares são presos em operação contra extorsão de ambulantes no Centro de SP; promotores falam em ‘milícia’

por Redação 16 de dezembro de 2024

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e as corregedorias da Polícia Militar e da Polícia Civil realizaram na manhã desta segunda-feira (16) uma operação contra policiais acusados de extorquir dinheiro de ambulantes estrangeiros da região do Brás, no Centro de São Paulo.

A Operação Aurora tinha como objetivo cumprir 15 mandados de prisão preventiva, incluindo seis PMs e um policial civil, além de 20 de busca e apreensão, atingindo cinco pessoas jurídicas diferentes.

Inicialmente, havia sido divulgada a informação de que eram 6 policiais militares preso, mas, depois, o número foi alterado.

Durante as prisões, foram encontradas grandes quantidades de dinheiros em posse dos criminosos.

Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), oito empresas e 21 pessoas tiveram sigilos bancário e fiscal quebrados.

Os promotores afirmam que o grupo agia como milícia, usando o cargo e viaturas oficiais da corporação para extorquir dinheiro dos comerciantes.

Início da operação
A operação é fruto de uma investigação que começou após o Gaeco receber da Corregedoria da PM ofício informando que agentes da Secretaria da Segurança Pública (SSP) vinham exigindo e recebendo pagamentos periódicos para permitir a atividade das vítimas na região, conhecida pelo comércio popular.

De acordo com a investigação dos promotores, vários vendedores são imigrantes de países da América do Sul e não possuem acesso a linhas de crédito, se vendo obrigados a procurar agiotas para obter dinheiro e repassar propina aos criminosos.

Uma das testemunhas protegidas ouvidas pelo Gaeco relatou que trabalha nas imediações da rua Tiers há seis anos e, recentemente, um grupo de pessoas passou a exigir o pagamento de luvas no valor de R$ 15 mil por ano e mais R$ 300 por semana para autorizar sua permanência dele na região.

Os promotores descobriram ainda que uma escrivã da Polícia Civil, que é ou já foi companheira de um sargento da PM, chegou a ser flagrada com outras pessoas intimidando comerciantes.

Fonte: G1

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Prisões, suspeito morto, carros de luxo e R$ 850 mil apreendidos: o balanço da megaoperação contra roubos a carros-fortes em SP

por Redação 16 de dezembro de 2024

A força-tarefa que deflagrou uma megaoperação para prender uma quadrilha especializada em roubos a carros-fortes no estado de São Paulo divulgou um balanço inicial das ações realizadas na manhã desta segunda-feira (16).

Agentes das polícias Federal, Civil e Militar, e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público (MP), participam do cumprimento de 15 mandados de prisão temporária e 48 mandados de busca e apreensão em 17 cidades do estado.

Segundo a força-tarefa, os alvos desta segunda são aqueles que possuem relação direta ou indireta com a organização criminosa que assaltou uma empresa de valores em 9 de setembro deste ano na região de Franca (SP) – veja abaixo detalhes.

Entre as ações realizadas estão as apreensões de veículos de luxo e R$ 850 mil em espécie, além de um suspeito que morreu em confronto com a polícia em Guarulhos (SP). Também foram decretados bloqueios e sequestros de outros bens, como ativos financeiros, imóveis e objetos de valor.

Veja abaixo o balanço:

11 prisões temporárias
1 suspeito morto em confronto com a polícia
48 mandados de busca domiciliar em 17 municípios do estado
8 veículos de alto valor apreendidos (Audi, Q3, Jeep Compass, Toyota Hilux, Fiat Toro)
4 armas de fogo
3 prisões em flagrante
Mais de R$ 850 mil em espécie apreendidos, sendo R$ 350 mil com um alvo de Ribeirão Preto (SP) e R$ 500 mil, com um alvo de Mogi Guaçu (SP).
1 apartamento bloqueado judicialmente
A Polícia Civil ressaltou que os valores em espécie ainda não foram contabilizados integralmente, assim como veículos, armamento, munições e celulares. Ou seja, os números podem aumentar.

Operação Carcará II
As ações desta segunda ocorrem no âmbito da segunda fase da operação “Carcará”.

Essa operação foi motivada pelo ataque a um carro-forte na Rodovia Cândido Portinari (SP-334), na região de Franca (SP), em setembro deste ano, e por uma troca de tiros, dois dias depois, que deixou o policial militar Márcio Ribeiro e três criminosos mortos na Rodovia Joaquim Ferreira (SP-338), próximo a Altinópolis (SP).

Os mandados são cumpridos em:

Ribeirão Preto
Franca
Serra Azul
São Paulo
Santo André
São Caetano do Sul
Taboão da Serra
Guarulhos
São José dos Campos
Jacareí
Mogi Mirim
Mogi Guaçu
Atibaia
Mongaguá
Cosmópolis
Santa Bárbara d’Oeste
Americana

Quem já estava preso?
Até então, só dois suspeitos estavam presos. Um deles é Roberto Marques Trovão Lafaeff, que foi preso em 10 de setembro, um dia após a tentativa de assalto ao veículo da empresa de valores Protege e ele buscar atendimento médico em uma unidade de pronto atendimento (UPA) de Valinhos (SP).

Além dele, um outro suspeito foi preso em 24 de outubro, durante a primeira fase da operação “Carcará”, deflagrada em Paraisópolis, na capital, e na Praia Grande (SP). Dias antes, ainda dentro da mesma ação, um suspeito trocou tiros com a polícia e foi morto.

O nome da operação, “Carcará”, é uma homenagem ao sargento da PM Márcio Ribeiro. Era dessa forma que colegas o chamavam.

Ataque a carro-forte e perseguição
A tentativa de assalto a um carro-forte da Protege, especializada em logística de valores, ocorreu na noite de 9 de setembro, e chamou a atenção da polícia por conta do armamento utilizado pelos criminosos.

A ação teve a participação de pelo menos 16 criminosos, que abordaram o carro-forte em posse de uma carga intensa de explosivos e fuzis capazes de “rasgar vidros blindados”, de acordo com o delegado Gabriel Fernando.

A empresa não divulgou a quantia que o veículo transportava, mas informou que os suspeitos não conseguiram levar nada, uma vez que o dinheiro pegou fogo quando eles tentaram abrir o cofre.

Os suspeitos foram perseguidos em pelo menos três rodovias que cortam a região. Houve troca de tiros e cinco pessoas ficaram feridas: três funcionários da Protege, um policial do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e um funcionário de uma usina a bordo de uma caminhonete que passava por uma estrada no mesmo momento que os criminosos.

Em 11 de setembro, uma troca de tiros durante uma perseguição deixou o policial militar Márcio Ribeiro e três criminosos mortos na Rodovia Joaquim Ferreira (SP-338), próximo ao trevo que liga Cajuru (SP) a Altinópolis (SP). A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que havia indícios que ligavam os suspeitos ao ataque ao carro-forte.

Com os criminosos, foram apreendidos quatro fuzis, coletes balísticos e munição. Um dos fugitivos mortos usava roupa camuflada, colete à prova de balas e capacete.

No fim de setembro, morreu o caminhoneiro Lenilson da Silva Pereira, baleado na cabeça durante o confronto. Ele ficou internado na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) por 20 dias.

Fonte: G1

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