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Categoria:

Segurança

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Testemunha narra últimas palavras de homem morto após agressão em estação de SP: ‘Tenho uma filha de 3 anos, não precisa fazer isso comigo. Cuida dela’

por Redação 4 de dezembro de 2024

Passageiros da Linha 8-Diamante que testemunharam a morte de Jadson Vitor De Sousa Pires, que morreu após ter sido agredido por agentes de segurança da ViaMobilidade, narraram as últimas palavras dele antes de desmaiar e não mais acordar na estação de trem de Carapicuíba, na Grande São Paulo.

A agressão aconteceu em meados de novembro, mas só nesta terça-feira (3) o Bom Dia SP teve acesso às imagens e aos exames feitos no corpo de Jadson. Os documentos apontam que a causa da morte foi asfixia mecânica em decorrência de esganadura.

O médico legista que fez a perícia também apontou que o corpo estava com as costelas do lado direito do tórax quebradas, além de apresentar escoriações no antebraço direito, mão direita e nos dois joelhos.

Segundo um dos passageiros que testemunharam e filmaram a agressão, quem estava na estação Carapicuíba naquela noite chegou a gritar para os seguranças pararem as agressões, temendo pela morte do rapaz que, aparentemente, apresentava sinais de embriaguez ou outras substâncias.

“Ele não estava violento, estava apenas assustado. Aparentava com certeza estar drogado ou bêbado, não precisava fazer aquilo que fizeram com ele. Era só imobilizar o rapaz e tentar acalmar ele e tudo resolvia. Ele chegou para nós e pediu ajuda lá, pediu ajuda pra todo mundo e falou assim: ‘quero água. Me dá um copo com água?”, disse a testemunha ouvida pela TV Globo.

“Na hora que deitou ele no chão, botaram o joelho em cima do rapaz, assim. E foi na hora que eu senti aquele peso do corpo caindo no chão e aí eu falei: ‘Já era, mataram o cara’”, contou o rapaz que viu o momento que Jadson desmaiou.

Reação da família
A viúva de Jadson, Renata Santos de Sousa, contou que, no dia do crime, o marido tinha saído de casa para resolver problemas burocráticos para receber o seguro-desemprego e sacar o FGTS, uma vez que tinha sido demitido do emprego recentemente.

Renata descreveu o marido como um “homem incrível”, “trabalhador” e “muito esforçado”.

A viúva contou que só depois das imagens divulgadas pelo Bom Dia SP é que soube o que realmente aconteceu com Jadson no dia da morte, há mais de vinte dias.

“Não justifica o que fizeram. Ele podia está ali sob efeito de droga, como estão falando. Podia estar sob efeito de álcool. As pessoas que atenderam ele não tiveram nenhum sentimento humano com ele. De entender, explicar para ele: ‘Olha, eu posso te ajudar?’ Não. Já foram agredindo ele. Eu estou juntando força de onde não tem para correr atrás da Justiça”, afirmou.

Um dos seguranças que imobilizaram Jadson com o joelho usava uma câmera corporal.

O que diz a ViaMobilidade
Por meio de nota, a ViaMobilidade disse que todas as imagens disponíveis foram entregues à polícia e o “comportamento dos profissionais que atuaram na contenção de Jadson Pires não corresponde aos seus valores, treinamento e padrão dos seus procedimentos de segurança e atendimento”. E que “os agentes envolvidos foram preventivamente afastados.”

A empresa também lamentou profundamente o falecimento de Jadson Pires e disse que “expressa suas sinceras condolências aos amigos e à família, com quem já fez contato e se colocou à disposição para prestar apoio”.

“A companhia informa que repudia qualquer forma de violência e que o comportamento dos profissionais que atuaram na contenção de Jadson Pires não corresponde aos seus valores, treinamento e padrão dos seus procedimentos de segurança e atendimento. (…)Diante dos recentes acontecimentos, deu início a um processo de reciclagem de 100% do seu quadro de agentes e reforçará a capacitação voltada ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade ou sob o efeito de substâncias entorpecentes”, disse a empresa.

Íntegra da nota da ViaMobilidade
“A concessionária lamenta profundamente o falecimento de Jadson Pires e expressa suas sinceras condolências aos amigos e à família, com quem já fez contato e se colocou à disposição para prestar apoio. A companhia informa que repudia qualquer forma de violência e que o comportamento dos profissionais que atuaram na contenção de Jadson Pires não corresponde aos seus valores, treinamento e padrão dos seus procedimentos de segurança e atendimento. O homem de camiseta preta é Agente da Guarda Civil que estava em uma atuação à paisana, sem qualquer relação com a operação da concessionária.

Imediatamente após a ocorrência, um boletim de ocorrência foi registrado, uma sindicância interna foi instaurada e os agentes envolvidos foram afastados de suas funções. Todas as imagens disponíveis foram cedidas à polícia. A concessionária reforça que investe continuamente na formação de seus colaboradores para o relacionamento com o público e a segurança de seus clientes. Diante dos recentes acontecimentos, deu início a um processo de reciclagem de 100% do seu quadro de agentes e reforçará a capacitação voltada ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade ou sob o efeito de substâncias entorpecentes. Além disso, aumentou o rigor das medidas disciplinares e instaurou a obrigatoriedade de justificativa formal sempre que houver a necessidade de uso da força no exercício das atividades”.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

PM que executou homem negro em frente a mercado foi reprovado em exame psicológico por descontrole emocional

por Redação 4 de dezembro de 2024

O policial Vinicius de Lima Britto, que executou pelas costas um jovem negro em frente a um mercado Oxxo na Zona Sul de São Paulo em 3 de novembro, foi reprovado no exame psicológico do concurso da Polícia Militar em 2021, quando tentou ingressar na corporação pela primeira vez.

Segundo o resultado da avaliação, Vinicius apresentou “inadequação” aos critérios exigidos no perfil psicológico para o cargo de soldado nos seguintes requisitos:

relacionamento interpessoal adequado;
capacidade de liderança;
descontrole emocional.
O concurso público para o cargo de Soldado PM de 2ª Classe na PM é formado por seis etapas: exames de conhecimento, de aptidão física, de saúde, psicológicos, avaliação da conduta social, da reputação e da idoneidade e análise de documentos. A avaliação psicológica é um critério eliminatório e realizada por uma banca examinadora.

Após ser reprovado, Vinicius entrou com uma liminar contra a Fazenda Pública de São Paulo para contestar o resultado. Na petição, o advogado Luiz Lello apontou ilegalidade na avaliação psicológica, justificando que o processo “está calcado em parâmetros de avaliação de natureza puramente subjetiva”. Também alegou que os motivos da desqualificação não foram informados ao candidato.

A defesa ainda solicitou reintegração ao concurso, produção de nova avaliação psicológica com um perito e indenização por danos morais no valor de 100 salários mínimos.

Na sentença de agosto de 2022, a juíza Lais Helena Bresser Lang, da 2ª Vara de Fazenda Pública, julgou improcedente o pedido e extinguiu o processo. Segundo a magistrada, a exclusão de Vinicius do concurso é legal, já que ele foi considerado inapto para o trabalho no momento da avaliação.

Diferentemente do que é apontado pela defesa, a juíza explicou que o laudo psicológico que o desclassificou apresentou sua metodologia pautada em critérios técnicos e foi produzido por profissionais capacitados.

A magistrada ainda ressalta que, no teste, Vinicius apresentou descontrole emocional, impulsividade, “tendendo agir fortemente por meio de condutas instáveis e imprevisíveis” e “podendo agir sem tanta reflexão diante de inesperadas”.

“A inaptidão acusada nos exames psicológicos não pressupõe a existência de transtornos mentais ou a inaptidão do autor para outras funções e atividades, indicando, tão-somente, que o candidato não atendeu, à época dos exames, aos parâmetros exigidos para o exercício das funções de Soldado PM 2ª Classe”, finaliza.

Cerca de três meses após a extinção do processo, Vinicius foi aprovado em um segundo concurso para soldado da Polícia Militar em novembro de 2022.

Questionada sobre o motivo pelo qual Vinicius conseguiu ser aprovado, a Secretaria da Segurança Pública não respondeu até a última atualização desta reportagem.

Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Vinicius não foi localizada.

Mortes em São Vicente
A execução de Gabriel Renan da Silva Soares, de 26 anos, assassinado com mais de dez tiros pelas costas no estacionamento do mercado, não é o único episódio letal na carreira de Vinicius de Lima Britto como policial.

Ele também é investigado pela morte de dois homens em São Vicente, no litoral de São Paulo. A informação foi divulgada inicialmente pelo site “O Joio e O Trigo” e confirmada por fontes da g1 e GloboNews.

Na madrugada de 18 de dezembro de 2023, Vinicius estava em um carro, e o amigo Davi dos Santos de Souza, que também é policial, estava de moto, quando foram abordados por dois homens em uma motocicleta. Os PMs estavam acompanhados das namoradas.

Quando Matheus Quintino e Davi Emanoel Braz Ferreira anunciaram o assalto, Vinicius reagiu e atirou diversas vezes. Ambos morreram no local. Na época, o PM alegou legítima defesa. Segundo o inquérito policial, a dupla tinha antecedentes criminais, inclusive por tentativa de homicídio contra policiais.

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São PauloSegurança

SP acumula casos de violência policial recentes; no ano, mortes pela PM no estado aumentaram 46%

por Redação 4 de dezembro de 2024

Dados do Ministério Público apontam que as mortes cometidas por policiais militares no estado de São Paulo aumentaram 46% até 17 de novembro deste ano, se comparado a 2023.

De janeiro a 17 de novembro deste ano, 673 pessoas foram mortas por policiais militares, contra 460 nos 12 meses do ano passado. Dessas 673 mortes, 577 foram praticadas por policiais em serviço, ou seja, trabalhando, e 96, de folga. Média de duas pessoas mortas por dia.

Nos últimos quatro meses, casos de violência policial em todo o estado repercutiram entre autoridades e entidades de direitos humanos. Veja abaixo os principais casos divulgados pelo g1 entre agosto e dezembro:

Tiros na cabeça de suspeito rendido

Em 3 de agosto, um policial militar deu dois tiros na cabeça de um suspeito que já estava rendido, deitado no chão, mas que resistiu à prisão em Guarulhos, na Grande São Paulo. A ação foi registrada pela câmera corporal do agente.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a ocorrência aconteceu após policiais perseguirem e abordarem dois indivíduos que tentaram fugir em um veículo furtado.

A SSP disse que um dos suspeitos foi preso; o outro, que aparece no vídeo, de acordo com a pasta, “entrou em luta corporal e sacou um revólver contra o agente”.

O homem, mesmo baleado duas vezes na cabeça, foi encaminhado ao Hospital Geral de Guarulhos, mas não resistiu aos ferimentos.

O vídeo mostra o policial tentando prender o homem, que resiste. “Põe a mão para trás, põe a mão para trás, c***. Tira a mão da cintura”, grita o policial, enquanto dá uma série de socos no suspeito.

“Você vai tomar um tiro! Tira a mão da cintura”, diz o policial, que saca a arma e aponta para o homem, que aparece com o rosto ensanguentado. Enquanto recebe mais socos, o homem chega a gritar por socorro algumas vezes.

A SSP informou que a Polícia Militar abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da ocorrência. Em nota ao g1, a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo afirmou, à época, que “as imagens demonstram, numa primeira análise, erro procedimental que já vem se tornando fato comum na escalada da violência policial no presente período”.

Spray de pimenta no rosto de morador de Heliópolis

Um vídeo registrou o momento em que um policial militar jogou spray de gás pimenta no rosto de um morador que caminhava sozinho pela rua de uma comunidade da Zona Sul de São Paulo em 28 de setembro (veja acima).

Segundo testemunhas ouvidas pelo g1, a agressão ocorreu durante uma operação da Polícia Militar contra “pancadões” na Rua Coronel Silva Castro em Heliópolis, maior favela da capital paulista.

Nas imagens, é possível ver quando um policial armado com fuzil se aproximou do morador que andava cambaleando próximo a uma viatura da PM. O agente caminhou em direção a ele, apontou o equipamento e apertou um botão para jogar o spray na vítima. A fumaça do gás aparece nas cenas.

Em seguida, o homem se desequilibrou e encostou no carro da Polícia Militar. O mesmo agente que jogou o gás nele o repreende com xingamentos. Na época, a PM informou que iria apurar a denúncia por meio de um Inquérito Policial Militar.

Morte de mulher durante troca de tiros

Uma mulher de 33 anos foi morta em 6 de outubro no bairro do Ipiranga, Zona Sul de São Paulo, 20 dias antes do casamento dela.

Francisca Marcela da Silva Ribeiro foi atingida durante uma troca de tiros entre um PM de folga e dois criminosos que tinham roubado a moto em que ela estava com o noivo, abastecendo em um posto de combustíveis.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o policial de folga interveio no roubo da moto após os criminosos dispararem. Um dos tiros atingiu Francisca Marcela. A família afirma que o disparo que matou a mulher saiu da arma do policial. Os dois ladrões, de 20 e 22 anos, foram presos em flagrante.

Mãe e irmão agredidos por PMs em velório

O irmão e a mãe de um dos jovens que morreu baleado em um confronto com PMs em Bauru, interior de SP, foram agredidos por policiais durante o velório da vítima em 18 de outubro (veja abaixo).

Guilherme Alves Marques de Oliveira, de 18 anos, e Luis Silvestre da Silva Neto, de 21, foram mortos durante uma intervenção policial no Jardim Vitória na noite de 17 de outubro.

Vídeos gravados durante o velório dos dois jovens, que era realizado no mesmo lugar, no Cemitério Cristo Rei, mostram que pelo menos cinco policiais militares entraram no local e tentaram render o irmão de Guilherme, que estava com a mãe ao lado do caixão.

Ainda no vídeo, dá para ver que a mãe abraça o jovem na tentativa de impedir que ele seja levado pelos policiais. Os dois são agredidos com cacetete e, em determinado momento, ela é empurrada e se choca contra uma pilastra do local.

As imagens ainda mostram que os policiais dão tapas no jovem e levam-no para fora da sala do velório.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que a Polícia Militar instaurou um inquérito para investigar a conduta dos envolvidos e que um dos agentes foi afastado das atividades operacionais.

Menino de 4 anos morto em confronto policial

Uma criança de 4 anos morreu após ser baleada durante um confronto policial no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, em 6 de novembro. Dois adolescentes, de 15 e 17 anos, também foram atingidos durante a troca de tiros.

De acordo com o boletim de ocorrência, a ação aconteceu durante um patrulhamento de rotina da Polícia Militar por volta de 20h15 entre as ruas São Sérgio e São Fernando.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo(SSP) lamentou a morte de Ryan durante um confronto. A pasta informou, ainda, que a Delegacia Seccional de Santos instaurou um inquérito para apurar os fatos e determinou a realização de perícia nas armas apreendidas e no local do confronto para esclarecer a origem do disparo que atingiu a criança.

Segundo a SSP, sete policiais envolvidos na ação foram afastados das ruas.

Estudante de medicina morto por PMUma criança de 4 anos morreu após ser baleada durante um confronto policial no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, em 6 de novembro. Dois adolescentes, de 15 e 17 anos, também foram atingidos durante a troca de tiros.

De acordo com o boletim de ocorrência, a ação aconteceu durante um patrulhamento de rotina da Polícia Militar por volta de 20h15 entre as ruas São Sérgio e São Fernando.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo(SSP) lamentou a morte de Ryan durante um confronto. A pasta informou, ainda, que a Delegacia Seccional de Santos instaurou um inquérito para apurar os fatos e determinou a realização de perícia nas armas apreendidas e no local do confronto para esclarecer a origem do disparo que atingiu a criança.

Segundo a SSP, sete policiais envolvidos na ação foram afastados das ruas.

Estudante de medicina morto por PM

Um estudante de medicina foi morto com um tiro à queima-roupa, em 20 de novembro, durante uma abordagem policial, na escadaria de um hotel na Rua Cubatão, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. A ação foi registrada por uma câmera de segurança por volta das 2h50 (veja acima).

Os PMs Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado estavam em patrulhamento pelo bairro quando Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, teria dado um tapa no retrovisor da viatura e fugido. Ele cursava medicina na Universidade Anhembi Morumbi.

Segundo o boletim de ocorrência, o jovem correu e entrou no Hotel Flor da Vila Mariana, onde estava hospedado com uma mulher. Os policiais relataram que ele estava bastante alterado e agressivo.

Nas imagens, é possível ver que o jovem entrou no saguão do hotel sem camisa e foi perseguido pelos policiais. Um dos agentes tentou puxar Marco Aurélio pelo braço, enquanto o outro o chutou. Em seguida, o estudante segurou a perna do policial, que caiu no chão.

O PM Guilherme, então, atirou na altura do peito do estudante. No boletim de ocorrência, os policiais alegaram que o jovem teria tentado pegar a arma de Bruno. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Ipiranga, onde teve duas paradas cardiorrespiratórias e passou por uma cirurgia. Contudo, não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 6h40.

Segundo a SSP, os PMs envolvidos no assassinato foram afastados de suas funções até o final das investigações.

Jovem negro executado em frente a mercado

Câmeras de segurança registraram o momento em que Gabriel Renan da Silva Soares, de 26 anos, é executado a tiros pelo policial militar Vinicius de Lima Britto em frente a um mercado Oxxo no Jardim Prudência, na Zona Sul de São Paulo, em 3 de novembro. O jovem é acusado de furtar quatro pacotes de sabão.

Pelas imagens, Gabriel vestia um moletom vermelho com capuz, quando entrou no mercado às 22h44. Em seguida, ele andou até a seção de limpeza, onde pegou quatro produtos. Na fuga, ele escorregou num pedaço de papelão na porta do estabelecimento e caiu no chão do estacionamento.

O policial estava no caixa pagando pelas compras, quando percebeu a ação. Vinicius sacou a arma e atirou diversas vezes pelas costas de Gabriel, que tentava fugir. O jovem morreu no chão do estacionamento. Segundo o boletim de ocorrência, foram encontradas 11 perfurações pelo corpo dele.

No depoimento na delegacia, o PM disse que Gabriel estava armado e com a mão no bolso do moletom, razão pela qual ele atirou. Vinicius alegou que agiu em legítima defesa.

Homem jogado por PM em córrego
Um policial militar jogou um homem do alto de uma ponte no bairro Vila Clara, localizado na Zona Sul em São Paulo, na noite de domingo (1). Um vídeo flagrou o momento.

Pelas imagens, é possível ver um policial levantando uma moto que está no chão. Um segundo e um terceiro policial se aproximam. Depois, o primeiro PM encosta a moto perto da ponte. Um quarto policial chega segurando o homem pela camiseta azul, que seria o motociclista abordado. Ele se aproxima da beirada da ponte e joga o homem em um córrego.

Moradores da região disseram à TV Globo que o homem sobreviveu à queda e foi ajudado por pessoas em situação de rua que estavam no entorno. Os integrantes da Corregedoria estão tentando localizá-lo para ouvi-lo oficialmente. A identidade da vítima não foi divulgada até a última atualização desta reportagem.

De acordo com informações da Polícia Militar, os agentes são do 24º BPM de Diadema, na Grande São Paulo. O agente que arremessou o homem é da Rondas Ostensivas com Apoio de Motos (Rocam).

A Corregedoria da Polícia Militar afastou das ruas treze policiais envolvidos direta ou indiretamente no episódio. Dois sargentos e 11 cabos e soldados estão sendo ouvidos sobre o caso e ficarão afastados das ruas até o fim das investigações.

Fonte: G1

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Segurança

PM é flagrado jogando homem em rio na Zona Sul de SP

por Redação 3 de dezembro de 2024

Um policial militar jogou um homem do alto de uma ponte na Zona Sul em São Paulo na madrugada desta segunda-feira (2). Um vídeo flagrou o momento.

Pelas imagens, é possível ver um policial levantando uma moto que está no chão. Um segundo e um terceiro policial se aproximam. Depois, o primeiro PM encosta a moto perto da ponte. Um quarto policial chega segurando o homem pela camiseta azul, que seria o motociclista abordado. Ele se aproxima da beirada da ponte e joga o homem no rio.

Outro vídeo mostra um corpo de um homem também com camiseta azul boiando no rio. Não há a confirmação se o corpo que aparece boiando é o mesmo do homem jogado pelo PM.

De a acordo com informações da Polícia Militar, os agentes seriam do 24º BPM de Diadema, na Grande São Paulo, e teriam perseguido a moto até a Zona Sul de São Paulo, na Cidade Ademar. O agente que arremessou o homem é da Rondas Ostensivas com Apoio de Motos (Rocam).

O ouvidor das polícias, Cláudio Silva, afirmou à TV Globo que vai pedir o afastamento imediato dos oficiais envolvidos no caso. “Tanto do policial que pratica o ato quanto dos outros, que estavam ali e de certa forma não atuaram para que aquilo não ocorresse, ou não informaram as autoridades que aquele policial tinha feito aquele ato.”

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que “a Polícia Militar repudia veementemente a conduta ilegal adotada pelos agentes públicos no vídeo mostrado. Assim que tomou conhecimento das imagens, a PM instaurou um inquérito policial militar (IPM) para apurar os fatos e responsabilizar os policiais envolvidos nessa ação inaceitável”.

“Todos os policiais que estavam em serviço na área identificada foram convocados e já estão sendo ouvidos. A instituição reitera seu compromisso com a legalidade, sem tolerar qualquer desvio de conduta”, finaliza o comunicado.

A Corregedoria da PM apura as circunstâncias do caso e, até a última atualização desta reportagem, ninguém foi afastado.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia investiga morte de homem agredido por agentes da ViaMobilidade na estação Carapicuíba, da Linha 8-Diamante

por Redação 3 de dezembro de 2024

A Polícia Civil investiga a morte de um homem que foi imobilizado e agredido por agentes da ViaMobilidade na estação Carapicuíba, da Linha 8-Diamante, na Grande São Paulo.

O Bom Dia SP, da TV Globo, teve acesso exclusivo às imagens do circuito interno da estação que mostram o rapaz, aparentemente desorientado, na área das catracas. Em outra imagem, o rapaz tenta passar por baixo da catraca.

Ele chega a levar uma rasteira de um dos agentes da concessionária e em seguida é chutado por um homem que foi identificado como agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e que estava à paisana, de acordo com a ViaMobilidade.

Depois disso, os seguranças da estação arrastaram a vítima pelas pernas. Outro vídeo mostra o rapaz dentro da estação, imobilizado com violência.

Em outro momento, em uma área interna da estação, os agentes perceberam que ele estava inconsciente e tentaram reanimá-lo com massagem cardíaca.

No fim do vídeo, é possível ver que uma equipe do SAMU chega para fazer o resgate. Segundo a concessionária, o rapaz morreu no hospital.

O que diz a concessionária
Em nota, a ViaMobilidade disse que lamenta profundamente a morte do rapaz e que repudia qualquer forma de violência. Informou também que abriu uma sindicância interna para apurar o caso e que os agentes envolvidos foram preventivamente afastados das funções.

O que diz a Secretaria da Segurança
A Secretaria da Segurança Pública disse que as imagens foram analisadas pela polícia e que intimou os envolvidos para novos depoimentos. Afirmou ainda que o registro inicial da ocorrência pode mudar diante de novas evidências.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Modelo, fotógrafo e filha do casal são sequestrados por criminosos e mantidos reféns por 12 horas após jantarem em restaurante em SP

por Redação 29 de novembro de 2024

A modelo Luciana Curtis, o marido dela, o fotógrafo Henrique Gendre, e a filha caçula do casal foram sequestrados por criminosos armados e mantidos reféns por 12 horas após jantarem num restaurante na Zona Oeste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (27). Os bandidos também roubaram o carro da família.

As vítimas foram abordadas no Alto da Lapa e acabaram soltas pela quadrilha na manhã desta quinta (28) na Brasilândia, na Zona Norte, onde fica o local usado como cativeiro (veja imagens abaixo).

Criminosos armados abordaram as três vítimas, que foram levadas no automóvel da família para a Brasilândia, onde ficaram num barraco de madeira com colchão, privada e uma pia. Os sequestradores transferiram dinheiro do casal para contas de integrantes do grupo criminoso, segundo policiais ouvidos pelo g1.

Na manhã desta quinta, a filha mais velha da modelo e do fotógrafo, uma adolescente, notou na que a mãe, o pai e a irmã mais nova, de 11 anos, não estavam em casa e entrou em contato com um tio. Ele procurou a polícia, que acionou a DAS.

Nesse intervalo, os criminosos liberaram as três vítimas numa comunidade na região de Parada de Taipas, também na Zona Norte. A família pediu ajuda a funcionários públicos que estavam num caminhão. Eles levaram a modelo, o marido e a filha a uma delegacia da região.

Em nota, a assessoria da modelo confirmou o sequestro e informou que “a família foi libertada e encontra-se bem”. Luciana Curtis tem 53 anos, e a filha caçula, 11.

O caso é investigado pela Divisão Antissequestro (DAS) da Polícia Civil. Os agentes analisam câmeras de segurança do restaurante, que fica na Avenida Pio XI, para tentar tentar identificar os criminosos.

DAS investiga o caso

Policiais da Divisão Antissequestro foram até ao distrito policial e conversaram com as vítimas. Depois, localizaram o local do cativeiro, onde não havia mais ninguém.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que “a Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) está empenhada na identificação e prisão dos envolvidos no sequestro de uma família ocorrido na noite de quarta-feira (27), na Rua Pio XI, na zona oeste de São Paulo”.

“Os criminosos, armados, abordaram as vítimas na saída de um restaurante e as levaram para um cativeiro. Durante as buscas das equipes da delegacia especializada, o bando abandonou a família no local e fugiu nesta quinta-feira (29). A ocorrência foi registrada na 3ª Delegacia de Repressão à Extorsão com Restrição de Liberdade da Vítima, que investiga os fatos. Outros detalhes serão preservados para garantir a autonomia dos trabalhos policiais.”

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Servidor do MP de SP é preso em operação que investiga vazamento de dados sigilosos de processos na Justiça para membros do PCC

por Redação 28 de novembro de 2024

Um servidor do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) foi preso nesta quinta-feira (28) numa operação do órgão que investiga o vazamento de dados sigilosos de processos na Justiça para membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Além do funcionário do Ministério Público, outra pessoa, que não teve a identidade revelada e é alvo de outro mandando de prisão, também é investigada por suspeita de envolvimento no vazamento de informações processuais que envolviam integrantes da facção criminosa.

A Justiça determinou também o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em locais relacionados aos alvos da ação.

A Polícia Militar (PM) participa da operação dando apoio ao MP na capital paulista, e em outras duas cidades, uma na Grande São Paulo e outra no interior do estado. Os nomes dos demais municípios não foram divulgados.

Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP, criminosos e advogados usaram a senha de um servidor para acessar dados processuais no sistema do Tribunal da Justiça (TJ) paulista.

Mais de cem acessos a partir da mesma senha do servidor foram identificados e os promotores apuram quais processos de fato foram vazados.

Entre os crimes apurados estão os de obstrução da Justiça, violação de sigilo e corrupção. A investigação mostrou por exemplo que as informações de um dos processos foram vendidas para um advogado e repassadas para o crime organizado.

Além de acessar ilegalmente os dados sigilosos, criminosos e advogados usavam as informações vazadas para obstruir e prejudicar investigações do Ministério Público e da Polícia Civil.

Procurada pela reportagem para comentar o assunto, o Tribunal de Justiça informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “não se manifesta sobre investigação em curso nem sobre questões jurisdicionais.”

Fonte: G1

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Segurança

Pastor Silas Malafaia sofre tentativa de assalto, e seguranças trocam tiros com bandidos

por Redação 27 de novembro de 2024

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, sofreu uma tentativa de assalto na tarde desta terça-feira (26) em Olaria, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Homens que faziam sua escolta reagiram e trocaram tiros com os criminosos (veja vídeo acima).

Malafaia estava a caminho da sede de sua igreja, na Penha, e não chegou a ser atingido pelos disparos nem sofreu qualquer ferimento. Os criminosos fugiram sem levar nada. Horas depois, um dos suspeitos foi preso, após ser internado em um hospital.

Uma câmera instalada na rua onde o crime ocorreu mostra a ação dos criminosos. No vídeo, é possível ver que eles estavam em um carro que aparece em frente ao BMW onde Malafaia estava. Ao menos três homens, que aparentam estar com os rostos cobertos, correm em direção ao veículo. Dois deles tentam abrir a porta e batem no vidro.

As imagens também mostram que, neste momento, pedestres em volta começam a correr pela rua. Os seguranças, que estavam logo atrás, descem de outro carro, um Corolla, e um deles aponta a arma em direção aos criminosos, que já não aparecem mais no vídeo. É possível ver a fumaça dos disparos.

O carro dos criminosos, então, avança, seguido pelo BMW, que chega a encostar no Corolla ao dar ré para arrancar.

O g1 e a TV Globo tentaram contato com Silas Malafaia, mas não obtiveram resposta até a última atualização desta reportagem.

A tentativa de assalto ocorreu na Rua Professor Plínio Bastos, por volta das 18h. Os criminosos abordaram o BMW onde Silas estava e exigiram que o pastor abaixasse o vidro. Ele não obedeceu — o veículo é blindado.

Os seguranças do pastor intervieram assim que perceberam a abordagem. Um deles estava com uma arma de grosso calibre. Houve confronto.

Em nota, a Polícia Militar informou que foi acionada após o crime e que as vítimas da tentativa de assalto eram três policiais militares de folga. Eles contaram que reagiram e que os ladrões fugiram.

Mais tarde, um dos suspeitos foi encontrado internado em um hospital particular, onde foi preso. Um veículo roubado foi recuperado.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Mulher que estava com estudante no hotel em que ele foi morto diz ter medo de sofrer retaliação e cita ‘falta de preparo’ de PMs

por Redação 22 de novembro de 2024

A mulher que acompanhava o estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, morto com um tiro à queima-roupa por um policial na quarta-feira (20) disse, em entrevista à TV Globo, que a ação da PM demonstrou “falta de preparo” dos agentes: “Foi totalmente desqualificado”. Ela afirmou ter medo de sofrer retaliações, por isso não será identificada nesta reportagem.

A morte foi registrada por uma câmera de segurança do estabelecimento. Os PMs Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, envolvidos na ocorrência, foram afastados de suas funções até o final das investigações. O policial que fez o disparo foi indiciado por homicídio. As imagens das câmeras corporais usadas pelos PMs serão analisadas.

A mulher mantinha um relacionamento com Marco Aurélio havia dois anos: “Ele fazia parte da minha vida. Todo dia ele estava comigo”. Ela contou que ficou escondida em um cômodo do hotel após ter discutido com o estudante e que “cada um ia para sua casa e amanhã a gente ia se ver de novo”.

Mas o desfecho foi bem diferente. Marco Aurélio havia saído do hotel e retornou rápido. “Foi questão de um minuto para ele voltar com os policiais em cima dele. Encurralam ele ali. Eu não vi 100%, mas eu ouvi 100% de tudo”, relatou.

E complementou: “Eles têm instrumentos de choque, eles têm algema, eles têm muitos meios sabe? Então, para mim, ele [policial que atirou] foi totalmente desqualificado”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em sua primeira manifestação pública após ser cobrado pela família do estudante de medicina morto por um policial militar, disse que “abusos nunca vão ser tolerados e serão severamente punidos”.

O crime
Em depoimento à Polícia Civil, a jovem contou que conheceu o estudante há dois anos, que desenvolveram uma “relação de afinidade” e que Marco devia cerca de R$ 20 mil a ela.

Na quarta, Marco Aurélio alugou, por cerca de uma hora, um quarto no Hotel Flor da Vila Mariana, localizado na Rua Cubatão. Para cobrar a dívida, a jovem conta que aceitou ir ao local, onde recebeu R$ 250.

Conforme o depoimento, eles começaram a discutir e, em determinado momento, o estudante de medicina teria a agredido na cabeça. Em seguida, o recepcionista do hotel ligou para perguntar o que havia acontecido.

Segundo a mulher, Marco Aurélio atendeu e disse que estava tudo bem, mas ela respondeu que não estava nada bem e queria sair dali. O recepcionista, então, ligou para a Polícia Militar, e a jovem fugiu do quarto.

Ela se escondeu em outro cômodo do hotel e conseguiu ouvir parte da interação entre o estudante de medicina e os policiais militares — que questionaram o motivo pelo qual ele bateu na viatura. Posteriormente, ela ainda ouviu o barulho de um tiro.

Após ser baleado, a mulher acompanhou Marco Aurélio até o Hospital Ipiranga. Ele teve duas paradas cardiorrespiratórias e passou por uma cirurgia. Contudo, ele não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 6h40.

Câmera de segurança
Uma câmera de segurança do hotel registrou o momento que o estudante é assassinado às 2h49 (veja acima). Um dos agentes tentou puxar Marco Aurélio pelo braço, enquanto o outro o chutou. Em seguida, o estudante segurou a perna do policial, que caiu no chão.

Durante a confusão, o PM Guilherme atirou na altura do peito do estudante. No boletim de ocorrência, os policiais alegaram que o jovem teria tentado pegar a arma de Bruno.

O caso foi registrado no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) como morte decorrente de intervenção policial e resistência.

Claudio Silva, ouvidor das Polícias de São Paulo, afirmou que a ação é “mais um reflexo da lógica que está instalada no estado de São Paulo, de polícia que mata. Polícia que não respeita a vida”.

Quem era o estudante?
O jovem estava no quinto ano do curso de medicina na Universidade Anhembi Morumbi. Ele era o filho caçula de um casal de médicos peruanos naturalizados brasileiros que se mudou para cá há mais de duas décadas. Segundo a mãe, a intensivista Silvia Mônica, o rapaz nasceu prematuramente e, da mesma forma, concluiu o ensino médio com apenas 15 anos.

A família conta que ele chegou a ser aprovado no vestibular para cursar direito, mas escolheu seguir o mesmo caminho dos pais e do irmão Frank, na medicina.

Marco era atleta do time de futebol do curso de medicina. Nas redes sociais, a faculdade publicou mensagem de condolências.

“Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com seus familiares, companheiros de time e colegas, que perderam não apenas um companheiro de jornada, mas também um amigo. Que sua memória seja sempre lembrada com carinho e que sua trajetória inspire todos nós.”

O que diz a SSP
“As polícias Civil e Militar apuram as circunstâncias da morte de um homem de 22 anos, ocorrida na madrugada desta quarta-feira (20), na Vila Mariana, na capital paulista. Os policiais envolvidos na ocorrência prestaram depoimento, foram indiciados em inquérito e permanecerão afastados das atividades operacionais até a conclusão das apurações.

Na ocasião, o jovem golpeou a viatura policial e tentou fugir. Ao ser abordado, ele investiu contra os policiais, sendo ferido. O rapaz foi prontamente socorrido ao hospital Ipiranga, mas não resistiu ao ferimento. A arma do policial responsável pelo disparo foi apreendida e encaminhada à perícia. As imagens registradas pelas câmeras corporais (COPs) serão anexadas aos inquéritos conduzidos pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).”

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Mortes pela PM de SP aumentam 46% em 2024, segundo ano da gestão Tarcísio

por Redação 22 de novembro de 2024

As mortes cometidas por policiais militares no estado de São Paulo aumentaram 46% até 17 de novembro deste ano, se comparado a 2023, segundo dados do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial, do Ministério Público.

De janeiro a 17 de novembro deste ano, 673 pessoas foram mortas por policiais militares, contra 460 nos 12 meses do ano passado.

Dessas 673 mortes, 577 foram praticadas por policiais em serviço, ou seja, trabalhando, e 96, de folga.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que “todos os casos de morte decorrente de intervenção policial que ocorrem em São Paulo são rigorosamente investigados pelas forças de segurança, com acompanhamento das respectivas Corregedorias, Ministério Público e Poder Judiciário” (leia nota completa abaixo).

É o segundo ano consecutivo de aumento de mortes praticadas por policiais militares. Tanto neste ano quanto no ano passado, a Polícia Militar realizou operações na Baixada Santista consideradas as mais letais desde o massacre do Carandiru, com 56 mortos, em 2024, e 28, em 2023.

Um ano antes, em 2022, sob gestão do governador Rodrigo Garcia (DEM), com a ampliação do programa Olho Vivo, das câmeras acopladas nos uniformes dos PMs, o estado de São Paulo registrou o menor número de mortes por PMs em serviço na história. A redução da mortalidade de adolescentes em intervenções policiais chegou a 80,1% naquele ano.

Desde antes de assumir o governo do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) já dava sinais de que não iria ampliar o programa das câmeras. Ao assumir o cargo, em 2023, confirmou que não adquiriu novas câmeras mesmo com orçamento disponível.

Neste ano, o governo de São Paulo lançou um edital para a contratação de 12 mil novas câmeras corporais para a Polícia Militar. A gravação de vídeos pelo equipamento vai ser realizada de forma intencional, ou seja, o policial será responsável pela escolha de gravar ou não uma ocorrência.

Na prática, a mudança pode dificultar investigações de atos de violência policial porque deixará a decisão sobre ligar ou não o equipamento a cargo dos agentes. Especialista ouvido pelo g1 aponta que a câmera não ser usada durante todo o turno policial pode:

aumentar o uso da força de forma indiscriminada e sem controle;
dificultar a produção de provas para investigações;
diminuir a proteção do próprio policial que possa estar numa situação de risco e/ou ter sua conduta questionada.
Nesta semana, um estudante de medicina foi morto por policiais militares na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, foi morto com um tiro à queima-roupa na madrugada de quarta-feira (20).

Os PMs Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, envolvidos na ocorrência, foram afastados de suas funções até o final das investigações.

O estudante foi assassinado às 2h49. Um dos agentes tentou puxar Marco Aurélio pelo braço, enquanto o outro o chutou. Em seguida, o estudante segurou a perna do policial, que caiu no chão. Durante a confusão, o PM Guilherme atirou na altura do peito do estudante. No boletim de ocorrência, os policiais alegaram que o jovem teria tentado pegar a arma de Bruno.

Inicialmente, eles disseram no boletim de ocorrência que as câmeras não estavam ligadas. Depois, foi confirmado que elas estavam gravando. Os policiais envolvidos estavam usando o modelo de câmera adotado no governo anterior. O novo modelo deve começar a ser utilizado em 17 de dezembro.

Nesta quinta-feira (21), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou que o governo de São Paulo preste esclarecimentos sobre o uso das novas câmeras corporais adquiridas pelo estado. A gestão tem prazo de cinco dias para responder.

O que diz a SSP
“Todos os casos de morte decorrente de intervenção policial que ocorrem em São Paulo são rigorosamente investigados pelas forças de segurança, com acompanhamento das respectivas Corregedorias, Ministério Público e Poder Judiciário. Desde a formação e ao longo de toda carreira, os policiais paulistas passam por cursos de formação e atualização que contemplam disciplinas de direitos humanos, igualdade social, diversidade de gênero, ações antirracistas, entre outras. Além disso, os cursos ao efetivo são constantemente aprimorados e comissões direcionadas à análise dos procedimentos revisam e aprimoram os treinamentos, bem como as estruturas investigativas.”

Fonte: G1

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