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Segurança

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Defensoria recomenda à SSP que PMs envolvidos em mortes sejam obrigatoriamente afastados de atividades ostensivas

por Redação 12 de dezembro de 2024

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recomendou à Secretaria da Segurança Pública (SSP) que todos os policiais militares envolvidos em morte decorrente de intervenção policial (MDIP) sejam obrigatoriamente afastados das funções ostensivas.

Em ofício enviado nesta terça-feira (10) a Guilherme Derrite, secretário da pasta, o órgão apresentou uma série de justificativas para a medida ser adotada pelo governo paulista.

A principal delas faz referência à sentença proferida pela Corte Internacional de Direitos Humanos no Caso Castelinho, uma ação da PM no interior de São Paulo em 2002 que terminou com 12 mortes.

O documento cita, ainda, as 56 mortes ocorridas durante a Operação Verão, ocorrida no início deste ano na Baixada Santista, e o aumento da letalidade policial no estado ao longo dos últimos meses.

De forma mais específica, a Defensoria Pública recomendou o afastamento de todos os agentes envolvidos em mortes nos anos de 2023 e 2024 cuja atuação esteja em apuração pelo órgão disciplinar correspondente.

Em nota, a SSP informou que “a Polícia Militar não compactua com desvios de conduta de seus agentes, punindo exemplarmente aqueles que infringem a lei e desobedecem aos estritos protocolos estabelecidos pela instituição. Os afastamentos acontecem em casos onde há a necessidade de apuração sobre a conduta de policiais. Durante o período de afastamento, eles são deslocados para trabalhos administrativos”.

E completou: “Nos últimos 30 dias, 45 policiais foram afastados das atividades operacionais e dois tiveram a prisão decretada. Os números refletem o rigor das investigações conduzidas pelas corregedorias, que atuam de forma estruturada e independente para garantir que nenhuma irregularidade fique impune. O ofício foi recebido pela Secretaria de Segurança Pública nesta quarta-feira (11) e todas as informações serão prestadas ao órgão”.

Quarenta e cinco policiais militares foram afastados de suas funções e dois foram presos por envolvimento em casos relacionados a abuso de autoridade e letalidade policial em 30 dias no estado de São Paulo. Os episódios ganharam repercussão por terem sido flagrados por câmeras de segurança ou celulares.

Dentre os afastados, um já teve a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Os casos reacenderam a discussão sobre o uso de câmeras nas fardas dos PMs. Desde a campanha eleitoral em 2022, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez reiteradas críticas às câmeras corporais e defendeu que o seu uso fosse reavaliado. Ele questionou a sua eficácia e chegou a dizer que não estava preocupado com as mortes causadas por PMs e, sim, com a “letalidade dos bandidos”.

No entanto, pressionado agora pela crise na segurança pública, Tarcísio mudou o discurso e admitiu que “tinha uma visão equivocada” sobre o uso do equipamento na farda.

Ele disse estar “completamente convencido de que [câmera nos uniformes] é um instrumento de proteção da sociedade e do policial”. Ele acrescentou que não apenas vai manter o programa de inclusão dos equipamentos na farda como o ampliará. Apesar disso, afirmou que não vai mudar o comando da Secretaria da Segurança.

Os policiais afastados ficam privados do exercício da sua função policial-militar, podendo atuar administrativamente ou ficar totalmente sem trabalhar.

De acordo com o regimento disciplinar da PM em São Paulo, o prazo para apresentar a solução para os procedimentos disciplinares é de 90 dias da data da comunicação do ocorrido, podendo resultar em expulsão da corporação ou retorno às atividades.

“A expulsão será aplicada, em regra, quando a praça policial-militar, independentemente da graduação ou função que ocupe, for condenado judicialmente por crime que também constitua infração disciplinar grave e que denote incapacidade moral para a continuidade do exercício de suas funções.”

Em julho, a revista Piauí mostrou que a Secretaria da Segurança mudou as regras sobre o afastamento de policiais suspeitos de cometer crimes. O boletim interno “Rotina para o Afastamento do Serviço Operacional de PM Envolvido em Ocorrência de Gravidade” ao qual a revista teve acesso mostra que agora só quem pode afastar os policiais é o subcomandante da PM, José Augusto Coutinho, homem de confiança do secretário Guilherme Derrite. Antes, os comandantes regionais tinham autonomia para afastar.

Veja abaixo quais foram os sete casos ocorridos no último mês que levaram ao afastamento de dezenas de agentes.

Agressão contra família: 12 afastamentos
Doze policiais militares que agrediram uma mulher de 63 anos e deram um golpe de mata-leão em seu filho durante uma abordagem foram afastados de suas atividades operacionais após prestarem depoimento na Corregedoria da Polícia Militar nesta quinta-feira (5).

As agressões ocorreram na garagem da família, em Barueri, na Grande São Paulo, na noite da quarta (4). Vídeos gravados por testemunhas e obtidos pela TV Globo registraram a cena violenta (veja mais abaixo).

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que as investigações do caso prosseguem por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) e pela Polícia Civil, com análise de imagens externas e das câmeras corporais dos agentes.

Homem jogado de ponte: uma prisão e 12 afastamentos
A Justiça Militar decretou nesta quinta (5) a prisão do policial Luan Felipe Alves Pereira, apontado como o responsável por arremessar um homem de uma ponte na Zona Sul de São Paulo, no último domingo (1°).

O soldado já estava detido na Corregedoria da Polícia Militar, onde prestou depoimento sobre a sua conduta. Segundo informações do inquérito militar, ele disse que pretendia jogar o homem no chão. As imagens gravadas por uma testemunha mostram o momento em que ele ergue e atira o homem da ponte (vídeo abaixo).

Além da prisão de Luan, outros 12 agentes que participaram da ação foram afastados pela Corregedoria da PM. O Ministério Público abriu uma investigação.

Jovem executado em mercado: um preso
Também nesta quinta (5) foi preso o policial militar Vinicius de Lima Britto, que executou pelas costas um jovem negro em frente a um mercado Oxxo na Zona Sul de São Paulo, no dia 3 de novembro. Ele só foi afastado na segunda-feira (2), após divulgação do vídeo pelo g1. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ele fez os disparos (vídeo abaixo).

Gabriel Renan da Silva Soares, de 26 anos, entrou no comércio, pegou quatro pacotes de sabão e, durante a fuga, escorregou num pedaço de papelão e caiu no chão do estacionamento.

O policial, que estava à paisana, pagava pelas compras no caixa quando percebeu a ação. O agente, então, sacou a arma e atirou diversas vezes pelas costas de Gabriel. A vítima morreu no chão do estacionamento. Segundo o boletim de ocorrência, foram encontradas 11 perfurações em seu corpo.

Estudante de medicina morto: dois afastamentos
No dia 20 de novembro, dois policiais militares envolvidos no assassinato de um estudante de medicina foram afastados de suas funções até o final das investigações.

Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, que cursava medicina na Universidade Anhembi Morumbi, foi morto com um tiro à queima-roupa na escadaria de um hotel Zona Sul de São Paulo. A ação foi registrada por uma câmera de segurança (vídeo abaixo).

Os PMs Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado estavam em patrulhamento pelo bairro quando Marco Aurélio teria dado um tapa no retrovisor da viatura e fugido.

Segundo o boletim de ocorrência, o jovem correu para o interior do Hotel Flor da Vila Mariana, onde estava hospedado com uma mulher. Os policiais relataram que ele estava bastante alterado e agressivo.

Execução de delator do PCC: oito afastamentos
No dia 12 de novembro, a Secretaria da Segurança Pública afastou preventivamente oito policiais militares investigados por suspeita de envolvimento na execução de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Vinicius foi morto a tiros durante atentado no início de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (vídeo abaixo).

Segundo a SSP, os agentes da PM que foram afastados já eram investigados um mês antes do crime pela Corregedoria da corporação. Testemunhas tinham denunciado eles por fazerem segurança particular para Vinicius.

O fato de os agentes terem feito escolta para alguém com envolvimento com o PCC foi repudiado pela pasta.

Criança de 4 anos morta durante tiroteio: sete afastamentos
Uma criança de 4 anos morreu após ser baleada durante um confronto policial no Morro São Bento, em Santos, no litoral paulista, no dia 5 de novembro. Dois adolescentes, de 15 e 17 anos, também foram atingidos durante a troca de tiros. Segundo a polícia, a dupla era suspeita. O adolescente mais velho morreu, e o outro foi socorrido sob escolta.

O tiro que matou Ryan da Silva Andrade Santos provavelmente partiu da arma de um policial, afirmou o coronel Emerson Massera, porta-voz da PM.

No dia 6 de novembro, a SSP informou que sete policiais envolvidos na ação foram afastados das ruas.

PMs bateram viatura durante ‘racha’: quatro afastamentos
A câmara corporal de um policial militar gravou o momento em que ele pergunta a um colega de farda em outra viatura: “Apostar um racha?”. Em seguida, o soldado acelera o carro oficial da PM, bate em dois veículos que estavam estacionados e em um poste.

O acidente aconteceu em 13 de julho, na região do Cambuci, Centro da capital paulista. No entanto, o caso só foi conhecido no início de novembro, quando as imagens viralizaram nas redes sociais (vídeo abaixo).

O g1 apurou que os quatro PMs que participaram da ação foram afastados preventivamente dos patrulhamentos nas ruas por causa do processo que respondem. Atualmente, eles estão fazendo serviços administrativos.

Fonte: G1

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Segurança

Homem é morto pela polícia na frente da mãe na Baixada Santista; PM diz que houve confronto

por Redação 11 de dezembro de 2024

Um homem de 20 anos foi morto a tiros pela Polícia Militar de São Paulo em uma comunidade de São Vicente, no litoral paulista. Um vídeo que circula nas redes sociais e foi obtido pelo g1 mostra o momento em que tiros são disparados dentro de uma casa onde estavam os PMs. Do lado de fora, a mãe do rapaz pedia para entrar, desesperada.

O caso ocorreu no domingo (8), e as imagens vieram à tona agora. A Secretaria de Segurança Pública diz que investiga as circunstâncias da morte.

Na gravação, a mãe de Vinicius Fidelis dos Santos grita em frente à casa, que fica ao lado da sua residência: “Pelo amor de Deus, deixa eu entrar, eu sou a mãe dele. Vocês mataram meu filho? O que é isso? Vocês vão matar meu filho”. Um PM impede que ela entre. Há barulhos de tiros e uma explosão na sequência.

No registro da ocorrência, a PM afirma que houve confronto. Nas imagens que circulam nas redes, não é possível ver se os policiais foram atacados. A mãe de Vinicius contesta essa versão.

Conflito de versões
A morte aconteceu na comunidade Sambaiatuba. Os PMs afirmam que patrulhavam a entrada de uma viela quando encontraram cinco suspeitos, sendo que três deles estavam armados.

De acordo com o BO, os suspeitos atiraram contra os policiais e correram para o interior da comunidade, abandonando pelo caminho uma sacola com drogas (não especificadas), uma arma falsa, um caderno e um rádio transmissor.

Consta no boletim que, durante as buscas pela comunidade, os agentes foram surpreendidos por Vinicius Fidelis, que atirou duas vezes antes de entrar em uma residência.

Em entrevista à TV Tribuna, afiliada da Globo, a mãe do jovem negou a versão da PM. Ela contou que o filho estava a caminho de casa quando foi abordado pelos policiais. Vinicius, então, entrou na casa da vizinha, que a procurou para contar que o jovem havia sido acuado pelos agentes dentro do imóvel.

Na sequência, segundo ela, aconteceu o que foi registrado no vídeo gravado por uma testemunha. Não há informações sobre policiais feridos durante a ação.

Morte confirmada
Segundo a Prefeitura de São Vicente, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e realizou procedimentos de ressuscitação em Vinicius, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Pronto-Socorro Central.

Revolta de moradores
De acordo com o BO, moradores da comunidade se revoltaram e jogaram pedras e garrafas na direção dos policiais, que usaram “munição química” – também não especificada – para dispersar a multidão.

Segundo o registro policial, o local do confronto ficou prejudicado para a realização de exames periciais, uma vez que não oferecia condições de segurança para os policiais. Na delegacia, os agentes passaram por exame residuográfico na delegacia para identificar resíduos produzidos por disparo de arma de fogo.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Civil investiga todas as circunstâncias da morte. Ainda segundo a pasta, foram apreendidas uma arma e porções de drogas, além das armas dos policiais.

Fonte: G1

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Polícia descobre ‘bunker’ com mais de 150 armas em fundo falso de guarda-roupa em SP

por Redação 10 de dezembro de 2024

A Polícia Civil descobriu um “bunker” com 152 armas escondido atrás de um guarda-roupa em uma residência localizada em Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, nesta segunda-feira (9). (Veja imagens acima.)

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o proprietário da casa tem registro como CAC (Colecionador, Atirador e Caçador) e foi preso em flagrante por porte irregular de arma de fogo de uso restrito.

Policiais da 4ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) cumpriam mandados de busca e apreensão no imóvel quando descobriram o arsenal.

Como mostram as imagens disponibilizadas pela polícia, o acesso ao “bunker” subterrâneo — usado como esconderijo das armas — era realizado por meio de um compartimento secreto de um guarda-roupa com fundo falso.

Das 152 armas apreendidas, 87 delas não estavam legalizadas. Munições e acessórios relacionados também foram recolhidos e encaminhados à perícia.

Fonte: G1

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O que se sabe e o que falta saber sobre o caso da dona de casa agredida com soco por PM em SP

por Redação 10 de dezembro de 2024

Três agentes da Polícia Militar de Campinas (SP) foram identificados e afastados das funções por participar de uma abordagem em que uma dona de casa foi agredida com o soco no rosto.

Um vídeo enviado à EPTV, afiliada à TV Globo, nesta segunda-feira (9) flagrou o momento da agressão. Nas imagens, é possível ver quando os três policiais cercaram a mulher e um deles desferiu um soco da vítima que caiu no chão.

A Corregedoria instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para investigar o caso e afirmou que “não compactua com desvios de conduta dos seus agentes”.

O g1 preparou um material com as principais informações sobre o caso. Veja o que se sabe e o que falta esclarecer:

  1. O que aconteceu?
    O caso aconteceu no dia 21 outubro no bairro Jardim Santa Amália, mas o vídeo foi divulgado pela EPTV nesta segunda (5). Segundo a vítima, os policiais foram acionados pela filha após uma discussão entre as duas.
  2. Como foi a abordagem?
    A mulher contou que no momento da abordagem, o policial militar segurava algemas quando desferiu o soco na boca. As imagens da câmera de segurança mostram que o homem levou a mão ao cinto e pegou um objeto antes de agredir a vítima.
  3. Violência e ameaças
    A mulher contou que os policiais não deixaram os vizinhos chamarem o Samu para prestar auxílio e a colocaram algemada em uma viatura. Os agentes a levaram para um pronto-socorro que tirou um raio-x da cabeça, mas ela não soube do resultado e foi levada para a delegacia em seguida.

A mulher afirmou ter dito ao policial que não denunciaria a agressão por medo, mas que “Deus ia cobrar”. “Ele falou ‘você pode denunciar na Corregedoria, onde você quiser, porque eu sei onde você mora’. E isso me deixou com mais medo ainda”, lembrou.

  1. BO feito pelos policiais
    A vítima inicialmente não registrou Boletim de Ocorrência (BO) contra os policiais, mas os policiais relataram no BO que a mulher se negou a ir à delegacia, “além de ter dito que os policiais eram de merda e lixo”.

Também foi relatado que a moradora “tentou desferir um soco no rosto do policial, o qual revidou com um golpe contundente, com o uso moderado da força, para conter a resistência e algemá-la”.

  1. Quem é a vítima?
    Por medo das ameaças recebidas, a mulher preferiu não se identificar. No entanto, a advogada da vítima informou que vai fazer a denúncia do caso na Corregedoria da Polícia Militar e também registrar um novo BO com a versão da mulher agredida.
  2. Onde estão os policiais?
    A corporação informou que afastou os três policiais das ruas, os remanejando para funções administrativas.
  3. O que disseram as autoridades?
    Na manhã desta segunda-feira (9), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) havia informado que não tinha recebido as imagens do soco e que, à época, o caso foi registrado como lesão corporal, resistência e violência doméstica.
  4. O caso está sendo investigado?
    Foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) pela Corregedoria para investigar o caso, que afirmou que “não compactua com desvios de conduta dos seus agentes”. Eles foram ouvidos ainda nesta segunda-feira.

O coronel Adriano Augusto Leão, comandante do Comando de Policiamento do Interior 2 (CPI-2), explicou que além dos depoimentos dos policiais e de outras pessoas como vizinhos, foi requisitada a íntegra das imagens para serem analisadas.

Em nota, o Comando de Policiamento do Interior 2 (CPI-2) disse que a corporação “irá adotar providências imediatas para a rigorosa apuração dos fatos para responsabilização dos envolvidos. Identificados os policiais serão remanejados das atividades operacionais para a apuração”.

Fonte: G1

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Segundo suspeito de envolvimento na execução de delator do PCC é detido em SP

por Redação 10 de dezembro de 2024

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta segunda-feira (9) o segundo suspeito de participar do assassinato do delator do PCC Vinicius Gritzbach, executado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Matheus Augusto de Castro Mota foi encontrado em um apartamento em Praia Grande, no litoral paulista, e está sendo encaminhado para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação. Ele é acusado de emprestar os dois carros usados na fuga: um para o olheiro Kaue do Amaral e outro para os atiradores.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) publicou nas redes sociais que “policiais do DEIC acabam de prender Matheus Augusto de Castro Mota, que teve mandado de prisão temporária expedido após trabalho de inteligência da força-tarefa que investiga o assassinato de Vinícius Gritzbach. Suspeito de facilitar a fuga dos atiradores, Matheus foi encontrado em Praia Grande e já está sendo conduzido para o DHPP”.

Em nota, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) informou que “policiais do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) prenderam hoje (dia 09) Matheus Augusto de Castro Mota, procurado por envolvimento na morte de Vinicius Gritzbach, crime ocorrido em 08 de novembro, no Aeroporto de Guarulhos”.

Ainda segundo a nota, “Matheus foi identificado pelo DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) como um dos envolvidos no crime. Ele foi encontrado pelos policiais do DEIC escondido em um apartamento no Bairro Canto do Forte, no município de Praia Grande, litoral Paulista. Será apresentado na sede do DHPP, na Rua Brigadeiro Tobias, 527”.

Na madrugada de sábado (7), Matheus Soares Brito foi preso. Segundo a polícia, ele é o principal alvo das investigações, suspeito de ter auxiliado o olheiro Kauê do Amaral Coelho a fugir de São Paulo, após a execução de Gritzbach e de ter ficado com o celular dele.

Kauê foi apontado pelas autoridades como o “olheiro” que avisou os atiradores sobre a chegada do empresário no aeroporto. Ele também foi o primeiro suspeito identificado pela força-tarefa.

Em depoimento, Matheus confirmou que conhece Kaue e que foi até a casa dele pegar objetos pessoais e roupas, mas negou ter viajado com o olheiro.

Ele teve a prisão temporária, de 30 dias, decretada.

Outros dois homens, suspeitos de participarem do crime, foram presos em flagrante por porte ilegal de munições de uso restrito na sexta-feira (6). Eles são Marcos Henrique Soares Brito (irmão de Matheus) e o motorista Allan Pereira Soares (tio de Matheus e Marcos).

Na audiência de custódia neste sábado (7), a Justiça considerou as prisões ilegais. Allan Soares e Marcos Henrique Soares tiveram prisão em flagrante relaxada “por ilegalidade, com pedido neste sentido da representante do Ministério Público”, afirmou o Tribunal de Justiça.

Fonte: G1

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Dono de carro roubado rastreia veículo, vai até o local com 4 homens e suspeito é morto na Zona Oeste de SP

por Redação 10 de dezembro de 2024

Um suspeito de roubar um carro morreu baleado nesta segunda-feira (9) após a vítima encontrá-lo perto do seu veículo por meio de um rastreador na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a Guarda Civil, o motorista foi até o local onde o carro estava com outros quatro homens e houve troca de tiros.

Ainda de acordo com a Guarda Metropolitana, a vítima teve o carro levado por bandidos na região do Jaguaré no período da manhã. Como havia rastreador no veículo, o motorista conseguiu localizá-lo.

Contrariando a recomendação da polícia, a vítima se juntou a um grupo e foi até a rua Eusébio de Paula Marcondes, Jardim Sábril, onde o rastreador apontava a localização do carro.

No local, os suspeitos de levarem o veículo estavam tentando roubar uma van que pertence a uma empresa de comércio online. O grupo, então, atirou e houve troca de tiros.

Um dos suspeitos foi baleado e outros dois homens que estavam com ele conseguiram fugir.

Ainda conforme a Guarda Civil, uma equipe foi chamada para atender uma ocorrência de troca de tiros e encontrou o suspeito baleado na carroceria de uma picape onde estava a vítima com o grupo.

Todos foram levados para o 14º Distrito Policial. Até a última atualização da reportagem, o caso estava sendo registrado.

Fonte: G1

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Mulher é feita refém em ponto de ônibus na Avenida Paulista em SP

por Redação 9 de dezembro de 2024

Uma mulher foi feita refém em um ponto de ônibus na Avenida Paulista, no Centro de São Paulo, por outra mulher que a ameaçava com uma faca no pescoço, na tarde desta segunda-feira (9). Testemunhas gravaram a ação.

A Polícia Militar recebeu um chamado às 12h13 e enviou equipes para negociar a rendição. Todas as faixas da avenida, no sentido Consolação, foram interditadas em frente ao prédio da Faculdade Cásper Líbero.

Após cerca de 40 minutos, policiais usaram uma arma de choque para imobilizar a sequestradora e libertaram a mulher. A vítima foi socorrida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vergueiro.

Pedestres que acompanhavam à negociação da rendição chegaram a comemorar o fim do sequestro.

Até a última atualização da reportagem, as autoridades não haviam informado a motivação do crime nem o estado de saúde da vítima.

Caso em 2018
Seis anos atrás, uma vítima foi feita refém por uma mulher no mesmo ponto de ônibus. Segundo a Polícia Militar, a agressora tinha transtornos mentais.

No episódio, policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) negociaram a libertação da vítima, que durou cerca de uma hora.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Homem em surto psicótico é preso após atirar contra policiais dentro de apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de SP

por Redação 9 de dezembro de 2024

Um homem em surto psicótico foi preso após atirar contra policiais militares dentro de um apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, na noite desta sexta-feira (6). No imóvel, também foi localizado um arsenal de armas.

A Polícia Militar recebeu ligações de moradores por volta das 21h, após ouvirem barulhos de tiros do interior de uma cobertura de dois andares de um prédio, localizado na Rua Joaquim Antunes.

Equipes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) se deslocaram para atender a ocorrência e foram recebidas com um disparo que atravessou a porta do apartamento e atingiu outra unidade do edifício.

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), então, foi acionado para negociar a rendição do atirador de 31 anos. Segundo a polícia, ele estava sozinho e emocionalmente perturbado. Em razão da agressividade do homem, os policiais arrombaram a porta principal do imóvel.

Como o criminoso estava resistindo a prisão, ele foi imobilizado por um cão farejador e teve o braço mordido. Posteriormente, foi levado ao Pronto-Socorro do Hospital Beneficência Portuguesa.

No apartamento, os policiais apreenderam um fuzil calibre 762, um revólver 357, duas carabinas calibre 12 e 38 e uma pistola 9 mm, além de munições de diversos calibres, coletes balísticos, uma granada e três papelotes de cocaína.

O caso foi registrado como disparo de arma de fogo, drogas para consumo pessoal sem autorização ou em desacordo e tentativa de homicídio pelo 14º Distrito Policial, de Pinheiros.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil vai investigar se o atirador tinha o registro de CAC (caçador, atirador e colecionador) e qual é a origem de seu arsenal.

Fonte: G1

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Segurança

Após casos em SP, Lewandowski diz que Estado não pode ‘compactuar’ com violência policial e que prepara normas para uso da força

por Redação 5 de dezembro de 2024

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, comentou nesta quinta-feira (5) recentes casos de violência praticados pela Polícia Militar de São Paulo e disse que o Estado não pode “compactuar” com esses atos.

Recentemente, imagens flagraram um jovem sendo jogado por um policial militar de uma ponte em São Paulo. Antes disso, câmeras de segurança flagraram um policial de folga matando, com 11 tiros pelas costas, um homem que havia furtado sabão em um mercado da cidade.

Em uma reunião do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, em Brasília, o ministro disse ter confiança nas corporações policiais, militares e civis, e que considera os episódios de São Paulo “casos isolados”.

Na sequência, Lewandowski anunciou que o Ministério da Justiça está estudando um ato normativo, em elaboração pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, sobre o “uso progressivo da força”, segundo qual esta será o último instrumento a ser adotado.

“Uma polícia que quer garantir a segurança do cidadão não pode praticar a violência. Então, nós vamos estudar esse documento, dialogado, para que seja um produto de comum acordo para, que antes do uso letal da força nós tenhamos um uso progressivo, começando por ter o diálogo, quando possível, começando por prisões, se for necessário, mas dentro enfim de todas as normas constitucionais. “, disse Lewandowski.

O ministro aposentado do STF, no entanto, não deu detalhes sobre o que esse ato normativo vai prever e como será aplicado nas polícias dos estados.

Durante pronunciamento, Lewandowski também afirmou que as forças de segurança “precisam observar rigorosamente direitos e garantias fundamentais”.

Fonte: G1

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Segurança

Tarcísio recua e admite equívoco em críticas ao uso de câmeras corporais na PM: ‘Eu estava completamente errado’

por Redação 5 de dezembro de 2024

Pressionado pela crise envolvendo o aumento de episódios de violência policial em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) declarou nesta quinta-feira (5) que estava “completamente errado” ao criticar a adoção de câmeras corporais por agentes da Polícia Militar (PM) durante operações. Ele disse estar “convencido” de que é preciso ampliar o uso dos equipamentos para proteger a sociedade.

— Eu era uma pessoa que estava completamente errada nessa questão (das câmeras corporais). Eu tinha uma visão equivocada, fruto da experiência pretérita que eu tinha, que não tem nada a ver com a segurança pública. Hoje, eu estou absolutamente convencido que é um instrumento de proteção da sociedade e do policial. Vamos não só manter o programa como ampliá-lo e tentar trazer o que tem de melhor em termos de tecnologia — disse Tarcísio em entrevista à CBN ao visitas obras do metrô da estação Santa Clara, na Zona Leste de São Paulo.

Na campanha eleitoral de 2022, quando venceu o petista Fernando Haddad no segundo turno, Tarcísio chegou a dizer que acabaria com os equipamentos acoplados aos uniformes da PM, alegando que a “turma”, em referência aos policiais militares, tinha que “perceber que o estado está do lado dele”. Em entrevista à Jovem Pan News, alegou que as câmeras colocariam os policiais em situação de “desvantagem em relação ao bandido”. Diante da repercussão negativa, reavaliou a fala poucos dias depois, declarando que tomaria a decisão “do ponto de vista técnico” conversando com especialistas.

Neste ano, edital publicado pelo governo paulista pretendia substituir cerca de 10 mil câmeras existentes por outros 12 mil equipamentos de um modelo que permitiria o acionamento voluntário pelo próprio policial. A mudança contrariava boas práticas adotadas mundo afora. O modelo recomendado por especialistas em segurança pública deve ser automático e ininterrupto, de modo que o agente não possa evitar que uma eventual abordagem que contraria as regras da corporação deixe de ser registrada em vídeo. Na época, Tarcísio declarou que o modelo de gravação direta seria um gasto desnecessário para acumular “imagem que não serve para nada”.

Em abril, a Defensoria pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse o uso do equipamento no estado. A gestão Tarcísio, então, firmou um compromisso com a Corte para atender aos requisitos da portaria do Ministério da Justiça e evitar que a solicitação prosperasse judicialmente. Novo contrato para aquisição de câmeras foi assinado, em setembro deste ano, com a Motorola Solutions, por R$ 4 milhões mensais, com duração de 30 meses e valor total de R$ 105 milhões.

O governo enviou então ao STF informações sobre o andamento da licitação e a contratação da solução de gestão, captação, transmissão, armazenamento, custódia e compartilhamento das imagens. O ministro do STF Luís Roberto Barroso, porém, considerou os dados insuficientes e pediu esclarecimentos adicionais ao governo paulista, que devem ser encaminhados até esta sexta-feira (6). O governo precisa apresentar um cronograma detalhado de execução do contrato e relatórios sobre os testes executados com o sistema de acionamento remoto (o sistema seria ligado automaticamente ao se detectar estampido de tiro e quando o agente está atendendo a uma ocorrência).

Episódios ‘esculacham’ instituição, diz Tarcísio
O governador disse ainda que cobrou o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Cássio Araújo, a respeito do descumprimento reiterado do “procedimento operacional padrão” por parte de policiais da corporação e associou esses casos tanto a transgressão disciplinar quanto a falta de treinamento e reciclagem dos agentes. Admitiu ainda que os episódios “esculacham” a instituição que, segundo ele, é formada por “excelentes profissionais” e que “presta um bom serviço”.

— Estamos entrando onde tem que entrar e, claro, quando acontecem esses casos, se esculacha demais a instituição. Isso agride a gente e é hora de ter humildade e dizer que alguma coisa não está funcionando. O discurso de segurança jurídica, de que a gente precisa dar para os profissionais de segurança pública para combater de forma firme o crime, não pode ser confundido com salvo conduto para fazer qualquer coisa, para descumprir regra. Isso a gente não vai tolerar — acrescentou o governador.

Tarcísio prometeu ainda “punição exemplar” aos policiais flagrados em abusos e sinalizou concordar com a prisão preventiva do soldado da PM Luan Felipe Alves Pereira, que jogou um homem de uma ponte na Zona Sul de São Paulo. A prisão foi decretada pela Justiça Militar, após pedido da Corregedoria da corporação, onde está detido. Pereira foi encaminhado para o presídio Romão Gomes nesta quinta-feira. Segundo o governador, o policial será expulso da corporação.

Como mostrou o GLOBO, o governador não pretende demitir o secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PL), que defende uma postura “linha dura” na área e demonstra proximidade com o bolsonarismo e figuras influentes da “bancada da bala” no Congresso e na Assembleia Legislativa do Estado. Aliados de Tarcísio acreditam que ele pode estancar a crise sob o argumento de que os episódios são casos isolados e que os indicadores de criminalidade são positivos no seu mandato.

Fonte: OGLOBO

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