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ABUSO SEXUAL

Mundo

Ao menos dez reféns libertados pelos terroristas do Hamas foram abusados sexualmente

por Redação 7 de dezembro de 2023

Pelo menos dez civis israelenses libertados pelo Hamas, tanto homens quanto mulheres, foram agredidos ou abusados sexualmente enquanto estavam em um cativeiro do grupo terrorista palestino Hamas, segundo as informações publicadas pelo jornal The Times of Israel.

A informação, documentada em um relatório, foi dada à agência de notícias por um médico que tratou mais de cem reféns que foram soltos de cativeiros na Faixa de Gaza. Ele não forneceu mais detalhes, e nenhuma vítima teve a identidade revelada.

Os relatos do médico reforçam testemunhos compartilhados em uma reunião entre reféns libertados, familiares de pessoas que ainda estão detidas em Gaza e o gabinete de guerra israelense.

Na ocasião, foram relatados casos de abuso sexual durante os mais de 50 dias sob o poder dos terroristas.

Aviva Siegel, que foi libertada na semana passada e cujo marido, um cidadão americano, ainda é refém, teria dito durante a reunião que algumas das mulheres estavam “sendo tocadas”. Outros disseram que tanto homens quanto mulheres foram abusados sexualmente.

A trégua temporária entre Israel e o Hamas terminou na última sexta-feira (1º). Ao longo de uma semana, 105 civis foram libertados de cativeiros do Hamas em Gaza: 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Antes da pausa nos combates, outros quatro reféns foram soltos, e uma militar israelense foi resgatada.

Acredita-se que 138 reféns ainda permaneçam em Gaza, incluindo cerca de 20 mulheres. Israel afirma que o Hamas teve a oportunidade de prolongar a pausa, mas se recusou a libertar todas as mulheres detidas, como o acordo implicava.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Matthew Miller, afirmou na última segunda-feira (4) que o Hamas está retendo as reféns porque não quer que elas testemunhem sobre o abuso sexual que sofreram no cativeiro.

“A razão pela qual a pausa fracassou é que eles [os terroristas do Hamas] não querem que essas mulheres possam falar sobre o que aconteceu com elas durante seu tempo sob custódia”, afirmou Miller.

Relatos obtidos pela Associated Press, juntamente com as primeiras avaliações de um grupo de direitos humanos israelense, mostram que a agressão sexual fez parte da violência perpetrada pelo Hamas no ataque do dia 7 de outubro, quando cerca de 1.200 israelenses foram assassinados.

Enquanto investigadores tentam determinar a extensão das agressões, Israel acusa as organizações de direitos humanos, em especial a ONU, de agir com negligência em relação à dor das vítimas israelenses.

“Eu digo às organizações de direitos das mulheres, às organizações de direitos humanos: vocês já ouviram falar de estupro de mulheres israelenses, de atrocidades horríveis, de mutilação sexual? Onde diabos vocês estão?”, questionou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva na última terça-feira (5).

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu que se condene “energicamente e de forma inequívoca a violência sexual dos terroristas do Hamas”.

“Os terroristas do Hamas infligiram tanta dor e sofrimento a mulheres e meninas como puderam e depois as assassinaram. Isto é devastador”, disse Biden.

“Nas últimas semanas, sobreviventes e testemunhas dos ataques compartilharam relatos terríveis de uma crueldade inimaginável”, incluindo estupros, mutilação e profanação de cadáveres, acrescentou.

Fonte: r7

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Segurança

Homem tenta estuprar mulher com pedaço de madeira na Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília

por Redação 17 de novembro de 2023

Um homem de 23 anos em situação de rua foi preso na rodoviária do Plano Piloto, em Brasília, por ter tentado estuprar uma mulher, de 41 anos, nesta quinta-feira (16). O rapaz abordou a vítima com um pedaço de madeira e tentou introduzir o objeto nos órgãos genitais dela. O suspeito foi preso em flagrante pela Polícia Militar.

Por volta das 9h, pessoas que passavam pela plataforma F da rodoviária presenciaram a situação e comunicaram o fato a uma base móvel do 6° Batalhão da Polícia Militar do DF. Com a ajuda das câmeras de segurança, os policiais conseguiram localizar e capturar o suspeito, que foi visto ao descer as escadas que dão acesso ao metrô.

A vítima foi encaminhada ao Serviço Móvel de Atendimento (Samu), que constatou diversas escoriações nas partes íntimas dela. O suspeito foi encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia Civil, na região central do Plano Piloto.

Fonte: r7

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Segurança

Brasil registra 8 estupros por hora em 2022, e número de casos atinge maior nível da história

por Redação 20 de julho de 2023

“Eu não queria mais, e ele continuou. Eu falava ‘não’, e mesmo assim ele continuou. No dia seguinte, eu chorava na escola com crise de ansiedade. Demorei anos para perceber o que tinha acontecido.” Este é um trecho do relato de Ana Clara* ao R7, mais uma vítima de abuso sexual no Brasil.

Os crimes de estupro e estupro de vulnerável bateram recorde histórico de registros em 2022, de acordo com dados inéditos divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

O FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), responsável pelo estudo, começou a monitorar os casos em 2011, quando foram contabilizados 43.869 registros de abuso sexual. Já o último ano alcançou o recorde de 74.930 ocorrências: em média, mais de oito casos por hora.

De 2011 a 2022, os abusos sexuais cresceram de forma exponencial, com queda apenas em 2015 e em 2020, ano de início da pandemia de Covid-19. O número de registros divulgado pelo fórum é devastador, porém representa apenas uma pequena parcela da quantidade real de vítimas. A subnotificação é um grande desafio.

Um estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em março mostrou que somente 8,5% dos estupros no Brasil são reportados às polícias e 4,2% pelos sistemas de informação da saúde. O número estimado de casos é da ordem de 822 mil, o equivalente a 93 por hora.

Estupro de vulnerável
De acordo com os dados do anuário, 56.820 dos 74.930 casos são de estupro de vulnerável. Isto é, 75,8% das vítimas eram incapazes de consentir com o ato seja pela idade (menores de 14 anos), seja por alguma doença mental ou por apresentarem estado físico que afetava o discernimento, como a embriaguez.

A jovem Ana Clara, moradora da Grande São Paulo, se enquadra nesse grupo. Aos 17 anos, no último ano do ensino médio, ela foi estuprada pelo professor da escola onde estudava, de 27 anos na época, com quem mantinha um relacionamento.

“Eu achava o máximo me relacionar com ele e me achava madura para a minha idade. Quando a gente saía, ele sempre pagava tudo e abria a porta do carro. Também dizia: você não precisa pagar nada, me paga de outro jeito”, relembra a vítima.

Em determinado dia, Ana Clara foi até a casa do professor, que estava reunido com alguns amigos para beber. “Eu percebi que tinha algo estranho. Até hoje eu não sei se ele colocou algo na minha bebida. Eu acho que fui drogada. Nós começamos a transar, mas eu não estava em condições. Não estava 100% acordada. Eu não queria mais, porém ele continuava”, desabafa.

Crescimento das notificações
O anuário mostra que o aumento das notificações de estupros pode estar relacionado ao maior acesso das vítimas à informação, por meio de campanhas de conscientização do governo e da imprensa, e ao empoderamento das mulheres.

“No entanto, este argumento precisa ser relativizado quando verificamos o perfil das vítimas. No Brasil, 6 em cada 10 vítimas são vulneráveis com idade de até 13 anos, que são vítimas de familiares e outros conhecidos. Ou seja, ainda que estas crianças e adolescentes estejam mais informadas sobre o que é o abuso, é difícil crer na hipótese do empoderamento como única explicação para o fenômeno”, afirma um dos pesquisadores do FBSP.

O período da pandemia, com rígidas medidas de isolamento social, também é citado como um fator para o aumento do registro de casos de estupro. Com o fechamento das escolas, as crianças e os adolescentes ficaram mais vulneráveis em casa. Muitas denúncias só vieram à tona quando as vítimas voltaram a frequentar as aulas presenciais.

Segundo a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo, a escola é a principal fonte de informação para a polícia em relação aos casos de estupro de crianças e adolescentes.

Os professores têm papel fundamental na detecção de mudanças de comportamento dos alunos. No período da pandemia, houve um represamento de dados de crimes sexuais.

Lar não é um local seguro
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que a própria casa é o ambiente mais inseguro para as vítimas de abuso sexual. De acordo com o levantamento, 68,3% dos estupros ocorreram no local em que a vítima mora ou convive com o próprio agressor. Muitas vezes, o pai, avô, tio, irmão ou vizinho é o responsável pelo crime.

No ano passado, entre os casos de estupro que envolvem vítimas de até 13 anos, os principais autores foram familiares (64,4% dos casos) e 21,6% eram conhecidos da vítima, mas sem relação de parentesco.

Entre as vítimas de 14 anos ou mais, chama atenção que 24,4% dos casos foram praticados por parceiros ou ex-parceiros íntimos, 37,9% por familiares e 15% por outros conhecidos. Somente 22,8% dos estupros de pessoas com mais de 14 anos foram praticados por desconhecidos.

Em julho, um homem foi preso sob a acusação de abusar das próprias filhas, de 9 e 12 anos, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Mais uma vez, o lar se mostrou um ambiente inseguro para as crianças. De acordo com a Polícia Civil, ele não usava preservativo e ainda dava pílulas abortivas às meninas para evitar uma possível gestação.

Casos de estupro por estado
Comparando-se os anos de 2021 e 2022, os estados com as maiores taxas de notificações de estupro e estupro de vulnerável (por 100 mil habitantes) foram Amazonas (37,3%), Roraima (28,1%), Rio Grande do Norte (26,2%), Acre (24,4%) e Pará (23,5%). Enquanto isso, a média nacional ficou na casa de 8,2%.

De acordo com os dados do anuário, os únicos estados que registraram queda nos índices de abuso sexual no país foram Minas Gerais (-8,4%), Mato Grosso do Sul (-2,1%), Ceará (-2%) e Paraíba (-1%).

Desafios
O crime de estupro é classificado, pelos pesquisadores, como uma violência do tipo intrafamiliar. Isto é, aquela que acontece em casa, durante o dia, e que tem como principais vítimas pessoas consideradas vulneráveis — com destaque para as crianças e os adolescentes. Esses fatores tornam o enfrentamento aos abusos sexuais extremamente desafiador.

“Provavelmente estamos lidando aqui com situações de violências de gênero muito arraigadas, imbricadas e naturalizadas nas relações familiares e que são, portanto, transmitidas através das gerações. Esse contexto faz com que seja muito difícil para as vítimas reconhecerem as violências que sofrem e, quando o fazem, terem muita dificuldade em denunciar ou buscar ajuda”, afirma a publicação do FBSP.

Saiba como denunciar

  • Ligue 190 (Polícia Militar);
  • Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher);
  • Acesse o aplicativo Direitos Humanos Brasil;
  • Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher; e
  • Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos.

Fonte: r7

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Segurança

Em carta, aluna de 13 anos revela como agia professor suspeito de abuso sexual em Barretos

por Redação 6 de julho de 2023

Em uma carta entregue na escola onde estuda, em Barretos (SP), a aluna de 13 anos vítima de abuso sexual revela, em detalhes, como o professor Alan David Brandes da Silva, de 35 anos, agia e conta que demorou para fazer a denúncia porque tinha medo dele. O suspeito está preso desde o dia 2 de julho.

“Eu sei que errei em ir onde ele manda, mas ele ainda é meu ‘superior’ e meu professor. De qualquer forma, ele manda em mim e eu tenho medo da reação dele ao não ir, mesmo de não ter ido semana passada. É algo que eu não sei o que vai acontecer se eu parar de ir de vez, se vai ficar bravo comigo, se vai se magoar, se vai ter uma visão ruim de mim, se pode fazer algo comigo”, diz trecho.

O conteúdo foi anexado ao inquérito policial que investiga o professor.

A menina segue o desabafo.

“Tentei ser amiga, tentei ser grossa, tentei dar uma ideia de que era errado, tentei dar pequenas indiretas de que eu não estava bem com aquilo (mas ele não entendia), eu tentei quase tudo que podia fazer nesses últimos meses, agora estou aqui pedindo ajuda”.

A ajuda veio de um outro professor da escola, que a vítima procurou para contar a situação. A partir daí, o caso foi levado à direção, que procurou a polícia.

Silva foi preso na casa dele e deve responder por estupro de vulnerável. O advogado de defesa, Sebastião Luis de Azevedo Borges, diz que o professor tem consciência do crime.

A Prefeitura de Barretos abriu um processo administrativo para exoneração de Silva. A aluna voltou às aulas. Ela e a família estão recebendo apoio psicológico e terapêutico.

Abraços estranhos
Na carta, a menina denunciou o assédio em detalhes e confessou que considerava os abraços que recebia do professor estranhos, mas, por muitas vezes, relevou.

Em um trecho, ela conta que a primeira aproximação se deu porque estava triste e Silva foi consolá-la.

“Eu estava bem triste, cabisbaixa, precisava desabafar, ansiosa, deprimida e bem triste por conta de uns problemas aí e o professor percebeu isso e um dia desses, no final da aula, pediu pra mim dar um abraço nele (…) eu aceitei porque realmente estava mal”.

Na sequência, a vítima disse que o professor passou as mãos nas partes íntimas dela e conta que achou errado, mas relevou. Os pedidos de abraço continuaram.

“Aí veio o dia da prova dele (…) tive que fazer o que restava da prova na sala do laboratório e, por eu ser uma das últimas a entrar na sala, consequentemente, eu fiquei na sala sozinha com ele (…) às vezes ele vinha do meu lado me ajudar com alguma questão passando a mão na minha cintura”.

Em outro trecho, a menina diz que o suspeito chegou a pedir para ela não contar a ninguém sobre os abraços.

“A prova termina. Neste momento estava tudo ok, fiquei conversando com ele depois da prova como se nada tivesse acontecendo, porque eu realmente achava que era só uma desconfiança. Neste momento, ele me deu vários destes abraços estranhos, mas achava que era normal. Ele me falava para não contar sobre os abraços para ninguém, absolutamente ninguém”.

Silva chegou a criar uma conta falsa nas redes sociais para conversar com a menina. Em uma das trocas de mensagem a que a polícia teve acesso, ele fala em sexo oral.

Em outra conversa, elogia a menina em uma foto que ela postou. “Tá gata mesmo, por isso gosto de te beijar”.

Professor temia ser descoberto
A investigação da polícia descobriu que Silva tinha medo de ser descoberto. Para os encontros forçados, ele escolheu uma sala dentro da escola com janelas altas, para dificultar a visão de quem estivesse do lado de fora.

Promotor de Justiça, Walter de Souza Vicentini Vilela diz que o suspeito pode ter a prisão temporária convertida em preventiva e ainda pena aumentada, por ter relação de autoridade sobre a vítima.

De acordo com o artigo 226 do Código Penal, a pena para o crime de estupro é aumentada se o agente é ascendente, padrasto, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador, preceptor ou empregador da vítima ou por qualquer outro título que tiver autoridade sobre ela.

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Segurança

Zelador de creche é preso sob suspeita de estuprar menino de 4 anos na zona leste

por Redação 24 de junho de 2023

O zelador de uma creche municipal foi preso suspeito de estuprar um menino de quatro anos, no distrito do Cangaíba, na zona leste de São Paulo, nesta sexta-feira (23).

Segundo informações do 4º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia), era o segundo dia de aula da criança na creche Ermelino Matarazzo. O homem esperou o momento em que a vítima estava dormindo e a pegou a força, abaixou suas roupas e praticou o crime.

Os pais buscaram o menino no início da tarde e, quando foram dar banho na criança, já em casa, perceberam bastante sangue e sêmen na roupa da criança. Também perceberam lesões em suas costas.

Imediatamente, voltaram à escola. A diretora disse aos pais que só havia três funcionários homens no local, mas que nenhum deles estaria ali naquele momento.

Com isso, a criança, os pais e a diretora foram à delegacia, onde o delegado mostrou as fotos dos três funcionários para o menino e perguntou se ele reconhecia quem teria abusado dele. A vítima, então, apontou ao zelador da creche.

Com a identificação dada pela criança, o delegado acionou equipes do 4º Baep que foram até a casa do zelador e o prenderam.

O homem afirmou que teve conhecimento sobre uma criança molestada naquela manhã na escola, mas negou ser o autor do crime. Ainda informou que pelas imagens das câmeras de segurança, ele seria inocentado.

A diretora forneceu as imagens ao delegado, que permaneceu com a prisão do zelador. Ainda foi informado que o funcionário era quem monitorava as câmeras e tinha acesso às imagens.

A PM afirmou que não suspeitam que ele tenha editado ou apagado, mas que ele soube conduzir a situação e cometer o crime sem que fosse flagrado.

A vítima foi conduzida ao Hospital Pérola Byington, onde foi submetido aos exames de corpo de delito. O zelador trabalhava há 16 anos na creche e não possui histórico criminal.

Fonte: r7

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SegurançaSão Paulo

Vídeo: adolescente agarra e ‘encoxa’ mulher na zona leste de São Paulo

por Redação 2 de junho de 2023

Um adolescente foi apreendido por importunar sexualmente uma mulher que voltava da academia, em um bairro da zona leste de São Paulo, às 14h35 da última terça-feira (30).

Nas imagens, é possível ver a vítima carregando sacolas de mercado enquanto o menino chega por trás, olha para os lados, disfarça e então agarra a moça pelas costas. Posteriormente, ele dá várias “encoxadas” na mulher.

Assustada, a vítima tenta se defender, mas o menino corre e foge.

A mulher compartilhou as imagens nas redes sociais, o que possibilitou que o jovem fosse identificado.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que na tarde desta quinta-feira (1º) a Polícia Militar localizou o adolescente, que foi conduzido ao 22º DP.

A vítima reconheceu o autor, que foi entregue ao seu representante legal. Em seguida, o familiar do menino assinou um termo em que se compromete a apresentá-lo ao Ministério Público da Infância e Juventude.

Fonte: r7

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BrasilFeminicidio

Brennand passa hoje pelo primeiro julgamento após acusações de estupro e assédio

por Redação 30 de maio de 2023

A primeira audiência de instrução e julgamento do empresário Thiago Brennand, após uma série de denúncias e processos em que ele é acusado de crimes como estupro e assédio, está prevista para acontecer de forma virtual às 14h desta terça-feira (30) na 2ª Vara de Porto Feliz, no interior de São Paulo.

Brennand será julgado pelo suposto estupro de uma mulher norte-americana. A vítima, testemunhas e o réu devem ser ouvidos. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a mulher denunciou o empresário pelo crime de estupro na cidade de Porto Feliz, onde Brennand morava.

O empresário está preso no Brasil desde 29 de abril, quando foi extraditado dos Emirados Árabes Unidos. Em setembro do ano passado, pouco após vídeos que mostram o empresário agredindo uma modelo virarem notícia, a Justiça brasileira passou a emitir ordens de prisão contra Brennand. Ele, no entanto, conseguiu viajar para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e passou meses no país asiático vivendo em um hotel.

Atualmente, o empresário cumpre prisão preventiva no CDP (Centro de Detenção Provisória) I, de Pinheiros, que reúne presos por crimes sexuais.

Primeiro julgamento
Segundo a denúncia de estupro feita pela mulher norte-americana, tema do julgamento marcado para esta terça, inicialmente Brennand teria apresentado comportamento gentil com a vítima. Depois, no entanto, o empresário passou a agir de maneira agressiva até chegar ao ponto de obrigá-la a manter relações sexuais com ele. O suspeito ainda teria ameaçado a mulher com a divulgação de imagens de cenas íntimas caso ela rompesse o relacionamento.

Após os interrogatórios, acusação e defesa terão um tempo para apresentar suas alegações finais. Brennand pode ser condenado de seis a dez anos de prisão. De acordo com o TJ-SP, o caso tramita em segredo de Justiça.

Acusações
O caso ganhou repercussão depois que o empresário foi flagrado por câmeras de segurança ao agredir a modelo Alliny Helena Gomes em uma academia no Shopping Iguatemi, localizado em área nobre da capital paulista, no dia 3 de agosto. Após a exposição, outras mulheres decidiram denunciá-lo. No total, seis denúncias feitas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) já foram aceitas pela Justiça, transformando Brennand em réu.

A estudante de medicina Stefanie Cohen, de 30 anos, é outra das denunciantes. Em outubro, ela contou ao R7 que foi estuprada por Brennand. Na época, ela disse que foi dopada e sofreu abuso: “Percebi que falar sobre isso faz parte da minha cura”.

Ainda em outubro, a Promotoria fez nova denúncia contra o empresário pela agressão ao garçom Vitor Igor Rodrigues Machado, de 26 anos, em condomínio de Porto Feliz, no interior do estado.

Em outra denúncia, ele foi acusado de crime de ameaça e contravenção penal de vias de fato (quando há uma agressão física leve) contra Agostinho Rodrigues da Silva, de 54 anos, caseiro do condomínio onde vivia.

O MP também acusa Brennand de ter cometido crimes contra uma mulher que diz ter sido obrigada a tatuar as iniciais dele.

A defesa de Brennand já foi procurada em várias oportunidades para se manifestar sobre as acusações e não se pronunciou. Em vídeos publicados na internet, o empresário já se disse vítima de perseguição e de inveja.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Mães acusam funcionário de circo de dar dinheiro a adolescentes após estuprá-los

por Redação 16 de maio de 2023

As mães dos adolescente de 13 e 14 que teriam sido estuprados por um funcionário do Las Vegas Circus, que fica na área interna do Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas, interior de São Paulo, contaram à polícia que o suposto agressor teria dado dinheiro aos jovens para ter relações sexuais com eles.

Uma delas disse que, quando viu o filho com a quantia, ficou desconfiada e o pressionou até ele dizer onde havia conseguido. O menino contou que teria conhecido o homem por meio de um aplicativo de relacionamento e que recebeu dinheiro dele após o encontro.

Segundo o boletim de ocorrência, o funcionário do circo confirmou as alegações das mães, mas disse que não sabia as idades dos meninos. Posteriormente, ele foi conduzido para a delegacia para esclarecer os fatos.

Em nota enviada à equipe da Record TV, o shopping disse o colaborador foi afastado do trabalho e que repudia veemente os acontecimentos do caso. (Leia a nota abaixo na íntegra)

“O Shopping esclarece que tomou conhecimento da acusação ocorrida em relação a um funcionário do circo que foi imediatamente afastado de suas atividades pelo operador.

A situação narrada não faz parte dos valores da empresa, que baseia a abordagem com o público, de forma geral, em ética, respeito e transparência.

O empreendimento repudia veemente o comportamento narrado e segue à disposição das autoridades competentes para apoiar na condução do caso.
Reitera ainda que, caso seja comprovada a acusação, espera que os responsáveis sejam identificamos e punidos na forma da lei.”

Fonte: r7

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FeminicidioSão Paulo

Casos de estupro aumentam mais de 15% no estado de São Paulo em comparação com o ano passado

por Redação 26 de abril de 2023

Os dados estatísticos divulgados na terça-feira (25) pela SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) mostram um aumento de 15,8% dos casos de estupros no estado nos três primeiros meses do ano, passando de 3.066 ocorrências no ano passado para 3.551 neste ano.

Para a Delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher, os dados podem representar um grande avanço no que diz respeito à confiança da vítima no trabalho da Polícia.

“O crime de estupro é um dos mais subnotificados, tese comprovada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e vários outros institutos que estudam o tema. Portanto, o número de estupros pode ser até quatro vezes maior do que o que temos registrado. Porém, a constante divulgação de informações sobre esses crimes, como denunciar, sobre direitos e possibilidades das vítimas aumentam os registros, pois as vítimas entendem e se fortalecem em denunciar”, explica a delegada.

Além disso, em 2018, houve uma modificação da lei e isso automaticamente fez que as estatísticas aumentassem. A ação penal antes era pública condicionada à representação. A polícia só podia agir com autorização das vítimas maiores. Agora, a ação ficou pública incondicionada. A polícia tem que agir independentemente da vontade das vítimas.

“Os dois anos da pandemia e as escolas fechadas represaram, de alguma forma, os dados, já que as escolas são muito importantes na detecção desses crimes”, complementa a delegada.

Políticas públicas adotadas
O Estado de São Paulo conta com 140 DDMs (Delegacias de Defesa da Mulher), sendo 11 delas com funcionamento ininterrupto.

Há também 77 salas DDMs 24h anexas aos plantões policiais onde as vítimas são atendidas pela equipe online por videoconferência. Todas as delegacias do estado seguem o Protocolo Único de Atendimento, que estabelece um padrão para atender e melhor acolher casos de violência contra mulher.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Justiça de São Paulo decreta prisão de fisioterapeuta acusado de abusar de paciente em UTI

por Redação 17 de março de 2023

O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou, na segunda-feira (13), a prisão preventiva de Nicanor dos Santos Modesto Júnior, o fisioterapeuta que é acusado de abusar de uma paciente em janeiro deste ano na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital da zona sul de São Paulo.

A jovem estava internada após ter passado por uma cirurgia para a remoção de uma hérnia de disco no Hospital São Luiz. Ela disse que os abusos ocorreram quando estava no leito sozinha.

O homem dizia que faria massagens para relaxar os músculos dela; no entanto, ele abriu seu roupão e cometeu os abusos, ao colocar a mão em suas partes íntimas.

Debilitada, a vítima não conseguiu reagir. Depois, ela conversou com outros profissionais para entender se aquele procedimento era correto e necessário; ao ser informada que não, ela entendeu que havia realmente sofrido o abuso.

Homem nega as acusações
A mulher fez a denúncia e, na época, a assessoria de imprensa do hospital informou que Nicanor foi afastado das atividades. O homem chegou a ser levado para a delegacia, mas negou as acusações.

Ele afirmou ter entrado no quarto da paciente sem ser acionado, mas justificou a atitude por cuidado.

Mesmo assim, Nicanor foi denunciado pelo Ministério Público e, só na última segunda, saiu a decisão de prisão preventiva.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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