Política Famosos invadem a política e prometem disputa midiática nas eleições de 2026 Redação7 de abril de 2026010 visualizações A corrida eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos cada vez mais midiáticos, com a entrada de celebridades na disputa por cargos públicos. Nomes como Gracyanne Barbosa, Rico Melquiades, Edmundo e Silvia Abravanel já anunciaram filiações partidárias ou intenções de candidatura, apostando na popularidade como trunfo nas urnas. Entre os destaques, a influenciadora fitness Gracyanne Barbosa oficializou sua filiação ao Republicanos em 24 de fevereiro, embora ainda não tenha definido qual cargo pretende disputar. No mesmo partido, a socialite Val Marchiori lançou pré-candidatura a deputada federal por São Paulo, afirmando nas redes sociais que decidiu transformar experiências pessoais em propósito político. No campo televisivo, Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e apresentadora do SBT, filiou-se ao PSD e pretende concorrer a deputada federal em São Paulo. Apesar do anúncio, sua assessoria não detalhou se ela deixará a televisão para se dedicar à campanha. Já o influenciador Rico Melquiades, campeão de “A Fazenda 13”, ingressou no PSDB e declarou que pretende defender a ampliação do acesso à cirurgia plástica pelo SUS, tema que ganhou destaque após suas publicações nas redes. Ele já havia se envolvido em debates públicos ao depor na CPI das Bets, em 2025. No esporte, o ex-jogador Luís Fabiano foi anunciado pelo MDB, ainda sem definição de cargo, enquanto Edmundo oficializou sua filiação ao PSDB no Rio de Janeiro, classificando a entrada na política como sua “primeira aventura” e afirmando querer representar o Vasco. Outros nomes também surgem no cenário político, como Tayane Gandra, mãe do “Menino Gui”, pré-candidata a deputada federal pelo PSDB, e a influenciadora Antonia Fontenelle, que também se filiou ao partido após histórico de polêmicas — incluindo condenação judicial por danos morais. O MDB chegou a anunciar o ator Dado Dolabella como pré-candidato, mas a filiação foi cancelada após reação interna do partido devido a condenação por violência doméstica. Na disputa presidencial, o psiquiatra e escritor Augusto Cury se filiou ao Avante e lançou pré-candidatura, defendendo propostas como a criação de 10 mil clubes de empreendedorismo, qualificação de policiais e mudanças no sistema educacional. O movimento reforça uma tendência de aproximação entre entretenimento e política, levantando debates sobre o peso da popularidade frente à experiência na gestão pública. Fonte: OGLOBO