Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
quinta-feira, abril 23, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

PCC

PCC

Família ligada ao PCC é acusada de cobrar até R$ 100 mil de moradores da Favela do Moinho

por Redação 16 de setembro de 2025

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) investiga denúncias de extorsão praticadas por familiares de Leonardo Moja, o “Léo do Moinho”, apontado como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) na Favela do Moinho, no Centro da capital paulista.

Segundo uma das vítimas, moradores eram obrigados a pagar valores que chegavam a R$ 100 mil para garantir a permanência no programa habitacional de reassentamento. Em um dos áudios entregues ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), a denunciante relata que famílias que se recusavam a pagar eram ameaçadas ou expulsas dos imóveis.

A operação do Gaeco, realizada na semana passada, resultou na prisão de dez pessoas suspeitas de envolvimento com o esquema, incluindo Alessandra Moja Cunha, irmã de Léo do Moinho. De acordo com os promotores, ela coordenava a cobrança das propinas e era responsável por organizar manifestações que dificultavam ações policiais na comunidade.

A Favela do Moinho, surgida nos anos 1970 sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, chegou a ter cerca de 800 imóveis e atualmente conta com aproximadamente 270 barracos. O MP afirma que a comunidade funcionava como um “quartel-general” da facção, que se aproveitava do processo de reassentamento habitacional para obter lucros ilícitos.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que segue realizando operações contra o tráfico de drogas na região.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

MP de SP aponta uso de ferros-velhos e carroças de reciclagem pelo PCC para transportar drogas da Favela do Moinho à Cracolândia

por Redação 9 de setembro de 2025

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) revelou, em relatório divulgado nesta segunda-feira (8), que o Primeiro Comando da Capital (PCC) utiliza ferros-velhos e veículos de reciclagem como fachada para esconder e transportar drogas da Favela do Moinho até a Cracolândia, no centro da capital.

A denúncia embasou a Operação Sharpe, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) com apoio da Polícia Militar. Até a última atualização, oito pessoas foram presas — sete delas eram alvos de mandados de prisão preventiva e uma foi detida em flagrante. Três investigados continuam foragidos.

Entre os detidos estão integrantes da família Moja, apontada como liderança do esquema. Alessandra Moja Cunha, irmã de Leonardo Monteiro Moja, o “Léo do Moinho”, e sua filha, Yasmin Moja Flores, foram presas. Segundo as investigações, mesmo após a prisão de Léo no ano passado, seus parentes continuaram coordenando o tráfico de entorpecentes na região central.

Também foram presos Jorge de Santana, dono de um bar usado como depósito de drogas e armas, José Carlos da Silva, substituto de Léo no comando, além de Leandra Maria, Paulo Rogério e Cláudio Celestino, conhecido como MC Xocolate.

Esquema do PCC

De acordo com a investigação, os ferros-velhos da Favela do Moinho eram utilizados como depósitos para drogas, armas e até “tribunais do crime” da facção. As drogas eram transportadas por carroceiros, escondidas entre fios e materiais elétricos, muitos deles furtados.

O MP afirma que o esquema também envolvia lavagem de dinheiro por meio de notas fiscais fraudulentas e movimentações financeiras atípicas. Além disso, os investigados cobravam moradores que aceitavam deixar a comunidade para habitar imóveis oferecidos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

A Operação Sharpe cumpriu ainda 21 mandados de busca e apreensão, com a apreensão de celulares e documentos. O Ministério Público defende a suspensão das atividades irregulares de ferros-velhos e centros de reciclagem como forma de enfraquecer a atuação da facção na região.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

PCC usava Favela do Moinho como ‘quartel-general’ no Centro de São Paulo, aponta investigação

por Redação 8 de setembro de 2025

Uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e da Polícia Militar, deflagrada nesta segunda-feira (8), revelou que a Favela do Moinho, no Centro de São Paulo, funcionava como um verdadeiro quartel-general do PCC.

Segundo o Ministério Público, o local era utilizado para tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e extorsão de moradores. O esquema, liderado por Leonardo Monteiro Moja, o Léo do Moinho, preso desde 2023, também abastecia a Cracolândia.

? A Justiça expediu 10 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão. Até agora, sete pessoas foram presas, além de outras duas em flagrante.

As investigações apontam que o grupo extorquia moradores, cobrando até R$ 100 mil em propina para liberar cadastros e documentação de famílias que participavam do processo de reassentamento habitacional feito pela CDHU.

Além do tráfico, a facção também usava a comunidade para guardar armas, manter “casas-bomba”, esconder drogas em bueiros e utilizar carroceiros como transportadores disfarçados de catadores de recicláveis.

Outro braço do esquema envolvia ferros-velhos e uma rede de hotéis no Centro, usados tanto para lavagem de dinheiro quanto para tráfico, prostituição e exploração sexual.

A operação faz parte de um processo maior de desmonte do domínio do PCC no Centro de São Paulo.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

Posto no Bixiga, em SP, recebeu metanol desviado pelo PCC e já foi interditado 4 vezes

por Redação 4 de setembro de 2025

O Auto Posto Bixiga Ltda., localizado na esquina da Rua Manoel Dutra com a Rua João Passalacqua, no bairro da Bela Vista, região central de São Paulo, foi identificado pela Justiça como destino de carregamentos de metanol desviado pelo grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) para adulteração de combustíveis.

A descoberta faz parte da Operação Carbono Oculto, deflagrada em 28 de agosto, que investiga a infiltração do PCC no setor de combustíveis e um esquema de fraude e lavagem de dinheiro envolvendo postos, distribuidores e fundos de investimento na cidade de São Paulo. Segundo a investigação, o grupo movimentou mais de 10 milhões de litros de metanol, importados legalmente, mas desviados antes de chegar ao destino formal em empresas químicas no Mato Grosso.

Em alguns postos ligados ao esquema, incluindo o Auto Posto Bixiga, o percentual de metanol na gasolina chegava a 50%, bem acima do limite de 0,5% permitido pela ANP. A adulteração resultou em danos a veículos, como no caso de um motorista que precisou realizar reparos na bomba de combustível, injeção eletrônica e velas de seu carro após abastecer no posto.

O Auto Posto Bixiga já foi interditado pela ANP ao menos quatro vezes, mas atualmente não possui interdições pendentes. A agência destacou que a medida é cautelar e voltada à proteção do consumidor, sendo suspensa quando os problemas são solucionados.

A operação identificou ainda outros 18 postos vinculados ao PCC em São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, alguns controlados por integrantes da facção e outros por laranjas usados para lavar dinheiro. Entre eles estão postos em Campinas, Praia Grande, Arujá, Guarulhos, Piracicaba e Catanduva.

O g1 tentou contato com os responsáveis pelos estabelecimentos citados, incluindo o dono do Auto Posto Bixiga, Celso Abugao Silveira, e com as defesas legais de todos os citados, sem sucesso até a última atualização da reportagem.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

Bomba “burra”: golpe em postos do PCC faz pagar mais abastecendo menos

por Redação 3 de setembro de 2025

A Polícia Federal desarticulou um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) que revelou a presença da facção em diferentes etapas do setor de combustíveis — de postos a distribuidoras, passando por usinas de etanol, transportadoras e até fintechs na Avenida Faria Lima, em São Paulo.

Entre os mecanismos de fraude identificados, um dos mais lucrativos e menos perceptíveis é a chamada “fraude volumétrica”, popularmente conhecida como golpe da “bomba burra”. O método consiste em manipular bombas de abastecimento para que o volume indicado no mostrador não corresponda à quantidade real de combustível entregue ao motorista.

Segundo Carlo Faccio, diretor executivo do Instituto Combustível Legal (ICL), já foram encontradas irregularidades de até 31% no volume abastecido. “O consumidor paga por um valor que não corresponde ao que realmente entra no tanque”, afirma.

O golpe foi identificado a partir de testes com “clientes misteriosos”, veículos usados pelo ICL em fiscalizações anônimas. Somente em 2025, o instituto realizou mais de 2 mil visitas a postos, que resultaram em 700 denúncias de adulteração e fraude.

As bombas utilizadas podem ser controladas por software e até mesmo por aplicativos de celular, permitindo que funcionários desliguem o sistema fraudulento quando percebem a aproximação da fiscalização.

Esse modelo de golpe fez parte da engrenagem que movimentou cerca de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, segundo as investigações. O esquema não é exclusivo do PCC: postos ligados ao Comando Vermelho e a milícias também já foram identificados operando com a mesma prática.

Como o consumidor pode se proteger

O ICL recomenda que o motorista conheça a capacidade do tanque de seu veículo e prefira pedir combustível em litros, e não por valor. “Em vez de solicitar R$ 150 de gasolina, peça 20 litros. Esse é o procedimento utilizado também pela fiscalização”, explica Faccio.

Apesar da dificuldade em identificar pequenas diferenças, essa prática ajuda a reduzir o risco de ser vítima do golpe, que, além do prejuízo financeiro, pode envolver combustível adulterado e causar danos ao motor.

Fonte: autoesporte

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

Empresários são presos por financiar plano do PCC para matar promotor em Campinas

por Redação 29 de agosto de 2025

Dois empresários foram presos na manhã desta sexta-feira (29) por suspeita de financiar um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para assassinar o promotor Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público em Campinas (SP).

O mesmo plano também previa o assassinato do comandante de uma polícia de São Paulo, cujo nome e função não foram revelados.

Os detidos são Maurício Silveira Zambaldi e José Ricardo Ramos, ligados aos setores de comércio de veículos e transporte. Um deles foi preso no bairro Cambuí, região central de Campinas, e o outro no condomínio Alphaville, também na cidade.

Operação

A operação foi conduzida pelo Gaeco de Campinas em conjunto com o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). A Justiça expediu três mandados de prisão — dois foram cumpridos e o terceiro investigado, Sérgio Luiz de Freitas Filho, o “Mijão”, apontado como um dos chefes do PCC, segue foragido.

Durante a ação, também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. O namorado da filha de Maurício foi apreendido após policiais encontrarem o celular dele quebrado em um telhado vizinho, levantando suspeitas de tentativa de obstrução da Justiça.

O plano

Segundo o promotor Marcos Rioli, o plano foi descoberto na quarta-feira (27). O objetivo seria interromper investigações contra a facção, ligadas a tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa armada.

Os empresários teriam providenciado recursos financeiros, veículos, armamentos e operadores para executar uma emboscada contra o promotor.

O MP afirma que o plano foi articulado por “Mijão”, um dos principais líderes do PCC, que está foragido e possivelmente escondido na Bolívia, de onde seguiria coordenando atividades criminosas.

As investigações continuam para localizar outros envolvidos.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

PF abre inquérito sobre suspeita de vazamento em megaoperação contra o PCC

por Redação 29 de agosto de 2025

A Polícia Federal anunciou nesta sexta-feira (29) que vai instaurar um inquérito para apurar um possível vazamento de informações durante a megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), deflagrada na quinta-feira (28).

A cúpula da corporação se mostrou preocupada porque mais da metade dos alvos com mandado de prisão preventiva não foi localizada, entre eles dois dos principais suspeitos de chefiar o esquema criminoso no setor de combustíveis: Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”.

Dos 14 mandados expedidos pela Justiça Federal, oito não foram cumpridos. Investigadores apontam que muitos dos procurados deixaram suas casas na véspera da operação, o que reforça a suspeita de vazamento.

O inquérito vai investigar se houve facilitação por parte de agentes públicos ou falhas no sigilo da operação, que envolveu uma ampla rede de instituições — Polícia Federal, Ministério Público, fiscais estaduais e federais, além da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Apreensões e rastreamento financeiro

Apesar das fugas, a PF considera que o material apreendido é “farto e relevante” e deve revelar novos grupos envolvidos em lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e sonegação de impostos.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a atuação de fintechs e fundos de investimento como instrumentos de ocultação patrimonial “está com os dias contados”. Segundo ele, a pasta usará inteligência artificial para rastrear movimentações financeiras de forma tão rigorosa quanto no sistema bancário tradicional.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

Megaoperação aponta que PCC comprou usinas e fez empresários ‘reféns’ em esquema bilionário

por Redação 29 de agosto de 2025

Uma megaoperação deflagrada nesta quinta-feira (28) por órgãos federais e estaduais revelou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) adquiriu fazendas e ao menos duas usinas de cana-de-açúcar em São Paulo, além de coagir empresários do setor sucroenergético. Segundo a superintendente da Receita Federal da 8ª Região, Márcia Meng, em usinas não compradas, os sócios foram “sequestrados” e se tornaram “reféns” da facção.

A investigação também apontou adulteração de combustíveis com metanol e possível envolvimento do grupo em crimes ambientais, como os incêndios que devastaram canaviais em 2023. Esses episódios geraram prejuízos milionários a grandes companhias: a São Martinho informou perdas de R$ 250 milhões e a Raízen, danos sobre 6 milhões de toneladas de cana.

Fraudes fiscais e lavagem de dinheiro

De acordo com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MP-SP), o empresário Mohamad Hussein Mourad, ligado ao PCC, comprou as usinas Itajobi e Carolo para estruturar um esquema de fraudes fiscais e lavagem de capitais. Ele teria usado fundos de investimento — como o Mabruk II e o Fiagro Participation — para ocultar sua participação e assumir o controle das operações.

O MP suspeita que outras usinas — como Rio Pardo, Furlan e Comanche — também foram adquiridas ou estão sob influência do grupo. Em alguns casos, as empresas passaram a praticar sobrepreço na compra de cana, mecanismo utilizado para gerar créditos indevidos e mascarar movimentações financeiras.

A denúncia ainda cita a distribuidora de combustíveis Duvale e a fintech BK como peças-chave para a lavagem de dinheiro. Transferências milionárias para a Usina Furlan reforçam os indícios de capital ilícito.

Expansão no setor

Mourad estaria em nova investida para tomar o controle de usinas do Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), em recuperação judicial. Segundo os autos, ele já adquiriu créditos bancários do grupo e celebrou contratos de parceria agrícola para explorar plantações de cana.

A Receita Federal confirmou que assumiu o controle de usinas, sem revelar nomes, como forma de conter a circulação de combustíveis adulterados. Entidades representativas do setor, como a Unica, a Faesp e a Bioenergia Brasil, comemoraram a operação.

Fonte: GLOBO RURAL

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

Combustíveis de postos alvos da megaoperação tinham até 90% de metanol; ANP permite só 0,5%

por Redação 28 de agosto de 2025

Uma megaoperação contra adulteração de combustíveis revelou que alguns postos investigados em São Paulo utilizavam gasolina e etanol com até 90% de metanol, bem acima do limite permitido pela ANP, que é de 0,5%.

Segundo o Ministério Público de São Paulo, o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) desviava o metanol importado irregularmente, principalmente pelo Porto de Paranaguá (PR), para adulterar combustíveis vendidos a consumidores. O produto, altamente inflamável e tóxico, colocava em risco veículos, motoristas, pedestres e meio ambiente.

O MP estima que 30% dos postos de combustíveis em São Paulo, cerca de 2.500 estabelecimentos, tenham sido abastecidos com álcool adulterado. Além da fraude qualitativa, consumidores também pagavam por volumes inferiores aos informados nas bombas (fraude quantitativa).

Os lucros obtidos com o esquema financiaram a compra de usinas, distribuidoras e postos, e os integrantes do grupo criminal obrigavam proprietários a vender suas propriedades com valores subfaturados, sob ameaça de morte. A investigação revelou ainda uma rede complexa de laranjas e empresas de fachada para ocultar os beneficiários reais.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PCC

MP descobre que chefe do PCC foragido há mais de 10 anos frequentava apartamento de luxo no Tatuapé

por Redação 8 de julho de 2025

Imagens de câmeras de segurança apreendidas por promotores de Justiça que combatem o crime organizado revelaram que Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, um dos chefes do PCC, foragido há mais de 10 anos, frequentava um apartamento de luxo no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

O imóvel, avaliado em R$ 3,7 milhões, está em nome da AHS Empreendimentos e Participações, do advogado Ahmed Hassan Saleh, o Mude, alvo de duas operações de grande envergadura no ano passado — a Fim da Linha, que apurava o envolvimento do PCC em empresas de ônibus, e a Tacitus, sobre o assassinato de Vinícius Gritzbach.

As imagens que mostram o chefe do PCC foram gravadas no dia 5 de abril de 2024, entre 17 e 18 horas. Na ocasião, Cebola estava acompanhado de Ahmed e da mulher dele, aparentemente para acompanhar a finalização do imóvel, segundo os promotores.

As imagens do dia 8 de abril de 2024, véspera da Operação Fim da Linha, por exemplo, mostram a mulher de Ahmed e uma mulher não identificada descarregando utensílios domésticos novos e um homem não identificado realizando a limpeza dos vidros do apartamento.

O que diz a defesa de Cebola
O advogado Anderson Minichillo, que faz a defesa de Cebola disse que o imóvel nunca foi do seu cliente e que ele esteve no local para sabe de seus processos.

“O imóvel nunca foi do meu cliente, inclusive desde a compra, todo o projeto de arquitetura foi direcionado as particularidades e gosto do advogado Ahmed, dono do imóvel. Silvio esteve no local para assinatura de procuração e saber dos andamentos de seus processo, pois há época era cliente do Dr. Ahmed. Conheceu o imóvel neste dia e nunca residiu nele”, disse.

Quem é Cebola
Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, tem 45 anos e está foragido desde 2014, quando foi beneficiado por um habeas corpus. No ano passado, ele foi um dos alvos da Operação Fim da Linha do MP, suspeito de controlar a UPBus, empresa de ônibus que operava linhas na Zona Leste da capital paulista.

Durante a operação, os policiais apreenderam na casa dele dois fuzis, uma submetralhadora, cinco pistolas e um revólver, além de centenas de munições.

Cebola está condenado a 14 anos de prisão. Também é réu num processo por lavagem de dinheiro e associação criminosa, suspeito de movimentar mais de R$ 1 bilhão do PCC entre 2018 e 2019.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!