Influencer Laudo do IML confirma uso de álcool, ecstasy e maconha por Gato Preto antes de acidente com Porsche em SP Redação19 de setembro de 2025053 visualizações O influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, havia consumido álcool, ecstasy (MDMA) e maconha antes de provocar o acidente envolvendo um Porsche conversível na Avenida Faria Lima, em São Paulo, no último dia 20 de agosto. A informação consta em laudo toxicológico do Instituto Médico Legal (IML), obtido pela TV Globo. Com base no resultado, a Polícia Civil deve indiciar o influenciador pelos crimes de: lesão corporal na direção de veículo automotor, qualificada pela embriaguez, omissão de socorro, fuga do local do acidente, condução em velocidade incompatível com a segurança, adulteração do local do crime. O caso é investigado pelo 14º Distrito Policial de Pinheiros. O acidente Segundo as investigações, o Porsche avançou o sinal vermelho em alta velocidade e colidiu contra um Hyundai HB20 na Rua Elvira Ferraz, antes de bater em um poste de semáforo. O filho do motorista do outro carro sofreu fratura no maxilar e precisou de atendimento no Hospital Alvorada, em Moema. No veículo de luxo também estava a influenciadora Bia Miranda, namorada de Gato Preto. Após o acidente, o influenciador deixou o local e foi preso horas depois em casa, no bairro do Tremembé. Imagens de câmeras corporais da Polícia Militar mostram o momento da detenção, em que ele aparece nu, acompanhado de duas mulheres. Repercussão Nas redes sociais, Gato Preto afirmou ter perdido R$ 1,5 milhão com a destruição do carro, mas disse estar “suave”. Já Bia Miranda chamou o carro atingido de “lixo”, depois se desculpou e disse que arcaria com os custos. Em nota, a defesa de Bia alegou que ela não teve participação na condução, está colaborando com a Justiça e prestará assistência às vítimas. Histórico Gato Preto, de 31 anos, ficou conhecido ostentando bens de luxo e publicando dicas de relacionamento nas redes. Já foi alvo de polêmicas envolvendo pensão alimentícia, violência doméstica e, mais recentemente, uma operação policial contra esquema de jogos de azar on-line, como o “Jogo do Tigrinho”. Fonte: G1