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Categoria:

PCC

PCC

Operação mira grupo chinês ligado ao PCC por lavar R$ 1 bilhão com venda de eletrônicos

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Uma operação conjunta da Polícia Civil, do Ministério Público (MP) e da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foi deflagrada nesta quinta-feira (12) contra uma organização criminosa chinesa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é investigado por lavar dinheiro e ocultar bens por meio da comercialização de produtos eletrônicos.

A ação, batizada de Operação Dark Trader, ocorreu nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A Justiça paulista autorizou o cumprimento de três mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

Um integrante do PCC e uma mulher que trabalha no grupo Knup Brasil foram presos. Já o proprietário da empresa, um cidadão chinês, está na China e não foi detido. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Durante a operação, quatro carros de luxo foram apreendidos.

Segundo as investigações, a Knup e o PCC teriam utilizado quatro empresas de fachada para sonegar mais de R$ 1 bilhão em um período de sete meses. O esquema tinha como finalidade a sonegação de impostos e a ocultação de recursos para driblar órgãos de controle.

Tanto a organização chinesa quanto o PCC lucravam com o esquema. O principal alvo da operação foi a Knup, empresa chinesa que atua há 20 anos no Brasil na venda de equipamentos como computadores, aparelhos de som e relógios.

De acordo com a apuração, a empresa utilizava sua plataforma digital de comércio online para vender os produtos, mas os valores das transações não eram destinados diretamente ao grupo. O dinheiro era redirecionado para contas de empresas de fachada, duas delas ligadas diretamente ao PCC.

O esquema também incluía a emissão de notas fiscais frias com valores inferiores aos reais, por meio de outro grupo de empresas fictícias. A TV Globo informou que tenta contato com a Knup para que a empresa se manifeste sobre as acusações.

A Operação Dark Trader mobilizou mais de 140 agentes das forças de segurança e fiscalização de São Paulo. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um integrante do PCC com antecedentes por tráfico de drogas, roubo e receptação.

As investigações apontam ainda que a Knup utilizava membros de facções criminosas como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto padrão, com o objetivo de blindar patrimônio.

“Um criminoso faccionado foi preso nesse contexto de utilizar essa estrutura criminosa chinesa, vamos pôr assim dizer, para lavar dinheiro. Então logo é possível a gente concluir que o PCC como estrutura criminosa também esteja utilizando esse esquema de lavagem do que a gente identificou hoje”, afirmou o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, em entrevista à TV Globo.

“Nós vamos tentar jogar essa rede mais longe e olhar para mais distante para ver se isso é uma coisa de uma pessoa que está presa ou se é uma estrutura ajudando outra estrutura criminosa”, acrescentou o delegado.

Conforme a força-tarefa, a funcionária e o proprietário da Knup participavam do envio de grandes quantias às empresas fictícias, coordenando a emissão de notas fiscais frias e a redistribuição dos recursos. Contadores ligados ao grupo atuavam na formalização de documentos e na fragmentação dos valores.

Ao todo, 18 pessoas e 14 empresas são investigadas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos computadores, equipamentos eletrônicos e quatro veículos de luxo.

A Justiça bloqueou 36 contas bancárias atribuídas à organização, com valores que somam R$ 1 bilhão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do MP paulista, obtiveram o sequestro judicial desse montante.

Também foram sequestrados R$ 25 milhões em imóveis de luxo, automóveis de alto padrão, dezenas de contas bancárias em nome de laranjas e diversas aplicações financeiras.

Segundo as autoridades, a organização utilizava engenharia financeira complexa para desviar e pulverizar recursos, dificultando o rastreamento. O esquema funcionava com vendas realizadas por uma empresa principal do grupo, pagamentos redirecionados para empresas de fachada, emissão de notas fiscais frias por terceiros, uso de “contas-balde” para concentrar valores e posterior pulverização dos recursos em contas de terceiros e laranjas.

Fonte: G1

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PCC

Após prisão ligada ao PCC, musa da Gaviões chama volta ao Sambódromo de renascimento

por Redação 9 de fevereiro de 2026

Musa da Gaviões da Fiel, a atriz e dançarina Natacha Horana, de 33 anos, voltou a desfilar no carnaval de São Paulo neste ano após passar quatro meses presa na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. A artista havia sido detida em novembro de 2024, durante a Operação Argento, que investigou o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido.

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN), Natacha manteve um relacionamento com Valdeci e teve contas pessoais usadas para lavagem de dinheiro do crime organizado. A ex-bailarina do Faustão nega as acusações e afirma que foi enganada pelo ex-namorado.

De acordo com os promotores, empresas ligadas ao líder do PCC realizaram diversos depósitos nas contas da atriz, o que motivou o pedido de prisão. Natacha foi solta em março de 2025, mas segue respondendo a processo criminal por lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e organização criminosa.

A dançarina afirma que, no carnaval do ano passado, chegou a deixar a fantasia pronta e aguardava a concessão de um habeas corpus para desfilar. “Se eu saísse sábado de manhã, eu iria desfilar. Mas o Judiciário entrou em recesso, e o habeas corpus só saiu depois do carnaval”, relatou.

Segundo Natacha, a experiência na prisão foi traumática. “Ficar longe e a falta de liberdade de não poder falar, me defender publicamente, foi muito traumatizante. Agora, estar na Avenida é um renascimento, de liberdade, de reconquista”, afirmou.

Valdeci Alves dos Santos está preso na Penitenciária Federal de Brasília, suspeito de lavar mais de R$ 23 milhões do PCC. Foragido por quase dez anos, ele foi capturado em abril de 2022, durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal no sertão de Pernambuco, quando viajava com Natacha, usando documentos falsos.

A bailarina diz que conheceu Valdeci como Joaquim, suposto empresário do ramo agropecuário, e que o relacionamento durou cerca de três meses. Mesmo após a prisão dele, ela realizou ao menos quatro visitas à penitenciária, fato citado pelo MP-RN como um dos indícios da investigação.

Os promotores afirmam que, entre 2014 e 2024, Natacha movimentou mais de R$ 15 milhões em suas contas, valor considerado incompatível com a renda declarada. Ela sustenta que os recursos são provenientes de trabalhos artísticos e publicidade.

Durante o período em que esteve presa, Natacha afirma ter desenvolvido depressão e síndrome do pânico, condições para as quais segue em tratamento. Segundo ela, o retorno aos ensaios da Gaviões fez parte do processo de recuperação emocional.

Com quase 1 milhão de seguidores nas redes sociais, Natacha também anunciou a intenção de lançar um livro de memórias sobre a experiência no cárcere e a criação de um projeto social voltado ao apoio de mulheres que deixam o sistema prisional.

Neste carnaval, a musa desfila à frente da décima ala da Gaviões da Fiel, que será a quarta escola a entrar no Sambódromo do Anhembi, no dia 14, às 1h45. O samba-enredo é “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, que celebra a luta, a resistência e o legado dos povos indígenas do Brasil.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira esquema ligado ao PCC que trazia droga da fronteira para São Paulo e outros estados

por Redação 18 de dezembro de 2025

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (18) uma operação contra um esquema de tráfico de drogas ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que atuava no transporte de cocaína vinda do Paraguai e da Bolívia para São Paulo e outros estados do país.

De acordo com as investigações, a droga entrava no Brasil pela região de fronteira em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A partir dali, os entorpecentes eram distribuídos para diferentes regiões, tendo o estado de São Paulo como principal destino.

O foco da ação foi desarticular uma complexa rede de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos utilizavam empresas de fachada para justificar movimentações financeiras milionárias e ocultar a origem ilícita dos recursos.

Nesta primeira fase da investigação, ao menos 11 suspeitos foram identificados como integrantes do esquema, com participação direta no transporte da droga para o território brasileiro.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam carros de luxo, armas — incluindo um fuzil —, R$ 35 mil em dinheiro, além de bolsas, relógios de marcas famosas, computadores e celulares.

Foram expedidos quatro mandados de prisão na capital paulista e em cidades da Região Metropolitana, mas ninguém foi preso até o momento. Também foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a traficantes e a pessoas responsáveis por ocultar o dinheiro do crime organizado.

As ordens judiciais foram executadas na capital, em Carapicuíba, Bragança Paulista e Botucatu, no interior de São Paulo, além de imóveis em Ponta Porã. Segundo a polícia, os locais funcionavam como bases operacionais da quadrilha para a distribuição de entorpecentes.

A operação, batizada de Argyros, contou com a participação de cerca de 70 policiais da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DISCCPAT), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Segundo a Polícia Civil, a investigação apura crimes de lavagem de capitais, organização criminosa interestadual e tráfico de drogas, com novas fases previstas a partir da análise do material apreendido.

Fonte: G1

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PCC

Operação da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do PCC bloqueia R$ 6 bilhões e apreende carros de luxo

por Redação 5 de dezembro de 2025

Uma operação deflagrada nesta quinta-feira (4) pela Polícia Civil de São Paulo contra a lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) resultou no bloqueio de R$ 6 bilhões em contas bancárias e na apreensão de mais de 250 veículos, incluindo carros de luxo como Porsche.

A Justiça autorizou o sequestro de 49 imóveis, três embarcações avaliadas em quase R$ 20 milhões e 257 veículos pertencentes aos investigados. Pelo menos 20 pessoas físicas e 37 empresas tiveram contas bloqueadas. Apesar da autorização para seis prisões, ninguém foi detido; os suspeitos seguem foragidos.

Batizada de Falso Mercúrio, a ação mobilizou cerca de 100 policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com 48 mandados de busca e apreensão cumpridos na capital e na Grande São Paulo.

As investigações indicam que o grupo criminoso atuava de forma independente, prestando serviços de lavagem de dinheiro ao PCC. O esquema recebia valores obtidos por meio de crimes e distribuía os recursos para 49 empresas de diferentes setores — como padarias, lojas de veículos e fintechs — dando aparência de legalidade às operações.

A rede operava em três núcleos:

Coletores: arrecadavam os valores ilícitos;

Intermediários: movimentavam e ocultavam o dinheiro;

Beneficiários finais: recebiam os recursos já “legitimados”.

O secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, afirmou que duas dessas empresas transferiram dinheiro para Matheus Augusto de Castro Mota e Kauê do Amaral Coelho, conhecido como “olheiro do PCC”. Kauê é suspeito de participação na execução do empresário Antônio Vinicius Gritzbach, morto em um hangar de São Paulo, e Matheus teria ajudado na fuga do criminoso.

Fonte: G1

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PCC

Traficante brasileiro ligado ao PCC é preso em Portugal com a esposa em condomínio de luxo

por Redação 17 de novembro de 2025

O brasileiro Ygor Daniel Zago, 44 anos, conhecido como “Hulk” e apontado como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso no último dia 14 em Cascais, Portugal. Ele foi detido junto à esposa, Fernanda Ferrari Zago, 40, em um condomínio de alto padrão. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (17) pela Polícia Judiciária portuguesa.

Ambos eram procurados pela polícia brasileira por envolvimento com o crime organizado. Após serem detidos, passaram por audiência com um juiz, que determinou a prisão preventiva enquanto aguardam o processo de extradição ao Brasil.

Ygor responde na Justiça por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Além disso, é investigado por suposta participação em um esquema de fraude de combustíveis no estado de São Paulo, que envolveria adulteração de gasolina e etanol com metanol e água, além de irregularidades na quantidade entregue ao consumidor. A acusação também aponta ligação do suspeito com um esquema internacional de tráfico de drogas envolvendo o PCC e a máfia dos Bálcãs.

Fernanda, segundo a investigação, auxiliava o marido a se manter foragido. O caso é conduzido pela Polícia Civil de São Paulo, com apoio do Gaeco do Ministério Público estadual, da Polícia Federal e do MPF. A operação identificou 33 postos de combustíveis usados pelo grupo para adulteração e revenda irregular.

Recentemente, autoridades brasileiras solicitaram à Interpol a inclusão do nome e foto de Ygor na Difusão Vermelha. Em nota, o Ministério Público de São Paulo informou que acompanha o caso por meio de cooperação jurídica internacional e aguarda os trâmites relativos à eventual extradição dos investigados.

Fonte: G1

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PCC

Operação interdita quase 50 postos de combustíveis no PI, MA e TO por suspeita de lavar dinheiro para o PCC

por Redação 5 de novembro de 2025

A Polícia Civil interditou 49 postos de combustíveis nesta quarta-feira (5) em cidades do Piauí, Maranhão e Tocantins, durante a Operação Carbono Oculto 86, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro de R$ 5 bilhões ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), o grupo utilizava postos, empresas de fachada, fintechs e fundos de investimento para movimentar e ocultar recursos do crime organizado. Somente em Teresina, 16 estabelecimentos foram interditados.

Durante a ação, foram apreendidos um Porsche avaliado em R$ 550 mil e um avião modelo Cessna Aircraft 210M, pertencente ao empresário Haran Santhiago Girão Sampaio, além de três outras aeronaves não localizadas. A Justiça determinou ainda o bloqueio de R$ 348 milhões em bens de 10 pessoas e 60 empresas investigadas.

As buscas foram realizadas em Teresina (PI), Araraquara (SP) e em diversos municípios do interior dos três estados. Entre os endereços vistoriados estão casas em condomínios de luxo e apartamentos em diferentes zonas da capital piauiense.

De acordo com as investigações, o esquema reproduz o modelo já identificado na primeira fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto e considerada a maior ação já feita contra o crime organizado no país. Empresários locais teriam usado laranjas e estruturas financeiras complexas para esconder os verdadeiros beneficiários dos recursos.

A polícia também apura indícios de fraude fiscal, venda de combustível adulterado e emissão de notas frias, com o objetivo de sonegar milhões em impostos.

Os principais alvos da operação são Haran Santhiago, Danillo Coelho de Sousa, Moisés Eduardo Soares Pereira, Salatiel Soido de Araújo, Denis Alexandre Jotesso Villani e João Revoredo Mendes Cabral Filho. Todos estão proibidos de sair de Teresina, mudar de endereço ou manter contato entre si.

Uma coletiva de imprensa foi marcada para as 11h desta quarta-feira, na sede do Ministério Público do Piauí, para detalhar o avanço das investigações e a possível extensão do esquema para outros estados do Nordeste.

Fonte: G1

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PCC

Carros de luxo e viagens pela Europa: operação revela ostentação e conexões internacionais de líderes do PCC

por Redação 31 de outubro de 2025

A mais recente ofensiva do Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra a lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) revelou o estilo de vida luxuoso e o poder financeiro de três criminosos apontados como integrantes da cúpula da facção: Sérgio Luiz de Freitas Filho, o “Mijão”, Eduardo Magrini, o “Diabo Loiro”, e Álvaro Daniel Roberto, o “Caipira”.

Deflagrada nesta quinta-feira (30), a Operação Off White teve como alvo um sofisticado esquema de ocultação de patrimônio, que utilizava empresas de compra e venda de veículos, imóveis e negócios rurais para disfarçar a origem ilícita de recursos oriundos do tráfico de drogas. A ação é um desdobramento das operações Linha Vermelha e Pronta Resposta, que já haviam revelado planos do PCC para assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

Segundo o MPSP, o grupo estabeleceu “sólidas conexões entre traficantes e empresários” para movimentar grandes somas e mascarar os reais beneficiários. A Justiça determinou o bloqueio de 12 imóveis de luxo e valores em contas bancárias, além de expedir 9 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, Luís Carlos dos Santos, pai de um dos investigados, morreu em confronto com a Polícia Militar em Campinas. Um sargento ficou ferido.

Foragidos e presos

Entre os principais alvos estão “Mijão” e “Caipira”, ambos foragidos. Considerado um dos chefes do alto escalão do PCC, “Mijão” é investigado por comandar a logística de compra e envio de cocaína da Bolívia ao Brasil, onde viveria sob identidade falsa em Santa Cruz de La Sierra. A PF e o MP apontam que ele mantém mansões de luxo e uma rede de falsificadores, além de ter sido citado em investigações sobre o plano de assassinato do promotor.

Já “Caipira”, ligado ao megatraficante colombiano Juan Carlos Abadia, teria operado rotas de tráfico internacional para a Europa, controlando a saída de drogas da Bolívia, Paraguai e Peru. Preso em 2013, ele fugiu em 2014 de um presídio mineiro e segue procurado.

Entre os presos está Eduardo Magrini, o “Diabo Loiro”, figura antiga no PCC e suspeito de envolvimento nos ataques de 2006 em São Paulo. Apontado como membro da “sintonia FM”, setor que administra pontos de venda de drogas, Magrini ostentava nas redes sociais uma vida de luxo, com carros importados, viagens pela Europa e fotos com armas, sob o disfarce de “influencer digital” e “produtor rural”.

As buscas foram realizadas em condomínios de alto padrão de Campinas (Alphaville, Entreverdes, Jatibela e Swiss Park), além de Mogi Guaçu e Artur Nogueira. O MPSP afirma que, após desavenças internas, os investigados tentaram “dissipar o patrimônio e ocultar os beneficiários reais” — o que levou à deflagração da Off White.

Fonte: OGLOBO

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PCC

Criminosos do PCC alugaram casa a menos de 1 km de onde promotor Lincoln Gakiya mora para monitorar rotina dele, diz investigação

por Redação 24 de outubro de 2025

As investigações da Operação Recon, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil, revelaram que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) alugaram uma casa de luxo a menos de um quilômetro da residência do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, em Presidente Prudente, interior de São Paulo, com o objetivo de espionar e mapear a rotina dele e de sua escolta policial.

De acordo com o MP-SP, imagens aéreas mostraram que diversas pessoas se reuniam na residência, que também funcionava como ponto de distribuição de drogas. Os investigadores acreditam que os criminosos planejavam atacar o promotor durante o trajeto até o trabalho.

Lincoln Gakiya integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e é conhecido por atuar há mais de 20 anos contra as lideranças do PCC. Desde 2005, ele vive sob escolta policial permanente por causa das ameaças que recebe da facção.

A operação também identificou uma célula do PCC altamente disciplinada e compartimentada, responsável por monitorar autoridades e seus familiares, com o objetivo de planejar atentados. Segundo o MP-SP, cada integrante tinha funções específicas e não conhecia o plano completo, o que dificultava a detecção da trama.

Durante a ação, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1). A Justiça também determinou a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos suspeitos.

As autoridades destacam que, até o momento, não há ligação confirmada entre esse plano e o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, morto recentemente, embora as ações de monitoramento de autoridades tenham começado na mesma época, em julho deste ano.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de Vitor Hugo da Silva, o “VH”, por tráfico de drogas. No celular dele, a polícia encontrou fotos, vídeos e levantamentos detalhados sobre a rotina de Roberto Medina, coordenador de presídios também ameaçado.
A partir dele, os investigadores chegaram a Wellison Rodrigo Bispo de Almeida (“Corinthinha”), e Sérgio Garcia da Silva (“Messi”), ambos presos. Nos celulares apreendidos, foram encontradas conversas, prints de rotas e registros de vigilância sobre Gakiya e Medina.

Segundo o MP-SP, as provas apreendidas serão analisadas pela perícia e devem subsidiar as próximas fases da investigação, voltadas a identificar outros partícipes e o mapeamento completo da cadeia de comando do grupo criminoso.

Fonte: G1

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PCC

Três pessoas são detidas e diversos materiais apreendidos em operação contra ameaças do PCC a autoridades em São Paulo

por Redação 24 de outubro de 2025

Três pessoas foram detidas e veículos, computadores, notebooks, celulares, pendrives e documentos apreendidos na manhã desta sexta-feira (24) durante a Operação Recon, deflagrada para impedir um plano de assassinato contra o promotor de Justiça Lincoln Gakiya e o coordenador de presídios Roberto Medina, ambos alvos de ameaças do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A ação foi coordenada pelas forças de segurança do Estado de São Paulo — entre elas Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Ministério Público — e cumpriu 25 mandados de busca em sete cidades do interior: Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1).

Durante as buscas, foram apreendidos carros, motos, celulares, computadores, pendrives e documentos. Três suspeitos foram presos por tráfico de drogas, com a apreensão de aproximadamente três quilos de crack e pasta-base de cocaína.

Segundo o delegado Ramon Euclides Guarnieri Pedrão, diversos equipamentos eletrônicos estavam escondidos e podem conter informações relevantes para o avanço das investigações. “São materiais que guardam dados de interesse e que podem ajudar a investigação a avançar”, explicou.

As apurações indicam que o grupo criminoso agia de forma hierarquizada e disciplinada, coletando informações sobre a rotina de autoridades e seus familiares com o objetivo de planejar atentados. Cada integrante possuía uma função específica e não conhecia o plano completo, o que dificultava a detecção das ações pela polícia.

O promotor Lincoln Gakiya, que integra o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Presidente Prudente, vive sob escolta policial há mais de uma década, devido às constantes ameaças de morte do PCC desde 2005.

A operação foi considerada bem-sucedida pelas autoridades, que destacaram o papel da integração entre os órgãos de segurança na interrupção do plano antes da execução. As provas recolhidas serão analisadas pela perícia e devem subsidiar as próximas etapas da investigação.

Fonte: G1

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PCC

Mensagens revelam existência de um ‘RH do PCC’ que define regras, monitora mortos e orienta atuação eleitoral da facção

por Redação 23 de outubro de 2025

Mensagens interceptadas pela Polícia Civil de São Paulo revelaram detalhes sobre a estrutura interna do Primeiro Comando da Capital (PCC), que inclui um núcleo responsável por funções administrativas semelhantes às de um departamento de Recursos Humanos (RH).

Conhecida internamente como “Sintonia Final do Resumo”, a área é apontada pelos investigadores como uma espécie de “RH do crime”, responsável por organizar cadastros de integrantes, controlar punições e definir diretrizes para atuação da facção.

As informações foram obtidas a partir da análise dos celulares do traficante Michael Silva, conhecido como Neymar do PCC, preso em agosto de 2024.

Diretrizes e estrutura

De acordo com os investigadores, a “Sintonia Final do Resumo” atua na manutenção da hierarquia e disciplina dentro da facção. Entre as atribuições, estão:

Diretrizes eleitorais: Em julho de 2024, mensagens internas orientaram que cada comunidade apoiasse candidatos que “trouxessem benefícios locais”, independentemente de partido político.

Controle do mercado de drogas: O núcleo advertiu integrantes contra o “delivery irregular” de entorpecentes em regiões com pontos de venda já estabelecidos.

Cadastro de membros: Mantém fichas e um “protocolo de retorno” para criminosos perdoados pela facção.

Levantamento de óbitos: Cobrança por relatórios sobre integrantes mortos, com identificação do apelido, local de origem e circunstâncias da morte.

Pagamentos e finanças: O setor também seria responsável pela distribuição de recursos às “células” regionais.

Expansão territorial: As mensagens indicam planos de expansão para outros estados, como o Rio de Janeiro, em parceria com o Terceiro Comando Puro (TCP), para enfrentar o Comando Vermelho (CV).

Em uma das conversas, um integrante identificado como Orelha afirma estar no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, e recebe ordens para contatar a cúpula da facção — a chamada “Sintonia Final”. Em resposta, ele promete “revolucionar o Rio”.

Operação e prisão

Na época da prisão, Michael Silva circulava por São Paulo em carros de luxo, distribuindo cestas de Natal nas comunidades e mantendo celulares cadastrados em nome de terceiros — os chamados “celulares sujos”.

Em uma das mensagens, enviadas semanas antes da prisão, ele ordenou que um subordinado destruísse três aparelhos e os lançasse no Rio Tietê, temendo o rastreamento das comunicações.

Silva foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por organização criminosa e tráfico de drogas, com agravante de ocupar posição de liderança no PCC.

Em nota, a defesa do acusado afirmou que ele é inocente e que a investigação é “desastrosa”, contendo “diversas nulidades” que serão questionadas “em momento oportuno”.

Fonte: OGLOBO

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