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PCC

PCC

Criminosos do PCC alugaram casa a menos de 1 km de onde promotor Lincoln Gakiya mora para monitorar rotina dele, diz investigação

por Redação 24 de outubro de 2025

As investigações da Operação Recon, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil, revelaram que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) alugaram uma casa de luxo a menos de um quilômetro da residência do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, em Presidente Prudente, interior de São Paulo, com o objetivo de espionar e mapear a rotina dele e de sua escolta policial.

De acordo com o MP-SP, imagens aéreas mostraram que diversas pessoas se reuniam na residência, que também funcionava como ponto de distribuição de drogas. Os investigadores acreditam que os criminosos planejavam atacar o promotor durante o trajeto até o trabalho.

Lincoln Gakiya integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e é conhecido por atuar há mais de 20 anos contra as lideranças do PCC. Desde 2005, ele vive sob escolta policial permanente por causa das ameaças que recebe da facção.

A operação também identificou uma célula do PCC altamente disciplinada e compartimentada, responsável por monitorar autoridades e seus familiares, com o objetivo de planejar atentados. Segundo o MP-SP, cada integrante tinha funções específicas e não conhecia o plano completo, o que dificultava a detecção da trama.

Durante a ação, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1). A Justiça também determinou a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos suspeitos.

As autoridades destacam que, até o momento, não há ligação confirmada entre esse plano e o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, morto recentemente, embora as ações de monitoramento de autoridades tenham começado na mesma época, em julho deste ano.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de Vitor Hugo da Silva, o “VH”, por tráfico de drogas. No celular dele, a polícia encontrou fotos, vídeos e levantamentos detalhados sobre a rotina de Roberto Medina, coordenador de presídios também ameaçado.
A partir dele, os investigadores chegaram a Wellison Rodrigo Bispo de Almeida (“Corinthinha”), e Sérgio Garcia da Silva (“Messi”), ambos presos. Nos celulares apreendidos, foram encontradas conversas, prints de rotas e registros de vigilância sobre Gakiya e Medina.

Segundo o MP-SP, as provas apreendidas serão analisadas pela perícia e devem subsidiar as próximas fases da investigação, voltadas a identificar outros partícipes e o mapeamento completo da cadeia de comando do grupo criminoso.

Fonte: G1

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PCC

Três pessoas são detidas e diversos materiais apreendidos em operação contra ameaças do PCC a autoridades em São Paulo

por Redação 24 de outubro de 2025

Três pessoas foram detidas e veículos, computadores, notebooks, celulares, pendrives e documentos apreendidos na manhã desta sexta-feira (24) durante a Operação Recon, deflagrada para impedir um plano de assassinato contra o promotor de Justiça Lincoln Gakiya e o coordenador de presídios Roberto Medina, ambos alvos de ameaças do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A ação foi coordenada pelas forças de segurança do Estado de São Paulo — entre elas Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Ministério Público — e cumpriu 25 mandados de busca em sete cidades do interior: Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1).

Durante as buscas, foram apreendidos carros, motos, celulares, computadores, pendrives e documentos. Três suspeitos foram presos por tráfico de drogas, com a apreensão de aproximadamente três quilos de crack e pasta-base de cocaína.

Segundo o delegado Ramon Euclides Guarnieri Pedrão, diversos equipamentos eletrônicos estavam escondidos e podem conter informações relevantes para o avanço das investigações. “São materiais que guardam dados de interesse e que podem ajudar a investigação a avançar”, explicou.

As apurações indicam que o grupo criminoso agia de forma hierarquizada e disciplinada, coletando informações sobre a rotina de autoridades e seus familiares com o objetivo de planejar atentados. Cada integrante possuía uma função específica e não conhecia o plano completo, o que dificultava a detecção das ações pela polícia.

O promotor Lincoln Gakiya, que integra o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Presidente Prudente, vive sob escolta policial há mais de uma década, devido às constantes ameaças de morte do PCC desde 2005.

A operação foi considerada bem-sucedida pelas autoridades, que destacaram o papel da integração entre os órgãos de segurança na interrupção do plano antes da execução. As provas recolhidas serão analisadas pela perícia e devem subsidiar as próximas etapas da investigação.

Fonte: G1

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PCC

Mensagens revelam existência de um ‘RH do PCC’ que define regras, monitora mortos e orienta atuação eleitoral da facção

por Redação 23 de outubro de 2025

Mensagens interceptadas pela Polícia Civil de São Paulo revelaram detalhes sobre a estrutura interna do Primeiro Comando da Capital (PCC), que inclui um núcleo responsável por funções administrativas semelhantes às de um departamento de Recursos Humanos (RH).

Conhecida internamente como “Sintonia Final do Resumo”, a área é apontada pelos investigadores como uma espécie de “RH do crime”, responsável por organizar cadastros de integrantes, controlar punições e definir diretrizes para atuação da facção.

As informações foram obtidas a partir da análise dos celulares do traficante Michael Silva, conhecido como Neymar do PCC, preso em agosto de 2024.

Diretrizes e estrutura

De acordo com os investigadores, a “Sintonia Final do Resumo” atua na manutenção da hierarquia e disciplina dentro da facção. Entre as atribuições, estão:

Diretrizes eleitorais: Em julho de 2024, mensagens internas orientaram que cada comunidade apoiasse candidatos que “trouxessem benefícios locais”, independentemente de partido político.

Controle do mercado de drogas: O núcleo advertiu integrantes contra o “delivery irregular” de entorpecentes em regiões com pontos de venda já estabelecidos.

Cadastro de membros: Mantém fichas e um “protocolo de retorno” para criminosos perdoados pela facção.

Levantamento de óbitos: Cobrança por relatórios sobre integrantes mortos, com identificação do apelido, local de origem e circunstâncias da morte.

Pagamentos e finanças: O setor também seria responsável pela distribuição de recursos às “células” regionais.

Expansão territorial: As mensagens indicam planos de expansão para outros estados, como o Rio de Janeiro, em parceria com o Terceiro Comando Puro (TCP), para enfrentar o Comando Vermelho (CV).

Em uma das conversas, um integrante identificado como Orelha afirma estar no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, e recebe ordens para contatar a cúpula da facção — a chamada “Sintonia Final”. Em resposta, ele promete “revolucionar o Rio”.

Operação e prisão

Na época da prisão, Michael Silva circulava por São Paulo em carros de luxo, distribuindo cestas de Natal nas comunidades e mantendo celulares cadastrados em nome de terceiros — os chamados “celulares sujos”.

Em uma das mensagens, enviadas semanas antes da prisão, ele ordenou que um subordinado destruísse três aparelhos e os lançasse no Rio Tietê, temendo o rastreamento das comunicações.

Silva foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por organização criminosa e tráfico de drogas, com agravante de ocupar posição de liderança no PCC.

Em nota, a defesa do acusado afirmou que ele é inocente e que a investigação é “desastrosa”, contendo “diversas nulidades” que serão questionadas “em momento oportuno”.

Fonte: OGLOBO

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PCC

MP investiga lavagem de dinheiro do PCC em lojas de brinquedos em SP

por Redação 22 de outubro de 2025

O Ministério Público de São Paulo, em conjunto com a Polícia Civil e a Fazenda estadual, realiza nesta quarta-feira (22) uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) em lojas de brinquedos infantis.

Ao todo, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão: quatro lojas localizadas em shoppings da capital paulista (Center Norte e Mooca), uma em Guarulhos (Shopping Internacional) e outra em Santo André, no ABC paulista. A Justiça determinou ainda o sequestro e bloqueio de bens e valores que somam R$ 4,3 milhões.

Segundo os promotores, as lojas são franquias de uma rede de pelúcias personalizadas, e os alvos da investigação têm ligação com Claudio Marcos de Almeida, conhecido como Django, apontado como traficante de drogas e fornecedor de armamento pesado para o PCC. Django foi assassinado em janeiro de 2022 durante disputas internas da facção.

A viúva de Django, Natalia Stefani Vitoria, e a irmã dela, Priscila Carolina Vitoria Rodriguez Acuna, são investigadas por realizarem vultosos investimentos nas lojas, mesmo sem possuir ocupação lícita declarada. A defesa delas não foi localizada.

Em abril de 2024, durante a Operação Fim da Linha, o nome de Django já havia sido citado como um dos principais cotistas da UPBUS, empresa de transporte por ônibus em São Paulo usada pelo PCC para lavar dinheiro.

A operação desta quarta-feira foi batizada de Operação Plush, em referência ao ramo de atuação escolhido para o esquema: o comércio de pelúcias. Os shoppings onde as lojas estão localizadas não são alvo da investigação, assim como a rede de franquias como um todo.

Fonte: G1

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PCC

‘Auditores’ do PCC presos em operação fiscalizavam 84 pontos de tráfico em SP; um deles lucrava R$ 700 mil por semana

por Redação 21 de outubro de 2025

Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), presos nesta terça-feira (17) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo, atuavam como “auditores” da facção, responsáveis por fiscalizar 84 pontos de venda de drogas — conhecidos internamente como “lojas” — em São Paulo, Guarulhos e outras cidades da Região Metropolitana.

De acordo com as investigações, um único ponto de venda administrado pelo grupo chegava a lucrar R$ 700 mil por semana.

Dos 17 presos, dez eram encarregados de alimentar planilhas com o fluxo de dinheiro, registrar movimentações de drogas e anotar perdas causadas por operações policiais.

“A partir dessas prisões, a gente espera aprofundar as investigações e descobrir outras dezenas de pontos controlados pelo grupo. Eles chamavam esses locais de ‘lojas’ e, quando faltava um tipo de droga em uma delas, faziam a reposição com outras unidades”, explicou o delegado responsável pela operação.

Ao todo, foram expedidos 38 mandados de prisão preventiva, dos quais 14 foram cumpridos. Outros três suspeitos foram presos em flagrante, totalizando 17 detidos.

Segundo a polícia, os “auditores” também monitoravam os pontos de tráfico por meio de câmeras, acompanhando o movimento das “lojas” e o rendimento de cada uma.

A maioria dos investigados exercia funções administrativas dentro da facção. As autoridades tiveram acesso a conversas de celular que revelam a contabilidade detalhada dos negócios ilegais.

Em uma rede social, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que os policiais encontraram “diálogos cabulosos do crime” nos celulares apreendidos:

“Essas imagens mostram conversas que revelam, com detalhes, como o esquema criminoso era operado”, escreveu o governador.

A ação, batizada de Operação Auditoria, contou com dezenas de agentes e foi acompanhada por dez delegados de polícia, entre eles o coordenador da 8ª Cerco, Guilherme Leonel.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira integrantes do PCC responsáveis por mais de 80 pontos de tráfico em SP

por Redação 21 de outubro de 2025

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na manhã desta terça-feira (21), a Operação Auditoria, contra integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) apontados como responsáveis pela coordenação de mais de 80 pontos de tráfico de drogas na Região Metropolitana.

Ao todo, estão sendo cumpridos 38 mandados de prisão e 110 de busca e apreensão em São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Mogi das Cruzes. Até o momento, 16 pessoas foram presas.

De acordo com as investigações, os suspeitos também exerciam funções dentro da estrutura da facção, como o “batismo” de novos membros e a fiscalização das atividades criminosas. Em um único ponto de tráfico administrado pelos investigados, o lucro chegou a ultrapassar R$ 700 mil em apenas uma semana.

A ação foi conduzida por agentes da 8ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) e mobilizou cerca de 240 policiais civis. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas drogas, celulares, dinheiro em espécie, documentos e cadernos com anotações sobre a contabilidade do tráfico.

Fonte: OGLOBO

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PCC

Polícia prende Mascherano, suspeito de comandar PCC no ABC, por assassinato de ex-delegado-geral

por Redação 6 de outubro de 2025

A polícia prendeu nesta segunda-feira (6) Felipe Avelino de Souza, conhecido como Mascherano, quinto suspeito de envolvimento no assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes. O crime ocorreu em 15 de setembro na Baixada Santista.

Ruy, aposentado da Polícia Civil, atuava como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande. Câmeras de segurança registraram três criminosos armados com fuzis saindo de uma caminhonete e atirando contra o veículo do ex-delegado.

De acordo com a investigação, vestígios do DNA de Mascherano foram encontrados em um dos carros usados no crime. Ele foi preso em Cotia, na Grande São Paulo, e será levado ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, destacou que a prisão ocorreu após “um intenso trabalho de inteligência em campo” e reforçou que “quem atenta contra a ordem em São Paulo será caçado”.

Além de Mascherano, já foram capturados outros quatro suspeitos: Dahesly Oliveira Pires, Luiz Henrique Santos Batista (Fofão), Rafael Marcell Dias Simões (Jaguar) e Willian Silva Marques. Dois investigados continuam foragidos: Flávio Henrique Ferreira de Souza e Luiz Antonio Rodrigues de Miranda. Outro suspeito, Umberto Alberto Gomes, foi morto em confronto com policiais em São José dos Pinhais (PR).

Antecedentes de Mascherano
Mascherano é apontado pela polícia como comandante de atividades do PCC no ABC Paulista. Ele possui condenações anteriores por tráfico de drogas, roubo qualificado e corrupção de menores, incluindo penas cumpridas parcialmente entre 2014 e 2023. A Justiça decretou a prisão temporária dele no mês passado.

Fonte: G1

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PCC

Postos do Corinthians pertencem a alvos de megaoperação contra o PCC; clube diz que apenas licenciou a marca

por Redação 6 de outubro de 2025

Três postos de combustíveis que operam com a marca oficial do Corinthians estão registrados em endereços vinculados a alvos da Operação Carbono Oculto, considerada a maior já realizada contra o Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação, deflagrada em agosto pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, apura um esquema de lavagem de dinheiro e movimentações ilícitas que superam R$ 8,4 bilhões.

De acordo com levantamento do g1, os postos — localizados na Zona Leste da capital paulista e divulgados pelo próprio clube em seu site institucional — pertencem a empresas que aparecem na base da Agência Nacional do Petróleo (ANP) sob a responsabilidade de investigados ligados ao núcleo familiar de Mohamad Hussein Mourad, apontado como figura central do esquema.

O Corinthians afirmou que não administra diretamente os postos, que funcionam por meio de um contrato de licenciamento da marca, válido até novembro de 2025, com uma empresa intermediária. Em nota, declarou que acompanha as investigações e poderá tomar medidas jurídicas caso haja necessidade.

O ex-presidente Duilio Monteiro Alves, que assinou aditivos contratuais relacionados ao projeto, também se manifestou. Segundo ele, os acordos passaram por órgãos competentes do clube e contêm cláusulas de responsabilização para proteger a instituição de eventuais danos.

Além dos postos licenciados, o Ministério Público investiga possíveis vínculos de antigos contratos de aluguel de imóveis e abastecimento de veículos do Corinthians com empresas suspeitas de ligação com a facção criminosa. O clube, no entanto, não é alvo direto da Operação Carbono Oculto.

Fonte: G1

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PCC

Depoimentos inéditos revelam como o PCC ameaçava empresários para lavar dinheiro do crime

por Redação 29 de setembro de 2025

O Fantástico exibiu depoimentos de empresários que foram ameaçados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e obrigados a participar de esquemas de lavagem de dinheiro. Segundo a investigação do Ministério Público e da Receita Federal, a organização criminosa utilizava motéis, postos de combustíveis e jogos de azar para movimentar bilhões de reais de forma ilícita.

Os relatos revelam intimidações, fraudes e violência. Empresários disseram que foram obrigados a vender negócios sob ameaças de morte. Em alguns casos, tiveram assinaturas falsificadas e acabaram responsabilizados legalmente por crimes cometidos pela quadrilha.

Um dos depoentes contou que, após tentar desfazer o contrato de venda de seu posto de combustível, passou a ser ameaçado com frases como: “Se mata muito fácil por causa de dinheiro”. Outro empresário afirmou ter ouvido: “Você vai vender o posto por bem ou por mal”.

De acordo com os promotores, o grupo controlava centenas de negócios no estado de São Paulo — entre eles, 267 postos de combustível e 60 motéis. Em quatro anos, essas empresas movimentaram cerca de R$ 6 bilhões.

As investigações apontam ainda o uso de fintechs, como a BK Bank, para centralizar e disfarçar o dinheiro ilícito, que depois era convertido em bens de luxo. A defesa da instituição financeira nega envolvimento e afirma que ela é regulada pelo Banco Central.

As vítimas, que tiveram seus nomes preservados, relatam que ainda enfrentam dificuldades financeiras e jurídicas após terem sido usadas pelo esquema.

Fonte: FANTÁSTICO

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PCC

PCC lavou R$ 450 milhões em rede de motéis operada por laranjas, dizem Receita e MP-SP

por Redação 25 de setembro de 2025

A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) identificaram que o Primeiro Comando da Capital (PCC) utiliza uma rede com cerca de 60 motéis registrados em nome de laranjas para lavar dinheiro do crime organizado.

As investigações, no âmbito da Operação Spare, apontam que esses estabelecimentos movimentaram R$ 450 milhões entre 2020 e 2024, com distribuição de R$ 45 milhões em lucros e dividendos. Em alguns casos, os valores declarados superaram 60% da receita bruta oficial. Restaurantes com CNPJs próprios, instalados dentro dos motéis, também integravam o esquema.

Segundo a Receita, os recursos serviram para aquisições de imóveis e bens de luxo, como helicópteros, um iate de 23 metros e carros esportivos — entre eles uma Lamborghini Urus. Apenas os terrenos onde funcionam alguns motéis foram avaliados em mais de R$ 20 milhões.

A operação é um desdobramento da Carbono Oculto, que revelou negócios do PCC em fintechs ligadas ao mercado financeiro da Faria Lima. Ao todo, 25 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta quinta-feira (25) em São Paulo, Santo André, Barueri, Osasco, Bertioga e Campos do Jordão.

De acordo com a Receita, as empresas ligadas ao grupo movimentaram cerca de R$ 1 bilhão no período, mas emitiram apenas R$ 550 milhões em notas fiscais e recolheram R$ 25 milhões em tributos — 2,5% do total.

Entre os principais alvos está o empresário Flávio Silvério Siqueira, o “Flavinho”, apontado como articulador do esquema também nos setores de combustíveis e jogos de azar. A Receita afirma que ele controla mais de 260 postos de combustíveis que, juntos, movimentaram R$ 4,5 bilhões em quatro anos, mas pagaram apenas R$ 4,5 milhões em tributos.

Fonte: G1

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