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BANCO CENTRAL

Segurança

Banco Central registra vazamento de dados de 238 chaves Pix

por Redação 23 de agosto de 2023

O BC (Banco Central) informou na noite desta terça-feira (22) que ocorreu vazamento de dados de chaves Pix sob a guarda e a responsabilidade da Phi Serviços de Pagamentos S.A. (Phi Pagamentos). Segundo o BC, a ocorrência se deu em razão de “falhas pontuais em sistemas” da instituição de pagamento.

“Foram expostas 238 chaves Pix, ou menos de 0,00004% dos mais de 630 milhões de chaves cadastradas”, afirmou o BC em nota.

No entanto, não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais ou outras informações sob sigilo bancário.

“As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”, acrescentou o texto da instituição.

Esse é o quinto caso de vazamento de dados no Pix identificado pelo BC. O último havia ocorrido entre julho e setembro de 2022.

Após as primeiras ocorrências, houve mudanças para aumentar a segurança do sistema e também das instituições participantes, reforçando a responsabilidade das instituições financeira.

As pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

“Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou email, informa a autoridade monetária”, em nota.

O BC ressalta ainda que foram adotadas as ações necessárias para a apuração do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

Fonte: r7

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Economia

Consumidores dizem que vão comprar menos se parcelamento sem juros no cartão acabar

por Redação 21 de agosto de 2023

A declaração feita por Roberto Campos Neto, presidente do BC (Banco Central), na quinta-feira (10), em audiência no Senado, além de causar alvoroço nos setores de comércio e de serviços, deixou consumidores preocupados. O economista, que discute meios de diminuir a inadimplência e os altos juros do crédito rotativo, disse que a solução seria desestimular o parcelamento sem juros.

Os juros rotativos são cobrados do titular do cartão de crédito que não quita a fatura no vencimento ou paga apenas uma parte dela. Em julho, as instituições financeiras chegam a cobrar taxas de 437,3% ao ano nessa modalidade de empréstimo, que gera uma inadimplência média em torno de 53%.

“A solução está se encaminhando para que não tenha mais rotativo, que o crédito vá direto para o parcelamento. Que seja uma taxa ao redor de 9%. Sem o rotativo, quem não paga o cartão vai direto para o parcelamento, ao redor de 9% [ao mês]”, disse Campos Neto.

O presidente do BC afirmou, também, que está em estudo a criação de uma tarifa para desestimular o parcelamento sem juros de longo prazo no cartão de crédito. “Não é proibir [o parcelamento], é simplesmente tentar fazer com que ele fique um pouco mais disciplinado”, comentou. As compras com cartão de crédito respondem atualmente por 40% do consumo brasileiro.

“O parcelamento no cartão de crédito salva a minha vida, dá a oportunidade de ter coisas que eu não poderia comprar à vista. Uso o cartão para quase tudo, desde uma compra no mercado até para outros produtos, como cremes e maquiagens. Faço a compra e pago corretamente”, conta a analista de qualidade Brunna Novais Cruz, de 33 anos.

Ela afirma que, sempre que pode, compra a prazo. “Se o parcelamento acabar, vai me impedir de ter o que preciso, porque pagar à vista é impossível com o salário que ganho atualmente. Além disso, eu tenho muitos gastos.”

O parcelamento em muitas prestações e sem juros é apontado pelos bancos como a maior contribuição para o calote nas faturas. Por isso, eles pressionam o BC a desestimular a modalidade, alegando que a inadimplência pressiona a Selic, a taxa básica de juros, que se mantém em níveis elevados, atualmente em 13,25% ao ano.

Richard Eduardo Luz, 28 anos, professor da rede pública de ensino na região metropolitana de Porto Alegre (RS), afirma que, normalmente, prefere não fazer compras a prazo. “Minha prioridade é comprar à vista, mas, como não sou rico, quando o produto é muito importante e não tenho a oportunidade de pagar desse modo, preciso parcelar, como fiz para comprar meu notebook.”

A bancária Flávia Regina Correia de Pinho, 55 anos, assume que “parcela bastante”, pois prefere fazer suas compras pela internet. “Roupas, sapatos, coisas para a casa, tudo o que eu posso, eu compro online. Na hora de pagar, eu olho o valor e as condições de parcelamento. Sempre consulto o número de parcelas sem juros que a loja oferece, porque eu não compro com juros. Por exemplo, se em nove vezes é sem juros e em dez é com, vou fazer em nove parcelas”, explica.

Ela diz que, como só tem um cartão de crédito, com essa estratégia consegue comprar bastante coisa. “Quando o vendedor só tem a opção de três parcelas e com juros, busco outro lugar, com uma condição melhor, sem juros.”

Flávia acredita que a solução mencionada por Campos Neto não vai ser concretizada, porque as compras a prazo fazem parte da cultura nacional, mas, se acontecer, ela vai ter de diminuir o volume de aquisições. “Eu acho que o que atrapalha as pessoas é ter mais de um cartão; elas se desorganizam e vão ficando endividadas. Conheci uma pessoa que usava um cartão para pagar outro, e sua dívida só aumentava. Por que o governo não avalia a possibilidade de limitar o número de cartões que as pessoas podem ter e corta o limite de quem deixa de pagar?”

Para Richard Eduardo, cortar o crédito não parece ser uma boa solução. “É importante que haja disponibilidade de crédito, porque a economia depende disso. O endividamento depende de como cada pessoa lida com as próprias finanças. Talvez o caminho seja o da educação financeira, da conscientização, em vez da limitação”, sugere.

Fonte: r7

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Economia

Entenda como vai funcionar o Drex, a primeira moeda digital do Brasil

por Redação 8 de agosto de 2023

A primeira moeda digital do Brasil, que será equivalente ao dinheiro em circulação, se chamará Drex, como anunciou o BC (Banco Central) nesta segunda-feira (7).

A moeda virtual oficial ainda está sendo testada, e a expectativa é que seja lançada no fim de 2024, modernizando o sistema bancário e o modo de lidar com o dinheiro.

Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta. O “D” representa a palavra digital; o “R”, o real; o “E”, a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta e tem bastante volatilidade, o Drex terá o mesmo valor do real. Cada R$ 1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.

O Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

Na prática, o Drex funcionará como um primo do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos. Confira a seguir perguntas e respostas para entender com a moeda vai funcionar.

  1. O que será o Drex?
    O Drex será uma moeda virtual de uma categoria chamada de CBDC (do inglês, Central Bank Digital Currencies; a sigla pode ser traduzida para o português como “moedas digitais de banco central”). Será uma versão digital da moeda soberana do Brasil, produzida e regulada pelo Banco Central, seguindo as regras do Sistema Financeiro Nacional e da política monetária brasileira.
  2. Quando o Drex será lançado?
    Ainda não foi divulgada uma data específica para o lançamento da moeda digital, mas a expectativa é que isso ocorra no fim de 2024. O BC afirma esperar que todos os participantes do teste-piloto do real digital, que começou em março, estejam conectados ao sistema, os chamados nós validadores, até meados de agosto, para que os testes em si sejam iniciados em setembro.

A primeira fase do teste será a interação entre a CBDC e o real “tokenizado”, espécie de representação digital dos depósitos bancários e dos saldos de instituições de pagamento que serão usados no varejo. Depois, em fevereiro de 2024, será testada a interação com tokens de títulos públicos. A chegada da novidade para a população pode ocorrer no fim do próximo ano.

  1. Qual será o ‘câmbio’ com as notas físicas?

A paridade permanecerá sempre de 1 para 1, ou seja, cada real digital terá o mesmo valor de 1 real físico.

  1. Como a nova moeda poderá ser utilizada?

O Drex terá a tecnologia blockchain, ou seja, uma série de códigos armazenados em diversos computadores que garantirá a posse do dono em sua carteira. Segundo o coordenador da iniciativa no BC, Fabio Araújo, a vantagem do real digital é que ele vai diminuir os intermediários nas transações virtuais.

“Não precisa mais ter advogado. Tem um pedaço de código garantindo que os valores estão de acordo com o que foi registrado no contrato. Baixa muito o custo”, disse.

  1. O Drex é também uma criptomoeda?
    Apesar de ser digital e utilizar a tecnologia blockchain, o Drex não terá o mesmo funcionamento do bitcoin ou do ethereum, por ter uma “produção” centralizada pelo Banco Central brasileiro e ter paridade fixa com uma moeda física.
  2. O uso do real digital terá custos?

Segundo Fabio Araújo, o Drex terá custos para ser utilizado em serviços financeiros — porém menores que os existentes hoje em dia.

  1. Outros países também planejam lançar versões digitais de suas moedas?

Em pouco mais de três anos, o número de bancos centrais que estudam a criação de suas próprias moedas digitais saltou de 35 para 130, segundo o Atlantic Council. Os países que estão discutindo a emissão das moedas digitais são responsáveis por 98% do PIB global. Entre eles, 42 estão em fase de pesquisa, 32 em fase de desenvolvimento, 21 lançaram pilotos e 11 já possuem versões finalizadas.

Fonte: r7

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Economia

Queda da taxa Selic reduz juros de financiamentos, cheque especial e cartão de crédito

por Redação 4 de agosto de 2023

O corte de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros da economia brasileira anunciada pelo BC (Banco Central) tem potencial para baratear o custo dos financiamentos e reduzir a cobrança do cheque especial e do cartão de crédito.

Após permanecer por 12 meses em 13,75% ao ano, o maior patamar desde 2017, a taxa Selic caiu pela primeira vez em três anos e passa a figurar em 13,25% ao ano pelo menos até a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), marcada para setembro.

Logo após o veredito, as instituições públicas Caixa e Banco do Brasil anunciaram a redução das taxas de juros para as linhas de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Ainda que a medida represente um alívio no bolso dos consumidores, o presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), Miguel José Ribeiro de Oliveira, afirma que o impacto da redução nas operações de crédito ainda é muito pequeno.

“Existe um deslocamento muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores, que na média da pessoa física atingem 126,26% ao ano, provocando uma variação de mais de 800% entre as duas pontas”, destaca ele.

De acordo com os dados mais recentes do BC, referentes ao mês de junho, a taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito no Brasil é de 437,3% ao ano. Ao mesmo tempo, as pessoas que caem no cheque especial têm que desembolsar 133,6% para se livrar da dívida após um ano.

Com a alteração da Selic, a taxa de juros mensal do cartão de crédito rotativo cai de 14,86% para 14,82%, de acordo com simulação da Anefac. No caso da utilização da modalidade em R$ 3.000 por 30 dias, o valor final dos juros é de R$ 444,60, valor R$ 1,20 inferior ao cobrado com a taxa anterior.

Já no caso do cheque especial, o uso de R$ 1.000 do limite de conta bancária por 20 dias resulta em um custo adicional de R$ 54,27, com juros mensais de 8,14%. No último ano, quando a Selic figurou em 13,75%, a taxa era de 8,18%, o equivalente a R$ 54,53 nas mesmas condições.

Empréstimo pessoal
No caso de solicitação de crédito junto aos bancos, as taxas mensais passam de 4,13% para 4,09%. No caso de um empréstimo pessoal de R$ 5.000 parcelado em 12 meses, o valor final a ser pago cai de R$ 6.441,45 para R$ 6.426,56. Já cada uma das prestações é reduzida de R$ 536,79 para R$ 535,55.

Nas financeiras, que têm taxas mais altas, os juros recuam de 7,31% para 7,27% ao ano. O movimento resulta em um corte de R$ 9,73 no valor total pago pelo empréstimo de R$ 3.000 quitado em 12 parcelas, de R$ 4.607,64 para R$ 4.597,91, segundo cálculos da Anefac.

Compras
As aquisições no comércio também ficam um pouco menos pesadas no bolso dos que desejam parcelar os valores, com taxa mensal de 5,57% dos juros do comércio, ante cobrança de 5,61% feita anteriormente.

Com a queda, a aquisição de uma geladeira de R$ 3.000 com pagamento previsto em 12 meses recua R$ 9,32, de R$ 4.202,64 para R$ 4.193,32, com cada parcela estimada em R$ 349,44, valor R$ 0,78 mais baixo.

Para quem sair em busca de um carro no valor de R$ 40 mil, a taxa de juros mensal recua de 2,15% para 2,11%. Com a alteração, os cálculos da Anefac mostram que o valor final pago pelos motoristas recua R$ 679,10 ao final de 60 meses, de R$ 71.573,23 para R$ 70.894,14.

Fonte: r7

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Economia

Lula afirma que ‘FMI vai errar as previsões’ sobre o Brasil, ‘porque país vai crescer mais’

por Redação 1 de agosto de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (1º) que o Fundo Monetário Internacional (FMI) “vai errar todas as previsões sobre o PIB” brasileiro, porque o país vai crescer mais do que o previsto (veja vídeo abaixo). A declaração foi dada durante o programa Conversa com o Presidente. “O mundo vai se surpreender com o Brasil. O FMI vai errar as previsões, porque o país vai crescer mais do que eles tinham previsto.”

“Nós vamos colher muita coisa nesse país porque nós plantamos corretamente, estamos adubando corretamente, e o dinheiro vai circular na mão de milhões de brasileiros”, disse o chefe do Executivo.

O presidente contou que chegou a rechaçar a possibilidade de números ruins para a economia brasileira em conversa com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva. Em relatório divulgado em abril, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento econômico do Brasil para 0,9% em 2023, bem abaixo do cenário estimado para a América Latina e o Caribe.

“Eu estava em Hiroshima, e lá fomos nós em um jantar oferecido pelo primeiro-ministro japonês. Lá eu encontrei a diretora-geral do FMI [Kristalina Georgieva] e eu falei para ela: ‘Você vai se surpreender com o Brasil. É bom vocês não ficarem citando número do Brasil porque você vai se surpreender. O Brasil vai crescer mais do que a previsão do FMI’”, contou Lula.

Em versão atualizada do relatório “Perspectiva econômica global”, divulgada na última terça-feira (25), o FMI passou a ver uma expansão de 2,1% do Produto Interno Bruto brasileiro neste ano, um aumento de 1,2 ponto percentual em relação à estimativa anterior. O resultado se deve ao forte desempenho da produção agrícola do país no primeiro trimestre. Ainda assim, o fundo reduziu a projeção de crescimento para 2024 em 0,3 ponto percentual, para 1,2%.

Durante a live, o presidente ressaltou que o objetivo do governo federal é promover um “crescimento distributivo”, usando a inclusão social como “mola mestra” do desenvolvimento.

“Quando o povo percebe que a economia está funcionando, os empregos começam a aparecer, o salário começa a aumentar, a inflação começa a cair, as pessoas começam a perceber que as coisas estão melhorando para elas individualmente. Ao mesmo tempo, ela percebe que, se está melhorando para ela, está melhorando para o seu vizinho”, considerou.

Otimismo na economia
Na última semana, a agência de classificação de risco Fitch elevou a nota de crédito de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para BB, frente ao BB- registrado anteriormente, com perspectiva estável. De acordo com o relatório da agência, a elevação “reflete um desempenho macroeconômico e fiscal melhor do que o esperado em meio a sucessivos choques nos últimos anos”.

A decisão foi comemorada pelo Ministério da Fazenda, que afirmou em nota que a elevação da nota de crédito brasileira é um reconhecimento dos “esforços do governo pela melhora do ambiente econômico”.

O clima otimista na economia contribui para a expectativa de que o Banco Central reduza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 13,75% ao ano. No último relatório do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC admitiu a possibilidade de baixar a taxa básica de juros, que está em seu maior patamar desde 2017. Segundo analistas do mercado financeiro, o corte inicial deve ser de 0,25 ponto percentual, a ser anunciado após reunião nesta quarta-feira (2).

Fonte: r7

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Economia

Pix bate recorde com 134,8 milhões de transferências em um dia

por Redação 10 de julho de 2023

Cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, o Pix, sistema de transferências instantâneas do BC (Banco Central), bateu dois recordes seguidos ao final da última semana.

De acordo com a autoridade monetária, foram registradas 129,4 milhões de transações na quinta-feira (6) e 134,8 milhões na sexta-feira (7). O valor supera em 8% o recorde anterior, de 124,7 milhões de transferências, registado em 7 de junho.

“Os números reforçam a relevância do Pix, meio de pagamento disponibilizado à população brasileira em novembro de 2020, no funcionamento da economia nacional”, comemora o BC, em nota.

Em 2022, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, de acordo com a Febrabran (Federação Brasileira de Bancos). No total, 24 bilhões de transações movimentaram R$ 10,9 trilhões. A quantidade é maior que a de operações com cartão de débito, boleto, TED, DOC e cheques.

Fonte: r7

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Economia

Gabriel Galípolo e Ailton Santos são nomeados diretores do Banco Central

por Redação 7 de julho de 2023

O governo federal nomeou o economista Gabriel Galípolo e o servidor de carreira Ailton de Aquino Santos como diretores do Banco Central nesta sexta-feira (7). As nomeações foram publicadas no Diário Oficial da União. Os nomes dos dois novos diretores foram aprovados pelo Senado na terça (4), após uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa.

Ex-secretário-executivo da atual gestão, Galípolo vai assumir a direção de Política Monetária. Já Ailton Santos será o diretor de Fiscalização.

Os dois terão direito a voto no Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne a cada 45 dias para decidir os rumos da taxa básica de juros, a Selic. O tema é caro ao governo federal, que tem pressionado o banco para uma diminuição da taxa.

Outro interesse do governo com a indicação de Galípolo é a substituição de Roberto Campos Neto, atual presidente do BC, cujo mandato se encerra em 2024. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem estudado um nome para ocupar a vaga, e Galípolo é uma possibilidade e já tinha sido apontado, anteriormente, como um nome forte para ser sucessor de Campos Neto.

Os mandatos são de quatro anos, mas, no caso do líder maior do Banco Central, a gestão só termina no meio do mandato de cada novo presidente da República eleito, como uma estratégia para garantir a autonomia da instituição monetária.

Perfis
Galípolo é economista e até então ocupava o cargo de número 2 do Ministério da Fazenda. Ele trabalhou no Centro Brasileiro de Relações Internacionais, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e no Banco Fator. Ele também já chefiou as secretarias de Economia e de Transportes no governo estadual de São Paulo. Na CAE, o nome dele foi aprovado com 23 votos a favor e 2 contra.

Da mesma forma, o nome de Santos foi aprovado, com 24 votos a favor e 1 contra. Ele é servidor de carreira do BC, onde está desde 1998, e já ocupou diversas funções, inclusive a de auditor-chefe da instituição e chefe do Departamento de Contabilidade, Orçamento e Execução Financeira. Ele é o primeiro negro em uma cadeira de direção do banco.

Fonte: r7

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Sem categoriaPolítica

Comissão do Senado aprova indicações de Galípolo e Aquino para direção do Banco Central

por Redação 4 de julho de 2023

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (4) as indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Banco Central. Ex-secretário-executivo da atual gestão, Gabriel Galípolo vai assumir a direção de Política Monetária. Já o servidor de carreira Ailton de Aquino é o indicado para ser diretor de Fiscalização. Os nomes ainda precisam passar pelo crivo dos senadores no plenário da Casa.

A pauta do plenário desta terça-feira já prevê a análise dos indicados e, por isso, a previsão é de que haja uma resposta definitiva até o início da noite.

Galípolo é economista e até então ocupava o cargo de número 2 do Ministério da Fazenda. Ele trabalhou no Centro Brasileiro de Relações Internacionais, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e no Banco Fator. Graduado em economia e com mestrado em economia política, Galípolo também já chefiou as secretarias de Economia e de Transportes no governo estadual de São Paulo. Na CAE, o nome dele foi aprovado com 23 votos a favor e 2 contra.

Da mesma forma, o nome do advogado Aquino foi aprovado, com 24 votos a favor e 1 contra. Ele é servidor de carreira do BC, onde está desde 1998, e já ocupou diversas funções, inclusive a de auditor-chefe da instituição.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Serviço de valores a receber do BC ainda tem R$ 6,2 bilhões esquecidos

por Redação 19 de maio de 2023

O serviço de valores a receber do BC (Banco Central) ainda tem R$ 6,2 bilhões esquecidos, após mais de dois meses da retomada da plataforma que libera saque de dinheiro deixado em conta de bancos e em institutições financeiras. Até agora foram resgatados 36,8% do total disponível, de R$ 9,9 bilhões, no SVR (Sistema de Valores a Receber), de 7 de março a 8 de maio.

Para o cidadão saber se tem direito, é preciso entrar no site do SVR e clicar em “Consulte valores a receber”. Preencher o campo do CPF ou CNPJ e informar a data de nascimento.

Dos R$ 3,6 bilhões recuperados, R$ 2,7 bilhões retornaram para o bolso de 12,6 milhões de consumidores. Os demais R$ 897,2 milhões foram liberados para 447.470 empresas, de acordo com dados do BC.

Entre os clientes com valores a receber, o que pode incluir a repetição do número de beneficiários, sete de cada dez (71,7%) têm recursos esquecidos nos bancos. Administradoras de consórcio (20,5%), financeiras (7,6,9%), cooperativas (5,1%) e instituições de pagamento (4,1%) também aparecem na lista.

Em termos de valores monetários, a maior parcela dos esquecimentos (72,4%) não ultrapassa os R$ 10. Resgates disponíveis acima de R$ 1.000, por sua vez, representam apenas 1,5% dos recursos disponibilizados pelo SVR (Sistema de Valores a Receber).

O maior valor solicitado por um usuário pessoa jurídica (empresa) foi de R$ 3,2 milhões. Já por pessoa físcia o maior foi de R$ 749,4 mil.

Na primeira fase do programa de devolução dos recursos esquecidos, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões. No entanto, apenas 8,2% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas.

Como recuperar os valores
Para consultar se você é um dos contemplados com os valores a receber, basta acessar o sistema no site do Banco Central e preencher os campos com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

Se houver algum valor a ser resgatado, é possível clicar no botão “Acessar o SVR” e você será redirecionado para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos. Para isso, é necessário ter uma conta nível prata ou ouro no sistema do governo federal, o gov.br.

Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber”. Leia e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver o total a receber, o nome e os dados da instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor a ser resgatado.

Em seguida, siga as orientações indicadas:

  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”:
    Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo, para entrar em contato com a instituição, se necessário. Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis;
  • Se o sistema oferecer a opção “solicitar por aqui”, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção:
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.
  • Se o sistema não oferecer a opção “solicitar por aqui”:
    Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

O Banco Central alerta para os seguintes cuidados

  • O único site para consultar e saber como solicitar a devolução dos valores, da empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br
  • Todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores
  • O Banco Central não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais
  • Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você e ela nunca vai pedir sua senha
  • Nâo clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Só uma de cada quatro consultas ao dinheiro esquecido tem saldo a receber

por Redação 2 de março de 2023

O serviço para saber se há dinheiro esquecido a receber em bancos e instituições registrou na terça-feria (28), primeiro dia de funcionamento, 5 milhões de consultas. O resgate poderá ser feito a partir de 7 de março, quando o SVR (Sistema de Valores a Receber) será reaberto.

Segundo o BC (Banco Central), desse total, 1,3 milhão teve resultado positivo, ou seja, 26,6% encontraram algum valor para ser sacado. Os outros 3,7 milhões, ou 73,4%, não tinham nenhum valor a receber. A instituição explica que a conta inclui o total de consultas. Se uma mesma pessoa entrar duas vezes no serviço, contam as duas entradas.

Estão disponíveis cerca de R$ 6 bilhões de valores a receber a 38 milhões de CPFs e 2 milhões de CNPJs. O serviço vai permitir também a empresas e pessoas físicas a consulta de valores de pessoa falecida.

Valores disponíveis
Segundo o Banco Central, do total de 40 milhões de brasileiros com direito de resgatar algum dinheiro, 29,3 milhões vão receber até R$ 10, e 643 mil têm valores acima de R$ 1.000.

• Entre R$ 0 e R$ 10 – 29,2 milhões

• Entre R$ 10,01 e R$ 100 – 12,1 milhões

• Entre R$ 100,01 e R$ 1.000 – 4,6 milhões

• Acima de R$ 1.000 – 643 mil

Como consultar
Para fazer a consulta, basta entrar no site valoresareceber.bcb.gov.br e informar o CPF ou CNPJ. Caso tenha valores em alguma conta, a partir do dia 7 de março, às 10h, a pessoa deverá retornar ao site para fazer a solicitação da devolução.

Na primeira fase, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões, mas apenas 8% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas. No total, foram 3,6 milhões de pessoas físicas e 19 mil pessoas jurídicas.

O serviço verifica contas-correntes ou poupanças encerradas com saldo disponível; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas.

Veja passo a passo

• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br/ e informe:

Para valores de pessoas físicas: CPF e data de nascimento
Para valores de pessoas jurídicas: CNPJ e data de abertura da empresa

• Se tiver valores, você poderá clicar no botão “Acessar o SVR” para obter mais informações e verificar como solicitar os recursos.

Como consultar valores de pessoa falecida

• Acesse a página valoresareceber.bcb.gov.br e informe CPF e data de nascimento da pessoa falecida.

• Após verificar se a pessoa falecida tem valores, selecione “Acessar o SVR”.

• Você precisará entrar no sistema com a sua conta gov.br, nível prata ou ouro.

Como acessar o sistema

• Após fazer a consulta e verificar que há valores a receber, você clicará no botão “Acessar o SVR”. Se não tiver fila de espera, você será transferido para a página de login da conta gov.br.

• Para acessar seus valores (pessoa física) ou de pessoas falecidas, sua conta gov.br precisa ser de nível prata ou ouro.

• Para acessar valores de pessoa jurídica, sua conta gov.br precisa ter o CNPJ a ela vinculado (qualquer tipo de vínculo, exceto colaborador).

• Você terá 30 minutos dentro do sistema. Esse tempo é suficiente para fazer tudo o que precisa, mas fique atento ao reloginho no canto superior da tela.

Fila para acessar o sistema

• Se tiver muita gente no sistema ao mesmo tempo, você terá que aguardar em uma fila (sala de espera) virtual. O sistema vai informar o número de usuários na sua frente e a estimativa de tempo de espera.

• Enquanto aguarda, você poderá fazer outras coisas. Só não feche a página da fila.

• Depois, o sistema vai informar quando chegar sua vez, e você terá até cinco minutos para fazer login com sua conta gov.br.

Se houver impossibilidade de entrar na fila

• Caso o número de pessoas que já estão na fila atingir a capacidade máxima, o sistema não permitirá novas entradas. Por isso, é recomendado que o usuário volte em outro horário.

Como solicitar valores de pessoas físicas e jurídicas

• Já no sistema, clique no botão “Meus valores a receber” e aceite o Termo de Ciência. Depois disso, você poderá ver os seguintes dados:

Montante do valor a receber;
Nome e dados de contato da instituição que deve devolver o valor;
Origem (tipo) do valor a receber; e
Mais informações sobre o valor a receber, quando for o caso.

• Em seguida, siga as orientações indicadas:

a) Se o sistema oferecer a opção “Solicitar” por aqui:
Selecione uma de suas chaves Pix (campo obrigatório) e informe seus dados pessoais; e guarde o número de protocolo, para entrar em contato com a instituição, se necessário.

• Nesse caso, você receberá o valor em até 12 dias úteis;
mesmo que você tenha indicado a chave Pix, a instituição pode devolver por TED ou DOC para a conta da chave Pix selecionada;

• A instituição pode entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicado por você para confirmar sua identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. Esse é um procedimento para sua segurança e da instituição. Mas não forneça senhas a ninguém.

b) Se o sistema oferecer a opção Solicitar por aqui, mas não apresentar chave Pix disponível para seleção:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis; ou, se preferir, crie uma chave Pix e volte ao sistema para solicitar o valor.

c) Se o sistema não oferecer a opção Solicitar por aqui:
Entre em contato diretamente com a instituição financeira pelo telefone ou pelo email informado por ela para combinar a forma de devolução. Nesse caso, a instituição financeira não é obrigada a devolver o valor em até 12 dias úteis.

Cuidado com golpes
O Banco Central pede para tomar cuidado com golpes. Ao solicitar o saque, a instituição responsável poderá entrar em contato pelo telefone ou pelo email indicados para confirmar a identidade ou tirar dúvidas sobre a forma de devolução. “Somente a instituição solicitada poderá contatar para tratar apenas do valor informado no sistema, e ela nunca vai pedir senha”, alerta o BC. “Desconfie de outras ligações ou emails.”

• O único site onde você pode consultar e saber como solicitar a devolução dos seus valores, da sua empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br;

• Todos os serviços do Sistema Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores;

• O Banco Central não envia links nem entra em contato com você para falar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais;

• Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você, e ela nunca vai pedir sua senha;

• Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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