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ATAQUE ESCOLA

Segurança

Adolescente de 15 anos entra em escola do DF com faca e fere três pessoas

por Redação 4 de março de 2024

A PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) apreendeu nesta segunda-feira (4) um adolescente de 15 anos que esfaqueou dois alunos e uma professora em uma escola em São Sebastião (DF). Segundo os policiais, ele assitia uma aula quando começou o ataque. Ele foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente. As aulas na unidade foram canceladas.

Em nota, a Secretaria de Educação do Distrito Federal disse que o adolescente estava em uma sala de aula quando começou a agredir os colegas. Segundo a pasta, o professor que estava em sala imediatamente deteve o aluno. O órgão disse, ainda, que nenhum aluno ou servidor foi ferido gravemente.

“Diante do fato, a equipe gestora acionou de imediato a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros para atendimento da comunidade escolar. A equipe gestora decidiu dispensar as aulas que ocorreriam no turno matutino”, informou a pasta.

“A Secretaria de Educação reitera que repudia qualquer forma de violência, dentro ou fora da escola, e reforça o compromisso e empenho na busca por elementos que permitam o esclarecimento dos fatos, bem como o suporte aos envolvidos, para garantir a segurança e integridade da comunidade escolar”, acrescentou a secretaria.

Fonte: r7

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Segurança

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos

por Redação 20 de junho de 2023

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos. Segundo levantamento do Instituto Sou da Paz, desde outubro de 2002 foram registrados 25 casos com 139 vítimas, sendo 46 mortos e 93 feridos.

Na manhã desta segunda-feira (19), a estudante Karoline Verri Alves, de 15 anos, entrou para as estatísticas. Ela foi morta a tiros por um ex-aluno, de 20 anos, no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, no município de Cambé, a cerca de 400 km de Curitiba.

No ataque, o namorado da vítima, Luan Augusto, também foi baleado e socorrido em estado gravíssimo de saúde. Mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta terça-feira (20).

Após os disparos, funcionários da escola conseguiram imobilizar o atirador e retiraram a arma de suas mãos. Ele foi preso em flagrante pela polícia.

De acordo com o Instituto Sou da Paz, as armas de fogo — como no caso de Cambé — causaram 35 mortes em escolas ao longo dos últimos 20 anos, enquanto as armas brancas foram responsáveis por 11 assassinatos. Isto é, os ataques a tiros geraram três vezes mais mortes do que as ocorrências com armas cortantes ou perfurantes.

“O estudo mostra que a disponibilidade de armas em residências favorece esse tipo de crime e aumenta a letalidade, pondo em evidência quão crucial é o controle do acesso e do armazenamento dessas armas para redução da letalidade desses eventos, já que ferimentos com armas brancas e de pressão são menos graves e têm mais chances de defesa, socorro e recuperação da vítima”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

Perfil de agressores
O grupo de agressores, segundo o estudo, é formado exclusivamente por meninos e homens. A maior parcela é de alunos (57%) e ex-alunos (36%). Em pelo menos dois casos, o agressor estava havia meses sem ir às aulas e nenhuma providência de busca ativa foi feita por parte da escola, o que contribui para o isolamento e a radicalização desses estudantes, ao ficarem longe do ambiente escolar.

Com relação à idade dos agressores, a média é de 16 anos, sendo os mais velhos de 25 anos e o mais novo um menino de 10 anos — um estudante da 4ª série da Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, que atirou contra a professora em 2011.

Uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) sobre ataques a escolas, divulgada em março, também revela que eles são predominantemente brancos e com comportamento misógino, um sentimento de aversão às mulheres.

Outros traços marcantes da personalidade desse grupo são o gosto pela violência e o culto às armas, bem como uma espécie de isolamento social, com relações sociais em grupos restritos, além da tendência a evasão escolar.

Policiais e câmeras não evitam ataques
Após ataques a escolas, é comum governos e prefeituras anunciarem medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes nas unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Psicólogos afirmam que esses mecanismos oferecem sensação de segurança à comunidade escolar em um primeiro momento, porém não evitam os ataques.

Os especialistas dizem que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é fundamental o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Para o Instituto Sou da Paz, é essencial a criação de programas para os alunos com o intuito de estimulá-los a entender e lidar com suas emoções, frustrações, respeitar a diversidade e desenvolver uma boa convivência.

O treinamento com professores e funcionários também é importante para a identificação de mudanças de comportamento como uso de mídia violenta, fixação e manuseio de armas de fogo, agressões físicas, sintomas de transtorno mental, agressividade e uso de expressões pejorativas ao falar com mulheres e meninas.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Fundação Casa investiga ferimento em adolescente que matou professora em ataque à escola

por Redação 5 de abril de 2023

A Corregedoria da Fundação Casa instaurou um inquérito administrativo para apurar um acidente envolvendo o adolescente de 13 anos, que matou a professora Elisabeth Tenreiro e deixou quatro pessoas feridas durante ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro.

De acordo com a Fundação Casa, o episódio ocorreu na quarta-feira (29) no Centro de Atendimento Inicial e Provisório (CAIP) Gaivota, no centro de São Paulo.

“Em depoimento à corregedoria, o jovem afirmou que caiu da cama durante o sono. Ele foi prontamente atendido e encaminhado para o atendimento médico”, informou a pasta por nota.

Questionada sobre a gravidade dos ferimentos, a Fundação Casa afirmou que não possui a informação, pois a investigação corre em sigilo para não atrapalhar a investigação.

Desde a semana passada, o estudante está na unidade onde permanecerá internado provisoriamente por até 45 dias. A decisão segue as regulamentações do artigo 183 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Até a publicação da reportagem, a advogada de defesa da família do estudante não foi localizada.

Relembre o caso
O adolescente foi apreendido após ter atacado e ferido, com uma faca, quatro professores e dois alunos na escola, localizada na rua Doutor Adolfo Melo Júnior, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo, na segunda-feira (27). O ataque ocorreu por volta das 7h30, quando as aulas já tinham começado.

lisabeth Tenreiro, de 71 anos, uma das docentes atacadas pelo estudante, não resistiu aos ferimentos e morreu. Ela era funcionária aposentada do Instituto Adolfo Lutz, e, desde 2013, passou a se dedicar ao ensino de crianças.

Pais de estudantes ouvidos pela reportagem contam que teriam ocorrido brigas entre alunos na última semana. O autor dos ataques teria sido um dos envolvidos, e a professora Elisabeth, vítima do atentado, uma das que separaram os conflitos.

Em depoimento, o rapaz afirmou que sofreu bullying ao longo de dois anos nas escolas em que estudou e que treinava golpes de faca em um travesseiro. As informações foram divulgadas pelo delegado Marcos Vinicius Reis, do 34° Distrito Policial, responsável pela investigação.

“Falavam que ele era franzino, sobre o cabelo dele”, afirmou o delegado em entrevista coletiva nesta terça-feira (28). Reis diz, no entanto, ter dúvidas ainda sobre a motivação e afirma que a investigação prossegue.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Violência em escolas: novos casos após ataque em SP reforçam poder do ‘efeito contágio’

por Redação 31 de março de 2023

Alunos fazem vigília em escola estadual alvo de ataque em São Paulo
Alunos fazem vigília em escola estadual alvo de ataque em São Paulo
RONALDO SILVA/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 30.03.2023
Após o ataque à Escola Estadual Thomázia Montoro, São Paulo e outros estados têm registrado aumento significativo de casos de ameaças e de porte de armas por alunos no sistema educacional. Esse fenômeno é conhecido como “efeito contágio” e é detectado entre crianças e adolescentes, expostos exaustivamente a cenas de violência pelas redes sociais e pelos noticiários.

Segundo um levantamento realizado pelo R7, pelo menos 20 novos casos que envolveram crianças e adolescentes ocorreram em São Paulo, no Rio de Janeiro, na Paraíba e no Mato Grosso do Sul, entre segunda e quinta-feira. Os episódios vão desde ameaças de morte por mensagens de aplicativo e bilhetes até o porte de armas brancas ou de fogo falsas.

Para psicólogas ouvidas pela reportagem, o acesso sem controle às imagens do circuito de segurança do ataque — que vitimou a professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, e deixou quatro pessoas feridas nesta segunda-feira (27) — pode ter estimulado jovens a planejarem e a praticarem atos de violência similares.

Elaine Alves, psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres), e Leila Tardivo, professora do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), afirmam que o compartilhamento desses vídeos não é responsável pela criação de novos eventos, mas funciona como um estímulo a jovens que já têm essa propensão.

Comportamento
A doutora em psicologia clínica pela USP Joana Vartanian explica que o comportamento humano é desenvolvido a partir de interações sociais. Como a identidade de crianças e adolescentes está em formação, é comum a reprodução de ações de outras pessoas como uma espécie de espelho.

“O jovem vê um comportamento que funciona e acaba imitando para atingir algum fim de ordem emocional, de acolhimento ou de valorização social. Isso é muito mais forte entre crianças e adolescentes, que são mais influenciáveis. Já os adultos têm a identidade mais fortalecida”, afirma Vartanian.

A psicóloga também destaca que jovens com “déficit de habilidades emocionais ou de recursos emocionais” são mais vulneráveis à exposição de conteúdos violentos e suscetíveis à reprodução desses comportamentos. Isto é, não é qualquer adolescente e criança que vai reproduzir atos violentos, como o ataque à escola. É necessário analisar a bagagem de cada um.

Protagonismo
Segundo especialistas, uma das maneiras de evitar o efeito contágio é não oferecer protagonismo ao aluno infrator, impedindo uma possível glorificação pelos jovens. “O perpetrador do ataque ganha uma fama, uma visibilidade dentro da invisibilidade. As imagens vão levar subsídios [a potenciais ataques]”, diz Elaine Alves.

No início da semana, uma mãe relatou que o filho foi ameaçado por outro estudante em uma escola, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. O adolescente teria feito promessas de um ataque similar ao contra a Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia.

Em Santo André, de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), um aluno também ameaçou a professora durante a aula dizendo que os docentes deveriam ser esfaqueados. Ele citou o caso da zona oeste paulistana como inspiração.

Leila Tardivo acredita que o caminho para impedir a perpetuação do efeito contágio não é a proibição da exibição desse tipo de evento nos noticiários. Casos extremos de violência nas escolas devem ser discutidos, porém sem dar notoriedade ao responsável pelo ataque. A questão deve ser veiculada de forma mais ampla e analítica, como nos casos de suicídio.

“As crianças estão resolvendo os problemas por meio da violência. Se a comunidade e os pais são violentos, esse comportamento será reproduzido. É preciso trabalhar por uma cultura de paz nas escolas, além de ter uma visão abrangente acerca do problema. É uma questão social”, reitera a professora do Instituto de Psicologia da USP.

Luto
A divulgação exaustiva das imagens do ataque à escola também representa um obstáculo à elaboração do luto pelos alunos, professores, funcionários e por toda a comunidade envolvida. Com experiência de 30 anos em psicologia de luto, Alves explica que a morte da professora Elisabeth é pública e a repetição das cenas de violência os faz permanecer neste pesadelo.

“Agora é muito comum que os alunos tenham insônia ou pesadelo. Eles ainda não se sentem a salvo, e essas cenas que se repetem não ajudam nisso. O luto não afeta apenas individualmente, mas de forma intrageracional”, diz a coordenadora do Niped.

A psicóloga cita o massacre de Realengo (RJ), que deixou 12 alunos mortos após um jovem de 23 anos invadir a escola armado, como o luto pode ser intrageracional. As sobreviventes do ataque ainda não conseguiram superar completamente as perdas, por isso essas questões emocionais acabam sendo transferidas para os filhos.

Além de atingir a comunidade envolvida com a Escola Estadual Thomázia Montoro, o medo afeta alunos e funcionários de todo o sistema educacional. Muitas pessoas não querem mais estudar ou trabalhar com receio de possíveis episódios de violência.

Alerta
A Secretaria de Segurança Pública divulgou, na terça-feira (28), que a ampla disseminação das imagens do atentado à escola na capital paulista estaria provocando o efeito contágio e o surgimento de novas tentativas de ataque.

“Peço que cada um reveja a sua responsabilidade enquanto sociedade. Que a imprensa não reproduza exaustivamente as imagens das agressões e que a população não compartilhe em redes sociais. O efeito contágio é uma realidade e está demonstrando na prática o que acontece quando um caso é divulgado exaustivamente dessa maneira”, afirma o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

‘Não consigo me ver mais em uma sala de aula’, diz professora atacada por aluno em escola de SP

por Redação 29 de março de 2023

“Não consigo me ver mais em uma sala de aula”, afirma uma das docentes que foram atacadas por um aluno na Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, na última segunda-feira (27). Rita Reis, que tem 67 anos, estava dando aula quando levou facadas num braço e nas costas.

Ela foi uma das quatro professoras feridas pelo adolescente de 13 anos, que atacou ainda dois alunos. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, morreu.

De acordo com Rita, que é professora de história e ensinava o adolescente diretamente, a única lembrança que tem do momento é o aluno em cima dela com a faca na mão e ela gritando “para, para, para”.

Rita abriu a porta da sala onde dava aula para ver o que estava acontecendo. Foi nesse momento, após ter agredido Elisabeth, que o aluno atacou a professora. “Achei que ia morrer, achei que aquele seria meu momento.”

Ela afirma que o estudante era quieto e reservado, sempre de fones de ouvido e alheio a tudo, mas muito violento. O aluno tinha voltado havia 15 dias, após ter passado um ano estudando em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. “Os professores tentavam puxá-lo para a aula, mas não conseguiam”, conta.

Além de Rita, duas docentes tiveram ferimentos e sobreviveram ao ataque — Ana Célia Rosa e Jane Gasperini.

“Vai ser muito difícil continuar sem ela. Era uma pessoa divertida, que trazia momentos bons e alegres”, afirmou Rita, que dividia aulas com Elisabeth e soube de sua morte pela mídia.

A polícia acredita que o adolescente tenha premeditado o crime. Ele teria feito postagens nas redes sociais em que informava que “se vingaria”. Uma aluna explicou que a briga entre os dois estudantes envolvidos começou na semana passada.

O adolescente foi transferido para uma unidade da Fundação Casa, na capital paulista, na noite de segunda-feira. O Ministério Público pediu a internação do jovem e aguarda uma decisão da Justiça.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Morre professora esfaqueada por aluno em ataque a escola da zona oeste

por Redação 27 de março de 2023

A professora que foi esfaqueada por um aluno na Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste de São Paulo, morreu na manhã desta segunda-feira (27). A vítima, identificada como Elizabeth, tinha 71 anos e não resistiu aos ferimentos.

A informação foi confirmada pelos secretários estaduais de Educação, Renato Feder, e da Segurança, Guilherme Derrite, em frente à unidade escolar (veja abaixo o vídeo do ataque).

“Temos quatro professoras e dois alunos vítimas. Das quatro professoras, a Elizabeth lamentavelmente faleceu. E sobre os três professores [feridos], uma sofreu alguns golpes, mas encontra-se estável, e as outras duas, [têm cortes] superficiais. Dos dois alunos, um também está estável, já foi atendido. O outro está em estado de choque”, lamentou Derrite.

Segundo os alunos que presenciaram o ataque, Elizabeth foi o principal alvo do agressor — ela sofreu golpes nos braços, nas costas e na cabeça. Derrite ainda revelou que uma professora de educação física foi responsável por imobilizar o agressor. “Não fosse o ato heroico dela, a tragédia ia ser maior”, afirmou.

“A gente conseguiu uma heroína hoje, que conteve o aluno. […] A diretora Vanessa está em estado de choque, a escola está muito triste. Difícil saber o motivo agora. A ronda escolar foi acionada e chegou em 3 minutos. Chegaram e fizeram a apreensão desse aluno. […] Já era aluno dessa escola e voltou para a escola em 15 de março”, ressaltou o secratário de educação, Renato Feder.

Feder conta que a diretora nunca desconfiou do comportamento do aluno responsável pelo ataque. “Não tinha ciência de nada que chamasse a atenção”.

Elizabeth chegou a ser socorrida em parada cardiorrespiratória e levada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Adolescente premeditou o crime
A polícia acredita que o adolescente, identificado como Guilherme, de 13 anos, tenha premeditado o crime. Ele teria feito postagens nas redes sociais informando que “se vingaria”.

Uma aluna explicou que a briga entre os dois estudantes envolvidos começou na semana passada e, hoje, o agressor teria levado uma faca para se vingar.

Leia a nota do governo de São Paulo
“Nota à Imprensa sobre ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro

O Governo do Estado de São Paulo lamenta profundamente e se solidariza com as famílias dos professores e alunos que foram vítimas de ataque à faca de um adolescente do 8º ano na Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona Oeste de São Paulo. A situação causa consternação a todos e a prioridade neste momento é prestar socorro às vítimas e apoio aos familiares.

Quatro professores e dois alunos foram feridos e encaminhados aos Hospitais das Clínicas, Bandeirantes, Universitário e São Luís.

A Polícia Militar foi acionada e a Civil investiga os fatos. O jovem de 13 anos de idade foi apreendido. Os secretários de Estado da Educação, Renato Feder, e da Segurança, Guilherme Derrite, estão na escola para tomar as primeiras medidas e prestar apoio a professores, familiares e alunos.

Mais informações sobre o estado de saúde das vítimas serão divulgadas em breve.

Secretaria de Comunicação do Estado de São Paulo”

Fonte: r7

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MundoSegurança

Homem abre fogo, fere ao menos dois alunos e fecha escola nos EUA

por Redação 20 de março de 2023

A polícia de Arlington, no Texas, nos Estados Unidos, respondeu a um ataque a tiros em uma escola de ensino médio na manhã desta segunda-feira (20).

As informações iniciais mostram que um suspeito abriu fogo em frente ao colégio e atingiu ao menos dois estudantes por volta das 7h30 no horário local (9h30 no horário de Brasília).

Ambos foram atendidos por equipes médicas, mas a situação de saúde deles ainda não foi informada. A escola está fechada, inclusive com professores e alunos trancados dentro do prédio.

No Twitter, a polícia local informou que, “nesta manhã, foi chamada na Lamar High School para investigar uma denúncia de tiroteio que ocorreu do lado de fora das salas de aula. A cena do crime está preservada, e o suspeito de atirar foi preso. A escola está interditada por tempo indeterminado. Nós vamos fornecer mais detalhes quando tivermos novidades”.

Os agentes de segurança pediram que pais, alunos e a comunidade de Arlington mantenham distância da escola enquanto a investigação prossegue.

Quando terminar a inspeção das salas de aula e a interdição do prédio, os estudantes, professores e funcionários serão liberados para voltar para casa ao longo do dia.

Em maio do ano passado, um rapaz invadiu uma escola no Texas e matou 19 crianças e dois adultos, além de ferir dezenas de estudantes. O atentado ocorreu em uma escola primária de Uvalde. O atirador morreu no local, possivelmente após um confronto com a polícia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Jovem que planejou ataque a escola no interior de SP alega ter sofrido bullying

por Redação 14 de fevereiro de 2023

Apreendido após ter lançado bombas na Escola Municipal Vista Alegre, na cidade de Monte Mor, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira (13), o adolescente de 17 anos afirmou durante depoimento na delegacia que sofria bullying nessa unidade.

De acordo com o delegado Fernando Bueno de Castro, da Delegacia de Monte Mor, responsável pela investigação, o jovem afirmou que chegou a quebrar o braço de um colega em uma briga. Aos 14 anos, ele parou de estudar e deixou a escola, alvo do ataque. Desde então, ele “vivia trancado no quarto e não saía de casa”.

“É uma pessoa psicologicamente abalada. Ele não fala muito. Só aquilo que você pergunta. Na deepweb, ele começou a se relacionar em fóruns de cunho nazista e de terrorismo”, contou o delegado. O adolescente também aprendeu sozinho a montar as bombas de pregos e os coquetéis molotov por meio das redes sociais.

À Polícia Civil, ele ainda declarou que estava estudando o plano de ataque havia cerca de três anos. Inicialmente, o jovem disse que outra pessoa teria participado da ação; porém, posteriormente, ele voltou atrás e alegou ter agido sozinho.

“Poderia ter machucado muita gente. A bomba que ele soltou foi a de prego, mas a outra tinha um poder lesivo bem maior”, afirmou Fernando Bueno de Castro.

Ataque
Armado com bombas caseiras, combustível, uma machadinha e um fuzil falso, o adolescente foi até a Escola Municipal Vista Alegre com o carro da mãe, na manhã desta segunda-feira (13). Na unidade, também funciona a Escola Estadual Professor Antônio Sproesser no período da tarde e noite.

No momento do ataque, ele vestia roupas pretas e uma braçadeira com a suástica nazista. O jovem, ex-aluno da instituição, arremessou as bombas de prego, mas não chegou a entrar na escola. Apesar do susto, de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o artefato explodiu um vaso sanitário e não deixou feridos.

Na residência dele, a Polícia Civil apreendeu uma arma de airsoft, material alusivo ao nazismo — como livros sobre o ditador Adolf Hitler — e um computador. Após algumas horas, a investigação também localizou uma arma de fogo, com seis balas.

Também chamou a atenção dos investigadores um caderno no qual o jovem escreveu sobre o atentado. No texto, ele dizia que estava “motivado por ódio e rancor”. Para o delegado, ele tinha raiva da instituição e dos alunos, mas ainda não há confirmação se havia um alvo específico.

A perícia do Instituto de Criminalística vai analisar o tipo de conteúdo e redes sociais que o ex-estudante acessava para determinar se ele, de fato, fazia apologia ao nazismo.

De acordo com o delegado, ele vai responder por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma e por atos terroristas. Depois do registro do boletim de ocorrência, o adolescente foi encaminhado a uma unidade da Fundação Casa.

“A Secretaria de Educação de Monte Mor, devido ao episódio ocorrido na E.M. Vista Alegre, nesta segunda-feira (13), pôs à disposição dos alunos, de seus familiares, do corpo docente e dos funcionários da unidade de ensino o suporte de atendimento psicológico para acolhimento a todos os que precisarem do amparo e manterá de plantão, a partir desta terça-feira (14), o serviço psicológico, promovido pelas profissionais da equipe da Secretaria de Educação”, informou a prefeitura.

A Secretaria Estadual de Educação também lamentou o ocorrido e afirmou que as aulas na rede estadual deverão ocorrer normalmente após a perícia ser realizada. “O caso está sendo registrado na Plataforma Conviva (Placon) e também no boletim de ocorrência. A equipe gestora da escola continua à disposição da comunidade escolar.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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